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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Fluminense 3 x 1 Olaria. Céu de Brigadeiro!

Jean e Wellington Nem marcaram.  (foto: Terra.com.br / Daniel  Ramalho)


Não há muito que comentar sobre a vitória do Tricolor, que praticamente não precisou de esforço quase algum para alcançar os três gols.

Não fosse a patuscada que resultou no gol do Olaria, provavelmente o placar teria sido maior.

No lance em si, Euzébio lançou Valencia um tanto “na fogueira”, mesmo assim em condições plenas de ganhar a jogada.

O colombiano, entretanto, enrolou-se todo com a bola e deu a chance que o Leo Rocha precisava para marcar.

Na primeira etapa Valencia foi ainda responsável por um contra-ataque que quase resultou em gol ao tentar um passe de letra e acabar servindo um adversário.

Lances capitais para fortalecer a titularidade do Edinho, que dessa vez surpreendeu positivamente.

Uma pena porque creio que agora teremos que aturar o gajo. Pelo menos Diguinho ficou fora, o que não deixa de ser um alento.

O planejamento da Comissão Técnica vem funcionando a contento, mas não se pode deixar de criticar o famigerado esquema com três volantes tão apreciado pelo Abel Braga e que poderá trazer dissabores aos tricolores no decorrer dos jogos da Libertadores.

Resta a esperança de que a entrada de Felipe ou a recuperação do Deco eliminem de vez a possibilidade de escalações repletas de cabeças de área.

Outro ponto questionável é deixar de dar ritmo de jogo a Cavalieri, que para brilhar precisa estar condicionado no máximo de sua capacidade física para não haver repetição do ocorrido nos primeiros jogos de 2011.


E DÁ-LHE FLUZÃO!



DETALHES:

Fluminense 3 x 1 Olaria

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ); Data: 24/1/2013

Árbitro: Daniel de Sousa Macedo (RJ)

Euzébio fez o primeiro.
(foto: Terra.com.br / Daniel Ramalho)
Auxiliares: Eduardo de Souza Couto (RJ) e Silbert Faria Sisquim (RJ)

Gols: Leandro Euzébio, aos 4' do primeiro tempo; Wellington Nem, aos 2', Jean, aos 5'  e Léo Rocha, aos 9' do segundo.

Cartões amarelos: Fernando, Edinho, Digão

Fluminense: Ricardo Berna, Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Fernando; Edinho, Valencia, Jean e Thiago Neves (Wellington Nem - intervalo); Rafael Sobis (Rhayner, 28'/2ºT) e Samuel (Wagner, 18'/2ºT). Técnico: Abel Braga.

Olaria: Rafael Moreno, Gil, Rafael, Cléberson e Calisto; Pablo (Emílio, 21'/2ºT), Assis, Vítor Lemos e Léo Rocha; Robert (Leozinho, 12'/2ºT) e Douglas (Leandrão, 31'/2ºT). Técnico: Chiquinho de Assis.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Fluminense 2 x 1 Náutico. Liderança absoluta e sem contestações!

Fred e Leandro Euzébio fizeram os gols da vitória. (foto: Terra.com.br / Photocamera)

Creio que agora não ouviremos mais aquelas rotulações da mídia cretina sobre o “jogo a menos” do Atlético.

“Time de melhor aproveitamento”, “líder por pontos perdidos” e outras baboseiras fizeram parte dos noticiários esportivos nesses últimos meses.

Até locutores que se dizem tricolores, volta e meia, não deixavam de lembrar esse jogo a menos, como se o fato de ainda ter um jogo a disputar fosse garantia de vitória.

Aliás, acho pouco provável que os mineiros consigam ganhar do Flamengo no Rio de Janeiro esse tal jogo atrasado, mesmo com o rubro-negro ainda em fase de ajustes.

A não ser, quem sabe, que consigam contar com aquele bandeirinha safado que, na maior cara de pau, anulou o gol do Fred, o que hoje representaria a vantagem de sete pontos a favor do Fluzão.

Além do mais, o gramado do Engenhão, apesar de suas mazelas, não possibilita aqueles contra ataques a base dos chutões, como ocorre no Independência, cujo comprimento de cento e cinco metros foi contestado de forma veemente por Luxemburgo. 

Mas seja qual for o resultado da próxima quarta-feira, o Tricolor continuará como líder isolado, com mais pontos, mais vitórias, mais gols a favor e de quebra com o artilheiro isolado do campeonato. E é claro, com o melhor aproveitamento.

Dito isto, vamos ao jogo de sábado.

Difícil de entender o que se passa na cabeça dos jogadores tricolores, porque depois de um primeiro tempo que praticamente havia definido o jogo, resolveram recuar inexplicavelmente quando ainda faltavam cerca de quinze minutos para o final.

Quase a repetição do vexame de Floripa, quando deixamos de ganhar dois pontos preciosos para um dos prováveis rebaixados do campeonato.

E dessa vez não dá nem para por a culpa no Abel, que se conteve e mesmo a contragosto, manteve o Diguinho no banco.   

O empate só não veio porque o pênalti do Gum não foi marcado, embora esse fato não chegue a desmerecer a vitória, em face de outro em Thiago Carleto, também ignorado pela arbitragem.

(Três e às vezes quatro não conseguiram segurar o Deco.
(foto:Terra.com.br / Photocamera)
Desnecessário falar sobre a atuação do Deco, que conseguiu brilhar ainda que sob um rígido esquema de marcação.  

E também sobre os demais craques fantásticos de nosso ataque, que juntos em campo amedrontam qualquer adversário.

A jogada do segundo gol, com o rebote conseguido pelo Valencia, o passe inigualável do Deco, o cruzamento milimétrico do Thiago Neves e a conclusão de primeira do Fred foram coisas de almanaque.

O retorno do Marcos Junior acrescenta mais uma boa opção para o treinador.

No próximo domingo, teremos o Fla-Flu. Gostaria de poder sonhar com a repetição da equipe, mas periga que a preferência incondicional do Abel pelo Edinho venha a nos proporcionar fortes emoções.

E DÁ-LHE FLUZÃO TETRACAMPEÃO!

DETALHES:

Fluminense 2 x 1 Náutico

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ);  Data: 22/9/2012

Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)

Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (SC) e Fabio Pereira (TO)

Gols: Leandro Euzébio, aos 40'; Fred, aos 45' do primeiro tempo e Kim, aos 36'do segundo.

Cartões amarelos: Deco, Valencia e Diego Cavalieri

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio (Digão, Intervalo) eThiago Carleto; Valencia, Jean, Deco (Wagner, 30'/2°T) e Thiago Neves (Marcos Júnior, 25'/2ºT); Wellington Nem e Fred. Técnico: Abel Braga.

Náutico: Gideão; Patric, Alemão, Jean Rolt e Douglas Santos (João Paulo, 41/2°T); Elicarlos, Martinez, Souza e Rhayner; Rogério (Romero, 30'/2ºT) e Kim. Técnico: Alexandre Gallo.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Corinthians 0 x 1 Fluminense. E salve a garotada de Xerém!


Leandro Euzébio comandou a garotada.  (foto: Lancenet)


A falta de criatividade, ou de inteligência mesmo, dos dirigentes da CBF ao programar para a primeira rodada um clássico entre dois clubes envolvidos em fases decisivas da Libertadores é espantosa.

Esmeram-se mais ainda escolhendo como vítima os dois últimos campeões nacionais.

O resultado foi um clássico esvaziado, disputado por equipes formadas por jogadores reservas, muitos estreantes como titulares e que independentemente de suas qualidades técnicas não poderiam desenvolver um bom futebol, face à falta de entrosamento.

O ideal teria sido atrasar por uma semana o início do campeonato ou mesmo adiar os jogos dos clubes envolvidos na Libertadores e na Copa do Brasil.

Menos mal para o Fluminense que obteve a vitória e largou à frente de um concorrente de peso.

Os mais céticos arguirão que o campeonato está no início e que o resultado em si não deverá atrapalhar a caminhada do Corinthians.

Pode até ser, mas não deve ser desprezado o fato de ter sido justamente a derrota para os paulistas no primeiro turno um dos fatores principais para a exclusão do Fluminense da disputa do título de 2011 na penúltima rodada.

Abel ousou demais ao abrir mão de todos os titulares. Tite foi mais comedido, escalou o goleiro titular e completou o time com Liedson, Douglas e William, jogadores tarimbados e acostumados a jogos importantes e decisivos.

A consequência foi o predomínio de sua equipe durante toda a primeira etapa, embora não tenha conseguido marcar.

Apesar de dominado, o Fluminense teve as melhores chances: a primeira aos quinze minutos, quando Lanzini partiu para o ataque e serviu a Matheus Carvalho que, livre, chutou para boa defesa de Cássio; a segunda, seis minutos depois numa falta batida por Carleto e rebatida pelo goleiro e a última num bom arremate de Wallace, mais uma vez defendido por Cássio.

Na volta para o segundo tempo, Abel substituiu Lanzini por Jean para dar mais consistência ao meio de campo.

A meu ver, acertou com a entrada de Jean, mas equivocou-se ao sacar o argentino e manter Matheus Carvalho e Samuel, promessas muito verdes ainda para juntos formarem uma dupla de ataque.

De qualquer forma, a postura da equipe melhorou e o equilíbrio passou a ser uma constante, o que não evitou um grande susto quando Wellington Carvalho perdeu a bola ao tentar sair jogando e propiciou um contra-ataque que terminou com um chute de Douglas na trave.

O equilíbrio continuou sendo a tônica até que numa cobrança de escanteio ensaiada, Marcos Junior centrou na cabeça de Leandro Euzébio, que deslocou Cássio com categoria e quebrou a sua invencibilidade desde que passou a titular.

A partir daí, o Fluminense recuou e passou a tocar a bola. Teve algumas chances não aproveitadas.

Tite ainda tentou o empate, alterando a sua equipe, mas as mudanças não surtiram o efeito desejado.

De positivo para o Fluminense foi ver o empenho da garotada e a qualidade demonstrada por alguns, em especial Wallace, que tem tudo para se firmar como um bom lateral. Matheus Carvalho, Samuel e os demais ainda inexperientes precisarão de mais testes, mas tem tudo para deslanchar.

Só não entendi porque o Abel nunca dá uma oportunidade a Lucas Patinho, que pelo que jogou no Campeonato Brasileiro Sub-17 e na Copa São Paulo de Juniores mostrou ser mais habilidoso que alguns dos que entraram.

Cabe acrescentar que dos quatorze jogadores que participaram do jogo, nada menos que nove foram formados nas divisões de base do clube: os oito garotos e o Leandro Euzébio, que muita gente desconhece que começou em Xerém, assim como acontece com Thiago Silva e Dedé, que hoje brilha no Vasco.

Quem sabe a administração de Peter Siemsen não irá resgatar a tradição das equipes campeãs, que sempre contaram com as “pratas da casa”?

Torço para que isso se torne uma realidade, embora saiba que será muito difícil sua consecução tendo por perto um parceiro esperto e ávido por auferir lucros a qualquer preço e que já detém os direitos de várias dessas promessas, cedidas prematuramente por irresponsáveis administrações passadas.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:
Corinthians 0 x 1 Fluminense

Local: Pacaembu, São Paulo.  Data: 20/5/2012

Árbitro: Fabrício Neves Correia (RS)

Assistentes: Altemir Hausmann (RS) e José Chaves Franco Filho (RS)

Renda/ público: R$ 419.729/ 14.791

Gol: Leandro Euzébio, aos 26 do segundo tempo

Cartões amarelos: Matheus Carvalho e Rafinha (Fluminense); Ramon e Douglas (Corinthians)

Corinthians: Cássio, Weldinho, Marquinhos, Antônio Carlos, Ramon, Willian Arão (Adílson .34'/2T), Luis Ramírez, Douglas, Gilsinho (Elton, 24'/2T), Liedson, Willian. Técnico: Tite.

Fluminense: Ricardo Berna, Wallace, Wellington Carvalho, Leandro Euzébio, Thiago Carleto, Digão, Fábio Braga (Rafinha, 32'/2T), Lanzini (Jean, intervalo), Matheus Carvalho (Carlinhos, 16'/2T), Marcos Junior e Samuel Rosa. Técnico: Leomir de Souza.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Fluminense 2 x 1 Internacional. A vaga é nossa!


Euzébio, Neves e Fred, os construtores da vitória.  (foto: Terra.com.br / AFP)



Impedido de ir ao estádio, a alternativa foi assistir ao jogo pela TV.

A vantagem do conforto da poltrona de casa sobre as acanhadas acomodações do Engenhão, a possibilidade de ver por diversas vezes a repetição dos lances perdem em muito para a satisfação de estar junto à massa tricolor, gritando e vibrando com o Fluzão.

Confesso que fiquei preocupado em enfrentar um clube brasileiro logo nas oitavas e pior, um dos mais cascudos.

A confiança na classificação nunca deixou de existir, mas um calafrio sempre era sentido quando lembrava a pixotada do Edinho no jogo do Beira Rio que originou um dos pênaltis mais bisonhos da história.

Cheguei a pensar se não teria sido melhor empatar com o Arsenal. Estaríamos no lugar do Corinthians e pegaríamos uma baba de quiabo.

Como a sorte madrasta resolveu premiar o primeiro colocado com os embates mais difíceis, o jeito era se preparar da melhor maneira possível para encarar as dificuldades.

E a primeira seria o Inter, com Oscar e com a vantagem de jogar pelo empate. As pitonisas de plantão tentaram minar a confiança dos tricolores, arguindo inclusive as duas eliminações no Brasileiro de 1975 e na Copa do Brasil de 1992, essa com a ajuda absurda de um árbitro descaradamente mal intencionado.

O jogo começou com o time meio que preso. Notava-se claramente o nervosismo estampado nos rostos dos atletas.

Os gaúchos devem ter sentido essa instabilidade e começaram forçando o jogo.

Leandro Damião perdeu a primeira chance chutando para fora, mas logo depois aos 14 minutos marcou após receber passe de Oscar.

Esse momento foi desesperador porque Edinho, designado para dar o primeiro combate a Oscar, perdia todas e nesse lance do gol, apesar da falha maior ter sido do Leandro Euzébio, pela TV pode-se ver claramente o volante do Abel “correndo bem devagar”, tentando alcançar o meia colorado.

O Fluminense, no entanto, é um clube predestinado, fadado a vencer as dificuldades e logo na saída, Leandro Euzébio corrige o seu erro e empata de cabeça ao receber um centro magistral de Thiago Neves.

O empate aliviou a tensão, mas o resultado ainda eliminava o Tricolor, que não tinha outra opção a não ser partir em busca do desempate.

E então o Internacional teve algumas chances claras, a melhor propiciada por um erro grosseiro de Gum ao rebater a bola nos pés de Datollo que parou nas mãos de Cavalieri, outra vez com boa atuação.

No finalzinho do primeiro tempo, outra cobrança perfeita de Thiago Neves e gol de Fred, resultado que classificava o Flu.

Como não podia deixar de ser, na etapa final o Inter voltou-se todo para o ataque.

Foi um sufoco constante, facilitado pela apagada atuação de Deco que em vez de lançamentos tentava sair jogando sem muita objetividade.

Dorival encheu a sua equipe de atacantes e a bola rondou a área de Cavalieri quase o tempo todo.

Das poucas estocadas tricolores, uma cobrança de falta de Thiago Neves na trave de Muriel foi a mais perigosa.

Abel substitui Deco por Valencia tentando dar mais consistência à defesa, mas a pressão continuou, embora seja verdade que poucas oportunidades reais surgiram.

Ao final, prevaleceu a garra tricolor, o Fluminense sustentou a vitória e eliminou os gaúchos.

Aliás, o Internacional não foi desclassificado em razão do jogo de hoje e sim pelas pífias apresentações na fase de grupo, quando conseguiu a proeza de ser o último dos classificados.

Agora é esperar o Boca Juniors novamente, pra mim uma disputa antecipada do título.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:


Fluminense 2 X 1 Internacional

Local: Engenhão (RJ); Data: 10/5/2012

Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)

Auxiliares:Carlos Berkenbork (Fifa-SP) e Marcelo Van Gasse (Fifa-SP)

Gols: Leandro Damião, aos 13'); Leandro Euzébio, aos 15' e Fred, aos 45' do primeiro tempo.

Cartões amarelos: Bruno, Carlinhos e Jean (Fluminense); Índio e Rodrigo Moledo (Inter)

Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco (Valencia, 29'/2ºT) e Thiago Neves; Rafael Sobis (Marcos Júnior, 38'/2ºT) e Fred (Rafael Moura, 25'/2ºT). Técnico: Abel Braga.

Internacional: Muriel, Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Guiñazu (Dagoberto,27'/2ºT), Sandro Silva, Tinga (Jô,35'/2ºT), Dátolo (Jajá,15'/2ºT) e Oscar; Leandro Damião - Técnico: Dorival Júnior.



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Tartá apronta mais uma!



Herói nas vitórias sobre Vasco e Palmeiras no título de 2010 e preterido inexplicavelmente pelas administrações e comissões técnicas tricolores, Tartá ressurgiu das cinzas e ajudou a eliminar o Botafogo da Copa do Brasil em pleno Engenhão. Torço por sua reintegração após o empréstimo, porque ele ainda poderá ser mais útil que muitos atletas caros que nada produzem.



Tem gente que é cega!


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Americano 2 x 3 Fluminense. Ainda respirando!

Outra vez Wellington Nem mostrou estar em melhor forma que Sobis
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Aos mais desavisados a vitória sobre o Americano poderá ser imputada à garra e determinação dos atletas tricolores durante toda a partida, especialmente após a expulsão injusta do Rafael Moura.
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É inegável que o comprometimento de todos constitui-se num dos fatores decisivos para que o sucesso fosse alcançado.
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Mas não foi só isso. A substituição dos volantes foi decisiva para a conquista. Valência foi útil na proteção à zaga, só não conseguindo o milagre de fazê-la ir bem nas bolas alçadas sobre a área e Jean mostrou habilidade na saída da defesa para o ataque.
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Com a nova dupla, os chutões diminuíram e a tarefa dos atacantes facilitada.

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Curioso é que essas alterações há muito esperadas pela Torcida Tricolor, só foram concretizadas graças à arbitragem calamitosa do parcial de Antonio Schneider, que no afã de prejudicar o Fluminense no jogo contra o Vasco, acabou dando a Abel a solução que ele teimava em não aceitar.
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Os elogios do treinador a Jean podem ser um indicativo de que ele será mantido no lugar de Diguinho e realmente tal providência se faz necessária para uma avaliação mais profunda.
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Gostaria que Abel não alterasse a escalação dos volantes, mesmo com a liberação de Edinho para enfrentar o Bangu.
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A atual falta de ritmo de Leandro Euzébio sinaliza que a melhor opção talvez seja o aproveitamento de Edinho em seu lugar. Aliás, quando utilizado nessa posição, Edinho saiu-se bem com atuações convincentes. 
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Além do mais, Leandro Euzébio estará fora do jogo com o Boca Juniors, o que reforça a necessidade de ser treinada nova dupla de zaga, de preferência sem o Digão, que não reúne experiência suficiente para encarar os argentinos na Bombonera. Marcio Rosário, então, será um desastre impensado por qualquer ser medianamente dotado de raciocínio.
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A atuação de Wellington Nem por si só não justifica o retorno de Rafael Sobis.
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Sobis é um bom jogador, mas em termos de eficácia lembra-me muito o Tato, grande destaque da equipe tricampeã estadual de 83-84-85 e brasileira de 1984, mas que só conseguia desenvolver seu exuberante futebol quando estava na plenitude de sua forma física.
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Um período dedicado a melhor preparação física poderia fazer com que ele voltasse a ser útil à equipe e não um mero espectador privilegiado, como tem acontecido nesse início de temporada..
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Sobre Thiago Neves sua atuação justifica plenamente o acerto de sua contratação, apesar da rejeição puramente passional de alguns.
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Essas providências, além dos retornos naturais de Deco e Fred tornarão o Fluminense mais forte para as disputas mais difíceis que estão por vir.
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O ideal é que Carleto também tivesse sua oportunidade no time principal, mas esperar que Abel barre o Carlinhos, creio que seja sonhar demais.
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O certo, porém, é que o time ainda precisa melhorar. Ao declarar que o Americano teve apenas as chances dos gols, Abel esqueceu-se de duas outras falhas defensivas que só não foram convertidas por deficiência dos atacantes campistas.
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A primeira aos 17’ minutos de jogo, quando o lateral direito Alex passou como quis por Carlinhos e cruzou na cabeça de Tardelly, que livre à frente de Cavalieri, cabeceou para fora.
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A outra foi aos 35’ da etapa final, quando Diego recebeu um cruzamento livre de marcação e cabeceou sobre o travessão.
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DETALHES:
AMERICANO 2 X 3 FLUMINENSE
Local: Godofredo Cruz, Campos dos Goytacazes (RJ)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas e Marco Aurelio Pessanha
Gols: Rafael Moura, 13'/1ºT ; Marcos Felipe, 38'/1ºT; Thiago Neves, 4'/2ºT; Wellington Nem, 23'/2ºT e Hugo, 46'/2ºT.
Cartões vermelhos: Rafael Moura, 30'/1ºT
FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Anderson, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Jean; Wellington Nem (Wagner, 25'/2ºT), Thiago Neves (Souza, 31'/2ºT) e Araújo (Lanzini, 8'/2ºT); Rafael Moura - Técnico: Abel Braga.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!


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Arbitragens
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Acho pouco inteligente a guerra contra a Comissão de Arbitragens. Se os asseclas de Jorge Rabello sem motivo algum já roubam o Fluminense descaradamente, imaginem se estiverem com uma motivação a mais.
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E além do mais, nada acontece em prol da moralização do futebol brasileiro.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Fluminense 1 x 0 Corinthians. Libertadores, o Fluzão voltou!

Fred, decisivo outra vez.    (foto: Terra / Photocamera / Dhavid Normando).

Domingo perfeito. Quarta vitória consecutiva e distância dos demais concorrentes diminuída de forma significativa.
Com o apoio da torcida mágica, o Tricolor cresce e pode superar qualquer adversário. E ontem o sinergismo transformou o Fluzão, que não tomou conhecimento do líder, massacrando-o num primeiro tempo exuberante, apesar do placar minguado.
A presença ainda poderia ter sido maior se dois setores nobres do campo fossem disponibilizados.
Confesso que quando vi a escalação do trio de arbitragem, capitaneado pelo gaúcho Leandro Pedro Vuarden, árbitro que já havia demonstrado ter certa aversão ao Fluzão em outras ocasiões, temi pelo pior.
Temor que se dissipou já aos 9 minutos de jogo, quando Fred com um passe magistral colocou Ciro na cara do gol.  Tivesse ele rolado a bola para o Lanzini, livre de marcação, a chance de gol seria infinitamente maior.
 Aos 12 minutos, Chicão safou o Corinthians ao tirar de cima da linha a bola chutada por Ciro, após boa jogada em que driblou até o goleiro e, aos 17, foi a vez de Julio Cesar livrar o primeiro gol ao defender chute forte de Fred.
A pressão continuou intensa até que finalmente o gol saiu aos 21 minutos, com Fred cobrando falta que desviou na barreira e entrou mansamente.
A partir daí, o Fluminense diminuiu o ritmo, mas continuou controlando as ações, tanto que o Corinthians praticamente não ameaçou. A rigor mesmo, só um chute de William para fora. A tranquilidade de Cavalieri foi tanta, que deveria ter sido obrigado a pagar ingresso.
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O segundo tempo foi mais nervoso. O recuo excessivo deu alento ao Corinthians, que tentou partir para o ataque, mas esbarrou num sólido sistema defensivo. Perigo mesmo só em duas oportunidades: aos 21 minutos num chute de Jorge Henrique, que passou perto e no abafa do último lance, quando Paulo André cabeceou por cima do travessão.
A tática deu certo, mas ficou perigosa quando Fred, Lanzini e Ciro cansaram e os contra ataques sumiram. A entrada de Martinuccio deu novo gás e não fosse um impedimento mal marcado, a chance do segundo seria real porque o atacante só tinha pela frente o goleiro Julio Cesar.
Fred voltou a ser fundamental para a vitória. Correu, marcou, deu passes precisos e ainda fez o gol da vitória. Pena que ainda não esteja na plenitude da forma física.
A defesa também esteve bem. Leandro Euzébio não deu chances a Liedson, que não conseguiu um arremate sequer.
Vualden continuou aprontando, dessa vez com cartões em demasia para os tricolores. Na falta que originou o gol, a falta de Alex foi semelhante a que Mariano havia feito e tomado cartão. Para o corintiano, nada. Coisas de gaúcho recalcado.
Ao final, a choradeira dos perdedores, reclamando que o time jogou mal, Tite alegando cansaço, tudo na tentativa de encobrir o que realmente aconteceu: o Fluminense foi muito superior e não deu chances a eles.
Libertadores, cada vez mais palpável. Se continuar crescendo, quem sabe o Fluzão não chega ao título.
E DÁ-LHE FLUZÃO!

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Força Super Ézio!

A Torcida Tricolor ora e torce por você, principalmente aqueles que se deliciaram com os seus mais de cem gols. Dá-lhe Super Ézio!  

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

São Paulo 1 x 2 Fluminense. Vitória para recuperação!

Lanzini fez seu primeiro gol com a camisa tricolor. (foto: lancenet / Miguel Schincariol)

Após a derrota para o Botafogo, devida exclusivamente a falhas imperdoáveis da defesa, estava cético quanto ao desempenho do Fluminense no Morumbi.
A mídia em uníssono dava a entender que as únicas alterações que Abel faria seriam as entradas de Ciro, no lugar de Rafael Moura, suspenso pelo terceiro amarelo e Fernando Bob em substituição a Souza.
Ao chegar em casa, liguei logo a TV e o jogo já tinha começado. De imediato surpreendi-me ao ver Marquinho em campo. Imaginei que Abel estivesse repetindo aquela ideia infeliz de jogar somente com Fred à frente.
A imagem de Ciro, logo a seguir, me fez esquecer um pouco do jogo em si e aumentar a concentração nos atletas que estavam em campo.  A presença de Leandro Euzébio foi uma satisfação imensa porque finalmente e equipe estava livre da presença do Marcio Rosário.
Ao constatar que Carlinhos também não estava em campo, exultei de alegria pensando que finalmente o Abel tinha percebido que aquela avenida formada por Marcio e Carlinhos era a maior responsável pela maioria dos gols bobos que o time vinha tomando. Vieram-me logo à mente as imagens do gol do Elkeson e do primeiro gol do América Mineiro.
A esperança ressurgiu e o domínio total dos primeiros trinta minutos deu-me a certeza de que a vitória viria.
A decepção veio ao rever o VT, quando Abel ao ser entrevistado antes do jogo, lamentou a ausência do Carlinhos, fortemente gripado. Uma pena porque a equipe voltará a correr riscos desnecessários com a presença de um lateral que, sem ostentar o melhor de sua forma técnica, quando avança quase sempre perde a bola e deixa o seu flanco desguarnecido para os adversários penetrarem sem serem molestados.
Torço para que Abel estude bem o jogo de ontem e veja que o jogo flui melhor com Marquinho deslocado para a lateral.
Bem, o fato é que o Fluzão conseguiu uma vitória maiúscula, apesar do placar apertado.
Dessa vez a equipe entrou com gana, acuando o São Paulo desde o início e nos primeiros trinta minutos deu um verdadeiro nó no principal genérico.
Abel voltou a escalar o time com três volantes e adiantou a marcação, o que deu ampla liberdade a Lanzini para atuar mais avançado encostando nos dois atacantes, o que manteve o São Paulo preso em sua defesa.
O cartão de visitas tricolor veio logo aos 6 minutos, quando Fred passou para Marquinho livre bater de primeira para difícil defesa de Rogério Ceni.
Pouco depois, Lanzini avançou pela direita e sofreu falta dentro da pequena área, penalti claro ignorado pelo péssimo árbitro goiano.
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A lambança da arbitragem não esmoreceu o ímpeto do Fluzão, que teve sua supremacia em campo coroada aos 17 minutos, quando Lanzini pegou a sobra do chute de Marquinho e venceu Rogério com categoria.
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A rigor, nessa primeira etapa, o São Paulo só assustou em duas oportunidades, numa jogada individual de Dagoberto defendida por Diego Cavalieri e outra boa chance, desperdiçada por Casemiro.
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A defesa tricolor sem as costumeiras avenidas deu poucas chances para os atacantes paulistanos.
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 O segundo tempo mostrou um São Paulo mais disposto e o chute de Lucas que passou perto da trave serviu de alerta para o Fluminense cadenciar o jogo e tentar as jogadas de contra ataques.
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Apenas alguns sustos esporádicos, até que aos 20 minutos Fred foi lançado na área e ajeitou de cabeça para Rafael Sóbis, livre, chutar sem apelação.
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O jogo que deveria ficar mais tranquilo ainda complicou-se com mais uma lambança do caseiro Elmo Alves Resende Cunha, que inventou uma penalidade máxima quando Dagoberto nitidamente jogou-se na área. Para azar da figura travestida de árbitro, o próprio atacante declarou que Leandro Euzébio tocou primeiro na bola antes do choque.
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A noite não era mesmo da arbitragem. Até o badalado Roberto Braatz “não viu” o lance do penalti em Lanzini e o tapa na cara dado por Juan em Fred, ambos à sua frente. Não satisfeito ainda fez pressão para o árbitro dar cartão amarelo para Fred.
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Depois do gol de Rogério Ceni, o Fluminense controlou o jogo e esteve mais perto do terceiro do que o São Paulo do empate.
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Abel aprovou o desempenho do Fluminense, ressaltando a excelente atuação coletiva, com o time bem postado na defesa e sem deixar de atacar um único minuto. Se pensa assim, torço para que ele mantenha a estrutura que deu certo, apenas com Rafael Moura no lugar do Fred e alguém, que não o Marcio Rosário, no lugar do Leandro Euzébio.
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Merecem destaque ainda:
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Fred, o melhor em campo. Livre da obrigação de voltar para buscar jogo, pode atuar fazendo o pivô, o melhor modo até que recupere a plenitude da forma física. Participou efetivamente dos gols e de outros lances perigosos.
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Lanzini, outro que se apresentou bem. Cada vez mais solto, aos poucos vai amadurecendo e mostrando o acerto de sua contratação.
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Rafael Sobis. Confesso que não gostei de sua entrada, preferia tentar o Martinuccio. Sobis, no entanto, queimou a minha língua, fazendo gol e deslocando-se com desenvoltura.
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Leandro Euzébio deu mais segurança ao setor. Mesmo vindo de cirurgia é muito superior aos zagueiros do plantel. Sua presença fez melhorar a atuação do Gum.
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Marquinho, com seu jeito um tanto atabalhoado sempre apronta correria para cima do adversário. Gosto mais dele na lateral do que o Carlinhos atual.
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A defesa com Mariano subindo de produção e Diogo readquirindo a forma antiga, mesmo sem ter a categoria de um Arouca, melhorou em relação aos jogos passados.
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Se Abel mantiver a base de ontem com um mínimo de alterações, pode ser que ainda dê para uma vaga na Libertadores. Para o título, não creio ser possível tirar a vantagem de doze pontos do Corinthians, clube que invariavelmente conta com a ajuda da arbitragem na maioria dos jogos.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!


VALEU, PINHEIRO!


FORÇA RICARDO GOMES!