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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Palmeiras 1 x 2 Fluminense. A quatro pontos dos líderes.


Com Fred em forma o sonho do tetra é possível.    (foto: Terra / Fernando Borges)

A vitória sobre o Palmeiras na capital paulista demonstra que o Fluminense está vivo na luta pelo tetra.
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Apesar do início arrasador, que colocou os defensores palmeirenses em polvorosa, as inúmeras oportunidades perdidas contribuíram para o sufoco que o time sofreu em boa parte do segundo tempo.
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Pelo que o time jogou, a partida poderia ter sido liquidada antes do intervalo.
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Ainda bem que, a cada jogo, Fred vai readquirindo a sua velha forma e o “faro” inigualável para as redes.
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A presença de Deco acrescentou a qualidade do passe que faltava e o domínio do meio de campo tornou a defesa menos exposta, tanto que não cometeu nenhuma falta frontal nas imediações da área.
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Mariano e Carlinhos também se apresentaram bem. O centro da esquerda para o primeiro gol de Fred foi milimétrico e se Mariano tivesse acertado o último passe, após receber um “bolão” do Deco, certamente Fred teria marcado mais um.
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As coisas só começaram a se complicar depois da contusão do “Luso” aos 12 minutos da etapa final, porque foi nessa hora que uma vez mais Abel foi infeliz na substituição.
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Ao optar por Diogo, que anda longe de estar em forma, chamou o Palmeiras para cima.
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Quatro minutos mais tarde, ao perceber que Marquinho já se arrastava em campo, cometeu outro equívoco recorrente ao substituí-lo por Martinuccio, voltando àquele esquema ineficaz com três atacantes sem alguém com um mínimo de habilidade para municiá-los.
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O Palmeiras passou a dominar as ações até conseguir o empate aos 27 minutos.
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É verdade que na jogada do penalti nem falta houve. Todas as imagens comprovaram que Martinuccio sequer tocou em Luan, que se jogou na área e o juiz caiu na cilada.
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Só depois do empate, aos 27, Abel percebeu o erro e promoveu a entrada de Lanzini no lugar de Sobis, que ainda não está preparado para jogar uma partida completa.
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Nessa hora o time voltou a se acertar e passou a ter novas oportunidades de gol, até que  o oportunismo de Martinuccio foi coroado, quando ele avançou pelo lado esquerdo e aproveitando um chutão de Marcio Rosário, centrou com precisão para Fred desempatar.
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A vitória manteve acesa a chama do tetracampeonato, pois como diz o nosso hino: “quem espera sempre alcança”.
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O sonho continua, mas para consegui-lo será necessário desempenho quase idêntico ao obtido nas oito últimas rodadas do campeonato de 2009, ou seja, seis vitórias e dois empates.
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Os atuais líderes apresentam até agora aproveitamento de 60%, ou seja, 54 pontos em 90 disputados. Se pelo menos um deles mantiver o mesmo rendimento totalizará 69 pontos. O Botafogo também chegará aos mesmos 69 pontos mantendo o desempenho e o Flamengo terá que melhorar o rendimento para chegar lá.
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Para obter pontuação idêntica, o Fluminense terá que vencer seis e empatar um dos oito jogos, a menos que os adversários caiam de produção. Tarefa dificílima, mas não impossível para o Time  de Guerreiros.
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Para isso, entretanto, Abel tem que passar do discurso à ação. De nada adianta condenar posturas defensivas quando coloca em campo equipes recheadas de volantes sem habilidade para conduzir a bola ou acertar passes.
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Ao final do jogo com o Palmeiras, declarou: “- Nada justifica a maneira como encolhemos no segundo tempo. O Palmeiras está em um momento delicado e o chamamos para o nosso campo. Pagamos o preço do recuo com o gol sofrido. Não adianta entrar em campo atrás, fechado. Não estou preocupado em empatar, quero ganhar”.
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Esqueceu-se o bom técnico que foi ele mesmo quem acovardou o time com suas injustificadas substituições e que em todas as vezes que escalou um monte de cabeças de área não conseguiu vencer. O caso mais patético aconteceu em Curitiba contra o Atlético-PR, quando escalou quatro volantes inócuos em termos de ataque.
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O próximo jogo deverá ser um dos mais difíceis. Com as ausências de Fred e Marquinho e as dúvidas sobre as presenças de Deco e Rafael Moura, o Fluminense corre o perigo de seu técnico voltar a escalar uma equipe repleta de cabeças de área e nesse caso será quase impossível marcar, porque o desesperado Atlético Mineiro deverá vir todo entrincheirado atrás, esperando uma falha para tentar o gol.
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Já foi assim no turno, quando mesmo jogando em Minas Gerais, a postura atleticana exageradamente defensiva o irritou de tal modo, que surpreso com o fato, esbravejou: Sabíamos que seria difícil pela pressão que o Atlético vivia, mas não se vê um time em casa com dez jogadores atrás da linha da bola. Isso nos atrapalhou muito".
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Espero que Abel aprenda essas lições e coloque o Lanzini no lugar do suspenso Marquinho e que se o Deco não se recuperar a tempo que tente o Souza, porque se entrar em campo com mais de dois volantes será impossível vencer.
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Que João de Deus ilumine suas ideias.
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E DÁ-LHE FLUZÃO! 
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Palmeiras 1 x 2 Fluminense. E dá-lhe Tartá!


Tartá provou a força da base

Apenas noventa minutos separam o Fluminense do grito de campeão.

E vejam que o penúltimo obstáculo não foi nada fácil. Ao contrário do que a imprensa paulista alardeou durante toda a semana, o Palmeiras entrou em campo com nove titulares e ainda que não tivesse a mesma motivação da equipe tricolor, começou assustando com um gol logo no início.

A ansiedade que tomou conta de nossos atletas quase põe tudo a perder, a começar pela falha bisonha de Leandro Euzébio, que deu origem ao gol palmeirense. Após o jogo, o próprio Euzébio debitou o erro ao nervosismo.

As oportunidades perdidas e a boa atuação do goleiro Deola deixavam em todos um sentimento estranho, misto de ansiedade e frustração, até que Carlinhos com um chutão de fora da área igualou o marcador.

A partir daí a pressão foi total, mas a precipitação fez com que nossos atacantes perdessem gols incríveis.

No Pacaembu, o Corinthians vencia o Vasco mercê de um gol fortuito, uma trapalhada digna de filme pastelão, o que impunha ao Fluminense a necessidade de vitória para ir à última rodada dependendo apenas de seu resultado.

O panorama não se alterou na segunda etapa com Emerson e principalmente Fred perdendo gols incríveis.

Até que coube a Tartá, que substituira Deco ainda no período inicial, demonstrar a calma necessária para desempatar, colocando com categoria e precisão a bola no canto direito, longe do alcance do goleiro.

Tartá que já havia feito o gol da vitória contra o Vasco repetiu a proeza e definiu o a partida contra o Palmeiras. Pena que suspenso não poderá estar à disposição para enfrentar o Guarani, mas terá uma parcela importante na conquista do título, se nada de anormal ocorrer no domingo.

Sempre fui favorável ao aproveitamento das revelações da base. Essa tem sido a tradição das equipes vencedoras do Fluminense, desde os tempos da Máquina.

É a mística tricolor. As jovens “crias da casa” desde cedo se acostumam com a força da camisa tricolor e entram leves nas principais decisões. Parece que ficam imunes ao nervosismo que afeta até as grandes estrelas da companhia ao vestir as cores de tanta tradição.

Vivas ao Muricy que o resgatou de um boicote incompreensível, que quase o alijou do elenco.

Depois do desempate, foi só segurar o jogo até o fim, embora várias outras oportunidades tenham sido perdidas.

Agora, plagiando o Zagallo, só falta uma e nessa uma o apoio da Torcida Tricolor será fundamental.

Vamos lá, ao Engenhão, ocupar todos os lugares e demonstrar que a interação Torcida-Time de Guerreiros é imbatível.


E DÁ-LHE FLUZÃO, TRICAMPEÃO!

(crédito da foto: terra.com.br)

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Deu no Lancenet do dia 25/11/2010: Caso Dalton: Flu paga com direitos de jogadores da base à Traffic.

A Traffic recebeu do Fluminense parte dos direitos de três garotos da categoria de base do clube para cobrir o prejuízo gerado pela perda do zagueiro Dalton, que deixou o Flu por atraso no pagamento do FGTS. O Flu devia por isso uma multa de cerca de R$ 1,5 milhão. O clube ainda tenta recorrer na Justiça, mas as chances de sucesso são remotas.



A nota não esclarece quais os atletas foram cedidos nem o percentual dessas cessões. O fato é que a parceira indigesta e gananciosa continua trabalhando como um câncer maligno para dilapidar o patrimônio tricolor em seu próprio benefício.

Com essas artimanhas já nos roubaram Maicon e Alan e o Digão só permaneceu no clube porque foi vítima de uma série de lesões.

Não podemos deixar que a empolgação pelo título que se aproxima nos faça esquecer os descalabros que as últimas administrações tricolores vêm impondo ao nosso Fluminense.

Reflitam bem antes de votar amanhã e vejam se não seria a hora de tentar uma mudança nos rumos do clube porque continuísmos exagerados nunca trouxeram bons resultados.

Reflitam bastante e votem com consciência.

E FORA TRAFFIC!