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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Fluminense 3 x 1 Santos. É LÍDER!

E dá-lhe Xerém!

Dessa vez o Fluminense não perdeu a oportunidade de ultrapassar o Galo.


A mídia cretina continuará alardeando que o Atlético-MG tem um jogo a menos.

E eu pergunto: e daí? Desde quando um jogo por fazer é garantia de vitória?

Essa insistência me lembra do campeonato de 2010, quando os mesmos cretinos, menosprezando a liderança tricolor, não se cansavam de alertar que o Corinthians ainda tinha dois jogos a realizar.  

Pois bem, na hora H o Corinthians perdeu os dois jogos e ao final nem o vice-campeonato conseguiu.

A vitória foi categórica. O Santos estava esfacelado é verdade, mas o Fluminense também e dos seus dois maiores craques, além de um zagueiro mais experiente.

E é aí que está a diferença. Enquanto o Fluminense conseguiu manter a regularidade nas vinte e duas rodadas, ainda que seu técnico não tenha conseguido mandar a campo a força máxima uma vez sequer, os adversários quando desfalcados de uma ou duas de suas estrelas não conseguem vencer.

E é por isso que se Abel mantiver a calma e não recuar o time exageradamente, como já fez em algumas ocasiões, o tetra virá naturalmente.

O domínio do Fluminense foi inequívoco, dezenove arremates a gol contra apenas oito do Santos.

Não significa dizer que a partida tenha sido totalmente tranquila, porque alguns erros de posicionamento e falhas individuais proporcionaram aos santistas contra ataques perigosos, a maioria perdida por falta de pontaria de seus atacantes, além de duas boas defesas de Cavalieri.

Se não mostraram aquele futebol mágico de outras jornadas, pelo menos em termos de vibração e garra os atletas tricolores sobraram em campo.

Os bons desempenhos de Wellington Nem e Samuel demonstraram uma vez mais que um elenco mesclado de jogadores da base com os craques renomados é a solução ideal para as conquistas.

Várias equipes vencedoras do passado confirmam a assertiva. Na campanha mágica da Libertadores de 2008 Fernando Henrique,Thiago Silva, Junior Cesar e Arouca eram titulares absolutos; o time de guerreiros de 2009 tinha Digão, Dalton, Maicon Bolt e Alan.

Ricardo e Deley eram esteios no time campeão de 1984 e Jandir, Branco e Tato, tal como Samuel, vieram do Sul para as divisões de base antes de estourarem nos profissionais.

Até mesmo a Máquina do Horta contava com Carlos Alberto Pintinho e Kleber, que se ombreavam com os “craques fora de série” da Seleção e mesmo no título de 2010 é inegável a participação fundamental de Tartá nas vitórias sobre Vasco e Palmeiras.   

Dessa vez Abel não inventou e quando Wellington Nem pediu para sair, substituiu-o por Rafael Sobis, “esquecendo” o Diguinho. Ainda bem, pois nos vinte minutos que faltavam ele provavelmente ele iria arrumar uma ou duas faltas nas imediações de nossa área.

Merece destaque ainda a excelente participação do Jean, que cada vez mais se afirma como titular absoluto.

Domingo, uma pedreira. O Internacional, mesmo com desfalques, deverá vir com tudo porque se perder terá uma distância irrecuperável para o título.

Caberá ao time de guerreiros manter a calma e jogar com sabedoria para conseguir a vitória.

Que Abel mantenha o time ofensivo!


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 3 x 1 Santos.

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ); Data: 06/9/2012 

Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)

Auxiliares: Marcio Eustaquio Santiago (Fifa-MG) e Thiago Gomes Brigido (CE)

Gols: Wellington Nem, aos 20' e 43’ e André 28' do primeiro tempo e Samuel, aos 32' do segundo.

Cartões amarelos: Wagner e Wellington Nem

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Digão e Carlinhos (Wallace, 34'/2ºT); Edinho, Jean e Wagner; Wellington Nem (Rafael Sobis, 28'/2ºT), Thiago Neves (Fábio, 43'/2ºT) e Samuel - Técnico: Abel Braga.

SANTOS: Rafael, Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Everton Páscoa (Bernardo, 26'/2ºT), Adriano, Gérson Magrão e Felipe Anderson; Bill (Patito Rodríguez, 9'/2ºT) e André - Técnico: Muricy Ramalho.


É Muricy, "o destino pune!"

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Internacional 0 x 0 Fluminense. Berna salva a pátria e a liderança!


                            Ricardo Berna foi o nome do jogo.


Bem que Muricy tentou surpreender Celso Roth. A idéia foi boa, mas conseguir manter a bola nas proximidades da área adversária com o trio Marquinho, Tartá e Washington é uma tarefa inglória para qualquer ser vivente.

O resultado não poderia ter sido outro, porque apesar do Fluminense ter começado impondo pressão, a nulidade do trio fez com que aos poucos o Internacional tomasse conta do jogo.

Ótimo para o Fluzão é que a noite era de Ricardo Berna, que teve uma atuação soberba. Atuação como a torcida tricolor não via desde os jogos da Libertadores de 2008.

Desde então, a meta tem sido responsável pelo desespero dos tricolores. Falhas incríveis, independentemente do goleiro escalado, têm sido responsáveis por perda de partidas e de títulos. Até mesmo o Ricardo Berna, nas poucas oportunidades em que havia atuado, teve algumas participações pífias.

Agora, porém, a nova oportunidade e o apoio dados por Muricy parecem que transformaram o Berna. Aquele goleiro inseguro de antes finalmente deu lugar a um brilhante arqueiro a ponto de transformá-lo no responsável direto pelo ponto conquistado no Sul, suficiente para manter a liderança e afastar definitivamente o Internacional da briga pelo título.

Tomara que continue assim para que a torcida possa finalmente gritar: TRICAMPEÃO!

Como sempre a mídia cretina continua a tentar a utilização de artifícios torpes com vistas a desestabilizar as hostes tricolores. E ontem não foi diferente quando um de seus representantes perguntou ao Berna o que ele achava da busca do Fluminense por um novo goleiro.

A resposta curta e grossa do goleiro foi uma pérola: _ “Ele irá influenciar a conquista do título desse ano? Não? Então não me interessa!”

Beleza de resposta.

Quanto ao jogo, Muricy ainda tentou mudar alguma coisa com Rodriguinho, mas novamente sua entrada de nada adiantou.

Na próxima rodada, tanto Corinthians como Cruzeiro terão paradas duríssimas.

Uma vitória sobre o Vasco certamente consolidaria a liderança ainda mais. Mas com esse ataque cardíaco vai ser dureza.

Ainda assim, acredito no título, do mesmo modo que tenho a convicção que se por algum motivo ele não vier, a causa não será outra que a incapacidade do departamento médico tricolor em recuperar os atletas em tempo hábil.

Vamos lá tricolores. Domingo, todos ao Engenhão aprontar pressão para cima do Vasco.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: lancenet.com.br)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Atlético Paranaense 2 x 2 Fluminense. A volta à liderança.



Mais uma vez o Fluminense demonstrou sua sede pelo título. Partindo para cima do adversário desde o início impediu a costumeira pressão imposta pelos paranaenses quando joga em seu alçapão.

Estivesse presente apenas um dos atacantes titulares e a história poderia ter sido diferente. De qualquer forma conseguir não sair derrotado estando em campo com cinco desfalques e com uma linha atacante imaginária é um feito a ser comemorado.

A previsão de que o Cruzeiro teria dificuldades para pontuar nessas duas últimas rodadas se confirmou e a situação não ficou melhor porque o Tricolor não conseguiu vencer na semana.

No jogo, o Fluminense foi melhor e poderia ter vencido. Os fanáticos torcedores do CAP culparam a arbitragem. Reclamaram do penalti claro em Tartá e não viram ou não quiseram ver o impedimento do Wagner Diniz no lance do segundo gol. Intrigante é que boa parte da mídia cretina fez coro com ela.

E por falar em Tartá, que satisfação ver seu retorno em grande estilo. Sua entrada deu mais movimentação ao ataque e, sobretudo mais objetividade. Em apenas 22 minutos fez mais que Rodriguinho em 72. Além disso, a total inoperância nos 197 minutos dos jogos contra Botafogo, Cruzeiro e Santos é um sinalizador de que mais chances devem ser dadas ao Tartá para ser o substituto do Emerson.

Pena que Tartá não poderá enfrentar o Grêmio por estar suspenso, já que havia tomado dois amarelos quando ainda estava emprestado ao próprio Atlético Paranaense.

Rodriguinho também está suspenso, o que sinceramente não sei se é uma notícia boa ou ruim.

Fato inusitado é o plantel tricolor dispor de tão poucos atacantes para disputar um campeonato longo como o Brasileiro e ter emprestado o Adriano ao Bahia, hoje artilheiro do time na Série B com onze gols. Coisas inexplicáveis do Fluminense.

Washington com sua obsessão de artilharia quase põe tudo a perder insistindo em bater o penalti. Méritos para o Conca que dessa vez se impôs e chamou a si a responsabilidade.

Os repórteres de campo informaram de que a ordem veio de Muricy. Se for verdade, melhor ainda porque evitou a repetição do erro cometido no jogo contra o São Paulo.

Quinta-feira mais uma pedreira. Torço para que Muricy encontre uma fórmula para fazer gol, porque se depender apenas do Washington na frente a possibilidade de outro zero a zero é enorme, se não vier coisa pior.

A Torcida Tricolor precisa marcar presença, esquecer o estádio, o importante é incentivar o time porque com uma vitória sobre o Grêmio e a volta do Fred contra o Internacional ninguém mais conseguirá segurar o Fluminense.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Fluminense 1 x 0 Palmeiras. Só faltam quatro!

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Quando acontece a sinergia entre Torcida e Fluminense ninguém segura o Fluzão!
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Contrariando as simulações da grande maioria dos cronistas, o Fluminense não tomou conhecimento do então líder e desbancou o Palmeiras da liderança.
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Reclamaram os paulistas do gol anulado, realmente um lance polêmico. Apressaram-se em crucificar o árbitro sem ao menos perceber que o assistente já havia levantado a bandeira antes da conclusão da jogada e que o lance que originou o "gol anulado" foi de claro tiro de meta e não escanteio, como marcado pela arbitragem. Polêmica à parte, a Torcida Tricolor já perdeu a conta de quantas vezes o Fluminense foi prejudicado nesse mesmo campeonato.
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O interessante é que nas inúmeras vezes em que o Fluminense é prejudicado, a mídia cretina se cala ou noticia os fatos sem nenhuma ênfase. Mas quando se trata de Flamengo, Corinthians, São Paulo ou Palmeiras a choradeira é pra mais de mês.
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O jogo acabou, vida que segue. Chororô não leva a nada e além do mais o que fez o líder todo poderoso em campo? Nada de prático, o goleiro Rafael poderia ter sido substituído pelo do infantil que o placar seria o mesmo.
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Em contra partida, o Fluzão sobrou. O time empurrado pelos quase setenta mil torcedores encurralou o adversário. Nem parecia que há apenas três dias havia jogado no Chile, enfrentando não só as botinadas da Universidad, como também a selvageria de sua torcida.
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O Tricolor sobrou no físico, na raça e na técnica. Conca praticamente acabou com o meio de campo palmeirense. É por isso mesmo que sempre que tem uma oportunidade o Muricy tenta aliciá-lo para tirá-lo do Flu, ano passado para o São Paulo e mais recentemente para o Palmeiras. Doce ilusão do técnico ranzinza.
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E o que falar da defesa, cuja consistência aumentou consideravelmente com as entradas do Dalton e principalmente do Digão? Que fôlego, que raça. A continuar assim será certamente uma das revelações do campeonato.
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E a dupla Maicon-Fred? Cada dia que passa se entrosa mais e inferniza as defesas adversárias. Tivessem eles disponíveis desde o início do campeonato, não estaríamos na situação delicada que nos encontramos.
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E os substitutos? Tartá, Alan, Gonzalez, Urrutia quando entram, não deixam o padrão cair. Aos poucos Cuca vai formando um elenco eficaz e cada vez mais queimando minha língua, o que me faz bastante feliz. Mais feliz ficarei ainda quando ele rever a condição da titularidade inquestionável do Diguinho.
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Voltando aos prognósticos, como diria o grande Nelson Rodrigues, os idiotas da objetividade pensam diferente. Prevêem os resultados das partidas unicamente pelo critério da média. Cravaram vitórias do Atlético Mineiro, Cruzeiro e Palmeiras e vaticinaram prematuramente a queda do Fluminense. Um deles chegou ao cúmulo de dizer com todas as letras que a torcida do Atlético Mineiro seria maior que a do Fluminense no Maracanã. Outro, também muito conceituado, há algum tempo atrás, analisando os adversários de Palmeiras e São Paulo, declarou em uma Mesa Redonda que o Fluminense quando enfrentasse o Palmeiras, a essa altura já rebaixado, seria presa fácil.
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Quebraram a cara. Esqueceram ou não quiseram ver que o Fluminense de hoje é diferente do de pouco tempo atrás. O Fluzão atual é capaz de jogar de igual para igual com qualquer dos times da série A e certamente vencer a maioria deles.
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E quanto mais eles falam, mais se unem torcida e time. E quando essa simbiose acontece ninguém segura o Fluzão.
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Domingo próximo teremos outra batalha. Vamos lotar o Maracanã e empurrar o time para cima do Atlético Paranaense. Você, tricolor, não pode faltar. Até lá.
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E DÁ-LHE FLUZÃO, O PORCO JÁ ERA!
.(crédito das fotos: terra.com.br)