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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Volta Redonda 1 x 3 Fluminense. Aquecimento para a decisão de quarta!


Com os passes certeiros de Deco, a pontaria de Samuel aparece.
(foto: Terra.com.br / Photocamera )

Vitória incontestável, apesar do tradicional sufoco no final que tanto incomodam os tricolores, embora Abel Braga o considere normal, como declarou após o jogo.

Agora basta uma vitória simples contra o Madureira para garantir o Fluminense na semifinal.

Semifinal que entrará em desvantagem porque perdeu a liderança para o Flamengo, muito mais pela insistência em jogar com três volantes do que por deficiência do plantel.

A presença de Deco coloca o meio campo tricolor em outro patamar e torna a equipe difícil de ser batida.

O maior beneficiado com a volta do mago foi Samuel, que precisa ser municiado com precisão para mostrar o seu faro de gol. Com o time repleto de volantes botinudos sua presença em campo é completamente inócua.

Gum também fez sua estreia na temporada e mesmo fora de sua capacidade física normal deverá dar mais segurança à zaga.

Thiago, de volta das férias forçadas, mostrou ainda estar longe da plenitude, mas ruim com ele, pior sem ele.

Pouco a registrar da partida, definida logo nos primeiros minutos, apesar da presença em campo de oito reservas.

A destacar também a boa participação de Marcos Junior nos poucos minutos que esteve em campo. Na jogada do terceiro gol demonstrou a garra que a Torcida espera de seus guerreiros.

Críticas à lambança na hora da cobrança do pênalti. Atitudes infantis como aquela, principalmente por jogadores que ganham fortunas, são inadmissíveis.

Nessas ocasiões é que me pergunto quando os jogadores brasileiros aprenderão que são apenas parte da engrenagem futebolística? Muito mais importantes são os clubes e as torcidas que os apoiam, o resto é apenas detalhe.


DETALHES:

Volta Redonda 1 x 3 Fluminense

Local: Estádio Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ); Data: 17/2/2013
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Auxiliares: Silbert Farias (RJ e Eduardo de Souza Couto (RJ)
Gols: Samuel, aos 6' e aos 42' do primeiro tempo;  Léo Andrade, aos 16' e Marcos
Junior, aos 46' do segundo.
Cartões Amarelos: Deco e Diguinho

Volta Redonda: Gatti; Marquinhos (Éder, 29'/2ºT) , Leonardo Luiz, André Alves e Edu Pina; Bruno Barra, Rafael Granja, Adriano Felício (Watthimem, 22'/2ºT) e Geraldo (Pedro, 34'/2ºT); Léo Andrade e Zé Augusto. Técnico: Alfredo Sampaio

Fluminense: Ricardo Berna; Wellington Silva, Gum, Anderson e Monzón; Elivélton,  Diguinho, Thiago Neves (Marcos Junior, 29'/2ºT) e Deco (Felipe, 29'/2ºT);Rhayner e Samuel (Michael, 41'/2ºT) Técnico: Abel Braga


NA QUARTA-FEIRA LUGAR DE TRICOLOR É NO ENGENHÃO.  VAMOS DETONAR MAIS UM GENÉRICO!


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Caros Amigos,

Para sua reflexão, transcrevemos a seguir apelo da SUIPA (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais) contra a atitude desprovida de qualquer sentimento racional a ser perpetrada pelo atual Ministro da Saúde.



ATENÇÃO: Os interessados em ajudar a conseguir assinaturas para o nosso abaixo- assinado contra a decisão do Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha, pedimos que nos contatem.


Ele pretende colocar em todos os Centros de Controle de Zoonoses do Brasil, as MALDITAS “Câmaras de Gás” para exterminar cães e gatos!

Precisamos enviar milhões de assinaturas, em papel, para que este senhor aprenda a respeitar todos os seres vivos!

Os CCZ’s devem ser utilizados para CONTROLAR doenças e não para se tornarem, OFICIALMENTE, UM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO, COMO AUSCHWITZ!  
O e-mail dele chefia.gm@saude.gov.br. O telefone (0xx61) 3315-2788/2789/2399 e o endereço para cartas é Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios Bloco G – CEP 70.058-900 – Brasília, DF.
Assinem também a petição pública sobre esse assunto, que está no link http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N33864.

Cada vez que tomamos conhecimento de decisões oficiais, como esta, mais acreditamos que Deus se enganou na “fórmula” em criar determinados seres “humanos”!

A atitude solidária de CADA UM DE VOCÊS é que nos faz acreditar que ainda existem HUMANOS que respeitam todos os seres vivos.

A Diretoria

Tel.: (21) 3297-8777; Fax: (21) 3297-8759;



“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante”.                 
                 
Albert Schweitzer (Nobel da Paz de 1952)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Vasco da Gama 1 x 2 Fluminense. Esse é o Fluzão!

Thiago Neves acabou com o Vasco.  (foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)

Vitória consistente que deixou o Tricolor a apenas um ponto do líder.

A exibição não foi nenhum primor, mas o suficiente para vencer mais um clássico e mostrar a força e o equilíbrio do elenco, porque sempre haverá alguém com possibilidade de desequilibrar uma partida.

Contra o Vasco foi a vez de Thiago Neves brilhar com dois gols de almanaque.


As engrenagens funcionaram tão bem que mesmo quando Wellington Nem cansou, surgiu do banco um Rafael Sobis com participação decisiva na jogada do primeiro gol e na falta que originou o segundo.



Gum se antecipou a Cavalieri e fez contra.
(foto: Globoesporte.com /Celso Pupo)
Até a falha do Gum um minuto após o gol de Thiago Neves foi providencial, porque evitou que Abel apelasse para o recuo exagerado sempre que obtém a vantagem mínima.

Digo isso porque o próprio treinador declarou após o jogo que iria colocar o Diguinho no lugar do Wagner, mas com o empate resolveu sacar o Jean que já tinha cartão amarelo.

A providência evitou o sistema macabro com três volantes e fez com que o time ainda tivesse forças para tentar a vitória.

Na semana do centenário de Nelson Rodrigues parece que tivemos uma mãozinha lá de cima.

O entrosamento cada vez maior do trio Jean, Wagner e Thiago Neves minimiza a ausência do Deco.

Dessa vez não dá para reclamar do Edinho. Sua participação na cobrança da falta que resultou no gol da vitória o absolve das costumeiras deficiências.

Recebeu mais um amarelo, de modo que dentro de duas ou três rodadas, no máximo, poderemos ter o retorno do Valencia.

Preocupação apenas quanto aos laterais, que continuam apresentando deficiências na marcação, além de errarem cruzamentos demais.

(foto: Lancenet.com.br / Cleber Mendes)


E como sempre, mais uma vez Fred teve um gol anulado. Talvez tenha que fazer o dobro dos gols dos adversários para conseguir ser o artilheiro do campeonato.  


A rodada só não foi perfeita porque o Atlético-MG com o empate manteve-se à frente, embora nunca seja demais lembrar que, se não fosse a ação deletéria de um bandeirinha safado, o Fluminense estaria hoje na liderança absoluta com dois pontos de vantagem.


E DÁ-LHE FLUZÃO, RUMO AO TETRA!


DETALHES:

Vasco da Gama 1 x 2 Fluminense

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ); Data: 25/8/2012

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)

Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (Fifa-RJ) e Jackson Massara dos Santos (RJ)

Gols: Thiago Neves, aos 26' e 39’ e Gum (contra), aos 27 do segundo tempo.

Cartões amarelos: Edinho, Jean, Thiago Neves, Samuel e Fred.

Vasco: Fernando Prass, Auremir (Jonas, aos 39'/2ºT), Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho e Carlos Alberto (Tenório, aos 16'/2ºT); William Barbio (Fellipe Bastos,aos 20'/2ºT) e Alecsandro - Técnico: Cristovão Borges.

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean (Diguinho, aos 30'/2ºT) e Wagner (Samuel, aos 32'/2ºT); Wellington Nem (Rafael Sobis, aos 21'/2ºT), Thiago Neves e Fred - Técnico: Abel Braga.


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Xô convocação!

Ao contrário de muitos tricolores e da maioria da mídia cretina, regozijo-me com o fato do Mano Menezes ter-se “esquecido” de Fred e Cavalieri para mais dois jogos caça-níqueis contra seleções sem nenhuma expressão técnica.

Ainda que os jogadores tenham demonstrado insatisfação, a participação numa seleção que ainda não conseguiu apresentar um padrão de jogo definido só trará desvantagens ao Fluminense.

Prefiro que os atletas tricolores façam jus aos belos salários recebidos conquistando o tetra campeonato. 

Seleção? Só na Copa e ainda falta muito.

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Valeu Félix!




Félix Mieli Venerando, um dos maiores goleiros tricolores, nos deixou na última sexta-feira.

Em oito anos defendendo a meta tricolor, Félix conquistou o campeonato Brasileiro de 1970 e os estaduais de 1969, 1971, 1973, 1975 e 1976.

Foi também titular absoluto da Seleção Brasileira, campeã Mundial de 1970.

Que Deus ilumine sua alma!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Fluminense 0 x 0 Atlético-MG. A vitória só não veio por detalhes!



Protegido pela Polícia, o bandeirinha "cara de pau"ouve impassível as reclamações tricolores. (foto: Lancenet.com.br / Alexandre Loureiro)

Aleluia!  Abel finalmente deixou de lado o futebol covarde e transformou o Fluminense naquela equipe que enche os olhos da torcida.

Não se pode afirmar que a mudança de postura tenha sido obra exclusiva do treinador porque, afinal de contas, depois daquela escalação patética do jogo contra o Grêmio os deuses do futebol resolveram dar uma ajuda e conforme previmos na postagem passada as benditas ausências de Edinho e Anderson sinalizavam para a melhoria de rendimento da equipe.

Digão mostrou ser melhor alternativa que Edinho, pelo menos enquanto Valencia não voltar, e com a presença de Leandro Euzébio, o futebol de Gum cresceu a ponto de ter sido o melhor dos tricolores.

Jogou com raça, acertou tudo e não deu chances aos atacantes mineiros e nem mesmo a Ronaldinho quando caía pelo seu setor.

Não tenho dúvidas em afirmar que, apesar de não ser a zaga ideal, a formada por Gum e Euzébio é a melhor dentro do atual elenco.

Boa também foi a entrada de Marcos JR em substituição a um Thiago Neves sem inspiração. 

A partir daí, o Fluminense retomou o domínio e pressionou o Atlético, que passou a ter dificuldade para sair.

E o resultado da pressão teria sido vitoriosa, não fosse a ação deletéria de um bandeirinha deficiente visual ao marcar impedimento inexistente de Fred, após o árbitro ter confirmado o gol, induzindo-o ao erro.

Se não for o caso de vista ruim, esse cidadão necessita urgente de passar por reciclagem para ver se aprende que impedimentos são caracterizados nos instantes dos passes.

Para os idiotas da objetividade e antitricolores de plantão, o vídeo a seguir confirma a posição legal de Fred.


De resto só torcer para que Abel mantenha Edinho na reserva e que Anderson fique de molho por mais algum tempo.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:

Fluminense 0 x 0 Atlético-MG

Local: Engenhão, Rio de Janeiro; Data: 29/7/2012

Árbitro: Rodrigo Braghetto (SP)

Auxiliares: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Vicente Romano Neto (SP)
Cartões amarelos:  Wallace (FLU)

Fluminense: Diego Cavalieri, Wallace (Wagner, 32'/2ºT), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Digão, Jean e Deco; Wellington Nem, Thiago Neves (Marcos Júnior, 24'/2ºT) e Fred. Técnico: Abel Braga.

Atlético-MG: Victor, Marcos Rocha (Serginho, 39'/2ºT), Leonardo Silva, Réver e Junior Cesar; Pierre e Leandro Donizete; Danilinho (Guilherme, 26'/2ºT), Ronaldinho  e Bernard (Escudero, 26'/2ºT); Jô. Técnico: Cuca.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Bahia 3 x 0 Fluminense. Uma tarde para esquecer!

Uma jornada desastrosa, mas previsível ainda no decorrer do jogo com o Corinthians.
A euforia que tomou conta dos tricolores após a vitória incontestável sobre o então líder do campeonato mascarou o perigo que seria o jogo em Salvador.
Com Diogo e Mariano suspensos, a zaga tricolor voltaria a jogar desprotegida e sem essa proteção a chance da defesa voltar a ser um convite à valsa passou a ser uma realidade bastante palpável.
Abel não tinha outras opções que não fossem as entradas de Wallace e Rodrigo.
Wallace até que não teve atuação tão desastrosa, embora tenha cometido o erro de posicionamento no primeiro gol dos baianos, quando deixou Souza livre de marcação para completar o rebote de Cavalieri. Falha desculpável se for levada em consideração a tenra idade do atleta.
Ainda que aturdido com o gol, o Fluminense aos trancos e barrancos conseguia equilibrar as ações sem muito sucesso nas oportunidades de gol.
Ciro, nitidamente extenuado, não conseguia repetir com êxito a marcação exibida contra o Corinthians.
Abel percebeu a deficiência e o substituiu por Martinuccio, que deu mais movimentação ofensiva, mas no afã de conseguir modificar logo o placar, voltou com Fernando Bob.
É certo que Rodrigo estava discreto demais, mas ao trocá-lo por Bob, Abel abriu a porteira para os contra ataques.
Como Fernando Bob não marca ninguém, Gum ficou exposto ao primeiro combate e quando isso acontece a derrota é certa. E o desastre foi total, um gol contra ridículo, um penalti bobo e a consequente expulsão, prejuízo impossível de ser reparado.
Em minha opinião, Abel errou também ao escalar o Fred sem estar na plenitude de suas condições físicas. A atuação apagada e o gol perdido na boa jogada de Martinuccio são provas incontestes. O jogo era para Rafael Moura, que está voando fisicamente, e estaria em melhores condições para aguentar as botinadas do Titi.
Ainda que não tivesse a coragem de não escalar o Fred, que o substituísse quando da entrada de Rafael Moura. Ao preterir o Lanzini, voltou a insistir no erro de armar o time com três atacantes e deixar a cargo do Marquinho a criação no meio de campo. As inúmeras derrotas do primeiro turno comprovam que essa tática jamais funcionou, afinal Marquinho não é o Conca.
Abel é um técnico inteligente e cedo ou tarde irá perceber de que nada adianta insistir em formações como essa. Espero que não muito tarde.
O prejuízo só não foi maior porque Internacional e Flamengo também não andam muito bem das pernas e empataram seus jogos. Assim o Fluzão continua dependendo apenas de suas forças para garantir a vaga na Libertadores, embora a distância para o líder tenha aumentado.
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A apatia da equipe foi preocupante, mas não creio que tenha sido devido à falta de raça e empenho, como concluiram alguns dos mais renomados comentaristas tricolores. A pasmaceira em campo resultou da falta de condições físicas dos atacantes Ciro e Fred.
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Era jogo para Martinuccio e Rafael Moura entrarem desde o início. Abel não percebeu e se percebeu não teve coragem para efetuar as alterações. Num campeonato longo como esse é imprenscindível que o treinador use as peças do elenco de acordo com suas condições momentaneas. Histórias de "onze imexíveis" costumam acabar mal, como ficou claro nas duas últimas Copas do Mundo.
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Mas vida que segue. Na quarta-feira, a vitória sobre o Avaí é imperiosa e para isso será preciso o apoio irrestrito da torcida.
Vamos encher o Engenhão e empurrar “Pra cima o Fluzão”! 

domingo, 28 de agosto de 2011

Fluminense 1 x 2 Botafogo. Ainda pagando pela ausência do Conca!

Hora de descruzar os braços. As falhas são sempre cometidas pelos mesmos. Por que não reciclá-los e dar chances a outros?


Toda rodada é a mesma coisa. O Fluminense joga bem, mas não vence. Os solitários atacantes até que se esforçam e conseguem marcar, mas a defesa e o meio de campo inevitavelmente têm entregado o ouro.
Contra o Botafogo, a coisa foi além da conta. O primeiro gol originou-se de cobrança de lateral em que Marcio Rosário com sua força bruta foi batido facilmente pelo veloz Elkeson, que depois passou por Gum com a tranquilidade de quem rouba doce de criancinha.
No segundo, um contra-ataque comandado por Loco Abreu, que carregou a bola desde a sua intermediária sem ser molestado por nenhum defensor tricolor.  É mole, ou quer mais? Equipe completamente atabalhoada, posicionando-se de modo errado numa cobrança de escanteio a seu favor.
Após os jogos, as lamentações de sempre. Primeiro com Abel e sua declaração recorrente de que “o Fluminense precisa vencer, em primeiro lugar. Não tem jogado de maneira que não possa ganhar. Precisamos ganhar para voltar à confiança. Temos jogadores que fazem a diferença”.
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A assertiva final da declaração é que deixa a Torcida preocupada, porque não os temos mais. O melhor do campeonato passado foi “liberado” quase que graciosamente para um clube chinês, o outro meia que deveria desequilibrar não sai do departamento médico, o atacante que se deslocava e infernizava as defesas adversárias hoje joga no líder do atual campeonato e Mariano perdeu o “punch”. Restou apenas o Fred, que sempre às voltas com contusões, não é nem sombra do que foi nas campanhas anteriores.
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Se houvesse realmente a possibilidade de vendê-lo para o clube turco, não pelos míseros € 6 milhões, (R$ 14 milhões) oferecidos e sim por pelo menos  R$ 25 milhões, valor ainda muito abaixo do que estabelece a multa rescisória, o clube estaria em condições de trocar seu artilheiro por um local para a construção do sonhado CT.
Abel  lamentou também o modo como a virada foi conseguida pelo adversário: “- No primeiro gol, o jogador rodou em cima do meu de maneira infantil. No segundo, aconteceu após um escanteio a meu favor” e ainda completou com essa pérola: “as pessoas pensam que fazemos milagre ou mágica”.
Não, caro Abel, as pessoas não pensam e não querem que o treinador faça milagres ou mágicas. O que elas pensam é que o treinador tem a obrigação de dar um padrão de jogo a sua equipe, posicionar seus defensores de modo adequado, com base nos erros cometidos durante as disputas e afastar os atletas que não estejam em condições físicas ideias ou que cometem repetidas falhas. Nesse particular, vários se enquadram nessa situação, como: Marcio Rosário, Digão, Gum, Carlinhos, Rafael Sobis, Souza, Marquinho e Fernando Bob.
As pessoas esperam que o treinador esteja consciente de que nada adianta encher uma equipe de atacantes se desguarnece o seu meio de campo, pois sem criatividade a bola não chega à frente em condições de arremate. Sobram os chutões dos zagueiros e volantes, que invariavelmente voltam para os pés dos adversários.
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A verdade nua e crua é que as pessoas começam a perceber que a temporda nos Emirados transformou Abel num técnico sem a antiga criatividade e audácia para barrar os titulares que não estão bem.A realidade
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Abel ainda fala em reação no segundo turno. Pode ser que aconteça, mas para isso terá que reformular totalmente a equipe, abrindo mão daqueles que não souberam aproveitar as inúmeras oportunidades oferecidas.
Depois do treinador, os tricolores ainda tiveram o dissabor de tomar conhecimento das críticas do Gum, ao afirmar que “a equipe bobeou, permitindo a virada e não deveria ter tomado os gols da maneira que tomou”. Estranha declaração, visto ter tido ele papel preponderante na lambança no gol do Elkeson.
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E por falar no Elkeson, os comentaristas cantaram loas a sua atuação, chegando a dizer que o meia botafoguense ganhou de Lanzini por nocaute e outras baboseiras.
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 Esqueceram de olhar para o lado. A supremacia não foi de Elkeson sobre Lanzini e sim do meio campo do Botafogo sobre o do Fluminense. Enquanto Elkeson era auxiliado por Renato, Maicosuel e Marcelo Matos, Lanzini tinha que se virar com Diogo, Edinho e Souza. Esse desafio só mesmo o Conca  seria capaz de suplantar.
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Mas o que incomoda mesmo é o fato de que Elkeson poderia estar jogando a favor. O dinheiro mal aplicado na renovação do Marquinho ou o que é gasto com o Araújo, por exemplo, seriam mais do que suficientes para trazê-lo para as Laranjeiras.
Essa situação, porém, parece não ter fim. Trocas de presidentes são insuficientes para que o clube aprenda a contratar. Influências malignas de empresários espertos e alguns inescrupulosos parece ser a tônica do Fluzão.
Haja paciência!  

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Fluminense 2 x 1 Cerro Porteño. Mais uma epopeia, mais uma final!

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Dessa vez foi na garra. O cansaço e o estresse pelas seguidas batalhas decisivas, onde a vitória é o único resultado a conquistar, contribuíram para que a apresentação não fosse tão brilhante como nas vezes anteriores. Até o Fred perdeu gols que não costuma perder.
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Perdemos Digão para o restante do temporada e talvez o Maicon. Alan tem plenas condições de refazer a dupla com o Fred, haja vista a vitória sobre o Santo André. Para substituir Digão, a tarefa não será tão fácil. Cuca vai ter mesmo que esquentar a "cuca" para achar uma solução que funcione. Que não promova a volta dos medalhões, porque mal ou bem tenham dado sua contribuição, hoje não mais reúnem condições físicas para manter o ritmo imposto pelo atual Fluminense.
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Quanto à exibição, quando faltou a técnica, entrou a garra. E que garra! Todos foram verdadeiros leões contra uma equipe selvagem, que mais parecia um bando de bárbaros, mas inegavelmente bem postada em campo. Espero que a minúscula parcela da torcida paraguaia presente ao estádio tenha refletido e assimilado os dizeres da faixa que afirmava que "aqui não jogamos pedras e sim jogamos futebol". Realmente o Cerro Porteño também pratica o futebol, só que associado a outros esportes, arremesso de martelo, caratê, judo, capoeira, boxe...
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Time guerreiro esse novo Fluzão. A classificação foi mais que merecida. Agora é só aguardar as finais para comemorarmos mais um título internacional.
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A maioria da torcida deu clara demonstração que prefere a LDU. Considerando o desgaste que seria uma viagem a Quito, vou torcer pelo time uruguaio, que também será um adversário difícil, mas exigirá uma viagem bem menos cansativa.
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Antes, porém, teremos que voltar nossas baterias para o Campeonato Brasileiro. Domingo, outra pedreira.
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A equipe do Sport não deixa nada a dever às demais e foi rebaixada por detalhes que podem acontecer a qualquer um. O problema é que com a celeuma criada pelo troglodita presidente do Palmeiras, os pernambucanos deduziram erroneamente que a incrível falha da arbitragem em seu jogo com o porco tinha como objetivo beneficiar o Fluminense. Raciocínio torto, mas que certamente tornará o clima da partida mais tenso e consequentemente com maiores dificuldades.
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Paciência, a guerreira equipe tricolor terá mais esse obstáculo a suplantar.
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E será que Urrutia terá finalmente sua chance de jogar pelo menos um tempo?
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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Washington Day
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Se você ainda quiser colaborar com o atleta, deposite qualquer importância na conta aberta em seu nome Washington Cesar dos Santos. Banco: Bradesco, Agência: 0447-2; Conta Poupança: 1006424-4.
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(créditodas fotos do painel: lancenet.com.br - Paulo Sergio e terra.com.br - EFE)
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Cruzeiro 2 x 3 Fluminense. O Fluzão está de volta!

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Estava meio que perdido em São Paulo sem ter como ver o jogo do Fluminense contra o Cruzeiro. Tinha o pressentimento de que o Flu iria vencer reeditando aquelas jornadas históricas contra o adversário que até pouco tempo era freguês de caderno.
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Esperar que as emissoras paulistas transmitissem jogo de algum clube carioca seria sonhar com o impossível. Foi quando me lembrei da existência do SAMPAFLU, um grupo de torcedores do Fluminense que se reúne no clube de Squash do Monteiro, conhecido também como SSB - Sampaflu Sport Bar, para assistir aos jogos do legítimo Tricolor.
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O Sampaflu está localizado à rua Dra. Neide Aparecida, número 442, no bairro Vila Clementino, próximo ao Parque Ibirapuera, tel: 5579-0571 e você, torcedor do Fluminense de qualquer região do Brasil, quando estiver em São Paulo poderá acompanhar os jogos do Fluzão num verdadeiro point tricolor, frequentado por gente finíssima, amante da paz, verdadeiros amigos. Pode ir sem susto que será bem recebido.
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Hoje a frequência não foi tão grande. A lanterna durante tantas rodadas acabou por afugentar muitos dos aficionados. Em épocas gloriosas, como nos jogos da Libertadores, por exemplo, cerca de quinhentos tricolores se reuniram no local.
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Saiba mais sobre o SAMPAFLU, acessando o site: http://www.sampaflu.com.br/
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O JOGO
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1. Gum comemora seu gol com Tartá. 2. Fred completa passe açucarado de Maicon 3. Fred e Maicon comemoram o gol da vitória
...................... (créditos das fotos_ 1 e 2: lancenet.com.br ; 3: terra.com.br)
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Com o Mineirão lotado, o jogo começou equilibrado. Logo aos três minutos, Guerrón chutou cruzado da linha de fundo e Fernando Henrique espalmou.
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O Fluminense poderia ter aberto a contagem logo aos oito minutos, quando Maicon, após driblar Fábio, tropeçou sozinho e perdeu a chance com o gol escancarado. O lance grotesco serviu para esmorecer o ímpeto tricolor e acordar o Cruzeiro, que passou a atacar mais.
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Até que aos treze, Gilberto rolou na ponta direita para Jonathan chutar entre a trave e FH e marcar o primeiro dos mineiros.
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Àquela altura, o lado esquerdo da defesa tricolor era uma verdadeira avenida, com Dieguinho sobrecarregado pelas avançadas de Jonathan, sem que ninguém fizesse a cobertura.
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O Fluminense ainda tentou reagir. González serviu a Maicon na esquerda, que dominou e chutou rasteiro no canto para boa defesa de Fábio.
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Depois desse lance praticamente só deu Cruzeiro. No meio campo tricolor apenas Conca se salvava. Equi parecia estar sentindo o desgaste do jogo anterior, travado, a ponto de errar um passe fácil, que propiciou a jogada do segundo gol dos mineiros, além dos volantes inócuos como sempre.
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Aos vinte e cinco, um penalti mal marcado pelo árbitro foi desperdiçado por Wellington Paulista. O atacante redimiu-se logo depois quando, ao receber um lançamento de Guerrón, livrou-se de Gum e assinalou o segundo do Cruzeiro.
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A pressão cruzeirense continuou e o terceiro gol só não saiu talvez por intervenção do Sobrenatural de Almeida em duas oportunidades: um chute Fabrício na trave e outro de Wellington para fora quando estava frente a frente com Fernando Henrique.
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A essa altura, a defesa tricolor batia cabeça, o meio campo não se encontrava e a bola praticamente não chegava ao ataque. Diguinho se arrastava em campo, demonstrando estar nitidamente fora de condições físicas. O desespero tomou conta dos tricolores, que esperavam angustiados o final da etapa.
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Após o intervalo, Cuca fez duas alterações. Substituiu González por Tartá e finalmente sacou Diguinho, colocando Digão em seu lugar. As substituições deram resultado e o panorama da partida mudou completamente.
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Cabe aqui ressaltar o regozijo da torcida pela reintegração do Tartá, pondo fim a um boicote engendrado desde os tempos de Parreira. Bola dentro para o Cuca.
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A saída de Diguinho foi apenas a correção de um erro que vinha sendo cometido seguidamente pelo treinador, insistindo com a sua manutenção na equipe apesar de seus erros constantes. Melhor mesmo será dar um tempo a ele para que se recupere totalmente da grave moléstia que o acometeu.
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Bem melhor em campo, o Fluminense empreendeu uma reação espetacular, marcando com Gum aos nove minutos e empatando com Fred quatro minutos depois.
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O Cruzeiro tentou reagir, mas suas tentativas pararam nas defesas de Fernando Henrique, até que Maicon redimiu-se do lance bisonho da primeira etapa. Recebendo lançamento na direita, quase sem ângulo, passou pelo seu marcador e deu de bandeja para Fred fazer o gol da vitória aos vinte e cinco minutos.
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No decorrer do jogo, Cuca substituiu Dieguinho por Urrutia, que mesmo ainda fora das condições ideais não comprometeu.
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Vitória maiúscula do Fluzão, que demonstrou mais uma vez que com a escalação correta e com Fred recuperando a forma não fica nada a dever à maioria dos times que disputam o campeonato .
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É de se esperar que o Cuca tenha se convencido que no momento atual o melhor será manter o Diguinho no banco, pois uma vez mais ficou provado que com sua saída o rendimento da equipe melhora bastante.
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DOMINGO, VAMOS LOTAR O MARACANÃ PARA ASSAR O PORCO.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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