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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Nova safra de craques a caminho!


Vitórias por 2 x 0 e 3 x 1 garantiram o título de juniores.  (foto:  Globoesporte.com / Fred Huber)

Mais importante para o Fluminense do que as duas vitórias sobre o Nova Iguaçu, campeão da Taça Rio e a consequente conquista do campeonato carioca de juniores é a possibilidade real de revelar novas promessas, que poderão em breve estar brilhando com a camisa tricolor.

Ao contrário das  administrações desastrosas do passado, que não permitiram que potenciais craques revelados em Xerém viessem a ser uteis à equipe principal, o atual mandatário tricolor, Peter Siemsen, em recente entrevista ao site Netflu.com.br, prometeu lutar para a manutenção das revelações no próprio clube, admitindo abrir negociações somente em casos de propostas extraordinárias.

Torçamos para que a promessa seja para valer porque até agora os rumores sobre a perda prematura das principais revelações tem sido uma constante nas hostes tricolores.

   Perdas prematuras: Alan, hoje o substituto ideal para o Fred, 
brilhou  na Sul Americana de 2009 e no Brasileiro de 2010, Maicon
ficou menos  e saiu logo depois da reação guerreira e Wellington 
Silva não teve tempo de mostrar seu talento com a camisa tricolor. 

Lucas Patinho, que despontou como uma alternativa à provável saída de Lanzini,  já está comprometido e pelo que anuncia a mídia, sua cessão definitiva dependerá apenas das vontades do próprio jogador e do clube que irá defender.

Se a notícia for verdadeira é mais uma bola fora tricolor.



Da geração atual, Wellington Nem brilha na equipe principal e já começa a conquistar um lugar na Seleção Brasileira, o que de certo  modo causa apreensão à Torcida Tricolor, ciente de que dirigentes afoitos já começam a fazer planos para negociá-lo sem ter a necessária paciência para esperar o melhor momento e assim auferir lucros que estabilizem de vez as finanças do clube.

Já chegaram a argumentar que Wellington Nem e Marcos Junior tem estilos parecidos e que, portanto, o clube não sentiria muito a perda de um deles.

Para esses visionários, nunca é demais lembrar que “o apressado come cru”.

Do time campeão, aposto em Higor, exímio cobrador de faltas e dono de passe diferenciado, Michael e Caio, atacantes com presença de área e arremates certeiros e quem sabe algum dia Fernando não virá a ser a solução para a lateral esquerda?

Poderia citar ainda o Eduardo, pela classe demonstrada nas partidas que vi, mas quase sempre contundido não me agrada muito. De fregueses contumazes do Departamento Médico bastam Fred, Sobis, Rafael Moura , Diguinho, etc.

As outras promessas precisam de mais amadurecimento para serem melhor avaliadas. 

Apesar de um tanto cético, prefiro deixar-me levar pela fantasia e sonhar que realmente  Peter irá cumprir a sua promessa, único modo de fazer com que o Fluminense volte a ter a grandeza  de outrora.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Atenção Peter: “Os apressados comem cru”!



A mídia divulgou:
Por Thiago Silva, City estaria disposto

a pagar R$ 128,6 milhões mais Tevez
Roberto Mancini, técnico do Manchester City, confirmou a proposta ao Milan para a transferência de Thiago Silva. Segundo Mancini, a proposta do campeão inglês gira em torno de £ 40 milhões (R$ 128,6 milhões) mais os direitos de Tevez, atacante que interessa ao clube italiano.

Embora saibamos que dificilmente um clube brasileiro conseguirá obter quantias tão vultosas quando da negociação de seus craques, nada justifica as transferências prematuras concretizadas pelo Fluminense.

Sob esse aspecto, as administrações passadas foram pródigas em permitir a saída de várias revelações que hoje brilham nos campos europeus, em negociações nas quais sempre os beneficiados foram outros que não o clube.

A Torcida Tricolor acredita que a chegada de Peter Siemsen reverta esse estado da arte e que nosso mandatário tenha a sapiência necessária para que as revelações do momento só venham a ser negociadas depois de se firmarem no cenário futebolístico, porque só agindo desse modo é que essas transferências poderão realmente proporcionar superávit ao Fluminense.

A diretoria tricolor não pode continuar refém de empresários espertos que levam sempre a maior fatia e deixam apenas migalhas para os cofres do clube.

E para a consecução desse objetivo, mais cedo ou mais tarde, Peter Siemsen perceberá que não poderá deixar de trabalhar com afinco no sentido do rompimento do contrato com a Traffic, empresa que mesmo sem proporcionar nenhum benefício palpável ao Fluminense, já possui grandes parcelas dos direitos federativos de muitos garotos revelados em Xerém.


No quadro acima, alguns exemplos da debandada desordenada. Alan, Wellington Silva e Maicon, as últimas revelações "descartadas"; Marcelo, que ainda deu algum lucro porque resistiu a pressão para ir para a Rússia; os gêmeos Rafael e Fábio, que jamais atuaram no time principal e Diego Souza, negociado a preço vil.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Alan praticamente de malas prontas!

Alan deve ser o próximo a ser seduzido e sumir no ostracismo

Malas prontas... E pasmem... para a Áustria, país frio, de idioma complicado, costumes diferentes e futebol sem tradição.

Mais uma promessa que será perdida, vítima de uma lei espúria, idealizada por espertos e aproveitadores e aprovada por políticos acéfalos em termos de futebol.

Alguns apostam que a maioria deles não consegue distinguir uma bola de vôlei de uma de futebol, quanto mais entender dos meandros inerentes à preparação de atletas de alto nível.
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Certamente desconhecem os procedimentos adotados desde as famosas "peneiras" até a formação de um craque completo. As despesas com infra-estrutura, alimentação, assistência médica sequer foram levadas em consideração quando ou doutos deputados e senadores criaram a esdrúxula "Lei Pelé", que terminou com o vínculo dos jogadores com os clubes, mas permitiu sua escravização a empresas ou grupos de empresários, cujo único objetivo é o aumento de suas contas bancárias em detrimento dos clubes, que afinal de contas são o s únicos responsáveis pelos investimentos na formação desses atletas.

Vários deles nem chegam a se firmar na equipe principal. Alguns saem tão rapidamente que a maioria dos torcedores nem sabe que passaram pelas divisões de base do clube. É o caso de Thiago Silva, que só virou ídolo após o seu retorno ao clube. Até hoje, muita gente pensa que ele foi revelado pelo Juventude.

Tal lei é tão mal intencionada que achincalha até o contrato jurídico ao estabelecer multas rescisórias em função dos salários recebidos pelos atletas da base, o que acaba sempre resultando em valores ridículos, devido à impossibilidade de se contemplar com altos salários as centenas de jovens candidatos a estrelas, dos quais apenas alguns poucos confirmam sua habilidade nas categorias profissionais.

O Fluminense, por exemplo, já perdeu inúmeros craques sem a justa compensação financeira para os investimentos despendidos em sua formação. Aí estão Carlos Alberto, Rodolfo, Júnior César, Marcelo, Diego Souza, Arouca, os gêmeos Rafael e Fábio, Wellington Silva.

Mas nem tudo é culpa exclusiva da legislação, os clubes têm pecado muitas vezes por incompetência ou até omissão, atrasando salários, depósitos de FGTS, o que acaba por facilitar a desvinculação dos atletas.

No Fluminense, aconteceram os casos do Arouca, que não teve seu contrato renovado em tempo hábil de evitar a assinatura de um pré-contrato com outra agremiação, antiética é claro, mas isso não vem ao caso e Dalton, que acabou se desligando pelo atraso em alguns meses do depósito do FGTS. Marinho também foi perdido para o Internacional depois de imbróglio mau explicado.

Algumas vezes a situação se complica ainda mais para o lado dos clubes, que no afã de melhorar o desempenho de suas equipes acabam firmando contratos de parcerias com empresas ou grupo de empresários gananciosos, alguns até sem nenhuma ética.

Nesse quesito, o nosso querido Fluminense está sendo vítima de mais uma negociação desastrada: a parceria com a Traffic.

Esse esperto "parceiro", que visa apenas o seu lucro sem dar a mínima bola se leva ou não a sua contraparte à banca rota, desde que chegou, em troca de muito pouco, se assenhoreou da maior parte dos direitos federativos de vários atletas. Os alvos principais foram os que já tinham galgado a equipe principal: Alan, Dalton Digão e Maicon e Tartá.

O resultado é sobejamente conhecido. Maicon foi negociado por uma quantia equivalente à metade do que estabelecia sua multa rescisória, Dalton saiu de graça, talvez por falha do próprio clube.

Digão, aparentemente foi salvo das especulações pelas constantes contusões e Tartá, por ter recusado que seus direitos federativos fossem vinculados a empresários. Tal atitude, porém, culminou com um boicote absurdo a ponto de ser emprestado ao Atlético Paranaense. A Torcida Tricolor espera que Muricy, com sua independência, olhe com carinho para esse atleta, que sob sua orientação terá tudo para voltar a se destacar no elenco tricolor.

Agora a bola da vez é o Alan, que poderá trocar o Fluminense pelo poderoso Red Bull Salzburg. A matéria de Rodrigo Viga, abaixo transcrita do site Terra, dá uma noção exata dos meandros sombrios dessa negociação.

Aos tricolores, só resta esperar que alguém com mais escrúpulos oriente melhor o jovem atleta para que ele não acabe entrando numa fria.

Terra.com.br
Dirigente do Fluminense acha difícil a permanência de Alan
04 de agosto de 2010 • 18h02 • atualizado às 19h04
Rodrigo Viga
Direto do Rio de Janeiro

O atacante Alan está com os dias contados no Fluminense, segundo o vice-presidente de futebol do clube, Alcides Antunes.
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O jogador deve ser negociado com exterior, de acordo com o dirigente: "está difícil de segurar e o jogador quer ir embora", afirmou.
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O jovem atleta tem direitos retalhados entre a Traffic e um grupo de empresários, entre eles o apresentador Ratinho. Segundo Alcides Antunes, isso dificulta a sua permanência. "O Fluminense não tem direito nenhum", declarou.
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O Red Bull, da Áustria, pode ser o destino do atacante. O clube tricolor já procura opções no mercado para substituí-lo.

O blog do Tricolor Verdadeiro conclama os sócios tricolores de coração para que façam uma reflexão sobre o assunto e prefiram os candidatos que tenham em sua plataforma o encerramento da parceria nefasta com a Traffic, essa erva daninha que assola as Laranjeiras, antes que novas revelações, como o jovem Fernando Bob, deixem o clube prematuramente.

FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Fluminense 2 x 1 Vitória. Esse ano o G-4 é barbada!

................................ Outra vez Alan.

Mais um jogo, mais uma vitória. Dessa vez, a apresentação não foi tão boa, mas o que valeu mesmo foi a manutenção da invencibilidade em casa.

O jogo começou tranquilo, com o Fluminense pressionando a defesa baiana. O gol aos 20 minutos dava a impressão de que veríamos a repetição dos 4 x 0 do campeonato passado.

Longe disso, os gols perdidos na etapa inicial fizeram falta e quase que a vaca vai para o brejo, quando Jonas empatou a seis minutos do fim. Sorte que Alan uma vez mais salvou a pátria tricolor logo depois.

Euforia à parte com a exibição de gala do Conca, as boas avançadas de Mariano e Carlinhos, a firmeza do Diguinho e o oportunismo de Fred e Alan, o fato é que a equipe ainda possui alguns pontos fracos, que precisam ser melhorados sob pena de dissabores futuros. Citá-los não seria o caso, pois além de sobejamente conhecidos, afinal de contas a vitória veio mais uma vez.

Outra preocupação que deve estar afligindo as mentes tricolores é a “síndrome do bandeirinha míope”, uma vez mais presente no Maracanã e anulando uma jogada cristalina do ataque tricolor, na qual as chances de Fred converter eram quase que totais.

“Miopia” é apenas uma hipótese porque o gol de Rodriguinho contra o Corinthians, anulado sob a alegação de impedimento com o atacante a mais de dois metros atrás do último zagueiro, deixa todos com a pulga atrás da orelha.

Olho vivo, não devemos nos esquecer dos detalhes, sob pena de termos a repetição do ocorrido em 2005.

Outro fato que a tricolada precisa estar atenta é que a mídia começa a anunciar o interesse de clubes portugueses no craque Alan e que negociações com a Traffic já estariam em andamento.
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Vejam bem o resultado dessa parceria de mão única: já foi o Maicon, pela metade do valor da multa estipulada no contrato; agora começa o zum zum zum sobre o Alan; Dalton, segundo publicado, também já estaria sendo negociado com o Internacional pela “parceira”.

Por essas e outras é que devemos abominar essa parceria fajuta: FORA TRAFFIC!
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Atlético Mineiro 1 x 3 Fluminense. Esse é o Fluzão!

Olhem do que o Grêmio se livrou. (crédito das fotos: terra.com.br)

Nem o susto relâmpago foi capaz de desequilibrar a equipe tricolor. Depois do vacilo inicial, o Fluminense manteve a mesma postura dos jogos anteriores e passou a pressionar o Atlético em seu próprio campo.

A rigor o Atlético Mineiro ameaçou de fato apenas mais uma vez e a prova disso é que Rafael praticamente não teve trabalho algum no decorrer de todo o primeiro tempo.

Fred perdeu duas boas chances... Ah se ele já estivesse na plenitude da forma! Na verdade, o Fluminense jogava bem, mas não conseguia criar oportunidades cristalinas para o empate.

Veio o intervalo e aí é que se pôde notar o dedo de um técnico de ponta, que sabe ler o jogo e com uma simples mexida alterar o panorama de uma partida.

Entrou com Alan e sacou Rodriguinho, que dessa vez não estava tão brilhante como nas anteriores.

A pressão aumentou e bastaram vinte minutos para que a virada acontecesse.
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Apesar da vantagem, o Fluminense não esmoreceu, continuou a pressão e só não ampliou graças à boa atuação do goleiro Marcelo e ao fato do Fred ainda estar carecendo de um melhor preparo físico.
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Nos minutos finais o Atlético partiu para uma pressão kamikaze e por pouco não chegou ao empate numa bola incrível perdida por Tardelli.

O time mineiro pagou pela ousadia e levou o golpe final com o gol de Fred, numa pintura de tabela realizada com Alan, após contra ataque fulminante.
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Muricy fez ainda duas alterações, entrando com Júlio César no lugar do extenuado Marquinho e Digão no finalzinho, só pra ganhar o bicho.
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Nosso técnico na realidade parece estar tirando leite de pedras ao conseguir fazer com que jogadores normais joguem como autênticos craques e começa a encorpar o time, como observou o Fred ao final do jogo.
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Com o fortalecimento do elenco quando contar com as novas contratações ora em andamento, o Fluminense passa a ser um candidato real à conquista do título. Aleluia!
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Ave Muricy e DÁ-LHE FLUZÃO!

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Dá-lhe Conca!
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(crédito da foto:globoesporte.com)

Contra o Atlético Mineiro, Conca completou o 150º jogo defendendo as cores do Fluminense.
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Merece destaque o comportamento do craque argentino que soube incorporar em suas veias o espírito de verdadeiro tricolor.
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Ainda bem que o Maradona anda um tanto míope e o deixou por aqui para delírio da galera tricolor.
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Obrigado Conca. Pela raça, fidelidade e principalmente pela técnica inigualável.
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quinta-feira, 18 de março de 2010

Uberaba 0 x 2 Fluminense. E rumo às oitavas.

Alan, com dois gols, voltou a ser o nome do jogo

Os dois gols de diferença garantiram o Fluminense na próxima fase da Copa do Brasil. Alan foi o destaque, com dois gols típicos de centro-avante. O segundo, aliás, uma pintura, bem parecido com o de Fred contra o Botafogo, após passe preciso de Mariano em jogada que deixou o defensor mineiro esparramado no chão.

Valeu para resgatar a confiança de mais uma revelação tricolor, ultimamente ofuscada pela perda do penalti decisivo na Taça Guanabara e pela ascensão meteórica de Wellington Silva.

Nesse particular, vale refrescar a memória dos tricolores em geral, inclusive da Comissão Técnica, para o fato de que Alan participara em várias oportunidades da brilhante arrancada do ano passado, tendo feito gols importantíssimos contra Avaí, Corinthians, Santo André e Vitória, sem os quais estaríamos amargando a segundona.

Quanto ao Wellington Silva, melhor mesmo será resguardá-lo e ir lançando-o no decorrer das partidas até se acostumar à condição de titular. Começando os jogos, seu rendimento cai bastante.

Com o estádio praticamente lotado, o Uberaba começou melhor a partida, pressionando com jogadas pela esquerda de seu ataque e com chutes perigosos de fora da área. O gol só não saiu graças à excelente atuação de Rafael, defendendo dois fortes arremates, o primeiro logo aos quatro minutos de jogo.

O Fluminense se defendia e os constantes avanços do Uberaba sobre o setor de Mariano dificultavam a saída do ala tricolor, de modo que os contra-ataques não surtiam efeito.

O susto maior aconteceu aos 22 minutos, quando Thiago, cobrando falta cometida por Diguinho na entrada da área, acertou o travessão, com Rafael completamente batido. Em seguida, mais uma chance desperdiçada num ataque pela direita, concluído por cima da baliza.

O Fluminense começou a acordar quando passou a atacar também com Mariano, além das tabelas pelo meio com Fred, Conca e Alan. Numa delas, Alan teve a primeira grande chance, mas chutou à esquerda do goleiro.
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Aos 29 minutos, porém, Fred conseguiu se livrar da marcação e serviu Alan na entrada da área, que partiu como um raio e finalizou com êxito, mesmo tendo sofrido falta na jogada.

A partir daí, o Fluminense passou a controlar a posse de bola até com certa tranquilidade e ainda teve outra oportunidade para marcar com Mariano que, ao receber um ótimo lançamento de Dalton, completou para a defesa do goleiro adversário.

Na segunda etapa, o Fluminense entrou ligado e não permitiu a correria mineira. E logo aos quatro minutos sacramentou a classificação com um golaço de Alan. Mariano fez a jogada, deixando um adversário estatelado no chão com um drible seco e cruzando na medida para Alan completar com um voleio de quem sabe.

O Uberaba bem que tentou o golzinho salvador que garantiria a segunda partida, mas a defesa tricolor dessa vez bem postada evitou que Rafael sofresse mais sustos. Aos poucos os mineiros foram esmorecendo e foi o Fluminense que teve mais chances para marcar.

O destaque negativo foi a contusão de Fred, ao que parece no mesmo local da anterior. Aliás, o fato do elenco vir sofrendo baixas seguidas deveria ser analisado com mais profundidade pela Comissão Técnica. Seriam treinos e exercícios físicos demais? Afinal, esse mesmo elenco batalhou em duas frentes com jogos desgastantes aos domingos e quartas-feiras, sem tempo para treinar e conseguiu a arrancada sensacional há pouco mais de três meses.

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Dalton descarta seguir passos de Maicon e Wellington e diz seguir no Fluminense
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Em reportagem de Diogo Dantas no terra.com, Dalton afirma o desejo de marcar sua presença no Fluminense antes de deixar o clube.

"Todo mundo sonha em jogar na Europa, mas estou satisfeito aqui. Espero ficar bastante tempo no Fluminense, conquistar um título e dar alegrias ao torcedor. Penso no momento, e agora estou jogando e feliz", disse a jovem revelação.

Difícil vai ser o Dalton conseguir conter a ganância de J. Hawilla e sua trupe e também a passividade dos dirigentes tricolores.

Tricolores do céu e da terra, unan-se nessa empreitada: FORA TRAFFIC!


E DÁ-LHE FLUZÃO!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Fluminense 2 x 1 Cerro Porteño. Mais uma epopeia, mais uma final!

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Dessa vez foi na garra. O cansaço e o estresse pelas seguidas batalhas decisivas, onde a vitória é o único resultado a conquistar, contribuíram para que a apresentação não fosse tão brilhante como nas vezes anteriores. Até o Fred perdeu gols que não costuma perder.
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Perdemos Digão para o restante do temporada e talvez o Maicon. Alan tem plenas condições de refazer a dupla com o Fred, haja vista a vitória sobre o Santo André. Para substituir Digão, a tarefa não será tão fácil. Cuca vai ter mesmo que esquentar a "cuca" para achar uma solução que funcione. Que não promova a volta dos medalhões, porque mal ou bem tenham dado sua contribuição, hoje não mais reúnem condições físicas para manter o ritmo imposto pelo atual Fluminense.
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Quanto à exibição, quando faltou a técnica, entrou a garra. E que garra! Todos foram verdadeiros leões contra uma equipe selvagem, que mais parecia um bando de bárbaros, mas inegavelmente bem postada em campo. Espero que a minúscula parcela da torcida paraguaia presente ao estádio tenha refletido e assimilado os dizeres da faixa que afirmava que "aqui não jogamos pedras e sim jogamos futebol". Realmente o Cerro Porteño também pratica o futebol, só que associado a outros esportes, arremesso de martelo, caratê, judo, capoeira, boxe...
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Time guerreiro esse novo Fluzão. A classificação foi mais que merecida. Agora é só aguardar as finais para comemorarmos mais um título internacional.
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A maioria da torcida deu clara demonstração que prefere a LDU. Considerando o desgaste que seria uma viagem a Quito, vou torcer pelo time uruguaio, que também será um adversário difícil, mas exigirá uma viagem bem menos cansativa.
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Antes, porém, teremos que voltar nossas baterias para o Campeonato Brasileiro. Domingo, outra pedreira.
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A equipe do Sport não deixa nada a dever às demais e foi rebaixada por detalhes que podem acontecer a qualquer um. O problema é que com a celeuma criada pelo troglodita presidente do Palmeiras, os pernambucanos deduziram erroneamente que a incrível falha da arbitragem em seu jogo com o porco tinha como objetivo beneficiar o Fluminense. Raciocínio torto, mas que certamente tornará o clima da partida mais tenso e consequentemente com maiores dificuldades.
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Paciência, a guerreira equipe tricolor terá mais esse obstáculo a suplantar.
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E será que Urrutia terá finalmente sua chance de jogar pelo menos um tempo?
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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Washington Day
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Se você ainda quiser colaborar com o atleta, deposite qualquer importância na conta aberta em seu nome Washington Cesar dos Santos. Banco: Bradesco, Agência: 0447-2; Conta Poupança: 1006424-4.
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(créditodas fotos do painel: lancenet.com.br - Paulo Sergio e terra.com.br - EFE)
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sábado, 10 de outubro de 2009

Santo André 1 x 2 Fluminense. Ainda respiramos!

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Com esforço, dedicação e a união de todos a reversão ainda é possível. (crédito da foto: globoesporte.com)
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Ufa! Finalmente veio a vitória tão esperada. E veio justamente como seria de se esperar, com a volta de Fred e uma simples modificação no meio do campo, apontada como solução para a equipe não só por esse blog, mas também por quase a unanimidade dos tricolores e a maioria dos cronistas desportivos.
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Há muito era latente a fraqueza de um meio campo formado ora por Fabinho, ora por Diguinho ou mesmo Marquinho. Isso sem falar na época das trevas em que éramos obrigados a aguentar Jailton, Wellington Monteiro, Leandro Bonfim e outros.
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A presença de Équi González, mesmo ainda fora de sua melhor forma e adaptação, última justificativa inventada pelo Cuca para não escalar os reforços estrangeiros, deu mais consistência ao setor. A bola passou a ser melhor trabalhada e com a compactação não sofremos tantos sustos como nas outras vezes. Conca teve mais liberdade e não se esfalfou tanto como nos jogos anteriores.
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Preocupante o fato dessa modificação ter sido feita devida ao acaso, mais precisamente ao terceiro amarelo recebido pelo Diguinho, de modo que existe o temor do técnico voltar a escalar o seu pupilo no jogo contra o Internacional.
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O sufoco imposto pelo Santo André na parte final da partida deve servir de reforço para que o Cuca vislumbre que com o meio de campo que até aqui vinha sendo escalado, a reação será impossível.
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Com o reforço do Urrutia, cuja entrada terá que acontecer mais cedo ou mais tarde, o Fluminense passará a dispor novamente de um meio campo ao nível dos melhores do país.
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E o Fred? Movimentou-se bem, fez algumas boas jogadas e, é claro, não tremeu na hora do penalti e marcou com categoria, mesmo após longa inatividade. Sua simples presença em campo já intimida os adversários, haja vista o excessivo número de faltas que recebeu. Daqui pra frente a melhora deve ser contínua para desprazer da cretina mídia anti-Fluminense.
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O jogo serviu para mostrar que a equipe do Fluminense não fica nada a dever a muitos dos participantes do campeonato e que com a escalação certa e a garra demonstrada, embora muito difícil, a obtenção de sete ou oito vitórias ainda é uma missão possível de ser obtida.
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Vai depender de vários fatores, como a inspiração do Cuca, o empenho dos jogadores e o apoio incondicional da Torcida Tricolor.
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Portanto, amigos, não devemos esmorecer e domingo comparecer ao Maracanã para mais uma vitória contra um adversário bem armado como o Internacional.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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Maicon sai do banco, faz dois gols e coloca o Brasil na semifinal do Mundial
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...............................................................(crédito da foto: lancenet.com)
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Notícia alviçareira e ao mesmo tempo preocupante.

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Na ocasião em que os tricolores se regozijam pelo fato do Maicon ter sido o nome do jogo contra a Alemanha em mais um "campeonato mundial para empresários", fica o receio de que a Traffic, parceira madastra do Fluminense, comece a se movimentar com o objetivo de sua venda, como sempre, sem nenhum benefício para o clube.
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Abram bem os olhos, dirigentes tricolores e em especial o Branco, para não permitir que esses empresários espertos continuem a dilapidar o patrimônio tricolor.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Fluminense 3 x 2 Avaí. A chama permanece acesa.

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..... Atenção Cuca: Deixe o Kiesa quieto
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Vitória difícil, suada, mas divina. E de virada ainda melhor. Mais de vinte mil tricolores presenciaram o início da reação. A vitória também é deles.
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Era o que o time precisava para sair da pressão esmagadora. Talvez agora possa desenvolver seu futebol um pouco melhor e assim manter acesa aquela pequena chama no fim do túnel.
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Não que o Cuca num passe de mágica tenha encontrado a solução para todos os problemas, mas se refletir sobre o que aconteceu ontem talvez possa melhorar a postura da equipe.
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Alguns jogadores não possuem nível para envergar a camisa tricolor, outros estão nitidamente fora de forma e não conseguem dar sequência às jogadas. Caberá então a ele escolher as opções que se encaixarem melhor nesse momento caótico.
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Sob esse aspecto, o acaso tem ajudado algumas vezes. O terceiro amarelo recebido pelo Kiesa propiciou a entrada do Alan desde o início. Não que o Alan possa vir a ser o salvador da pátria. É ainda um jogador em formação, mas uma coisa é entrar no início, outra é entrar com o time perdendo e com a missão de virar o jogo. É querer muito de um atleta recém saído dos juniores.
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Embora continue em último lugar, o Fluminense diminuiu de três pontos a diferença de vários dos adversários que estão a sua frente. Hoje está a 5 pontos do Náutico, 4 do Santo André e Botafogo e 2 do Sport. Diferenças que podem ser tiradas nos 36 pontos a disputar.
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Uma análise fria desses clubes sinaliza que nenhum deles possui equipe superior a nossa, então o que deve decidir a classificação final será a vontade de vencer, a garra, o empenho e, é claro, alguns lampejos.
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Assim, o apoio da torcida continuará a ser fundamental e contar para que o Fred volte em breve com aquele seu velho faro de gol. A missão é difícil, mas não impossível.
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Sobre o jogo em si, os sobressaltos de sempre. Zaga batendo cabeça, dando muito espaço para os atacantes adversários. Laterais dispersivos e meio campo um tanto atabalhoado.
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Paulo César visivelmente fora de forma deve parar um pouco e só voltar quando estiver condicionado adequadamente. E mesmo assim, na esquerda não dá. O homem é destro e tem sido escalado na esquerda em memória a sua passagem anterior pelas Laranjeiras, quando arrebentou nessa posição. Só que naquela época tinha vinte e dois ou vinte e três anos, hoje passado dos trinta é uma temeridade.
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Domingo não teremos o Gum. Uma benção. Em compensação volta o Cássio. Que dureza! Torço para que o Brasil seja eliminado logo no Mundial dos Empresários para o retorno do Dalton.
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Diguinho e Ruy lutaram como leões, mas ainda estão longe das fases anteriores no Botafogo e Grêmio. Mas a correria de peladeiros valeu.
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Urrutia fez um bom primeiro tempo. Depois se perdeu. Sentiu a falta de um volante com quem pudesse dialogar. Fábio Santos tinha tudo para ser esse companheiro, mas desde a sua chegada não demonstrou a mínima vontade de lutar pelo Fluminense. E acertadamente teve seu contrato rescindido. Uma pena, mas o Fluminense não pode ficar a mercê de estrelismos. Estrela é o Fluminense, o resto por melhor que seja, é coadjuvante.
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Por falar em rescisão, a diretoria poderia também rescindir com Leandro Amaral, o chinelinho mais caro da história. Certamente o dinheiro de seu salário e mais o do Fábio Santos poderia minorar os atrasos de pagamentos daqueles que ainda lutam pelas cores tricolores.
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Marquinho fez em campo exatamente o que dele se esperava, ou seja nada de útil.. Apareceu apenas na oportunidade em que perdeu a chance de abrir a contagem, desperdiçando passe de Conca.
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Fábio Neves finalmente teve sua oportunidade e não se omitiu. Fez uma bela jogada no primeiro gol e concluiu de primeira o passe açucarado do Conca no segundo. Depois andou um tanto sumido, coisa normal para uma estreia.
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Contra o Alianza não poderá jogar. Talvez esteja mais do que na hora do Cuca pensar em outra alternativa que não seja o Marquinho. Tartá, se estiver inscrito, poderia ser a bola da vez.
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E Conca, de novo o dono da raça e da classe remanescente da equipe mágica da Libertadores. Pena que ainda seja uma única andorinha.
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Rafael também esteve bem e começa a dar esperanças à Torcida Tricolor de que o time tenha agora um goleiro classe A. Tomara continue assim.
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E apesar da mídia sem vergonha o Fluminense continua vivo.
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É isso aí gente. Domingo toparemos com o urubu. O Fluminense precisará da união de todos para vencer mais esse obstáculo. Vamos dividir o Maraca .
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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