sexta-feira, 5 de março de 2010

Tigres 0 x 3 Fluminense. Mais uma vitória rumo à classificação.

Foi um jogo chato, a mesmice de sempre. Como quase todas as equipes dos clubes de menores investimentos o Tigres não fugiu à regra, apresentando quase nenhuma qualidade técnica.

Foi presa fácil do Fluminense, que ainda sem apresentar o futebol convincente daquela arrancada sensacional, venceu sem muito esforço.

E isso é que é o fator preocupante. A turma “está se achando” e resolveu parar de correr, sem ter a humildade de enxergar que a maioria dela só consegue jogar em clubes de primeira linha quando se doa durante todo o jogo.

Temos o Conca, o Fred, talvez o Maicon, que podem conseguir desequilibrar por suas habilidades. Os demais têm que correr muito, caso contrário será sempre um “Deus nos acuda” contra qualquer equipe medianamente bem armada, como ficou comprovado na Taça Guanabara e na primeira partida da Copa do Brasil.

Fred mostrou melhoras em relação ao jogo anterior. Correu, brigou, fez um belo gol e principalmente deu vários passes açucarados, todos desperdiçados, à exceção do segundo gol, marcado pelo Everton.

Cabem aqui uns parênteses para solicitar ao Cuca que faça esses jogadores voltarem a treinar fundamentos, principalmente chutes a gol, porque é inadmissível que uma equipe perca tantos gols, com a maioria dos arremates passando longe das balizas adversárias. Se nossos alas tivessem melhor noção de como chutar, as vitórias poderiam ser obtidas com mais facilidade. Nesse quesito, porém, tanto Mariano como Júlio César deixam a desejar.

Wellington Silva não foi tão brilhante dessa vez, o que é normal em se tratando de um craque em formação. A correria aprontada por Maicon foi boa para acordar um pouco os dorminhocos. Aliás, essa poderá vir a ser uma boa alternativa, começar os jogos com o Wellington e substituí-lo pelo Maicon no intervalo. Serviria também para poupar o Maicon, que tem mostrado uma pré-disposição para distensões.

A zaga continua mal. Leandro Euzébio errando quase tudo. Digão, muito pior. Depois da fratura, ainda não conseguiu voltar à forma. Atabalhoado, do mesmo modo do que no jogo com o Olaria, não conseguiu fazer um desarme sem fazer falta, algumas desqualificantes, como as que causaram sua justa expulsão. Torço para que volte a sua condição física ideal, o que lhe poderá garantir a titularidade absoluta.

Outros parênteses aqui referentes à facilidade com que os zagueiros tricolores se machucam. Agora mesmo, notícias dão conta de que o Cássio voltou a sentir dores no músculo adutor da coxa direita. Em suma: a equipe dispõe de cinco zagueiros jovens, que volta e meia estão no estaleiro. Creio que o Dr. Michel Simoni deveria avaliar com mais cuidado as causas dessa aberração.

Quanto ao jogo em si, ainda que com dose exagerada de erros de passes o Fluminense, desde o início, procurou sufocar o adversário no campo de defesa.

O Tigres começou retrancado e arriscava apenas alguns chutes de fora da área, esperando algum erro da defesa tricolor. E aos 19 minutos acabou assustando com um cruzamento da direita que por pouco não foi alcançado por dois de seus atacantes.

O primeiro gol surgiu aos 21 minutos numa cabeçada de Fred, escorando escanteio cobrado por Conca. A partir do gol, várias chances foram criadas não sendo convertidas graças à boa atuação do goleiro Rodolpho.

De tanto insistir, o Fluzão conseguiu o segundo aos 40. Wellington Silva, após boa jogada, serviu Fred na esquerda, que centrou milimetricamente para Everton completar. O Tigres ainda teve uma oportunidade para marcar, mas Oziel cobrou falta por cima da meta de Rafael.

O segundo tempo foi de arrepiar. O Fluminense voltou sonolento e aí começaram a aparecer as falhas grotescas da defesa. Várias foram as oportunidades de gol desperdiçadas pelo Tigres, com seus atacantes errando arremates relativamente fáceis.

A entrada de Digão não serviu para nada e se tivéssemos pela frente um adversário mais qualificado, poderíamos ter tido o mesmo dissabor que tivemos no Fla-Flu.

A substituição de Wellington por Maicon foi efetiva. Pouco depois que entrou, Maicon cruzou na medida para Mariano chutar de primeira e isolar. Um pouco mais tarde, Fred chutou para fora um bom passe de Mariano e aos 32, outra grande chance perdida por Conca, após passe açucarado de Maicon.

De tanto insistir, o Flu conseguiu o terceiro gol aos 42 minutos numa falta bem cobrada pelo Conca.

O escore foi dilatado, mas o jogo não foi tão fácil. O time ainda carece daquele entusiasmo que o tornou imbatível nas rodadas finais do Brasileirão de 2009. Espero que, à medida que os liberados do departamento médico ganhem suas condições ideais, a garra e a magia perdidas estejam de volta.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Fluminense 5 x 1 Friburguense. Vitória em ritmo de treino.

Wellington Silva, vendido antes mesmo de brilhar no Fluminense. Uma pena.

A primeira rodada da Taça Rio seguiu o mesmo enredo da Taça Guanabara nos jogos com os pequenos.

O Fluminense não tomou conhecimento do adversário, imprimiu seu ritmo durante toda a partida e se tivesse forçado mais poderia ter obtido um escore mais dilatado.

Ainda assim, a defesa continua com buracos. Na primeira fase propiciou duas boas oportunidades aos atacantes do Friburguense, uma chutada para fora por Vivinho e outra cabeçada muito bem defendida por Rafael. Na etapa final, cometeu dois penaltis, o primeiro feito pelo Gum quando o placar ainda estava 2 x 0 não foi marcado pelo juiz, que estava longe do lance por não conseguir acompanhar o contra-ataque do Friburguense.

Pelo andar da carruagem, se não acontecer nenhuma zebra homérica, o Fluzão deverá obter a classificação de modo tranquilo. Preocupa-me, entretanto, o quinteto formado por Gum, Cássio, Diogo, Diguinho e Everton. Quem observar os jogos com atenção verá claramente que existem buracos pelo meio da defesa. Contra times fracos, a falha não chega a tirar o sono, mas nos clássicos os atacantes mais qualificados poderão se aproveitar da deficiência. Que o digam Adriano e Vágner Love.

Em minha opinião, Cuca deveria remontar a defesa com três zagueiros, aproveitando esses jogos mornos para dar ritmo de jogo a Digão e até mesmo ao Dalton. O volante a ser sacado fica a seu critério.

Excelente a estreia do Wellington Silva. Mostrou personalidade, fez um belo gol e deu um passe primoroso para Everton assinalar o seu, além de boas jogadas pelo setor esquerdo. Pena que seja mais uma vítima da ganância desmedida da diretoria amadora, que já havia tratado de vendê-lo antes mesmo de seu acesso ao time profissional.

Bom também o retorno do Maicon, que mostrou a desenvoltura de sempre. Aos poucos deverá recuperar sua melhor forma e provavelmente retomar a titularidade, se não voltar a sentir novas distensões ou se não for vendido também por pressão da Traffic.

Fred também está voltando ao seu ritmo normal. Sua apresentação foi bem superior àquela mostrada em Aracaju. Gostei da maneira como repetiu a cobrança do penalti, sem fazer uso da paradinha.

Destaque também para as boas atuações de Conca, como sempre, Mariano e André Lima, nos poucos minutos que ficou em campo. Os demais também não comprometeram, embora não deve ser esquecida a fragilidade do adversário.

Cuca aos poucos vai fazendo com que o time readquira a consistência perdida. Espero que acabe concluindo que a melhor formação é aquela que contempla Gum, Digão e Dalton como zagueiros.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
(crédito da foto: globo.com)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Confiança 1 x 1 Fluminense. E a questão continua: onde estará aquele time de guerreiros?


Foi uma estreia decepcionante. Apesar de ter tido doze dias para treinar, fato que serviu para Cuca justificar a eliminação na Taça Guanabara, o time realmente não jogou nada.

Aos poucos, Cuca está ressuscitando o meio campo dos horrores, semelhante aquele que ele mesmo havia desmontado, só que com outros personagens. Afinal esperar que armação de jogadas parta de um trio de volantes formado por Diogo, Willians e Everton é o mesmo que tentar viver no deserto sonhando com nova chuva de maná. E o resultado, como não podia deixar de ser é a consequente queda de produção do Conca, responsável único pela criatividade da equipe.

Decididamente, Willians não é o cara. Já havia demonstrado isso no Palmeiras com fracas atuações, que culminaram com sua dispensa no final do ano passado. No Fluminense não tem sido diferente, já não havia dado certo quando testado como atacante e agora comprovou que nem como volante, armador, sei lá, poderá ser útil ao Tricolor. E vejam que até agora só jogou contra time fraco.

Em sua análise pós-jogo, Cuca declarou que “O Confiança entrou com uma disposição maior que a nossa no primeiro tempo” e é justamente por isso que volto a perguntar: cadê o time de guerreiros?

Cuca precisa usar de toda sua “experiência psicológica” para de uma vez por todas colocar nas cabeças de seus comandados que, à exceção de Conca e Fred, os demais só terão condições de envergar a camisa tricolor se passarem a se doar em campo durante todos os noventa minutos, como fizeram naquela mágica arrancada do ano passado.

Ah, ainda temos o Maicon, dirão alguns. E daí, se ele passa mais tempo no departamento médico do que em campo? Antes de mais nada ele precisa decidir o que quer ser, se um jogador de futebol ou um velocista para que o Ronaldo Torres possa programar adequadamente seus treinamentos físicos. O que não é aceitável é que ele sempre esteja fora nas ocasiões mais importantes, o tem acontecido desde que ganhou a titularidade, como nos últimos jogos do Brasileirão, finais da Sul-Americana e semifinal da Taça Guanabara.

O empate, em termos da competição, não foi ruim porque a decisão será no Maracanã, mas se for levado em consideração que foi obtido contra uma equipe que em seu campeonato regional não vencia a quatro jogos, dos quais perdeu dois, o resultado foi decepcionante.

Sobre o jogo em si nada a acrescentar, a não ser a fraquíssima atuação do Fred, embora o craque tenha crédito de sobra. Sobre a perda do penalti, a tal da paradinha transformou-se na própria crônica de uma tragédia anunciada, porque bastaria que um goleiro com um pouco mais de tutano permanecesse estático sob os paus para que ela se tornasse inócua. Foi por pensar assim que o Roni foi elogiado na postagem após a eliminação do Flamengo na Sul-Americana, por converter o penalti sem aquela frescura de paradinha.

A destacar ainda a boa estreia do Wellington Silva, embora a promessa apresente a mesma deficiência de todos os atacantes revelados em Xerém, a pouca familiaridade em acertar a meta adversária, tanto assim que o clube só consegue revelar bons zagueiros, laterais, volantes e meio campistas. Isso, porém, deverá ser problema do Arsenal para o qual Wellington já foi vendido a preço de banana, como sempre.

E apesar de todas as dificuldades, DÁ-LHE FLUZÃO!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Que fim levou o Time de Guerreiros?

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Onde estará o aquele Fluminense guerreiro, imbatível, que encantou a todos nos três últimos meses do ano passado? O time que hipnotizou até os cronistas esportivos, mesmo os avessos ao Tricolor, a ponto de esquecerem as mágoas, as mazelas impingidas no passado a seus clubes de coração e passaram a tecer loas àquele que jogava o futebol mais bonito, mais contundente, mais objetivo do segundo turno.
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Até o super-corinthiano Juca Kfuri declarou seu amor ao Tricolor das Laranjeiras e confessou que não perdeu nenhum jogo do Fluzão durante aquela arrancada sensacional.




Pois bem, o campeonato acabou, vieram as férias e o encanto acabou.

Será verdade? Posso provar que não.

O time de guerreiros, o time dos sonhos aparentemente acabou. Os pífios desempenhos nos clássicos da Taça Guanabara sinalizam nesse sentido, principalmente os quarenta e cinco minutos finais contra o Flamengo, quando foi batido facilmente por 4 x 0 numa demonstração total de falta de qualidade com falhas grosseiras, tanto dos próprios atletas como da comissão técnica. E o time do Flamengo não é tão difícil de ser derrotado, como mostrou Joel Santana, que eliminou a urubuzada com um grupo mais limitado.
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Alguns, inclusive o próprio Cuca, se agarram às cinco vitórias obtidas contra Americano, Bangu, Duque de Caxias, Volta Redonda e Boavista para classificar a campanha como boa. Mera cortina de fumaça por que, afinal de contas, qual o mérito em vencer essas equipes fraquíssimas? Nada mais que obrigação.

Quais seriam então as causas do desempenho desastroso nos dois clássicos durante a Taça Guanabara? Desfalques, jogadores voltando de contusão e ainda sem o condicionamento ideal podem até ser considerados.

Mas não foi só isso. Aquele time maravilhoso foi sendo desmontado aos poucos. Contratações errôneas como sempre, enfraqueceram a equipe e a conta para mais esse desacerto acabou chegando até cedo demais.


Os “reforços” contratados não são melhores dos que os jogadores que compunham aquela equipe maravilhosa. E essa opinião não é de agora, pois antes mesmo de suas contratações na postagem do dia 11 de janeiro de 2010, sob o título “Elenco Tricolor definido para 2010. Acertos e pecados do Cuca” já contestava a qualidade desses atletas. Poderiam servir para compor elenco, nunca para serem titulares absolutos.

A única contratação que pode ser desculpada é a do Julio Cesar, que enganou a todos com suas belas atuações pelo Goiás. Confesso que também fiquei esperançoso do time ter finalmente condições de acertar a lateral esquerda, carente depois da saída de Junior Cesar.

As atuações do Julio Cesar não convenceram. Pode ser que esteja fora de forma, pode ter sentido o peso da camisa tricolor, mas o fato preocupante é que mesmo com as fracas atuações ele tem sido mantido como titular absoluto. O mesmo se aplica a Everton, Willians, Leandro Euzébio e Thiaguinho, embora os três últimos passaram a amargar uma justa reserva.

Ao abandono do esquema que vinha funcionando às mil maravilhas também cabe uma parcela de culpa. É claro que as contusões de Digão e Dalton e as fracas atuações do Leandro Euzébio forçaram nosso treinador a optar pelo velho 4-4-2.

Agora, porém, os dois estão de volta, além do Cássio, que finalmente conseguiu se firmar com ótimas apresentações. Não existe, portanto, justificativa plausível para a manutenção da titularidade de jogadores que vem jogando mal.
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O Cuca peitudo, que teve a coragem de barrar e afastar os atletas que há muito vinham enganando com um futebol medíocre, parece que desapareceu da face da Terra. Voltou a ser aquele técnico subserviente, medroso, que prefere escalar “as novas estrelas” recém contratadas, independentemente de suas atuações. Por que não os deixa fora do time, treinando forte para talvez voltarem quando estiverem apresentando um futebol mais objetivo?

Enquanto isso, o Fluzão da raça, do jogo objetivo e vencedor que todos se acostumaram a ver continua lá mesmo nas Laranjeiras, encubado, preterido. Agora mesmo para a estréia na Copa do Brasil, Cuca está em dúvida se escala Willians ou Thiaguinho para substituir o suspenso Diguinho, quando o mais normal seria deixar suas funções a cargo do Everton e voltar com o trio Gum, Digão e Cássio.

Acorda Cuca! Volte a escalar os jogadores que deram ao time aquela qualidade que os torcedores tricolores se acostumaram a ver, o time que todos sabem de cor. Se puder melhorá-lo, ótimo para os tricolores, embora para isso a diretoria terá que aprender a vislumbrar os craques de verdade, como conseguiu uma única vez ao contratar o Fred.

Por ter a certeza de que mais cedo ou mais tarde o nosso treinador se dará conta de que os novos “reforços” enfraqueceram o time em vez de reforçá-lo e voltará a escalar os atletas da mágica arrancada, é que afirmo que o Time de Guerreiros ainda voltará a dar grandes alegrias à Torcida Tricolor. E veja bem Torcida Tricolor, à exceção do Tartá, todos eles ainda estão lá.

E DÁ-LHE FLUZÃO! VAMOS VIRAR ESSE JOGO!



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De dar água na boca o artigo do Globoesporte.com sobre a atuação do Tartá.
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Tartá marca duas vezes e Atlético-PR vence o Engenheiro Beltrão.
Furacão ganha por 3 a 0 e diminui vantagem do Coritiba na ponta.

GLOBOESPORTE.COM Curitiba

O novo ataque do Atlético-PR funcionou bem. Com dois gols de Tartá – e um de Alan Bahia – o Furacão passou fácil pelo lanterna Engenheiro Beltrão na noite desta quinta-feira na Arena da Baixada. Com o resultado, o time rubro-negro, segundo colocado do Campeonato Paranaense com 17 pontos, diminui para cinco pontos a vantagem do líder Coritiba.

O Atlético dominou o jogo e partiu para cima desde o início, mas o goleiro Herbert conseguiu levar a melhor no primeiro tempo. Na segunda etapa, no entanto, o novo ataque rubro-negro conseguiu se entender melhor.
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Logo aos cinco minutos, Wallyson cruzou, Serna ajeitou no peito e Tartá chutou para abrir o placar. Aos 12, o Furacão chegou ao segundo, em uma cabeçada de Alan Bahia após cobrança de escanteio de Netinho. O time da casa estava decidido a matar o jogo e, aos 17, Tartá recebeu na área, fintou o marcador e chutou para fazer 3 a 0.
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O segundo gol foi uma pintura, Tartá com dois dribles secos humilhou o zagueiro adversário. Enquanto isso temos que conviver com Everton, Willians e Fábio Santos. Parece até brincadeira!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Vasco 0 x 0 Fluminense. E mais uma derrota nos penaltis.

Dessa vez, Fred perdeu os gols que não costuma perder.


Outra vez o Fluminense perde a chance de chegar a uma final de turno no estadual. Desde 2005, apesar de ter "o propalado melhor time", a sequência de derrotas tem sido uma constante, (que saudades do Abel!).

A Torcida Tricolor já está farta das mesmas desculpas: "Jogamos melhor", "Erramos o penalti", "Quem perdeu era muito jovem", "O astro da equipe vinha fora de ritmo", todas concluídas com a bizarrice de sempre: "Aprendemos mais uma lição", "Vamos estudar nossas falhas".

No caso específico do Cuca, de tanto estudar as lições relativas a perdas de títulos, em breve deverá estar no Guinness World Records como o técnico mais graduado, verdadeiro PHD em tentativas de aprendizado.

Embora o âmago das desculpas corresponda à realidade, alguns pontos ainda devem ser questionados, como por exemplo:

O fato de Fred não estar em seu ritmo ideal por ter vindo de contusão. Cuca tem que observar que o artilheiro vem sendo massacrado pelo excesso de pontapés, que acabam minando sua resistência. Deve, portanto, evitar colocá-lo em campo quando não reunir suas melhores condições físicas, como no jogo contra o Duque de Caxias, por exemplo, porque o efeito de decisões erradas como essa, chega mais cedo ou mais tarde.

O departamento médico também deve ficar mais atento às seguidas contusões de nossos principais atletas. Maicon, por exemplo, utilizando com exagero o dom inato da velocidade, tem sido vítima de lesões musculares graves e constantes. Orientações no sentido de aprender a dosar suas forças para usá-las com mais racionalidade, talvez possam evitar essas distensões, inadmissíveis em se tratando de uma atleta de 20 anos.

_ "O Alan é muito novo por isso perdeu o penalti". O que dizer então do Philippe Coutinho que ainda nem atingiu a maioridade? Se a assertiva fosse verdadeira, ele deveria ter perdido também.

Ainda sobre o Alan, Cuca disse que ele estava confiante. E daí? Confiança não converte penalidades, há que se treinar e ter habilidade. À propósito, será que o Alan já havia batido algum penalti em sua vida? O erro na escolha dos batedores é exclusivamente da comissão técnica.

O jogo em si foi o que todos esperavam. Marcação cerrada e botinadas em cima de Fred e Conca. Mancini sabia bem que só eles poderiam criar dificuldades para o Vasco, tanto que não se preocupou com os demais por achar claro que anulando as duas estrelas ninguém mais seria capaz de fazer a diferença.

Concordo com o Cuca quando disse que se o Fred estivesse na plenitude da forma não perderia aqueles gols quase certos. Provavelmente também não tentaria cavar aquele penalti de forma tão ridícula, após ter passado pelo goleiro.

No mais, o filme de sempre: Gum e Cássio firmes na zaga; Mariano mais ou menos; Julio Cesar continua devendo, não merecendo a condição de titular absoluto por apresentar pior desempenho do que o Marquinho, que nem lateral é; Diguinho, com a "virtude" de errar passes fáceis que acabaram propiciando contra-ataques perigosos; Diogo fazendo o que sabe, o que não é muito; Conca e Fred sobrecarregados como sempre.

Não consegui ver no Everton o futebol que alguns cronistas salientaram. Para mim, ainda não disse ao que veio. Jogar bem contra equipes medíocres, sem a mínima qualidade técnica não o credencia a ter desbancado o Tartá, degredado para outras plagas. Aguardo com ansiedade a recuperação do Equi, talvez a última esperança de ver alguém criativo ao lado do Conca.

Ao final, com tanta deficiência do meio pra a frente, o resultado só poderia ser mesmo o zero a zero, porque aquele ataque vascaíno ainda que jogasse cem anos que não iria conseguir furar nossa defesa de jeito algum.

Sobre a confiança do Cuca, garantindo a conquista do segundo turno e o consequente título na disputa final, torço para que aconteça. Mas para que a promessa se torne realidade, ele precisa parar de inventar, porque com suas invenções perdeu vários títulos no Botafogo.

A escalação prematura do Bruno Veiga num clássico decisivo foi uma temeridade. Periga até de queimar uma promessa por jogá-lo ao fogo sem mais nem menos. "Ah, ele treinou bem", dirão alguns, fazendo coro com o treinador. Para eles volto a citar a máxima do Didi: "treino é treino, jogo é jogo".

Além do desastre esperado, a escalação do Bruno serviu também para tirar a tranquilidade do Alan, que entrou mais nervoso do que o normal, achando que teria que mostrar muito serviço para ser considerado em outras oportunidades. Deu no que deu.

Cuca exultou a excelente campanha da primeira fase. Que excelência, cara pálida? Cinco vitórias contra times fraquíssimos, bem inferiores ao que apresentaram nos campeonatos passados. Acho que esteja rolando um pouco de soberba, afinal não conseguimos vencer nenhum clássico e o modo como perdemos para o urubu foi de dar raiva até em criancinha recém-nascida. Verdadeiro festival de asneiras.

Temo pela Copa do Brasil, porque jogando desse jeito vai ser muito difícil ganhar do Grêmio, do Santos ou até mesmo do Vasco, que mais uma vez foi o nosso carrasco. Gostaria mesmo que o Cuca voltasse com o "Time de Guerreiros".

Prefiro ver aquela mesma escalação que ficou invicta jogando um futebol viscoso e envolvente, o melhor da fase final do Brasileirão de 2009 e contra equipes bem mais qualificadas, como Atlético Mineiro, Cruzeiro, Palmeiras, Atlético Paranaense, Vitória, Sport e que acabaram sendo massacrados pelo Fluzão.

Já que o técnico declarou que "vai ter tempo para refletir e que o Fluminense tem se preparar melhor em todos os sentidos para fazer uma boa Copa do Brasil e um bom segundo turno", por que não aproveitar esses joguinhos "mamão com açúcar" contra os pequenos do Rio e os iniciais da Copa do Brasil para condicionar o Digão e deixar Julio Cesar, Everton, Willians e Thiaguinho, os reforços que até agora jogaram menos dos que já estavam na equipe, amargando um banquinho, como fez com o Leandro Euzébio?

Deve refletir muito sobre o fato de ter considerado a eliminação como um acidente de percurso, do mesmo modo que havia considerado o segundo tempo do jogo contra o Flamengo. Pelo fato de estar dirigindo o Fluminense, a obrigação do Cuca é o de descobrir as causas desses acidentes e corrigi-las o quanto antes, pois de acidente em acidente os títulos vão sendo perdidos e a paciência da torcida se esgotando.

Agora resta esperar que o Vasco vença o Flamengo na final para diminuir a chance de novo campeonato rubro-negro, a menos que o Joel Santana consiga tirar algum coelho da cartola e eliminar a urubuzada.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


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Não sei se dá raiva ou frustração. Enquanto, ao longo dos últimos anos, temos sido obrigados a conviver com Fabinho, Jailton, Wellington Monteiro, Leandro Domingues, Leandro Bonfim e mais recentemente com Diogo, Diguinho e Willians, nossas revelações de Xerém viram craques e passam a defender os adversários.

Ontem foi o Carlos Alberto, mola propulsora do time do Vasco; antes tinham sido Toró e Fernando, que mesmo sem ser brilhantes, deram conta do recado. Na Copa do Brasil, teremos que aturar Diego Souza e Arouca e no Brasileirão, Roger, Júnior César e outros.

Antes, a desculpa era de que não podíamos competir com os clubes europeus, mas perder uma miríade de craques para os clubes brasileiros já é burrice demais.

(crédito da foto: Agência Lance)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Olaria 0 x 0 Fluminense. Eta joguinho xôxo!


Foi um jogo lento, com sono. A equipe sentiu muito o desentrosamento, além da juventude dos estreantes. Não faltou correria e disposição, mas não havia organização do meio para a frente.

O Flu foi beneficiado com a justa expulsão de um jogador do Olaria na primeira metade do primeiro tempo. Com superioridade numérica, o time passou a tocar a bola com mais facilidade, porém com pouca objetividade.

Sem Conca e Everton, a criação de jogadas ficava a cargo do Diguinho, o capitão da equipe esta noite. Apesar de não gostar muito do Diguinho, reconheço que o seu futebol tem evoluído nas últimas partidas. Mas daí confiar a ele a criação das jogadas, rola um pouco de exagero do seu amigo Cuca.

Apesar da maior posse de bola, o Fluminense não conseguia criar. A formação com três zagueiros não fazia mais sentido. O Olaria atacava e a bola ficava girando na defesa e no meio campo do Fluminense.

A rigor, no primeiro tempo, somente uma boa chance, com o Fábio Neves, com uma boa defesa do goleiro Ângelo do Olaria.

Os estreantes sentiram o peso da estreia e o desentrosamento do time. Todos correram, lutaram e não comprometeram, mas nenhuma atuação a se destacar. O volante Neves foi o mais seguro dos garotos.

No segundo tempo, Cuca percebeu que com um jogador a mais, não havia mais necessidade de três zagueiros e sacou o Digão, dando lugar ao Kieza.

A entrada do Kieza melhorou um pouco a movimentação na frente, porém uma vez mais, mostrou que é um atacante com tremendas dificuldades para finalização. Na grande chance que teve, em vez de chutar de primeira, resolveu levantar a bola antes do arremate, o que permitiu a chegada do goleiro para bloquear a bola. Seu empresário declarou que ele não deverá continuar no clube pela falta de oportunidades. A menos que melhore muito em outra equipe, não deixará saudades.

A melhor oportunidade do jogo foi em uma das poucas estocadas do Olaria. O atacante Romário perdeu um gol incrível na marca do penalti numa linda defesa do Rafael com os pés. Ainda bem que não era o xará baixinho do outro lado...

Esse lance evidenciou o mesmo buraco que vez por outra aparece em nossa defesa. Ontem foi o Romário genérico, sábado será o Dodô, o Carlos Alberto ou o Philippe Coutinho e aí o estrago poderá ser pior do que foi contra a urubuzada.

No final, Cuca colocou Dori em campo, mas a jovem promessa não teve oportunidade nem tempo de mostrar seu futebol.

Enfim, o zero a zero acabou sendo justo.


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Já está ficando chato. É sempre a mesma coisa. Toda vez que o Fluminense chega a fases decisivas, a mídia mulamba tenta plantar notícias sobre a saída de seus principais jogadores.
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A bola da vez é novamente o Fred, que teve seu nome veiculado a uma possível transferência para um clube de São Paulo.
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Vê se te manca mídia mulamba, porque mais cedo ou mais tarde ... O FRED VAI TE PEGAR!
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Fluminense 3 x 0 Boavista. Classificação burocrática.

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Foi um jogo para esquecer. Facilitado pelas expulsões precoces de dois jogadores adversários, a equipe tricolor demonstrou mais uma vez seus pontos fracos.
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O ataque sem Fred não funciona. É incrível como os demais atacantes conseguem perder gols facílimos.
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Por paradoxal que seja, com onze contra nove o jogo foi mais difícil. A expulsão do Willians diminuiu a vantagem numérica e deu ao Boavista a sensação de que poderia empatar. O time de Bacaxá tentou imprimir alguns contra-ataques, todos bem anulados pela defesa tricolor. O Fluminense pode então aumentar a pressão sobre o adversário que já não se mantinha tão retrancado.
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E de tanto tentar, mesmo que atabalhoadamente, sem nenhuma tática definida, ao final Thiaguinho, que havia entrado no intervalo no lugar de Mariano, conseguiu dois bons arremates e acrescentou mais dois gols àquele solitário do primeiro tempo, marcado por Conca cobrando penalti.
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Preocupante a apresentação. Só serviu mesmo para dar à torcida a certeza de que o plantel é deficiente. Falta homogeneidade e quando Fred está ausente, o Fluminense se torna um time previsível e mediano.
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É certo que Conca, Gum e Cássio fizeram boa partida, mas por melhor que possam estar não serão capazes de suplantar as equipes mais fortes. O recente Fla-Flu comprovou a tese.
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O jogo, além de garantir a classificação, serviu para alguns ensinamentos. O primeiro deles foi à confirmação de que Willians não deve e não pode ser escalado como atacante. Não tem nenhum cacoete para a posição. Jogou mal, perdeu algumas oportunidades em que não conseguiu sequer arrematar com força, além de ser expulso por uma jogada bisonha e desnecessária. Confirmou a opinião desse blog quando de sua contratação, um verdadeiro "presente de grego" ofertado pela Traffic. Continuo com minha posição de que teria sido melhor manter o Tartá.
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A barracão de Leandro Euzébio foi uma boa. Sua habilidade só o credencia para compor elenco e ser aproveitado apenas em casos extremos.
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Por outro lado, Cássio jogou bem, mostrando firmeza em todas as jogadas. Necessita de mais observação face à inoperância do ataque adversário.
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De resto, só a destacar o costumeiro bom desempenho do Conca e alguma qualidade mostrada pelo Bruno Veiga.
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Com a classificação garantida e a quase certeza da segunda colocação no grupo, o jogo contra o Olaria perde totalmente seu significado. Se acontecer uma vitória ou uma derrota por diferença de quatro, cinco gols em nada será modificado o panorama das semifinais.
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É por isso que espero que o Cuca tenha a “malandragem” necessária para descansar a equipe titular, principalmente aqueles que mais se tem desgastado como Conca, Alan, Gum, Cássio, Mariano, Diguinho e Everton.
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Por que não aproveitar esse amistoso de luxo para dar ritmo de jogo a Digão, Equi González, Dieguinho e até mesmo Fernando Henrique? O fato, meus amigos, é que será inconcebível a presença de Conca, Gum, Cássio e Diguinho num jogo bobo a apenas três ou quatro dias da semifinal.
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Torço para que o Cuca reflita bem sobre o assunto e decida não arriscar por coisa nenhuma.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

23 anos sem Castilho.



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Em 2 de Fevereiro de 1987, Carlos José Castilho partia para o merecido descanso. Ídolo do Fluminense, Castilho vestiu a camisa tricolor durante dezessete anos (1947- 1964). Foi o atleta que mais vezes jogou pelo clube. Disputou 696 partidas, sendo que em 255 delas não sofreu gol.
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Com sua técnica refinada e sentido de colocação apurado garantiu inúmeras vitórias pelo placar de 1 x 0. Foi a época dos "timinhos tricolores", pois bastava os atacantes fazerem só um golzinho que o goleirão garantia o resultado. A torcida passou a idolatrá-lo e a tratá-lo de São Castilho.
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Castilho transformou-se numa lenda e sinônimo da alma e raça tricolor. Em certa ocasião, para evitar ficar dois meses no estaleiro por ter fraturado o dedo, Castilho autorizou os médicos a amputarem parte de seu dedo mínimo porque não queria de jeito algum deixar de jogar durante tanto tempo. Muito diferente dos "reis do chinelinho" que hoje povoam o futebol brasileiro.
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Foi um goleiro perfeito, realizava defesas milagrosas. Frangos? Nem pensar.
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Os adversários desdenhavam sua perícia, atribuindo-a apenas à sorte. Chegaram a apelidá-lo de leiteiro e em consequência todo o time de leiteria pelas inúmeras bolas que se chocavam contra as balizas tricolores. Não foram capazes de vislumbrar que Castilho, com seu senso de colocação perfeito, quase sempre conseguia fechar todos os ângulos possíveis, deixando para os habilidosos atacantes da época, como Ademir Menezes, Zizinho, Evaristo Macedo e outros da mesma estirpe apenas a possibilidade de acertar as suas traves.
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Com Castilho, o Fluminense foi campeão carioca de 1951, 1959 e 1964. Campeão da Copa Rio, em 1952, o Mundial de Clubes à época. Campeão do Rio-São Paulo em 1957 e 1960.
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Pela Seleção Brasileira, Castilho disputou quatro Copas do Mundo, 1950, 1954, 1958 e 1962, sendo titular na de 1954.
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domingo, 31 de janeiro de 2010

Fluminense 3 x 5 Flamengo. Cuca erra na estratégia e entrega o ouro.

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.................Cuca foi sem dúvida o grande vilão do Fluminense

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Após um primeiro tempo primoroso, o Fluminense permitiu que a urubuzada virasse o jogo e saísse vencedora.
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A meu ver, se o treinador tricolor tivesse tido um pouco mais de tranquilidade e clarividência, o máximo que o Flamengo poderia conseguir seria o empate.
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Na verdade, a falta de malandragem do Cuca já tinha ficado patente no jogo contra o Duque de Caxias. Um jogo fácil em que não havia a mínima necessidade de escalar o Fred à meia bomba. O resultado não poderia ter sido outro: estaleiro por três jogos.
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O curioso da história é que ao ser inquirido antes do jogo de quinta-feira, Cuca afirmou que o Fred estava bem e que iria jogar porque o jogo também valia três pontos. Só não levou em consideração de que o ataque com o Alan seria mais do que suficiente para vencer a partida sem muito esforço.
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Mas voltando ao Fla-Flu, o primeiro tempo mostrou um Fluminense aguerrido que acuou o adversário o tempo todo e poderia ter saído para o intervalo com o jogo definido. A rigor o Flamengo só chutou uma bola, exatamente a do gol, num penalti completamente desnecessário cometido pelo Diguinho, que volta e meia faz de suas lambanças.
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Andrade viu bem as deficiências de seu time e com duas mexidas bem calculadas transformou o panorama do jogo, partindo com decisão para cima de nossa defesa.
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Oito minutos foram suficientes para que nossos zagueiros batessem cabeça e permitissem o empate.
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A essa altura ficava claro que com a zaga formada por Gum, Leandro Euzébio e Cássio o Fluminense não chegará a lugar algum. E o pior é que enquanto Everton e Leandro Euzébio falhavam bisonhamente nos segundo e terceiros gols rubro-negros, a torcida impaciente via o Digão amargando o banco.
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Cuca substituiu Júlio César por Marquinho, esperando dar mais consistência ao setor esquerdo por onde o Flamengo, a essa altura, deitava e rolava.
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A substituição surtiu efeito, nem tanto pelo desempenho de Marquinho e sim pela facilidade causada pela expulsão do Álvaro aos dezenove minutos. O jogo ficou equilibrado com oportunidades não aproveitadas de lado a lado.
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Veio então a contusão de Maicon e Cuca começou a botar os pés pelas mãos, colocando Willians em seu lugar.
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Realmente, o "complexo de vira-lata" falou mais alto. O adversário com um jogador a menos e o nosso técnico abre mão do segundo atacante para colocar um meia. Alguns desavisados ainda dizem que Willians também joga no ataque, mas a verdade que desde seus tempos de Palmeiras ele nunca se destacou como atacante. Mal ou bem pode jogar no meio campo e ainda assim apenas como reserva.
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Apesar das lambanças do segundo tempo, o jogo caminhava para o empate, resultado que ainda manteria o Fluminense na liderança do grupo.
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Aí então o Cuca resolveu tirar um coelho da cartola, só que a cartola estava furada. Sacou o Cássio e colocou o Kiesa. E a defesa que já não estava muito segura, entregou o ouro de vez. Um minuto após a fatídica substituição, a zaga reeditou a linha burra e permitiu que Adriano avançasse sozinho e escolhesse o canto. Foi o fim, a perda de um jogo que com um pouco mais de malícia poderia ter sido transformado numa sonora goleada.
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O quinto foi consequência da desarrumação total que tomou conta da defesa depois dessa mexida infeliz. E o Kiesa? Como sempre não fez nada e sua presença só serviu para igualar o numero de jogadores das duas equipes.
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Quem sabe a invenção do Kiesa possa estar relacionada ao fato de nosso treinador ter desejado se livrar da pecha de freguês do Flamengo, obtida ainda quando treinava o Botafogo, justamente por recuar seguidamente a equipe sempre que obtinha a diferença de dois gols?
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O fato é que as equipes treinadas por ele, jogam bonito, ocupam quase todos os espaços do campo, dão calor no adversário a maioria do tempo, mas no frigir dos ovos os títulos acabam não vindo por lapsos como o de ontem.
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É certo que provavelmente àquela altura ele já deveria estar irado com a zaga, mas a substituição do Cássio pelo Kiesa só pode ser visto como um ato tresloucado. Tivesse entrado com o Digão, pelo menos o empate estaria garantido.
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Espero que Cuca reflita bem sobre as bobagens que fez durante toda a semana. Que devolva a titularidade ao Digão e pense seriamente no Dalton, quando ele se recuperar da lesão.
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Que pare de escalar atletas que não estejam em condições físicas cem por cento e pense também em aumentar a habilidade do banco de reservas, pois com o que ele tem formado não se pode esperar nenhuma alteração positiva como fez o Andrade. Que volte com o Gonzáles que, além de ter habilidade e experiência para segurar um jogo, vem se destacando nos treinos bem mais do que os reservas atuais.
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Bem, perdemos uma batalha, mas outras oportunidades virão. Até a semifinal com o Vasco pode ser que o Cuca volte a encontrar o time ideal. Eu ainda tenho fé, embora perder para a mulambada do jeito que foi seja dose para mamute.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Duque de Caxias 0 x 4 Fluminense. "Treino" de luxo.

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Vitória muito fácil, o jogo nem pode ser comparado a um amistoso, na realidade foi mesmo um treino.
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À exceção da boa cobrança de falta por volta dos dois minutos, que obrigou Rafael a se esforçar e praticar bela defesa, o Duque de Caxias nada mais fez durante todo o jogo, a não ser congestionar sua defesa na tentativa vã de brecar o ataque tricolor.
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Os erros de finalização diminuíram sensivelmente, embora tenha havido falta de capricho em algumas delas. A defesa continuou invicta, fato que não deve ser comemorado com exacerbação face à fraquíssima atuação do ataque adversário. Convém, entretanto, destacar a evolução dos laterais, que aos poucos vão ganhando mais confiança e se transformando em armas letais.
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No cômputo geral, nem foi preciso muito esforço para que a partida fosse definida ainda na primeira etapa. Absoluto em campo, com a defesa segura e o ataque veloz, o Fluminense infernizou a vida dos defensores do time da Baixada.
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O placar foi aberto logo no início. Em cobrança de escanteio, originado de uma jogada sensacional do Conca, Maicon desviou de cabeça no canto esquerdo do goleiro. A partir daí, o Fluminense passou a trocar passes e controlar a partida. A equipe adversária nada pode fazer ante a superioridade técnica tricolor a não ser apelar para os chutes de longa distância.
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A insegurança do Duque de Caxias aumentava e seus jogadores passaram a aplicar botinadas sem mais nem menos. Fred e Maicon eram os alvos preferidos, tanto que antes de quinze minutos de jogo, Fred teve que deixar o campo de maca após receber uma pancada de Gleidson, que deixou visível a marca das travas de sua chuteira na coxa do atacante. A sorte aí esteve do lado de Fred, pois a rispidez da jogada poderia ter provocado uma contusão mais séria.
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A vantagem foi aumentada aos 23 minutos, com Julio Cesar após receber de Maicon passe na medida. A partir de então, o Fluminense passeou em campo, nem precisando se utilizar da tradicional garra para consolidar a vitória. Sem forçar em demasia, o placar poderia ter sido aumentado não fosse a boa atuação do goleiro Getulio Vargas. No final da etapa, Gleidson, após mais uma botinada em Fred, acabou sendo expulso, o que facilitou ainda mais a missão tricolor.
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Se já estava fácil com o adversário completo, com menos um o jogo se transformou em um autêntico "ataque contra defesa". A superioridade tricolor ficou flagrante em todo o segundo tempo; bola na trave, boas defesa de Getúlio Vargas e mais dois gols. Tudo sem o menor sobressalto.
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A defesa mais uma vez se portou muito bem. Gum e Cássio jogaram com seriedade, não dando espaços para os atacantes adversários. Diogo também ajudou em fechar o setor, entretanto não se deve esquecer da fragilidade do adversário.
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No Fla-Flu, é provável que Cuca volte a jogar com três zagueiros, principalmente para brecar a dupla de atacantes urubulina. Aí é que noto que o Cuca perdeu uma ótima oportunidade para testar as condições físicas do Digão, sem dúvida titular absoluto da zaga tricolor.
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Na substituição do Julio Cesar, ao invés de colocar o Kiesa, deveria ter entrado com o Digão. Afinal, o placar já estava 3 x 0, o adversário com um homem a menos e o que o Kiesa iria fazer em campo todos os tricolores, até mesmo aqueles pouco que não acompanham o futebol tão de perto, já sabiam de cor e salteado.

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Marcelo de Lima Henrique.
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Guardem bem esse nome. É o juiz que sempre faz o Flamengo vencer. No Fla-Flu do segundo turno do Brasileirão de 2009, esse soprador de apito deixou de marcar um penalti claro de Bruno em Digão, quando o placar ainda estava 0 x 0. Com ele, o Flamengo venceu todos os seus jogos, sem exceção.
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É público e notório que chororô não é característica da Torcida Tricolor e sim parte intrínseca do cardápio alvi-negro, mas é o preocupante a reincidência de escalação dessa figuraça em jogos decisivos envolvendo o Flamengo. Ou o presidente da Comissão de Árbitros da Federação tem uma simpatia extra pelo urubu, não enxerga direito, ou é propenso a emoções fortes. Pode ser também pura coincidência. Quem sabe?
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E DÁ-LHE FLUZÃO, VAMOS DEPENAR O URUBU!
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(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Fluminense 1 x 0 Volta Redonda. Mais uma vitória e a liderança do grupo.

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Leandro Euzébio salvou a pátria tricolor. .... (crédito da foto: terra.com.br)
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Quase uma repetição do que ocorreu no jogo contra o Bangu. O Fluminense ditou o ritmo do jogo e uma vez mais voltou a perder inúmeras oportunidades de gol.
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O domínio na primeira etapa foi total. O Volta Redonda, nas poucas vezes que conseguiu chegar perto da meta de Rafael, não teve condições de arrematar com sucesso. Os erros de finalização dos atacantes tricolores, entretanto, evitaram que a vitória fosse sacramentada antes do intervalo. Não fosse o chute certeiro de Leandro Euzébio, a torcida tricolor poderia estar amargando a perda da liderança.
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Como era esperado, a ausência do Fred dificultou as manobras do ataque, pois com ele em campo os adversários se preocupam tanto em marcá-lo que acabam deixando os demais com mais liberdade.
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Cuca afirma que vem treinando finalizações exaustivamente, mas os erros continuam acontecendo com uma frequência preocupante.
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No jogo de ontem, a dificuldade já pode ser sentida durante boa parte da segunda etapa, quando os atletas do Volta Redonda passaram a marcar a saída de bola, chegando mesmo a encurralar a nossa defesa em alguns momentos..
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Outro ponto para o qual Cuca deve prestar atenção é a regularidade de Diguinho e Leandro Euzébio em termos de cartões amarelos: três jogos, três cartões, afinal esse era o recorde do Fabinho. Há que se estabelecer um tipo de treinamento de marcação que os habilite a não cometer tantas faltas, muitas delas completamente desnecessárias.
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Nessa semana teremos o Duque de Caxias na quinta-feira e o Fla-Flu no domingo. Esses erros precisam ser corrigidos para que o Fluminense continue na liderança.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Com o retorno de Alcides, Xerém finalmente terá jeito?

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Ainda que tenha realizado um bom trabalho, Ricardo Tenório não resistiu ao turbilhão político e deixou o Fluminense. Talvez lhe tenha faltado um pouco de jogo de cintura para contornar algumas desavenças, fato difícil de avaliar estando distante do dia a dia do clube. Só resta agradecer sua participação marcante na arrancada tricolor do ano passado. Vida que segue, pelo menos agora a mídia mulamba terá menos assunto para tentar desestabilizar o Fluzão.
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Volta Alcides Antunes, o vice de futebol campeão de 1995, que em seu discurso inicial disse em alto e bom som que o seu cargo englobará todo o departamento de futebol.
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Tal declaração permite inferir que o destino das promessas reveladas em Xerém também estará sob sua responsabilidade.
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Talvez seja a grande oportunidade para o clube passar a usufruir da habilidade de suas revelações por um maior intervalo de tempo e voltar a conquistar os títulos há muito distante.
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A preocupação da torcida com a má administração dos atletas de Xerém está alicerçada no fato da quase totalidade de suas revelações estarem brilhando em equipes adversárias, enquanto tem sido obrigada a ter o dissabor de ver a gloriosa camisa tricolor vestida por verdadeiros pernas de pau.
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No circo dos horrores que foi a equipe inicial de 2010, tivemos que aturar Fabinho, Wellington Monteiro, Jailton, Leandro Bonfim e outras malas, enquanto Diego Souza, Carlos Alberto, Arouca e Toró reforçavam os clubes que se classificaram entre os cinco primeiros no Campeonato Brasileiro.
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A relação é infindável, Thiago Silva, Rodolfo, Antônio Carlos, Júnior César, Arouca, os gêmeos Fabio e Rafael e mais recentemente Wellington Silva acabaram por ser negociados por verdadeiros preços de banana podre.
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Às vezes, retornam com salários inflacionados, como aconteceu com Thiago Silva, Júnior César e mais recentemente com Leandro Euzébio.
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As melhores promessas de craque do elenco atual, Dalton, Digão, Alan e Maicon, já estão com parte de seus direitos federativos cedidos à Traffic em negociações nada satisfatórias para o Fluminense.
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Tartá foi relegado a plano secundário, ainda que mais habilidoso que muitos que permaneceram no elenco. Pelo menos dessa vez foi emprestado a um clube que joga para frente, treinado por um técnico experiente e inteligente e que certamente saberá aproveitá-lo da melhor maneira possível. Pode ser que assim a nova diretoria decida pela sua reintegração ao elenco ao fim do empréstimo.
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Que Alcides Antunes reflita bastante sobre o destino das pratas da casa tricolor para quem sabe algum dia o Fluminense volte a formar uma equipe campeã como a de 1980, composta por nada menos que nove atletas revelados em casa.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Fluminense 3 x 0 Bangu. Deu para o gasto.

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A princípio o placar parece sugerir que foi um jogo facílimo. Nada disso, as dificuldades foram muitas.
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Talvez a presença de dois zagueiros reservas, talvez o sol causticante das 3 horas da tarde no clímax do verão, o fato é que a apresentação contra o Bangu ficou muito aquém daquela exibição magnífica de Campos.
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E por falar em horário, quem terá sido o criminoso que marcou a partida para ser jogada numa temperatura de mais de quarenta graus? Esse imbecil deveria ser interpelado judicialmente, ainda mais se for levado em consideração que não havia nenhum impedimento para que o jogo fosse disputado às 17 horas.
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E o que faz o Sindicato dos Atletas, que sempre leva o seu percentualzinho das rendas e não prima pela saúde de seus associados? Coisa que só acontece no Brasil.
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Quanto ao jogo em si, ambas as equipes entraram em banho-maria. O Bangu até que tentou aprontar uma correria no início, mas logo desistiu porque era impossível correr naquela temperatura infernal.
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O Fluminense tentou impor o seu ritmo e após a obtenção do primeiro gol passou a trocar passes no meio de campo, atacando em jogadas fortuitas.
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O gol foi marcado por Fred, convertendo um penalti sofrido por Maicon, após boa tabela com Everton. No final da primeira etapa, Everton voltou a assustar com um chute de dentro da área, espalmado pelo bom goleiro banguense.
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No segundo tempo o Bangu voltou mais aceso e rondou a área tricolor nos primeiros quinze minutos. Faltas feitas na entrada da área, a maioria desnecessária, poderiam ter complicado o jogo se os adversários estivessem com a pontaria calibrada.
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Aos poucos, os tricolores foram dominando a partida e impondo seu ritmo. O segundo gol aconteceu aos vinte e quatro minutos. Novamente com Fred e de penalti, dessa vez sofrido pelo Conca.
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A partir daí, o Bangu se entregou e voltamos a ter aquele festival de gols perdidos pelo ataque tricolor. Só o Maicon perdeu dois claríssimos. Aliás, se ele treinasse mais arremates e não se afobasse tanto na hora das conclusões, certamente seria um dos maiores atacantes brasileiros da atualidade.
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Mas não foi só o Maicon que pecou nesse quesito. Os atacantes do Fluminense parecem estar com receio de chutar, tentam sempre dar aquele toquinho desnecessário que acaba permitindo o desarme. Cuca precisa atentar para o fato e aprimorar esse fundamento, porque se o Flu continuar a perder gols como perde, as coisas poderão se complicar nos jogos contra os times grandes.
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Ao final, Maicon foi substituído por Alan, que ainda teve tempo para marcar o terceiro com um chute preciso. Mais uma vitória e a liderança do grupo mantida.
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Ô URUBU ... PODE ESPERAR, A TUA HORA VAI CHEGAR!
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Americano 0 x 3 Fluminense. Recomeçou a festa tricolor!

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.................... Conca, uma vez mais o nome do jogo.
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Melhor estreia não poderia ser. O Fluminense não tomou conhecimento do Americano e mesmo jogando num gramado ruim passeou durante toda a partida, praticamente sem ser molestado.
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O desempenho da equipe evidenciou que a manutenção da base do ano anterior foi benéfica. Espero que finalmente a diretoria tenha aprendido de uma vez por todas que trocar de plantel e de técnico a cada ano é uma prática inadequada para a conquista de títulos.
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Os atletas mostraram um bom preparo físico, mesmo no início da temporada. O jogo fluiu com facilidade e praticamente desapareceram aquelas tentativas de municiar os atacantes na base dos chutões. O posicionamento do Diguinho como primeiro volante com Everton um pouco mais à frente deu liberdade ao Conca, que pode jogar mais perto da área adversária.
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O próprio Diguinho saiu beneficiado porque com menos responsabilidades de atacar teve encurtado o espaço para seus passes, o que diminuiu as chances de erros. E quando ia à frente, podia fazê-lo com mais desenvoltura, chegando a criar boas oportunidades, como o lance que resultou no gol do Júlio César.
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O time alternou jogadas o tempo todo, fazendo a bola rolar de um lado para o outro com bastante eficiência.
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De um modo geral, todos estiveram bem, embora seja inegável destacar o Conca como o nome do jogo. Fred é que não esteve em seus melhores dias. Sempre marcado por dois adversários, faltou-lhe a inspiração presente nos jogos finais do ano passado. Ao final do jogo, perdeu um gol incrível, quando em vez de chutar tentou dar mais um toquinho e acabou pisando na bola. Mas não faz mal, nosso artilheiro tem crédito e certamente voltará a ser o terror dos zagueiros adversários nos próximos jogos.
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Dos estreantes, Júlio César aprovou. Deu mais consistência à lateral esquerda em termos de ataque. Defensivamente terá que ser observado melhor tendo em vista que o ataque do Americano não incomodou.
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Everton fez um belo gol, algumas boas jogadas e deve melhorar com o tempo. Não pode ser canonizado por uma única partida. Prefiro aguardar um pouco mais.
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Williams jogou pouco, talvez por isso não tenha conseguido mostrar todo o seu potencial do tempo do Vitória, porque se repetir apenas o que fez no Palmeiras será banco certo.
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Leandro Euzébio dentro do esperado. Deverá compor elenco após a volta do Digão por ser inferior tecnicamente ao trio de zagueiros do ano passado.
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É isso aí, foi só o começo da festa, novos capítulos, novas emoções estão reservadas para os próximos fins de semana.
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E DÁ-LHE FLUZÃO, RUMO ÀS CONQUISTAS!
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ainda sobre o Tartá.

Nossos apelos para a reintegração do Tartá ao elenco do Fluminense começam a ganhar corpo com a com a adesão dos papas da mídia tricolor.
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Em resposta a um comentário sobre o assunto no Blog do Torcedor, João Marcelo Garcez postou a seguinte informação: “Os dirigentes haviam prometido um desfecho para o caso Tartá sábado passado. Disseram que se o jogador não fosse emprestado até aquela data, provavelmente seguiria com o grupo. Resta saber se a promessa era mesmo a vera”.
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Agora foi a vez do Paulo Cezar, dedicar um post específico sobre o assunto, onde pede que a torcida tricolor se manifeste a favor do Tartá.
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Até agora, a maioria dos comentários foi a favor, embora alguns tenham criticado o fato do jogador prender a bola em demasia e ainda apresentar deficiência na marcação, pelo que sugeriram seu empréstimo.
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É certo que as deficiências apontadas ainda existem, mas nada que um técnico escolado como o Cuca não consiga consertar com treinamento apropriado. Bastam apenas um pouco de esforço e boa vontade.
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Em último caso, a diretoria poderia pensar em emprestar o Tartá por apenas seis meses para que ele possa ganhar ritmo de jogo, reincorporando-o no segundo semestre, pois sua presença será de muita utilidade num campeonato longo como o Brasileirão.
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Outro fato que deve ser levado em consideração é que Tartá, por ter sido criado no “Vale das Laranjeiras”, não costuma tremer em jogos difíceis, como alguns que permaneceram no elenco e sumiram em campo nos jogos contra o Goiás e o Flamengo, por exemplo.
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A seguir a transcrição do artigo do PC.







Segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Por Tartá























"Amigos, o técnico Cuca revelou recentemente o elenco inicial do Fluminense para 2010: Rafael, Fernando Henrique, Ricardo Berna, Klever, Gum, Digão, Dalton, Cassio, Mariano, Diogo, Maurício, Diguinho, Dieguinho, Marquinho, Conca, Equi González, Fábio Neves, Kiesa, Alan, Fred, Maicon, Adeilson, Raphael Augusto, Thiaguinho, Everton, Willians, Leandro Euzébio, Ferreira, Neves, Dori e Bruno Veiga. Ontem, defendi aqui a integração do garoto Wellington Silva. E hoje faço minha defesa de Tartá.

Numa tarde de meio de semana, ano passado, fui ao Maracanã para ver Fluminense x Boavista. Tinha quase certeza de que me arrependeria de gastar meus tostões para assistir àquela pelada. Mas minha certeza prévia estava errada, pois naquela matinê de Maracanã eu vi uma belíssima atuação: a de Tartá. Naquele dia, o garoto provava que tinha condições de decidir sozinho um jogo.
Escrevi aqui que ele iria longe.

Os idiotas da objetividade logo buzinarão: "Tartá entregou o ouro contra o Coritiba em 2008!". Verdade,
entregou mesmo. Em uma autêntica pixotada, o menino entregou a vitória ao Coxa, em pleno Maracanã. Porém, não podemos crucificá-lo por um único lance. Todo mundo erra na vida. Pelé chutou uma bola na arquibancada em plena final de 70. Zico perdeu um pênalti decisivo em 86. Baggio também, em 94.

Por isso, prefiro me lembrar dos bons momentos de Tartá. Em 2008, contra a Portuguesa, ele e Maicon entraram no intervalo e
viraram um jogo perdido. Em 2009, ele entrou no intervalo daquela partida épica contra o Cruzeiro, e jogou uma barbaridade, colaborando para a maior virada que o Mineirão já viu.

Ainda houve outras ocasiões em que Tartá foi decisivo. O
São Paulo 1 x 1 Fluminense de 2008, e o Fluminense 1 x 0 Mesquita de 2009, por exemplo.

É impossível negar: todos esses bons momentos credenciam Tartá a ter mais uma chance. O meu amigo Helio, também um cronista tricolor,
vem insistindo nessa tecla. E eu concordo com ele. Peço à torcida tricolor que se manifeste a favor de Tartá, e peço à comissão técnica que avalie melhor a possibilidade de aproveitá-lo.

PC
"

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Elenco Tricolor definido para 2010. Acertos e pecados do Cuca.

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Confesso que, à época, não me empolguei com o retorno do Cuca. Ainda estava claro em minha mente aquele treinador depressivo, chorão ao extremo e um tanto quanto rancoroso dos tempos de Botafogo.
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As passagens por Santos e Fluminense, em 2008, haviam sido insignificantes e em nada contribuíram para os dois clubes, muito pelo contrário quase os leva à segunda divisão.
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Sua volta, após um período de descanso depois da conquista do campeonato estadual pela urubuzada, foi recebida sem muito entusiasmo não só por mim, mas também por boa parte da torcida tricolor. E ainda havia ficado a impressão de que sua dispensa teria sido causada por problemas de relacionamento com o elenco rubro-negro, o que evidenciava resquícios do rancor demonstrado no Botafogo.
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Pois bem, para nossa alegria, Cuca chegou diferente, mais otimista, nada de depressão e além de tudo parando com aquelas reclamações ridículas, extirpando de vez a fisionomia de donzela perseguida. Com o fim do chorôrô, voltou a mostrar a mesma competência da época em que dirigia o Goiás.
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Seu trabalho à frente do Fluminense foi excelente, uma recuperação incrível. Méritos no afastamento dos preguiçosos e promoção da garotada boa de bola, que só precisava de uma chance real.
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Sua permanência em 2010 foi uma bola dentro da diretoria tricolor.
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Chato que logo no primeiro jogo treino do ano, contra o Rio Branco, tornou a ser expulso de campo por reclamação contra a arbitragem. Que coisa feia Cuca, pensei que o chororô tivesse ficado pra trás.
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Mantendo a coerência, Cuca solicitou a permanência para 2010 dos atletas que se destacaram no final do ano passado, não só os titulares, mas também os que, mesmo na reserva, participaram ativamente com seu apoio e dedicação nas horas em que foram chamados a atuar.
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Rafael, Fernando Henrique, Ricardo Berna, Gum, Digão, Dalton, Cássio, Mariano, Diogo, Maurício, Diguinho, Dieguinho, Marquinho, Conca, Equi González, Fábio Neves, Kiesa, Alan, Fred, Maicon, Adeilson, Raphael Augusto ficaram para formar a base do plantel para esse ano.
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Novas Contratações
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Das novas indicações para contratação, o único que chega com status de titular absoluto é o Julio Cesar, credenciado pelo brilhante campeonato realizado pelo Goiás, a ponto de ser considerado o melhor lateral do Campeonato Brasileiro.
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Os demais são apostas e a torcida terá que aguardar seus desempenhos para poder tirar melhores conclusões. São eles:

Thiaguinho, vindo de atuações discretas pelo Botafogo, discretas até demais a ponto de ser dispensado ao final da temporada. Como reserva do Mariano, pode ser que quebre um galho, mas a equipe ainda carece de um lateral direito ao nível de um Gabriel ou Leo Moura, últimos laterais do clube com passagens vitoriosas.

Ewerton. Apresentado ora como meia, ora como volante, tem como maior credencial o fato do Estevão Soares, que tinha sido seu técnico no Barueri, o ter indicado com veemência para o Botafogo. Nos dois jogos contra o Fluminense seu futebol não apareceu.

Williams. Cuca o considera um excelente jogador, que atua pelos dois lados do campo, como meia e segundo atacante e que pode ser um bom curinga. Com relação a ele, o treinador declarou: "Ele foi muito bem no Vitória, mas não foi tão bem no Palmeiras, no ano passado. Temos que conversar e ver o que aconteceu lá". A torcida tricolor já está calejada quanto a jogadores que brilham no Vitória e fracassam em clubes de maior expressão, pois só no ano passado o Fluminense contratou três malas, que não deram certo. No Palmeiras, Williams foi tão mal que o Muricy o dispensou, mesmo com todo o apoio da Traffic. Tomara que dê certo, mas não creio que venha a ser titular absoluto.

Leandro Euzébio. Cria da casa, mas como a maioria dos revelados em Xerém não vingou no clube. Nem mesmo chegou a jogar uma partida sequer no time titular e foi dispensado. Retorna agora após disputar a temporada passada pelo Goiás. Vai ter que suar muito a camisa para desbancar Gum, Digão e Dalton.

Promoção de juniores.
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Dori e Bruno Veiga. Duas boas promessas. Dori embora tenha sido o artilheiro da equipe no campeonato Brasileiro Sub-20, apresentou-se melhor na Copa São Paulo. Por ter acompanhado todas as suas apresentações em ambas as competições, fiquei com a impressão que ultimamente tem rolado um pouco de salto alto. Nada que o Cuca não consiga consertar durante os treinamentos e aqueles bate-papos informais.
Bruno Veiga mostrou habilidade nas duas competições. Peca um pouco pela compleição física. Um tratamento semelhante ao que foi realizado com o Zico talvez fosse o ideal.

Ferreira e Neves. Dois volantes normais, nada demais, longe da categoria de Arouca e Diego Souza, mas se o Cuca viu qualidades pode ser que com o tempo suas habilidades floresçam.


Detalhamento do elenco para 2010.
Rafael (25) – Contrato até 2014
Fernando Henrique (26) – Contrato até o final de 2011
Ricardo Berna (30) – Contrato até o fim de 2010
Mariano (23) - Contrato até 2013
Dieguinho (20) – Contrato até o final de 2012
Thiaguinho (25) – Contrato até dezembro de 2011
Julio Cesar (27) – Contrato até final de 2011
Dalton (19) – Contrato até o final de 2012
Digão (21) – Contrato até o final de 2012
Gum (24) – Contrato até agosto de 2012
Cássio (23) – Contrato até o final de 2010
Diguinho (26) – Contrato até o final de 2012
Diogo (23) – Contrato até maio de 2010
Maurício (21) – Contrato até o fim de 2010
Conca (26) – Contrato até o final de 2011
Equi Gonzáles (29) – Contrato até o final de 2010
Fábio Neves (23) – Contrato até agosto de 2011
Marquinho (23) – Contrato até dezembro 2011
Raphael Augusto (18) – Contrato até 2013
Adeilson (25) – Contrato até junho 2010
Alan (20) – Contrato até 2014
Maicon (19) – Contrato até junho de 2012
Fred (26) – Contrato até março de 2014
Kiesa (23) – Contrato até maio de 2010
Ewerton (25) – Contrato até dezembro de 2013
Willians (21) – Emprestado pela Traffic até 2014. Contrato com cláusula de liberação no caso de proposta do exterior.
Leandro Euzébio (28) – Contrato até dezembro de 2011
Dori (19)
Bruno Veiga (19)
Neves (19)
Ferreira (19)
O goleiro Cléver, de 20 anos, também foi incorporado ao elenco.

Os Pecados de Cuca

Conquanto a maioria das decisões do treinador tricolor tenha sido acertada, algumas mancadas imperdoáveis merecem destaque.
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A maior delas, sem sombra de dúvidas, foi o afastamento de Tartá do elenco. Nenhum tricolor que acompanha de perto as exibições da equipe consegue aceitar a decisão, face o descalabro de sua essência.
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Tartá é uma jóia, cria de Xerém, que já mostrou por diversas vezes sua capacidade de decisão. Atuações épicas, como as dos segundos tempos contra Portuguesa e São Paulo, no Brasileirão de 2008 e mais recentemente contra o Cruzeiro, em pleno Mineirão, deveriam ser suficientes para garanti-lo na equipe. Tanto o fato é verdade que vários clubes já se movimentam para contratá-lo. Além do mais, colocá-lo no mesmo barco dos demais jogadores afastados, que muito pouco ou nada fizeram de útil para o Fluminense, a não ser sangrar os seus cofres, é uma decisão estapafúrdia.
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Incrível mesmo como se pode abrir mão de um jogador como Tartá e ficar com Fábio Neves, só para citar apenas um dos atuais meias tricolores.
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Que nossa diretoria amadora pelo menos tenha o bom senso de não se desfazer desse craque, que tem contrato até agosto de 2012. Que o empreste para ganhar experiência, como dizem alguns, para que uma nova diretoria a ser eleita no final do ano tenha a sabedoria de reintegrá-lo ao elenco.
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É claro que é só uma baita coincidência, mas depois que Tartá não concordou que parte de seus direitos federativos fossem cedidos à Traffic sua vida no Fluminense se complicou. Que coincidência intrigante.
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Outro pecado do nosso treinador, uma autêntica bola fora, foi o de não ter dado uma segunda chance ao Urrutia.
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Quem teve a oportunidade de acompanhar aos jogos da LDU na Libertadores de 2008, pôde avaliar a qualidade desse jogador, um volante que desarma com facilidade, sabe passar a bola com precisão e ataca com eficiência, tendo inclusive marcado um belo gol na vitória de 4 x 2 sobre o próprio Fluminense.
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O resultado do único jogo em que participou com a camisa tricolor realmente foi catastrófico, Grêmio 5 x 1, mas muito menos por culpa dele. Quem não se lembra do primeiro gol gremista, marcado por Adeilson contra, depois de ter cometido uma falta desnecessária na entrada da área?
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E a atuação pífia do Cássio, que também fez um gol contra numa cabeçada tosca, além de perder infantilmente a jogada que resultou no quinto gol dos gaúchos?
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Se fosse para levar em consideração essa partida, Adeilson e Cássio deveriam ter sido dispensados logo após o apito final, mas tiveram novas chances e conseguiram se recuperar. Medidas desiguais para problemas semelhantes soam a injustiça, ainda mais se for considerado o fato de que Urrutia esteve parado por quase seis meses devido a uma cirurgia .
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O último pecado foi insistir com a indicação do Ariel, jogador caro, com contrato em vigor pelo time rebaixado pelo Fluminense, pré-requisitos para uma negociação difícil.
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Enquanto isso, outros jogadores disponíveis no mercado, não tão caros e mais adequados para ficar na reserva do Fred, davam sopa. Williams, que brilhou no Avaí e recentemente contratado pelo Grêmio é um dos exemplos. Se fosse para trazer alguém de peso e para ser titular, o Leandro, campeão pelo Flu em 2005, poderia ter sido uma opção melhor.
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De qualquer modo, o elenco está definido, embora o Cuca ainda deseje mais um atacante. De minha parte, torço para que alguém da direção perceba a estupidez que estão fazendo e resolva reintegrar o Tartá, pois certamente ele ainda será de muita utilidade nas competições desse ano.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sábado, 2 de janeiro de 2010

Qual será realmente o problema de Tartá com o Fluminense?

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Uma das melhores revelações de Xerém dos últimos tempos não consegue se firmar dentro do elenco tricolor. E o inusitado é que não é por falta de qualidade porque, na maioria das vezes em que teve oportunidade de jogar, Tartá mostrou habilidade e objetividade.
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O fato é que independentemente do técnico que esteja à frente da equipe, o atleta sempre tem sido preterido. Começou com o Parreira que chegou ao absurdo de declarar que "Tartá não se adaptava ao seu esquema". Na oportunidade, esse blog formulou duas perguntas: "Que esquema?" "E a miríade de cabeças de bagre que vêm enterrando o Fluminense jogo após jogo se enquadram?"
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Agora o fato se repete com o Cuca. Na reformulação do elenco para 2010, Tartá está sendo mais uma vez descartado. Vários clubes estão interessados, entre eles Bahia e Vasco.
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Realmente não dá para entender o posicionamento do técnico tricolor sobre o fato. Teria ele esquecido as boas atuações nas vitórias contra Atlético-MG e principalmente contra o Cruzeiro no Mineirão, naquele segundo tempo mágico, sem dúvida a melhor partida do Fluminense no ano? Além do mais, o futebol de Tartá é muito superior ao de muitos dos atletas confirmados para o próximo ano.
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Muitos dizem ser coisa da Traffic, fato que, a princípio, recusei-me a acreditar, mas que agora já não tenho a mesma certeza, tamanha é a constância do boicote contra o craque.
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Se o Cuca estiver realmente pressionado, que pelo menos a saída de Tartá seja apenas por empréstimo para que possa voltar no futuro, quando o Fluminense tiver conseguido se livrar dessa parceira nefasta.
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Os excertos seguintes, retirados de matérias postadas durante o ano de 2009 sobre o assunto, sinalizam que há muito o problema vem se arrastando sem que seja esclarecido adequadamente por quem de direito.
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02/11/2009 - Cruzeiro 2 x 3 Fluminense. O Fluzão está de volta!

Após o intervalo, Cuca fez duas alterações. Substituiu González por Tartá e finalmente sacou Diguinho, colocando Digão em seu lugar. As substituições deram resultado e o panorama da partida mudou completamente.

Cabe aqui ressaltar o regozijo da torcida pela reintegração do Tartá, pondo fim a um boicote engendrado desde os tempos de Parreira. Bola dentro para o Cuca.
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30/10/2009 - Fluminense 2 x 1 Atlético-MG. Vamos chegar!

Felizmente, ficou só a impressão. Cuca fez uma substituição inteligente, sacando o Equi González, que caiu de produção com o temporal e colocando o Tartá. ALELUIA! Parece que o boicote terminou.

O time passou a jogar com dois atacantes abertos pelas pontas, Tartá pela esquerda e Maicon pela direita, com o Fred centralizado.
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18/10/2009 – Fluminense 2 x 2 Internacional. E a luta continua!

Nosso treinador insiste sempre com os mesmos atletas e com as mesmas substituições. Ainda não percebeu que falta um pouco mais de técnica para que as vitórias possam ser alcançadas. Por que insistir tanto com o inócuo Marquinho? O que será que ele tem contra o Tartá, criminosamente boicotado desde os tempos do Parreira?
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04/10/2009 - Flamengo 2 x 0 Fluminense. É o preço a pagar para quem tem a ousadia de escalar o Fabinho.

Fabinho foi o responsável direto pelas jogadas que originaram os dois gols do Flamengo ao perder imbecilmente, de maneira tosca, a bola para o Zé Roberto. A escalação de um jogador sem a mínima habilidade ultrapassa o bom senso de quem quer que seja e deixa mais uma ponta de desconfiança do que anda acontecendo nas Laranjeiras.

Mesmo depois da primeira lambança, Cuca ainda manteve o "mamolengo" em campo, até que ele voltasse a falhar de modo bisonho. Só então o substituiu. E aí é que foi o pior, colocou Marquinho, outro inútil do plantel que goza das benesses de nosso limitado técnico.

Como seria de se esperar Marquinho não fez nada de útil e ainda perdeu gol feito de dentro da pequena área, quando em vez de chutar de primeira, tentou ajeitar a bola com tanta lentidão que permitiu à zaga do urubu aliviar para escanteio.

E Urrutia, Paulo César e González no banco. E pior ainda: Tartá nem no banco.
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24/07/2009 - Atlético-MG 2 x 1 Fluminense. Finalmente a luz no fim do túnel.

Dirão os idiotas da objetividade, anti-tricolores por essência, que Tartá estava impedido por ocasião do passe para o Kiesa. Realmente estava, do mesmo modo que Diego Tardelli no segundo gol do Galo. No final, ficaram elas por elas.
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Até aqueles que ainda não se conformaram com a volta do Renato, entre os quais me incluo, têm que admitir que o time saiu daquele marasmo irritante.
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Depois de um longo e tenebroso inverno, o Fluminense voltou a chutar mais ao gol que o adversário, dez vezes contra nove. E não foram os chutinhos chochos de até então, muito pelo contrário.

Torço também para que ele passe a recuar o Tartá e escalar dois atacantes, tirando um dos volantes que só fazem errar passes. Se assim proceder, aposto que o início da virada começará já na próxima rodada.

E por falar em Tartá, até agora não consigo entender as palavras do Parreira sobre o fato dele não se adaptar ao seu esquema. Parreira é um técnico consagrado, mais esclarecido que a maioria dos que militam no futebol. Qual seria então a razão dessa aberração? Custo a crer que seja verdade, mas o fato do Parreira estar ligado à Traffic me faz pensar que tenha sido pressão da nova e gulosa parceira, que está de olho nas revelações de Xerém. Tomara que seja só impressão, mas de qualquer modo acho que o Horcades e sua trupe devem botar as barbas de molho.
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24/06/2009 – Absurdo dos absurdos. Estaria o Parreira esclerosado?

Notícia veiculada na imprensa dá conta da possibilidade de mais uma promessa tricolor deixar o clube. Trata-se de Tartá, uma das melhores revelações da última safra de Xerém.

Eis o resumo da notícia de Leandro Menezes, publicada no globoesporte.com: "Tartá pode se transferir do Fluminense para o Cruzeiro. Meia-atacante está sem espaço com o técnico Carlos Alberto Parreira."

Compete, portanto, à Torcida Tricolor reagir contra a saída do Tartá, não permitindo que ele seja negociado a preço de banana para, quem sabe, beneficiar outros que não o Fluminense. Em último caso que o Tartá seja emprestado até o fim do ano, sem o engodo do preço de passe estipulado, quando então poderá voltar ao Fluminense para desenvolver todo o seu potencial.

TRICOLOR DE CORAÇÃO ABRACE ESSA CAUSA: NÃO PERMITA QUE SE DESFAÇAM DE TARTÁ POR UM CAPRICHO INCONSEQUENTE DO PARREIRA.

PRESIDENTE HORCADES, APESAR DE MUITAS LAMBANÇAS, NÃO PERMITA QUE MAIS ESSA SE CONSUME. FICAREMOS ETERNAMENTE GRATOS.
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Para aclarar a memória do Cuca, transcrevemos também parte da matéria postada em 2008, após o empate com o São Paulo, quando Tartá fez um gol de placa em pleno Morumbi. Aliás, fica a sugestão para que o Cuca dê uma olhada no tape desse jogo.
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30/11/2008 - São Paulo 1 x 1 Fluminense. A meta agora é a Sul-Americana.

Após o intervalo, o Fluminense voltou com Tartá no lugar de Maicon. E logo em seu primeiro lance, depois de receber de Wellington, colocou Washington na cara do gol, que chutou em cima de Rogério. No rebote, Tartá deixou Miranda esparramado no chão e tocou para as redes.