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quinta-feira, 3 de março de 2011

América-MEX 1 x 0 Fluminense. Por um fio!



Autor de quatro gols na vitória do Palmeiras, Adriano "Michael Jackson" foi cedido para permitir a vinda do Edinho. Negócio da China para os palmeirenses.

Muito pouco o que comentar sobre o jogo de ontem. Um jogo em que mais uma vez a equipe tricolor foi um arremedo do campeão brasileiro do ano passado.

Uma sucessão de erros após a conquista foi determinante para a pífia campanha nesse início de 2011.

A começar pela contratação de reforços jurássicos, jogadores encostados ou em fim de carreira, que nada acrescentaram até agora, além de nas vezes em que entraram em campo terem enfraquecido sensivelmente a equipe.

E ontem não foi diferente, as entradas dos “reforços” em nada adiantaram. Edinho conseguiu mais uma vez desequilibrar o sistema defensivo que vinha bem. Após a saída de Valencia, a defesa se perdeu e se não fossem as três defesas milagrosas de Berna, o resultado poderia ter sido mais catastrófico ainda. Araújo não conseguiu concluir uma jogada sequer. Sem ritmo de jogo, muito lento, mais se assemelha a um ex-jogador em atividade.

Se com Conca a criação não estava bem, com Souza aí mesmo é que ela desapareceu.

Muricy ainda tem esperanças na classificação. – “Eu acredito sempre. Enquanto tiver esperança, temos que acreditar. Esse time já fez coisas que não davam para acreditar. Contra o rebaixamento em 2009, no ano passado com o time desmantelado foi campeão. Esse time pode fazer qualquer coisa”, declarou após o jogo.

Esqueceu o nosso competente treinador que o time da fabulosa arrancada de 2009 era completamente diferente. Só para relembrar: a zaga era formada por Gum, Digão e Dalton, os volantes eram Diogo e Diguinho. Dieguinho e João Paulo revezavam-se na lateral esquerda e  mesmo não sendo craques de primeira grandeza “comiam a grama” em cada partida. O ataque era formado por Maicon, o motor dos contra ataques e que só era parado com falta e Fred, ainda com a panturrilha inteira. E o ataque ainda se dava ao luxo de ter o Alan como reserva, além de Tartá e Marquinho, que sempre entravam bem.

Como tricolor de quatro costados, confesso que no fundo também sonho com as três vitórias, mas precisaremos desesperadamente de um milagre. Um não, três pelo menos.

O primeiro deles seria que Fred e Emerson conseguissem manter-se de pé durante esses 270 minutos fundamentais, esperar o mesmo do Deco já seria pedir demais. E que nesse período crucial, as duas estrelas agissem com um pouco mais de profissionalismo, eximindo-se de atividades que possam prejudicar a total recuperação. Jogar peladas, como irresponsavelmente fez o Emerson, surfar ou dançar durante as folgas Fred deveria guardar para outras oportunidades.

O segundo milagre, que Conca recuperasse pelo menos metade de suas condições físicas e técnicas que fizeram dele o melhor jogador do campeonato brasileiro.

E o terceiro é que nesses jogos, Muricy não abrisse mão de ter dois atacantes de ofício, mesmo que algum deles não ostente a forma ideal e que não volte a insistir com o Edinho nessa fase da Libertadores.

Se os milagres acontecerem, tenho fé que o Fluminense consigará as três vitórias necessárias, pois, cá entre nós, os adversários não têm nada demais.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

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Notícias dão conta da provável saída do Alcides Antunes. Conquanto ele tenha prestado bons serviços no passado, seu desempenho deixou a desejar após sua aliança com a tropa do Horcades, principalmente nos episódios de cessão das revelações de Xerém para a Traffic. Até agora ainda não engoli a estranha venda do Maicon, principalmente sua defesa patética tentando justificar a redução de 50% no valor da multa rescisória. Os argumentos utilizados na ocasião soaram como insulto à inteligência de qualquer cidadão com QI medianamente razoável. Se for verdadeiro, o fato poderá ser considerado como o quarto milagre.

(crédito da foto: terra.com.br)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Com o retorno de Alcides, Xerém finalmente terá jeito?

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Ainda que tenha realizado um bom trabalho, Ricardo Tenório não resistiu ao turbilhão político e deixou o Fluminense. Talvez lhe tenha faltado um pouco de jogo de cintura para contornar algumas desavenças, fato difícil de avaliar estando distante do dia a dia do clube. Só resta agradecer sua participação marcante na arrancada tricolor do ano passado. Vida que segue, pelo menos agora a mídia mulamba terá menos assunto para tentar desestabilizar o Fluzão.
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Volta Alcides Antunes, o vice de futebol campeão de 1995, que em seu discurso inicial disse em alto e bom som que o seu cargo englobará todo o departamento de futebol.
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Tal declaração permite inferir que o destino das promessas reveladas em Xerém também estará sob sua responsabilidade.
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Talvez seja a grande oportunidade para o clube passar a usufruir da habilidade de suas revelações por um maior intervalo de tempo e voltar a conquistar os títulos há muito distante.
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A preocupação da torcida com a má administração dos atletas de Xerém está alicerçada no fato da quase totalidade de suas revelações estarem brilhando em equipes adversárias, enquanto tem sido obrigada a ter o dissabor de ver a gloriosa camisa tricolor vestida por verdadeiros pernas de pau.
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No circo dos horrores que foi a equipe inicial de 2010, tivemos que aturar Fabinho, Wellington Monteiro, Jailton, Leandro Bonfim e outras malas, enquanto Diego Souza, Carlos Alberto, Arouca e Toró reforçavam os clubes que se classificaram entre os cinco primeiros no Campeonato Brasileiro.
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A relação é infindável, Thiago Silva, Rodolfo, Antônio Carlos, Júnior César, Arouca, os gêmeos Fabio e Rafael e mais recentemente Wellington Silva acabaram por ser negociados por verdadeiros preços de banana podre.
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Às vezes, retornam com salários inflacionados, como aconteceu com Thiago Silva, Júnior César e mais recentemente com Leandro Euzébio.
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As melhores promessas de craque do elenco atual, Dalton, Digão, Alan e Maicon, já estão com parte de seus direitos federativos cedidos à Traffic em negociações nada satisfatórias para o Fluminense.
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Tartá foi relegado a plano secundário, ainda que mais habilidoso que muitos que permaneceram no elenco. Pelo menos dessa vez foi emprestado a um clube que joga para frente, treinado por um técnico experiente e inteligente e que certamente saberá aproveitá-lo da melhor maneira possível. Pode ser que assim a nova diretoria decida pela sua reintegração ao elenco ao fim do empréstimo.
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Que Alcides Antunes reflita bastante sobre o destino das pratas da casa tricolor para quem sabe algum dia o Fluminense volte a formar uma equipe campeã como a de 1980, composta por nada menos que nove atletas revelados em casa.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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