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domingo, 19 de junho de 2016

Fluminense 1 x 0 Corinthians. Vitória afinal!




Mesmo com poucos atacantes a camisa tricolor impõe respeito! (fotos: Mailson Santana / LANCE!Press)

Levir aos poucos vai melhorando a compactação e o time adquirindo a consistência que havia perdido nesses três anos e pouco de trevas táticas.

A apresentação contra o Corinthians, ainda que carente da presença de Tite na boca do túnel, serviu como um sopro de esperança de que dias melhores virão.

Dessa vez a defesa não falhou de forma bisonha, alguns vacilos é verdade, normais em qualquer equipe.

E aí bastou o ataque marcar, a despeito da dificuldade, para a vitória ser alcançada.

Nosso treinador demonstra que tem condições de evitar o pesadelo do rebaixamento até com certa tranquilidade, mas a partir daí querer que ele consiga o penta ou até uma vaga na Libertadores é pedir demais.

O elenco tem carências absurdas e se não forem sanadas em tempo hábil as chances de sucesso nessa temporada serão mínimas.

Precisamos de um atacante capaz de driblar para desequilibrar defesas bem postadas e com arremates precisos, um meia que encorpe o meio de campo para auxiliar o Gustavo Scarpa, embora com potencial, ainda verde para ser o protagonista mor de nossas jogadas de ataque.

E, finalmente, um lateral esquerdo, por ser inconcebível que a improvisação seja mantida até o final do ano.

É fato que ficamos mal-acostumados com as presenças de Conca, Deco, Thiago Neves, Emerson, Wellington Nem, Fred, Jean, Sobis, Wagner, Mariano e tantos outros, época em que as vitórias eram quase que uma constante.

Os dirigentes, tanto da diretoria atual como das anteriores, têm tentado sanar o problema, apesar de até agora não demonstrarem o mínimo de conhecimento para tal.

E a cada contratação espúria e lembrem que já foram quase duas dezenas, o que se vê é o desperdício dos recursos do clube.

A impressão que passam é que se limitam a avaliar os oferecimentos dos vários empresários oportunistas.

Agora mesmo as notícias veiculadas na mídia citam o interesse em jogadores ultrapassados, medalhões em vias de se aposentar e algumas tentativas com estrangeiros de negociações difíceis e futebol apenas regular.

Para arriscar com essa turma de mais de trinta, talvez fosse mais coerente tentar trazer alguém que já tenha demonstrado qualidade dentro do nosso próprio clube: Thiago Neves, Wellington Nem, Maicon Bolt são exemplos.  

Li que o Shaktar estaria interessado no Robert. Por que não aproveitar a oportunidade e propor uma troca com o Nem até o fim do ano?

Oportunidades existem, basta ter criatividade, dom inexistente naqueles que até agora têm definido as contratações.

Mas, apesar das mazelas, o que interessa mesmo é que vencemos o Corinthians de maneira convincente. O que nos dá esperança de um bom jogo amanhã.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 8ª RODADA

Fluminense 1 x 0 Corinthians

Local: Estádio Mané Garrincha, Brasília, DF; Data: 16/06/2016
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Guilherme Camilo (Fifa-MG) e Pablo A. da Costa (MG)
Gol: Cícero, aos 17' da etapa final
Cartões amarelos: Douglas e Maranhão

Fluminense: Cavalieri; Jonathan, Gum, Henrique e Wellington Silva; Edson, Douglas, Cícero e Scarpa (Osvaldo, 28'/2ºT); Marcos Júnior (Maranhão, intervalo) e Richarlison (Magno Alves, 18/2ºT). Técnico: Levir Culpi

Corinthians: Walter (Cássio, intervalo); Fagner, Balbuena, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Elias (Rodriguinho, 31'/1ºT), Giovanni Augusto, Guilherme (Camacho, 20'/2ºT) e Marquinhos Gabriel; Luciano. Técnico: Fábio Carille
 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Fluminense 1 x 0 Corinthians. Libertadores, o Fluzão voltou!

Fred, decisivo outra vez.    (foto: Terra / Photocamera / Dhavid Normando).

Domingo perfeito. Quarta vitória consecutiva e distância dos demais concorrentes diminuída de forma significativa.
Com o apoio da torcida mágica, o Tricolor cresce e pode superar qualquer adversário. E ontem o sinergismo transformou o Fluzão, que não tomou conhecimento do líder, massacrando-o num primeiro tempo exuberante, apesar do placar minguado.
A presença ainda poderia ter sido maior se dois setores nobres do campo fossem disponibilizados.
Confesso que quando vi a escalação do trio de arbitragem, capitaneado pelo gaúcho Leandro Pedro Vuarden, árbitro que já havia demonstrado ter certa aversão ao Fluzão em outras ocasiões, temi pelo pior.
Temor que se dissipou já aos 9 minutos de jogo, quando Fred com um passe magistral colocou Ciro na cara do gol.  Tivesse ele rolado a bola para o Lanzini, livre de marcação, a chance de gol seria infinitamente maior.
 Aos 12 minutos, Chicão safou o Corinthians ao tirar de cima da linha a bola chutada por Ciro, após boa jogada em que driblou até o goleiro e, aos 17, foi a vez de Julio Cesar livrar o primeiro gol ao defender chute forte de Fred.
A pressão continuou intensa até que finalmente o gol saiu aos 21 minutos, com Fred cobrando falta que desviou na barreira e entrou mansamente.
A partir daí, o Fluminense diminuiu o ritmo, mas continuou controlando as ações, tanto que o Corinthians praticamente não ameaçou. A rigor mesmo, só um chute de William para fora. A tranquilidade de Cavalieri foi tanta, que deveria ter sido obrigado a pagar ingresso.
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O segundo tempo foi mais nervoso. O recuo excessivo deu alento ao Corinthians, que tentou partir para o ataque, mas esbarrou num sólido sistema defensivo. Perigo mesmo só em duas oportunidades: aos 21 minutos num chute de Jorge Henrique, que passou perto e no abafa do último lance, quando Paulo André cabeceou por cima do travessão.
A tática deu certo, mas ficou perigosa quando Fred, Lanzini e Ciro cansaram e os contra ataques sumiram. A entrada de Martinuccio deu novo gás e não fosse um impedimento mal marcado, a chance do segundo seria real porque o atacante só tinha pela frente o goleiro Julio Cesar.
Fred voltou a ser fundamental para a vitória. Correu, marcou, deu passes precisos e ainda fez o gol da vitória. Pena que ainda não esteja na plenitude da forma física.
A defesa também esteve bem. Leandro Euzébio não deu chances a Liedson, que não conseguiu um arremate sequer.
Vualden continuou aprontando, dessa vez com cartões em demasia para os tricolores. Na falta que originou o gol, a falta de Alex foi semelhante a que Mariano havia feito e tomado cartão. Para o corintiano, nada. Coisas de gaúcho recalcado.
Ao final, a choradeira dos perdedores, reclamando que o time jogou mal, Tite alegando cansaço, tudo na tentativa de encobrir o que realmente aconteceu: o Fluminense foi muito superior e não deu chances a eles.
Libertadores, cada vez mais palpável. Se continuar crescendo, quem sabe o Fluzão não chega ao título.
E DÁ-LHE FLUZÃO!

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Força Super Ézio!

A Torcida Tricolor ora e torce por você, principalmente aqueles que se deliciaram com os seus mais de cem gols. Dá-lhe Super Ézio!