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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Fluminense 1 x 1 Corinthians. Ainda não foi dessa vez!

Fred fez o gol do Flu e assumiu a artilharia isolada.  (Foto: Lancenet.com.br / Paulo Sergio)

Uma vez mais o Fluminense não conseguiu aproveitar o vacilo do Atlético Mineiro para assumir a liderança. E pior, viu a aproximação perigosa do Grêmio.

Apesar da forte retranca armada por Tite, o Tricolor arrematou quatorze vezes ao gol de Cássio, que realizou duas defesas difíceis.

O Corinthians, por sua vez, conseguiu chutar apenas cinco vezes e a sua única chance de gol deveu-se a uma falha grotesca de Wagner, que tinha várias opções para se livrar da bola em vez de tentar o drible em Ralph numa situação.

O chute de Emerson ainda resvalou em Gum e tirou as chances de Cavalieri defender.

Taticamente bem postado, o Fluminense dominou a maior parte do jogo contra um adversário que mostrava nítidos sinais de estar satisfeito com o empate.  

O gol achado facilitou as coisas para os paulistas, que se encastelaram ainda mais em seu campo defensivo, além de abusar da cera.

Abel tentou de todos os modos furar a retranca com substituições ousadas que e acabaram dando certo.

Fez  muito bem ao colocar o Sobis no lugar do Gum, que já estava jurado pelo árbitro e melhor ainda quando recuou Edinho para a zaga.

Aliás, se não voltar a ficar inebriado pela presença do Anderson, deveria manter o Edinho na zaga e promover a volta do Valencia no difícil jogo contra o Figueirense.

Abel ainda substituiu Wagner por Michael e a pressão continuou até mesmo depois do gol de empate.

Ao final, o empate com gosto de derrota só não foi pior graças à Ponte Preta, que parou o “todo poderoso Galo”, o atual eleito pela mídia cretina.

É difícil não falar da arbitragem. Não vou nem contestar o impedimento inexistente de Rafael Sobis, prontamente assinalado pelo bandeira, mas a não marcação do pênalti clamoroso de Alessandro em Carlinhos, na cara do árbitro, é duro de engolir.


Fred tenta argumentar com Ricci, impassível do alto de sua "ortoridade".
(Foto: Terra.com.be / Mauro Pimentel)
A lamentar ainda o fato do Fred não ter percebido que a arbitragem de um modo geral anda doida para tirá-lo de campo com a aplicação de cartões absurdos. 

Talvez fosse até melhor passar a tarja de capitão para outro jogador, porque do jeito que está não há como manter diálogo racional com a máfia do apito.


Só espero que o Corinthians mantenha a mesma aplicação contra o Atlético-MG no próximo domingo e nos devolva a condição de finalmente poder alcançar a liderança.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 1 x 1 Corinthians

Local:  Engenhão, RJ ; Data: 29 de agosto de 2012

Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-PE)

Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Kléber Lúcio Gil (SC) :

Gols: Emerson, aos 36’ do primeiro tempo e Fred, aos 37’ do segundo.

Cartões Amarelos: Fred, Thiago Neves e Gum

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum (Rafael Sóbis), Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner (Michael) e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred. Técnico: Abel Braga

Corinthians: Cássio; Alessandro, Chicão, Wallace e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Douglas (Guilherme); Romarinho (Giovanni) e Emerson (Edenílson). Técnico: Tite

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Santos 1 x 1 Fluminense. Poderia ter sido melhor!


Carlinhos foi o nome do jogo.   (foto: Terra.com.br / Photocamera)


O resultado em si não foi ruim, porque num campeonato de pontos corridos o ponto conseguido contra o Santos na Vila poderá fazer a diferença no futuro, principalmente se o Fluminense confirmar a vitória no Rio de Janeiro, como fez no ano passado.

O ruim é que o time já cedeu dois empates em jogos que dominou a maior parte em consequência de falhas bisonhas, como a expulsão de Wallace contra o Figueirense e a pixotada de Edinho na noite de ontem, mais uma e dessa vez tão patética que chegou a ser reconhecida pelo próprio.

É difícil entender como o Abel insiste em mantê-lo no time titular. Acredito que toda a Torcida Tricolor espera que o retorno de Valencia o coloque definitivamente no banco de resevas.

O melhor mesmo seria que a Comissão Técnica estabelecesse um programa de reciclagem para Edinho com o objetivo de ver se ele consegue chegar perto da forma que tinha no tempo em que jogava no Internacional.

Enquanto os medalhões que vivem lesionados não voltam, a garotada têm dado conta do recado e alguns demonstram a cada dia que passa que serão melhores suplentes que muitos dos jogadores contratados a peso de ouro e que pouco produzem.

Difícil é enfiar a ideia na cabeça do Peter que, do mesmo modo que seu antecessor, só fala na necessidade de vender, o que certamente contribui para a desvalorização das promessas que surgem.

Posturas como esta levam invariavelmente ao mesmo resultado: perda de craques liberados por preços vis para brilharem nos quatro cantos do mundo sem que o clube receba o benefício que seria lícito esperar.

Quanto ao jogo, à exceção do susto inicial com o gol de Reinteria, passei quase todo o tempo maior tranquilidade.

O Fluminense jogou melhor, teve mais posse de bola e poderia ter saído vitorioso não fosse o gol legítimo anulado por um impedimento inexistente. Aliás era um lance tão fácil de ser observado pela bandeirinha, que seu erro só pode ser explicado pela falta de qualidade, de visão ou por ser um cidadão caseiro.

Alguns dirão que a falta em Carlinhos foi fora da área. Pode até ser, embora em minha opinião o defensor santista começou o empurrão fora da área e só parou dentro dela, o que caracteriza o local da falta. Essa é uma das recentes modificações da regra que muitos comentaristas teimam ou fingem não saber.

Mas ainda que não tenha sido penalti, houve um outro lance muito mais claro e também ignorado pela arbitragem, que foi o agarrão de Edu Dracena em Gum, visível até do Pacaembu.

Os idiotas da objetividade, como diria o grande Nelson, deram destaque aos desfalques do Santos.

É verdade, sem Neymar o Santos é um time comum e ainda não contava com Arouca e Ganso.

E o Fluminense, quantos desfalques teve? Deco, Fred, Wellington Nem, Thiago Neves, além de Valencia, que se estivesse em campo evitaria a presença do Edinho.

Jean e Wagner, aos poucos vão produzindo mais, o mesmo acontecendo com Lanzini, apesar da pressão que pesa sobre ele à medida que se aproxima a hora de voltar para o River.

Carlinhos foi o nome do jogo. Há muito não o via com tanta disposição e objetividade. Se tivesse mostrado esse mesmo espírito na Bombonera, o Boca não teria vencido aquele jogo fatídico.

Até que enfim Abel se rendeu à categoria de Lucas Patinho e prometeu dar mais chances a nova revelação do meio de campo.

Marcos Junior incansável. Para ele não tem bola perdida. Com sua saída,o Fluminense esmoreceu e acabou levando um pequeno sufoco nos minutos finais.

Samuel e Matheus Carvalho continuam devendo. O primeiro nada fez de útil e ainda por cima não leva sorte, porque quando consegue marcar a arbitragem anula o gol. Talvez esteja passando da hora do Michael, que entrou no final, ter mais oportunidades nas ausências do Fred.

Matheus nada mostrou nas inúmeras oportunidades que recebeu. Como tem parte de seus direitos ligados à Traffic, fico com a pulga atrás da orelha sobre a real causa de tanta insistência.

Bem, esse jogo já passou e não adianta mais lamentar.

Agora o que interessa é o próximo contra o Inter e tomara que pelo menos o Deco e o Valencia reforcem a equipe para mais uma vitória sobre os colorados.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

  
DETALHES:

Santos 1 x 1 Fluminense

Local: Vila Belmiro, Santos (SP);  Data: 6/6/2012

Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)

Assistentes: Adson Marcio Leal (BA) e Luiz Carlos Teixeira (BA)

Gols: Rentería, aos 4' e Carlinhos, aos 26' do primeiro tempo.

Cartões Amarelos: Edu Dracena, Adriano, Alan Kardec (Santos); Edinho (Fluminense)

Santos: Aranha, Maranhão, Edu Dracena, Durval e Juan (Felipe Anderson, 18'/2ºT); Adriano, Henrique, Elano (Geovânio, 32'/2ºT), Alan Kardec (Victor Andrade, 43'/2ºT) e Léo; Rentería. Técnico: Muricy Ramalho

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner e Lanzini (Lucas Patinho, 32'/2ºT); Marcos Júnior (Matheus Carvalho, 24'/2ºT) e Samuel (Michael,37'/2ºT). Técnico: Abel Braga

domingo, 23 de outubro de 2011

Fluminense 0 x 2 Atlético Mineiro. Abel erra novamente e a bola puniu!

A Torcida inteligente não aguentou o erro recorrente de Abel e o consagrou com  o popular coro: "burro, burro!"

Confesso que estava um tanto cético quanto ao sucesso do Tricolor no confronto contra o Galo.
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Desfalcado de Fred e He-Man, seu substituto imediato, o ataque não prometia muito. Martinuccio e Rafael Sobis seriam as opções naturais, embora nenhum deles tenha a mínima vocação para fazer o pivô, indispensável no esquema adotado por Abel Braga.
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O meio de campo também apresentava baixas Marquinho, suspenso e Diguinho, ultimamente sempre às voltas com contusões.  Mesmo assim, pensava que poderia ser formado por dois jogadores criativos: Deco e Lanzini.
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A esperança se desvaneceu quando Abel informou sua intenção de poupar o Luso. Pensei com meus botões: poupar pra quê? Para o jogo com o poderoso Ceará?
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Se a equipe já estava capenga, por que enfraquecê-la mais ainda num jogo em casa contra um adversário desesperado e que certamente viria todo recuado em busca de um empate milagroso? Melhor seria vencer o Atlético e poupar o Deco no jogo de Fortaleza para poder contar com ele em plenas condições físicas na rodada seguinte contra o Internacional.
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Analisando o elenco tricolor, julguei que nosso outrora esperto treinador iria formar o meio de campo com Edinho, Valencia, Souza e Lanzini, que apesar de não ser nenhuma maravilha poderia pressionar os mineiros e decidir o jogo logo no início, a exemplo do que fez o Vasco na rodada anterior.
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Surpresa e desilusão quando vi a escalação tricolor no painel do Engenhão: Edinho, Rodrigo, Fernando Bob e Lanzini.
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Custei a acreditar no que estava vendo. Será que foi pra isso que o Abel resolveu fazer treino secreto?
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Ao final da partida, percebi o porquê do tal treino secreto. Tinha que ser secreto, porque se fosse nas Laranjeiras a Torcida iria reclamar e com toda a razão. Perigava até daquele conselheiro destemperado entrar em campo para tentar agredir o Abel, tamanha a falta de sensibilidade do treinador.
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E o pior, tivemos a Torcida e eu que permanecer no estádio para ver a confirmação do que já era sabido de antemão antes mesmo do jogo começar.
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E foi um circo dos horrores. Fernando Bob mostrou a sua grande habilidade de não saber o que fazer com a bola, apenas passes de lado ou recuo para os zagueiros. Rodrigo conseguiu ser pior, não acertou nada e ainda contribuiu com sua apatia para o segundo gol ao ficar observando a subida do André.
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A rigor o Atlético fez duas jogadas no primeiro tempo e conseguiu dois gols. Se fosse outro o adversário, a chance do placar ter-se convertido numa goleada histórica seria bem palpável.
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E vendo aquele horror de apresentação, comentava com os amigos o que faziam no banco Valencia e Souza.
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Sobre Souza, Abel ainda tentou se justificar com a alegação de que ele e viajou a São Paulo e não pode comparecer ao treinamento e que depois não teve mais tempo para testá-lo, enquanto Bob e Rodrigo haviam treinado bem. Uma vez mais, Abel esqueceu-se de que “treino é treino e jogo é jogo”.
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Além disso, Carlinhos também não treinou por dois dias consecutivos e foi escalado. Por que decisões diferentes para casos iguais? Seria mais coerente deixá-lo no banco e dar a primeira oportunidade a Jefferson. A pífia apresentação do Carlinhos por si só já justifica plenamente a sugestão.  
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Sobre Bob, já foi dito por diversas vezes que sua escalação melhora a saída de bola. Olha, tenho acompanhado todos os jogos do Fluminense desde a memorável conquista da Copa do Brasil de 2007 e nunca, NUNCA MESMO, tive oportunidade de ver melhoria na saída de bola com a entrada desse atleta. Não é à toa que volta e meia a torcida pega em seu pé com constrangedoras vaias.
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Rodrigo quase nunca joga, está sem ritmo e não apresenta nada melhor que Valencia, embora esse também não seja o volante dos sonhos dos tricolores, acostumados com as exibições de Arouca e Cícero, só para citar os mais recentes.  
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Ainda em seus lamentos após o jogo, Abel afirmou: “É injusto jogar a responsabilidade da derrota em alguém. Nós decepcionamos o torcedor e entendemos. Não deixamos o Atlético-MG jogar no primeiro tempo, mas eles souberam administrar ao saírem na frente. Foi um dia atípico”
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A Torcida Tricolor em peso concorda com o seu treinador de que foi realmente um dia atípico, atípico principalmente pelo fato de estarem no banco de reservas jogadores mais hábeis do que muitos dos preferidos do treinador.
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Sobre o ineficaz domínio de bola, nosso treinador deve levar em consideração que isso é um mero detalhe porque o que interessa mesmo é bola na rede. O comentário publicado no globoesporte.com, transcrito em parte, coloca uma pá de cal no assunto.
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 Flu tem maior posse de bola, mas incomoda pouco
Abel Braga fez um treino secreto durante a semana, teve o segredo desvendado ereclamou da imprensa antes de a bola rolar. Parecia sentir que a noite não seria tranquila. Mesmo com mais de 70% de posse de bola no primeiro tempo, o treinador viu a aplicada equipe de Cuca abrir 2 a 0 na etapa inicial. Um placar estranho pelo pouco volume de jogo dos mineiros, mas facilmente explicável pela falta de poder de fogo tricolor. Sem Fred e Rafael Moura, o ataque formado por Martinuccio e Rafael Sobis quase não incomodou os defensores atleticanos. A ausência de Marquinho também era sentida.
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No jogo mais fácil da rodada para os componentes do  G-5, o Fluminense desperdiçou a oportunidade concreta de se aproximar dos líderes. Teria suplantado o Botafogo e dormiria no mínimo na terceira colocação. Agora, poderá ser superado pelo São Paulo e ter ameaçada até a vaga na Libertadores.
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É bem provável que Corinthians, Vasco e Flamengo não vençam os seus jogos, embora se isso acontecer, o Internacional voltará fortalecido para a disputa.
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Em suma, a catastrófica decisão do Abel poderá representar prejuízo muito maior a longo prazo do que parece no momento. Torço para que ele jamais repita essas “burrices”.
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E APESAR DE TUDO, DÁ-LHE FLUZÃO
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(foto: terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Fluminense 3 x 1 Macaé. Treino de luxo!

(crédito: terra.com.br/Photocamera)

Foi uma vitória tranquila, a mais fácil do campeonato até aqui

Muricy comemorou o fato de não termos levado sustos. Realmente não levamos, embora não se possa deixar de considerar a fragilidade do ataque adversário.

As alterações na defesa não foram as responsáveis pela melhor atuação. Edinho, ainda sem ritmo, não acrescentou nada de mais ao trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo Valencia, apesar do penalti bobo e desnecessário cometido contra o Olaria.

Ainda não estou convencido que essas opções sejam melhores que o Diogo. Aliás, anda sumido, contundido talvez.

Diego Cavalieri confirmou o que já sabíamos, completamente fora de forma. Não é pra menos depois de passar três anos atuando apenas dez vezes.

É compreensível a atitude do Muricy em escalar os dois novos contratados, porque só jogando é que poderão ganhar ritmo de jogo.

E nada melhor para isso do que esses joguinhos contra os pequenos do campeonato carioca.

Nas partidas para valer, entretanto, a insistência nessa fórmula poderá ser fatal. Principalmente na Libertadores, onde falhas como a de ontem dificilmente poderão ser recuperadas.

Espero que Muricy continue escalando tanto o Diego quanto o Edinho nesses jogos menos importantes e volte com Berna e Valência ou Diogo nos clássicos e na Libertadores.

Pelo que demonstraram os novos contratados ainda levarão um bom tempo para terem condições de se tornarem titulares na equipe campeã brasileira.

O placar do jogo foi enganoso. Não fosse a falta de sorte do Fred naquela bicicleta que terminou no travessão, sua displicência na batida do penalti e a falha grotesca do Diego no gol do Macaé, teríamos outra goleada impiedosa.


(crédito: lancenet.com.br)
Dessa vez, os destaques foram os laterais, principalmente Carlinhos com um belo gol e o passe para outro e Souza, que mostrou oportunismo no segundo gol e a habilidade que  faltava ao elenco para cobranças de faltas nas imediações da área.

Se algum dia no futuro, o Deco conseguir se livrar das contusões e reeditar ao menos cinquenta por cento de suas atuações na Europa, quem sabe poderemos ver o Souza jogando de segundo volante no lugar do Diguinho? Aí sim o Fluminense passaria a ter um meio campo de respeito.

Apesar de não ter marcado, Fred voltou a ter boa atuação. Fez boas jogadas, passes de primeira, pena que não aproveitados por Rodriguinho, que sempre parece afobado na frente do gol. Dependendo de como entrar, o Araújo poderá resolver o problema, já que Emerson é outro com quem podemos contar muito pouco.

Mas valeu a vitória tranquila e os 100% de aproveitamento. Tudo indica que,  depois de muito tempo, o Fluminense chegará à final da Taça Guanabara.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

sábado, 25 de setembro de 2010

Fluminense 5 x 1 Atlético Mineiro. A dois pontos do líder, apesar das "garfadas".

Os laterais tricolores "mataram a pau" o time do Atlético Mineiro.

O Fluminense voltou aos bons momentos do início do campeonato e não tomou conhecimento do Atlético Mineiro na noite de ontem.

Com um futebol objetivo e envolvente aplicou 5 x 1 no adversário, um verdadeira “sapeca-iaiá”. Não fossem as oportunidades perdidas por Washington e Rodriguinho o resultado poderia ter sido mais acachapante.



Em noite de gala, os laterais tricolores esbanjaram categoria e foram os responsáveis pela maioria das jogadas de perigo. Mariano teve uma atuação perfeita e Carlinhos finalmente desencantou e voltou a jogar como nas primeiras partidas.

O meio campo sobrou com Conca e Deco melhorando o seu entrosamento e Diogo, além da marcação segura, proporcionando a saída de bola com mais consistência.

Fernando Bob, ainda está num nível abaixo, um pouco inibido, fez uma falta desnecessária na entrada da área, o que quase sempre termina em gol adversário face à fragilidade de nossos goleiros nesse tipo de jogada. Com o de ontem já foram sete os gols sofridos desse jeito.



Nesse particular, cabe acrescentar que o time se esforça, a torcida apoia, mas as constantes falhas dos goleiros têm impedido a manutenção da liderança. E o pior é que o Alcides Antunes acha que está tudo bem e abre mão da contratação de um goleiro minimamente habilidoso para reforçar a equipe, apesar da solicitação do Muricy e dos anseios da torcida.

O desempenho contra o Atlético Mineiro credencia o Fluminense a uma boa atuação em Salvador e traz esperanças de vitória contra um adversário difícil de ser batido em seus domínios.

Continuando com essa pegada e com os retornos de Emerson, Fred e Diguinho, o Fluminense tem tudo para superar Corinthians e Cruzeiro na luta pelo título.

Bem, para superar o Corinthians será preciso também que as arbitragens fajutas parem de fazer vistas grossas contra os lances irregulares a favor dos paulistas.



A propósito do assunto, sugiro a leitura do brilhante trabalho de compilação "CONTRA O CORINTHIANS NINGUÉM ERRA", publicado pelo amigo Paulo Cezar da Costa Martins Filho no site : http://jornalheiros.blogspot.com em 23/09/2010, onde são mostrados de modo cristalino que nada menos do que 14 (quatorze) pontos foram obtidos de forma irregular pelo clube queridinho do Ricardo Teixeira.

Ainda que corintianos, simpatizantes e a mídia cretina apelem para a dificuldade de percepção dos lances em apenas alguns segundos, atenho-me apenas ao lance do segundo impedimento assinalado pelo parcial bandeira João de Souza Junior, quando Rodriguinho estava a mais de dois metros e meio atrás do último defensor corintiano.
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Erro crasso como esse não deixa margem a nenhuma dúvida de que o referido cidadão, a menos que seja completamente míope, tenha entrado em campo disposto a ajudar o time da casa.


O lance foi tão grotesco que até o comentarista de arbitragens Arnaldo Cesar Coelho, conhecido por ser useiro e vezeiro em passar a mão nas cabeças de seus ex-colegas de profissão, o classificou como erro gravíssimo.

A imagem a seguir, retirada do vídeo do globoesporte.com, mostra que o “tira-teima” comprovou a posição regular do atacante tricolor, posicionado a 2,54 metros atrás do último defensor corintiano.


Leonardo Gaciba pecou por omissão e anulou o gol legítimo, que hoje manteria o Fluminense na liderança. Um verdadeiro absurdo.



Mas, apesar de todos esses “erros”, sou mais o Fluminense.

E DÁ-LHE FLUZÃO.