Mostrando postagens com marcador Marcos Junior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcos Junior. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de março de 2013

Fluminense 3 x 1 Macaé. Enfim uma vitória convincente!



Garotada incendeia o jogo.  (foto: Bruno Lima / LancePress)

Depois de um longo e tenebroso inverno uma vitória digna de um time campeão. E não foi preciso nenhuma mágica ou tática mirabolante, bastou aumentar o ritmo.

Há muito tempo essa pedra já vinha sendo cantada pela grande maioria dos tricolores, cansados que estavam de ver medalhões se arrastando em campo, tentando sem conseguir cadenciar o ritmo para suplantar times mais fracos, que apenas jogam na base da correria.

Abel custou a perceber que nome e passado não ganham jogo e injetou sangue novo na equipe.

Embora seja fã incondicional do Deco, não concordo com sua presença em campo enquanto não recuperar suas condições físicas ideais.

Talvez fosse melhor nem colocá-lo no banco e sim dar a ele um período de treinamento especial, já que as contusões sucessivas o impediram de fazer uma pré-temporada completa.

O mesmo poderia ser aplicado a Thiago Neves, que nesse ano ainda não conseguiu nem de longe ser a sombra do que foi no campeonato passado.

O fato é que as presenças de Marcos Junior, Michael e Rhayner incendiaram o time e foram as responsáveis pela maior mobilidade e velocidade do ataque.

A dedicação de Rhayner foi marcante, tanto nas jogadas de ataque, como na recomposição da marcação no meio.

Poderia ter deixado o campo num patamar mais alto tivesse a humildade de deixar a cobrança do pênalti para quem sabe fazê-lo.

Marcos Junior, de volta do incompreensível ostracismo a que vinha sendo submetido, correspondeu plenamente e se transformou numa preocupação constante para a defesa do Macaé.

E Michael voltou a brilhar, do mesmo jeito que havia feito no jogo contra o Atlético Goianiense, quando em meio à apatia geral marcou um belo gol e quase conseguiu o empate numa bicicleta defendida pelo bom goleiro Marcio.

Estava merecendo outra chance e seus gols comprovaram o acerto de sua escalação.

Mostrou personalidade ao roubar a bola e disparar em direção à meta adversária e bater com tranquilidade na saída do goleiro, no carrinho oportuno do segundo gol e no belo e preciso chute de fora da área para fazer o terceiro.

Com as constantes movimentações de Rhayner e Marcos Junior, Wagner se sentiu à vontade para fazer a ligação e teve uma das melhores atuações desde que chegou ao clube. 

Participou diretamente de dois gols e o passe de calcanhar no terceiro foi coisa de cinema.

A velocidade imposta pelos quatro acabou contagiando os demais que também trataram de sair da zona de conforto e correr um pouco mais.

O ritmo da equipe subiu, embora Carlinhos ainda tenha “andado” boa parte do tempo e com isso o domínio foi quase total.

As oportunidades continuaram surgindo na etapa final e o placar só não foi dilatado pelos erros nas conclusões e pelas boas defesas de Luís Henrique.

Que a exibição de hoje mexa com a cabeça de Abel para que mais oportunidades sejam dadas aos jovens da base, pelo menos nesses jogos contra os pequenos do campeonato estadual.

Como apreciador do bom futebol, gostaria de ver algum dia uma escalação livre de Edinhos, Diguinhos, Carlinhos, enfim grande parte de turminha que a comissão técnica tanto aprecia e que apesar de terem contribuído para o título de 2012, hoje se arrastam em campo.

E que Siemsen, Caetano, Sandrão e Celso se conscientizem que para ganhar o pentacampeonato será fundamental o retorno do Conca.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 3 x 1 Macaé

Local: Estádio de São Januário, Rio de Janeiro (RJ); Data: 27/3/2013
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Auxiliares: Silbert Faria Sisquim e Eduardo de Souza Couto
Gols: Douglas Assis, aos 14' e Michael, aos 23', 27' e 45' do primeiro tempo.

Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno (Wallace, 43'/2ºT), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Wagner; Rhayner, Marcos Júnior (Rafael Sobis, 23'2ºT) e Michael (Samuel, 42'/2ºT) - Técnico: Abel Braga.

Macaé: Luís Henrique, Daniel (Edson, 23'/2ºT), Diego, Douglas Assis e Rodrigo Fernandes; Gedeil, Lenon, Norton (Danilo, 13'/2ºT), Michel e Marco Goiano (Jones, 13'/2ºT); Anderson Costa - Técnico: Toninho Andrade.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

E quando a Seleção não consegue marcar, o jeito é pedir ajuda ao Fluzão.

E dá-lhe Fred! E dá-lhe Xerém!


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Volta Redonda 1 x 3 Fluminense. Aquecimento para a decisão de quarta!


Com os passes certeiros de Deco, a pontaria de Samuel aparece.
(foto: Terra.com.br / Photocamera )

Vitória incontestável, apesar do tradicional sufoco no final que tanto incomodam os tricolores, embora Abel Braga o considere normal, como declarou após o jogo.

Agora basta uma vitória simples contra o Madureira para garantir o Fluminense na semifinal.

Semifinal que entrará em desvantagem porque perdeu a liderança para o Flamengo, muito mais pela insistência em jogar com três volantes do que por deficiência do plantel.

A presença de Deco coloca o meio campo tricolor em outro patamar e torna a equipe difícil de ser batida.

O maior beneficiado com a volta do mago foi Samuel, que precisa ser municiado com precisão para mostrar o seu faro de gol. Com o time repleto de volantes botinudos sua presença em campo é completamente inócua.

Gum também fez sua estreia na temporada e mesmo fora de sua capacidade física normal deverá dar mais segurança à zaga.

Thiago, de volta das férias forçadas, mostrou ainda estar longe da plenitude, mas ruim com ele, pior sem ele.

Pouco a registrar da partida, definida logo nos primeiros minutos, apesar da presença em campo de oito reservas.

A destacar também a boa participação de Marcos Junior nos poucos minutos que esteve em campo. Na jogada do terceiro gol demonstrou a garra que a Torcida espera de seus guerreiros.

Críticas à lambança na hora da cobrança do pênalti. Atitudes infantis como aquela, principalmente por jogadores que ganham fortunas, são inadmissíveis.

Nessas ocasiões é que me pergunto quando os jogadores brasileiros aprenderão que são apenas parte da engrenagem futebolística? Muito mais importantes são os clubes e as torcidas que os apoiam, o resto é apenas detalhe.


DETALHES:

Volta Redonda 1 x 3 Fluminense

Local: Estádio Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ); Data: 17/2/2013
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Auxiliares: Silbert Farias (RJ e Eduardo de Souza Couto (RJ)
Gols: Samuel, aos 6' e aos 42' do primeiro tempo;  Léo Andrade, aos 16' e Marcos
Junior, aos 46' do segundo.
Cartões Amarelos: Deco e Diguinho

Volta Redonda: Gatti; Marquinhos (Éder, 29'/2ºT) , Leonardo Luiz, André Alves e Edu Pina; Bruno Barra, Rafael Granja, Adriano Felício (Watthimem, 22'/2ºT) e Geraldo (Pedro, 34'/2ºT); Léo Andrade e Zé Augusto. Técnico: Alfredo Sampaio

Fluminense: Ricardo Berna; Wellington Silva, Gum, Anderson e Monzón; Elivélton,  Diguinho, Thiago Neves (Marcos Junior, 29'/2ºT) e Deco (Felipe, 29'/2ºT);Rhayner e Samuel (Michael, 41'/2ºT) Técnico: Abel Braga


NA QUARTA-FEIRA LUGAR DE TRICOLOR É NO ENGENHÃO.  VAMOS DETONAR MAIS UM GENÉRICO!


------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Caros Amigos,

Para sua reflexão, transcrevemos a seguir apelo da SUIPA (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais) contra a atitude desprovida de qualquer sentimento racional a ser perpetrada pelo atual Ministro da Saúde.



ATENÇÃO: Os interessados em ajudar a conseguir assinaturas para o nosso abaixo- assinado contra a decisão do Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha, pedimos que nos contatem.


Ele pretende colocar em todos os Centros de Controle de Zoonoses do Brasil, as MALDITAS “Câmaras de Gás” para exterminar cães e gatos!

Precisamos enviar milhões de assinaturas, em papel, para que este senhor aprenda a respeitar todos os seres vivos!

Os CCZ’s devem ser utilizados para CONTROLAR doenças e não para se tornarem, OFICIALMENTE, UM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO, COMO AUSCHWITZ!  
O e-mail dele chefia.gm@saude.gov.br. O telefone (0xx61) 3315-2788/2789/2399 e o endereço para cartas é Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios Bloco G – CEP 70.058-900 – Brasília, DF.
Assinem também a petição pública sobre esse assunto, que está no link http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N33864.

Cada vez que tomamos conhecimento de decisões oficiais, como esta, mais acreditamos que Deus se enganou na “fórmula” em criar determinados seres “humanos”!

A atitude solidária de CADA UM DE VOCÊS é que nos faz acreditar que ainda existem HUMANOS que respeitam todos os seres vivos.

A Diretoria

Tel.: (21) 3297-8777; Fax: (21) 3297-8759;



“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante”.                 
                 
Albert Schweitzer (Nobel da Paz de 1952)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Fluminense 2 x 1 Náutico. Liderança absoluta e sem contestações!

Fred e Leandro Euzébio fizeram os gols da vitória. (foto: Terra.com.br / Photocamera)

Creio que agora não ouviremos mais aquelas rotulações da mídia cretina sobre o “jogo a menos” do Atlético.

“Time de melhor aproveitamento”, “líder por pontos perdidos” e outras baboseiras fizeram parte dos noticiários esportivos nesses últimos meses.

Até locutores que se dizem tricolores, volta e meia, não deixavam de lembrar esse jogo a menos, como se o fato de ainda ter um jogo a disputar fosse garantia de vitória.

Aliás, acho pouco provável que os mineiros consigam ganhar do Flamengo no Rio de Janeiro esse tal jogo atrasado, mesmo com o rubro-negro ainda em fase de ajustes.

A não ser, quem sabe, que consigam contar com aquele bandeirinha safado que, na maior cara de pau, anulou o gol do Fred, o que hoje representaria a vantagem de sete pontos a favor do Fluzão.

Além do mais, o gramado do Engenhão, apesar de suas mazelas, não possibilita aqueles contra ataques a base dos chutões, como ocorre no Independência, cujo comprimento de cento e cinco metros foi contestado de forma veemente por Luxemburgo. 

Mas seja qual for o resultado da próxima quarta-feira, o Tricolor continuará como líder isolado, com mais pontos, mais vitórias, mais gols a favor e de quebra com o artilheiro isolado do campeonato. E é claro, com o melhor aproveitamento.

Dito isto, vamos ao jogo de sábado.

Difícil de entender o que se passa na cabeça dos jogadores tricolores, porque depois de um primeiro tempo que praticamente havia definido o jogo, resolveram recuar inexplicavelmente quando ainda faltavam cerca de quinze minutos para o final.

Quase a repetição do vexame de Floripa, quando deixamos de ganhar dois pontos preciosos para um dos prováveis rebaixados do campeonato.

E dessa vez não dá nem para por a culpa no Abel, que se conteve e mesmo a contragosto, manteve o Diguinho no banco.   

O empate só não veio porque o pênalti do Gum não foi marcado, embora esse fato não chegue a desmerecer a vitória, em face de outro em Thiago Carleto, também ignorado pela arbitragem.

(Três e às vezes quatro não conseguiram segurar o Deco.
(foto:Terra.com.br / Photocamera)
Desnecessário falar sobre a atuação do Deco, que conseguiu brilhar ainda que sob um rígido esquema de marcação.  

E também sobre os demais craques fantásticos de nosso ataque, que juntos em campo amedrontam qualquer adversário.

A jogada do segundo gol, com o rebote conseguido pelo Valencia, o passe inigualável do Deco, o cruzamento milimétrico do Thiago Neves e a conclusão de primeira do Fred foram coisas de almanaque.

O retorno do Marcos Junior acrescenta mais uma boa opção para o treinador.

No próximo domingo, teremos o Fla-Flu. Gostaria de poder sonhar com a repetição da equipe, mas periga que a preferência incondicional do Abel pelo Edinho venha a nos proporcionar fortes emoções.

E DÁ-LHE FLUZÃO TETRACAMPEÃO!

DETALHES:

Fluminense 2 x 1 Náutico

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ);  Data: 22/9/2012

Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)

Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (SC) e Fabio Pereira (TO)

Gols: Leandro Euzébio, aos 40'; Fred, aos 45' do primeiro tempo e Kim, aos 36'do segundo.

Cartões amarelos: Deco, Valencia e Diego Cavalieri

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio (Digão, Intervalo) eThiago Carleto; Valencia, Jean, Deco (Wagner, 30'/2°T) e Thiago Neves (Marcos Júnior, 25'/2ºT); Wellington Nem e Fred. Técnico: Abel Braga.

Náutico: Gideão; Patric, Alemão, Jean Rolt e Douglas Santos (João Paulo, 41/2°T); Elicarlos, Martinez, Souza e Rhayner; Rogério (Romero, 30'/2ºT) e Kim. Técnico: Alexandre Gallo.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Coritiba 0 x 2 Fluminense. Xô uruca!

Fred a um gol da artilharia.  (foto: Terra.com.br / Heuler Andre / AGF)

  
Existem fatos curiosos que só acontecem no futebol. Os jogos do Fluminense contra o Coritiba realizados no Paraná constituem um capítulo a parte nos confrontos entre os dois adversários.

É inexplicável como, independentemente da qualidade das equipes e seus momentos nos campeonatos, o Coritiba em seus domínios tem sido um osso duro de roer para os tricolores.

Diversas vezes, mesmo jogando melhor, a vitória não vinha, ou porque a defesa falhava em algum momento ou a arbitragem dava uma mãozinha ao time da casa.

E assim, desde o longínquo 1988, os torcedores tricolores têm acumulado frustrações contra os curitibanos.

Alegria mesmo só em 2009, quando o empate coroou a campanha dos guerreiros e manteve o Fluminense na primeira divisão.

Pois bem, depois de um longo e tenebroso período, o Fluminense venceu e venceu com autoridade, mantendo o domínio na maior parte do tempo.

Sofreu alguns percalços, é verdade, neutralizados por Cavalieri que se encontra na melhor fase desde que chegou ao clube.

Dessa vez nem os erros de arbitragem foram capazes de derrotar o Fluminense.  

Nem domina no ombro (foto: Terra.com.br / Heuler Andre / AGF) 

O primeiro lance polêmico surgiu aos vinte e oito minutos, quando Wellington Nem dominou na grande área e chutou para o fundo das redes. O lance foi anulado pelo assistente que marcou um suposto domínio de bola no  braço.

O outro, no início do segundo tempo, quando Fred recebeu de Deco, dominou a bola e ao ficar frente a frente com Vanderlei teve a jogada invalidada pela marcação de impedimento inexistente, já que um zagueiro que havia escorregado ao tentar sair da área dava totais condições ao atacante tricolor.

Confesso que cheguei a temer o pior quando Deco e Wellington Nem sentiram contusões antes dos quinze minutos, mas dessa vez Wagner e Marcos Junior entraram bem e acabaram contribuindo de forma decisiva para os gols da vitória há tanto tempo esperada.

(foto: Lancenet.com.br / Felipe Gabriel)

Alívio pela decisão de Abel, que em vez de embolar o ataque com a presença de dois centroavantes, como cansou de fazer em ocasiões semelhantes, optou pela manutenção do esquema com Wagner e Marcos Junior fazendo as mesmas funções.

Se mantiver a coerência nas próximas escalações, o Fluminense tem tudo para terminar o primeiro turno na liderança, ou bem perto dela, em que pesem as possíveis ausências de Deco e Wellington Nem.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Coritiba 0 x 2 Fluminense

Local: Couto Pereira, Curitiba (PR);  Data: 05/07/2012

Árbitro: Wagner Reway (MT)

Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (FIFA-GO) e Kleber Lúcio Gil (SC)
Gols: Pereira (contra), aos 37 e Fred, aos 39' do segundo período.
Cartões amarelos: Gum, Edinho e Digão.

Coritiba: Vanderlei, Ayrton, Pereira, Bonfim e Lucas Mendes; Junior Urso, Chico (Gil, 21'/2ºT), Lincoln (Thiago Primão, 26'/2ºT) e Robinho; Everton Costa (Roberto, 30'/2ºT) e Leonardo - Técnico: Marcelo Oliveira.

Fluminense: Diego Cavalieri, Wallace, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho Digão,41’/2ºT), Jean, Deco (Wagner, 9'/2ºT) e Thiago Neves; Wellington Nem (Marcos Júnior, 12'/2ºT) e Fred - Técnico: Abel Braga.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Nova safra de craques a caminho!


Vitórias por 2 x 0 e 3 x 1 garantiram o título de juniores.  (foto:  Globoesporte.com / Fred Huber)

Mais importante para o Fluminense do que as duas vitórias sobre o Nova Iguaçu, campeão da Taça Rio e a consequente conquista do campeonato carioca de juniores é a possibilidade real de revelar novas promessas, que poderão em breve estar brilhando com a camisa tricolor.

Ao contrário das  administrações desastrosas do passado, que não permitiram que potenciais craques revelados em Xerém viessem a ser uteis à equipe principal, o atual mandatário tricolor, Peter Siemsen, em recente entrevista ao site Netflu.com.br, prometeu lutar para a manutenção das revelações no próprio clube, admitindo abrir negociações somente em casos de propostas extraordinárias.

Torçamos para que a promessa seja para valer porque até agora os rumores sobre a perda prematura das principais revelações tem sido uma constante nas hostes tricolores.

   Perdas prematuras: Alan, hoje o substituto ideal para o Fred, 
brilhou  na Sul Americana de 2009 e no Brasileiro de 2010, Maicon
ficou menos  e saiu logo depois da reação guerreira e Wellington 
Silva não teve tempo de mostrar seu talento com a camisa tricolor. 

Lucas Patinho, que despontou como uma alternativa à provável saída de Lanzini,  já está comprometido e pelo que anuncia a mídia, sua cessão definitiva dependerá apenas das vontades do próprio jogador e do clube que irá defender.

Se a notícia for verdadeira é mais uma bola fora tricolor.



Da geração atual, Wellington Nem brilha na equipe principal e já começa a conquistar um lugar na Seleção Brasileira, o que de certo  modo causa apreensão à Torcida Tricolor, ciente de que dirigentes afoitos já começam a fazer planos para negociá-lo sem ter a necessária paciência para esperar o melhor momento e assim auferir lucros que estabilizem de vez as finanças do clube.

Já chegaram a argumentar que Wellington Nem e Marcos Junior tem estilos parecidos e que, portanto, o clube não sentiria muito a perda de um deles.

Para esses visionários, nunca é demais lembrar que “o apressado come cru”.

Do time campeão, aposto em Higor, exímio cobrador de faltas e dono de passe diferenciado, Michael e Caio, atacantes com presença de área e arremates certeiros e quem sabe algum dia Fernando não virá a ser a solução para a lateral esquerda?

Poderia citar ainda o Eduardo, pela classe demonstrada nas partidas que vi, mas quase sempre contundido não me agrada muito. De fregueses contumazes do Departamento Médico bastam Fred, Sobis, Rafael Moura , Diguinho, etc.

As outras promessas precisam de mais amadurecimento para serem melhor avaliadas. 

Apesar de um tanto cético, prefiro deixar-me levar pela fantasia e sonhar que realmente  Peter irá cumprir a sua promessa, único modo de fazer com que o Fluminense volte a ter a grandeza  de outrora.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Santos 1 x 1 Fluminense. Poderia ter sido melhor!


Carlinhos foi o nome do jogo.   (foto: Terra.com.br / Photocamera)


O resultado em si não foi ruim, porque num campeonato de pontos corridos o ponto conseguido contra o Santos na Vila poderá fazer a diferença no futuro, principalmente se o Fluminense confirmar a vitória no Rio de Janeiro, como fez no ano passado.

O ruim é que o time já cedeu dois empates em jogos que dominou a maior parte em consequência de falhas bisonhas, como a expulsão de Wallace contra o Figueirense e a pixotada de Edinho na noite de ontem, mais uma e dessa vez tão patética que chegou a ser reconhecida pelo próprio.

É difícil entender como o Abel insiste em mantê-lo no time titular. Acredito que toda a Torcida Tricolor espera que o retorno de Valencia o coloque definitivamente no banco de resevas.

O melhor mesmo seria que a Comissão Técnica estabelecesse um programa de reciclagem para Edinho com o objetivo de ver se ele consegue chegar perto da forma que tinha no tempo em que jogava no Internacional.

Enquanto os medalhões que vivem lesionados não voltam, a garotada têm dado conta do recado e alguns demonstram a cada dia que passa que serão melhores suplentes que muitos dos jogadores contratados a peso de ouro e que pouco produzem.

Difícil é enfiar a ideia na cabeça do Peter que, do mesmo modo que seu antecessor, só fala na necessidade de vender, o que certamente contribui para a desvalorização das promessas que surgem.

Posturas como esta levam invariavelmente ao mesmo resultado: perda de craques liberados por preços vis para brilharem nos quatro cantos do mundo sem que o clube receba o benefício que seria lícito esperar.

Quanto ao jogo, à exceção do susto inicial com o gol de Reinteria, passei quase todo o tempo maior tranquilidade.

O Fluminense jogou melhor, teve mais posse de bola e poderia ter saído vitorioso não fosse o gol legítimo anulado por um impedimento inexistente. Aliás era um lance tão fácil de ser observado pela bandeirinha, que seu erro só pode ser explicado pela falta de qualidade, de visão ou por ser um cidadão caseiro.

Alguns dirão que a falta em Carlinhos foi fora da área. Pode até ser, embora em minha opinião o defensor santista começou o empurrão fora da área e só parou dentro dela, o que caracteriza o local da falta. Essa é uma das recentes modificações da regra que muitos comentaristas teimam ou fingem não saber.

Mas ainda que não tenha sido penalti, houve um outro lance muito mais claro e também ignorado pela arbitragem, que foi o agarrão de Edu Dracena em Gum, visível até do Pacaembu.

Os idiotas da objetividade, como diria o grande Nelson, deram destaque aos desfalques do Santos.

É verdade, sem Neymar o Santos é um time comum e ainda não contava com Arouca e Ganso.

E o Fluminense, quantos desfalques teve? Deco, Fred, Wellington Nem, Thiago Neves, além de Valencia, que se estivesse em campo evitaria a presença do Edinho.

Jean e Wagner, aos poucos vão produzindo mais, o mesmo acontecendo com Lanzini, apesar da pressão que pesa sobre ele à medida que se aproxima a hora de voltar para o River.

Carlinhos foi o nome do jogo. Há muito não o via com tanta disposição e objetividade. Se tivesse mostrado esse mesmo espírito na Bombonera, o Boca não teria vencido aquele jogo fatídico.

Até que enfim Abel se rendeu à categoria de Lucas Patinho e prometeu dar mais chances a nova revelação do meio de campo.

Marcos Junior incansável. Para ele não tem bola perdida. Com sua saída,o Fluminense esmoreceu e acabou levando um pequeno sufoco nos minutos finais.

Samuel e Matheus Carvalho continuam devendo. O primeiro nada fez de útil e ainda por cima não leva sorte, porque quando consegue marcar a arbitragem anula o gol. Talvez esteja passando da hora do Michael, que entrou no final, ter mais oportunidades nas ausências do Fred.

Matheus nada mostrou nas inúmeras oportunidades que recebeu. Como tem parte de seus direitos ligados à Traffic, fico com a pulga atrás da orelha sobre a real causa de tanta insistência.

Bem, esse jogo já passou e não adianta mais lamentar.

Agora o que interessa é o próximo contra o Inter e tomara que pelo menos o Deco e o Valencia reforcem a equipe para mais uma vitória sobre os colorados.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

  
DETALHES:

Santos 1 x 1 Fluminense

Local: Vila Belmiro, Santos (SP);  Data: 6/6/2012

Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)

Assistentes: Adson Marcio Leal (BA) e Luiz Carlos Teixeira (BA)

Gols: Rentería, aos 4' e Carlinhos, aos 26' do primeiro tempo.

Cartões Amarelos: Edu Dracena, Adriano, Alan Kardec (Santos); Edinho (Fluminense)

Santos: Aranha, Maranhão, Edu Dracena, Durval e Juan (Felipe Anderson, 18'/2ºT); Adriano, Henrique, Elano (Geovânio, 32'/2ºT), Alan Kardec (Victor Andrade, 43'/2ºT) e Léo; Rentería. Técnico: Muricy Ramalho

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner e Lanzini (Lucas Patinho, 32'/2ºT); Marcos Júnior (Matheus Carvalho, 24'/2ºT) e Samuel (Michael,37'/2ºT). Técnico: Abel Braga

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Fluminense 4 x 1 Botafogo. E a invencibilidade foi para o espaço!

Atuação mágica dizimou o Botafogo.  (foto: Lancenet.com.br / Alexandre Loureiro) 

Dessa vez não houve barrinha de cafeína, juiz para assinalar dois pênaltis seguidos, esperteza de gandula.

Mesmo que houvesse teria sido impossível segurar o Fluminense, que numa tarde de gala quebrou o tabu de nunca ter vencido o rival no Engenhão.

A rigor o Botafogo só conseguiu equilibrar as ações nos dez primeiros minutos. Ganhou um gol de presente em mais uma dupla falha da defesa, que começou com a bobeada de Edinho e terminou com a rebatida desastrosa de Carlinhos.

Entretanto, a atuação foi tão perfeita que ninguém se abateu após o único deslize na partida e o Tricolor com sua tropa de elite massacrou o adversário e emplacou 4 a 1, placar que poderia ter sido mais dilatado não fossem algumas oportunidades claras perdidas.


O quarteto Deco, Thiago Neves, Sobis e Fred envolveu a defesa alvinegra durante quase todo o tempo e empurrou o Botafogo para trás como um pugilista mais forte imprensa o adversário mais fraco contra as cordas, tanto que na primeira etapa apenas duas conclusões foram desferidas contra a meta de Cavalieri.

Thiago Neves surpreendeu com uma atuação brilhante, não só pelo passe açucarado para o segundo gol de Sobis e a participação na jogada do gol de Fred, mas sobretudo pela presença na recomposição da defesa, combatendo os atacantes adversários e cobrindo os avanços do Bruno.

Difícil acreditar que no meio da semana tenha deixado o treino carregado após torcer o tornozelo.

Fred voltou a ser aquele atacante decisivo, que desequilibra com classe e deixa em polvorosa os zagueiros adversários. O seu gol, mais um de bicicleta, foi antológico.

Sofreu um agarrão de Marcelo Matos, do mesmo modo que Abreu foi abraçado por Leandro Euzébio, pênaltis não vistos pela arbitragem.

Sobis fez de tudo, correu, ajudou na marcação e assinalou dois gols. Gols que exigiram habilidades para concluir não encontradas em jogadores comuns. Sua atuação fez com que a torcida não sentisse a falta de Wellington Nem.



E o que falar sobre o Deco?  Um monstro. Conduziu a equipe como se fosse uma orquestra e sua segurança fez com que todos desempenhassem os seus papéis com perfeição.

O fato concreto é que quando ele está em perfeitas condições físicas, não tem pra ninguém. Fico a imaginar se ele ainda tivesse a companhia do Conca até onde chegaria o Fluzão.


Jean foi outra grata surpresa e se tiver outras oportunidades de jogar desde o início poderá no futuro ganhar uma vaga no time titular.

Após o jogo, o tradicional chororô alvinegro imputando a derrota à expulsão de Lucas. Alguns chegaram a questionar não o segundo, mas o primeiro cartão recebido, abstraindo-se do fato de que o zagueiro havia feito três faltas seguidas com o intuito de parar um contra-ataque.

Além disso, o pisão por trás no tornozelo de Thiago Neves por si só já era passível de cartão vermelho direto.

Oswaldo de Oliveira chegou a comentar que não teve tempo de corrigir o posicionamento de sua equipe porque o árbitro não fez a parada técnica exatamente aos vinte minutos, o que propiciou o terceiro gol tricolor (!?).

É fato que a expulsão facilitou as coisas para o Fluminense, mas do jeito que as equipes se apresentaram a vitória viria de qualquer maneira.

Agora é preciso manter a seriedade, fugir do jargão do já ganhou para conquistar o título no próximo domingo.

Marcos JR comemora o seu gol  (foto: Lancenet.com.br / Alexandre Loureiro)
Deixei para concluir a satisfação de ver outra promessa de Xerém começar a despontar na equipe principal. Nos dezessete minutos que esteve em campo Marcos Junior demonstrou que poderá vir a ser de bastante utilidade para o clube.

E assim vai voltando a tradição do Fluminense manter em seu elenco craques formados na base, como sempre aconteceu em seus períodos vitoriosos.

Que Peter Siemsen e Rodrigo Caetano tenham a sabedoria e paciência para não negociá-los prematuramente e jamais voltar a permitir que a gananciosa Traffic se apodere também dos direitos federativos dos novos futuros craques.


E QUE VENHA O INTER!



DETALHES:

Fluminense 4 x 1 Botafogo

Local: Engenhão - Rio de Janeiro (RJ);  Data: 06/05/2012

Árbitro: Luis Antônio Silva Santos

Auxiliares: Ediney Mascarenhas e Marco Aurélio Pessanha

Renda e Público: R$ 732.015,00; 28.182 presentes

Gols: Renato, aos 8' e Fred, aos 44' do primeiro tempo; Rafael Sobis, aos 12' e aos 20' e  Marcos Júnior aos 38’ do segundo.

Cartões amarelos: Lucas ; Rafael Sobis; Carlinhos e Leandro Euzébio

Cartão vermelho: Lucas

Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco (Wagner, 42'/2ºT), Thiago Neves (Marcos Júnior, 35'/ºT) e Rafael Sobis; Fred (Rafael Moura, 40'2ºT). Técnico: Abel Braga.

BOTAFOGO: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Maicosuel, Fellype Gabriel e Elkeson (Caio, 29'/2ºT); Loco Abreu (Herrera, 24'/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.