domingo, 19 de setembro de 2010

Flamengo 3 x 3 Fluminense. Volta Emerson, mesmo de muletas!

O Fluminense não resistiu à série de contusões e após doze rodadas perdeu a liderança para o Corinthians.

Apesar de ter retornado bem à equipe, Diogo não foi capaz de se contrapor às lambanças da defesa, principalmente a de Gum que ocasionou o primeiro gol rubro-negro.
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O lance foi tão tosco que me troxe à lembrança o desabafo do Abel Braga após um jogo em Volta Redonda pelo campeonato de 2005, quando um zagueiro tricolor Zé Carlos ou Gabriel, não me lembro bem, tentou sair jogando, perdeu a bola e propiciou um gol para o adversário.
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Na ocasião, Abel foi curto e grosso e falou mais ou menos assim: __"Já disse para jogar o feijão com arroz, não adianta querer colocar tempero se não sabe".
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Muricy bem que poderia exigir que a nossa zaga jogasse somente o feijão com arroz. No caso do Gum, seria até melhor jogar o feijão puro, nada de sair jogando ou tentar dar um passe mais elaborado, é só chutar para onde o nariz está apontando.
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Espero que o treinador tricolor volte a dar uma chance ao Cássio ou até mesmo ao recém contratado Thiago Sales, porque com o Gum na forma que está vai ser difícil segurar resultados. Ora são falhas grotescas, como a de hoje, ora faltas desnecessárias nas imediações da área. Uma ou duas semanas de descanso para ele seria benéfico para todos.

Fred, Emerson, Deco, Diguinho e Digão realmente fazem muita falta porque a distância deles para seus substitutos é abissal.

O time tricolor ainda vinha mantendo a regularidade mesmo com a ausência do Fred, que desde a sua chegada mais tem frequentado o departamento médico do que os estádios, mas sucumbiu à ausência do Emerson, pois sem os dois titulares a linha atacante não consegue reter a bola no campo adversário. E na base do chutão, um dia a vaca teria que ir para o brejo.

Apesar de só ter somado seis pontos nos sete últimos jogos disputados, quando teve mais derrotas que em todo o primeiro turno, só agora o Fluminense foi ultrapassado pelo Corinthians, o que mostra que o adversário agora a ser batido não é tão forte assim.

Não fosse a trapalhada bizarra do Gum e o gol claríssimo perdido pelo Fernando Bob quando o placar já era de 3 a 3 e o Fluminense certamente teria vencido.

Paciência, Fla-Flu é assim mesmo, é sempre jogo duro ainda que um deles esteja em má fase.
Só espero que os urubus também “comam a grama”, contra os demais adversários.

E quem sabe, se com a recente reformulação, o departamento médico tricolor passe a mostrar mais competência na recuperação dos atletas?

Ainda confio, mas teremos que vencer os próximos quatro jogos, quando o Corinthians enfrentará adversários mais difíceis.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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E FORA TRAFFIC!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fluminense 1 x 2 Corinthians. Complicou!


O jogo foi equilibrado e vencido pela equipe que aproveitou melhor as chances surgidas.

Era um jogo desenhado para a vitória daquele que abrisse o marcador, pois teria o contra-ataque à disposição pela obrigação do adversário partir para frente.

E o primeiro gol poderia ter sido nosso não fosse a oportunidade perdida por Deco aos oito minutos, quando depois de tabela perfeita com Conca, entrou na área e mesmo desequilibrado resolveu tentar o gol ao invés de passar para o lado, onde Washington estava completamente só à frente do gol.

Foi um castigo para o Washington, que havia mostrado a mesma individualidade cretina por ocasião do penalti contra o São Paulo e entre essas disputas de egos e vaidades o prejuízo maior acabou sendo do Fluminense.

O Tricolor ainda está na liderança do campeonato, uma liderança virtual apenas, pois bastará ao Corinthians um simples empate com o Vasco para alcançar a primeira colocação isolada.

No entanto, a derrota para o Corinthians não deve ser considerada catastrófica, foi apenas um resultado normal em se tratando de um clássico.

O que de fato merece uma reflexão profunda por parte do Muricy são as derrotas anteriores para Guarany e Atlético Goianiense, porque apesar do time não ter estado bem nas duas ocasiões, as derrotas foram causadas por falhas gritantes de nosso goleiro nos quatro gols dos adversários.

Fernando Henrique é sempre assim. Depois de períodos na reserva, parece que treina mais, não sei, e sempre volta agarrando tudo. Com a titularidade garantida, tem a tendência de "murchar" e fazer renascer a famosa "mão de alface" ou "de maionese", como preferem outros.

Seis pontos que ainda dariam uma boa vantagem sobre o Corinthians, mesmo com a derrota de ontem.

Rafael também não é confiável e Berna muito menos, mas vejo com bons olhos a substituição momentânea do FH como o primeiro passo para a redenção tricolor. Após frequentar o banco por alguns jogos, ele poderá voltar e surpreender fechando o gol. Até lá, apelaria para o Rafael.

Domingo teremos o Fla-Flu. Com Valência suspenso, temo pela escalação do Belletti. Mais uma falta boba na entrada da área e pode sair um gol do Pet.

A propósito, será que alguém já apresentou o Tartá ao nosso técnico?

Que os deuses do futebol iluminem a cabeça do Muricy para não perdermos a terceira seguida.

E não esqueçam, tricolores de coração, nas próximas eleições para a presidência do clube, procurem um candidato descompromissado com a Traffic... Para o bem do Fluminense.
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FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!

domingo, 12 de setembro de 2010

Atlético Goianiense 2 x 1 Fluminense. Outra bobeada no final!

Não adianta chiar Muricy, uma vez mais o castigo veio pela insistência com Belletti.

Mais uma vez o Fluminense deixou escapar três pontos fáceis, inúmeras foram as chances perdidas. Um pouco menos de ansiedade e o jogo poderia ter sido resolvido ainda na primeira etapa.

Mesmo empatando o Fluminense via a distância para o Corinthians aumentar, pelo menos até Muricy uma vez mais usar da "poção mágica para tomar gol" e promover a entrada de Belletti.
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Como já havia acontecido em jogos anteriores, Belletti não só perdeu de forma bisonha a jogada que originou o contra- ataque mortal dos goianos, como também não teve forças para correr e tentar pelo menos atrapalhar o arremate de Juninho, retornando para a defesa em ritmo de trote.

Não se trata de fazer carga contra o atleta, mas o fato é que ele não reúne as mínimas condições físicas para entrar em partidas da primeira divisão do campeonato brasileiro. Nitidamente fora de ritmo irá necessitar de uma sequência de jogos para poder vir a ser útil.
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O fato preocupante é que não dá para promover essa recuperação em jogos difíceis como do atual campeonato, afinal de contas já são 5 (cinco) os pontos perdidos pela equipe por falhas individuais do Belletti. Além do de ontem, os outros quatro aconteceram nos jogos contra o Botafogo, cujo gol de empate foi obtido numa falha bastante semelhante à ocorrida no Serra Dourada e São Paulo em que uma falta boba e completamente desnecessária na entrada da área propiciou o gol de Rogério Ceni.

Muricy deve estar com a consciência pesada por ter avalizado a sua contratação, mas cada vez que colocá-lo em campo nessas condições correrá grandes riscos de tomar gols bizarros.

A questão que vem à mente dos tricolores é de que adianta abrir mão de valores promissores como Maicon e Alan para garantir a permanência do Conca, fazer contratações milionárias como a de Fred, Emerson e Deco, se na hora H teremos que ver o Belletti entregar o ouro?

Para entregar o ouro já temos o Fernando Henrique e basta.

Aliás, ridícula a discussão entre ele e Rafael, cada um se julgando melhor do que o outro. A origem da desavença é a vaidade de cada um, incapazes de reconhecer as falhas corriqueiras que cometem.

Se FH falhou contra São Paulo e Guarani, Rafael também já havia falhado de forma idêntica nos jogos contra o Corinthians e Botafogo, esse no campeonato estadual, quando o time perdeu de virada depois de dois frangos indesculpáveis.

No fim mesmo a culpa é dos dirigentes, que não tiveram a capacidade de contratar um goleiro à altura da equipe.
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Ao final da partida, apesar de mostrar uma visível irritação, Muricy evitou críticas ao elenco, declarando que o Fluminense pagou pela sua postura ofensiva dos minutos finais. “Nosso time procura o ataque durante todo o tempo, por isso leva alguns gols”, declarou.

É caro Muricy, realmente atacamos o tempo todo, mais uma forte razão para manter o Belletti fora do time, sob pena de perdermos um campeonato que se desenha à feição do Fluminense.

Apesar das recentes mancadas em escalações e principalmente nas substituições, Muricy é o cara. Creio que ainda não teve tempo de conhecer todas as facetas do elenco. Espero que em breve ele vislumbre a virtude de alguns relegados a segundo plano, como por exemplo, o Tartá, que com uma pequena sequência poderá vir a ser mais efetivo que o Marquinho.

No jogo de ontem, após a expulsão, talvez a entrada de um driblador como o Wellington Silva fosse mais eficaz do que a mesmice de sempre.

Agora não adianta mais chorar o leite derramado, mas a vitória sobre o Corinthians na próxima rodada passou a ser mandatária.

Torcida Tricolor, temos que lotar o Engenhão para evitar que a paulistada o faça. Time por time, o nosso é melhor, técnico por técnico, o nosso é melhor, torcida por torcida, a nossa é melhor, mas precisamos provar tudo isso na quarta-feira. NÃO FALTE. Até lá.

E DÁ-LHE FLUZÃO, CAMPEÃO!
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(crédito da foto: espn.com.br)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Fluminense 3 x 1 Ceará. O Fluzão voltou!


Com um primeiro tempo exuberante o Fluminense não tomou conhecimento da até então menos vazada defesa do campeonato e definiu o jogo em trinta minutos. Não fossem as oportunidades claras perdidas o Ceará poderia ter sofrido uma goleada histórica.

Na etapa final o time diminuiu o ritmo e administrou o resultado sem correr riscos desnecessários, apesar de uma pane geral no finalzinho do jogo ter permitido o gol dos cearenses.

Washington voltou a marcar e provou que quando é acionado corretamente não tem dificuldades em mostrar o “faro” de artilheiro. Deixando de lado a vaidade perniciosa poderá ser muito útil na campanha do tri.

Conca barbarizou. Apesar de caçado desde o início, passeou em campo e foi disparado o melhor da partida.

Embora não seja adepto do esquema com três zagueiros, reconheço que o time voltou a jogar melhor com essa formação. Talvez por jogarem assim desde a épica arrancada do campeonato passado, os atletas se sintam mais confiantes com ele.

Os resultados obtidos sinalizam que a melhor opção talvez seja sua manutenção, mesmo quando Muricy tiver disponíveis todos os atacantes titulares, talvez abrindo mão de um dos volantes, notadamente uma das posições mais carentes do elenco.

Dessa vez Muricy aproveitou as substituições para dar descanso extra a alguns. A torcida temeu pela entrada do Belletti, ainda sem o ritmo necessário. Teve atuação discreta sem comprometer a vitória, mesmo assim não leva sorte, porque apenas seis minutos depois de sua entrada saiu o gol cearense.

Dessa vez não aconteceram as faltas nas imediações da área e como consequência não tivemos a famigerada “mão de alface”.

Se repetir a atuação contra o Atlético Goianiense, o Fluminense terá grandes chances de vencer e entrar com moral elevada no jogo com o Corinthians, a primeira das grandes decisões que o clube terá que enfrentar no ano.

Mas será preciso que a Torcida tricolor faça a sua parte. A presença no jogo de ontem foi ridícula e se continuar assim, correremos o risco do Corinthians promover uma invasão na próxima quarta-feira.
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TODOS AO ENGENHÃO E DÁ-LHE FLUZÃO!
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(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Guarani 2 x 1 Fluminense. E a "gordura" se foi!

Por mais paradoxal que seja o Fluminense perdeu a partida sem sofrer grandes sustos.

O início tranquilo passava a sensação que a sexta vitória fora de casa estava no papo.

A contusão de Emerson ligou o sinal de alerta, pois a insistência com Rodriguinho só tem servido para mostrar que após suas entradas o time passa a jogar com dez.

Ainda assim o jogo transcorria normalmente e o Guarani só chegava a ameaçar em cobranças de faltas cometidas nas imediações da área.

Enquanto a pontaria de seus jogadores estava descalibrada nada aconteceu, embora a Torcida Tricolor pressentisse que na hora em que eles conseguissem enquadrar a baliza o gol seria decretado.

E aí que me pergunto. Até quando perderemos jogos e campeonatos por falhas bisonhas de nossos goleiros nesse tipo de penalidade? Tomamos gol contra o São Paulo, duas ontem e não adianta trocar de goleiro porque o mal é inerente a todos do plantel, basta relembrar o gol do Corinthians em que Rafael cometeu o mesmo erro.

O fato é que nossos goleiros não sabem armar a barreira de forma efetiva e principalmente não tem o mínimo senso de colocação na hora da batida. Quando Fernando Henrique deu todo o canto para o Baiano, todos viram claramente que bastaria encobrir a barreira para a bola entrar facilmente, mesmo com um chute fraco.

No segundo gol, o desvio na barreira serviu para livrar um pouco a barra de FH que ainda assim estava mal colocado e pulou atrasado.

E como os dois goleiros principais do elenco sofrem do mesmo problema, pergunto se não seria o caso de ser tentado um novo treinador de goleiros, já que o atual não consegue resolver um problema que assola a equipe há mais de dois anos?

Existem outras deficiências crônicas que necessitam correção. Nossa zaga precisa urgente de um zagueiro de qualidade. Os atuais só conseguem desarmar os adversários com faltas, são pesadões e mesmo assim caem facilmente em qualquer disputa de bola com os atacantes contrários.

Nas laterais e do meio pra frente a equipe está bem servida, embora não tenha substitutos para Fred e Emerson. Maicon e Alan foram dados de bandeja para os especuladores da Traffic, hoje rindo a toa com a facilidade com que multiplicaram seus parcos investimentos no clube.

Sobra então para o pobre do Muricy que tem que quebrar a cabeça para contrapor-se aos erros primários de nossos dirigentes.

Agora que a gordura já se foi, qualquer erro poderá ser fatal.

Seriedade e concentração nos jogos contra Ceará e Atlético Goianiense para então poder detonar o Corinthians, se Deus quiser já com Emerson recuperado.

Cabe a nós tricolores apoiar o time contra o Ceará, seja no Engenhão ou em São Januário. Não podemos deixar que a intromissão indevida dos cartolas da CBF prejudique o nosso clube.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Fluminense 1 x 1 Palmeiras. Mais dois pontos para o vinagre!


Amigos Tricolores,

Passada a ressaca e a decepção por mais uma apresentação desastrosa do nosso Fluminense, a questão que tem martelado a minha cabeça é o que estará acontecendo com o Muricy.

Para os coveiros de plantão e principalmente à mídia cretina, deixo claro que não se trata de um questionamento a sua capacidade e muito menos qualquer libelo contra a sua permanência no clube.

Muricy é disparado o melhor técnico do país e sua contratação foi a realização de um sonho de todos os tricolores, cansados de ver o clube perder títulos incríveis por prepotência, covardia e falhas nas montagens dos elencos.

Então o porquê da questão? Pelo simples fato de nos últimos três jogos o Fluminense ter sido time de um tempo só.

Menos mal nos jogos contra o Goiás e o São Paulo que a debacle deu-se nas primeiras etapas. Dominando completamente a parte final desses jogos, o Tricolor goleou o Goiás e só não venceu o genérico paulista pelo arroubo de vaidade desmedido, exaustivamente comentado por toda a mídia desportiva.

Domingo passado, Muricy conseguiu corrigir os erros e arrumou a casa no intervalo, mas contra o Palmeiras ninguém entendeu a sua passividade durante os quarenta e cinco minutos em que o adversário dominou a partida.

Do centro das arquibancadas brancas a visão era total e todos sem exceção comentavam sobre a situação, antevendo que o pior estava por vir a qualquer momento.

E Muricy impassível na boca do túnel intrigava a todos.

Washington mal, talvez a sua pior apresentação desde que chegou às Laranjeiras. Provavelmente abalado pela incoerência de sua atitude esdrúxula de domingo passado, no íntimo devia estar ansioso para compensar a torcida e quando a ansiedade toma conta dos nervos nada dá certo.

Emerson jogando recuado deixou Washington à própria sorte, completamente isolado na maior parte do tempo.

E os volantes perdiam as bolas, ou por falta de condições físicas ou por quererem enfeitar demais as jogadas com aqueles toquinhos dispensáveis e irritantes. Nesse particular, Fernando Bob foi o campeão.

Os zagueiros tentavam na base do chutão, a bola voltava imediatamente e aí tinham que apelar para as faltas.

A situação estava tão caótica que os torcedores voltaram a fazer o coro que há muito tempo tinham deixado de lado: “A benção João de Deus”.

E Muricy nada via e se via, nada fazia.

Ao final do jogo, disse achar o empate injusto porque o Palmeiras dominava, mas não conseguia entrar em nossa área. Realmente, o Palmeiras de hoje não possui aquele esquadrão de outrora, mas seu técnico nem precisou se preocupar muito, porque tinha a certeza que bastava ficar rondando a área porque mais cedo ou mais tarde um zagueiro, um volante ou o goleiro entregaria o ouro, como acabou acontecendo.

Muricy considerou que o gol no último minuto foi uma espécie de golpe de sorte do adversário e também devido à expulsão do Leandro Euzébio.

No Maracanã também foi essa a minha percepção inicial, mas refletindo melhor cheguei à conclusão que o gol no último minuto foi uma dádiva dos deuses do futebol, pois se o Palmeiras tivesse conseguido empatar antes teria grande chance de sair vencedor.

Quase ao final, Muricy resolveu tentar alguma coisa. Pensei: vai tirar o Washington e colocar o Marquinho para aumentar a pegada no meio campo, ou entrar com Rodriguinho para preocupar um pouco os defensores paulistas ou será que vai colocar o Carlinhos e deslocar o Julio Cesar para o meio?

Nada disso, tirou o Emerson e além de deixar o W A S H I N G TO N completamente perdido em campo entrou com mais um zagueiro.

O final estava na cara, lembrou-me o time do Cuca no Fla-Flu do estadual. Parecia um aviso ao Palmeiras: venham prá cima porque não tenho mais ataque.

Contra o Guarani, as voltas de Mariano e Fred e a liberação do Valência deverão dar mais opções, embora os dois últimos certamente devam estar sem o ritmo ideal.

Muricy precisa olhar para os reservas do elenco com mais carinho porque poderá encontrar jogadores capazes de melhorar o desempenho em situações como essa.

O Muricy de quarta-feira não foi o Muricy a quem estamos acostumados a ver. Não tenho dúvidas de que logo ele sairá desse estado catatônico e voltará a ser o treinador brilhante que sempre foi.

Apenas um pesadelo momentâneo, que esperamos seja desanuviado domingo próximo.
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E DÁ-LHE FLUZÃO, SEREMOS CAMPEÕES!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Fluminense 2 x 2 São Paulo. Não era o dia!

Ontem decididamente não era o dia. Uma série de equívocos acabou por fazer com que o Fluminense perdesse dois pontos daqueles que não se pode perder.

A bem da verdade o problema começou a se desenhar na quarta-feira, quando o Emerson levou aquele cartão bobo contra o Goiás quando o Fluminense já vencia por 2 a 0.

A situação piorou quando Muricy resolveu escalar o time com apenas um atacante.

A princípio a ideia não assustou, talvez porque tenha sido ensaiada em Goiânia com a entrada do Marquinho no lugar do suspenso Emerson.

Terrificou mesmo quando o placar do Maracanã anunciou a escalação do Belletti. Na parte das arquibancadas brancas onde me encontrava o ceticismo foi geral. Baixou o astral da galera, ciente de que o atleta ainda não reúne a mínima condição física para enfrentar um jogo no Maracanã e que provavelmente poderia fazer outra lambança como já havia feito no jogo contra o Botafogo.

E bastaram pouco mais de vinte minutos para Belletti começar a se arrastar em campo, até fazer a falta na entrada da área bem ao estilo para Rogério Ceni empatar.

Mas como desgraça pouca é bobagem, logo depois Fernando Henrique saiu do gol como se estivesse caçando borboleta e fez ressurgir a famigerada “mão de alface”.

Depois do jogo tentou se justificar dizendo que é “melhor falhar tentando do que se omitir” ou algo parecido, mas o fato é que a bola estava muito mais pra ele do que para o Fernandão. Falha grosseira e inadmissível para goleiro de time que pretende ser campeão.

No intervalo, Muricy desfez a lambança na escalação substituindo Belletti por Rodriguinho e o que se viu foi um jogo completamente diferente. O Fluminense passou a encurralar o São Paulo e após desperdiçar algumas chances, conseguiu o empate e um penalti.

Aí a casa caiu de novo. A atitude do Washington ao colocar a bola debaixo do braço, como aqueles meninos donos das bolas que se escalam em todas as peladas do bairro, mostrou uma vez mais toda a sua soberba, do mesmo modo que já tinha mostrado contra o Botafogo numa semifinal de estadual.

Apesar da decepção, ouvi alguém falar: “só perde quem bate”, a quem respondi “só devia bater quem sabe”.

Surpreendeu-me a declaração do Muricy ao dizer que pelos treinamentos os batedores são Washington e Conca. No momento, aí entra a confiança. O Washington estava confiante e resolveu bater. (sic).
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Ora, o Conca também estava confiante, tanto que todos no estádio viram que ele tentou pegar a bola. Muricy só esqueceu de dizer que quando a confiança fosse mútua deveria bater quem tem mais classe.
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O mais intrigante é que Muricy afeito a frases de efeito, esqueceu da máxima do Didi: "treino é treino, jogo é jogo".
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Embora o treinamento seja indispensável, nas cobranças de penaltis decisivos é imprescindível que o atleta possua equilíbrio emocional, atributo que em ocasiões passadas o Washington já havia demonstrado não possuir, como nos jogos contra a LDU e Botafogo, citado anteriormente.
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E como o próprio Muricy não se cansa de dizer "a bola pune" e dessa vez puniu mesmo.
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O treinador também evitou criticar Belletti: _ "Não falo sobre ninguém individualmente. Pode ser que eu tenha errado na escalação, mas não o jogador”.
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É isso, caro Muricy, os atletas não tem culpa, quem escala é você e dessa vez você errou feio, mas tem crédito, muito crédito.

E numa tarde de muitas lambanças o fato do time sair de campo sem ser derrotado é um bom augúrio de que com Muricy o título será do Fluminense.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Goiás 0 x 3 Fluminense. E continua o show!

Liderança absoluta, cada vez mais consistente e a cada rodada o Fluminense mostra que os adversários vão ter que ralar muito se quiserem ter alguma chance de brigar pelo título.
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Os idiotas da objetividade devem estar embasbacados com rápida adaptação do Deco. Sim, porque desde a confirmação de sua contratação, a Torcida Tricolor cansou de ouvir comentários céticos quanto ao seu acerto.
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“Como encaixar o Deco num time que está jogando certinho?”, “A entrada do Deco tornará o time mais vulnerável”, “Quem vai sair para a entrada do Deco?” e outras baboseiras do tipo eram ouvidas em praticamente todos os programas esportivos.
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Deco provou que craque joga em qualquer time e não precisa de meses para se adaptar. Brilhou em diversos lances, no centro na medida para Washington fazer o primeiro gol, no passe simples e objetivo para Mariano rolar para o gol do Emerson, no arremate com apenas dois toques que passou raspando a trave, além de drible e roubadas de bola. Sua aumentou o índice de acerto de passes contribuindo para diminuir essa deficiência crônica do Fluminense.
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Ainda assim o jogo não foi fácil, principalmente na primeira etapa quando o Goiás teve mais chances claras para marcar.
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A defesa andou batendo a cabeça e não fosse a imprecisão dos atacantes goianos, o final da jornada poderia não ter sido tão feliz.
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Muricy explicou que não poderia jogar com três zagueiros porque dois deles já estavam pendurados e essa deverá ser a tônica durante todo o campeonato, pois está faltando a categoria de um Thiago Silva, por exemplo.
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Acertou mais uma vez, preservou o André Luiz para a próxima rodada, mas talvez tenha que repensar a volta dos três zagueiros, a fim de evitar novos sustos.
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Pena o terceiro cartão, recebido de maneira boba pelo Emerson. Fará falta contra o São Paulo, principalmente porque o Fred está se tornando o “Ronaldo magro” das Laranjeiras ao ficar mais de fora do que de dentro do campo.
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Não senti nenhuma falta do Diguinho e vocês?Domingo, todos ao Maraca lotar todos os 45 mli lugares disponíveis.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Vasco 2 x 2 Fluminense. Jogão e público recorde.


Casa cheia com recorde absoluto do campeonato de 2010.
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O público de mais de 80.000 presentes mostra a pujança do futebol carioca, que com apenas um pouco de organização põe todo mundo para trás.
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Ao final das contas o empate acabou premiando as duas equipes. Pior para o Fluminense que não conseguiu traduzir no marcador a superioridade demonstrada no início do jogo.
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Aos poucos o Vasco foi se acertando e numa roubada de bola na defesa conseguiu armar um contra-ataque que acabou num passe primoroso de Carlos Alberto para Eder Luiz empatar.
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No início da segunda etapa outro passe preciso do meia proporcionou o segundo gol do Vasco. Incrível como o Fluminense deixa de ganhar jogos por obra de suas antigas revelações, deixadas escapar entre os dedos por uma diretoria pouco afeita à administração do clube.
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Enquanto isso, a Torcida Tricolor é obrigada a ver volantes medíocres perdendo bolas incríveis à “La Fabinho”, graças a Deus hoje bem longe das Laranjeiras.
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Felizmente a lambança dupla de Felipe e Zé Roberto colocou as coisas em seu devido lugar.
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Deco teve uma estréia discreta como esperado, tanto tempo que ficou sem jogar. Na plenitude de sua forma a chance de perder aquele gol seria praticamente nula.
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A providencial contusão de Diguinho acabou com as dúvidas de Muricy quanto o aproveitamento de Deco. Sai Diguinho, entra Deco. Simples assim, sem necessidade de alterar o sistema de jogo que vem dando certo.
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Com a volta do Fred e a manutenção do Deco, o Fluminense tem tudo para continuar na liderança do campeonato.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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Santos dá lição ao Fluminense (José Ilan)
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A Diretoria do Santos deu um exemplo que deveria ser seguido pelos grandes clubes do Brasil.
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Ao evitar a saída de Neymar provou que mesmo com a existência de uma legislação espúria, que serve apenas para beneficiar aproveitadores, a maioria sem a mínima preocupação com o bem estar futuro de atletas ainda em formação, é possível brecar as ações deletérias desses atravessadores que visam apenas o seu lucro pessoal em detrimento dos clubes e do futebol brasileiros.
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Foi um prazer imenso ver a “cara de pastel” do representante do jogador tentando convencer a todos que havia trabalhado em prol do Neymar. Tremendo “cara de pau”.
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Sobre o fato valeu o post do José Ilan, reproduzido a seguir, onde o jornalista traça um paralelo entre as atitudes opostas tomadas pelas diretorias do Santos e do Fluminense e culmina com “pêsames ao clube que envergonha seu passado e mata o próprio futuro”.
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Assunto para reflexão daqueles que realmente amam o Fluminense.
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SAUDAÇÕES TRICOLORES E FORA TRAFFIC!
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Globoesporte.com
Blog do Ilan
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Santos dá lição ao Fluminense
sex, 20/08/10
por ilan

O Santos segurou heroicamente o garoto Neymar. Deu um sonoro “não” para a montanha de dinheiro do poderoso Chelsea, e ofereceu ao seu jovem craque um aumento substancial. Quase ninguém esperava, mas ele topou. E assim, fez um bem a si próprio, ao clube, e ao futebol brasileiro.
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Já o Santos deu uma lição; deixou em maus lençóis clubes brasileiros que vendem de forma obscena promessas-adolescentes.
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O exemplo mais notório é o Fluminense. Entra ano, sai ano, o clube segue como um dos maiores formadores de talentos nas categorias de base. Mas pelos últimos tempos, poderia ser alvo de uma triste adaptação de um velho slogan do seu maior rival, Flamengo:
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Craque, o Fluminense faz em casa; e entrega baratinho depois.
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A coleção de bons jogadores vendidos precocemente pelo tricolor carioca, seguramente não tem paralelo no Brasil: Os gêmeos do Manchester Rafael e Fábio, Rodolpho, Marcelo, Carlos Alberto, Roger, Arouca, Diego Souza, só pra citar alguns; e mais recentemente Maicon e Alan. Alguns podem argumentar: “Mas o clube fez caixa, precisou vender para sustentar seu futebol, blá, blá, blá…” Como se o Flu não fosse um dos maiores importadores de medalhões sobrevalorizados do país; como se não contratasse quase sempre “grifes” a peso de ouro, independentemente de estarem em boa forma. Tudo isso, quase sempre, com péssimo custo-benefício. Basta ver quantos títulos o Flu conquistou nos últimos anos.
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E o clube das Laranjeiras, quase sempre, vende mal. Uma das poucas exceções talvez seja (eu disse talvez) o recém-negociado Welington Silva, que sai por R$ 10 milhões de Reais, vendido ao Arsenal inglês. No mais, em geral entrega suas jóias, ainda na base, nas mãos de sombrios empresários, que dão em troca benefícios duvidosíssimos ou parcos caraminguás. Em pouco tempo, um jogador que emplaque razoavelmente e vá para um clube europeu mediano, quintuplica o valor “investido” por um dos espertalhões que têm passe livre em Xerém e nas Laranjeiras.
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A desculpa sobre a constrangedora liberação gratuita de Alan, de que ele “não pertencia mais ao clube, os direitos já eram da empresa tal, que no começo do ano conseguiu (viu como são bonzinhos?!) a permanência de Conca no clube”, é facilmente derrubada por soluções que seriam simples, se houvesse interesse: O Fluminense (ou seu patrocinador) poderia ter aumentado dignamente o salário de Alan (que não aceitou o modesto reajuste proposto), ou lá atrás poderia ter investido recursos para acertadamente ficar com Conca; mas preferiu dar em troca de bandeja Alan, Maicon e Dalton para o grupo de empresários que “cederam” o argentino. Afinal, o clube precisava poupar para pagar os 10 milhões de Reais anuais que vai gastar com Deco. Bom negócio? Depende pra quem. Para o clube, péssimo.
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Esconder-se atrás dos bons resultados de momento e da liderança do brasileiro é fechar os olhos para um modelo equivocado e que compromete a sobrevivência do clube a longo prazo.
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Pois há pouco ouvi uma declaração que poderia soar demagoga, utópica, de candidato em campanha, se não tivesse saído da boca do presidente de fato e direito do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oliveira – que merece os parabéns, porque fez o que prega: “Aceito conversar com quem for sobre qualquer assunto. Menos sobre vender os jovens craques do Santos”.
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Parabéns pra ele por fazer viver o presente do Santos.
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Meus pêsames ao clube que envergonha seu passado e mata o próprio futuro.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Fluminense 3 x 0 Internacional. A caminho do Tri!

Em meio a festa, a Torcida Tricolor vibrou com a apresentação de Deco



Uma tarde de domingo tipicamente tricolor. Casa cheia, mais de 59.000 presentes, apresentação de Deco, festa da torcida e show de bola no Maracanã.

E como se não bastasse, o principal perseguidor foi derrotado, perdendo de um adversário que o Fluzão já havia vencido por 3 x 0.

A diferença para o segundo colocado agora é de quatro pontos. Poderia ser de dez, não fosse a arbitragem facciosa do jogo Corinthians x Fluminense.

Invicto há 11 jogos, com 10 vitórias em 14 rodadas, o Fluminense obtém o melhor rendimento em campeonatos brasileiros até agora.

Com a entrada do Deco e o retorno do Fred, o futuro poderá ser ainda melhor.

O jogo foi um passeio. O Fluminense não tomou conhecimento do time B do Internacional e sapecou-lhe um autêntico chocolate. Poderia de sido de mais se não arrefecesse o ímpeto após o terceiro gol e o Celso Roth não armasse uma retranca com duas linhas de quatro jogadores "para evitar o pior", conforme ele próprio declarou na coletiva.

Depois do susto aos nove minutos quando Andrezinho obrigou Fernando Henrique a fazer difícil defesa, o Internacional foi encurralado e praticamente nada mais produziu na primeira etapa. O domínio foi tão marcante que aos 22 minutos o placar já estava 2 x 0.

Na etapa final até que o Inter tentou reagir, mas o gol de Emerson aos 14 minutos pôs a pá de cal e obrigou o time gaucho a recuar para não levar uma goleada histórica.
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Tarde de gala, deu tudo certo para o Tricolor que continua célere em busca da conquista do título.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!

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Atenção Tricolores
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Não podemos deixar que a euforia das vitórias nos faça esquecer o perigo que ronda o futuro do Fluminense com essa "parceira" matreira e perigosa.

FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!
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(crédito da foto: Terra.com.br)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Grêmio 1 x 2 Fluminense. Tricolor firme na liderança.

Mariano, outra vez o nome do jogo.
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Cada dia que passa se solidifica o acerto da contratação de Muricy Ramalho. O Fluminense de hoje não teme jogar na casa do adversário e parte para o ataque como se estivesse em pleno Maracanã.

A Torcida Tricolor em boa hora deixou de ouvir aquelas declarações acovardadas do tipo: "iremos jogar com uma formação cautelosa", e que sempre acabavam em derrotas, mesmo quando se enfrentava equipes tecnicamente inferiores.

Muricy aos poucos vai colocando o Fluminense em seu lugar de clube vencedor. Seu discurso de atacar sempre está sendo assimilado pela equipe, que não se inibe mais fora de casa seja na Ressacada, Vila Belmiro ou Olímpico.

O jogo desse domingo foi mais tranquilo do que o mais otimista dos torcedores poderia esperar. O Fluminense não tomou conhecimento da crise em que o Grêmio estava metido e com marcação impecável e boa movimentação começou sufocando o adversário.
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A primeira chance surgiu antes do segundo minuto de jogo quando a zaga gaúcha salvou dois arremates seguidos de Emerson. Aos dezesseis, porém, o goleiro Marcelo Grohe nada pode fazer quando na falta cobrada por Mariano a bola desviou num defensor e morreu no fundo de suas redes.
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Ao contrário do que ocorria no passado, o Fluminense não recuou e chegou ao segundo gol dois minutos após, num contra ataque rápido, quando Emerson recebeu em velocidade, passou por William Magrão, driblou o arqueiro gremista e tocou para a meta vazia.

O domínio continuou praticamente durante toda a primeira etapa. A rigor o Grêmio só teve duas chances claras, a primeira com Maylson, que livre pela direita chutou forte com Fernando Henrique desviando para escanteio não marcado pelo árbitro. A outra com André Lima, que da marca do penalti, não aproveitou a sobra de bola e chutou em cima de FH.

No segundo período, com a contusão de Emerson e a expulsão injusta do Fernando Bob, as coisas se complicaram um pouco.

Com um homem a mais, o Grêmio jogou-se ao ataque e tentou pressionar de todas as maneiras, mas esbarrava na sólida defesa tricolor, a essa altura recomposta por Muricy, substituindo Rodriguinho por Marquinho.

André Lima conseguiu marcar aos 43 minutos, mas a vitória já estava garantida. Washington ainda chutou uma bola na trave após um contra ataque típico desse novo e forte Fluminense.

Amanhã teremos a apresentação do Deco, que quando estiver em forma tornará o time mais forte ainda.

De um modo geral, a equipe jogou bem e embora não tenha havido destaques negativos, alguns se sobressaíram, como Mariano, Emerson e Conca, além de Fernando Henrique nas vezes em que foi chamado a intervir.

É o Fluzão célere em busca do título de campeão!

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A cara de pau do Alcides
Ao se referir a saída do Alan, Alcides Antunes declarou que o Fluminense não vendeu o Alan para fazer caixa, pois não ganhou nada com isso. Declarou ainda que "o clube fez tudo o que era possível para manter o jogador, mas que essa decisão não cabia ao Fluminense, já que o Tricolor não tinha nenhuma participação nos direitos federativos do atleta (75% da Traffic e 25% de uma empresa ligada ao apresentador Carlos Massa, o Ratinho)".

No entanto, esqueceu-se de dizer como que a totalidade dos direitos federativos do atleta passou às mãos desses especuladores gananciosos. Fica devendo a resposta à imensa Torcida Tricolor, indignada com mais essa peça pregada pela "parceira indigesta".

FORA TRAFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!

(crédito da foto: Terra.com.br)


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Alan praticamente de malas prontas!

Alan deve ser o próximo a ser seduzido e sumir no ostracismo

Malas prontas... E pasmem... para a Áustria, país frio, de idioma complicado, costumes diferentes e futebol sem tradição.

Mais uma promessa que será perdida, vítima de uma lei espúria, idealizada por espertos e aproveitadores e aprovada por políticos acéfalos em termos de futebol.

Alguns apostam que a maioria deles não consegue distinguir uma bola de vôlei de uma de futebol, quanto mais entender dos meandros inerentes à preparação de atletas de alto nível.
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Certamente desconhecem os procedimentos adotados desde as famosas "peneiras" até a formação de um craque completo. As despesas com infra-estrutura, alimentação, assistência médica sequer foram levadas em consideração quando ou doutos deputados e senadores criaram a esdrúxula "Lei Pelé", que terminou com o vínculo dos jogadores com os clubes, mas permitiu sua escravização a empresas ou grupos de empresários, cujo único objetivo é o aumento de suas contas bancárias em detrimento dos clubes, que afinal de contas são o s únicos responsáveis pelos investimentos na formação desses atletas.

Vários deles nem chegam a se firmar na equipe principal. Alguns saem tão rapidamente que a maioria dos torcedores nem sabe que passaram pelas divisões de base do clube. É o caso de Thiago Silva, que só virou ídolo após o seu retorno ao clube. Até hoje, muita gente pensa que ele foi revelado pelo Juventude.

Tal lei é tão mal intencionada que achincalha até o contrato jurídico ao estabelecer multas rescisórias em função dos salários recebidos pelos atletas da base, o que acaba sempre resultando em valores ridículos, devido à impossibilidade de se contemplar com altos salários as centenas de jovens candidatos a estrelas, dos quais apenas alguns poucos confirmam sua habilidade nas categorias profissionais.

O Fluminense, por exemplo, já perdeu inúmeros craques sem a justa compensação financeira para os investimentos despendidos em sua formação. Aí estão Carlos Alberto, Rodolfo, Júnior César, Marcelo, Diego Souza, Arouca, os gêmeos Rafael e Fábio, Wellington Silva.

Mas nem tudo é culpa exclusiva da legislação, os clubes têm pecado muitas vezes por incompetência ou até omissão, atrasando salários, depósitos de FGTS, o que acaba por facilitar a desvinculação dos atletas.

No Fluminense, aconteceram os casos do Arouca, que não teve seu contrato renovado em tempo hábil de evitar a assinatura de um pré-contrato com outra agremiação, antiética é claro, mas isso não vem ao caso e Dalton, que acabou se desligando pelo atraso em alguns meses do depósito do FGTS. Marinho também foi perdido para o Internacional depois de imbróglio mau explicado.

Algumas vezes a situação se complica ainda mais para o lado dos clubes, que no afã de melhorar o desempenho de suas equipes acabam firmando contratos de parcerias com empresas ou grupo de empresários gananciosos, alguns até sem nenhuma ética.

Nesse quesito, o nosso querido Fluminense está sendo vítima de mais uma negociação desastrada: a parceria com a Traffic.

Esse esperto "parceiro", que visa apenas o seu lucro sem dar a mínima bola se leva ou não a sua contraparte à banca rota, desde que chegou, em troca de muito pouco, se assenhoreou da maior parte dos direitos federativos de vários atletas. Os alvos principais foram os que já tinham galgado a equipe principal: Alan, Dalton Digão e Maicon e Tartá.

O resultado é sobejamente conhecido. Maicon foi negociado por uma quantia equivalente à metade do que estabelecia sua multa rescisória, Dalton saiu de graça, talvez por falha do próprio clube.

Digão, aparentemente foi salvo das especulações pelas constantes contusões e Tartá, por ter recusado que seus direitos federativos fossem vinculados a empresários. Tal atitude, porém, culminou com um boicote absurdo a ponto de ser emprestado ao Atlético Paranaense. A Torcida Tricolor espera que Muricy, com sua independência, olhe com carinho para esse atleta, que sob sua orientação terá tudo para voltar a se destacar no elenco tricolor.

Agora a bola da vez é o Alan, que poderá trocar o Fluminense pelo poderoso Red Bull Salzburg. A matéria de Rodrigo Viga, abaixo transcrita do site Terra, dá uma noção exata dos meandros sombrios dessa negociação.

Aos tricolores, só resta esperar que alguém com mais escrúpulos oriente melhor o jovem atleta para que ele não acabe entrando numa fria.

Terra.com.br
Dirigente do Fluminense acha difícil a permanência de Alan
04 de agosto de 2010 • 18h02 • atualizado às 19h04
Rodrigo Viga
Direto do Rio de Janeiro

O atacante Alan está com os dias contados no Fluminense, segundo o vice-presidente de futebol do clube, Alcides Antunes.
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O jogador deve ser negociado com exterior, de acordo com o dirigente: "está difícil de segurar e o jogador quer ir embora", afirmou.
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O jovem atleta tem direitos retalhados entre a Traffic e um grupo de empresários, entre eles o apresentador Ratinho. Segundo Alcides Antunes, isso dificulta a sua permanência. "O Fluminense não tem direito nenhum", declarou.
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O Red Bull, da Áustria, pode ser o destino do atacante. O clube tricolor já procura opções no mercado para substituí-lo.

O blog do Tricolor Verdadeiro conclama os sócios tricolores de coração para que façam uma reflexão sobre o assunto e prefiram os candidatos que tenham em sua plataforma o encerramento da parceria nefasta com a Traffic, essa erva daninha que assola as Laranjeiras, antes que novas revelações, como o jovem Fernando Bob, deixem o clube prematuramente.

FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC! FORA TRAFFIC!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Fluminense 3 x 1 Atlético-PR. A volta à liderança e dá-lhe Washington!


Esse é o Fluzão Campeão

Aos poucos a tristeza do Muricy vai se evanescendo e o time tricolor voltando a ter aquela pegada de campeão.

Os milhões de tricolores espalhados pelos quatro cantos do país começam a perceber o salto de qualidade de uma equipe quando passa a contar com um treinador diferenciado.

Muricy sempre trabalhou para a formação de elencos fortes e equilibrados e os frutos de sua experiência já começam a serem sentidos nas Laranjeiras.

Percebeu logo de saída que precisaria melhorar o meio campo dispondo de volantes com melhor passe e saída de bola. Indicou alguns escolhidos a dedo, cujas contratações acabaram por não se concretizar.

Vieram o Belletti e o Valencia. Belletti, ainda fora de forma atlética, não consegue dar a resposta esperada e nem sei se chegará a dar. Sobre Valencia é preciso esperar sua estreia para melhor avaliação.

Enquanto isso, Muricy já enxergou qualidades em mais uma revelação de Xerém, o Fernando Bob, que substituiu Belletti com a desenvoltura de um veterano.

Nosso treinador percebendo a suscetibilidade do Fred a contusões constantes apontou seu dedo mágico para Washington, que logo na estreia já marcou duas vezes.

Quando o Deco chegar, Conca finalmente ganhará alguém para dialogar e a marcação adversária terá que se desdobrar ainda mais para conter o ataque tricolor.

E assim irá o Fluminense caminhando célere para a conquista do campeonato.

Quanto ao jogo, o Atlético começou melhor, criou algumas jogadas de perigo, mas acabou sucumbindo após o primeiro gol tricolor, gol esse fruto de um contra-ataque fulminante e de um passe milimétrico de Conca, sem dúvida o nome do jogo.

De um modo geral, quase todos se apresentaram bem, a exceção ficou por conta de Belletti, nitidamente fora de ritmo e Julio Cesar, que pouco acrescentou.

Destaque para a soberba atuação de Fernando Henrique que sempre se sai bem quando tem um reserva à altura.

Guerón pouco de útil produziu e acabou levando o troco da torcida. Deve ter sentido muita falta das pixotadas do Ygor.

Pra encerrar, creio que o Muricy esteja com a mesma dúvida que eu, o que foi pior: a atuação do Julio Cesar ou a entrada do Marquinho?

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E DÁ-LHE FLUZÃO!

(crédito da foto: lancenet.com.br)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Botafogo 1 x 1 Fluminense. Pior para os dois!



Fluminense e Botafogo proporcionaram um jogo nervoso, muito pegado, com muita raça e pouca técnica.

O resultado foi ruim para os dois, com o Fluminense perdendo a liderança e o Botafogo ingressando na zona de rebaixamento. Menos mal para o Fluzão que tem amplas possibilidades de retornar à ponta na semana próxima.

Os jogadores do Botafogo pareciam estar em campo com as facas nos dentes, tanto que corriam e se esforçavam. Dois deles inclusive, Marcelo Cordeiro e Somália estavam tão transtornados que causaram estranheza a muita gente.

Penso que a tristeza e frustração do Muricy, por mais que ele tentasse esconder, acabaram por influenciar a equipe tricolor, que não mostrou a vibração e motivação de jornadas anteriores, atributos que a tornaram quase imbatível nos últimos tempos.

E justamente por termos um comandante como Muricy é que deixaremos de lado a análise do jogo para enaltecer sua hombridade e caráter, atributos praticamente ausentes nos meandros de nosso futebol e de certo modo também nos diversos ramos de nossa sociedade.

Antes do jogo, Muricy declarou que recusara a Seleção em respeito à história do Fluminense.
"Tinha que respeitar uma nação e uma história, o convite foi uma honra e a gente tem que fazer aquilo que manda a nossa cabeça".
Na coletiva após a partida, completou:
"Infelizmente é triste. Um convite desses é difícil recusar. Eu não disse não, mas dependia do Fluminense, que não liberou. Eu sou do tempo que quando assina um contrato, tem que cumprir. Eu poderia fazer uma pressão, mas não é minha linha. Deixei para o Fluminense decidir e ele não me liberou".

Ao ser indagado se teria recusado por temer a pressão que haverá sobre o técnico por ser a Copa realizada no Brasil, respondeu:
"Em Copa do Mundo, o treinador é pressionado o tempo todo. Não só o treinador, o time também. E estamos acostumados.
E acrescentou:
"Você pergunta e se o Fluminense te mandar embora? É problema do Fluminense. Existe torcida, um patrocinador forte e passou tudo isso. Não é normal, só que pelo que eu penso na vida, é natural. O meu caminho é o respeito".

"Não faço nada hoje pensando no que vou ganhar no futuro. Não sou assim... não tenho medo de nada, só da morte, enquanto meus filhos não estão totalmente encaminhados. Depois disso, não terei medo nem da morte".

Para aqueles que o criticaram por não ter insistido com a diretoria do Fluminense para liberá-lo do compromisso, Muricy declarou:
"Acredito nessas coisas, respeitar as pessoas. Acredito nisso. Alguém pode dizer: esse cara parece louco, mas eu não sou louco. Para mim, é assim que funciona".

Toda essa situação poderia ter sido evitada se a CBF tivesse em sua direção pessoas capazes e comprometidas com o sucesso do futebol brasileiro, que compreendessem não ter cabimento a insistência para que o treinador assumisse a Seleção em tempo integral já nessa segunda-feira, ainda que o segundo semestre do ano não apresente nada de significativo para a própria Seleção, a não ser alguns poucos amistosos "caça-níqueis" para os quais a população estará "se lixando".

Com seis meses pela frente a diretoria tricolor teria tempo suficiente para contratar um substituto à altura de Muricy e certamente o liberaria no próximo ano.

Um pouco de flexibilidade viabilizaria a aceitação de Muricy que tem capacidade suficiente para dar conta simultaneamente das duas empreitadas.

A CBF preferiu manter a intransigência e acertou com Mano, um bom técnico, mas muitos furos abaixo de Muricy. Paciência, bola pra frente.

Muricy continuará focado no trabalho em seu clube e logo que a ressaca passar estará comandando a equipe com aquela vibração de sempre rumo ao título brasileiro.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
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E DÁ-LHE MURICY, HOMEM DE PALAVRA!
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(crédito da foto: terra.com.br)


sexta-feira, 23 de julho de 2010

Fluminense 1 x 0 Cruzeiro. A liderança chegou e dá-lhe Muricy!


No dia seguinte à vitória que levou o Fluminense à liderança do Brasileirão a angústia tomou conta dos torcedores tricolores com o convite da CBF, feito da maneira mais estapafúrdia possível, diga-se de passagem, para Muricy treinar a Seleção Brasileira.

Sem o mínimo de ética, como tem sido pautadas quase a totalidade das negociações do futebol brasileiro, o Sr. “todo-poderoso” Presidente da CBF, no auge de sua empáfia, mandou um assessor convidar o técnico Muricy Ramalho para um café da manhã onde deveria ser sacramentada a contratação do técnico. Frise-se o fato de que o esdrúxulo convite foi realizado em pleno Maracanã, após o jogo com o Cruzeiro.

Esqueceu-se a CBF que Muricy é um dos pouco éticos que permeiam no futebol do Brasil e sua resposta de que iria consultar o Fluminense para saber se o clube o liberaria de seu compromisso irritou tanto o “todo-poderoso”, que num ato falho não conseguiu disfarçar sua contrariedade negando-se a cumprimentar Muricy, que ao final da reunião ficou com a mão no vácuo.

Como era de se esperar, não obtendo a liberação do Fluminense, Muricy foi tranquilamente para o campo treinar a equipe para o próximo compromisso.

Mesmo após a declaração oficial da Diretoria Tricolor, a mídia cretina, provavelmente incomodada com a liderança tricolor, propalou descaradamente que o assunto não estava encerrado e que ainda havia a possibilidade da CBF pagar a multa rescisória para liberar o treinador.

Esqueceram-se de que o problema não era de dinheiro. Tratava-se de caráter, de ética, de decoro, atributos não muito em voga em nosso país nos últimos anos.

Quebraram a cara, Muricy manteve a ética e preferiu ficar no Fluminense para tocar o projeto que foi estruturado tendo como pilar a competência e experiência de um técnico de seu quilate.
Do lado da CBF, a decepção e também a teimosia de sua presidência, querendo dispor de um técnico exclusivo num final de ano em que a Seleção terá em seu calendário alguns poucos jogos “caça-níqueis” sem nenhuma expressão ou repercussão, independentemente dos resultados.

Parabéns Muricy pela retidão de seu caráter e parabéns Diretoria Tricolor que, pelo menos dessa vez, agiu de acordo com os interesses do clube ao qual se propôs a dirigir.

É preciso ressaltar que nem toda a mídia procurou tumultuar a decisão de Muricy. Boa parte dela apoiou a decisão do técnico e do clube. Uma das opiniões mais coerente foi a manifestada pelo Juca Kfouri, reproduzida a seguir para conhecimento daqueles que a ela não tiveram acesso.

23/07/2010 BLOG DO JUCA KFOURI

Ricardo Teixeira falou na hora do almoço como se tudo estivesse resolvido.

Apenas não esperava que Muricy Ramalho fosse cumprir a palavra, como sempre fez: diante da recusa do Fluminense, nada feito.

Arrogante, o Imperador não consultou o clube, quis dele se vingar pelo que considerou traição no Clube dos 13.

E tomou pela frente sua segunda derrota grave em pouco tempo, com o não do treinador.

E agora?

Quem será tão fraco que aceitará o posto?
Só mesmo alguém que venha de fora do país.

Ou aquele de sempre, que significa mais problema do que solução.

O futebol brasileiro provavelmente terá muito a agradecer ao Fluminense e a Muricy Ramalho.
Quem sabe este não seja o começo de novos tempos, mais limpos, mais éticos.

Por Juca Kfouri às 17:04



A liderança.

Não foi preciso muito tempo para que a justiça fosse restabelecida. Sim, porque aquela derrota para o Corinthians foi fruto de uma das piores arbitragens do ano. Pareceu até coisa encomendada.

O primeiro tempo foi totalmente do Cruzeiro, que bem postado em campo dominava praticamente todas as ações em campo.

Os atletas tricolores pareciam apossados de um nervosismo incomum, talvez pela renovação da possibilidade de alcançar a liderança uma semana após o desastre contra o Grêmio Prudente.

A destacar a excelente atuação de Fernando Henrique, que com três defesas difíceis evitou o gol cruzeirense.

O ataque não funcionou. Rodriguinho apagado e Fred com presença inexistente pouco incomodaram a defesa adversária. As poucas oportunidades surgiram de arremates de Gum e Carlinhos.

O panorama na segunda etapa começou do mesmo modo, com o Cruzeiro perdendo duas oportunidades com Thiago Ribeiro aos três e Wellington Paulista aos sete minutos, defendidas por FH.

A precisão de Conca na cobrança de um escanteio e a cabeçada certeira de Leandro Euzébio deram a vantagem ao Fluminense aos nove minutos. Logo depois, Alan teve a oportunidade para matar o jogo, mas empolgado pela bela jogada individual preferiu arriscar o chute para a defesa de Fábio, quando a melhor opção era servir Fred completamente livre e de frente para o gol.

A partir daí, o Cruzeiro passou a sentir a falta de Gilberto substituído por contusão e quase não criava.

E o Fluminense seguro na defesa, garantiu o resultado que valeu a liderança.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
(crédito da foto: globoesporte.com)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Santos 0 x 1 Fluminense. Dessa vez, mesmo sem a tradicional dancinha, os meninos da Vila dançaram!

Mais uma vez Alan entrou pra fazer o gol da vitória

Vitória soberba que valeu a vice-liderança, mesmo jogando no estádio da Vila Belmiro contra um Santos que contou com todas as suas estrelas.
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Muricy usou de toda sua criatividade e experiência para tornar o Fluminense capaz de vencer a difícil batalha.
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A formação com três zagueiros aniquilou o fantástico trio de atacantes santistas e de quebra evitou a sequência de passes precisos que Paulo Henrique Ganso costuma criar.
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Hora de agradecer aos deuses do futebol, que finalmente resolveram inspirar a diretoria tricolor a contratar um treinador realmente capaz de modificar o desempenho de uma equipe e adequá-la de acordo com o adversário.
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No Fluminense de hoje não existe mais aquela previsibilidade irritante de outras jornadas. Para cada adversário uma receita nova e assim será durante toda a caminhada em busca da conquista do tricampeonato.
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Vez por outra, a equipe poderá falhar como aconteceu contra o Grêmio Prudente, mas com o espírito guerreiro demonstrado nesse domingo e a incorporação dos novos reforços as possibilidades de vitória serão infinitas.
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Os "idiotas da objetividade", como diria Nelson Rodrigues, irão desdenhar dizendo que a vitória foi por pura sorte, que o Santos deu sufoco na maior parte do tempo, etc., etc.
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Pode ser que dessa vez a sorte estivesse mesmo do lado tricolor, o que não aconteceu em outros jogos quando o time dominou e não venceu, ou porque seus atacantes não acertaram os últimos arremates ou porque tenha sido visivelmente garfado, como na partida contra o Corinthians, por exemplo.
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O Santos pressionou sim, mas o número de chances claras não foi tão superior às que o Fluminense criou. Esbarrou no sistema defensivo tricolor e na boa atuação de Fernando Henrique.
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Sob esse aspecto, repete-se mais uma vez o fenômeno: FH sempre que volta de um longo período de reserva fecha o gol. À medida que o tempo passa e ele se sente senhor da titularidade, volta a cometer falhas incríveis. Espero que o Muricy corrija esse defeito porque a torcida anda um tanto cética quanto aos goleiros do elenco.
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A ressaltar ainda a facilidade com que Mariano se livrou do Ganso, antes do belo lançamento para o gol do Alan, que mais uma vez provou que é o craque do segundo tempo, quando destroça as defesas adversárias com sua extraordinária velocidade.
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O próximo adversário será o Cruzeiro, que não tem sido muito feliz quando joga com o Fluminense. Torçamos para que o Fred marque vários gols e, se possível, pare com aquela mania de não comemorá-los contra o clube que o lançou.
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Na próxima quinta-feira, todos ao Maracanã incentivar o Fluzão para mais uma vitória épica.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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(crédito da foto: lancenet.com.br)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Fluminense 1 x 1 Grêmio Prudente. Dois pontos jogados fora!


Não adiantaram a força da torcida e o estímulo para alcançar a liderança.

Não bastou ter em campo um artilheiro fora de série, embora sem coadjuvante à altura após a saída do Maicon.

As presenças de um senhor meia de ligação e dois laterais habilidosos também não foram suficientes.

Nem mesmo a excelência, a criatividade e toda a experiência de nosso técnico foram capazes de suplantar a nulidade do meio campo tricolor, composto por dois volantes e um meia que não conseguem municiar os atacantes nem anular uma única investida de um time fraco, que entrou em campo para tentar o empate, defendendo-se o tempo todo, mesmo com o placar adverso.

Após o jogo a constatação de sempre, a constância do erro no último passe. Muricy e Fred enfatizaram o fato, sem levar em consideração a quem cabe a realização desses últimos passes.

Sou tricolor, amo esse clube, mas não consigo mais aguentar calado uma formação que tenha Diogo, Diguinho e Marquinho como titulares absolutos.

Para compor o elenco podem servir, jogar algumas partidas talvez, mas nunca ao mesmo tempo porque basta uma tarde ou noite sem o bafejo da sorte para que um deles entregue o ouro.

E o mais preocupante é que o Muricy sabe disso, tanto que queria contar com Cleber Santana e Edinho a qualquer preço, negociações que infelizmente não vingaram.

Para o lugar do Marquinho, Deco é a esperança, se realmente vier, mas mesmo que venha só poderá jogar daqui a várias rodadas. Enquanto não vem, não entendo o porquê do Équi González jamais ter uma oportunidade. Será que irá ficar fora de forma até o final de seu contrato?

Torço então para que o Muricy tenha tempo para observar melhor o Tartá e lembrar-se de seu tempo de São Paulo, ocasião daquele gol da revelação tricolor em pleno Morumbi num belo arremate, após um drible seco que deixou o Miranda esparramado no chão.

Espero que Belletti chegue com vigor para jogar pelo menos metade do que jogava no auge de sua carreira porque só assim poderíamos ter a garantia da saída de um dos volantes atuais. Para o outro, Valência é a esperança, embora nunca tenha chegado a ser destaque inquestionável no Atlético Paranaense.

O lance do gol do Grêmio Prudente foi ridículo. A facilidade com que Wesley deu um "drible de peito" em Diogo foi desanimadora. Nessa hora não consegui ver onde estava o André Luís. Só observei o Gum combater atabalhoadamente o outro atacante e o Diguinho correr atrás como um desesperado sem chegar a tempo.

Aliás, desde a época do arco da velha é sabido que quando um defensor corre atrás de um atacante, na grande maioria das vezes, é porque ele estava mal posicionado.

Alan e Rodriguinho mostraram mais uma vez que ainda não estão preparados para merecer a titularidade absoluta. Ainda bem que em breve devemos ter a estreia do Emerson.

Temo pelo que pode acontecer domingo na Vila Belmiro se Muricy apostar novamente em todos esses personagens.

Mas como tricolores ferrenhos, só nos resta torcer pela chegada dos reforços e por uma apresentação melhor contra o Santos.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

terça-feira, 13 de julho de 2010

A Copa se foi. Agora é a vez do Fluzão!


Essa edição da Copa do Mundo mostrou que é possível ganhar campeonatos sem os famigerados "brucutus". Serviu também para desmistificar os "pedaleiros", "firuleiros" e "focas amestradas".

A Espanha chegou ao topo, mesmo sem dispor de qualquer atacante que chegue aos pés do Fred.

Retornamos ao Brasileirão com a esperança que esse seja finalmente o ano do Fluminense.

Temos um dos melhores, senão o melhor, dos técnicos brasileiros, embora a mídia cretina esteja fazendo uma força descomunal para levá-lo para a Seleção.

Temos dois bons laterais, o melhor meio campista e o melhor ataque, ou pelo menos um três melhores da competição.

Temos problemas também. Goleiros, volantes e o outro meia apenas medianos, sujeitos a chuvas e trovoadas, às vezes jogam bem, às vezes entregam o ouro. Quem sabe Muricy não dá um jeito nessa turma.

Para o meio campo, Deco é uma esperança. Esperança cara, negociação complicada à feição de tantas outras tentadas pela nossa diretoria.

A volta do Tartá aumenta o leque de opções para o setor e certamente a sabedoria do Muricy poderá achar um meio de aproveitá-lo.

Uma vitória na próxima quinta-feira manterá o Fluzão no G-4 e com a garantia do segundo lugar na classificação, independentemente dos demais resultados.

Então, Galera Tricolor, vamos lá. Quinta-feira todos presentes ao Maraca para o reinício da arrancada para o título.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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domingo, 6 de junho de 2010

Avaí 0 x 3 Fluminense. E DÁ-LHE FLUZÃO!

................... A integração total do elenco é a garantia para o sucesso.

"O que chama a atenção é que estou gostando do lugar, assim o trabalho flui bastante. As pessoas estão com vontade de trabalhar, de melhorar. Não tem como se sentir mal em uma terra maravilhosa como essa”.

Amigos tricolores, a declaração do Muricy após o jogo e a integração entre titulares e reservas nas comemorações demonstram claramente o ambiente reinante nas Laranjeiras. É clima de time campeão.

Em campo o time mostrou que está cada vez mais encorpado, assimilando as orientações e o espírito vencedor de seu novo treinador.

E ainda que jogando na Ressacada contra a boa equipe do Avaí, invicta há vinte e cinco partidas em seu estádio, o Tricolor foi vibrante e pode demonstrar toda a sua força.

O Fluminense de hoje se assemelha ao Fluminense campeão de outrora, que não se acovardava mesmo em canchas adversárias, deixando de lado aquele "complexo de vira-lata", aquela mania de “time cauteloso”, que invariavelmente se encolhia fora do Maracanã e acabava sempre sendo derrotado. Vez por outra conseguia um empate, que no final das contas não servia muito em termos de classificação.

Muricy transformou a cabeça do elenco e o time passou a jogar igual no Maracanã ou fora dele. Poderia encerrar essa etapa do campeonato na liderança não fossem os erros catastróficos de “árbitros e bandeirinhas míopes”, justamente nos jogos contra os dois líderes.

A sintonia com os atletas também é perfeita. As declarações de Fred ao final do jogo atestando do empenho de Muricy em colocar o Fluminense no grupo dos melhores do Brasil é emblemática.

Em sua inquestionável experiência, Muricy mantém os pés no chão e garante que após os quinze dias de folga, os atletas terão trabalho duro pela frente, o único modo de manter a mesma pegada no reinício do campeonato.

-“O que vamos focar é o trabalho. Tem que continuar duro. Não podemos afrouxar. É normal que seja assim, querer dormir um pouco mais, treinar mais tarde... Isso não vai acontecer. Vai existir cobrança. Nesse campeonato, é preciso querer mais do que o adversário. É muita gente querendo ganhar”, declarou.

Apesar do bom início, a torcida não se deve enganar com o elenco atual, insuficiente para garantir a conquista do título e talvez mesmo a vaga na Copa Libertadores.

Embora vencendo cinco dos sete jogos disputados, a pegada no meio do campo ainda não é a ideal e os erros de passe ainda são muitos, haja vista que a maioria dos rebotes nesse setor tem sido dominada pelos adversários, independentemente de sua qualidade.

Falta “punch”. Muricy sabe bem disso e ainda que evitando comentários sobre o assunto, deixou claro que para brigar pelo título o Fluminense terá que encorpar o elenco em algumas posições.
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Vários nomes já foram ventilados, mas até agora nenhuma confirmação de fato. Se a Traffic fosse uma parceira de verdade poderia trazer o Diego Souza, pelo menos até o final do campeonato em curso.

Aguardemos o rolar dos acontecimentos para ver se pelo menos ao apagar das luzes de sua administração, a diretoria acerta a mão e contrata pontualmente para as posições carentes, agora sobejamente conhecidas com as indicações do renomado Muricy.

Convoco a todos os tricolores para estarem presentes no jogo do dia 15 de julho contra o Grêmio Pudente, ocasião em que a liderança poderá ser alcançada.
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Saudações Tricolores e até lá.
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(crédito da foto: terra.com.br)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Fluminense 2 x 1 Vitória. Esse ano o G-4 é barbada!

................................ Outra vez Alan.

Mais um jogo, mais uma vitória. Dessa vez, a apresentação não foi tão boa, mas o que valeu mesmo foi a manutenção da invencibilidade em casa.

O jogo começou tranquilo, com o Fluminense pressionando a defesa baiana. O gol aos 20 minutos dava a impressão de que veríamos a repetição dos 4 x 0 do campeonato passado.

Longe disso, os gols perdidos na etapa inicial fizeram falta e quase que a vaca vai para o brejo, quando Jonas empatou a seis minutos do fim. Sorte que Alan uma vez mais salvou a pátria tricolor logo depois.

Euforia à parte com a exibição de gala do Conca, as boas avançadas de Mariano e Carlinhos, a firmeza do Diguinho e o oportunismo de Fred e Alan, o fato é que a equipe ainda possui alguns pontos fracos, que precisam ser melhorados sob pena de dissabores futuros. Citá-los não seria o caso, pois além de sobejamente conhecidos, afinal de contas a vitória veio mais uma vez.

Outra preocupação que deve estar afligindo as mentes tricolores é a “síndrome do bandeirinha míope”, uma vez mais presente no Maracanã e anulando uma jogada cristalina do ataque tricolor, na qual as chances de Fred converter eram quase que totais.

“Miopia” é apenas uma hipótese porque o gol de Rodriguinho contra o Corinthians, anulado sob a alegação de impedimento com o atacante a mais de dois metros atrás do último zagueiro, deixa todos com a pulga atrás da orelha.

Olho vivo, não devemos nos esquecer dos detalhes, sob pena de termos a repetição do ocorrido em 2005.

Outro fato que a tricolada precisa estar atenta é que a mídia começa a anunciar o interesse de clubes portugueses no craque Alan e que negociações com a Traffic já estariam em andamento.
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Vejam bem o resultado dessa parceria de mão única: já foi o Maicon, pela metade do valor da multa estipulada no contrato; agora começa o zum zum zum sobre o Alan; Dalton, segundo publicado, também já estaria sendo negociado com o Internacional pela “parceira”.

Por essas e outras é que devemos abominar essa parceria fajuta: FORA TRAFFIC!
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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(crédito da foto: terra.com.br)