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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Fluminense 3 x 1 Olaria. Céu de Brigadeiro!

Jean e Wellington Nem marcaram.  (foto: Terra.com.br / Daniel  Ramalho)


Não há muito que comentar sobre a vitória do Tricolor, que praticamente não precisou de esforço quase algum para alcançar os três gols.

Não fosse a patuscada que resultou no gol do Olaria, provavelmente o placar teria sido maior.

No lance em si, Euzébio lançou Valencia um tanto “na fogueira”, mesmo assim em condições plenas de ganhar a jogada.

O colombiano, entretanto, enrolou-se todo com a bola e deu a chance que o Leo Rocha precisava para marcar.

Na primeira etapa Valencia foi ainda responsável por um contra-ataque que quase resultou em gol ao tentar um passe de letra e acabar servindo um adversário.

Lances capitais para fortalecer a titularidade do Edinho, que dessa vez surpreendeu positivamente.

Uma pena porque creio que agora teremos que aturar o gajo. Pelo menos Diguinho ficou fora, o que não deixa de ser um alento.

O planejamento da Comissão Técnica vem funcionando a contento, mas não se pode deixar de criticar o famigerado esquema com três volantes tão apreciado pelo Abel Braga e que poderá trazer dissabores aos tricolores no decorrer dos jogos da Libertadores.

Resta a esperança de que a entrada de Felipe ou a recuperação do Deco eliminem de vez a possibilidade de escalações repletas de cabeças de área.

Outro ponto questionável é deixar de dar ritmo de jogo a Cavalieri, que para brilhar precisa estar condicionado no máximo de sua capacidade física para não haver repetição do ocorrido nos primeiros jogos de 2011.


E DÁ-LHE FLUZÃO!



DETALHES:

Fluminense 3 x 1 Olaria

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ); Data: 24/1/2013

Árbitro: Daniel de Sousa Macedo (RJ)

Euzébio fez o primeiro.
(foto: Terra.com.br / Daniel Ramalho)
Auxiliares: Eduardo de Souza Couto (RJ) e Silbert Faria Sisquim (RJ)

Gols: Leandro Euzébio, aos 4' do primeiro tempo; Wellington Nem, aos 2', Jean, aos 5'  e Léo Rocha, aos 9' do segundo.

Cartões amarelos: Fernando, Edinho, Digão

Fluminense: Ricardo Berna, Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Fernando; Edinho, Valencia, Jean e Thiago Neves (Wellington Nem - intervalo); Rafael Sobis (Rhayner, 28'/2ºT) e Samuel (Wagner, 18'/2ºT). Técnico: Abel Braga.

Olaria: Rafael Moreno, Gil, Rafael, Cléberson e Calisto; Pablo (Emílio, 21'/2ºT), Assis, Vítor Lemos e Léo Rocha; Robert (Leozinho, 12'/2ºT) e Douglas (Leandrão, 31'/2ºT). Técnico: Chiquinho de Assis.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Fluminense 2 x 1 Náutico. Liderança absoluta e sem contestações!

Fred e Leandro Euzébio fizeram os gols da vitória. (foto: Terra.com.br / Photocamera)

Creio que agora não ouviremos mais aquelas rotulações da mídia cretina sobre o “jogo a menos” do Atlético.

“Time de melhor aproveitamento”, “líder por pontos perdidos” e outras baboseiras fizeram parte dos noticiários esportivos nesses últimos meses.

Até locutores que se dizem tricolores, volta e meia, não deixavam de lembrar esse jogo a menos, como se o fato de ainda ter um jogo a disputar fosse garantia de vitória.

Aliás, acho pouco provável que os mineiros consigam ganhar do Flamengo no Rio de Janeiro esse tal jogo atrasado, mesmo com o rubro-negro ainda em fase de ajustes.

A não ser, quem sabe, que consigam contar com aquele bandeirinha safado que, na maior cara de pau, anulou o gol do Fred, o que hoje representaria a vantagem de sete pontos a favor do Fluzão.

Além do mais, o gramado do Engenhão, apesar de suas mazelas, não possibilita aqueles contra ataques a base dos chutões, como ocorre no Independência, cujo comprimento de cento e cinco metros foi contestado de forma veemente por Luxemburgo. 

Mas seja qual for o resultado da próxima quarta-feira, o Tricolor continuará como líder isolado, com mais pontos, mais vitórias, mais gols a favor e de quebra com o artilheiro isolado do campeonato. E é claro, com o melhor aproveitamento.

Dito isto, vamos ao jogo de sábado.

Difícil de entender o que se passa na cabeça dos jogadores tricolores, porque depois de um primeiro tempo que praticamente havia definido o jogo, resolveram recuar inexplicavelmente quando ainda faltavam cerca de quinze minutos para o final.

Quase a repetição do vexame de Floripa, quando deixamos de ganhar dois pontos preciosos para um dos prováveis rebaixados do campeonato.

E dessa vez não dá nem para por a culpa no Abel, que se conteve e mesmo a contragosto, manteve o Diguinho no banco.   

O empate só não veio porque o pênalti do Gum não foi marcado, embora esse fato não chegue a desmerecer a vitória, em face de outro em Thiago Carleto, também ignorado pela arbitragem.

(Três e às vezes quatro não conseguiram segurar o Deco.
(foto:Terra.com.br / Photocamera)
Desnecessário falar sobre a atuação do Deco, que conseguiu brilhar ainda que sob um rígido esquema de marcação.  

E também sobre os demais craques fantásticos de nosso ataque, que juntos em campo amedrontam qualquer adversário.

A jogada do segundo gol, com o rebote conseguido pelo Valencia, o passe inigualável do Deco, o cruzamento milimétrico do Thiago Neves e a conclusão de primeira do Fred foram coisas de almanaque.

O retorno do Marcos Junior acrescenta mais uma boa opção para o treinador.

No próximo domingo, teremos o Fla-Flu. Gostaria de poder sonhar com a repetição da equipe, mas periga que a preferência incondicional do Abel pelo Edinho venha a nos proporcionar fortes emoções.

E DÁ-LHE FLUZÃO TETRACAMPEÃO!

DETALHES:

Fluminense 2 x 1 Náutico

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ);  Data: 22/9/2012

Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)

Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (SC) e Fabio Pereira (TO)

Gols: Leandro Euzébio, aos 40'; Fred, aos 45' do primeiro tempo e Kim, aos 36'do segundo.

Cartões amarelos: Deco, Valencia e Diego Cavalieri

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio (Digão, Intervalo) eThiago Carleto; Valencia, Jean, Deco (Wagner, 30'/2°T) e Thiago Neves (Marcos Júnior, 25'/2ºT); Wellington Nem e Fred. Técnico: Abel Braga.

Náutico: Gideão; Patric, Alemão, Jean Rolt e Douglas Santos (João Paulo, 41/2°T); Elicarlos, Martinez, Souza e Rhayner; Rogério (Romero, 30'/2ºT) e Kim. Técnico: Alexandre Gallo.

domingo, 16 de setembro de 2012

Fluminense 1 x 2 Atlético-GO. Uma noite para esquecer!

Michael deixou o seu e quase fez outro de bicicleta.


A sorte que nos sorriu na quarta-feira faltou em dobro na noite desse sábado.

Deu tudo errado, ninguém jogou nada e sobre todos recai a culpa na derrota inexplicável para o pior time do campeonato.

A rigor, apenas Higor e Michael se salvaram.

Higor entrou após o intervalo e deu mais consistência ao meio de campo, perdido e sem inspiração durante toda a primeira etapa.

Michael foi o mais lúcido dos atacantes. Mostrou oportunismo por ocasião de seu gol e quase empata com uma bela bicicleta, defendida com dificuldade pelo bom goleiro Márcio.

Abel não utilizou o esquema macabro com três volantes, mas pecou em insistir na armação da equipe com três atacantes e só um homem de criação e, pior ainda, sendo ele o Thiago Neves, que tem características muito mais de um meia avançado do que um criador de jogadas.

Se tivesse começado com o Higor no lugar do Sobis, talvez o resultado não fosse tão ruim.

Mas não adianta chorar o leite derramado. O fato é que a atuação foi uma tragédia só.

Carlinhos errou tudo. Não acertou nenhum cruzamento e ainda permitiu uma avenida pelo seu setor por onde os goianienses se criaram durante todo o tempo.

Edinho, perdido em campo, deixou um espaço abissal no meio de campo, onde todos os rebotes eram ganhos pelos adversários, que só foram parados com faltas, como a que propiciou o gol de Diego Giaretta.

Na jogada que originou o escanteio e o consequente segundo gol foi driblado com facilidade extrema pelo lateral do Atlético. Parecia um caminhão desgovernado, justificando o apelido maldoso aplicado por parte dos torcedores: Edinho jamanta.

Ainda bem que levou o terceiro amarelo e, se o Abel não inventar, deveremos ter o retorno de Valencia contra o Náutico.

E pelo que jogou o colombiano nos dois jogos de sua seleção contra Paraguai e Uruguai tem tudo para voltar a ser titular.

A coisa esteve tão preta que até Cavalieri deu uma bobeada no segundo gol, permanecendo adiantado quando o único modo que Reniê teria de acertar a meta era aquele balão rente ao travessão. Nosso goleiro preferiu ficar adiantado e não conseguiu alcançar uma bola relativamente fácil, se estivesse bem colocado.

Jean não conseguiu manter o nível das atuações anteriores, face à mediocridade do meio de campo e até Wellington Nem esteve irreconhecível, sendo completamente anulado pela forte marcação sofrida.

A derrota inesperada transformou o jogo contra o Náutico em desespero puro, porque agora não existe a mínima possibilidade de perder pontos.

Os prováveis retornos de Deco e de Fred, que cumpriu a suspensão e quem sabe a reintegração de Valencia, tornarão o time mais forte, o que nos dá esperanças de retomada de rumo.

Estamos chegando ao mês de outubro e creio que está na hora da diretoria tricolor começar a se movimentar para trazer o Conca de volta, jogador essencial para a tão sonhada conquista da Libertadores.

Nossos maiores craques, Deco e Fred, não conseguem manter uma sequencia minimamente aceitável e Fred ainda perde diversos jogos por cartões bobos, como o ocorrido contra a Portuguesa.

A consequência lógica é que eles não têm participado das jornadas decisivas.

Em 2010, com Conca no time, o título veio com Marquinho, Rodriguinho e Washington presentes na maioria dos jogos, já na Libertadores desse ano... eliminação para um Boca à “meia-boca”.

Apesar de todos esses percalços, ainda acredito no tetra.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:

Fluminense 1 x 2 Atlético-GO

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ); Data: 15/09/2012

Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)

Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa/RS) e Rafael da Silva Alves (RS)

Gols: Diego Giaretta, aos 17’ e Reniê, aos 41’ do primeiro tempo e Michael, aos 19’ do 
segundo.

Cartão amarelo: Edinho

Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos (Wallace, intervalo); Edinho, Jean e Thiago Neves; Rafael Sobis (Michael, 3'/2ºT), Samuel (Higor, intervalo) e Wellington Nem - Técnico: Abel Braga.

Atlético-GO: Márcio; Marcos, Gustavo, Reniê e Diego Giaretta; Dodó, Pituca, Ernandes e Danilinho (Marino, 43'/2ºT e Gilson, 44'/2ºT); Patric e Diogo Campos (Carlos, 23'/2ºT) - Técnico: Artur Neto.

domingo, 19 de agosto de 2012

Fluminense 1 x 0 Sport. Foi dureza, mas valeu!

Samuel fez o gol da vitória.  (foto: Terra.com.br / Paulo Sergio)


Valeram pelos três pontos, pela manutenção da proximidade com o Atlético-MG e também pelo domínio na maior parte do tempo.

Não fossem os erros de conclusão e a extraordinária participação de Magrão, o Fluminense poderia ter conseguido uma goleada contra o aguerrido time do Sport.

O tempo passava e nada de gol e a impressão é de amargaríamos mais um empate imprevisto.

Mas, depois de tanto tentar, o gol chegou dos pés de Samuel, bem colocado na área, lugar onde sempre deve jogar. Pena a irresponsabilidade de tirar a camisa e ganhar um cartão bobo.

O mais gratificante de tudo, no entanto, foi o fato do time ter tentado o ataque o tempo todo, finalizando dezoito vezes contra a meta do Sport, o que pode ser a sinalização de que Abel abandonou de vez aquele sistema covarde e ineficiente apresentado contra o Grêmio.

O Sport também assustou em três oportunidades, duas com Rithely, a primeira concluída rente à trave esquerda e a segunda bem defendida por Cavalieri, que ainda salvou a meta numa cobrança de falta bem executada, que resvalou na barreira.

Não concordo com aqueles que dizem que o Tricolor jogou desfalcado de oito atletas.
Bruno, na melhor da hipótese, está no mesmo nível de Wallace e Anderson não pode ser considerado titular depois das inúmeras lambanças que aprontou.


Valencia  (foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)
A suspensão de Edinho foi uma benção dos céus, porque só assim Valência teria nova oportunidade de voltar ao time. 

E aconteceu exatamente o esperado, o colombiano entrou e mesmo sem o ritmo de antes deu mais consistência à defesa e segurança à zaga.


Embora tenha entrado bem, com três passes preciosos, inclusive o que deu origem ao gol, Diguinho ainda está nitidamente abaixo de Jean e deverá amargar a reserva por um bom tempo.

Desfalques de peso mesmo somente Fred, Deco, Wellington Nem e também Marcos Junior, porque na fase atual tem sido uma dureza aguentar o Sobis, dispersivo, fora de sintonia e com chutões para a lua. Necessita de um descanso para se condicionar melhor.

Gostei da apresentação do Thiago Neves. Demonstrou vontade e alguns lampejos de que breve poderá se aproximar do brilho que teve em 2008.

Wagner é outro que vem se acostumando à titularidade e aprimorando seu padrão de jogo. Deverá ser um dos responsáveis pelo meio de campo tricolor em virtude das constantes contusões do Deco e os tempos inimagináveis para sua recuperação.

Higor, uma esperança a mais.

Higor é mais uma promessa que deve ser olhada com cuidado. Entrou bem no jogo, parecendo até um veterano sem sentir o peso da camisa. Após o jogo, Abel o elogiou bastante e afirmou que ele vai vingar como jogador de ponta.  

Michael é outro que poderá despontar num futuro próximo. Parece ser melhor do que Matheus Carvalho, mas precisa ser melhor avaliado.


Agora resta torcer para que o Botafogo consiga aprontar uma surpresa para o Atlético-MG, resultado que traria a justiça ao campeonato, porque os mineiros só estão à nossa frente na tabela graças ao bandeirinha safado.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:
Fluminense 1 x 0 Sport

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ); Data: 18/08/2012

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

Auxiliares: Tatiana Jacques de Freitas (RS) e Rafael da Silva Alves (RS)

Gol: Samuel, aos 37’ do segundo tempo.

Cartões Amarelos: Leandro Euzébio, Samuel (FLU)

Cartões Vermelhos: Tobi (SPT)

Fluminense: Diego Cavalieri; Wallace (Diguinho, intervalo), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia (Higor, 32'/2ºT), Jean, Wagner e Thiago Neves; Rafael Sobis (Michael, 32'/2ºT) e Samuel. Técnico: Abel Braga.

Sport:  Magrão;  Cicinho  (Marquinhos Gabriel, 30'/2ºT),  Aílson (Bruno Aguiar, 25’ / 1ºT),  Diego Ivo e  William Rocha; Tobi,  Rithelly, Naldinho (Renan,15'/2ºT) e Hugo; Magno Alves e Felipe Azevedo. Técnico: Gustavo Bueno.

domingo, 1 de julho de 2012

Náutico 0 x 2 Fluminense. Dá-lhe São Cavalieri!


Cavalieri esteve perfeito e parou os atacantes do Náutico.  (foto: Globoesporte.com / Antonio Carneiro)

Nem a tremenda pressão pernambucana, nem o gramado estranho foram suficientes para derrotar o Tricolor.

O resultado deixou o Fluminense a apenas um ponto da liderança quaisquer que sejam os demais resultados da rodada e essa vitória vaticina a sorte de campeão.

Sorte porque apesar das inúmeras lambanças de nossa defesa conseguimos chegar ao fim do jogo sem levar gol.  

Mas não foi apenas sorte.

A irretocável atuação de Diego Cavalieri fez com que os menos jovens se lembrassem das soberbas atuações de Castilho e mais recentemente de Paulo Vitor. Foram inúmeras defesas, seis delas com bastante dificuldade e, mesmo assim, a sorte nos sorriu quando nas poucas vezes em que esteve batido os atacantes do Náutico erraram o alvo.


foto: Lancenet.com.br / Antonio Carneiro

A arte de Deco também esteve presente mais uma vez e bastaram dois passes de mestre para a construção do placar.


Samuel começa a ganhar espaço e ameaçar a suplência cativa
de Rafael Moura, que frequentemente está fora de combate.
(foto: Lancenet.com.br / Antonio Carneiro)
Samuel parece que desencantou de vez e mostrou oportunismo nas duas conclusões precisas.

A continuar assim poderá ser a alternativa para os jogos com os clubes não tão fortes

Assim, Abel poderia utilizar o Fred somente nos clássicos, o que talvez possa contribuir para diminuir suas passagens pelo Departamento Médico.


A entrada de Valencia deu mais consistência à defesa, que sofre com os eternos erros da zaga.

Deveria ser titular, mas a dificuldade reside no favoritismo desmedido que Edinho desfruta com nosso treinador. Chega a ser uma preferência extrassensorial, semelhante àquela que o Renato Gaúcho tinha pelo Ygor.  

Já que Abel cada vez mais dá demonstrações de que jamais barrará o Edinho, poderia recuá-lo para a zaga, abrindo vaga para Valencia no meio de campo.

Seria bom para a equipe, que passaria a ter um volante com melhor senso de marcação, ao mesmo tempo em que ficaria livre do Anderson, cuja condição de titular absoluto é difícil de ser entendida por qualquer pessoa medianamente inteligente.


Jean é outro que cada vez mais sobe de produção a ponto de fazer a torcida esquecer-se de Diguinho.

A vitória foi muito importante porque o Náutico demonstrou ser uma equipe muito forte quando joga em seus domínios e deverá tirar pontos dos principais concorrentes ao título, como já fez com Botafogo, Grêmio e Cruzeiro.

As duas próximas rodadas reservam os clássicos com Flamengo e Botafogo, que possuem atacantes que não permitirão que os erros crassos de Anderson passem em branco.

Será preciso que o ataque segure mais a bola para que a defesa não fique tão vulnerável.

E para isso, seria oportuno que Fred tivesse condições de jogo e finalmente jogasse um Fla-Flu, anseio de todos os tricolores.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Náutico 0 x 2 Fluminense

Local: Estádio dos Aflitos, Recife (PE); Data: 30/6/2012.

Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)


Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Pedro Santos de Araújo (AL)


Gols: Samuel, aos 30' do primeiro tempo e aos 26' do segundo.

Cartões amarelos:  Deco e Jean

Náutico: Felipe, Alessandro, Ronaldo Alves, Márcio Rosário e Lúcio (Breitner, 40'/2ºT); Elicarlos, Derley, Martinez e Souza (Cleverson, 21'/2ºT); Rhayner e Kim (Romero, 28'/2ºT) - Técnico: Alexandre Gallo.

Fluminense:
 Diego Cavalieri, Bruno (Wallace, intervalo), Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho e Jean; Wagner (Valencia, 18'/2ºT) e Deco (Thiago Neves, 28'/2ºT); Wellington Nem e Samuel  Técnico: Abel Braga.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Atlético-GO 1 x 4 Fluminense. Esse é o Fluzão que a torcida quer!



Deco desequilibrou outra vez.     (foto: Lancenet.com.br / Francisco Stuckert) 
  
Uma vitória tranquila. À exceção do susto com o belo gol de Ernandes logo aos dez minutos de jogo, o Fluminense foi senhor absoluto das ações e não teve dificuldades para vencer o Atlético Goianiense em pleno Serra Dourada.

É verdade que houve uma tênue instabilidade logo após o gol, mas em pouco tempo a equipe tricolor se reencontrou e passou a jogar em ritmo de treino.

Para isso contou mais uma vez com a maestria de Deco, sem dúvida um dos poucos remanescentes de meio campistas habilidosos, tão escassos no futebol brasileiro da atualidade.

Se não fosse tão propenso a contusões, não teria dúvidas em apontar o Fluminense como favorito absoluto a mais um título nacional.

E o problema se agrava pelo imenso abismo que existe entre a qualidade técnica de Deco e de seus eventuais substitutos.


(foto: Lancenet.com.br / Carlos Costa)
Samuel finalmente conseguiu aparecer. Um gol de oportunismo, na realidade o seu segundo gol no campeonato, porque o primeiro anotado contra o Santos lhe foi tirado pela arbitragem na “mão grande”.estacou-se também em outras jogadas, inclusive na que resultou a falta que originou o gol de desempate.

Se conseguir manter regularidade talvez possa vir a ser a opção primeira para as costumeiras ausências de Fred, visto que os Rafaeis tanto Moura como Sobis também vivem às voltas com o Departamento Médico.

Outra notícia alvissareira foi o retorno de Valencia. Com novas oportunidades irá readquirindo sua melhor condição e tornar a defesa menos vulnerável.

Wellington Nem, Marcos Junior e Lanzini, nos míseros minutos que teve, demonstraram sua para a equipe e os demais, sem serem brilhantes não comprometeram, embora os laterais ainda estejam abaixo dos demais.


Com as voltas de Fred e Thiago Neves, a tendência é que o Fluminense fique mais forte ainda e chegue rapidamente à liderança.

Desde que Deco, Fred, Thiago, Wellington, Valencia desfalquem menos a equipe, o que tem ocorrido com frequência indesejável e quase sempre nos momentos mais cruciais, como na recente decisão com o Boca, que agora sem o Fluminense pela frente, caminha célere para a conquista de mais um título da principal competição sul americana.

Enfim, ano que vem tem mais e dessa vez com a presença do Conca, se Deus quiser.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Atlético-GO 1 x 4 Fluminense.

Local: Serra Dourada, Goiânia (GO);  Data: 24/06/2012

Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa-SP)

Auxiliares: Altemir Haussmann (Fifa-RS) e Bruno Salgado Rizo (SP)

GOLS: Ernandes, aos 12'; Samuel, aos 18' e Gum, aos 25' do primeiro tempo e Gilson (contra), aos 5' e Deco, aos 48' do segundo.

Cartões amarelos: Carlinhos

Atlético-GO: Márcio; Marcos, Gilson, Gabriel e Eron; Marino, Joílson, Ernandes (Danilinho, 38'/2ºT) e Bida; Wesley e Marcão (Ricardo Bueno, Intervalo e depois Elias, 14'/2ºT). Técnico: Hélio dos Anjos

Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno, Anderson, Gum e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco e Wágner (Lanzini, 40'/2ºT); Wellington Nem (Valencia, 34'/2ºT) e Samuel (Marcos Júnior, 27'/2ºT). Técnico: Abel Braga. 

quinta-feira, 15 de março de 2012

Fluminense 1 x 0 Zamora-VEN. Líder absoluto!

Anderson o herói da noite.  (foto:Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)

Chegara a hora. Quase 25 mil tricolores aguardavam ansiosamente mais uma exibição de gala do Tricolor.
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O otimismo numa goleada era intenso, afinal o Zamora havia sido batido facilmente pelo Arsenal há uma semana.
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O jogo começou e os primeiros minutos deram uma falsa impressão de que a abertura do placar seria questão de minutos.
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Que nada, a equipe do Zamora veio disposta a obter o empate de qualquer maneira e posicionou nove de seus dez jogadores de linha na sua defesa.
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Tentava sair de vez em quando para o ataque, mas nada de produtivo conseguiu.
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Em campo, o Fluminense sentia a ausência de Thiago Neves. Sobis, seu substituto novamente não rendia o esperado por seu treinador.
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Embora seja um bom jogador, Sobis ainda não recuperou a forma do final do ano passado. É um fato que acontece com alguns atletas, que custam a adquirir a plenitude depois de períodos de férias.
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A insistência absurda de Abel tem sido pior para o próprio atleta que cada vez mais perde espaço na equipe titular. Um período de descanso para melhor condicionamento físico se faz necessário.
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O mesmo se aplica a Carlinhos e Edinho, outro preferido do treinador, cuja contusão ajudou na manutenção do Valencia na equipe titular.
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Sem conseguir penetrar na área adversária, o Fluminense apelou para os cruzamentos que sempre paravam nos zagueiros venezuelanos.
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Durante o intervalo, os comentários quase unânimes nas arquibancadas do Engenhão apontavam para a saída de Sobis e a entrada de Lanzini.
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Abel pensou de forma semelhante com relação ao Sobis, mas preteriu Lanzini e colocou Rafael Moura.
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Mesmo sem ser a substituição ideal, com a presença de Moura o ataque melhorou sua movimentação e conseguiu furar o bloqueio venezuelano logo aos doze minutos, através de um chute de fora da área, desferido pelo Anderson.
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O gol não fez o Zamora mudar sua postura. Continuou atrás, retrancado, na esperança de conseguir o empate com alguma “bola vadia”.
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Sem ter com quem dialogar no meio de campo Deco não conseguia repetir a boa atuação da jornada anterior, até que Abel resolveu substituí-lo por Lanzini, confirmando o erro recorrente de formações com três atacantes e apenas um homem de ligação para tentar municiá-los.
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Era voz corrente entre os torcedores que Lanzini deveria ter entrado no lugar de Sobis, aliás, desde o início do jogo. A presença de dois meias habilidosos dificulta a marcação e permite que Deco possa exibir toda a beleza e eficácia de seu futebol.
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Sozinho na função, irá sempre sofrer marcação cerrada e como não possui mais o vigor de quando era jovem seu desempenho tende a sofrer oscilações.
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O panorama da partida não se alterava com o adversário recuado à espera de um gol milagroso.
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Seus ataques esporádicos não ofereciam perigo, até que por volta dos 35’ uma bobeira geral quase permitiu o gol de empate.
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O lance serviu de sinal vermelho para Abel que promoveu a entrada de Carleto. 
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A  partir daí e até o final o Fluminense controlou o jogo e confirmou a vitória, mantendo os cem por cento de aproveitamento na competição. Uma única vitória nas próximas rodadas garantirá a classificação, independentemente dos resultados dos demais concorrentes.

(foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)
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Ao término do jogo a Torcida em uníssono enalteceu a atuação de Valencia, que novamente deu mais consistência ao sistema defensivo e mais liberdade a Diguinho, também ovacionado, que pode render melhor.
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Destaque também para Anderson, autor do gol e também da providencial intervenção que evitou o gol de empate.
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Ao analisar o jogo, Abel declarou-se satisfeito com a apresentação tricolor. Enalteceu o domínio durante todo o tempo e a manutenção dos 100% de aproveitamento.
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Disse ainda não considerar justo dizer que o Fluminense jogou mal e não acreditar que iria ler isso nos jornais. “_Não sou burro e nem cego. O adversário se postou na defesa o jogo todo. O 1 a 0 pode até ter parecido pouco, mas é pecado dizer que jogamos mal”, acrescentou.
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É claro que Abel não é burro e muito menos cego. A Torcida Tricolor sabe disso e está com ele, mas esse apoio não a impede de recriminar sua teimosia com relação à insistência com certos jogadores, privilegiados nas escalações, ainda que em péssimas condições físicas.
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A de Rafael Sobis, por exemplo, é patética e essa teimosia fez com que o time jogasse durante toda a primeira etapa praticamente com um jogador a menos.
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Outro ponto de discórdia é a titularidade quase que automática do Edinho, quando Valencia tem demonstrado estar em fase bem superior, além do não aproveitamento do Lanzini ao lado do Deco, nos impedimentos de Thiago Neves.
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Na realidade, nós tricolores temos é que comemorar a liderança absoluta, não só no nosso grupo, mas também dentre todos os concorrentes e a certeza que com o retorno do Thiago Neves ninguém vai ter vez.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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DETALHES:
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Fluminense 1 x 0 Zamora-VEN
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Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
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Árbitro: Patricio Polic (Fifa-CHI)
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Auxiliares: Julio Díaz Pardo (Fifa-CHI) e Sergio Roman (Fifa-CHI)
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Gol: Anderson, aos 12' do segundo tempo.

Cartão amarelo: Fred

Fluminense:  Diego Cavalieri, Bruno, Leandro Euzébio, Anderson e Carlinhos (Carleto, aos 37'/2ºT); Valencia e Diguinho; Deco (Lanzini, aos 28'/2ºT), Rafael Sobis (Rafael Moura - intervalo) e Wellington Nem; Fred - Técnico: Abel Braga.