segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fluminense 1 x 0 Vasco. E dá-lhe Tartá!

 
Finalmente a vez do Tartá chegou. E chegou pelas mãos de Muricy, que sempre pautou suas decisões baseadas nos desempenhos nos treinamentos.

A história de Tartá no Fluminense ainda intriga boa parte da torcida tricolor, entre os quais me incluo.

Boicote ou não, o fato é que depois de sua negativa em ter seus direitos federativos cedidos à Traffic, o atleta foi praticamente defenestrado das Laranjeiras e quase teve seu contrato encerrado.

Na ocasião não só o Blog do Tricolor Verdadeiro, como também outros veículos de maior penetração, como o blog do Torcedor Tricolor, de João Marcelo Garcez e o Jornalheiros, de Paulo Cezar da Costa Martins Filho publicaram matérias com o intuito de manter a jovem promessa no elenco do Tricolor. (“Ainda sobre o Tartá”. – 12/01/2010)

A batalha foi árdua e de certo modo vencedora quando a diretoria resolver emprestá-lo ao Atlético Paranaense.

Alguns são céticos quanto a veracidade dos fatos, preferindo classificá-los como uma espécie de teoria da conspiração utópica.

Pode ser e tomara que estejam corretos, embora as doações de Maicon, Alan e Dalton sem nenhum proveito para o clube venham de encontro a essa assertiva. E não devemos nos esquecer ainda do Digão, também cedido à Traffic e que permaneceu no clube provavelmente devido às seguidas contusões que o tem impedido até mesmo de treinar.

Mas o fato marcante é que Muricy resgatou o Tartá, que em poucos minutos contra o Atlético Paranaense ganhou a posição do Rodriguinho e ontem teve sua melhor apresentação, correndo, ajudando na marcação em todos os cantos do campo e finalmente fazendo o que os demais atacantes há muito não conseguem, assinalar um gol.

E que gol, o gol solitário que garantiu a vitória no clássico e a manutenção da liderança.

A vitória foi suada, parecia que o Vasco estava brigando pelo título tal o seu empenho. Berna, quando exigido, voltou a brilhar e contou com a sorte, quando vencido foi salvo pela trave. Sorte de campeão, ou melhor, "sorte de competente", como disse o Tartá.

O sufoco poderia ter sido atenuado se pelo menos uma das chances desperdiçadas por Washington e Marquinho fosse concretizada.

Domingo próximo será a vez do Goiás, partida que deverá ter a volta do Fred e talvez do Deco, aliás, em boa hora pela perda do Marquinho.

Embora seja inegável o empenho e dedicação do Washington, creio que esteja na hora dele descansar um pouco, pois como ele próprio tem declarado por diversas vezes, vem jogando no sacrifício.

De resto toda a equipe está de parabéns por ter conseguido manter o Fluminense à frente da competição mesmo com os inúmeros e constantes desfalques.

E é justamente por causa disso que a Torcida Tricolor tem que fazer a sua parte, lotando o Engenhão não só contra o Goiás, mas também no jogo final contra o Guarani.

O estádio é mal localizado, não se compara ao Maracanã e daí? Gente o que interessa é que o Fluzão vai estar lá nos próximos dois anos para ganhar o Tri brasileiro e Libertadores de 2011. Não podemos nos furtar a colaborar.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: terra.com.br)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Internacional 0 x 0 Fluminense. Berna salva a pátria e a liderança!


                            Ricardo Berna foi o nome do jogo.


Bem que Muricy tentou surpreender Celso Roth. A idéia foi boa, mas conseguir manter a bola nas proximidades da área adversária com o trio Marquinho, Tartá e Washington é uma tarefa inglória para qualquer ser vivente.

O resultado não poderia ter sido outro, porque apesar do Fluminense ter começado impondo pressão, a nulidade do trio fez com que aos poucos o Internacional tomasse conta do jogo.

Ótimo para o Fluzão é que a noite era de Ricardo Berna, que teve uma atuação soberba. Atuação como a torcida tricolor não via desde os jogos da Libertadores de 2008.

Desde então, a meta tem sido responsável pelo desespero dos tricolores. Falhas incríveis, independentemente do goleiro escalado, têm sido responsáveis por perda de partidas e de títulos. Até mesmo o Ricardo Berna, nas poucas oportunidades em que havia atuado, teve algumas participações pífias.

Agora, porém, a nova oportunidade e o apoio dados por Muricy parecem que transformaram o Berna. Aquele goleiro inseguro de antes finalmente deu lugar a um brilhante arqueiro a ponto de transformá-lo no responsável direto pelo ponto conquistado no Sul, suficiente para manter a liderança e afastar definitivamente o Internacional da briga pelo título.

Tomara que continue assim para que a torcida possa finalmente gritar: TRICAMPEÃO!

Como sempre a mídia cretina continua a tentar a utilização de artifícios torpes com vistas a desestabilizar as hostes tricolores. E ontem não foi diferente quando um de seus representantes perguntou ao Berna o que ele achava da busca do Fluminense por um novo goleiro.

A resposta curta e grossa do goleiro foi uma pérola: _ “Ele irá influenciar a conquista do título desse ano? Não? Então não me interessa!”

Beleza de resposta.

Quanto ao jogo, Muricy ainda tentou mudar alguma coisa com Rodriguinho, mas novamente sua entrada de nada adiantou.

Na próxima rodada, tanto Corinthians como Cruzeiro terão paradas duríssimas.

Uma vitória sobre o Vasco certamente consolidaria a liderança ainda mais. Mas com esse ataque cardíaco vai ser dureza.

Ainda assim, acredito no título, do mesmo modo que tenho a convicção que se por algum motivo ele não vier, a causa não será outra que a incapacidade do departamento médico tricolor em recuperar os atletas em tempo hábil.

Vamos lá tricolores. Domingo, todos ao Engenhão aprontar pressão para cima do Vasco.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: lancenet.com.br)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Fluminense 2 x 0 Grêmio. A força do Fluzão!


Ainda sem poder contar com suas dispendiosas estrelas, o Fluminense deu um passo decisivo para a conquista do tricampeonato brasileiro.

Méritos para os jogadores que se desdobraram em campo e não fugiram da luta em momento algum, mesmo naqueles em que os gaúchos dominaram a partida.

Mérito para o Muricy que conseguiu armar uma equipe objetiva apesar das dificuldades conhecidas por todos.

As substituições também foram acertadas, principalmente a entrada de Thiaguinho, que em minha concepção deveria ter começado logo de início por seu maior poder de marcação, o que provavelmente poderia dar mais liberdade ao Mariano.

E mérito maior para a estrela máxima do elenco, o incomparável Conca, que apesar de sua classe inquestionável, joga sério, corre o tempo todo e não se exime nunca, mesmo jogando no sacrifício. Sua renovação se impõe antes que algum empresário esperto se beneficie com a demora.

Nos primeiros trinta e cinco minutos o jogo foi tranquilo, com o Fluminense bem postado e praticamente não dando chances ao Grêmio.

E bastaram apenas dezenove minutos para Conca mostrar toda a sua técnica e marcar um golaço com um chute indefensável até para o goleiro da seleção.

Nos dez minutos finais da primeira etapa o Grêmio se encontrou em campo e partiu para cima. Aí o sufoco foi grande. O Fluminense perdeu o domínio e só conseguia se livrar na base do chutão.

O panorama não se alterou no tempo final com a pressão gremista cada vez maior. O Fluminense ainda conseguiu armar alguns bons contra-ataques que quase sempre morriam no último passe. Exceção a um lançamento longo de Diguinho, desperdiçado por Julio Cesar quando estava cara a cara com Vitor.

A situação se tranquilizou para os tricolores aos trinta e seis minutos numa bola roubada por Thiaguinho, que propiciou a Conca o golpe final, após passe certeiro de Washington.

Alegria tricolor, a vitória estava confirmada e a liderança também.

Legal o gesto de Conca, indicando ser de Washington o maior mérito pela jogada.

O Grêmio reclamou muito de um possível penalti de Leandro Euzébio em Jonas, considerado como dupla trombada pelo árbitro.

Deitaram falação e a língua viperina de Renato Gaúcho mais uma vez deu o ar de sua graça, ou da falta dela, insinuando que “ganhar campeonato assim é mole” (sic).

Lances polêmicos sempre irão existir e o próprio Renato não se sentiu nem um pouco incomodado na vitória sobre o Cruzeiro quando o adversário teve um gol legítimo invalidado.

Se houvesse complô para favorecer o Fluminense, o segundo gol do Atlético Paranaense anotado em total impedimento, não teria sido confirmado. Isso sem levar em consideração o jogo do primeiro turno entre Corinthians e Fluminense, cujo bandeirinha deveria ter saído preso do estádio.

A Torcida Tricolor já sofreu demais com as posições estapafúrdias do Renato que já custaram uma Libertadores e o quase rebaixamento em 2008. Ainda bem que ele hoje está no Grêmio e tomara que fique lá por muitos e muitos anos.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


Adriano, jogador tricolor.


A Torcida Tricolor deve ficar atenta e exigir a reintegração do Adriano ao elenco em 2011.

Apesar de só dispor de quatro atacantes no plantel, a sublime diretoria do clube o emprestou ao Bahia.

Adriano tem sido o destaque do time na série B e sonha com o retorno ao Flu para a disputa da Libertadores.

Para os torcedores que ainda não tiveram a oportunidade de conhecê-lo, sugiro verificar a matéria de Rennan Soares e também o vídeo de alguns de seus gols, publicados no site do Lance:
http://www.lancenet.com.br/bahia/Michael-Jackson-Bahia-pronto-show_0_361763994.html

(crédito da foto: lancenet.com.br)
 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Atlético Paranaense 2 x 2 Fluminense. A volta à liderança.



Mais uma vez o Fluminense demonstrou sua sede pelo título. Partindo para cima do adversário desde o início impediu a costumeira pressão imposta pelos paranaenses quando joga em seu alçapão.

Estivesse presente apenas um dos atacantes titulares e a história poderia ter sido diferente. De qualquer forma conseguir não sair derrotado estando em campo com cinco desfalques e com uma linha atacante imaginária é um feito a ser comemorado.

A previsão de que o Cruzeiro teria dificuldades para pontuar nessas duas últimas rodadas se confirmou e a situação não ficou melhor porque o Tricolor não conseguiu vencer na semana.

No jogo, o Fluminense foi melhor e poderia ter vencido. Os fanáticos torcedores do CAP culparam a arbitragem. Reclamaram do penalti claro em Tartá e não viram ou não quiseram ver o impedimento do Wagner Diniz no lance do segundo gol. Intrigante é que boa parte da mídia cretina fez coro com ela.

E por falar em Tartá, que satisfação ver seu retorno em grande estilo. Sua entrada deu mais movimentação ao ataque e, sobretudo mais objetividade. Em apenas 22 minutos fez mais que Rodriguinho em 72. Além disso, a total inoperância nos 197 minutos dos jogos contra Botafogo, Cruzeiro e Santos é um sinalizador de que mais chances devem ser dadas ao Tartá para ser o substituto do Emerson.

Pena que Tartá não poderá enfrentar o Grêmio por estar suspenso, já que havia tomado dois amarelos quando ainda estava emprestado ao próprio Atlético Paranaense.

Rodriguinho também está suspenso, o que sinceramente não sei se é uma notícia boa ou ruim.

Fato inusitado é o plantel tricolor dispor de tão poucos atacantes para disputar um campeonato longo como o Brasileiro e ter emprestado o Adriano ao Bahia, hoje artilheiro do time na Série B com onze gols. Coisas inexplicáveis do Fluminense.

Washington com sua obsessão de artilharia quase põe tudo a perder insistindo em bater o penalti. Méritos para o Conca que dessa vez se impôs e chamou a si a responsabilidade.

Os repórteres de campo informaram de que a ordem veio de Muricy. Se for verdade, melhor ainda porque evitou a repetição do erro cometido no jogo contra o São Paulo.

Quinta-feira mais uma pedreira. Torço para que Muricy encontre uma fórmula para fazer gol, porque se depender apenas do Washington na frente a possibilidade de outro zero a zero é enorme, se não vier coisa pior.

A Torcida Tricolor precisa marcar presença, esquecer o estádio, o importante é incentivar o time porque com uma vitória sobre o Grêmio e a volta do Fred contra o Internacional ninguém mais conseguirá segurar o Fluminense.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Fluminense 0 x 0 Botafogo. Outra chance perdida!

A liderança estava logo ali, com sorriso escancarado para o Tricolor, que mais uma vez patinou e não conseguiu alcançá-la.

A previsão de que o Cruzeiro não venceria em Porto Alegre se confirmou, mas o ataque novamente não foi capaz de fazer um golzinho sequer.

E de novo pelos pés de Washington, que teve a bola do jogo logo aos quatro minutos, quando recebeu o passe certeiro de Emerson e concluiu para cima da meta.

Por mais otimista que possa ser a Torcida Tricolor começa a perceber a total impossibilidade do Fluminense pensar em campeonato se continuar na dependência dos gols de Washington e Rodriguinho.

De Rodriguinho, ela deve se livrar definitivamente com a recuperação do Emerson, mas o Fred quando estará em condições?

Marquinho é outro fenômeno. Pouco produz, não desarma, não passa e principalmente não chuta com precisão. A cada jogo perde pelo menos uma chance cristalina e mesmo assim vem se tornando o queridinho de Muricy, entrando praticamente em todos os jogos para fazer quase nada.

Aí é que pergunto o porquê do não aproveitamento do Tartá, pelo menos uma oportunidade real para que possa mostrar suas habilidades, já que pelo que parece Muricy não o tem observado nos treinamentos. Ontem, se estivesse relacionado, poderia ter entrado em vez do Julio Cesar.

Situação idêntica ocorreu com o Équi Gonzáles, que de tanto se esforçar em treinos acabou tendo uma distensão.

Enquanto isso, o banco é formado por uma infinidade de volantes, incapazes de alterar o andamento de qualquer partida.

Pelo menos a escalação serviu para mostrar que o treinador não está totalmente alheio às deficiências da equipe. A barração do Rafael foi uma prova inconteste de que ele também perdeu a paciência com as repetidas falhas. Pena que tenha custado muito a tomar essa decisão, porque se a tivesse tomado uma semana antes talvez aquele gol do Cruzeiro não tivesse existido.

De qualquer forma, Berna também não é o cara. No início do jogo, andou saindo atabalhoadamente na maioria das bolas alçadas sobre a área e quase complicou, deixando os defensores com a orelha em pé.

Espero que a nova diretoria pare de brincar com o azar e contrate um goleiro de qualidade que consiga transmitir segurança à defesa. Que sirva de exemplo o Cruzeiro, cuja presença de Fábio faz até o Edcarlos jogar melhor.

Dos que eu vi ultimamente, meu eleito é o Neto, do Atlético Paranaense. O Pinto, do Universidad de Chile pode ser outra dica. É hora da diretoria começar a se movimentar para tentar contratá-los, caso contrário iremos dar adeus à Libertadores antes mesmo dela começar.

Na próxima rodada, as maiores dificuldades serão para o Fluminense. Apesar do Cruzeiro ter o clássico regional, não vejo possibilidade de vitória em Curitiba com Washington e Marquinho como titulares e para piorar com o Mariano suspenso.

É nessas horas que voltam à tona as especulações sobre as negociações estapafúrdias de Maicon e Alan, cedidos praticamente de graça para os espertos proprietários da Traffic.

Muita gente ainda não engoliu essas transações e muito menos que elas tenham sido sacramentadas somente por incompetência de alguns.

É por isso que conclamo a todos os tricolores a refletirem bastante para que nas próximas eleições não coloquem na presidência do clube alguém comprometido com esse parceiro ganancioso, que levará cada vez mais o Fluminense para o fundo do poço.

Agora a esperança se resume nos retornos de Fred e Deco, condição única para a conquista do tão sonhado título.

Oremos!

E DÁ-LHE FLUZÃO!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A chance de voltar à liderança!

Finalmente não existem mais jogos pendentes, assim a Torcida Tricolor está livre de uma vez por todas do blá-blá-blá sobre os jogos a menos de Corinthians e Internacional.

O adversário a ser alcançado agora é o Cruzeiro. Pena que o Emerson não tenha se recuperado a tempo de enfrentá-lo, porque com sua presença em campo certamente o resultado do jogo passado teria sido outro.

Os retornos de Emerson, Mariano e Diguinho credenciam o Fluminense a apresentar um desempenho superior ao dos últimos jogos, o que poderá levá-lo novamente à liderança, apesar da dificuldade que será vencer o bom time do Botafogo, comandado pelo excelente Joel Santana e ainda jogando em seus domínios, apesar do mando de campo ser tricolor. Coisas de nossa diretoria.

O Cruzeiro, pelo que tem apresentado fora de casa, não deve conseguir vencer o Grêmio no Olímpico, de modo que uma vitória simples deixará o Fluzão em situação vantajosa.

Para obtê-la será necessário o máximo esforço, o apoio da torcida, a entrega dos atletas e a clarividência do Muricy, principalmente no tange à formação do banco de reservas e sua utilização no decorrer do jogo.

Com Deco e Équi Gonzáles fora de combate e ao que tudo indica com Marquinho entrando de início, torna-se imprescindível colocar o Tartá à disposição porque será o único remanescente no plantel capaz de mudar a feição do jogo, se necessário for.

Experiências com Júlio César e Belletti jogando pelo meio não resultaram satisfatórias e por causa delas o clube perdeu pontos preciosos para equipes medíocres que lutam contra o rebaixamento.

A presença de Tartá no banco de reservas servirá ainda como alternativa para a eventualidade de substituição de algum dos atacantes, porque Rodriguinho não dá mais pra aguentar.

É isso, caros tricolores, juntemos as forças para vencer o Botafogo para que a liderança volte já no próximo final de semana.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

domingo, 10 de outubro de 2010

Cruzeiro 1 x 0 Fluminense. A lideraça foi perdida, mas não o campeonato.

O jogo não foi tão emocionante quanto se esperava. Talvez o forte calor tenha contribuído para a lentidão das duas equipes na primeira parte.

O Cruzeiro foi mais feliz. Com o time mais inteiro soube aproveitar a oportunidade que teve para abrir a contagem, enquanto os atacantes tricolores devem estar envergonhados com as chances perdidas na cara do Fábio. Com Rodriguinho, efetivamente não dá para pensar em título, acho mesmo que até a vaga na Libertadores ficará seriamente ameaçada se Emerson não voltar já na próxima rodada.

Washington foi outro que perdeu chances claras, mas que costuma render quando tem ao lado alguém que ameace a meta do adversário. O ideal seria mesmo a volta do ataque titular, mas se depender da eficácia do departamento médico, que errou também com o Deco, esse parece um sonho impossível de acontecer nesse campeonato.

Ao final do jogo Muricy tentou elevar a moral do grupo dizendo que estava satisfeito porque a equipe tinha criado várias oportunidades e que o ruim era quando não criava nada.

Acrescentou também que espera contar com os titulares na reta final. “Tomara que se recuperem. Na frente, não temos opções”, concluiu.

Pena que Muricy esteja com a visão obliterada, pois existem nas Laranjeiras melhores opções para Rodriguinho e Marquinho, que além de nada criar, voltou a concluir bisonhamente uma jogada que poderia ter resultado no empate.

Melhor que Rodriguinho é o Tartá, que mesmo não sendo um atacante nato, possui mais habilidade para o drible e o arremate, pelo menos nunca o vi perdendo tantos “gols feitos”.

Já Marquinho teve seu quinhão de chances esgotado e olha que foi um quinhão substancial, face às inúmeras oportunidades dada por Muricy. E aí é que questiono o porquê do Équi ter tido apenas uma única chance na equipe titular.

Pelo que apresentou nos dois últimos jogos, a chance do Cruzeiro não pontuar nas duas próximas rodadas é grande, de modo que bastará ao Fluminense voltar a vencer para recuperar a liderança.

Os próximos adversários também são difíceis, mas com as voltas de Mariano e Emerson, o Fluminense poderá ter melhor sorte.

Só resta torcer para que os médicos tricolores não errem com o Emerson como erraram com Fred e Deco e também para que o Muricy passe a prestar mais atenção ao restante do plantel.


A guerra não acabou e DÁ-LHE FLUZÃO!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Fluminense 0 x 3 Santos. Acidente de percurso!

                              Eta departamento médico bão!

Uma noite para esquecer, deu tudo errado.

A começar pela escolha do substituto do Mariano. Muricy esqueceu a máxima de que para jogar em time grande é preciso mais do que alguns poucos treinos.

Desde o início, Marquinhos mostrou que não estava muito à vontade em campo. Sentiu claramente o peso da camisa de um time líder, compreensível para um jogador que até pouco tempo jogava sem nenhuma pressão num clube da série B.

Não se trata de crucificar um jovem atleta, mas a decisão de escalá-lo foi precipitada. Não que Thiaguinho seja o cara, mas pelo menos tem a experiência de já ter sido campeão pelo Botafogo e jogado algumas vezes no próprio Fluminense.

No lance do primeiro gol do Santos, a bola no segundo chute do Neymar nitidamente ia pra fora. A intervenção atabalhoada e desnecessária do Marquinhos a fez chocar-se com a trave e voltar límpida para Zé Eduardo marcar.

No terceiro gol, não estava na posição e nem se preocupou em tentar voltar, obrigando Diogo a um esforço hercúleo na tentativa de fazer a cobertura.

Em suma Marquinhos em momento algum conseguiu apoiar o ataque com objetividade e deixou uma avenida pelo seu setor. Sua substituição no intervalo certamente teria sido mais produtiva que a entrada do André Luis.

Outra questão delicada foi a entrada de Fred no intervalo. Depois de setenta dias parado, mesmo que não voltasse a sentir a contusão, a probabilidade dele não aguentar todo o segundo tempo era muito grande. Se tivesse entrado de início, poderia ter dado lugar ao Washington logo aos três minutos e o time jogado completo toda a partida.

Certo fez o Adilson com relação ao Dentinho. Entrou com o atacante desde o início e quando ele sentiu simplesmente o substituiu e o Corinthians jogou completo, sem sobrecarregar ninguém.

Aliás, sob esse aspecto cabe comentar a diferença de postura dos médicos dos dois clubes após os respectivos jogos.

Enquanto o do Corinthians declarava que iria investigar a fundo a causa de tantas contusões musculares em Dentinho, anormais em atletas jovens, nada se ouviu a respeito por parte do médico tricolor.

Lembro o caso do Roni, que ficou inativo por quase um ano por conta de uma distensão “incurável”, até a descoberta de um foco inflamatório que impedia sua recuperação. Não seria o caso de procurar também no Fred as causas de tantas contusões musculares? Com a palavra o conturbado departamento médico tricolor.

Para completar a sucessão de equívocos, a formação do banco. Questiono a presença de Belletti, já que ele nunca é utilizado. Muricy deixa transparecer que ainda não confia completamente nele e talvez por isso mesmo fosse mais efetiva a presença de Équi Gonzáles ou Tartá, jogadores que podem alterar o andamento de uma partida, já que Marquinho pouco vem acrescentando à equipe há bastante tempo.

Apesar de todos esses fatos nem tudo está perdido, porque nenhum dos demais candidatos ao título venceu na rodada. A exceção ficou por conta do Santos, que ainda está dez pontos atrás.

Do jogo em si nada mais a destacar, pois como já foi dito deu tudo errado. Resta elogiar a postura da Torcida Tricolor, aplaudindo o time mesmo na derrota. Afinal, o Fluminense continua líder e se o Goiás der uma mãozinha hoje à noite, a distância continuará a mesma.

Domingo, uma batalha quase decisiva. Se realmente puder contar com Emerson, Deco e Diguinho as chances de vitória aumentam, afinal o Cruzeiro não é tudo isso que a mídia cretina propala.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: globo.com)


domingo, 3 de outubro de 2010

Grêmio Prudente 1 x 1 Fluminense. Urge as voltas de Fred e Emerson!

Apesar do campo de várzea, o jogo até que estava controlado. 

O Fluminense teve três chances claras para ampliar o marcador, duas com Rodriguinho, a primeira chutada para fora por absoluta falta de tranquilidade e a segunda, por falta de categoria mesmo, porque frente a frente com Giovanni, o goleiro adversário, bastaria ter dado um leve toque para encobrí-lo ou driblá-lo para um dos lados que a baliza ficaria escancarada.
.
A terceira oportunidade foi perdida pelo Marquinho, que matou a bola e deu um bico em cima do goleiro, quando poderia tê-lo deslocado facilmente.
.
E assim vai o Fluzão dando chance ao azar.
.
Para completar a tarde aziaga um gol fortuito, fruto de uma saída errada de bola, um cai-cai do Carlinhos e uma inexplicável apatia do Marquinho, que teve a chance de matar a jogada e limitou-se a levantar as mãos para o céu e deixar o adversário passar célere por ele.
.
E numa tarde em que não aconteceram as costumeiras falhas catastróficas de Rafael, o Fluminense deixa de faturar uma vitória que tinha tudo para ser tranquila. Menos mal porque os demais concorrentes também empataram e não conseguiram reduzir a diferença.
.
No segundo turno, o Fluminense perdeu cinco pontos imperdíveis, três contra o Atlético Goianiense e dois contra o Grêmio Prudente, por uma série de equívocos, embora o mais recorrente seja o de erros nas finalizações de nossos atacantes.
.
Devemos reconhecer o esforço e a contribuição que todos têm dado ao clube, colaborando para a manutenção da liderança, entretanto, para a sequência do campeonato será imprescindível a volta dos titulares, porque sem as presenças de Fred e Emerson, além dos gols fáceis perdidos, o ataque continuará sem conseguir segurar a bola, sobrecarregando demais a defesa, que quase sempre acaba falhando.
.
Para a dificílima sequência de jogos que se aproxima, (Santos, Cruzeiro, Botafogo, Atlético Paranaense, Grêmio e Internacional), o Fluminense só conseguirá passar por ela a contento se dispuser da técnica e categoria de Fred e Emerson.
.
Que Deus ilumine o atrapalhado departamento médico tricolor para colocá-los em forma o mais breve possível, caso contrário, o título ficará cada vez mais distante.
.
.E DÁ-LHE FLUZÃO!
.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------

Assisti ao jogo do Cruzeiro na íntegra e fiquei entusiasmado com Neto, o goleiro do Atlético Paranaense. Já que o Dr. Celso Barros tem patrocinado a contratação de tantos craques, por que não investir num goleiro de futuro?
.
Taí a dica, Muricy. Espero que você use a sua lábia para convencer o nobre tricolor, porque só assim o título da Libertadores será factível.
.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Fluminense 1 x 0 Avaí. Olê, olê, olê, olá... Conca, Conca!





Foi um sufoco só. Dessa vez a equipe aparentou estar desgastada, o que não é para menos com a interminável sequência de jogos, agravada agora pela necessidade de mais viagens mesmo quando o clube tem o mando de campo.

Necessidade essa devida ao gesto tresloucado da CBF, interditando o Maracanã antes do prazo previsto. A intempestividade da decisão leva à desconfiança de estar a entidade máxima de nosso futebol a serviço do Corinthians.

Mas, deixando as lamurias de lado, vamos ao jogo.

Surpreendido pelo Avaí na primeira etapa, o time do Fluminense parece que travou e não teve boa atuação. A bem da verdade foram os catarinenses que tiveram as melhores oportunidades e poderiam mesmo ter saído com a vitória nesse período.

A zaga tricolor mais uma vez apresentou falhas e tanto Leandro Euzébio como Gum erraram muito e proporcionaram boas chances aos atacantes do Avaí que, graças a Deus, erraram os arremates finais.

Fernando Bob, apesar de possuir boa técnica, ainda parece sentir os nervos e some do jogo em vários momentos. Hoje novamente deixou um buraco no meio do campo por onde passavam os adversários com certa facilidade.

Deco esbanjou classe, mas pouca objetividade e o ataque não conseguiu segurar a bola na frente durante quase toda a partida. Rodriguinho poderia ter conseguido alguma coisa não tivesse abusado do cai-cai.

Após o intervalo, a entrada de Valencia deu mais consistência ao meio campo e com isso a zaga não errou tanto.

Rafael teve uma atuação razoável, com duas boas defesas, embora mais uma vez estivesse completamente batido na cobrança de falta que triscou sua trave esquerda. Desde já, começo a me preocupar com o jogo contra o Palmeiras porque se a defesa continuar cometendo faltas nas imediações da área, o Marcos Assunção poderá deitar e rolar. Hoje, contra o Internacional acertou duas vezes e olha que o goleiro dos gaúchos é o Renan.

Como o gol não saía, Muricy resolveu tentar o Marquinho no lugar do extenuado Deco.

O time melhorou e teve algumas chances, mas foi o oportunismo e a tranquilidade do Conca que decidiram o jogo, após a cobrança de um escanteio pelo Marquinho, desviado de cabeça pelo Gum.

É isso aí, quem tem Conca sabe que mesmo em seus dias menos brilhantes ele decide.

O Fluminense manteve a liderança e melhor ainda, aumentou a diferença para o Corinthians, que mais uma vez não perdeu graças à presença do apito amigo.

Finalmente, depois de tanto tempo a Torcida Tricolor não mais se sentirá incomodada com a frase recorrente da mídia cretina: “lembramos que o Corinthians tem um jogo a menos”, como se a vitória sobre o Vasco em São Januário fossem favas contadas.

Para vencer lá o Corinthians vai ter que jogar muita bola e mesmo assim se conseguir arranjar um empate deve dar graças a Deus. De qualquer modo, se por um milagre conseguir vencer, para voltar a liderança terá que tirar uma diferença de quatro gols, ou seja, a suposta vantagem foi para o brejo.
.
E DÁ-LHE CONCA E DÁ-LHE FLUZÃO!
.
(crédito da foto: lancenet.com.br)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vitória 1 x 2 Fluminense. E a volta à liderança!

Conca e Rodriguinho, a dupla fulminou o Vitória

Um domingo perfeito, vitória num jogo dificílimo e derrotas dos principais concorrentes.

Depois de um primeiro tempo sem muita inspiração, com Leandro Eusébio atrapalhando-se em jogadas fáceis, o Fluminense voltou a campo com o velho espírito guerreiro e conseguiu derrotar o Vitória em pleno Barradão.

Não fosse a falha bisonha do Rafael, (mais uma), e a tarefa poderia ter sido mais fácil.

Dessa vez os laterais não estiveram exuberantes como no jogo contra o Atlético Mineiro, mas em compensação o meio campo cada vez mais entrosado ditou o ritmo da equipe na fase final.

Diogo melhora suas atuações à medida que assimila as orientações de Muricy sobre o seu posicionamento. O lançamento para Conca no início da jogada do segundo gol foi uma pintura, apesar de ter passado batido por todos os narradores e comentaristas.

Deco vai adquirindo o seu ritmo habitual e Conca esteve simplesmente perfeito. A enfiada para Rodriguinho foi coisa de cinema.

Já Fernando Bob continua devendo, abusando das faltas perto da grande área, o que nos tem custado seguidos gols. É duro reconhecer, mas dou a mão à palmatória e lamento a ausência do Diguinho.

Rodriguinho perdeu um gol ainda na primeira etapa chutando em cima de Viáfara. Redimiu-se completamente fazendo a jogada que resultou em pênalti e concluindo com precisão o arremate para o segundo gol. Ponto para o Muricy que alterou seu posicionamento.

A questão que ainda intriga a todos os tricolores é a sequência de gols tomados em cobranças de faltas. Do jeito que a coisa vai, independentemente do goleiro que esteja em campo, basta o cobrador enquadrar a baliza que é gol certo.

Dessa vez não foi diferente. Bida chutou e Rafael conseguiu a proeza de espalmar a bola para a esquerda aplicando um efeito tal que ela foi bater na trave direita e depois empurrada para as redes pelo Henrique.

Aos 42 minutos quase novo empate em outra batida de falta quando a bola chutada pelo Ramon tirou tinta da trave e Rafael, como sempre, completamente batido na jogada.

Que sirva de lição para o Alcides Antunes que resolveu arriscar com esses goleiros até o fim do campeonato. No Brasileirão pode ser até que dê, mas para a Libertadores com o trio atual não adianta nem tentar a disputa.

Mas o que interessa mesmo e deve ser ressaltado é que o Fluminense é o líder novamente e com a volta dos atletas lesionados tem tudo para continuar assim.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

sábado, 25 de setembro de 2010

Fluminense 5 x 1 Atlético Mineiro. A dois pontos do líder, apesar das "garfadas".

Os laterais tricolores "mataram a pau" o time do Atlético Mineiro.

O Fluminense voltou aos bons momentos do início do campeonato e não tomou conhecimento do Atlético Mineiro na noite de ontem.

Com um futebol objetivo e envolvente aplicou 5 x 1 no adversário, um verdadeira “sapeca-iaiá”. Não fossem as oportunidades perdidas por Washington e Rodriguinho o resultado poderia ter sido mais acachapante.



Em noite de gala, os laterais tricolores esbanjaram categoria e foram os responsáveis pela maioria das jogadas de perigo. Mariano teve uma atuação perfeita e Carlinhos finalmente desencantou e voltou a jogar como nas primeiras partidas.

O meio campo sobrou com Conca e Deco melhorando o seu entrosamento e Diogo, além da marcação segura, proporcionando a saída de bola com mais consistência.

Fernando Bob, ainda está num nível abaixo, um pouco inibido, fez uma falta desnecessária na entrada da área, o que quase sempre termina em gol adversário face à fragilidade de nossos goleiros nesse tipo de jogada. Com o de ontem já foram sete os gols sofridos desse jeito.



Nesse particular, cabe acrescentar que o time se esforça, a torcida apoia, mas as constantes falhas dos goleiros têm impedido a manutenção da liderança. E o pior é que o Alcides Antunes acha que está tudo bem e abre mão da contratação de um goleiro minimamente habilidoso para reforçar a equipe, apesar da solicitação do Muricy e dos anseios da torcida.

O desempenho contra o Atlético Mineiro credencia o Fluminense a uma boa atuação em Salvador e traz esperanças de vitória contra um adversário difícil de ser batido em seus domínios.

Continuando com essa pegada e com os retornos de Emerson, Fred e Diguinho, o Fluminense tem tudo para superar Corinthians e Cruzeiro na luta pelo título.

Bem, para superar o Corinthians será preciso também que as arbitragens fajutas parem de fazer vistas grossas contra os lances irregulares a favor dos paulistas.



A propósito do assunto, sugiro a leitura do brilhante trabalho de compilação "CONTRA O CORINTHIANS NINGUÉM ERRA", publicado pelo amigo Paulo Cezar da Costa Martins Filho no site : http://jornalheiros.blogspot.com em 23/09/2010, onde são mostrados de modo cristalino que nada menos do que 14 (quatorze) pontos foram obtidos de forma irregular pelo clube queridinho do Ricardo Teixeira.

Ainda que corintianos, simpatizantes e a mídia cretina apelem para a dificuldade de percepção dos lances em apenas alguns segundos, atenho-me apenas ao lance do segundo impedimento assinalado pelo parcial bandeira João de Souza Junior, quando Rodriguinho estava a mais de dois metros e meio atrás do último defensor corintiano.
.
Erro crasso como esse não deixa margem a nenhuma dúvida de que o referido cidadão, a menos que seja completamente míope, tenha entrado em campo disposto a ajudar o time da casa.


O lance foi tão grotesco que até o comentarista de arbitragens Arnaldo Cesar Coelho, conhecido por ser useiro e vezeiro em passar a mão nas cabeças de seus ex-colegas de profissão, o classificou como erro gravíssimo.

A imagem a seguir, retirada do vídeo do globoesporte.com, mostra que o “tira-teima” comprovou a posição regular do atacante tricolor, posicionado a 2,54 metros atrás do último defensor corintiano.


Leonardo Gaciba pecou por omissão e anulou o gol legítimo, que hoje manteria o Fluminense na liderança. Um verdadeiro absurdo.



Mas, apesar de todos esses “erros”, sou mais o Fluminense.

E DÁ-LHE FLUZÃO.

domingo, 19 de setembro de 2010

Flamengo 3 x 3 Fluminense. Volta Emerson, mesmo de muletas!

O Fluminense não resistiu à série de contusões e após doze rodadas perdeu a liderança para o Corinthians.

Apesar de ter retornado bem à equipe, Diogo não foi capaz de se contrapor às lambanças da defesa, principalmente a de Gum que ocasionou o primeiro gol rubro-negro.
.
O lance foi tão tosco que me troxe à lembrança o desabafo do Abel Braga após um jogo em Volta Redonda pelo campeonato de 2005, quando um zagueiro tricolor Zé Carlos ou Gabriel, não me lembro bem, tentou sair jogando, perdeu a bola e propiciou um gol para o adversário.
.
Na ocasião, Abel foi curto e grosso e falou mais ou menos assim: __"Já disse para jogar o feijão com arroz, não adianta querer colocar tempero se não sabe".
.
Muricy bem que poderia exigir que a nossa zaga jogasse somente o feijão com arroz. No caso do Gum, seria até melhor jogar o feijão puro, nada de sair jogando ou tentar dar um passe mais elaborado, é só chutar para onde o nariz está apontando.
.
Espero que o treinador tricolor volte a dar uma chance ao Cássio ou até mesmo ao recém contratado Thiago Sales, porque com o Gum na forma que está vai ser difícil segurar resultados. Ora são falhas grotescas, como a de hoje, ora faltas desnecessárias nas imediações da área. Uma ou duas semanas de descanso para ele seria benéfico para todos.

Fred, Emerson, Deco, Diguinho e Digão realmente fazem muita falta porque a distância deles para seus substitutos é abissal.

O time tricolor ainda vinha mantendo a regularidade mesmo com a ausência do Fred, que desde a sua chegada mais tem frequentado o departamento médico do que os estádios, mas sucumbiu à ausência do Emerson, pois sem os dois titulares a linha atacante não consegue reter a bola no campo adversário. E na base do chutão, um dia a vaca teria que ir para o brejo.

Apesar de só ter somado seis pontos nos sete últimos jogos disputados, quando teve mais derrotas que em todo o primeiro turno, só agora o Fluminense foi ultrapassado pelo Corinthians, o que mostra que o adversário agora a ser batido não é tão forte assim.

Não fosse a trapalhada bizarra do Gum e o gol claríssimo perdido pelo Fernando Bob quando o placar já era de 3 a 3 e o Fluminense certamente teria vencido.

Paciência, Fla-Flu é assim mesmo, é sempre jogo duro ainda que um deles esteja em má fase.
Só espero que os urubus também “comam a grama”, contra os demais adversários.

E quem sabe, se com a recente reformulação, o departamento médico tricolor passe a mostrar mais competência na recuperação dos atletas?

Ainda confio, mas teremos que vencer os próximos quatro jogos, quando o Corinthians enfrentará adversários mais difíceis.
.
E DÁ-LHE FLUZÃO!
.
E FORA TRAFFIC!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fluminense 1 x 2 Corinthians. Complicou!


O jogo foi equilibrado e vencido pela equipe que aproveitou melhor as chances surgidas.

Era um jogo desenhado para a vitória daquele que abrisse o marcador, pois teria o contra-ataque à disposição pela obrigação do adversário partir para frente.

E o primeiro gol poderia ter sido nosso não fosse a oportunidade perdida por Deco aos oito minutos, quando depois de tabela perfeita com Conca, entrou na área e mesmo desequilibrado resolveu tentar o gol ao invés de passar para o lado, onde Washington estava completamente só à frente do gol.

Foi um castigo para o Washington, que havia mostrado a mesma individualidade cretina por ocasião do penalti contra o São Paulo e entre essas disputas de egos e vaidades o prejuízo maior acabou sendo do Fluminense.

O Tricolor ainda está na liderança do campeonato, uma liderança virtual apenas, pois bastará ao Corinthians um simples empate com o Vasco para alcançar a primeira colocação isolada.

No entanto, a derrota para o Corinthians não deve ser considerada catastrófica, foi apenas um resultado normal em se tratando de um clássico.

O que de fato merece uma reflexão profunda por parte do Muricy são as derrotas anteriores para Guarany e Atlético Goianiense, porque apesar do time não ter estado bem nas duas ocasiões, as derrotas foram causadas por falhas gritantes de nosso goleiro nos quatro gols dos adversários.

Fernando Henrique é sempre assim. Depois de períodos na reserva, parece que treina mais, não sei, e sempre volta agarrando tudo. Com a titularidade garantida, tem a tendência de "murchar" e fazer renascer a famosa "mão de alface" ou "de maionese", como preferem outros.

Seis pontos que ainda dariam uma boa vantagem sobre o Corinthians, mesmo com a derrota de ontem.

Rafael também não é confiável e Berna muito menos, mas vejo com bons olhos a substituição momentânea do FH como o primeiro passo para a redenção tricolor. Após frequentar o banco por alguns jogos, ele poderá voltar e surpreender fechando o gol. Até lá, apelaria para o Rafael.

Domingo teremos o Fla-Flu. Com Valência suspenso, temo pela escalação do Belletti. Mais uma falta boba na entrada da área e pode sair um gol do Pet.

A propósito, será que alguém já apresentou o Tartá ao nosso técnico?

Que os deuses do futebol iluminem a cabeça do Muricy para não perdermos a terceira seguida.

E não esqueçam, tricolores de coração, nas próximas eleições para a presidência do clube, procurem um candidato descompromissado com a Traffic... Para o bem do Fluminense.
.
FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!

domingo, 12 de setembro de 2010

Atlético Goianiense 2 x 1 Fluminense. Outra bobeada no final!

Não adianta chiar Muricy, uma vez mais o castigo veio pela insistência com Belletti.

Mais uma vez o Fluminense deixou escapar três pontos fáceis, inúmeras foram as chances perdidas. Um pouco menos de ansiedade e o jogo poderia ter sido resolvido ainda na primeira etapa.

Mesmo empatando o Fluminense via a distância para o Corinthians aumentar, pelo menos até Muricy uma vez mais usar da "poção mágica para tomar gol" e promover a entrada de Belletti.
.
Como já havia acontecido em jogos anteriores, Belletti não só perdeu de forma bisonha a jogada que originou o contra- ataque mortal dos goianos, como também não teve forças para correr e tentar pelo menos atrapalhar o arremate de Juninho, retornando para a defesa em ritmo de trote.

Não se trata de fazer carga contra o atleta, mas o fato é que ele não reúne as mínimas condições físicas para entrar em partidas da primeira divisão do campeonato brasileiro. Nitidamente fora de ritmo irá necessitar de uma sequência de jogos para poder vir a ser útil.
.
O fato preocupante é que não dá para promover essa recuperação em jogos difíceis como do atual campeonato, afinal de contas já são 5 (cinco) os pontos perdidos pela equipe por falhas individuais do Belletti. Além do de ontem, os outros quatro aconteceram nos jogos contra o Botafogo, cujo gol de empate foi obtido numa falha bastante semelhante à ocorrida no Serra Dourada e São Paulo em que uma falta boba e completamente desnecessária na entrada da área propiciou o gol de Rogério Ceni.

Muricy deve estar com a consciência pesada por ter avalizado a sua contratação, mas cada vez que colocá-lo em campo nessas condições correrá grandes riscos de tomar gols bizarros.

A questão que vem à mente dos tricolores é de que adianta abrir mão de valores promissores como Maicon e Alan para garantir a permanência do Conca, fazer contratações milionárias como a de Fred, Emerson e Deco, se na hora H teremos que ver o Belletti entregar o ouro?

Para entregar o ouro já temos o Fernando Henrique e basta.

Aliás, ridícula a discussão entre ele e Rafael, cada um se julgando melhor do que o outro. A origem da desavença é a vaidade de cada um, incapazes de reconhecer as falhas corriqueiras que cometem.

Se FH falhou contra São Paulo e Guarani, Rafael também já havia falhado de forma idêntica nos jogos contra o Corinthians e Botafogo, esse no campeonato estadual, quando o time perdeu de virada depois de dois frangos indesculpáveis.

No fim mesmo a culpa é dos dirigentes, que não tiveram a capacidade de contratar um goleiro à altura da equipe.
.
Ao final da partida, apesar de mostrar uma visível irritação, Muricy evitou críticas ao elenco, declarando que o Fluminense pagou pela sua postura ofensiva dos minutos finais. “Nosso time procura o ataque durante todo o tempo, por isso leva alguns gols”, declarou.

É caro Muricy, realmente atacamos o tempo todo, mais uma forte razão para manter o Belletti fora do time, sob pena de perdermos um campeonato que se desenha à feição do Fluminense.

Apesar das recentes mancadas em escalações e principalmente nas substituições, Muricy é o cara. Creio que ainda não teve tempo de conhecer todas as facetas do elenco. Espero que em breve ele vislumbre a virtude de alguns relegados a segundo plano, como por exemplo, o Tartá, que com uma pequena sequência poderá vir a ser mais efetivo que o Marquinho.

No jogo de ontem, após a expulsão, talvez a entrada de um driblador como o Wellington Silva fosse mais eficaz do que a mesmice de sempre.

Agora não adianta mais chorar o leite derramado, mas a vitória sobre o Corinthians na próxima rodada passou a ser mandatária.

Torcida Tricolor, temos que lotar o Engenhão para evitar que a paulistada o faça. Time por time, o nosso é melhor, técnico por técnico, o nosso é melhor, torcida por torcida, a nossa é melhor, mas precisamos provar tudo isso na quarta-feira. NÃO FALTE. Até lá.

E DÁ-LHE FLUZÃO, CAMPEÃO!
.
(crédito da foto: espn.com.br)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Fluminense 3 x 1 Ceará. O Fluzão voltou!


Com um primeiro tempo exuberante o Fluminense não tomou conhecimento da até então menos vazada defesa do campeonato e definiu o jogo em trinta minutos. Não fossem as oportunidades claras perdidas o Ceará poderia ter sofrido uma goleada histórica.

Na etapa final o time diminuiu o ritmo e administrou o resultado sem correr riscos desnecessários, apesar de uma pane geral no finalzinho do jogo ter permitido o gol dos cearenses.

Washington voltou a marcar e provou que quando é acionado corretamente não tem dificuldades em mostrar o “faro” de artilheiro. Deixando de lado a vaidade perniciosa poderá ser muito útil na campanha do tri.

Conca barbarizou. Apesar de caçado desde o início, passeou em campo e foi disparado o melhor da partida.

Embora não seja adepto do esquema com três zagueiros, reconheço que o time voltou a jogar melhor com essa formação. Talvez por jogarem assim desde a épica arrancada do campeonato passado, os atletas se sintam mais confiantes com ele.

Os resultados obtidos sinalizam que a melhor opção talvez seja sua manutenção, mesmo quando Muricy tiver disponíveis todos os atacantes titulares, talvez abrindo mão de um dos volantes, notadamente uma das posições mais carentes do elenco.

Dessa vez Muricy aproveitou as substituições para dar descanso extra a alguns. A torcida temeu pela entrada do Belletti, ainda sem o ritmo necessário. Teve atuação discreta sem comprometer a vitória, mesmo assim não leva sorte, porque apenas seis minutos depois de sua entrada saiu o gol cearense.

Dessa vez não aconteceram as faltas nas imediações da área e como consequência não tivemos a famigerada “mão de alface”.

Se repetir a atuação contra o Atlético Goianiense, o Fluminense terá grandes chances de vencer e entrar com moral elevada no jogo com o Corinthians, a primeira das grandes decisões que o clube terá que enfrentar no ano.

Mas será preciso que a Torcida tricolor faça a sua parte. A presença no jogo de ontem foi ridícula e se continuar assim, correremos o risco do Corinthians promover uma invasão na próxima quarta-feira.
.
TODOS AO ENGENHÃO E DÁ-LHE FLUZÃO!
.
(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Guarani 2 x 1 Fluminense. E a "gordura" se foi!

Por mais paradoxal que seja o Fluminense perdeu a partida sem sofrer grandes sustos.

O início tranquilo passava a sensação que a sexta vitória fora de casa estava no papo.

A contusão de Emerson ligou o sinal de alerta, pois a insistência com Rodriguinho só tem servido para mostrar que após suas entradas o time passa a jogar com dez.

Ainda assim o jogo transcorria normalmente e o Guarani só chegava a ameaçar em cobranças de faltas cometidas nas imediações da área.

Enquanto a pontaria de seus jogadores estava descalibrada nada aconteceu, embora a Torcida Tricolor pressentisse que na hora em que eles conseguissem enquadrar a baliza o gol seria decretado.

E aí que me pergunto. Até quando perderemos jogos e campeonatos por falhas bisonhas de nossos goleiros nesse tipo de penalidade? Tomamos gol contra o São Paulo, duas ontem e não adianta trocar de goleiro porque o mal é inerente a todos do plantel, basta relembrar o gol do Corinthians em que Rafael cometeu o mesmo erro.

O fato é que nossos goleiros não sabem armar a barreira de forma efetiva e principalmente não tem o mínimo senso de colocação na hora da batida. Quando Fernando Henrique deu todo o canto para o Baiano, todos viram claramente que bastaria encobrir a barreira para a bola entrar facilmente, mesmo com um chute fraco.

No segundo gol, o desvio na barreira serviu para livrar um pouco a barra de FH que ainda assim estava mal colocado e pulou atrasado.

E como os dois goleiros principais do elenco sofrem do mesmo problema, pergunto se não seria o caso de ser tentado um novo treinador de goleiros, já que o atual não consegue resolver um problema que assola a equipe há mais de dois anos?

Existem outras deficiências crônicas que necessitam correção. Nossa zaga precisa urgente de um zagueiro de qualidade. Os atuais só conseguem desarmar os adversários com faltas, são pesadões e mesmo assim caem facilmente em qualquer disputa de bola com os atacantes contrários.

Nas laterais e do meio pra frente a equipe está bem servida, embora não tenha substitutos para Fred e Emerson. Maicon e Alan foram dados de bandeja para os especuladores da Traffic, hoje rindo a toa com a facilidade com que multiplicaram seus parcos investimentos no clube.

Sobra então para o pobre do Muricy que tem que quebrar a cabeça para contrapor-se aos erros primários de nossos dirigentes.

Agora que a gordura já se foi, qualquer erro poderá ser fatal.

Seriedade e concentração nos jogos contra Ceará e Atlético Goianiense para então poder detonar o Corinthians, se Deus quiser já com Emerson recuperado.

Cabe a nós tricolores apoiar o time contra o Ceará, seja no Engenhão ou em São Januário. Não podemos deixar que a intromissão indevida dos cartolas da CBF prejudique o nosso clube.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Fluminense 1 x 1 Palmeiras. Mais dois pontos para o vinagre!


Amigos Tricolores,

Passada a ressaca e a decepção por mais uma apresentação desastrosa do nosso Fluminense, a questão que tem martelado a minha cabeça é o que estará acontecendo com o Muricy.

Para os coveiros de plantão e principalmente à mídia cretina, deixo claro que não se trata de um questionamento a sua capacidade e muito menos qualquer libelo contra a sua permanência no clube.

Muricy é disparado o melhor técnico do país e sua contratação foi a realização de um sonho de todos os tricolores, cansados de ver o clube perder títulos incríveis por prepotência, covardia e falhas nas montagens dos elencos.

Então o porquê da questão? Pelo simples fato de nos últimos três jogos o Fluminense ter sido time de um tempo só.

Menos mal nos jogos contra o Goiás e o São Paulo que a debacle deu-se nas primeiras etapas. Dominando completamente a parte final desses jogos, o Tricolor goleou o Goiás e só não venceu o genérico paulista pelo arroubo de vaidade desmedido, exaustivamente comentado por toda a mídia desportiva.

Domingo passado, Muricy conseguiu corrigir os erros e arrumou a casa no intervalo, mas contra o Palmeiras ninguém entendeu a sua passividade durante os quarenta e cinco minutos em que o adversário dominou a partida.

Do centro das arquibancadas brancas a visão era total e todos sem exceção comentavam sobre a situação, antevendo que o pior estava por vir a qualquer momento.

E Muricy impassível na boca do túnel intrigava a todos.

Washington mal, talvez a sua pior apresentação desde que chegou às Laranjeiras. Provavelmente abalado pela incoerência de sua atitude esdrúxula de domingo passado, no íntimo devia estar ansioso para compensar a torcida e quando a ansiedade toma conta dos nervos nada dá certo.

Emerson jogando recuado deixou Washington à própria sorte, completamente isolado na maior parte do tempo.

E os volantes perdiam as bolas, ou por falta de condições físicas ou por quererem enfeitar demais as jogadas com aqueles toquinhos dispensáveis e irritantes. Nesse particular, Fernando Bob foi o campeão.

Os zagueiros tentavam na base do chutão, a bola voltava imediatamente e aí tinham que apelar para as faltas.

A situação estava tão caótica que os torcedores voltaram a fazer o coro que há muito tempo tinham deixado de lado: “A benção João de Deus”.

E Muricy nada via e se via, nada fazia.

Ao final do jogo, disse achar o empate injusto porque o Palmeiras dominava, mas não conseguia entrar em nossa área. Realmente, o Palmeiras de hoje não possui aquele esquadrão de outrora, mas seu técnico nem precisou se preocupar muito, porque tinha a certeza que bastava ficar rondando a área porque mais cedo ou mais tarde um zagueiro, um volante ou o goleiro entregaria o ouro, como acabou acontecendo.

Muricy considerou que o gol no último minuto foi uma espécie de golpe de sorte do adversário e também devido à expulsão do Leandro Euzébio.

No Maracanã também foi essa a minha percepção inicial, mas refletindo melhor cheguei à conclusão que o gol no último minuto foi uma dádiva dos deuses do futebol, pois se o Palmeiras tivesse conseguido empatar antes teria grande chance de sair vencedor.

Quase ao final, Muricy resolveu tentar alguma coisa. Pensei: vai tirar o Washington e colocar o Marquinho para aumentar a pegada no meio campo, ou entrar com Rodriguinho para preocupar um pouco os defensores paulistas ou será que vai colocar o Carlinhos e deslocar o Julio Cesar para o meio?

Nada disso, tirou o Emerson e além de deixar o W A S H I N G TO N completamente perdido em campo entrou com mais um zagueiro.

O final estava na cara, lembrou-me o time do Cuca no Fla-Flu do estadual. Parecia um aviso ao Palmeiras: venham prá cima porque não tenho mais ataque.

Contra o Guarani, as voltas de Mariano e Fred e a liberação do Valência deverão dar mais opções, embora os dois últimos certamente devam estar sem o ritmo ideal.

Muricy precisa olhar para os reservas do elenco com mais carinho porque poderá encontrar jogadores capazes de melhorar o desempenho em situações como essa.

O Muricy de quarta-feira não foi o Muricy a quem estamos acostumados a ver. Não tenho dúvidas de que logo ele sairá desse estado catatônico e voltará a ser o treinador brilhante que sempre foi.

Apenas um pesadelo momentâneo, que esperamos seja desanuviado domingo próximo.
.
.
E DÁ-LHE FLUZÃO, SEREMOS CAMPEÕES!