sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Fluminense 3 x 1 Santos. É LÍDER!

E dá-lhe Xerém!

Dessa vez o Fluminense não perdeu a oportunidade de ultrapassar o Galo.


A mídia cretina continuará alardeando que o Atlético-MG tem um jogo a menos.

E eu pergunto: e daí? Desde quando um jogo por fazer é garantia de vitória?

Essa insistência me lembra do campeonato de 2010, quando os mesmos cretinos, menosprezando a liderança tricolor, não se cansavam de alertar que o Corinthians ainda tinha dois jogos a realizar.  

Pois bem, na hora H o Corinthians perdeu os dois jogos e ao final nem o vice-campeonato conseguiu.

A vitória foi categórica. O Santos estava esfacelado é verdade, mas o Fluminense também e dos seus dois maiores craques, além de um zagueiro mais experiente.

E é aí que está a diferença. Enquanto o Fluminense conseguiu manter a regularidade nas vinte e duas rodadas, ainda que seu técnico não tenha conseguido mandar a campo a força máxima uma vez sequer, os adversários quando desfalcados de uma ou duas de suas estrelas não conseguem vencer.

E é por isso que se Abel mantiver a calma e não recuar o time exageradamente, como já fez em algumas ocasiões, o tetra virá naturalmente.

O domínio do Fluminense foi inequívoco, dezenove arremates a gol contra apenas oito do Santos.

Não significa dizer que a partida tenha sido totalmente tranquila, porque alguns erros de posicionamento e falhas individuais proporcionaram aos santistas contra ataques perigosos, a maioria perdida por falta de pontaria de seus atacantes, além de duas boas defesas de Cavalieri.

Se não mostraram aquele futebol mágico de outras jornadas, pelo menos em termos de vibração e garra os atletas tricolores sobraram em campo.

Os bons desempenhos de Wellington Nem e Samuel demonstraram uma vez mais que um elenco mesclado de jogadores da base com os craques renomados é a solução ideal para as conquistas.

Várias equipes vencedoras do passado confirmam a assertiva. Na campanha mágica da Libertadores de 2008 Fernando Henrique,Thiago Silva, Junior Cesar e Arouca eram titulares absolutos; o time de guerreiros de 2009 tinha Digão, Dalton, Maicon Bolt e Alan.

Ricardo e Deley eram esteios no time campeão de 1984 e Jandir, Branco e Tato, tal como Samuel, vieram do Sul para as divisões de base antes de estourarem nos profissionais.

Até mesmo a Máquina do Horta contava com Carlos Alberto Pintinho e Kleber, que se ombreavam com os “craques fora de série” da Seleção e mesmo no título de 2010 é inegável a participação fundamental de Tartá nas vitórias sobre Vasco e Palmeiras.   

Dessa vez Abel não inventou e quando Wellington Nem pediu para sair, substituiu-o por Rafael Sobis, “esquecendo” o Diguinho. Ainda bem, pois nos vinte minutos que faltavam ele provavelmente ele iria arrumar uma ou duas faltas nas imediações de nossa área.

Merece destaque ainda a excelente participação do Jean, que cada vez mais se afirma como titular absoluto.

Domingo, uma pedreira. O Internacional, mesmo com desfalques, deverá vir com tudo porque se perder terá uma distância irrecuperável para o título.

Caberá ao time de guerreiros manter a calma e jogar com sabedoria para conseguir a vitória.

Que Abel mantenha o time ofensivo!


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 3 x 1 Santos.

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ); Data: 06/9/2012 

Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)

Auxiliares: Marcio Eustaquio Santiago (Fifa-MG) e Thiago Gomes Brigido (CE)

Gols: Wellington Nem, aos 20' e 43’ e André 28' do primeiro tempo e Samuel, aos 32' do segundo.

Cartões amarelos: Wagner e Wellington Nem

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Digão e Carlinhos (Wallace, 34'/2ºT); Edinho, Jean e Wagner; Wellington Nem (Rafael Sobis, 28'/2ºT), Thiago Neves (Fábio, 43'/2ºT) e Samuel - Técnico: Abel Braga.

SANTOS: Rafael, Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Everton Páscoa (Bernardo, 26'/2ºT), Adriano, Gérson Magrão e Felipe Anderson; Bill (Patito Rodríguez, 9'/2ºT) e André - Técnico: Muricy Ramalho.


É Muricy, "o destino pune!"

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Agora a liderança só depende de nós!

CHEGOU A HORA!  


Com o empate do Atlético-MG na noite de ontem o Fluminense finalmente depende apenas de si para chegar à liderança.

É, portanto, o momento ideal para a Torcida Tricolor fazer aquela corrente, unindo-se num só pensamento, para que o Abel não repita as bobagens que fez no jogo contra o Figueirense.

O adversário tem camisa, mas vai jogar com mais desfalques e sem a sua maior estrela, que estará participando de mais um “caça-níqueis” da CBF.

É hora de superar todas as mazelas para chegar ao Engenhão e apoiar o Fluzão.

Chance como essa de pegar o Peixe sem Neymar não tem preço.

E mais um lembrete para o Abel: Esqueça o Diguinho porque, embora desfigurada, a equipe do Santos virá com dois exímios cobradores de falta.

E DÁ-LHE FLUZÃO! 

(foto: Placar.abril.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)

sábado, 1 de setembro de 2012

Figueirense 2 x 2 Fluminense. Abel entrega o jogo e a liderança de bandeja!

A vitória não veio por culpa exclusiva da covardia do Abel.

No dia de seu aniversário, Abel presenteou a Torcida Tricolor com um autêntico “presente de grego”.


Vencendo por dois gols de diferença um adversário desmantelado, desmotivado e completamente batido em campo, que tentava atacar desordenadamente e deixava a defesa exposta aos contra ataques, nosso técnico resolveu reviver os dias inglórios do recuo ineficaz.

E o fez da pior maneira possível ao substituir Wellington Nem por Diguinho.

Enquanto Wellington Nem atacava e prendia pelo menos dois defensores catarinenses em sua defesa, Diguinho entrou para fazer o que sempre faz: errar passes e afrouxar a marcação

Ninguém entendeu tal atitude, principalmente por suas palavras ditas que ao final do jogo: “... quando abrimos a vantagem, eles foram para o ataque com Almir, Fernandes, Caio, Aloísio... Naquele momento estávamos muito mais perto de fazer o terceiro gol do que de sofrer o primeiro”.

Se essa era sua leitura do jogo, por que colocar o Diguinho e justamente no lugar de Wellington Nem quando ainda faltavam vinte e cinco minutos para o final?

E bastou um minuto apenas para mostrar que a desastrada alteração não iria dar certo, porque Diguinho em vez de partir para cima de Elsinho ficou tentando cercá-lo à distância e acabou permitindo que o lateral efetuasse sem dificuldade alguma o cruzamento para Aloísio marcar.

O gol reviveu o Figueirense, que de morto em campo passou a atacar com agressividade. Ainda assim, o jogo continuou equilibrado com o Fluminense esboçando alguns contra ataques.

Numa noite em que Sobis poderia brilhar,
Abel preferiu Matheus Carvalho.

Isso até os trinta e quatro minutos, quando Abel se perdeu de vez ao substituir Rafael Sobis pelo inócuo Matheus Carvalho. 


Esse equívoco trouxe o Figueirense mais para frente e aí foi um sufoco só.



E quando todos esperavam que a tormenta fosse passar e a defesa conseguir segurar o resultado, eis que Diguinho aparece novamente e com a sua especialidade mais marcante: a falta desnecessária na entrada da área.

Era o empate, devido aos erros recorrentes que volta e meia obscurecem a mente de nosso treinador, que teima em não reconhecê-los, utilizando-se de cortinas de fumaça, como a ênfase a falhas individuais de um de seus jogadores, ao declarar sem nenhum constrangimento: “__... em determinado lance falou simplicidade. Prefiro falar dessa maneira. Faltou humildade para dar um bicão, chutar a bola para frente. Nosso jogador estava com a bola dominada, de frente para o campo de ataque e virou para trás dando um passe de três dedos”.

E nesses momentos é que me pergunto: de que adianta ter um elenco forte, diferenciado, se de uma hora para outra nosso técnico deixa aflorar sua covardia e tenta armar retrancas ineficazes? 

De que adianta o clube dispor de bons jogadores, se os escolhidos quase sempre são os queridinhos ruins de bola e que não reúnem condições de serem titulares com a camisa tricolor?

Como torcedor tricolor, acostumado muito mais a vencer, gostaria que o nosso Presidente proibisse o Abel de escalar três volantes em qualquer hipótese.

Presidente Peter, se com Edinho já é uma tormenta, com Edinho e Diguinho, só  plagiando o Gerson:
“É  b r i n c a d e i r a !”


DETALHES:

Figueirense 2 X 2 Fluminense

Local: Orlando Scarpelli, Florianópolis (SC); Data: 1/9/2012

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)

Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Márcio Luiz Augusto (SP)

Gols: Digão, ao 1º; Rafael Sóbis, aos 7'; Aloísio, aos 22' e João Paulo, aos 41'do segundo tempo.

Cartões Amarelos: Leandro Euzébio, Digão e Bruno

Figueirense: Wilson, Elsinho, Edson, João Paulo e Hélder; Túlio, Jackson, Claudinei (Almir, aos 10'/2ºT) e Fernandes; Caio (Jean, aos 36'/2ºT) e Aloísio. Técnico: Márcio Goiano.

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Wagner (Higor, aos 37'/2ºT); Wellington Nem (Diguinho, aos 22'/2ºT), Rafael Sobis (Matheus Carvalho, aos 34'/2ºT) e Samuel.  Técnico: Abel Braga.

(fotos: Terra.com.br / Cristiano Andujar / Photocamera)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Fluminense 1 x 1 Corinthians. Ainda não foi dessa vez!

Fred fez o gol do Flu e assumiu a artilharia isolada.  (Foto: Lancenet.com.br / Paulo Sergio)

Uma vez mais o Fluminense não conseguiu aproveitar o vacilo do Atlético Mineiro para assumir a liderança. E pior, viu a aproximação perigosa do Grêmio.

Apesar da forte retranca armada por Tite, o Tricolor arrematou quatorze vezes ao gol de Cássio, que realizou duas defesas difíceis.

O Corinthians, por sua vez, conseguiu chutar apenas cinco vezes e a sua única chance de gol deveu-se a uma falha grotesca de Wagner, que tinha várias opções para se livrar da bola em vez de tentar o drible em Ralph numa situação.

O chute de Emerson ainda resvalou em Gum e tirou as chances de Cavalieri defender.

Taticamente bem postado, o Fluminense dominou a maior parte do jogo contra um adversário que mostrava nítidos sinais de estar satisfeito com o empate.  

O gol achado facilitou as coisas para os paulistas, que se encastelaram ainda mais em seu campo defensivo, além de abusar da cera.

Abel tentou de todos os modos furar a retranca com substituições ousadas que e acabaram dando certo.

Fez  muito bem ao colocar o Sobis no lugar do Gum, que já estava jurado pelo árbitro e melhor ainda quando recuou Edinho para a zaga.

Aliás, se não voltar a ficar inebriado pela presença do Anderson, deveria manter o Edinho na zaga e promover a volta do Valencia no difícil jogo contra o Figueirense.

Abel ainda substituiu Wagner por Michael e a pressão continuou até mesmo depois do gol de empate.

Ao final, o empate com gosto de derrota só não foi pior graças à Ponte Preta, que parou o “todo poderoso Galo”, o atual eleito pela mídia cretina.

É difícil não falar da arbitragem. Não vou nem contestar o impedimento inexistente de Rafael Sobis, prontamente assinalado pelo bandeira, mas a não marcação do pênalti clamoroso de Alessandro em Carlinhos, na cara do árbitro, é duro de engolir.


Fred tenta argumentar com Ricci, impassível do alto de sua "ortoridade".
(Foto: Terra.com.be / Mauro Pimentel)
A lamentar ainda o fato do Fred não ter percebido que a arbitragem de um modo geral anda doida para tirá-lo de campo com a aplicação de cartões absurdos. 

Talvez fosse até melhor passar a tarja de capitão para outro jogador, porque do jeito que está não há como manter diálogo racional com a máfia do apito.


Só espero que o Corinthians mantenha a mesma aplicação contra o Atlético-MG no próximo domingo e nos devolva a condição de finalmente poder alcançar a liderança.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 1 x 1 Corinthians

Local:  Engenhão, RJ ; Data: 29 de agosto de 2012

Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-PE)

Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Kléber Lúcio Gil (SC) :

Gols: Emerson, aos 36’ do primeiro tempo e Fred, aos 37’ do segundo.

Cartões Amarelos: Fred, Thiago Neves e Gum

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum (Rafael Sóbis), Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner (Michael) e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred. Técnico: Abel Braga

Corinthians: Cássio; Alessandro, Chicão, Wallace e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Douglas (Guilherme); Romarinho (Giovanni) e Emerson (Edenílson). Técnico: Tite

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Vasco da Gama 1 x 2 Fluminense. Esse é o Fluzão!

Thiago Neves acabou com o Vasco.  (foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)

Vitória consistente que deixou o Tricolor a apenas um ponto do líder.

A exibição não foi nenhum primor, mas o suficiente para vencer mais um clássico e mostrar a força e o equilíbrio do elenco, porque sempre haverá alguém com possibilidade de desequilibrar uma partida.

Contra o Vasco foi a vez de Thiago Neves brilhar com dois gols de almanaque.


As engrenagens funcionaram tão bem que mesmo quando Wellington Nem cansou, surgiu do banco um Rafael Sobis com participação decisiva na jogada do primeiro gol e na falta que originou o segundo.



Gum se antecipou a Cavalieri e fez contra.
(foto: Globoesporte.com /Celso Pupo)
Até a falha do Gum um minuto após o gol de Thiago Neves foi providencial, porque evitou que Abel apelasse para o recuo exagerado sempre que obtém a vantagem mínima.

Digo isso porque o próprio treinador declarou após o jogo que iria colocar o Diguinho no lugar do Wagner, mas com o empate resolveu sacar o Jean que já tinha cartão amarelo.

A providência evitou o sistema macabro com três volantes e fez com que o time ainda tivesse forças para tentar a vitória.

Na semana do centenário de Nelson Rodrigues parece que tivemos uma mãozinha lá de cima.

O entrosamento cada vez maior do trio Jean, Wagner e Thiago Neves minimiza a ausência do Deco.

Dessa vez não dá para reclamar do Edinho. Sua participação na cobrança da falta que resultou no gol da vitória o absolve das costumeiras deficiências.

Recebeu mais um amarelo, de modo que dentro de duas ou três rodadas, no máximo, poderemos ter o retorno do Valencia.

Preocupação apenas quanto aos laterais, que continuam apresentando deficiências na marcação, além de errarem cruzamentos demais.

(foto: Lancenet.com.br / Cleber Mendes)


E como sempre, mais uma vez Fred teve um gol anulado. Talvez tenha que fazer o dobro dos gols dos adversários para conseguir ser o artilheiro do campeonato.  


A rodada só não foi perfeita porque o Atlético-MG com o empate manteve-se à frente, embora nunca seja demais lembrar que, se não fosse a ação deletéria de um bandeirinha safado, o Fluminense estaria hoje na liderança absoluta com dois pontos de vantagem.


E DÁ-LHE FLUZÃO, RUMO AO TETRA!


DETALHES:

Vasco da Gama 1 x 2 Fluminense

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ); Data: 25/8/2012

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)

Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (Fifa-RJ) e Jackson Massara dos Santos (RJ)

Gols: Thiago Neves, aos 26' e 39’ e Gum (contra), aos 27 do segundo tempo.

Cartões amarelos: Edinho, Jean, Thiago Neves, Samuel e Fred.

Vasco: Fernando Prass, Auremir (Jonas, aos 39'/2ºT), Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho e Carlos Alberto (Tenório, aos 16'/2ºT); William Barbio (Fellipe Bastos,aos 20'/2ºT) e Alecsandro - Técnico: Cristovão Borges.

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean (Diguinho, aos 30'/2ºT) e Wagner (Samuel, aos 32'/2ºT); Wellington Nem (Rafael Sobis, aos 21'/2ºT), Thiago Neves e Fred - Técnico: Abel Braga.


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Xô convocação!

Ao contrário de muitos tricolores e da maioria da mídia cretina, regozijo-me com o fato do Mano Menezes ter-se “esquecido” de Fred e Cavalieri para mais dois jogos caça-níqueis contra seleções sem nenhuma expressão técnica.

Ainda que os jogadores tenham demonstrado insatisfação, a participação numa seleção que ainda não conseguiu apresentar um padrão de jogo definido só trará desvantagens ao Fluminense.

Prefiro que os atletas tricolores façam jus aos belos salários recebidos conquistando o tetra campeonato. 

Seleção? Só na Copa e ainda falta muito.

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Valeu Félix!




Félix Mieli Venerando, um dos maiores goleiros tricolores, nos deixou na última sexta-feira.

Em oito anos defendendo a meta tricolor, Félix conquistou o campeonato Brasileiro de 1970 e os estaduais de 1969, 1971, 1973, 1975 e 1976.

Foi também titular absoluto da Seleção Brasileira, campeã Mundial de 1970.

Que Deus ilumine sua alma!

domingo, 19 de agosto de 2012

Fluminense 1 x 0 Sport. Foi dureza, mas valeu!

Samuel fez o gol da vitória.  (foto: Terra.com.br / Paulo Sergio)


Valeram pelos três pontos, pela manutenção da proximidade com o Atlético-MG e também pelo domínio na maior parte do tempo.

Não fossem os erros de conclusão e a extraordinária participação de Magrão, o Fluminense poderia ter conseguido uma goleada contra o aguerrido time do Sport.

O tempo passava e nada de gol e a impressão é de amargaríamos mais um empate imprevisto.

Mas, depois de tanto tentar, o gol chegou dos pés de Samuel, bem colocado na área, lugar onde sempre deve jogar. Pena a irresponsabilidade de tirar a camisa e ganhar um cartão bobo.

O mais gratificante de tudo, no entanto, foi o fato do time ter tentado o ataque o tempo todo, finalizando dezoito vezes contra a meta do Sport, o que pode ser a sinalização de que Abel abandonou de vez aquele sistema covarde e ineficiente apresentado contra o Grêmio.

O Sport também assustou em três oportunidades, duas com Rithely, a primeira concluída rente à trave esquerda e a segunda bem defendida por Cavalieri, que ainda salvou a meta numa cobrança de falta bem executada, que resvalou na barreira.

Não concordo com aqueles que dizem que o Tricolor jogou desfalcado de oito atletas.
Bruno, na melhor da hipótese, está no mesmo nível de Wallace e Anderson não pode ser considerado titular depois das inúmeras lambanças que aprontou.


Valencia  (foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)
A suspensão de Edinho foi uma benção dos céus, porque só assim Valência teria nova oportunidade de voltar ao time. 

E aconteceu exatamente o esperado, o colombiano entrou e mesmo sem o ritmo de antes deu mais consistência à defesa e segurança à zaga.


Embora tenha entrado bem, com três passes preciosos, inclusive o que deu origem ao gol, Diguinho ainda está nitidamente abaixo de Jean e deverá amargar a reserva por um bom tempo.

Desfalques de peso mesmo somente Fred, Deco, Wellington Nem e também Marcos Junior, porque na fase atual tem sido uma dureza aguentar o Sobis, dispersivo, fora de sintonia e com chutões para a lua. Necessita de um descanso para se condicionar melhor.

Gostei da apresentação do Thiago Neves. Demonstrou vontade e alguns lampejos de que breve poderá se aproximar do brilho que teve em 2008.

Wagner é outro que vem se acostumando à titularidade e aprimorando seu padrão de jogo. Deverá ser um dos responsáveis pelo meio de campo tricolor em virtude das constantes contusões do Deco e os tempos inimagináveis para sua recuperação.

Higor, uma esperança a mais.

Higor é mais uma promessa que deve ser olhada com cuidado. Entrou bem no jogo, parecendo até um veterano sem sentir o peso da camisa. Após o jogo, Abel o elogiou bastante e afirmou que ele vai vingar como jogador de ponta.  

Michael é outro que poderá despontar num futuro próximo. Parece ser melhor do que Matheus Carvalho, mas precisa ser melhor avaliado.


Agora resta torcer para que o Botafogo consiga aprontar uma surpresa para o Atlético-MG, resultado que traria a justiça ao campeonato, porque os mineiros só estão à nossa frente na tabela graças ao bandeirinha safado.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:
Fluminense 1 x 0 Sport

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ); Data: 18/08/2012

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

Auxiliares: Tatiana Jacques de Freitas (RS) e Rafael da Silva Alves (RS)

Gol: Samuel, aos 37’ do segundo tempo.

Cartões Amarelos: Leandro Euzébio, Samuel (FLU)

Cartões Vermelhos: Tobi (SPT)

Fluminense: Diego Cavalieri; Wallace (Diguinho, intervalo), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia (Higor, 32'/2ºT), Jean, Wagner e Thiago Neves; Rafael Sobis (Michael, 32'/2ºT) e Samuel. Técnico: Abel Braga.

Sport:  Magrão;  Cicinho  (Marquinhos Gabriel, 30'/2ºT),  Aílson (Bruno Aguiar, 25’ / 1ºT),  Diego Ivo e  William Rocha; Tobi,  Rithelly, Naldinho (Renan,15'/2ºT) e Hugo; Magno Alves e Felipe Azevedo. Técnico: Gustavo Bueno.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Cruzeiro 1 x 1 Fluminense. Liderança ao final do turno!

Com o gol marcado, Fred isolou-se na artilharia do campeonato. (foto: Terra.com.br / Photocamera)


Soberba? Doideira? Claro que não, pois creio ser quase impossível que o Atlético-MG vença seus próximos compromissos.

Nesse caso, o Fluzão terá que vencer as duas, dependendo, é claro, de que o departamento médico consiga liberar Deco e Wellington ou Marcos Junior, já que terá mais dez dias para isso.

Mais uma boa apresentação do Fluminense, aonde a vitória só não veio por detalhes.

A ajeitada com a mão de Wellington Paulista por ocasião do gol dos mineiros e o impedimento mal assinalado de Thiago Neves, quando tinha três companheiros livres para marcar, evitaram o sucesso tricolor.

Além desses erros capitais, “sua senhoria” deixou de assinalar dois pênaltis claros, um em Ewerton e outro em Sobis.

Mas, apesar das dificuldades o time portou-se bem em campo e encarou o Cruzeiro sem medo, apesar de jogar no campo do adversário.

Depois das duas bobeadas iniciais, que culminaram com uma bola na trave e na sequencia com o gol de Wellington, a defesa quase não deu mais chances para o Cruzeiro.

E quando seus atacantes conseguiam arrematar esbarravam na atuação segura de Cavalieri.

A cada dia que passa fica provado que a dupla formada por Gum e Leandro Euzébio é a melhor do elenco.

Jean evolui a cada jogo. Consegue sair da defesa para o ataque em jogadas agudas e deixando quase sempre os atacantes em boas condições.

Pena que tenha a companhia de Edinho, que embora se esforce bastante, carece de mais habilidade. Sua suspensão pode precipitar a volta do Valencia, se Abel não cismar em voltar com o Diguinho.

Fred como sempre, se fez presente na hora do gol, embora tenha perdido três oportunidades cara a cara com Fabio.

Thiago Neves ainda longe daquela forma de 2008 vem mostrando melhoras. Na jogada do gol, a cobrança da falta na cabeça do Gum foi antológica. No estágio atual deveria parar com as tentativas de dribles e priorizar os passes.

A precaução de Abel em poupar o Rafael Sobis foi válida, tendo em vista que sua volta teve que ser antecipada pelas contusões de Wellington Nem e Marcos Junior. 

A repetição da opção por Samuel para jogar ao lado de Fred é que se confirmou desastrosa. Poderia ter colocado o Sobis quando sacou o Samuel. A opção por Matheus Carvalho não foi a melhor escolha.

E o pior é ver que enquanto o Fluminense carece de atacantes por contusões constantes, Araújo joga, corre, faz gols e até dá cambalhotas jogando pelo Náutico. Gostaria que o departamento médico tricolor viesse a público para prestar esclarecimentos sobre esses fatos.

Apesar de todos esses percalços, os tricolores conseguiram assistir ao jogo com poucos sobressaltos e quando o time joga pra frente, sem medo de perder, a Torcida fica satisfeita, ainda que a vitória não venha.

Para o jogo contra o Sport, Fred, Edinho e Matheus Carvalho estão suspensos. A provável dupla de ataque deve ser formada por Rafael Sobis e Samuel.

Sem ter nenhum outro atacante para colocar no banco, talvez Abel dê uma chance ao Higor, que numa emergência poderá compor o meio de campo e permitir o avanço de Thiago Neves.


DETALHES:

Cruzeiro 1 X 1 Fluminense

Estádio: Independência, em Belo Horizonte (MG);  Data: 15/8/2012

Árbitro: Paulo Godoy Bezerra (SC)

Auxiliares: Angelo Rudimar Bechi (SC) e Helton Nunes (SC)
Gols: Welligton Paulista, aos 12' e Fred, aos 43' do primeiro tempo.

Cartões amarelos: Fred, Edinho e Leandro Euzébio

Cartões Vermelhos: Charles (CRU); Matheus Carvalho (FLU)

Cruzeiro: Fábio, Ceará (Diego Renan,41'/2ºT), Léo, Thiago Carvalho e Ewerton; Leandro Guerreiro, Lucas Silva, Charles e Montillo (Souza, 46'/2ºT); Fabinho (Wallyson, 34'/2ºT) e Wellington Paulista. Técnico: Celso Roth.

Fluminense: Diego Cavalieri, Wallace, Leandro Euzébio, Gum e Carlinhos (Carleto,19'/2ºT); Edinho, Jean, Wagner (Rafael Sóbis, 37'/2ºT) e Thiago Neves; Samuel (Matheus Carvalho, 20'/2ºT) e Fred. Técnico: Abel Braga.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Fluminense 1 x 0 Palmeiras. Quase lá!



Jean comemora o seu primeiro gol pelo Fluminense.  (foto: Lancenet.com.br / Paulo Sergio)

Foi no sufoco, tomamos duas na trave, sofremos pressão, mas no final brilhou a estrela de Jean.

Assim o Tricolor conseguiu mais uma vitória, ultrapassou o Vasco e está a apenas três pontos do líder. Estaria na ponta não fosse um bandeirinha safado que beneficiou vergonhosamente o Atlético Mineiro no jogo entre os dois clubes.

Temos que comemorar a boa campanha, mas não podemos deixar de nos preocupar que a sorte é volúvel e de uma hora para outra pode pender para o outro lado.

Até quando a equipe vai suportar o excesso alarmante de desfalques?

Após o jogo Abel declarou que Fred jogou no sacrifício, assim é provável que se torne mais uma ausência nos próximos compromissos.

É inconcebível que um clube que investe fortunas em seu plantel conviva com esse estado da arte sem que seus dirigentes se preocupem com o fato.

Afinal, qual a causa de tantas lesões?

No princípio, culpava-se o gramado das Laranjeiras até os jogadores começarem a se lesionar nos diversos estádios em que o clube jogava: Beira Rio, Couto Pereira, Engenhão, Bombonera, entre outros.

Marcos Junior sentiu o músculo no último treino realizado no forte da Urca e juntou-se a um infindável batalhão de contundidos.

Depois, as “idades avançadas” dos atletas mais experientes passaram a ser a causa primeira.

Foi quando tivemos: Elivelton, Bruno, Digão, Matheus Carvalho, Wellington Nem, duas vezes, quase que seguidas e por último Marcos Junior.

Enquanto isso, Araújo que não conseguiu sequer emplacar uma sequencia no Fluminense, hoje participa normalmente dos jogos do Náutico.

A causa do problema, então, poderá ser outra que não o estado dos gramados, ou as idades dos atletas.

Poderia ser excesso de carga de exercícios definidos pelos fisiologistas, aparelhos ultrapassados, falta de atualização das práticas médicas, ou exagero da Comissão Técnica quanto aos treinamentos?

Com a palavra o Gerente de Futebol.

Quanto ao jogo, a bola aérea não funcionou dessa vez, em parte pela forte marcação da jogada imposta pelo Palmeiras e também pelos erros recorrentes dos laterais ao tentar os cruzamentos.

A falta de criatividade do meio de campo foi notória, principalmente pela falta de ritmo de Thiago Neves, que custa a ser recuperar da artroscopia, tal qual ocorreu com Conca, no início do ano passado.

A contusão de Wagner agravou a situação e por pouco o time paulista não abriu a contagem.

Abel comentou que a equipe não ficou defensiva com a utilização de três volantes porque deu liberdade a Jean para avançar. Acrescentou que não tinha meias no banco, como se não fosse dele a responsabilidade pela escolha dos reservas.

Ao concordar com o empréstimo de Lucas Patinho, devia ter em mente a possibilidade do aproveitamento de algum meia da base, Higor ou Eduardo, por exemplo. Se não confia neles, nem para uma emergência, não deveria ter concordado com a negociação.

Também não deve ter percebido que Diguinho ainda está muito aquém de sua condição física para entrar num jogo tão complicado. A facilidade com que Obina passou por ele deveria servir de alerta, pois a jogada só não resultou em gol graças à forma excepcional que Cavalieri atravessa.

A estratégia deu certo dessa vez. Jean fez uma bela conclusão, depois de receber um passe bem elaborado de Rafael Sobis, mas se não fossem as traves e as defesas de nosso goleiro, poderíamos estar amargando a derrota para mais um clube que se encontra na zona de rebaixamento.

Os quatorze arremates palmeirenses contra nove tricolores e as cinco defesas de Cavalieri contra uma única do Bruno dão a dimensão exata do perigo que o time passou.

Ao final, porém, tudo deu certo. Valeu a estrela do Abel e o que a Torcida Tricolor tem que fazer é comemorar a vice-liderança e torcer para que algum dos lesionados possa reforçar a equipe no difícil duelo contra o Cruzeiro.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 1 x 0 Palmeiras

Local: Engenhão (RJ);  Data: 12/8/2012

Árbitro: Marcio Chagas da Silva (RS)

Assistentes: Altemir Hausmann (RS) e Fábio Ferreira (TO): - 

Gol: Jean, aos 38' do segundo tempo.

Fluminense:  Diego Cavalieri;   Wallace, Gum,  Leandro Euzébio,  Carlinhos;  Edinho (Matheus   Carvalho, 31'/2T),   Jean,   Wagner  (Diguinho,   intervalo),  Thiago Neves (Samuel, 25'/2T), Rafael Sobis e Fred. Técnico: Abel Braga.

Palmeiras:  Bruno;  Artur (Betinho, 41'/2T),  Thiago Heleno, Maurício Ramos,  Juninho, Henrique, Marcos Assunção, Patrik (João Vitor, 29'/2T), Fernandinho, Obina (Mazinho, 14'/2T) e Barcos. Técnico: Flávio Murtosa.