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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Volta Redonda 1 x 3 Fluminense. Aquecimento para a decisão de quarta!


Com os passes certeiros de Deco, a pontaria de Samuel aparece.
(foto: Terra.com.br / Photocamera )

Vitória incontestável, apesar do tradicional sufoco no final que tanto incomodam os tricolores, embora Abel Braga o considere normal, como declarou após o jogo.

Agora basta uma vitória simples contra o Madureira para garantir o Fluminense na semifinal.

Semifinal que entrará em desvantagem porque perdeu a liderança para o Flamengo, muito mais pela insistência em jogar com três volantes do que por deficiência do plantel.

A presença de Deco coloca o meio campo tricolor em outro patamar e torna a equipe difícil de ser batida.

O maior beneficiado com a volta do mago foi Samuel, que precisa ser municiado com precisão para mostrar o seu faro de gol. Com o time repleto de volantes botinudos sua presença em campo é completamente inócua.

Gum também fez sua estreia na temporada e mesmo fora de sua capacidade física normal deverá dar mais segurança à zaga.

Thiago, de volta das férias forçadas, mostrou ainda estar longe da plenitude, mas ruim com ele, pior sem ele.

Pouco a registrar da partida, definida logo nos primeiros minutos, apesar da presença em campo de oito reservas.

A destacar também a boa participação de Marcos Junior nos poucos minutos que esteve em campo. Na jogada do terceiro gol demonstrou a garra que a Torcida espera de seus guerreiros.

Críticas à lambança na hora da cobrança do pênalti. Atitudes infantis como aquela, principalmente por jogadores que ganham fortunas, são inadmissíveis.

Nessas ocasiões é que me pergunto quando os jogadores brasileiros aprenderão que são apenas parte da engrenagem futebolística? Muito mais importantes são os clubes e as torcidas que os apoiam, o resto é apenas detalhe.


DETALHES:

Volta Redonda 1 x 3 Fluminense

Local: Estádio Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ); Data: 17/2/2013
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Auxiliares: Silbert Farias (RJ e Eduardo de Souza Couto (RJ)
Gols: Samuel, aos 6' e aos 42' do primeiro tempo;  Léo Andrade, aos 16' e Marcos
Junior, aos 46' do segundo.
Cartões Amarelos: Deco e Diguinho

Volta Redonda: Gatti; Marquinhos (Éder, 29'/2ºT) , Leonardo Luiz, André Alves e Edu Pina; Bruno Barra, Rafael Granja, Adriano Felício (Watthimem, 22'/2ºT) e Geraldo (Pedro, 34'/2ºT); Léo Andrade e Zé Augusto. Técnico: Alfredo Sampaio

Fluminense: Ricardo Berna; Wellington Silva, Gum, Anderson e Monzón; Elivélton,  Diguinho, Thiago Neves (Marcos Junior, 29'/2ºT) e Deco (Felipe, 29'/2ºT);Rhayner e Samuel (Michael, 41'/2ºT) Técnico: Abel Braga


NA QUARTA-FEIRA LUGAR DE TRICOLOR É NO ENGENHÃO.  VAMOS DETONAR MAIS UM GENÉRICO!


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Caros Amigos,

Para sua reflexão, transcrevemos a seguir apelo da SUIPA (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais) contra a atitude desprovida de qualquer sentimento racional a ser perpetrada pelo atual Ministro da Saúde.



ATENÇÃO: Os interessados em ajudar a conseguir assinaturas para o nosso abaixo- assinado contra a decisão do Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha, pedimos que nos contatem.


Ele pretende colocar em todos os Centros de Controle de Zoonoses do Brasil, as MALDITAS “Câmaras de Gás” para exterminar cães e gatos!

Precisamos enviar milhões de assinaturas, em papel, para que este senhor aprenda a respeitar todos os seres vivos!

Os CCZ’s devem ser utilizados para CONTROLAR doenças e não para se tornarem, OFICIALMENTE, UM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO, COMO AUSCHWITZ!  
O e-mail dele chefia.gm@saude.gov.br. O telefone (0xx61) 3315-2788/2789/2399 e o endereço para cartas é Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios Bloco G – CEP 70.058-900 – Brasília, DF.
Assinem também a petição pública sobre esse assunto, que está no link http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N33864.

Cada vez que tomamos conhecimento de decisões oficiais, como esta, mais acreditamos que Deus se enganou na “fórmula” em criar determinados seres “humanos”!

A atitude solidária de CADA UM DE VOCÊS é que nos faz acreditar que ainda existem HUMANOS que respeitam todos os seres vivos.

A Diretoria

Tel.: (21) 3297-8777; Fax: (21) 3297-8759;



“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante”.                 
                 
Albert Schweitzer (Nobel da Paz de 1952)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Na largada para 2013, finalmente Abel enxergou o Fernando.

Fernando terá a sua chance no jogo de estreia (foto: Bruno Haddad / Fluminense F. C.)

Antes tarde do que nunca.

Fernando já vinha se destacando desde a Copa São Paulo do ano passado e suas últimas atuações acabaram por convencer Abel a dar a ele uma oportunidade contra o Nova Iguaçu.

Se vai dar certo ou não é impossível afirmar, mas de qualquer modo a tentativa é mais racional do que escalar um outro jovem para atuar improvisado.

Considerando a estratégia de poupar os titulares para os jogos da Libertadores, a escalação ensaiada é adequada, embora mais uma vez nosso treinador teime em jogar com três volantes.

Melhor seria sacar um dos três e colocar o Wagner, que precisa ganhar ritmo de jogo.

Em último caso entrar com Higor ou Eduardo, que embora menos experientes são bem mais habilidosos que alguns dos volantes escolhidos.

Falou mais alto o espírito retranqueiro do Abel e o Fluzão começa o campeonato repleto de volantes para enfrentar o todo poderoso Nova Iguaçu.

Emoções fortes à vista. Haja paciência!

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(foto: Ivan Storti)

Finalmente a diretoria confirmou a contratação de Felipe até dezembro de 2013, com possibilidade de extensão por mais um ano, dependendo do aproveitamento.

Conquanto seja uma negociação arriscada, não vejo outra saída, porque cada vez mais fica difícil contar com o futebol do Deco.


Se no Brasileirão passado ele só conseguiu jogar dezesseis vezes, menos de 50% do total, esse ano ele não conseguiu sequer participar da pré-temporada.

Resta torcer para que Felipe aproveite a oportunidade e jogue pra valer, caso contrário a Libertadores mais uma vez não passará de um sonho.  


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(foto: Divulgação)
Em boa hora, a diretoria resolveu resgatar as tradições do clube com o lançamento da nova camisa tricolor.

Pena que os obsoletos conselheiros não atentaram para a necessidade de alterar o estatuto, a fim de que fosse colocada a quarta estrela na camisa.

Alguns desses “velhinhos” precisam se acostumar com o fato de que a importância dos campeonatos estaduais faz parte do passado e que agora o Campeonato Brasileiro é a bola da vez.

As estrelas representando os três tricampeonatos conquistados tiveram seus dias de glória.

Hoje, porém, o anseio da maioria dos tricolores é pela colocação de quatro estrelas para representar o tetracampeonato brasileiro, tetra esse que guindou o Fluminense ao primeiro lugar do ranking nacional e deixou para trás todos os queridinhos da mídia.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Fluminense favorito na Libertadores? Será?




O Fluminense venceu com sobras o Campeonato Brasileiro.

Apesar das infundadas reclamações dos eternos perdedores, tão logo a equipe titular passou a participar da competição a cada rodada o título ficava mais perto.

Poderia até ser obtido com mais facilidade não fossem os erros recorrentes de escalações e substituições, a ressaca pós conquista e a falta de humildade de alguns que há pouco saíram dos cueiros e já se julgam no mesmo nível de Messi ou de Ronaldinho Gaúcho.

Fatos incontestáveis que fizeram com que a euforia tomasse conta dos torcedores, que com os egos mais insuflados ainda pela flapress, curintiapress e outros espertos componentes da mídia cretina, passaram a considerar a vitória na Libertadores como favas contadas.

Como tricolor de quatro costados e otimista por excelência também acho que o título pode ser nosso.

O que me preocupa, entretanto, é esse ufanismo exagerado não só da torcida, como também dos cronistas, da comissão técnica, da diretoria e do patrocinador tricolores.

O Fluminense tem sim o melhor time do Brasil, mas apenas no papel.

Seu meio de campo, por exemplo, é formado por jogadores virtuais. Deco e Wagner não jogaram metade dos jogos do Brasileirão e nada indica que em 2013 será diferente.

Fred é outro, cuja ausência o elenco nem de longe consegue suprir.

A eliminação nas quartas de finais para o Boca é um exemplo clássico e pior ainda ter sido para um das formações mais medíocres da história do campeão argentino.

Jean e Wellington Nem são mais dois cujas faltas transformam o Time de Guerreiros num esquadrão comum.

Um leve comparativo entre os dois jogos com o Atlético Mineiro serve bem para exemplificar a diferença.

Enquanto no Engenhão, Ronaldinho não conseguiu aparecer e a vitória só não veio pela interferência de um bandeirinha mal intencionado, no Independência marcado pelo Diguinho, o Gaúcho só faltou fazer chover.

E é por isso que o meio de campo deve ser considerado prioritariamente como o setor a ser reforçado não só com o objetivo de suprir as ausências constantes de Deco e Wagner, como também para não deixar margem alguma para que Abel insista em escalar a equipe com três volantes, o que já está mais do que provado que não funciona.

Resumindo, se não contratarmos um meio campista e que jogue pra valer, Libertadores e Pentacampeonato não passarão de uma hipótese. DE NOVO!

Conca ainda é o sonho.

Espero que os tricolores reflitam sobre isso!


E DÁ-LHE FLUZÃO!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Flamengo 0 x 1 Fluminense. Ninguém mais segura o Fluzão!

Goleiro e Artilheiro Notas Dez.
(fotos: Lancenet.com.br / Bruno de Lima e Nelson Perez / Fluminense F.C.)


A partir da vitória sobre o Atlético-MG, os rubro-negros passaram a considerar como favas contadas os três pontos do Fla-Flu.

Fazendo coro com a massa torcedora, a mídia tendenciosa não cansou de fazer comparações entre os momentos dos dois clubes no campeonato, comparações que sempre pendiam para o maior poderio urubu.

Os “malas” protagonistas da postagem anterior e mais alguns que ficaram de fora por absoluta falta de espaço, azucrinaram as mentes tricolores de tal modo que muitos chegaram a temer pelo pior.

“O time que derrotou brilhantemente o Galo não deverá ter dificuldades para ganhar o Fla-Flu”. Essa e outras aleivosias foram repetidas por diversas vezes até pelos que se dizem tricolores.

Pois bem, chegada a hora do jogo tão esperado bastaram alguns poucos momentos de brilho dos craques tricolores para que a vitória fosse consumada.

E através de outro gol antológico de Fred, num misto de voleio e bicicleta só possível para os craques privilegiados.

E o que falar do cruzamento magistral de Deco? Poucos armadores têm a capacidade de pressentir para onde os atacantes irão se deslocar. E ontem, ele anteviu a corrida de Fred e colocou a bola exatamente na posição ideal para o arremate certeiro.

Mas, o jogo não foi nada fácil. Foi uma batalha digna dos Fla-Flu’s __ o clássico incomparável, o melhor e mais charmoso do mundo.

O Flamengo empolgado pelas últimas vitórias, tal como Fênix parecia ressurgir das cinzas. Atacava com ímpeto encurralando o Tricolor, que se retraia à espera da oportunidade para contra atacar.

As investidas rubro-negras não assustaram no início e só surtiram efeito após o gol tricolor quando mais uma vez brilhou Cavalieri.

No segundo tempo, o Fluminense recuou mais ainda e permitiu que o Flamengo tivesse várias oportunidades, perdidas nas defesas de Cavalieri ou na imprecisão dos chutes de seus atacantes.

Apesar da maior posse de bola dos adversários, o Fluminense teve as suas chances, em especial com Thiago Neves, que acertou as traves de Felipe por duas vezes.

A coisa piorou para o Tricolor mais uma vez pela cabeça teimosa de seu treinador, quando Fred sentiu câimbras e pediu para sair, aos trinta e oito minutos de jogo.

A entrada de Rafael Sobis, que seria o normal para qualquer cidadão medianamente esclarecido, não foi a opção de Abel.

E, repetindo o erro que já havia feito contra Figueirense e Náutico, colocou mais um volante e pior, escolheu o Diguinho.

Na oportunidade comentei com amigos que agora o Flamengo passaria a ter as oportunidades de faltas nas imediações da área, especialidade do volante escolhido.

Já imaginava as “bombas” de Renato Abreu zunindo perto de Cavalieri.

Mas, não aconteceu. Dessa vez o estabanado “cabeça de área” esmerou-se e cometeu um pênalti bobo e desnecessário.

Ainda bem que Cavalieri estava imbuído do espírito de Castilho e fez a defesa que garantiu a vitória.

Vitória suada, mas com um sabor todo especial que coloca o Fluminense com a mão na Taça, isso se o Abel não insistir em atrapalhar.


E DÁ-LHE FLUZÃO!   T E T R A C A M P E Ã O!


DETALHES:

Flamengo 0 x 1 Fluminense

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ); Data: 30/9/2012

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ)

Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (Fifa/RJ) e Ediney Guerreiro Marcarenhas (RJ)

Gol: Fred, aos 18' do primeiro tempo.

Cartões amarelos:; Digão, Edinho, Jean e Thiago Neves

Flamengo:  Felipe, Wellington Silva, Frauches, Marcos González e Ramon; Amaral (Renato, 26'/2ºT), Ibson, Léo Moura (Bottinelli, 20'/2ºT) e Cleber Santana; Liedson (Nixon, 20'/2ºT) e Vagner Love - Técnico: Dorival Júnior.

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Digão e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco e Thiago Neves (Wagner, 35'/2°T); Fred (Diguinho, 38'/2°T) e Wellington Nem (Marcos Júnior, 27'/2°T) - Técnico: Abel Braga.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Fluminense 2 x 1 Náutico. Liderança absoluta e sem contestações!

Fred e Leandro Euzébio fizeram os gols da vitória. (foto: Terra.com.br / Photocamera)

Creio que agora não ouviremos mais aquelas rotulações da mídia cretina sobre o “jogo a menos” do Atlético.

“Time de melhor aproveitamento”, “líder por pontos perdidos” e outras baboseiras fizeram parte dos noticiários esportivos nesses últimos meses.

Até locutores que se dizem tricolores, volta e meia, não deixavam de lembrar esse jogo a menos, como se o fato de ainda ter um jogo a disputar fosse garantia de vitória.

Aliás, acho pouco provável que os mineiros consigam ganhar do Flamengo no Rio de Janeiro esse tal jogo atrasado, mesmo com o rubro-negro ainda em fase de ajustes.

A não ser, quem sabe, que consigam contar com aquele bandeirinha safado que, na maior cara de pau, anulou o gol do Fred, o que hoje representaria a vantagem de sete pontos a favor do Fluzão.

Além do mais, o gramado do Engenhão, apesar de suas mazelas, não possibilita aqueles contra ataques a base dos chutões, como ocorre no Independência, cujo comprimento de cento e cinco metros foi contestado de forma veemente por Luxemburgo. 

Mas seja qual for o resultado da próxima quarta-feira, o Tricolor continuará como líder isolado, com mais pontos, mais vitórias, mais gols a favor e de quebra com o artilheiro isolado do campeonato. E é claro, com o melhor aproveitamento.

Dito isto, vamos ao jogo de sábado.

Difícil de entender o que se passa na cabeça dos jogadores tricolores, porque depois de um primeiro tempo que praticamente havia definido o jogo, resolveram recuar inexplicavelmente quando ainda faltavam cerca de quinze minutos para o final.

Quase a repetição do vexame de Floripa, quando deixamos de ganhar dois pontos preciosos para um dos prováveis rebaixados do campeonato.

E dessa vez não dá nem para por a culpa no Abel, que se conteve e mesmo a contragosto, manteve o Diguinho no banco.   

O empate só não veio porque o pênalti do Gum não foi marcado, embora esse fato não chegue a desmerecer a vitória, em face de outro em Thiago Carleto, também ignorado pela arbitragem.

(Três e às vezes quatro não conseguiram segurar o Deco.
(foto:Terra.com.br / Photocamera)
Desnecessário falar sobre a atuação do Deco, que conseguiu brilhar ainda que sob um rígido esquema de marcação.  

E também sobre os demais craques fantásticos de nosso ataque, que juntos em campo amedrontam qualquer adversário.

A jogada do segundo gol, com o rebote conseguido pelo Valencia, o passe inigualável do Deco, o cruzamento milimétrico do Thiago Neves e a conclusão de primeira do Fred foram coisas de almanaque.

O retorno do Marcos Junior acrescenta mais uma boa opção para o treinador.

No próximo domingo, teremos o Fla-Flu. Gostaria de poder sonhar com a repetição da equipe, mas periga que a preferência incondicional do Abel pelo Edinho venha a nos proporcionar fortes emoções.

E DÁ-LHE FLUZÃO TETRACAMPEÃO!

DETALHES:

Fluminense 2 x 1 Náutico

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ);  Data: 22/9/2012

Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)

Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (SC) e Fabio Pereira (TO)

Gols: Leandro Euzébio, aos 40'; Fred, aos 45' do primeiro tempo e Kim, aos 36'do segundo.

Cartões amarelos: Deco, Valencia e Diego Cavalieri

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio (Digão, Intervalo) eThiago Carleto; Valencia, Jean, Deco (Wagner, 30'/2°T) e Thiago Neves (Marcos Júnior, 25'/2ºT); Wellington Nem e Fred. Técnico: Abel Braga.

Náutico: Gideão; Patric, Alemão, Jean Rolt e Douglas Santos (João Paulo, 41/2°T); Elicarlos, Martinez, Souza e Rhayner; Rogério (Romero, 30'/2ºT) e Kim. Técnico: Alexandre Gallo.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Coritiba 0 x 2 Fluminense. Xô uruca!

Fred a um gol da artilharia.  (foto: Terra.com.br / Heuler Andre / AGF)

  
Existem fatos curiosos que só acontecem no futebol. Os jogos do Fluminense contra o Coritiba realizados no Paraná constituem um capítulo a parte nos confrontos entre os dois adversários.

É inexplicável como, independentemente da qualidade das equipes e seus momentos nos campeonatos, o Coritiba em seus domínios tem sido um osso duro de roer para os tricolores.

Diversas vezes, mesmo jogando melhor, a vitória não vinha, ou porque a defesa falhava em algum momento ou a arbitragem dava uma mãozinha ao time da casa.

E assim, desde o longínquo 1988, os torcedores tricolores têm acumulado frustrações contra os curitibanos.

Alegria mesmo só em 2009, quando o empate coroou a campanha dos guerreiros e manteve o Fluminense na primeira divisão.

Pois bem, depois de um longo e tenebroso período, o Fluminense venceu e venceu com autoridade, mantendo o domínio na maior parte do tempo.

Sofreu alguns percalços, é verdade, neutralizados por Cavalieri que se encontra na melhor fase desde que chegou ao clube.

Dessa vez nem os erros de arbitragem foram capazes de derrotar o Fluminense.  

Nem domina no ombro (foto: Terra.com.br / Heuler Andre / AGF) 

O primeiro lance polêmico surgiu aos vinte e oito minutos, quando Wellington Nem dominou na grande área e chutou para o fundo das redes. O lance foi anulado pelo assistente que marcou um suposto domínio de bola no  braço.

O outro, no início do segundo tempo, quando Fred recebeu de Deco, dominou a bola e ao ficar frente a frente com Vanderlei teve a jogada invalidada pela marcação de impedimento inexistente, já que um zagueiro que havia escorregado ao tentar sair da área dava totais condições ao atacante tricolor.

Confesso que cheguei a temer o pior quando Deco e Wellington Nem sentiram contusões antes dos quinze minutos, mas dessa vez Wagner e Marcos Junior entraram bem e acabaram contribuindo de forma decisiva para os gols da vitória há tanto tempo esperada.

(foto: Lancenet.com.br / Felipe Gabriel)

Alívio pela decisão de Abel, que em vez de embolar o ataque com a presença de dois centroavantes, como cansou de fazer em ocasiões semelhantes, optou pela manutenção do esquema com Wagner e Marcos Junior fazendo as mesmas funções.

Se mantiver a coerência nas próximas escalações, o Fluminense tem tudo para terminar o primeiro turno na liderança, ou bem perto dela, em que pesem as possíveis ausências de Deco e Wellington Nem.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Coritiba 0 x 2 Fluminense

Local: Couto Pereira, Curitiba (PR);  Data: 05/07/2012

Árbitro: Wagner Reway (MT)

Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (FIFA-GO) e Kleber Lúcio Gil (SC)
Gols: Pereira (contra), aos 37 e Fred, aos 39' do segundo período.
Cartões amarelos: Gum, Edinho e Digão.

Coritiba: Vanderlei, Ayrton, Pereira, Bonfim e Lucas Mendes; Junior Urso, Chico (Gil, 21'/2ºT), Lincoln (Thiago Primão, 26'/2ºT) e Robinho; Everton Costa (Roberto, 30'/2ºT) e Leonardo - Técnico: Marcelo Oliveira.

Fluminense: Diego Cavalieri, Wallace, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho Digão,41’/2ºT), Jean, Deco (Wagner, 9'/2ºT) e Thiago Neves; Wellington Nem (Marcos Júnior, 12'/2ºT) e Fred - Técnico: Abel Braga.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ponte Preta 1 x 2 Fluminense. E o sufoco continua!



(foto: Lancenet.com.br / Gustavo Tilio)
  
Em termos de resultado o jogo foi excelente para o Fluminense. A pequena diferença para os líderes foi mantida e de quebra a invencibilidade.

O futebol apresentado é que mais uma vez não convenceu. Do mesmo modo que já havia ocorrido contra Flamengo, Náutico e Botafogo, a equipe recuou em demasia para sobressalto dos corações tricolores.

Embora vencedor, o Fluminense foi amplamente dominado pela Ponte Preta e embora tenha feito dois gols só conseguiu dar sete arremessos à meta de Edson Bastos, que não fez uma defesa sequer durante os noventa e poucos minutos de jogo.

Há de se convir que é muito pouco para um elenco diferenciado, cujos salários estão anos luz acima dos jogadores da Ponte.

Não sei precisar o que acontece, mas o fato é que o meio de campo tricolor não consegue municiar os atacantes, que ficam isolados em meio aos defensores adversários.

Ontem até o Deco esteve irreconhecível, além de ter recebido um cartão bobo, o quarto em sete jogos, proporção exagerada para um craque de sua habilidade.

Dureza jogar isolados durante todo o tempo.  (foto: Lancenet / Gustavo Tilio)

Em consequência, Fred recebeu apenas uma bola em condições, cabeceada para fora e não fosse o pênalti providencial, estaríamos agora chorando mais dois pontos irrecuperáveis.

A defesa também continuou assustando. Incrível a facilidade com que Roger aplicou um corte seco em Anderson. Felizmente, o ex-tricolor chutou por cima do travessão.

Aliás, é inconcebível que se tome cartão amarelo por fazer cera logo no início do segundo tempo. Pois é, o Anderson tomou.

Após o jogo, Abel declarou que o Fluminense foi cirúrgico do mesmo modo das partidas anteriores e acrescentou: “Aproveitamos bem as jogadas de bola parada mais uma vez. Foi um jogo de poucas chances. Nossa equipe está muito competitiva. E olha que é difícil passar pela Ponte aqui dentro. É um adversário mecanizado. Eles sabem usar muito bem o Roger como pivô”.

Contra a Ponte deu certo. Contra o Figueirense e o Botafogo, não.

A continuar com esse esquema suicida, o que esperar dos dois próximos encontros contra Grêmio e Atlético Mineiro?

Injustificável também a reclamação sobre a maratona de jogos, porque esse fato já estava previsto desde a divulgação da tabela. Com o elenco qualificado que possui, por que não promove rodízio entre as peças?

E se o elenco está realmente cansado no meio da temporada, porque não acaba com os rachões nas vésperas dos jogos?

E o que teriam a dizer sobre tudo isso os médicos e os fisioterapeutas do clube?

Como tricolor, só resta esperar que a equipe volte a desenvolver o estilo de jogo do segundo turno do campeonato passado, condição essencial para a conquista do título.

E apesar dos pesares,

DÁ-LHE FLUZÃO!

  
DETALHES:

Ponte Preta 1 x 2 Fluminense

Local:  Campinas, SP;  Data: 22/7/2012

Árbitro: Manoel Nunes Lopo Garrido

Assistentes: Alessandro Rocha de Matos e Luiz Carlos Silva Teixeira

Gols: Thiago Neves, aos 44' do primeiro tempo; Ferrón, aos 38' e Fred aos 43' do segundo

Cartões amarelos: Anderson, Deco, Jean e Fred

Ponte Preta: Edson Bastos; Cicinho, Gustavo, Ferrón e João Paulo; Baraka, Ricardinho (Marcinho, 18'/2ºT), Renê Junior e Nikão (Caio, 11'/2ºT);  André Luis (Rildo,  28'/2ºT) e Roger - Técnico: Gilson Kleina

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno (Wallace, 34'/2ºT), Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Thiago Neves (Rafael Sobis, 39'/2ºT) e Deco (Wagner, 32'/2ºT); Wellington Nem e Fred - Técnico: Abel Braga

domingo, 1 de julho de 2012

Náutico 0 x 2 Fluminense. Dá-lhe São Cavalieri!


Cavalieri esteve perfeito e parou os atacantes do Náutico.  (foto: Globoesporte.com / Antonio Carneiro)

Nem a tremenda pressão pernambucana, nem o gramado estranho foram suficientes para derrotar o Tricolor.

O resultado deixou o Fluminense a apenas um ponto da liderança quaisquer que sejam os demais resultados da rodada e essa vitória vaticina a sorte de campeão.

Sorte porque apesar das inúmeras lambanças de nossa defesa conseguimos chegar ao fim do jogo sem levar gol.  

Mas não foi apenas sorte.

A irretocável atuação de Diego Cavalieri fez com que os menos jovens se lembrassem das soberbas atuações de Castilho e mais recentemente de Paulo Vitor. Foram inúmeras defesas, seis delas com bastante dificuldade e, mesmo assim, a sorte nos sorriu quando nas poucas vezes em que esteve batido os atacantes do Náutico erraram o alvo.


foto: Lancenet.com.br / Antonio Carneiro

A arte de Deco também esteve presente mais uma vez e bastaram dois passes de mestre para a construção do placar.


Samuel começa a ganhar espaço e ameaçar a suplência cativa
de Rafael Moura, que frequentemente está fora de combate.
(foto: Lancenet.com.br / Antonio Carneiro)
Samuel parece que desencantou de vez e mostrou oportunismo nas duas conclusões precisas.

A continuar assim poderá ser a alternativa para os jogos com os clubes não tão fortes

Assim, Abel poderia utilizar o Fred somente nos clássicos, o que talvez possa contribuir para diminuir suas passagens pelo Departamento Médico.


A entrada de Valencia deu mais consistência à defesa, que sofre com os eternos erros da zaga.

Deveria ser titular, mas a dificuldade reside no favoritismo desmedido que Edinho desfruta com nosso treinador. Chega a ser uma preferência extrassensorial, semelhante àquela que o Renato Gaúcho tinha pelo Ygor.  

Já que Abel cada vez mais dá demonstrações de que jamais barrará o Edinho, poderia recuá-lo para a zaga, abrindo vaga para Valencia no meio de campo.

Seria bom para a equipe, que passaria a ter um volante com melhor senso de marcação, ao mesmo tempo em que ficaria livre do Anderson, cuja condição de titular absoluto é difícil de ser entendida por qualquer pessoa medianamente inteligente.


Jean é outro que cada vez mais sobe de produção a ponto de fazer a torcida esquecer-se de Diguinho.

A vitória foi muito importante porque o Náutico demonstrou ser uma equipe muito forte quando joga em seus domínios e deverá tirar pontos dos principais concorrentes ao título, como já fez com Botafogo, Grêmio e Cruzeiro.

As duas próximas rodadas reservam os clássicos com Flamengo e Botafogo, que possuem atacantes que não permitirão que os erros crassos de Anderson passem em branco.

Será preciso que o ataque segure mais a bola para que a defesa não fique tão vulnerável.

E para isso, seria oportuno que Fred tivesse condições de jogo e finalmente jogasse um Fla-Flu, anseio de todos os tricolores.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Náutico 0 x 2 Fluminense

Local: Estádio dos Aflitos, Recife (PE); Data: 30/6/2012.

Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)


Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Pedro Santos de Araújo (AL)


Gols: Samuel, aos 30' do primeiro tempo e aos 26' do segundo.

Cartões amarelos:  Deco e Jean

Náutico: Felipe, Alessandro, Ronaldo Alves, Márcio Rosário e Lúcio (Breitner, 40'/2ºT); Elicarlos, Derley, Martinez e Souza (Cleverson, 21'/2ºT); Rhayner e Kim (Romero, 28'/2ºT) - Técnico: Alexandre Gallo.

Fluminense:
 Diego Cavalieri, Bruno (Wallace, intervalo), Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho e Jean; Wagner (Valencia, 18'/2ºT) e Deco (Thiago Neves, 28'/2ºT); Wellington Nem e Samuel  Técnico: Abel Braga.