segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

TRICAMPEÃO!


 
Curtindo a maravilhosa ressaca, justificável após tantos anos de espera, a postagem de hoje ficou para mais tarde.

Parabens Tricolores, os Verdadeiros, de todos os cantos do mundo!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Peter Siemsen, esperança de dias melhores!

 
Em 20.08.2009, o amigo João Marcelo Garcez publicou no Blog do torcedor Tricolor a seguinte nota:

Eleição presidencial: em palestra realizada há algumas semanas no Globo, Roberto Horcades dava como certa a vitória da situação das urnas no pleito do ano que vem. Respaldando-se nos piscineiros do clube e nos sócios não-tricolores, disparou. “Já estou eleito. Torcida não vota”.
Atrevimento tem limite… Tricolor, associe-se JÁ e, pelo amor que você tem pelo Fluminense, faça a diferença nas urnas.
Dentre muitas outras manifestações, a chamada sensibilizou a Torcida Tricolor, como prova a esmagadora vitória de Siemsen.

A esperança no retorno das glórias do passado está presente nas mentes da maioria dos torcedores, cansados de décadas de insucessos e desmandos.

A bola agora está com Peter e tomara que ele consiga colocar novamente o Fluminense nos caminhos da vitória.

Suas idéias são boas, em especial a criação de uma receita fidelizada com a associação em massa da torcida, o fortalecimento das ações de marketing do clube e a construção de um Centro de Treinamento, localizado o mais próximo possível de onde normalmente os jogadores moram.

O novo presidente vislumbrou que a transferência da atividade dos profissionais para Xerém é utópica, provavelmente em virtude do tempo gasto em deslocamentos, o que inviabilizaria os treinamentos em tempo integral, por exemplo.

A manutenção da parceria com a Unimed é outro ponto positivo. Embora o modelo de gestão não seja o ideal, talvez seja o único possível no status quo vigente. A imposição de novas condições para o patrocínio, pretendidas pelo candidato derrotado, com a exigência de que as verbas passassem a entrar diretamente nos cofres do clube parece inexeqüível no momento, principalmente face aos inúmeros processos trabalhistas demandados por ex-atletas e que, de um modo geral, tem contado com a simpatia da Justiça sempre em detrimento do Fluminense.

A chegada de Muricy certamente eliminará de uma vez por todas a possibilidade de transformação do clube num paraíso para os empresários que tendem a empurrar jogadores sem qualquer critério vinculado ao seu mérito profissional. A partir de agora teremos planejamento e trabalho, ô meu, como diz o nosso treinador.

Espero que Peter tenha a grandeza necessária para reconhecer e adotar as boas idéias de Julio Bueno, a principal a meu ver a que concerne ao afastamento dos empresários que cercam os garotos da base, de modo que o Fluminense tenha os direitos federativos de todos os seus jogadores.

Se de todo não for possível essa situação, que ao menos seja feito como alguns dos principais clubes de ponta do país, que detêm no mínimo de 70 a 80% desses direitos.

Outro ponto para o qual gostaria que o novo mandatário tricolor olhasse com atenção é a nefasta parceria com a Traffic, cujo único objetivo até agora foi exclusivamente de se apoderar dos direitos das melhores revelações de Xerém para repassá-las sem nenhum ou pouquíssimo benefício para o clube.

Peter tem um grande desafio: devolver ao Fluminense a pujança do passado e fazer com que sua imensa torcida tenha realmente orgulho de ser tricolor.

Boa sorte, Presidente e conte com todos aqueles tricolores de coração.

(crédito da foto: terra.com.br/Flusocio/Divulgação)

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Palmeiras 1 x 2 Fluminense. E dá-lhe Tartá!


Tartá provou a força da base

Apenas noventa minutos separam o Fluminense do grito de campeão.

E vejam que o penúltimo obstáculo não foi nada fácil. Ao contrário do que a imprensa paulista alardeou durante toda a semana, o Palmeiras entrou em campo com nove titulares e ainda que não tivesse a mesma motivação da equipe tricolor, começou assustando com um gol logo no início.

A ansiedade que tomou conta de nossos atletas quase põe tudo a perder, a começar pela falha bisonha de Leandro Euzébio, que deu origem ao gol palmeirense. Após o jogo, o próprio Euzébio debitou o erro ao nervosismo.

As oportunidades perdidas e a boa atuação do goleiro Deola deixavam em todos um sentimento estranho, misto de ansiedade e frustração, até que Carlinhos com um chutão de fora da área igualou o marcador.

A partir daí a pressão foi total, mas a precipitação fez com que nossos atacantes perdessem gols incríveis.

No Pacaembu, o Corinthians vencia o Vasco mercê de um gol fortuito, uma trapalhada digna de filme pastelão, o que impunha ao Fluminense a necessidade de vitória para ir à última rodada dependendo apenas de seu resultado.

O panorama não se alterou na segunda etapa com Emerson e principalmente Fred perdendo gols incríveis.

Até que coube a Tartá, que substituira Deco ainda no período inicial, demonstrar a calma necessária para desempatar, colocando com categoria e precisão a bola no canto direito, longe do alcance do goleiro.

Tartá que já havia feito o gol da vitória contra o Vasco repetiu a proeza e definiu o a partida contra o Palmeiras. Pena que suspenso não poderá estar à disposição para enfrentar o Guarani, mas terá uma parcela importante na conquista do título, se nada de anormal ocorrer no domingo.

Sempre fui favorável ao aproveitamento das revelações da base. Essa tem sido a tradição das equipes vencedoras do Fluminense, desde os tempos da Máquina.

É a mística tricolor. As jovens “crias da casa” desde cedo se acostumam com a força da camisa tricolor e entram leves nas principais decisões. Parece que ficam imunes ao nervosismo que afeta até as grandes estrelas da companhia ao vestir as cores de tanta tradição.

Vivas ao Muricy que o resgatou de um boicote incompreensível, que quase o alijou do elenco.

Depois do desempate, foi só segurar o jogo até o fim, embora várias outras oportunidades tenham sido perdidas.

Agora, plagiando o Zagallo, só falta uma e nessa uma o apoio da Torcida Tricolor será fundamental.

Vamos lá, ao Engenhão, ocupar todos os lugares e demonstrar que a interação Torcida-Time de Guerreiros é imbatível.


E DÁ-LHE FLUZÃO, TRICAMPEÃO!

(crédito da foto: terra.com.br)

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Deu no Lancenet do dia 25/11/2010: Caso Dalton: Flu paga com direitos de jogadores da base à Traffic.

A Traffic recebeu do Fluminense parte dos direitos de três garotos da categoria de base do clube para cobrir o prejuízo gerado pela perda do zagueiro Dalton, que deixou o Flu por atraso no pagamento do FGTS. O Flu devia por isso uma multa de cerca de R$ 1,5 milhão. O clube ainda tenta recorrer na Justiça, mas as chances de sucesso são remotas.



A nota não esclarece quais os atletas foram cedidos nem o percentual dessas cessões. O fato é que a parceira indigesta e gananciosa continua trabalhando como um câncer maligno para dilapidar o patrimônio tricolor em seu próprio benefício.

Com essas artimanhas já nos roubaram Maicon e Alan e o Digão só permaneceu no clube porque foi vítima de uma série de lesões.

Não podemos deixar que a empolgação pelo título que se aproxima nos faça esquecer os descalabros que as últimas administrações tricolores vêm impondo ao nosso Fluminense.

Reflitam bem antes de votar amanhã e vejam se não seria a hora de tentar uma mudança nos rumos do clube porque continuísmos exagerados nunca trouxeram bons resultados.

Reflitam bastante e votem com consciência.

E FORA TRAFFIC!       

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

São Paulo 1 x 4 Fluminense. Na reta final para o título!



As polêmicas que pipocaram durante toda a semana sobre entrega de jogos, malas brancas e outras baboseiras acabaram ofuscadas pelo show em Barueri.

Muricy não inventou nenhuma fórmula mágica e escalou o que o Fluminense tinha de melhor.

Com Diguinho e Mariano inspirados, Fred e Deco recuperando o ritmo de jogo e Conca uma vez mais desequilibrando, o Fluminense sobrou em campo e fez a torcida esquecer a apagada atuação do domingo anterior.

Pena que a ansiedade de Washington mais uma vez tenha comprometido sua atuação.

Com o empate do Corinthians, a liderança foi retomada e se o retorno do Emerson realmente se concretizar, o tri-campeonato passa a ser uma realidade bastante provável.

 
Ô ô ô ô... Ô ô ô ô...

Para pra ver, que começou

O show do meu Tricolor!

 
O jogo

Desde o início o Fluminense partiu para cima do São Paulo. Atacando pelas laterais acuou o adversário em busca do gol e logo aos quatro minutos teve a primeira oportunidade quando Washington cabeceou para fora um cruzamento de Conca.

Logo a seguir, Gum teve outra chance mais clara ainda ao cabecear para fora a bola vinda de um escanteio.

Aos nove minutos, finalmente Washington conseguiu balançar as redes, aproveitando o rebote dado por Rogério Ceni, após chute de Mariano. Infelizmente estava em posição de impedimento e teve o gol anulado acertadamente.

O São Paulo só apareceu efetivamente no ataque por volta dos dezoito minutos quando Ricardo Berna defendeu um arremate de Lucas.

O Fluminense continuou comandando a maioria das ações ofensivas, anuladas pela boa atuação do goleiro são-paulino ou desperdiçadas pelos seus atacantes.

O gol do Corinthians em Salvador aumentou a pressão sobre os jogadores do Fluminense, até o gol surgir aos 34 minutos mercê de uma cabeçada de Gum escorando um escanteio cobrado por Conca.

O São Paulo quase empatou a seguir, mas Ricardo Berna salvou para escanteio cabeçada de Lucas Gaucho.

A seguir um momento inusitado: as duas torcidas comemoravam o empate do Vitória que tirava a liderança do Corinthians.

O panorama da segunda etapa não se alterou e o Fluminense teve a chance de ouro para matar a partida logo aos 9 minutos, quando Washington recebeu de Deco livre à frente de Rogério Ceni e chutou para fora.

Dois minutos depois a velha máxima de “quem não faz leva” se fez presente e o São Paulo empatou com Lucas Gaúcho, que tocou de letra, a bola desviou em Gum e enganou Berna.

As justas expulsões de Xandão e Richarlyson aos 17 e 24 minutos, no entanto, mataram de vez a equipe do São Paulo e o que se viu a partir daí foi um total domínio do Fluminense, que chegou facilmente aos quatro gols com Fred e Conca, duas vezes e o placar só não foi maior graças às boas defesas de Rogério.

E DÁ-LHE FLUZÃO

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Fluminense 1 x 1 Goiás. Ficou difícil!

Rodada aziaga para o Fluminense, a começar pela continuação das marcações equivocadas a favor do Corinthians como aconteceu mais uma vez no jogo de sábado.

Na realidade deu tudo errado. Muricy preferiu escalar o Valencia em detrimento do Diguinho para garantir mais segurança à defesa, conforme já vinha dando pistas durante a semana.

De nada adiantou, a defesa não apresentou a segurança esperada e tanto Valencia como Fernando Bob não foram capazes de municiar os atacantes e o resultado foi a fraca atuação no primeiro tempo do jogo.

É certo que o treinador esperava mais de Deco, que a rigor nada fez de produtivo, mas por que aguardar o intervalo para efetuar as substituições? Perdemos um tempo precioso para a tão esperada reação.

Rodriguinho é outro que poderia ter entrado mais cedo, principalmente porque Fernando Bob dava nítidos sinais de estar sentindo a responsabilidade. A bola parecia estar queimando seus pés, o que também pode ter ocorrido com o Tartá.

E ficou mais uma vez provado de que não se pode barrar impunemente o Diguinho pela dupla Valencia-Fernando Bob. Não que Diguinho seja um craque fora de série, mas Muricy precisa se conscientizar de que o elenco tricolor não mais dispõe de volantes como Arouca e Diego Souza, perdidos precocemente pelo amadorismo da diretoria do clube.

A realidade, porém, é que tudo teria sido diferente não fosse a falha bisonha do Carlinhos no gol do Goiás, ao rebater fraco nos pés de Douglas, que lançou em suas costas para Jones cruzar na cabeça de Rafael Moura. Carlinhos poderia ter colocado a bola para lateral ou ao menos tentado parar a jogada com falta em vez de deixar o atacante adversário cruzar sem ser molestado.

Agora só resta ao Fluminense obter três vitórias nos jogos finais e esperar que em Salvador a torcida do Vitória consiga inibir o trio de arbitragem, de modo a evitar que ele tenha a cara de pau de inventar outros penaltis e impedimentos inexistentes que beneficiem o Corinthians.

Com o retorno de Emerson, não tenho dúvidas de que as vitórias serão obtidas. Resta esperar que o departamento médico tricolor consiga o milagre de recuperá-lo a tempo.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

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Dossiê Gambá

Você sabia que desde o início do campeonato o Corinthians já ganhou 18 pontos de graça da arbitragem?

Alguns podem até ser considerados como erros normais. Outros, porém, são verdadeiros casos de polícia nos quais o trio deveria ter saído algemado do estádio.

Quem quiser comprovar é só acessar o dossiê gambá 2010 no site  verdazzo - dossiê gambá 2010, em especial os jogos contra o Atlético Paranaense (1ª rodada), Botafogo (26ª rodada) e Fluminense (3ª rodada), curiosamente todos no Pacaembu.

De todos os casos, o mais escabroso foi o da terceira rodada quando uma quadrilha tirou a vitória do Fluminense e presenteou-a ao Corinthians. Felizmente, o chefe já pediu o boné e desistiu de apitar, alegando não ter esperança na profissionalização dos árbitros. Pode ser. Pode ser também que tenha tido vergonha, arrependimento, quem sabe?

A imagem a seguir, retirada do vídeo do globoesporte.com, mostra a comprovação da posição regular de Rodriguinho num dos gols anulados. O fato do atacante tricolor estar posicionado a 2,54 metros atrás do último defensor corintiano atesta a má fé do bandeirinha safado. Leonardo Gaciba, que já havia inventado a falta que originou o gol dos paulistas, pecou por omissão e confirmou a maracutaia.


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fluminense 1 x 0 Vasco. E dá-lhe Tartá!

 
Finalmente a vez do Tartá chegou. E chegou pelas mãos de Muricy, que sempre pautou suas decisões baseadas nos desempenhos nos treinamentos.

A história de Tartá no Fluminense ainda intriga boa parte da torcida tricolor, entre os quais me incluo.

Boicote ou não, o fato é que depois de sua negativa em ter seus direitos federativos cedidos à Traffic, o atleta foi praticamente defenestrado das Laranjeiras e quase teve seu contrato encerrado.

Na ocasião não só o Blog do Tricolor Verdadeiro, como também outros veículos de maior penetração, como o blog do Torcedor Tricolor, de João Marcelo Garcez e o Jornalheiros, de Paulo Cezar da Costa Martins Filho publicaram matérias com o intuito de manter a jovem promessa no elenco do Tricolor. (“Ainda sobre o Tartá”. – 12/01/2010)

A batalha foi árdua e de certo modo vencedora quando a diretoria resolver emprestá-lo ao Atlético Paranaense.

Alguns são céticos quanto a veracidade dos fatos, preferindo classificá-los como uma espécie de teoria da conspiração utópica.

Pode ser e tomara que estejam corretos, embora as doações de Maicon, Alan e Dalton sem nenhum proveito para o clube venham de encontro a essa assertiva. E não devemos nos esquecer ainda do Digão, também cedido à Traffic e que permaneceu no clube provavelmente devido às seguidas contusões que o tem impedido até mesmo de treinar.

Mas o fato marcante é que Muricy resgatou o Tartá, que em poucos minutos contra o Atlético Paranaense ganhou a posição do Rodriguinho e ontem teve sua melhor apresentação, correndo, ajudando na marcação em todos os cantos do campo e finalmente fazendo o que os demais atacantes há muito não conseguem, assinalar um gol.

E que gol, o gol solitário que garantiu a vitória no clássico e a manutenção da liderança.

A vitória foi suada, parecia que o Vasco estava brigando pelo título tal o seu empenho. Berna, quando exigido, voltou a brilhar e contou com a sorte, quando vencido foi salvo pela trave. Sorte de campeão, ou melhor, "sorte de competente", como disse o Tartá.

O sufoco poderia ter sido atenuado se pelo menos uma das chances desperdiçadas por Washington e Marquinho fosse concretizada.

Domingo próximo será a vez do Goiás, partida que deverá ter a volta do Fred e talvez do Deco, aliás, em boa hora pela perda do Marquinho.

Embora seja inegável o empenho e dedicação do Washington, creio que esteja na hora dele descansar um pouco, pois como ele próprio tem declarado por diversas vezes, vem jogando no sacrifício.

De resto toda a equipe está de parabéns por ter conseguido manter o Fluminense à frente da competição mesmo com os inúmeros e constantes desfalques.

E é justamente por causa disso que a Torcida Tricolor tem que fazer a sua parte, lotando o Engenhão não só contra o Goiás, mas também no jogo final contra o Guarani.

O estádio é mal localizado, não se compara ao Maracanã e daí? Gente o que interessa é que o Fluzão vai estar lá nos próximos dois anos para ganhar o Tri brasileiro e Libertadores de 2011. Não podemos nos furtar a colaborar.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: terra.com.br)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Internacional 0 x 0 Fluminense. Berna salva a pátria e a liderança!


                            Ricardo Berna foi o nome do jogo.


Bem que Muricy tentou surpreender Celso Roth. A idéia foi boa, mas conseguir manter a bola nas proximidades da área adversária com o trio Marquinho, Tartá e Washington é uma tarefa inglória para qualquer ser vivente.

O resultado não poderia ter sido outro, porque apesar do Fluminense ter começado impondo pressão, a nulidade do trio fez com que aos poucos o Internacional tomasse conta do jogo.

Ótimo para o Fluzão é que a noite era de Ricardo Berna, que teve uma atuação soberba. Atuação como a torcida tricolor não via desde os jogos da Libertadores de 2008.

Desde então, a meta tem sido responsável pelo desespero dos tricolores. Falhas incríveis, independentemente do goleiro escalado, têm sido responsáveis por perda de partidas e de títulos. Até mesmo o Ricardo Berna, nas poucas oportunidades em que havia atuado, teve algumas participações pífias.

Agora, porém, a nova oportunidade e o apoio dados por Muricy parecem que transformaram o Berna. Aquele goleiro inseguro de antes finalmente deu lugar a um brilhante arqueiro a ponto de transformá-lo no responsável direto pelo ponto conquistado no Sul, suficiente para manter a liderança e afastar definitivamente o Internacional da briga pelo título.

Tomara que continue assim para que a torcida possa finalmente gritar: TRICAMPEÃO!

Como sempre a mídia cretina continua a tentar a utilização de artifícios torpes com vistas a desestabilizar as hostes tricolores. E ontem não foi diferente quando um de seus representantes perguntou ao Berna o que ele achava da busca do Fluminense por um novo goleiro.

A resposta curta e grossa do goleiro foi uma pérola: _ “Ele irá influenciar a conquista do título desse ano? Não? Então não me interessa!”

Beleza de resposta.

Quanto ao jogo, Muricy ainda tentou mudar alguma coisa com Rodriguinho, mas novamente sua entrada de nada adiantou.

Na próxima rodada, tanto Corinthians como Cruzeiro terão paradas duríssimas.

Uma vitória sobre o Vasco certamente consolidaria a liderança ainda mais. Mas com esse ataque cardíaco vai ser dureza.

Ainda assim, acredito no título, do mesmo modo que tenho a convicção que se por algum motivo ele não vier, a causa não será outra que a incapacidade do departamento médico tricolor em recuperar os atletas em tempo hábil.

Vamos lá tricolores. Domingo, todos ao Engenhão aprontar pressão para cima do Vasco.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: lancenet.com.br)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Fluminense 2 x 0 Grêmio. A força do Fluzão!


Ainda sem poder contar com suas dispendiosas estrelas, o Fluminense deu um passo decisivo para a conquista do tricampeonato brasileiro.

Méritos para os jogadores que se desdobraram em campo e não fugiram da luta em momento algum, mesmo naqueles em que os gaúchos dominaram a partida.

Mérito para o Muricy que conseguiu armar uma equipe objetiva apesar das dificuldades conhecidas por todos.

As substituições também foram acertadas, principalmente a entrada de Thiaguinho, que em minha concepção deveria ter começado logo de início por seu maior poder de marcação, o que provavelmente poderia dar mais liberdade ao Mariano.

E mérito maior para a estrela máxima do elenco, o incomparável Conca, que apesar de sua classe inquestionável, joga sério, corre o tempo todo e não se exime nunca, mesmo jogando no sacrifício. Sua renovação se impõe antes que algum empresário esperto se beneficie com a demora.

Nos primeiros trinta e cinco minutos o jogo foi tranquilo, com o Fluminense bem postado e praticamente não dando chances ao Grêmio.

E bastaram apenas dezenove minutos para Conca mostrar toda a sua técnica e marcar um golaço com um chute indefensável até para o goleiro da seleção.

Nos dez minutos finais da primeira etapa o Grêmio se encontrou em campo e partiu para cima. Aí o sufoco foi grande. O Fluminense perdeu o domínio e só conseguia se livrar na base do chutão.

O panorama não se alterou no tempo final com a pressão gremista cada vez maior. O Fluminense ainda conseguiu armar alguns bons contra-ataques que quase sempre morriam no último passe. Exceção a um lançamento longo de Diguinho, desperdiçado por Julio Cesar quando estava cara a cara com Vitor.

A situação se tranquilizou para os tricolores aos trinta e seis minutos numa bola roubada por Thiaguinho, que propiciou a Conca o golpe final, após passe certeiro de Washington.

Alegria tricolor, a vitória estava confirmada e a liderança também.

Legal o gesto de Conca, indicando ser de Washington o maior mérito pela jogada.

O Grêmio reclamou muito de um possível penalti de Leandro Euzébio em Jonas, considerado como dupla trombada pelo árbitro.

Deitaram falação e a língua viperina de Renato Gaúcho mais uma vez deu o ar de sua graça, ou da falta dela, insinuando que “ganhar campeonato assim é mole” (sic).

Lances polêmicos sempre irão existir e o próprio Renato não se sentiu nem um pouco incomodado na vitória sobre o Cruzeiro quando o adversário teve um gol legítimo invalidado.

Se houvesse complô para favorecer o Fluminense, o segundo gol do Atlético Paranaense anotado em total impedimento, não teria sido confirmado. Isso sem levar em consideração o jogo do primeiro turno entre Corinthians e Fluminense, cujo bandeirinha deveria ter saído preso do estádio.

A Torcida Tricolor já sofreu demais com as posições estapafúrdias do Renato que já custaram uma Libertadores e o quase rebaixamento em 2008. Ainda bem que ele hoje está no Grêmio e tomara que fique lá por muitos e muitos anos.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


Adriano, jogador tricolor.


A Torcida Tricolor deve ficar atenta e exigir a reintegração do Adriano ao elenco em 2011.

Apesar de só dispor de quatro atacantes no plantel, a sublime diretoria do clube o emprestou ao Bahia.

Adriano tem sido o destaque do time na série B e sonha com o retorno ao Flu para a disputa da Libertadores.

Para os torcedores que ainda não tiveram a oportunidade de conhecê-lo, sugiro verificar a matéria de Rennan Soares e também o vídeo de alguns de seus gols, publicados no site do Lance:
http://www.lancenet.com.br/bahia/Michael-Jackson-Bahia-pronto-show_0_361763994.html

(crédito da foto: lancenet.com.br)
 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Atlético Paranaense 2 x 2 Fluminense. A volta à liderança.



Mais uma vez o Fluminense demonstrou sua sede pelo título. Partindo para cima do adversário desde o início impediu a costumeira pressão imposta pelos paranaenses quando joga em seu alçapão.

Estivesse presente apenas um dos atacantes titulares e a história poderia ter sido diferente. De qualquer forma conseguir não sair derrotado estando em campo com cinco desfalques e com uma linha atacante imaginária é um feito a ser comemorado.

A previsão de que o Cruzeiro teria dificuldades para pontuar nessas duas últimas rodadas se confirmou e a situação não ficou melhor porque o Tricolor não conseguiu vencer na semana.

No jogo, o Fluminense foi melhor e poderia ter vencido. Os fanáticos torcedores do CAP culparam a arbitragem. Reclamaram do penalti claro em Tartá e não viram ou não quiseram ver o impedimento do Wagner Diniz no lance do segundo gol. Intrigante é que boa parte da mídia cretina fez coro com ela.

E por falar em Tartá, que satisfação ver seu retorno em grande estilo. Sua entrada deu mais movimentação ao ataque e, sobretudo mais objetividade. Em apenas 22 minutos fez mais que Rodriguinho em 72. Além disso, a total inoperância nos 197 minutos dos jogos contra Botafogo, Cruzeiro e Santos é um sinalizador de que mais chances devem ser dadas ao Tartá para ser o substituto do Emerson.

Pena que Tartá não poderá enfrentar o Grêmio por estar suspenso, já que havia tomado dois amarelos quando ainda estava emprestado ao próprio Atlético Paranaense.

Rodriguinho também está suspenso, o que sinceramente não sei se é uma notícia boa ou ruim.

Fato inusitado é o plantel tricolor dispor de tão poucos atacantes para disputar um campeonato longo como o Brasileiro e ter emprestado o Adriano ao Bahia, hoje artilheiro do time na Série B com onze gols. Coisas inexplicáveis do Fluminense.

Washington com sua obsessão de artilharia quase põe tudo a perder insistindo em bater o penalti. Méritos para o Conca que dessa vez se impôs e chamou a si a responsabilidade.

Os repórteres de campo informaram de que a ordem veio de Muricy. Se for verdade, melhor ainda porque evitou a repetição do erro cometido no jogo contra o São Paulo.

Quinta-feira mais uma pedreira. Torço para que Muricy encontre uma fórmula para fazer gol, porque se depender apenas do Washington na frente a possibilidade de outro zero a zero é enorme, se não vier coisa pior.

A Torcida Tricolor precisa marcar presença, esquecer o estádio, o importante é incentivar o time porque com uma vitória sobre o Grêmio e a volta do Fred contra o Internacional ninguém mais conseguirá segurar o Fluminense.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Fluminense 0 x 0 Botafogo. Outra chance perdida!

A liderança estava logo ali, com sorriso escancarado para o Tricolor, que mais uma vez patinou e não conseguiu alcançá-la.

A previsão de que o Cruzeiro não venceria em Porto Alegre se confirmou, mas o ataque novamente não foi capaz de fazer um golzinho sequer.

E de novo pelos pés de Washington, que teve a bola do jogo logo aos quatro minutos, quando recebeu o passe certeiro de Emerson e concluiu para cima da meta.

Por mais otimista que possa ser a Torcida Tricolor começa a perceber a total impossibilidade do Fluminense pensar em campeonato se continuar na dependência dos gols de Washington e Rodriguinho.

De Rodriguinho, ela deve se livrar definitivamente com a recuperação do Emerson, mas o Fred quando estará em condições?

Marquinho é outro fenômeno. Pouco produz, não desarma, não passa e principalmente não chuta com precisão. A cada jogo perde pelo menos uma chance cristalina e mesmo assim vem se tornando o queridinho de Muricy, entrando praticamente em todos os jogos para fazer quase nada.

Aí é que pergunto o porquê do não aproveitamento do Tartá, pelo menos uma oportunidade real para que possa mostrar suas habilidades, já que pelo que parece Muricy não o tem observado nos treinamentos. Ontem, se estivesse relacionado, poderia ter entrado em vez do Julio Cesar.

Situação idêntica ocorreu com o Équi Gonzáles, que de tanto se esforçar em treinos acabou tendo uma distensão.

Enquanto isso, o banco é formado por uma infinidade de volantes, incapazes de alterar o andamento de qualquer partida.

Pelo menos a escalação serviu para mostrar que o treinador não está totalmente alheio às deficiências da equipe. A barração do Rafael foi uma prova inconteste de que ele também perdeu a paciência com as repetidas falhas. Pena que tenha custado muito a tomar essa decisão, porque se a tivesse tomado uma semana antes talvez aquele gol do Cruzeiro não tivesse existido.

De qualquer forma, Berna também não é o cara. No início do jogo, andou saindo atabalhoadamente na maioria das bolas alçadas sobre a área e quase complicou, deixando os defensores com a orelha em pé.

Espero que a nova diretoria pare de brincar com o azar e contrate um goleiro de qualidade que consiga transmitir segurança à defesa. Que sirva de exemplo o Cruzeiro, cuja presença de Fábio faz até o Edcarlos jogar melhor.

Dos que eu vi ultimamente, meu eleito é o Neto, do Atlético Paranaense. O Pinto, do Universidad de Chile pode ser outra dica. É hora da diretoria começar a se movimentar para tentar contratá-los, caso contrário iremos dar adeus à Libertadores antes mesmo dela começar.

Na próxima rodada, as maiores dificuldades serão para o Fluminense. Apesar do Cruzeiro ter o clássico regional, não vejo possibilidade de vitória em Curitiba com Washington e Marquinho como titulares e para piorar com o Mariano suspenso.

É nessas horas que voltam à tona as especulações sobre as negociações estapafúrdias de Maicon e Alan, cedidos praticamente de graça para os espertos proprietários da Traffic.

Muita gente ainda não engoliu essas transações e muito menos que elas tenham sido sacramentadas somente por incompetência de alguns.

É por isso que conclamo a todos os tricolores a refletirem bastante para que nas próximas eleições não coloquem na presidência do clube alguém comprometido com esse parceiro ganancioso, que levará cada vez mais o Fluminense para o fundo do poço.

Agora a esperança se resume nos retornos de Fred e Deco, condição única para a conquista do tão sonhado título.

Oremos!

E DÁ-LHE FLUZÃO!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A chance de voltar à liderança!

Finalmente não existem mais jogos pendentes, assim a Torcida Tricolor está livre de uma vez por todas do blá-blá-blá sobre os jogos a menos de Corinthians e Internacional.

O adversário a ser alcançado agora é o Cruzeiro. Pena que o Emerson não tenha se recuperado a tempo de enfrentá-lo, porque com sua presença em campo certamente o resultado do jogo passado teria sido outro.

Os retornos de Emerson, Mariano e Diguinho credenciam o Fluminense a apresentar um desempenho superior ao dos últimos jogos, o que poderá levá-lo novamente à liderança, apesar da dificuldade que será vencer o bom time do Botafogo, comandado pelo excelente Joel Santana e ainda jogando em seus domínios, apesar do mando de campo ser tricolor. Coisas de nossa diretoria.

O Cruzeiro, pelo que tem apresentado fora de casa, não deve conseguir vencer o Grêmio no Olímpico, de modo que uma vitória simples deixará o Fluzão em situação vantajosa.

Para obtê-la será necessário o máximo esforço, o apoio da torcida, a entrega dos atletas e a clarividência do Muricy, principalmente no tange à formação do banco de reservas e sua utilização no decorrer do jogo.

Com Deco e Équi Gonzáles fora de combate e ao que tudo indica com Marquinho entrando de início, torna-se imprescindível colocar o Tartá à disposição porque será o único remanescente no plantel capaz de mudar a feição do jogo, se necessário for.

Experiências com Júlio César e Belletti jogando pelo meio não resultaram satisfatórias e por causa delas o clube perdeu pontos preciosos para equipes medíocres que lutam contra o rebaixamento.

A presença de Tartá no banco de reservas servirá ainda como alternativa para a eventualidade de substituição de algum dos atacantes, porque Rodriguinho não dá mais pra aguentar.

É isso, caros tricolores, juntemos as forças para vencer o Botafogo para que a liderança volte já no próximo final de semana.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

domingo, 10 de outubro de 2010

Cruzeiro 1 x 0 Fluminense. A lideraça foi perdida, mas não o campeonato.

O jogo não foi tão emocionante quanto se esperava. Talvez o forte calor tenha contribuído para a lentidão das duas equipes na primeira parte.

O Cruzeiro foi mais feliz. Com o time mais inteiro soube aproveitar a oportunidade que teve para abrir a contagem, enquanto os atacantes tricolores devem estar envergonhados com as chances perdidas na cara do Fábio. Com Rodriguinho, efetivamente não dá para pensar em título, acho mesmo que até a vaga na Libertadores ficará seriamente ameaçada se Emerson não voltar já na próxima rodada.

Washington foi outro que perdeu chances claras, mas que costuma render quando tem ao lado alguém que ameace a meta do adversário. O ideal seria mesmo a volta do ataque titular, mas se depender da eficácia do departamento médico, que errou também com o Deco, esse parece um sonho impossível de acontecer nesse campeonato.

Ao final do jogo Muricy tentou elevar a moral do grupo dizendo que estava satisfeito porque a equipe tinha criado várias oportunidades e que o ruim era quando não criava nada.

Acrescentou também que espera contar com os titulares na reta final. “Tomara que se recuperem. Na frente, não temos opções”, concluiu.

Pena que Muricy esteja com a visão obliterada, pois existem nas Laranjeiras melhores opções para Rodriguinho e Marquinho, que além de nada criar, voltou a concluir bisonhamente uma jogada que poderia ter resultado no empate.

Melhor que Rodriguinho é o Tartá, que mesmo não sendo um atacante nato, possui mais habilidade para o drible e o arremate, pelo menos nunca o vi perdendo tantos “gols feitos”.

Já Marquinho teve seu quinhão de chances esgotado e olha que foi um quinhão substancial, face às inúmeras oportunidades dada por Muricy. E aí é que questiono o porquê do Équi ter tido apenas uma única chance na equipe titular.

Pelo que apresentou nos dois últimos jogos, a chance do Cruzeiro não pontuar nas duas próximas rodadas é grande, de modo que bastará ao Fluminense voltar a vencer para recuperar a liderança.

Os próximos adversários também são difíceis, mas com as voltas de Mariano e Emerson, o Fluminense poderá ter melhor sorte.

Só resta torcer para que os médicos tricolores não errem com o Emerson como erraram com Fred e Deco e também para que o Muricy passe a prestar mais atenção ao restante do plantel.


A guerra não acabou e DÁ-LHE FLUZÃO!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Fluminense 0 x 3 Santos. Acidente de percurso!

                              Eta departamento médico bão!

Uma noite para esquecer, deu tudo errado.

A começar pela escolha do substituto do Mariano. Muricy esqueceu a máxima de que para jogar em time grande é preciso mais do que alguns poucos treinos.

Desde o início, Marquinhos mostrou que não estava muito à vontade em campo. Sentiu claramente o peso da camisa de um time líder, compreensível para um jogador que até pouco tempo jogava sem nenhuma pressão num clube da série B.

Não se trata de crucificar um jovem atleta, mas a decisão de escalá-lo foi precipitada. Não que Thiaguinho seja o cara, mas pelo menos tem a experiência de já ter sido campeão pelo Botafogo e jogado algumas vezes no próprio Fluminense.

No lance do primeiro gol do Santos, a bola no segundo chute do Neymar nitidamente ia pra fora. A intervenção atabalhoada e desnecessária do Marquinhos a fez chocar-se com a trave e voltar límpida para Zé Eduardo marcar.

No terceiro gol, não estava na posição e nem se preocupou em tentar voltar, obrigando Diogo a um esforço hercúleo na tentativa de fazer a cobertura.

Em suma Marquinhos em momento algum conseguiu apoiar o ataque com objetividade e deixou uma avenida pelo seu setor. Sua substituição no intervalo certamente teria sido mais produtiva que a entrada do André Luis.

Outra questão delicada foi a entrada de Fred no intervalo. Depois de setenta dias parado, mesmo que não voltasse a sentir a contusão, a probabilidade dele não aguentar todo o segundo tempo era muito grande. Se tivesse entrado de início, poderia ter dado lugar ao Washington logo aos três minutos e o time jogado completo toda a partida.

Certo fez o Adilson com relação ao Dentinho. Entrou com o atacante desde o início e quando ele sentiu simplesmente o substituiu e o Corinthians jogou completo, sem sobrecarregar ninguém.

Aliás, sob esse aspecto cabe comentar a diferença de postura dos médicos dos dois clubes após os respectivos jogos.

Enquanto o do Corinthians declarava que iria investigar a fundo a causa de tantas contusões musculares em Dentinho, anormais em atletas jovens, nada se ouviu a respeito por parte do médico tricolor.

Lembro o caso do Roni, que ficou inativo por quase um ano por conta de uma distensão “incurável”, até a descoberta de um foco inflamatório que impedia sua recuperação. Não seria o caso de procurar também no Fred as causas de tantas contusões musculares? Com a palavra o conturbado departamento médico tricolor.

Para completar a sucessão de equívocos, a formação do banco. Questiono a presença de Belletti, já que ele nunca é utilizado. Muricy deixa transparecer que ainda não confia completamente nele e talvez por isso mesmo fosse mais efetiva a presença de Équi Gonzáles ou Tartá, jogadores que podem alterar o andamento de uma partida, já que Marquinho pouco vem acrescentando à equipe há bastante tempo.

Apesar de todos esses fatos nem tudo está perdido, porque nenhum dos demais candidatos ao título venceu na rodada. A exceção ficou por conta do Santos, que ainda está dez pontos atrás.

Do jogo em si nada mais a destacar, pois como já foi dito deu tudo errado. Resta elogiar a postura da Torcida Tricolor, aplaudindo o time mesmo na derrota. Afinal, o Fluminense continua líder e se o Goiás der uma mãozinha hoje à noite, a distância continuará a mesma.

Domingo, uma batalha quase decisiva. Se realmente puder contar com Emerson, Deco e Diguinho as chances de vitória aumentam, afinal o Cruzeiro não é tudo isso que a mídia cretina propala.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: globo.com)


domingo, 3 de outubro de 2010

Grêmio Prudente 1 x 1 Fluminense. Urge as voltas de Fred e Emerson!

Apesar do campo de várzea, o jogo até que estava controlado. 

O Fluminense teve três chances claras para ampliar o marcador, duas com Rodriguinho, a primeira chutada para fora por absoluta falta de tranquilidade e a segunda, por falta de categoria mesmo, porque frente a frente com Giovanni, o goleiro adversário, bastaria ter dado um leve toque para encobrí-lo ou driblá-lo para um dos lados que a baliza ficaria escancarada.
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A terceira oportunidade foi perdida pelo Marquinho, que matou a bola e deu um bico em cima do goleiro, quando poderia tê-lo deslocado facilmente.
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E assim vai o Fluzão dando chance ao azar.
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Para completar a tarde aziaga um gol fortuito, fruto de uma saída errada de bola, um cai-cai do Carlinhos e uma inexplicável apatia do Marquinho, que teve a chance de matar a jogada e limitou-se a levantar as mãos para o céu e deixar o adversário passar célere por ele.
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E numa tarde em que não aconteceram as costumeiras falhas catastróficas de Rafael, o Fluminense deixa de faturar uma vitória que tinha tudo para ser tranquila. Menos mal porque os demais concorrentes também empataram e não conseguiram reduzir a diferença.
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No segundo turno, o Fluminense perdeu cinco pontos imperdíveis, três contra o Atlético Goianiense e dois contra o Grêmio Prudente, por uma série de equívocos, embora o mais recorrente seja o de erros nas finalizações de nossos atacantes.
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Devemos reconhecer o esforço e a contribuição que todos têm dado ao clube, colaborando para a manutenção da liderança, entretanto, para a sequência do campeonato será imprescindível a volta dos titulares, porque sem as presenças de Fred e Emerson, além dos gols fáceis perdidos, o ataque continuará sem conseguir segurar a bola, sobrecarregando demais a defesa, que quase sempre acaba falhando.
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Para a dificílima sequência de jogos que se aproxima, (Santos, Cruzeiro, Botafogo, Atlético Paranaense, Grêmio e Internacional), o Fluminense só conseguirá passar por ela a contento se dispuser da técnica e categoria de Fred e Emerson.
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Que Deus ilumine o atrapalhado departamento médico tricolor para colocá-los em forma o mais breve possível, caso contrário, o título ficará cada vez mais distante.
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.E DÁ-LHE FLUZÃO!
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Assisti ao jogo do Cruzeiro na íntegra e fiquei entusiasmado com Neto, o goleiro do Atlético Paranaense. Já que o Dr. Celso Barros tem patrocinado a contratação de tantos craques, por que não investir num goleiro de futuro?
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Taí a dica, Muricy. Espero que você use a sua lábia para convencer o nobre tricolor, porque só assim o título da Libertadores será factível.
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