segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Fluminense 2 x 2 São Paulo. Não era o dia!

Ontem decididamente não era o dia. Uma série de equívocos acabou por fazer com que o Fluminense perdesse dois pontos daqueles que não se pode perder.

A bem da verdade o problema começou a se desenhar na quarta-feira, quando o Emerson levou aquele cartão bobo contra o Goiás quando o Fluminense já vencia por 2 a 0.

A situação piorou quando Muricy resolveu escalar o time com apenas um atacante.

A princípio a ideia não assustou, talvez porque tenha sido ensaiada em Goiânia com a entrada do Marquinho no lugar do suspenso Emerson.

Terrificou mesmo quando o placar do Maracanã anunciou a escalação do Belletti. Na parte das arquibancadas brancas onde me encontrava o ceticismo foi geral. Baixou o astral da galera, ciente de que o atleta ainda não reúne a mínima condição física para enfrentar um jogo no Maracanã e que provavelmente poderia fazer outra lambança como já havia feito no jogo contra o Botafogo.

E bastaram pouco mais de vinte minutos para Belletti começar a se arrastar em campo, até fazer a falta na entrada da área bem ao estilo para Rogério Ceni empatar.

Mas como desgraça pouca é bobagem, logo depois Fernando Henrique saiu do gol como se estivesse caçando borboleta e fez ressurgir a famigerada “mão de alface”.

Depois do jogo tentou se justificar dizendo que é “melhor falhar tentando do que se omitir” ou algo parecido, mas o fato é que a bola estava muito mais pra ele do que para o Fernandão. Falha grosseira e inadmissível para goleiro de time que pretende ser campeão.

No intervalo, Muricy desfez a lambança na escalação substituindo Belletti por Rodriguinho e o que se viu foi um jogo completamente diferente. O Fluminense passou a encurralar o São Paulo e após desperdiçar algumas chances, conseguiu o empate e um penalti.

Aí a casa caiu de novo. A atitude do Washington ao colocar a bola debaixo do braço, como aqueles meninos donos das bolas que se escalam em todas as peladas do bairro, mostrou uma vez mais toda a sua soberba, do mesmo modo que já tinha mostrado contra o Botafogo numa semifinal de estadual.

Apesar da decepção, ouvi alguém falar: “só perde quem bate”, a quem respondi “só devia bater quem sabe”.

Surpreendeu-me a declaração do Muricy ao dizer que pelos treinamentos os batedores são Washington e Conca. No momento, aí entra a confiança. O Washington estava confiante e resolveu bater. (sic).
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Ora, o Conca também estava confiante, tanto que todos no estádio viram que ele tentou pegar a bola. Muricy só esqueceu de dizer que quando a confiança fosse mútua deveria bater quem tem mais classe.
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O mais intrigante é que Muricy afeito a frases de efeito, esqueceu da máxima do Didi: "treino é treino, jogo é jogo".
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Embora o treinamento seja indispensável, nas cobranças de penaltis decisivos é imprescindível que o atleta possua equilíbrio emocional, atributo que em ocasiões passadas o Washington já havia demonstrado não possuir, como nos jogos contra a LDU e Botafogo, citado anteriormente.
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E como o próprio Muricy não se cansa de dizer "a bola pune" e dessa vez puniu mesmo.
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O treinador também evitou criticar Belletti: _ "Não falo sobre ninguém individualmente. Pode ser que eu tenha errado na escalação, mas não o jogador”.
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É isso, caro Muricy, os atletas não tem culpa, quem escala é você e dessa vez você errou feio, mas tem crédito, muito crédito.

E numa tarde de muitas lambanças o fato do time sair de campo sem ser derrotado é um bom augúrio de que com Muricy o título será do Fluminense.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Goiás 0 x 3 Fluminense. E continua o show!

Liderança absoluta, cada vez mais consistente e a cada rodada o Fluminense mostra que os adversários vão ter que ralar muito se quiserem ter alguma chance de brigar pelo título.
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Os idiotas da objetividade devem estar embasbacados com rápida adaptação do Deco. Sim, porque desde a confirmação de sua contratação, a Torcida Tricolor cansou de ouvir comentários céticos quanto ao seu acerto.
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“Como encaixar o Deco num time que está jogando certinho?”, “A entrada do Deco tornará o time mais vulnerável”, “Quem vai sair para a entrada do Deco?” e outras baboseiras do tipo eram ouvidas em praticamente todos os programas esportivos.
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Deco provou que craque joga em qualquer time e não precisa de meses para se adaptar. Brilhou em diversos lances, no centro na medida para Washington fazer o primeiro gol, no passe simples e objetivo para Mariano rolar para o gol do Emerson, no arremate com apenas dois toques que passou raspando a trave, além de drible e roubadas de bola. Sua aumentou o índice de acerto de passes contribuindo para diminuir essa deficiência crônica do Fluminense.
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Ainda assim o jogo não foi fácil, principalmente na primeira etapa quando o Goiás teve mais chances claras para marcar.
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A defesa andou batendo a cabeça e não fosse a imprecisão dos atacantes goianos, o final da jornada poderia não ter sido tão feliz.
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Muricy explicou que não poderia jogar com três zagueiros porque dois deles já estavam pendurados e essa deverá ser a tônica durante todo o campeonato, pois está faltando a categoria de um Thiago Silva, por exemplo.
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Acertou mais uma vez, preservou o André Luiz para a próxima rodada, mas talvez tenha que repensar a volta dos três zagueiros, a fim de evitar novos sustos.
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Pena o terceiro cartão, recebido de maneira boba pelo Emerson. Fará falta contra o São Paulo, principalmente porque o Fred está se tornando o “Ronaldo magro” das Laranjeiras ao ficar mais de fora do que de dentro do campo.
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Não senti nenhuma falta do Diguinho e vocês?Domingo, todos ao Maraca lotar todos os 45 mli lugares disponíveis.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Vasco 2 x 2 Fluminense. Jogão e público recorde.


Casa cheia com recorde absoluto do campeonato de 2010.
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O público de mais de 80.000 presentes mostra a pujança do futebol carioca, que com apenas um pouco de organização põe todo mundo para trás.
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Ao final das contas o empate acabou premiando as duas equipes. Pior para o Fluminense que não conseguiu traduzir no marcador a superioridade demonstrada no início do jogo.
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Aos poucos o Vasco foi se acertando e numa roubada de bola na defesa conseguiu armar um contra-ataque que acabou num passe primoroso de Carlos Alberto para Eder Luiz empatar.
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No início da segunda etapa outro passe preciso do meia proporcionou o segundo gol do Vasco. Incrível como o Fluminense deixa de ganhar jogos por obra de suas antigas revelações, deixadas escapar entre os dedos por uma diretoria pouco afeita à administração do clube.
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Enquanto isso, a Torcida Tricolor é obrigada a ver volantes medíocres perdendo bolas incríveis à “La Fabinho”, graças a Deus hoje bem longe das Laranjeiras.
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Felizmente a lambança dupla de Felipe e Zé Roberto colocou as coisas em seu devido lugar.
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Deco teve uma estréia discreta como esperado, tanto tempo que ficou sem jogar. Na plenitude de sua forma a chance de perder aquele gol seria praticamente nula.
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A providencial contusão de Diguinho acabou com as dúvidas de Muricy quanto o aproveitamento de Deco. Sai Diguinho, entra Deco. Simples assim, sem necessidade de alterar o sistema de jogo que vem dando certo.
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Com a volta do Fred e a manutenção do Deco, o Fluminense tem tudo para continuar na liderança do campeonato.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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Santos dá lição ao Fluminense (José Ilan)
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A Diretoria do Santos deu um exemplo que deveria ser seguido pelos grandes clubes do Brasil.
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Ao evitar a saída de Neymar provou que mesmo com a existência de uma legislação espúria, que serve apenas para beneficiar aproveitadores, a maioria sem a mínima preocupação com o bem estar futuro de atletas ainda em formação, é possível brecar as ações deletérias desses atravessadores que visam apenas o seu lucro pessoal em detrimento dos clubes e do futebol brasileiros.
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Foi um prazer imenso ver a “cara de pastel” do representante do jogador tentando convencer a todos que havia trabalhado em prol do Neymar. Tremendo “cara de pau”.
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Sobre o fato valeu o post do José Ilan, reproduzido a seguir, onde o jornalista traça um paralelo entre as atitudes opostas tomadas pelas diretorias do Santos e do Fluminense e culmina com “pêsames ao clube que envergonha seu passado e mata o próprio futuro”.
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Assunto para reflexão daqueles que realmente amam o Fluminense.
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SAUDAÇÕES TRICOLORES E FORA TRAFFIC!
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Globoesporte.com
Blog do Ilan
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Santos dá lição ao Fluminense
sex, 20/08/10
por ilan

O Santos segurou heroicamente o garoto Neymar. Deu um sonoro “não” para a montanha de dinheiro do poderoso Chelsea, e ofereceu ao seu jovem craque um aumento substancial. Quase ninguém esperava, mas ele topou. E assim, fez um bem a si próprio, ao clube, e ao futebol brasileiro.
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Já o Santos deu uma lição; deixou em maus lençóis clubes brasileiros que vendem de forma obscena promessas-adolescentes.
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O exemplo mais notório é o Fluminense. Entra ano, sai ano, o clube segue como um dos maiores formadores de talentos nas categorias de base. Mas pelos últimos tempos, poderia ser alvo de uma triste adaptação de um velho slogan do seu maior rival, Flamengo:
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Craque, o Fluminense faz em casa; e entrega baratinho depois.
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A coleção de bons jogadores vendidos precocemente pelo tricolor carioca, seguramente não tem paralelo no Brasil: Os gêmeos do Manchester Rafael e Fábio, Rodolpho, Marcelo, Carlos Alberto, Roger, Arouca, Diego Souza, só pra citar alguns; e mais recentemente Maicon e Alan. Alguns podem argumentar: “Mas o clube fez caixa, precisou vender para sustentar seu futebol, blá, blá, blá…” Como se o Flu não fosse um dos maiores importadores de medalhões sobrevalorizados do país; como se não contratasse quase sempre “grifes” a peso de ouro, independentemente de estarem em boa forma. Tudo isso, quase sempre, com péssimo custo-benefício. Basta ver quantos títulos o Flu conquistou nos últimos anos.
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E o clube das Laranjeiras, quase sempre, vende mal. Uma das poucas exceções talvez seja (eu disse talvez) o recém-negociado Welington Silva, que sai por R$ 10 milhões de Reais, vendido ao Arsenal inglês. No mais, em geral entrega suas jóias, ainda na base, nas mãos de sombrios empresários, que dão em troca benefícios duvidosíssimos ou parcos caraminguás. Em pouco tempo, um jogador que emplaque razoavelmente e vá para um clube europeu mediano, quintuplica o valor “investido” por um dos espertalhões que têm passe livre em Xerém e nas Laranjeiras.
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A desculpa sobre a constrangedora liberação gratuita de Alan, de que ele “não pertencia mais ao clube, os direitos já eram da empresa tal, que no começo do ano conseguiu (viu como são bonzinhos?!) a permanência de Conca no clube”, é facilmente derrubada por soluções que seriam simples, se houvesse interesse: O Fluminense (ou seu patrocinador) poderia ter aumentado dignamente o salário de Alan (que não aceitou o modesto reajuste proposto), ou lá atrás poderia ter investido recursos para acertadamente ficar com Conca; mas preferiu dar em troca de bandeja Alan, Maicon e Dalton para o grupo de empresários que “cederam” o argentino. Afinal, o clube precisava poupar para pagar os 10 milhões de Reais anuais que vai gastar com Deco. Bom negócio? Depende pra quem. Para o clube, péssimo.
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Esconder-se atrás dos bons resultados de momento e da liderança do brasileiro é fechar os olhos para um modelo equivocado e que compromete a sobrevivência do clube a longo prazo.
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Pois há pouco ouvi uma declaração que poderia soar demagoga, utópica, de candidato em campanha, se não tivesse saído da boca do presidente de fato e direito do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oliveira – que merece os parabéns, porque fez o que prega: “Aceito conversar com quem for sobre qualquer assunto. Menos sobre vender os jovens craques do Santos”.
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Parabéns pra ele por fazer viver o presente do Santos.
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Meus pêsames ao clube que envergonha seu passado e mata o próprio futuro.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Fluminense 3 x 0 Internacional. A caminho do Tri!

Em meio a festa, a Torcida Tricolor vibrou com a apresentação de Deco



Uma tarde de domingo tipicamente tricolor. Casa cheia, mais de 59.000 presentes, apresentação de Deco, festa da torcida e show de bola no Maracanã.

E como se não bastasse, o principal perseguidor foi derrotado, perdendo de um adversário que o Fluzão já havia vencido por 3 x 0.

A diferença para o segundo colocado agora é de quatro pontos. Poderia ser de dez, não fosse a arbitragem facciosa do jogo Corinthians x Fluminense.

Invicto há 11 jogos, com 10 vitórias em 14 rodadas, o Fluminense obtém o melhor rendimento em campeonatos brasileiros até agora.

Com a entrada do Deco e o retorno do Fred, o futuro poderá ser ainda melhor.

O jogo foi um passeio. O Fluminense não tomou conhecimento do time B do Internacional e sapecou-lhe um autêntico chocolate. Poderia de sido de mais se não arrefecesse o ímpeto após o terceiro gol e o Celso Roth não armasse uma retranca com duas linhas de quatro jogadores "para evitar o pior", conforme ele próprio declarou na coletiva.

Depois do susto aos nove minutos quando Andrezinho obrigou Fernando Henrique a fazer difícil defesa, o Internacional foi encurralado e praticamente nada mais produziu na primeira etapa. O domínio foi tão marcante que aos 22 minutos o placar já estava 2 x 0.

Na etapa final até que o Inter tentou reagir, mas o gol de Emerson aos 14 minutos pôs a pá de cal e obrigou o time gaucho a recuar para não levar uma goleada histórica.
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Tarde de gala, deu tudo certo para o Tricolor que continua célere em busca da conquista do título.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!

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Atenção Tricolores
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Não podemos deixar que a euforia das vitórias nos faça esquecer o perigo que ronda o futuro do Fluminense com essa "parceira" matreira e perigosa.

FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!
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(crédito da foto: Terra.com.br)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Grêmio 1 x 2 Fluminense. Tricolor firme na liderança.

Mariano, outra vez o nome do jogo.
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Cada dia que passa se solidifica o acerto da contratação de Muricy Ramalho. O Fluminense de hoje não teme jogar na casa do adversário e parte para o ataque como se estivesse em pleno Maracanã.

A Torcida Tricolor em boa hora deixou de ouvir aquelas declarações acovardadas do tipo: "iremos jogar com uma formação cautelosa", e que sempre acabavam em derrotas, mesmo quando se enfrentava equipes tecnicamente inferiores.

Muricy aos poucos vai colocando o Fluminense em seu lugar de clube vencedor. Seu discurso de atacar sempre está sendo assimilado pela equipe, que não se inibe mais fora de casa seja na Ressacada, Vila Belmiro ou Olímpico.

O jogo desse domingo foi mais tranquilo do que o mais otimista dos torcedores poderia esperar. O Fluminense não tomou conhecimento da crise em que o Grêmio estava metido e com marcação impecável e boa movimentação começou sufocando o adversário.
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A primeira chance surgiu antes do segundo minuto de jogo quando a zaga gaúcha salvou dois arremates seguidos de Emerson. Aos dezesseis, porém, o goleiro Marcelo Grohe nada pode fazer quando na falta cobrada por Mariano a bola desviou num defensor e morreu no fundo de suas redes.
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Ao contrário do que ocorria no passado, o Fluminense não recuou e chegou ao segundo gol dois minutos após, num contra ataque rápido, quando Emerson recebeu em velocidade, passou por William Magrão, driblou o arqueiro gremista e tocou para a meta vazia.

O domínio continuou praticamente durante toda a primeira etapa. A rigor o Grêmio só teve duas chances claras, a primeira com Maylson, que livre pela direita chutou forte com Fernando Henrique desviando para escanteio não marcado pelo árbitro. A outra com André Lima, que da marca do penalti, não aproveitou a sobra de bola e chutou em cima de FH.

No segundo período, com a contusão de Emerson e a expulsão injusta do Fernando Bob, as coisas se complicaram um pouco.

Com um homem a mais, o Grêmio jogou-se ao ataque e tentou pressionar de todas as maneiras, mas esbarrava na sólida defesa tricolor, a essa altura recomposta por Muricy, substituindo Rodriguinho por Marquinho.

André Lima conseguiu marcar aos 43 minutos, mas a vitória já estava garantida. Washington ainda chutou uma bola na trave após um contra ataque típico desse novo e forte Fluminense.

Amanhã teremos a apresentação do Deco, que quando estiver em forma tornará o time mais forte ainda.

De um modo geral, a equipe jogou bem e embora não tenha havido destaques negativos, alguns se sobressaíram, como Mariano, Emerson e Conca, além de Fernando Henrique nas vezes em que foi chamado a intervir.

É o Fluzão célere em busca do título de campeão!

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A cara de pau do Alcides
Ao se referir a saída do Alan, Alcides Antunes declarou que o Fluminense não vendeu o Alan para fazer caixa, pois não ganhou nada com isso. Declarou ainda que "o clube fez tudo o que era possível para manter o jogador, mas que essa decisão não cabia ao Fluminense, já que o Tricolor não tinha nenhuma participação nos direitos federativos do atleta (75% da Traffic e 25% de uma empresa ligada ao apresentador Carlos Massa, o Ratinho)".

No entanto, esqueceu-se de dizer como que a totalidade dos direitos federativos do atleta passou às mãos desses especuladores gananciosos. Fica devendo a resposta à imensa Torcida Tricolor, indignada com mais essa peça pregada pela "parceira indigesta".

FORA TRAFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!

(crédito da foto: Terra.com.br)


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Alan praticamente de malas prontas!

Alan deve ser o próximo a ser seduzido e sumir no ostracismo

Malas prontas... E pasmem... para a Áustria, país frio, de idioma complicado, costumes diferentes e futebol sem tradição.

Mais uma promessa que será perdida, vítima de uma lei espúria, idealizada por espertos e aproveitadores e aprovada por políticos acéfalos em termos de futebol.

Alguns apostam que a maioria deles não consegue distinguir uma bola de vôlei de uma de futebol, quanto mais entender dos meandros inerentes à preparação de atletas de alto nível.
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Certamente desconhecem os procedimentos adotados desde as famosas "peneiras" até a formação de um craque completo. As despesas com infra-estrutura, alimentação, assistência médica sequer foram levadas em consideração quando ou doutos deputados e senadores criaram a esdrúxula "Lei Pelé", que terminou com o vínculo dos jogadores com os clubes, mas permitiu sua escravização a empresas ou grupos de empresários, cujo único objetivo é o aumento de suas contas bancárias em detrimento dos clubes, que afinal de contas são o s únicos responsáveis pelos investimentos na formação desses atletas.

Vários deles nem chegam a se firmar na equipe principal. Alguns saem tão rapidamente que a maioria dos torcedores nem sabe que passaram pelas divisões de base do clube. É o caso de Thiago Silva, que só virou ídolo após o seu retorno ao clube. Até hoje, muita gente pensa que ele foi revelado pelo Juventude.

Tal lei é tão mal intencionada que achincalha até o contrato jurídico ao estabelecer multas rescisórias em função dos salários recebidos pelos atletas da base, o que acaba sempre resultando em valores ridículos, devido à impossibilidade de se contemplar com altos salários as centenas de jovens candidatos a estrelas, dos quais apenas alguns poucos confirmam sua habilidade nas categorias profissionais.

O Fluminense, por exemplo, já perdeu inúmeros craques sem a justa compensação financeira para os investimentos despendidos em sua formação. Aí estão Carlos Alberto, Rodolfo, Júnior César, Marcelo, Diego Souza, Arouca, os gêmeos Rafael e Fábio, Wellington Silva.

Mas nem tudo é culpa exclusiva da legislação, os clubes têm pecado muitas vezes por incompetência ou até omissão, atrasando salários, depósitos de FGTS, o que acaba por facilitar a desvinculação dos atletas.

No Fluminense, aconteceram os casos do Arouca, que não teve seu contrato renovado em tempo hábil de evitar a assinatura de um pré-contrato com outra agremiação, antiética é claro, mas isso não vem ao caso e Dalton, que acabou se desligando pelo atraso em alguns meses do depósito do FGTS. Marinho também foi perdido para o Internacional depois de imbróglio mau explicado.

Algumas vezes a situação se complica ainda mais para o lado dos clubes, que no afã de melhorar o desempenho de suas equipes acabam firmando contratos de parcerias com empresas ou grupo de empresários gananciosos, alguns até sem nenhuma ética.

Nesse quesito, o nosso querido Fluminense está sendo vítima de mais uma negociação desastrada: a parceria com a Traffic.

Esse esperto "parceiro", que visa apenas o seu lucro sem dar a mínima bola se leva ou não a sua contraparte à banca rota, desde que chegou, em troca de muito pouco, se assenhoreou da maior parte dos direitos federativos de vários atletas. Os alvos principais foram os que já tinham galgado a equipe principal: Alan, Dalton Digão e Maicon e Tartá.

O resultado é sobejamente conhecido. Maicon foi negociado por uma quantia equivalente à metade do que estabelecia sua multa rescisória, Dalton saiu de graça, talvez por falha do próprio clube.

Digão, aparentemente foi salvo das especulações pelas constantes contusões e Tartá, por ter recusado que seus direitos federativos fossem vinculados a empresários. Tal atitude, porém, culminou com um boicote absurdo a ponto de ser emprestado ao Atlético Paranaense. A Torcida Tricolor espera que Muricy, com sua independência, olhe com carinho para esse atleta, que sob sua orientação terá tudo para voltar a se destacar no elenco tricolor.

Agora a bola da vez é o Alan, que poderá trocar o Fluminense pelo poderoso Red Bull Salzburg. A matéria de Rodrigo Viga, abaixo transcrita do site Terra, dá uma noção exata dos meandros sombrios dessa negociação.

Aos tricolores, só resta esperar que alguém com mais escrúpulos oriente melhor o jovem atleta para que ele não acabe entrando numa fria.

Terra.com.br
Dirigente do Fluminense acha difícil a permanência de Alan
04 de agosto de 2010 • 18h02 • atualizado às 19h04
Rodrigo Viga
Direto do Rio de Janeiro

O atacante Alan está com os dias contados no Fluminense, segundo o vice-presidente de futebol do clube, Alcides Antunes.
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O jogador deve ser negociado com exterior, de acordo com o dirigente: "está difícil de segurar e o jogador quer ir embora", afirmou.
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O jovem atleta tem direitos retalhados entre a Traffic e um grupo de empresários, entre eles o apresentador Ratinho. Segundo Alcides Antunes, isso dificulta a sua permanência. "O Fluminense não tem direito nenhum", declarou.
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O Red Bull, da Áustria, pode ser o destino do atacante. O clube tricolor já procura opções no mercado para substituí-lo.

O blog do Tricolor Verdadeiro conclama os sócios tricolores de coração para que façam uma reflexão sobre o assunto e prefiram os candidatos que tenham em sua plataforma o encerramento da parceria nefasta com a Traffic, essa erva daninha que assola as Laranjeiras, antes que novas revelações, como o jovem Fernando Bob, deixem o clube prematuramente.

FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Fluminense 3 x 1 Atlético-PR. A volta à liderança e dá-lhe Washington!


Esse é o Fluzão Campeão

Aos poucos a tristeza do Muricy vai se evanescendo e o time tricolor voltando a ter aquela pegada de campeão.

Os milhões de tricolores espalhados pelos quatro cantos do país começam a perceber o salto de qualidade de uma equipe quando passa a contar com um treinador diferenciado.

Muricy sempre trabalhou para a formação de elencos fortes e equilibrados e os frutos de sua experiência já começam a serem sentidos nas Laranjeiras.

Percebeu logo de saída que precisaria melhorar o meio campo dispondo de volantes com melhor passe e saída de bola. Indicou alguns escolhidos a dedo, cujas contratações acabaram por não se concretizar.

Vieram o Belletti e o Valencia. Belletti, ainda fora de forma atlética, não consegue dar a resposta esperada e nem sei se chegará a dar. Sobre Valencia é preciso esperar sua estreia para melhor avaliação.

Enquanto isso, Muricy já enxergou qualidades em mais uma revelação de Xerém, o Fernando Bob, que substituiu Belletti com a desenvoltura de um veterano.

Nosso treinador percebendo a suscetibilidade do Fred a contusões constantes apontou seu dedo mágico para Washington, que logo na estreia já marcou duas vezes.

Quando o Deco chegar, Conca finalmente ganhará alguém para dialogar e a marcação adversária terá que se desdobrar ainda mais para conter o ataque tricolor.

E assim irá o Fluminense caminhando célere para a conquista do campeonato.

Quanto ao jogo, o Atlético começou melhor, criou algumas jogadas de perigo, mas acabou sucumbindo após o primeiro gol tricolor, gol esse fruto de um contra-ataque fulminante e de um passe milimétrico de Conca, sem dúvida o nome do jogo.

De um modo geral, quase todos se apresentaram bem, a exceção ficou por conta de Belletti, nitidamente fora de ritmo e Julio Cesar, que pouco acrescentou.

Destaque para a soberba atuação de Fernando Henrique que sempre se sai bem quando tem um reserva à altura.

Guerón pouco de útil produziu e acabou levando o troco da torcida. Deve ter sentido muita falta das pixotadas do Ygor.

Pra encerrar, creio que o Muricy esteja com a mesma dúvida que eu, o que foi pior: a atuação do Julio Cesar ou a entrada do Marquinho?

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E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: lancenet.com.br)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Botafogo 1 x 1 Fluminense. Pior para os dois!



Fluminense e Botafogo proporcionaram um jogo nervoso, muito pegado, com muita raça e pouca técnica.

O resultado foi ruim para os dois, com o Fluminense perdendo a liderança e o Botafogo ingressando na zona de rebaixamento. Menos mal para o Fluzão que tem amplas possibilidades de retornar à ponta na semana próxima.

Os jogadores do Botafogo pareciam estar em campo com as facas nos dentes, tanto que corriam e se esforçavam. Dois deles inclusive, Marcelo Cordeiro e Somália estavam tão transtornados que causaram estranheza a muita gente.

Penso que a tristeza e frustração do Muricy, por mais que ele tentasse esconder, acabaram por influenciar a equipe tricolor, que não mostrou a vibração e motivação de jornadas anteriores, atributos que a tornaram quase imbatível nos últimos tempos.

E justamente por termos um comandante como Muricy é que deixaremos de lado a análise do jogo para enaltecer sua hombridade e caráter, atributos praticamente ausentes nos meandros de nosso futebol e de certo modo também nos diversos ramos de nossa sociedade.

Antes do jogo, Muricy declarou que recusara a Seleção em respeito à história do Fluminense.
"Tinha que respeitar uma nação e uma história, o convite foi uma honra e a gente tem que fazer aquilo que manda a nossa cabeça".
Na coletiva após a partida, completou:
"Infelizmente é triste. Um convite desses é difícil recusar. Eu não disse não, mas dependia do Fluminense, que não liberou. Eu sou do tempo que quando assina um contrato, tem que cumprir. Eu poderia fazer uma pressão, mas não é minha linha. Deixei para o Fluminense decidir e ele não me liberou".

Ao ser indagado se teria recusado por temer a pressão que haverá sobre o técnico por ser a Copa realizada no Brasil, respondeu:
"Em Copa do Mundo, o treinador é pressionado o tempo todo. Não só o treinador, o time também. E estamos acostumados.
E acrescentou:
"Você pergunta e se o Fluminense te mandar embora? É problema do Fluminense. Existe torcida, um patrocinador forte e passou tudo isso. Não é normal, só que pelo que eu penso na vida, é natural. O meu caminho é o respeito".

"Não faço nada hoje pensando no que vou ganhar no futuro. Não sou assim... não tenho medo de nada, só da morte, enquanto meus filhos não estão totalmente encaminhados. Depois disso, não terei medo nem da morte".

Para aqueles que o criticaram por não ter insistido com a diretoria do Fluminense para liberá-lo do compromisso, Muricy declarou:
"Acredito nessas coisas, respeitar as pessoas. Acredito nisso. Alguém pode dizer: esse cara parece louco, mas eu não sou louco. Para mim, é assim que funciona".

Toda essa situação poderia ter sido evitada se a CBF tivesse em sua direção pessoas capazes e comprometidas com o sucesso do futebol brasileiro, que compreendessem não ter cabimento a insistência para que o treinador assumisse a Seleção em tempo integral já nessa segunda-feira, ainda que o segundo semestre do ano não apresente nada de significativo para a própria Seleção, a não ser alguns poucos amistosos "caça-níqueis" para os quais a população estará "se lixando".

Com seis meses pela frente a diretoria tricolor teria tempo suficiente para contratar um substituto à altura de Muricy e certamente o liberaria no próximo ano.

Um pouco de flexibilidade viabilizaria a aceitação de Muricy que tem capacidade suficiente para dar conta simultaneamente das duas empreitadas.

A CBF preferiu manter a intransigência e acertou com Mano, um bom técnico, mas muitos furos abaixo de Muricy. Paciência, bola pra frente.

Muricy continuará focado no trabalho em seu clube e logo que a ressaca passar estará comandando a equipe com aquela vibração de sempre rumo ao título brasileiro.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
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E DÁ-LHE MURICY, HOMEM DE PALAVRA!
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(crédito da foto: terra.com.br)


sexta-feira, 23 de julho de 2010

Fluminense 1 x 0 Cruzeiro. A liderança chegou e dá-lhe Muricy!


No dia seguinte à vitória que levou o Fluminense à liderança do Brasileirão a angústia tomou conta dos torcedores tricolores com o convite da CBF, feito da maneira mais estapafúrdia possível, diga-se de passagem, para Muricy treinar a Seleção Brasileira.

Sem o mínimo de ética, como tem sido pautadas quase a totalidade das negociações do futebol brasileiro, o Sr. “todo-poderoso” Presidente da CBF, no auge de sua empáfia, mandou um assessor convidar o técnico Muricy Ramalho para um café da manhã onde deveria ser sacramentada a contratação do técnico. Frise-se o fato de que o esdrúxulo convite foi realizado em pleno Maracanã, após o jogo com o Cruzeiro.

Esqueceu-se a CBF que Muricy é um dos pouco éticos que permeiam no futebol do Brasil e sua resposta de que iria consultar o Fluminense para saber se o clube o liberaria de seu compromisso irritou tanto o “todo-poderoso”, que num ato falho não conseguiu disfarçar sua contrariedade negando-se a cumprimentar Muricy, que ao final da reunião ficou com a mão no vácuo.

Como era de se esperar, não obtendo a liberação do Fluminense, Muricy foi tranquilamente para o campo treinar a equipe para o próximo compromisso.

Mesmo após a declaração oficial da Diretoria Tricolor, a mídia cretina, provavelmente incomodada com a liderança tricolor, propalou descaradamente que o assunto não estava encerrado e que ainda havia a possibilidade da CBF pagar a multa rescisória para liberar o treinador.

Esqueceram-se de que o problema não era de dinheiro. Tratava-se de caráter, de ética, de decoro, atributos não muito em voga em nosso país nos últimos anos.

Quebraram a cara, Muricy manteve a ética e preferiu ficar no Fluminense para tocar o projeto que foi estruturado tendo como pilar a competência e experiência de um técnico de seu quilate.
Do lado da CBF, a decepção e também a teimosia de sua presidência, querendo dispor de um técnico exclusivo num final de ano em que a Seleção terá em seu calendário alguns poucos jogos “caça-níqueis” sem nenhuma expressão ou repercussão, independentemente dos resultados.

Parabéns Muricy pela retidão de seu caráter e parabéns Diretoria Tricolor que, pelo menos dessa vez, agiu de acordo com os interesses do clube ao qual se propôs a dirigir.

É preciso ressaltar que nem toda a mídia procurou tumultuar a decisão de Muricy. Boa parte dela apoiou a decisão do técnico e do clube. Uma das opiniões mais coerente foi a manifestada pelo Juca Kfouri, reproduzida a seguir para conhecimento daqueles que a ela não tiveram acesso.

23/07/2010 BLOG DO JUCA KFOURI

Ricardo Teixeira falou na hora do almoço como se tudo estivesse resolvido.

Apenas não esperava que Muricy Ramalho fosse cumprir a palavra, como sempre fez: diante da recusa do Fluminense, nada feito.

Arrogante, o Imperador não consultou o clube, quis dele se vingar pelo que considerou traição no Clube dos 13.

E tomou pela frente sua segunda derrota grave em pouco tempo, com o não do treinador.

E agora?

Quem será tão fraco que aceitará o posto?
Só mesmo alguém que venha de fora do país.

Ou aquele de sempre, que significa mais problema do que solução.

O futebol brasileiro provavelmente terá muito a agradecer ao Fluminense e a Muricy Ramalho.
Quem sabe este não seja o começo de novos tempos, mais limpos, mais éticos.

Por Juca Kfouri às 17:04



A liderança.

Não foi preciso muito tempo para que a justiça fosse restabelecida. Sim, porque aquela derrota para o Corinthians foi fruto de uma das piores arbitragens do ano. Pareceu até coisa encomendada.

O primeiro tempo foi totalmente do Cruzeiro, que bem postado em campo dominava praticamente todas as ações em campo.

Os atletas tricolores pareciam apossados de um nervosismo incomum, talvez pela renovação da possibilidade de alcançar a liderança uma semana após o desastre contra o Grêmio Prudente.

A destacar a excelente atuação de Fernando Henrique, que com três defesas difíceis evitou o gol cruzeirense.

O ataque não funcionou. Rodriguinho apagado e Fred com presença inexistente pouco incomodaram a defesa adversária. As poucas oportunidades surgiram de arremates de Gum e Carlinhos.

O panorama na segunda etapa começou do mesmo modo, com o Cruzeiro perdendo duas oportunidades com Thiago Ribeiro aos três e Wellington Paulista aos sete minutos, defendidas por FH.

A precisão de Conca na cobrança de um escanteio e a cabeçada certeira de Leandro Euzébio deram a vantagem ao Fluminense aos nove minutos. Logo depois, Alan teve a oportunidade para matar o jogo, mas empolgado pela bela jogada individual preferiu arriscar o chute para a defesa de Fábio, quando a melhor opção era servir Fred completamente livre e de frente para o gol.

A partir daí, o Cruzeiro passou a sentir a falta de Gilberto substituído por contusão e quase não criava.

E o Fluminense seguro na defesa, garantiu o resultado que valeu a liderança.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
(crédito da foto: globoesporte.com)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Santos 0 x 1 Fluminense. Dessa vez, mesmo sem a tradicional dancinha, os meninos da Vila dançaram!

Mais uma vez Alan entrou pra fazer o gol da vitória

Vitória soberba que valeu a vice-liderança, mesmo jogando no estádio da Vila Belmiro contra um Santos que contou com todas as suas estrelas.
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Muricy usou de toda sua criatividade e experiência para tornar o Fluminense capaz de vencer a difícil batalha.
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A formação com três zagueiros aniquilou o fantástico trio de atacantes santistas e de quebra evitou a sequência de passes precisos que Paulo Henrique Ganso costuma criar.
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Hora de agradecer aos deuses do futebol, que finalmente resolveram inspirar a diretoria tricolor a contratar um treinador realmente capaz de modificar o desempenho de uma equipe e adequá-la de acordo com o adversário.
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No Fluminense de hoje não existe mais aquela previsibilidade irritante de outras jornadas. Para cada adversário uma receita nova e assim será durante toda a caminhada em busca da conquista do tricampeonato.
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Vez por outra, a equipe poderá falhar como aconteceu contra o Grêmio Prudente, mas com o espírito guerreiro demonstrado nesse domingo e a incorporação dos novos reforços as possibilidades de vitória serão infinitas.
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Os "idiotas da objetividade", como diria Nelson Rodrigues, irão desdenhar dizendo que a vitória foi por pura sorte, que o Santos deu sufoco na maior parte do tempo, etc., etc.
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Pode ser que dessa vez a sorte estivesse mesmo do lado tricolor, o que não aconteceu em outros jogos quando o time dominou e não venceu, ou porque seus atacantes não acertaram os últimos arremates ou porque tenha sido visivelmente garfado, como na partida contra o Corinthians, por exemplo.
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O Santos pressionou sim, mas o número de chances claras não foi tão superior às que o Fluminense criou. Esbarrou no sistema defensivo tricolor e na boa atuação de Fernando Henrique.
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Sob esse aspecto, repete-se mais uma vez o fenômeno: FH sempre que volta de um longo período de reserva fecha o gol. À medida que o tempo passa e ele se sente senhor da titularidade, volta a cometer falhas incríveis. Espero que o Muricy corrija esse defeito porque a torcida anda um tanto cética quanto aos goleiros do elenco.
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A ressaltar ainda a facilidade com que Mariano se livrou do Ganso, antes do belo lançamento para o gol do Alan, que mais uma vez provou que é o craque do segundo tempo, quando destroça as defesas adversárias com sua extraordinária velocidade.
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O próximo adversário será o Cruzeiro, que não tem sido muito feliz quando joga com o Fluminense. Torçamos para que o Fred marque vários gols e, se possível, pare com aquela mania de não comemorá-los contra o clube que o lançou.
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Na próxima quinta-feira, todos ao Maracanã incentivar o Fluzão para mais uma vitória épica.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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(crédito da foto: lancenet.com.br)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Fluminense 1 x 1 Grêmio Prudente. Dois pontos jogados fora!


Não adiantaram a força da torcida e o estímulo para alcançar a liderança.

Não bastou ter em campo um artilheiro fora de série, embora sem coadjuvante à altura após a saída do Maicon.

As presenças de um senhor meia de ligação e dois laterais habilidosos também não foram suficientes.

Nem mesmo a excelência, a criatividade e toda a experiência de nosso técnico foram capazes de suplantar a nulidade do meio campo tricolor, composto por dois volantes e um meia que não conseguem municiar os atacantes nem anular uma única investida de um time fraco, que entrou em campo para tentar o empate, defendendo-se o tempo todo, mesmo com o placar adverso.

Após o jogo a constatação de sempre, a constância do erro no último passe. Muricy e Fred enfatizaram o fato, sem levar em consideração a quem cabe a realização desses últimos passes.

Sou tricolor, amo esse clube, mas não consigo mais aguentar calado uma formação que tenha Diogo, Diguinho e Marquinho como titulares absolutos.

Para compor o elenco podem servir, jogar algumas partidas talvez, mas nunca ao mesmo tempo porque basta uma tarde ou noite sem o bafejo da sorte para que um deles entregue o ouro.

E o mais preocupante é que o Muricy sabe disso, tanto que queria contar com Cleber Santana e Edinho a qualquer preço, negociações que infelizmente não vingaram.

Para o lugar do Marquinho, Deco é a esperança, se realmente vier, mas mesmo que venha só poderá jogar daqui a várias rodadas. Enquanto não vem, não entendo o porquê do Équi González jamais ter uma oportunidade. Será que irá ficar fora de forma até o final de seu contrato?

Torço então para que o Muricy tenha tempo para observar melhor o Tartá e lembrar-se de seu tempo de São Paulo, ocasião daquele gol da revelação tricolor em pleno Morumbi num belo arremate, após um drible seco que deixou o Miranda esparramado no chão.

Espero que Belletti chegue com vigor para jogar pelo menos metade do que jogava no auge de sua carreira porque só assim poderíamos ter a garantia da saída de um dos volantes atuais. Para o outro, Valência é a esperança, embora nunca tenha chegado a ser destaque inquestionável no Atlético Paranaense.

O lance do gol do Grêmio Prudente foi ridículo. A facilidade com que Wesley deu um "drible de peito" em Diogo foi desanimadora. Nessa hora não consegui ver onde estava o André Luís. Só observei o Gum combater atabalhoadamente o outro atacante e o Diguinho correr atrás como um desesperado sem chegar a tempo.

Aliás, desde a época do arco da velha é sabido que quando um defensor corre atrás de um atacante, na grande maioria das vezes, é porque ele estava mal posicionado.

Alan e Rodriguinho mostraram mais uma vez que ainda não estão preparados para merecer a titularidade absoluta. Ainda bem que em breve devemos ter a estreia do Emerson.

Temo pelo que pode acontecer domingo na Vila Belmiro se Muricy apostar novamente em todos esses personagens.

Mas como tricolores ferrenhos, só nos resta torcer pela chegada dos reforços e por uma apresentação melhor contra o Santos.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

terça-feira, 13 de julho de 2010

A Copa se foi. Agora é a vez do Fluzão!


Essa edição da Copa do Mundo mostrou que é possível ganhar campeonatos sem os famigerados "brucutus". Serviu também para desmistificar os "pedaleiros", "firuleiros" e "focas amestradas".

A Espanha chegou ao topo, mesmo sem dispor de qualquer atacante que chegue aos pés do Fred.

Retornamos ao Brasileirão com a esperança que esse seja finalmente o ano do Fluminense.

Temos um dos melhores, senão o melhor, dos técnicos brasileiros, embora a mídia cretina esteja fazendo uma força descomunal para levá-lo para a Seleção.

Temos dois bons laterais, o melhor meio campista e o melhor ataque, ou pelo menos um três melhores da competição.

Temos problemas também. Goleiros, volantes e o outro meia apenas medianos, sujeitos a chuvas e trovoadas, às vezes jogam bem, às vezes entregam o ouro. Quem sabe Muricy não dá um jeito nessa turma.

Para o meio campo, Deco é uma esperança. Esperança cara, negociação complicada à feição de tantas outras tentadas pela nossa diretoria.

A volta do Tartá aumenta o leque de opções para o setor e certamente a sabedoria do Muricy poderá achar um meio de aproveitá-lo.

Uma vitória na próxima quinta-feira manterá o Fluzão no G-4 e com a garantia do segundo lugar na classificação, independentemente dos demais resultados.

Então, Galera Tricolor, vamos lá. Quinta-feira todos presentes ao Maraca para o reinício da arrancada para o título.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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domingo, 6 de junho de 2010

Avaí 0 x 3 Fluminense. E DÁ-LHE FLUZÃO!

................... A integração total do elenco é a garantia para o sucesso.

"O que chama a atenção é que estou gostando do lugar, assim o trabalho flui bastante. As pessoas estão com vontade de trabalhar, de melhorar. Não tem como se sentir mal em uma terra maravilhosa como essa”.

Amigos tricolores, a declaração do Muricy após o jogo e a integração entre titulares e reservas nas comemorações demonstram claramente o ambiente reinante nas Laranjeiras. É clima de time campeão.

Em campo o time mostrou que está cada vez mais encorpado, assimilando as orientações e o espírito vencedor de seu novo treinador.

E ainda que jogando na Ressacada contra a boa equipe do Avaí, invicta há vinte e cinco partidas em seu estádio, o Tricolor foi vibrante e pode demonstrar toda a sua força.

O Fluminense de hoje se assemelha ao Fluminense campeão de outrora, que não se acovardava mesmo em canchas adversárias, deixando de lado aquele "complexo de vira-lata", aquela mania de “time cauteloso”, que invariavelmente se encolhia fora do Maracanã e acabava sempre sendo derrotado. Vez por outra conseguia um empate, que no final das contas não servia muito em termos de classificação.

Muricy transformou a cabeça do elenco e o time passou a jogar igual no Maracanã ou fora dele. Poderia encerrar essa etapa do campeonato na liderança não fossem os erros catastróficos de “árbitros e bandeirinhas míopes”, justamente nos jogos contra os dois líderes.

A sintonia com os atletas também é perfeita. As declarações de Fred ao final do jogo atestando do empenho de Muricy em colocar o Fluminense no grupo dos melhores do Brasil é emblemática.

Em sua inquestionável experiência, Muricy mantém os pés no chão e garante que após os quinze dias de folga, os atletas terão trabalho duro pela frente, o único modo de manter a mesma pegada no reinício do campeonato.

-“O que vamos focar é o trabalho. Tem que continuar duro. Não podemos afrouxar. É normal que seja assim, querer dormir um pouco mais, treinar mais tarde... Isso não vai acontecer. Vai existir cobrança. Nesse campeonato, é preciso querer mais do que o adversário. É muita gente querendo ganhar”, declarou.

Apesar do bom início, a torcida não se deve enganar com o elenco atual, insuficiente para garantir a conquista do título e talvez mesmo a vaga na Copa Libertadores.

Embora vencendo cinco dos sete jogos disputados, a pegada no meio do campo ainda não é a ideal e os erros de passe ainda são muitos, haja vista que a maioria dos rebotes nesse setor tem sido dominada pelos adversários, independentemente de sua qualidade.

Falta “punch”. Muricy sabe bem disso e ainda que evitando comentários sobre o assunto, deixou claro que para brigar pelo título o Fluminense terá que encorpar o elenco em algumas posições.
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Vários nomes já foram ventilados, mas até agora nenhuma confirmação de fato. Se a Traffic fosse uma parceira de verdade poderia trazer o Diego Souza, pelo menos até o final do campeonato em curso.

Aguardemos o rolar dos acontecimentos para ver se pelo menos ao apagar das luzes de sua administração, a diretoria acerta a mão e contrata pontualmente para as posições carentes, agora sobejamente conhecidas com as indicações do renomado Muricy.

Convoco a todos os tricolores para estarem presentes no jogo do dia 15 de julho contra o Grêmio Pudente, ocasião em que a liderança poderá ser alcançada.
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Saudações Tricolores e até lá.
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(crédito da foto: terra.com.br)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Fluminense 2 x 1 Vitória. Esse ano o G-4 é barbada!

................................ Outra vez Alan.

Mais um jogo, mais uma vitória. Dessa vez, a apresentação não foi tão boa, mas o que valeu mesmo foi a manutenção da invencibilidade em casa.

O jogo começou tranquilo, com o Fluminense pressionando a defesa baiana. O gol aos 20 minutos dava a impressão de que veríamos a repetição dos 4 x 0 do campeonato passado.

Longe disso, os gols perdidos na etapa inicial fizeram falta e quase que a vaca vai para o brejo, quando Jonas empatou a seis minutos do fim. Sorte que Alan uma vez mais salvou a pátria tricolor logo depois.

Euforia à parte com a exibição de gala do Conca, as boas avançadas de Mariano e Carlinhos, a firmeza do Diguinho e o oportunismo de Fred e Alan, o fato é que a equipe ainda possui alguns pontos fracos, que precisam ser melhorados sob pena de dissabores futuros. Citá-los não seria o caso, pois além de sobejamente conhecidos, afinal de contas a vitória veio mais uma vez.

Outra preocupação que deve estar afligindo as mentes tricolores é a “síndrome do bandeirinha míope”, uma vez mais presente no Maracanã e anulando uma jogada cristalina do ataque tricolor, na qual as chances de Fred converter eram quase que totais.

“Miopia” é apenas uma hipótese porque o gol de Rodriguinho contra o Corinthians, anulado sob a alegação de impedimento com o atacante a mais de dois metros atrás do último zagueiro, deixa todos com a pulga atrás da orelha.

Olho vivo, não devemos nos esquecer dos detalhes, sob pena de termos a repetição do ocorrido em 2005.

Outro fato que a tricolada precisa estar atenta é que a mídia começa a anunciar o interesse de clubes portugueses no craque Alan e que negociações com a Traffic já estariam em andamento.
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Vejam bem o resultado dessa parceria de mão única: já foi o Maicon, pela metade do valor da multa estipulada no contrato; agora começa o zum zum zum sobre o Alan; Dalton, segundo publicado, também já estaria sendo negociado com o Internacional pela “parceira”.

Por essas e outras é que devemos abominar essa parceria fajuta: FORA TRAFFIC!
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Atlético Mineiro 1 x 3 Fluminense. Esse é o Fluzão!

Olhem do que o Grêmio se livrou. (crédito das fotos: terra.com.br)

Nem o susto relâmpago foi capaz de desequilibrar a equipe tricolor. Depois do vacilo inicial, o Fluminense manteve a mesma postura dos jogos anteriores e passou a pressionar o Atlético em seu próprio campo.

A rigor o Atlético Mineiro ameaçou de fato apenas mais uma vez e a prova disso é que Rafael praticamente não teve trabalho algum no decorrer de todo o primeiro tempo.

Fred perdeu duas boas chances... Ah se ele já estivesse na plenitude da forma! Na verdade, o Fluminense jogava bem, mas não conseguia criar oportunidades cristalinas para o empate.

Veio o intervalo e aí é que se pôde notar o dedo de um técnico de ponta, que sabe ler o jogo e com uma simples mexida alterar o panorama de uma partida.

Entrou com Alan e sacou Rodriguinho, que dessa vez não estava tão brilhante como nas anteriores.

A pressão aumentou e bastaram vinte minutos para que a virada acontecesse.
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Apesar da vantagem, o Fluminense não esmoreceu, continuou a pressão e só não ampliou graças à boa atuação do goleiro Marcelo e ao fato do Fred ainda estar carecendo de um melhor preparo físico.
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Nos minutos finais o Atlético partiu para uma pressão kamikaze e por pouco não chegou ao empate numa bola incrível perdida por Tardelli.

O time mineiro pagou pela ousadia e levou o golpe final com o gol de Fred, numa pintura de tabela realizada com Alan, após contra ataque fulminante.
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Muricy fez ainda duas alterações, entrando com Júlio César no lugar do extenuado Marquinho e Digão no finalzinho, só pra ganhar o bicho.
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Nosso técnico na realidade parece estar tirando leite de pedras ao conseguir fazer com que jogadores normais joguem como autênticos craques e começa a encorpar o time, como observou o Fred ao final do jogo.
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Com o fortalecimento do elenco quando contar com as novas contratações ora em andamento, o Fluminense passa a ser um candidato real à conquista do título. Aleluia!
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Ave Muricy e DÁ-LHE FLUZÃO!

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Dá-lhe Conca!
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(crédito da foto:globoesporte.com)

Contra o Atlético Mineiro, Conca completou o 150º jogo defendendo as cores do Fluminense.
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Merece destaque o comportamento do craque argentino que soube incorporar em suas veias o espírito de verdadeiro tricolor.
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Ainda bem que o Maradona anda um tanto míope e o deixou por aqui para delírio da galera tricolor.
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Obrigado Conca. Pela raça, fidelidade e principalmente pela técnica inigualável.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Fluminense 2 x 1 Flamengo. Olê, olê, olê, olá...Conca, Conca!



Acabou o incômodo de ficar tanto tempo sem vencer o maior rival. O grito de vitória estava engasgado na garganta dos tricolores desde o último passeio, quando Thiago Neves introduziu o “creu” no Maraca.

De lá pra cá, o “Sobrenatural de Almeida” andou perambulando pelos estádios sempre atrapalhando o querido Fluminense.

Até mesmo quando mostrava um futebol exuberante, como o apresentado no primeiro tempo do último Fla-Flu quando o 3 a 1 foi um placar por demais mentiroso, vinha sempre o desastre na etapa complementar.

Essa noite o pesadelo acabou. O domínio foi total e o escore só não foi mais elástico por detalhes.
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Ao perceberem que estavam irremediavelmente batidos, os jogadores rubro-negros passaram a apelar para os pontapés e o estranho é que os mais violentos foram os criados em Xerém. De certo modo, é até compreensível. Acostumados a ganhar a maioria dos Fla-Flu’s, provavelmente esqueceram de que agora estão do outro lado e terão que ralar muito para voltar a vencer o clássico das multidões.

Fernando foi expulso, enquanto Toró inexplicavelmente continuou em campo, mesmo após os golpes de caratê no Conca sob os olhares benevolentes de “sua senhoria”. Mas esperar o que daquela mala?

A midia cretina justificou a derrota com base nos desfalques do Flamengo, usando termos como “time remendado” e outras baboseiras. Desfalques são fatos recorrentes numa equipe de futebol, acontecem a todo instante. Os nobres rubro-negros da midia esqueceram, por exemplo, que o Fred não jogou o último Fla-Flu e que talvez o Fluminense tenha sido eliminado da Copa do Brasil por perder inesperadamente o seu ataque titular.

Botinadas e choradeiras flamenguistas à parte, o time demonstra que está assimilando os ensinamentos do Muricy e aos poucos vai ganhando corpo.

Não chego a ser tão otimista como o amigo Paulo Cezar, achando que o tri está no papo. Não está, não com essa formação. Alguns jogadores certamente serão úteis na composição do elenco, mas para a titularidade absoluta ainda carecem de técnica e habilidade.
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Muricy sabe bem disso e já declarou seu desejo de só contratar jogadores diferenciados e que cheguem para decidir, o que pelo menos garante à Torcida Tricolor a tranquilidade de que o Fluminense não deverá continuar ficando a mercê de empresários, que nos últimos anos têm enchido o clube de muita gente mediana, alguns bem piores do que aqui já estavam.

Hoje, porém, é um dia de alegria e devemos saborear a vitória enaltecendo a equipe que brilhou.
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Conca foi o nome do jogo. Depois de passar com quis pela zaga adversária, serviu milimetricamente para Rodriguinho marcar o primeiro gol. E o chute do segundo? Uma pintura, além da raça de sempre.

Fred demonstrou que ainda não está na plenitude da forma, mas basta sua presença em campo para deixar a defesa contrária em polvorosa.

Diguinho e Marquinho até que jogaram bem. Carlinhos apareceu novamente melhor do que Julio Cesar e a continuar assim, poderá dar alegrias.

Rodriguinho se movimentou bastante, tende a melhorar, embora sua titularidade pareça ter prazo de validade pela insistência dos dirigentes em contratar o Araújo.

Não consigo entender porque não ficaram com o Maicon, entrosado com Fred e certamente muito menos dispendioso. Desconfio que tenha dedo da Traffic nessa venda incompreensível.

Mariano melhorou, mas ainda está longe daquele jogador do time de guerreiros. A zaga ainda não transmite tranquilidade e Rafael, apesar de duas excelentes defesas, é presa fácil para os adversários nas cobranças de faltas de fora da área. Diogo fez o papel de cão de guarda e não comprometeu.

No final das contas, o que valeu foi a satisfação de derrotar o time das mídias... E os três pontos, é claro.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

domingo, 23 de maio de 2010

Corinthians 1 x 0 Fluminense. Vitória de Ali-Babá e seus asseclas.


Caros tricolores, não gosto de justificar derrotas por conta de arbitragens, ainda mais porque esse negócio de chororô pertence a outras torcidas. Dessa vez, porém, não dá para ignorar a atuação calamitosa do trio no jogo de hoje.

A começar pelo critério adotado pelo Gaciba na marcação das faltas. Qualquer choque por menor que fosse era falta contra o Fluminense, inclusive a que originou o gol, quando Dentinho nitidamente se jogou ao chão. Em contra partida, vistas grossas contra o Corinthians, em especial a entrada desclassificante do Jorge Henrique no Rodriguinho, que nem chegou a ser considerada faltosa.

Não bastasse isso, três lances legais claríssimos foram invalidados pelo bandeira caseiro e mal intencionado, dois dos quais acabaram nas redes corintianas.

Assim fica difícil e o pior é que essa camarilha deverá continuar a desfilar a sua “incompetência” pelos estádios impunemente. Pena para os torcedores.

Quanto ao jogo em si, deu o esperado. Domínio tricolor e a eterna dificuldade de meter a bola nas redes adversárias. Até que Fred recupere o ritmo de jogo vai ser assim, porque os outros atacantes fazem apenas figuração.

Gostei da estreia do Carlinhos. Começou inibido perdendo uma boa chance, onde nem chutou nem cruzou para a área, mas acabou redimindo-se num centro preciso para a cabeça de Fred que passou triscando a trave direita do Felipe. Com o correr dos jogos poderá vir a ser bastante útil. Pena que Mariano esteve muito mal. Errou mais do que acertou.

Quanto ao gol, Rafael demonstrou mais uma vez que não tem muita noção de colocação e armação de barreiras nas faltas daquela distância. Um gol que poderia ter sido evitado.

A quantidade de erros de passe continua assustadora e não deverá terminar até que Diogo, Diguinho, Marquinho e também o Everton, hoje na reserva, continuem formando o meio campo tricolor.

Muricy já deve ter percebido que com eles não dá, tamanha é a insistência na contratação de dois volantes e um meia. Só não consigo entender como é que não dá uma chance sequer ao Equi Gonzáles no lugar do Marquinho ou mesmo do Diguinho porque por mais que errar, certamente acertará bem mais que eles. E, além disso, sabe chutar a gol com precisão.

Que venham Cleber Santana, Edinho e talvez o Deco, única maneira da Torcida Tricolor livrar-se definitivamente desses volantes e meias sem inspiração.

E por falar em Deco, vocês não acham que seria muito mais fácil e mais barato contratar o Diego Souza?

E DÁ-LHE FLUZÃO!

domingo, 16 de maio de 2010

Fluminense 1 x 0 Atlético - Go. Que seja a primeira de muitas!


Marcação cerrada, agarros e puxões de camisa ... tudo pelo empate.

Finalmente o Fluminense conseguiu vencer. Vitória suada, contra uma equipe que veio nitidamente para tentar o 0 x 0.

Apesar da dificuldade, o time melhorou. Chutou mais a gol e poderia até ter conseguido um resultado mais amplo não fossem as traves e a boa atuação do goleiro Édson.

Mesmo assim, ainda falta muito para que o Fluminense volte a impor aos adversários o mesmo respeito que impôs na arrancada final do último campeonato. Afinal mais de quarenta passes errados é inadmissível para uma equipe de ponta.

Com a volta de Fred a torcida poderá voltar a sonhar com gols, principalmente nas casas dos adversários.

Alan também será ótima opção para Muricy, que declarou estar satisfeito com o que viu nos treinos. Ele ou Rodriguinho deverão formar a dupla com Fred.

A chegada do Carlinhos deve esquentar a disputa pela lateral esquerda. Ou o Júlio César engrena de vez ou vai ter vaga cativa no banco de reservas. Pelo meu gosto, o Dieguinho já teria tido uma oportunidade nesse time.

Marquinho é a incógnita de sempre. Limitado, mas de vez em quando faz seu golzinho. E o pior é que o Muricy está gostando dele. Quem sabe se com as orientações do mestre ele possa realmente melhorar? Pelo menos enquanto não tivermos outro meia, estou sentindo a titularidade do Marquinho cada vez mais provável.

E o Conca? Melhorou, mas demonstra nitidamente que está cansado. Também não é para menos, com a floresta de pernas de pau que assolam o meio campo tricolor.

E por falar em meio de campo, por que será que o Diguinho é “imexível”? Na era Cuca até que dava para entender a amizade solidificada desde os tempos do Botafogo. Agora, porém, não dá para aceitar como numa posição em que é preciso ter habilidade para criar, o Fluminense permanece com um jogador que não tem a mínima noção do que é passar uma bola. É incrível como ele consegue errar mais de 90% das jogadas.

A exemplo do mole que deu contra o Ceará, ontem mais uma vez perdeu uma bola que quase se transformou em gol para o adversário. Equi Gonzáles deve estar muito mal das pernas para não conseguir uma oportunidade para jogar.

Após o jogo contra o Grêmio, Muricy declarou que esperava mais acertos de passe por parte do Equi. Realmente ele errou mais do que acertou, no entanto o Diguinho erra muito mais e continua firme. Mistérios tricolores.

A zaga continua mal, com pouquíssimas opções. Creio que com o tempo, Muricy dará um jeito nela.

O positivo é que, além da vitória, o time mostrou evolução e com o decorrer do tempo e a chegada de reforços, mas reforços na acepção da palavra, tenho fé de que o Fluminense fará boa figura nesse Brasileirão.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
(crédito das fotos: terra.com.br - Marino Azevedo / Photocamera)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O "planejamento" tricolor.

Desde a década de 90 os torcedores tricolores vêm sofrendo com a falta de capacidade dos dirigentes que não conseguem montar elencos minimamente competitivos.

Os não tão jovens em especial, depois de viverem as glórias da Máquina Tricolor, do timaço dos anos 80 e até mesmo dos "timinhos" vencedores, são os que mais sofrem.

Algumas parcas exceções à regra surgem de vez em quando, como as equipes de 1995 e 2005, campeões estaduais que encheram de orgulho os milhões de aficionados pelo Fluminense.

Houve também um bom trabalho do Branco quando da montagem dos planteis de 2007/2008, campeões da Copa do Brasil e vice da Libertadores.

Mas foi apenas um sonho numa noite de verão, porque a incompetência rapidamente voltou a aflorar e os craques tricolores foram deixando as Laranjeiras um a um, do mesmo modo que as pombas do Raymundo Correa, sem que o clube auferisse qualquer benefício.

Acrescente-se o pecado que foi a saída do Arouca, pois o mesmo Branco não se interessou em tratar da renovação a tempo de evitar a assinatura de um pré-contrato com outro clube, conforme declarações do próprio Arouca.

No ano em curso, pelo menos até agora, não houve mudanças. Contratações de jogadores inferiores aos que já estavam além das tentativas atabalhoadas de obter reforços a qualquer preço. Negociaram quase quatro meses com Tinga e ele foi para outro clube, do mesmo modo que Fernandão e Zé Roberto.

A negociação com Deco, outro medalhão especulado, já ganha a concorrência do Sporting e as últimas notícias veiculadas dão conta de que ele já está em São Paulo abrindo negociação com o Palmeiras por preferir morar em São Paulo e ... assim a coisa vai.

A única esperança é que finalmente, depois de vários tiros n’água, a diretoria contratou um técnico de ponta, habilidoso e experiente e que tem tudo para por a casa em ordem.

Evitando menosprezar a qualidade do plantel atual, Muricy lamentou apenas o seu tamanho, mas deixou um recado claro para a importância de um planejamento melhor.

A possível contratação do Edinho pode ser um ponto de partida. Os dirigentes do Palmeiras reclamaram de falta de ética, fato real. O inusitado, porém, é que eles esqueceram completamente que foram eles mesmos que começaram essa disputa, ao aliciarem o Thiago Neves, com a ajuda de um empresário nada ético. O episódio custou ao Fluminense a liberação do Leny sem ônus.

Com Edinho, se vier, e com Carlinhos, outra aposta que pode vingar e a contratação de outro meio campista habilidoso, Muricy terá condições de armar um time que poderá render frutos.

E por falar em meio campista habilidoso, por que não tentar dar um aperto na Traffic para trazer o Diego Souza pelo menos até o final do ano? Seria muito melhor do que essa velharia que anda sendo especulada e que dificilmente virá.

Diego joga como meia e também como volante e já deixou clara a gratidão que tem ao Fluminense.

Sobre o incômodo de alguns sobre a sua volta pelo fato dele ter jogado no Flamengo, é preciso deixar claro que o episódio aconteceu por puro descaso de nossa diretoria para com o atleta, como ele mesmo declarou numa entrevista ao Globoesporte.com em 30/07/09, da qual alguns trechos estão reproduzidos a seguir.

30/07/09 - 00h31 - Atualizado em 30/07/09 - 00h44

Craque do Verdão, Diego Souza revela detalhes de sua saída conturbada do Flu

Revelado nas categorias de base tricolor, meia diz que clube não quis pagar uma diferença cambial para tê-lo de volta, por empréstimo, do Benfica

GLOBOESPORTE.COM São Paulo

"-Queria voltar do Benfica para o Fluminense, pois permaneceria no Time B lá em Portugal. E naquela época, o presidente da patrocinadora do clube, Celso Barros, havia me pedido para eu ficar, mas naquela época o clube (Fluminense), precisava fazer caixa, e eu já havia me comprometido. Quando quis voltar, eles já tinham contratado o Petkovic e também tinha uma diferença de câmbio (cerca de R$ 500 mil), e como eles já tinham contratado outro meia... Eu era menino ainda e o Fluminense não quis pagar essa diferença de câmbio para que eu ficasse por mais um ano" – revelou.

"-Eu não queria ir para um clube rival, de início, o Flamengo, pois apesar de eu ser flamenguista quando pequeno, fiz uma história no Fluminense, venci todos os clássicos que disputei pelo Fluminense. Quando fui para o Flamengo, eles (Fluminense), chegaram e disseram que eu dei uma rasteira neles. Essa história ninguém sabia, estou dizendo agora para vocês", concluiu.

A hora é essa, aproveitar a posição da Traffic com relação ao destino do atleta porque a parceira do Palmeiras garantiu que Diego não jogará no Corinthians por não desejar reforçar um rival.

Afinal, com relação ao Fluminense até agora a única coisa que a Traffic tem feito foi apoderar-se dos direitos federativos de nossas principais revelações para negociá-las a preços vis para o clube, como já fez com o Maicon.

Enfim hoje temos o Muricy e essa é a única esperança para uma mudança de postura. Que Deus ilumine o nosso simpático "ranzinza" para que ele consiga fazer a reviravolta de que o clube tanto precisa.

E DÁ-LHE FLUZÃO!