domingo, 10 de maio de 2009

Fluminense 1 x 0 São Paulo. E o genérico continua ralando!

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Maurício com um gol antológico foi o herói da tarde
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Mais um jogo de invencibilidade, o quinto na sequência dos Campeonatos Brasileiros. Desde 2007 o Fluzão não sabe o que é perder para o principal genérico. Três vitórias e dois empates, sem falar na eliminação da Libertadores.
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De nada adiantou o aliciamento de três destaques tricolores da equipe de 2008, afinal a vitória foi insofismável.
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Não que o Fluminense tenha sido um primor de técnica e de garra, o São Paulo é que parecia entorpecido, dando a impressão que já começa a sentir aquele friozinho na barriga quando enfrenta o Fluzão.
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A vitória começou a ser desenhada logo aos dois minutos com um belo gol de Maurício, indefensável até para o excelente Rogério Ceni, se estivesse em campo. Foi um gol de placa. Maurício dominou a bola com o pé direito meio de letra e quase num sem pulo soltou a bomba com o esquerdo. A bola ainda bateu no travessão e na trave direita antes de entrar.
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A partir daí, o jogo ficou tranquilo. Apesar da maior posse de bola, o São Paulo praticamente não assustou Fernando Henrique, um espectador privilegiado durante toda a primeira etapa.
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As tentativas paulistas se perdiam pelo meio da intermediária e eram anuladas pela defesa tricolor até com certa facilidade. De objetivo, apenas uma cobrança de falta da entrada da área desviada pela barreira e um chute torto, que saiu pela linha de fundo.
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Em contrapartida, o Fluminense teve boas oportunidades para ampliar o marcador. Aos 18 minutos, Thiago Neves, deslocado pela esquerda, chutou para difícil defesa de Bosco. Aproveitando o rebote, Edcarlos completou para o gol com a bola batendo ainda no goleiro e sendo salva por Richarlyson em cima da linha.
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Mais tarde foram duas chances para Fred, a primeira espalmada por Bosco para escanteio e a segunda cabeceada para fora.
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O caixão poderia ter sido fechado ao final do primeiro tempo, quando Maicon desviou de cabeça um centro de Thiago Neves. O gol foi legal, mas o bandeirinha míope viu impedimento na jogada e a invalidou, da mesma forma que tinha visto um impedimento inexistente de Fred, quando o atacante partia sozinho para a área adversária.
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As alterações realizadas por Muricy no intervalo deram um pouco mais de ímpeto ao São Paulo, mas no geral o panorama do jogo continuou o mesmo. Washington teve uma boa oportunidade aos dez minutos, quando matou a bola no peito e concluiu forte para boa defesa de FH.
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Agora era o bandeirinha do lado de cá que errava os impedimentos prejudicando os ataques do Fluminense. Os erros foram tão gritantes que a chiadeira foi total, a ponto do Dr. Michel Simoni perder a esportiva e acabar sendo expulso de campo.
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Nos minutos finais, Borges teve duas ótimas chances bem defendidas por Fernando Henrique, que de certa forma garantiu a vitória.
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No fim deu a lógica com o Fluminense "A" derrotando o Fluminense "B". Rala Genérico.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Fluminense 1 x 1 Goiás. Eta sufoco!

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Poderia ter sido pior. E tudo por culpa exclusiva do Parreira, que parece estar regredindo e voltando a ser aquele treinador retranqueiro de outrora.
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O jogo estava totalmente sob controle. Não que o time estivesse jogando o fino da bola, mas o Goiás parecia estar entorpecido, meio perdido em campo.
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Mesmo jogando com um homem a menos, porque a impressão que ficou foi que o Maurício não entrou em campo, o Fluminense não conseguia ameaçar a defesa adversária de modo contundente.
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Com Fred isolado na frente e muito bem marcado, o único vislumbre de criatividade ficava a cargo do Thiago e alguns lampejos de Marquinho e Tartá.
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Dessa vez Fernando Henrique não se utilizou das mãos de quiabo ou maionese e teve uma atuação segura.
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Veio o segundo tempo e logo de início, Marquinho, deslocado para esquerda, achou Thiago que marcou com categoria.
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E aí quando todos esperavam que o time aproveitasse as brechas na defesa do Goiás, que a essa altura precisava de dois gols para não ser eliminado, eis que nosso douto treinador começou a fazer das suas.
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Ignorando os protestos de Fred sobre o seu isolamento, Parreira deu a primeira tacada de professor pardal e substituiu Tartá por Fabinho. Fabinho, isso mesmo! Além de deixar o Maurício em campo, colocou mais um cabeça de bagre. A torcida protestou com veemência e mostrou todo o seu descontentamento aos gritos de TARTÁ.
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Ainda que o medo fosse tanto que o induzisse a colocar mais um marcador, a saída do Maurício seria a única opção plausível, já que ele não vinha vendo a cor da bola desde o início do jogo.
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A estranha mexida fez com que a equipe do Goiás fosse se encorpando aos poucos e se conscientizando de que não deveria temer o Fluminense, pois o seu próprio treinador estava dando uma de medroso. Então nossa defesa capenga se viu sob um sufoco constrangedor.
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Parreira notou a mancada e retirou o Maurício. Entretanto ousou mais uma vez, colocando em campo o Leandro Bonfim, depois de uma longa permanência no estaleiro. Sem ritmo de jogo, Leandro pouco acrescentou e o time continuou sob pressão, até que saiu o gol de empate.
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Aí foi uma beleza. Os tricolores lúcidos sabiam que nada poderiam esperar de um meio campo que contava simultaneamente com Wellington Monteiro, Fabinho e Leandro Bonfim. O único jeito era sofrer, roer as unhas e torcer para o tempo passar logo.
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Enfim, a classificação veio. Sofrida, poderia ter sido obtida muito mais facilmente. Bastava substituir o Maurício por um atacante e recuar o Marquinho para seu lugar. Jogar com um volante, no entanto, é coisa que nunca passou pela cabeça do Parreira, apesar de suas declarações nesse sentido por ocasião de sua apresentação. Pura falácia, vamos é de retranca burra mesmo.
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O próximo adversário é o Corinthians. Tremo só de pensar nessa defesa enfrentando o gordo. Antes, porém, teremos pela frente o genérico paulista, agora travestido de "Fluminense B". Torço pelos retornos do Conca e do Maicon e a volta do Marquinho para segundo volante, única maneira de ganhar dos dois paulistas.
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Que os céus inspirem o Parreira dando-lhe uma dose adicional de coragem, se não vai ser de doer.
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E, apesar dos pesares, VIVA O FLUZÃO!
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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Goiás 2 x 2 Fluminense. E a raça tricolor voltou!

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É isso mesmo galera, o time se desdobrou e mostrou uma garra como há muito não se via. Poderíamos ter saído com a vitória não fossem as duas falhas grosseiras nos gols dos goianos.
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Por ter feito o primeiro gol numa cabeçada oportuna, poderemos atenuar a falha bisonha do Luiz Alberto por ocasião do segundo empate. E era uma jogada fácil, bastava dar um chute para a lateral, para frente ou para cima, mas nunca tentar sair driblando no meio de um mar de pernas esmeraldinas.
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Já Fernando Henrique não teve chance de apresentar nada, só a costumeira lambança de ficar plantado no meio do gol, esperando a cabeçada adversária. Alegaram seus defensores que ele não estava bem fisicamente. Então por que jogou? Por que se tem demonstrado tão fominha? Seria medo de perder a posição?
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E além do mais mostrou ser de uma burrice inominável. Se estava sentindo a coxa por que batia os tiros de meta? Estariam seus neurônios enferrujados?
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Brilhantes as atuações de Fred e Thiago Neves. Thiago provou que quando quer correr e se dedicar para valer fica difícil de segurar. Só mesmo à base de botinadas, como fez o time do Goiás na maior parte do tempo.
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E não é que Parreira sucumbiu aos pedidos e manteve o Maicon como titular? Pena que o garoto confundiu as instruções recebidas para marcar as saídas de bola com excesso de faltas. Com o tempo vai chegar lá.
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Ricardo Berna entrou muito bem. Fez defesas milagrosas, apesar de algumas bolas terem sido chutadas em cima dele. Mas valeu e muito por ter evitado a derrota e, quem sabe, para sua manutenção no segundo jogo?
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Aliás, sob esse aspecto, Parreira só deveria voltar com FH, já que parece existir uma corrente fantasma no Flu que exige sua titularidade, quando ele estiver completamente recuperado. Se ele já não inspira confiança quando bom, imaginem à meia boca.
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No frigir dos ovos, o resultado não foi de todo mal. Se mantivermos a mesma pegada, temos tudo para sair do Maracanã com a classificação.
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Outro fato que despertou a atenção de muitos tricolores foi o relativo à condição física de nossos jogadores. Bastou o time aumentar o ritmo para a turma começar a pifar. Parreira, que nas priscas eras já foi um ótimo preparador físico, deveria bater um papinho em particular com o pessoal da preparação. Devem estar comendo moscas.
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Para encerrar, vale destacar mais uma vez a parcialidade da mídia urubulina. No vídeo dos melhores momentos, publicado no site do globo.com, o comentário sobre a arbitragem foi editado na maior cara de pau. Foi cortado logo após o Renato Marsiglia ter dito que Luiz Alberto estava impedido. A sequência do comentário, após a exibição do tira-teima, quando o comentarista confirma que havia um jogador do Goiás dando condição de jogo foi suprimida. É duro ouvir ou ler essa urubuzada recalcada.
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VALEU FLUZÃO, PRINCIPALMENTE PELA RAÇA DEMONSTRADA. CONTINUANDO ASSIM PODEREMOS SER BI-CAMPEÕES.
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No blog do torcedor tricolor, o ilustre João Marcelo Garcez faz menção às noitadas de Leandro, Fabinho e Diguinho. O que espera então a direção do clube para rescindir seus contratos ou pelo menos aplicar-lhes polpudas multas? Diguinho e Leandro não estão jogando, pior então é o caso do Fabinho, que ainda é escalado para jogar, ou seria não jogar?
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Propala-se na mídia que o Fluminense estaria tentando repatriar o Alex Silva e a contratar o Souza, do Grêmio, ao fim da Libertadores.
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Conquanto sempre desconfiasse dos zagueiros do São Paulo, muito mais frutos de orquestrações bem engendradas do que por suas habilidades, nesse caso a vinda do Alex, se concretizada, poderia vir a ser uma boa, porque nossa atual zaga é de matar do coração.
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Souza, embora muitos furos abaixo, poderia suprir a lacuna a ser deixada pelo Thiago Neves. Particularmente, ainda prefiro o Carlos Alberto, cujo contrato com o Vasco se encerra no meio do ano.
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sábado, 25 de abril de 2009

Preparativos para o jogo em Goiânia. Haja saco!

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DEU NA MÍDIA:
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.....Luiz Alberto pede paciência à torcida: "ainda buscamos uma formação ideal".
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Paciência temos tido até demais. De nada adianta trocar os volantes a cada jogo. Nenhum deles sabe jogar, então é preciso efetivar um deles, qualquer que seja, até o Diguinho voltar a ter condições novamente.
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.....Parreira diz que, para ser do Fluminense, jogador precisa aguentar a pressão.
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Então pergunto: Por que mantém jogadores sem personalidade e adeptos do chinelinho no elenco?
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.....Parreira quer tempo para acertar o Flu: “Há uma transição desde a Libertadores”. .
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Transição realmente há. Perdemos os volantes Arouca e Cícero, livramo-nos do Ygor, em compensação ganhamos Wellington Monteiro, Jailton, Leandro Domingues, Leandro Bonfim e Diguinho e ainda renovamos com o Fabinho.
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Diguinho, que tinha tudo para se firmar, ficou doente. Leandro Bonfim, como esperado, continuou às voltas com contusões como fez todo o tempo que jogou no Vasco. Jailton mostrou porque foi chutado do urubu e Leandro Domingues, sem comentários.
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Perdemos Gabriel e Júnior César. Em troca recebemos Mariano e Leandro e ainda ficaram com o Eduardo Ratinho.
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René Simões, ao ser demitido, declarou que nunca viu nenhum técnico ser dispensado após ter vencido uma partida de 3 x 0. Engano cruel, meu caro René. Sua dispensa foi devido a não ter conseguido fazer o time jogar com essas contratações esdrúxulas. Se você não pediu essas malas, pelo menos concordou com suas contratações e ainda declarou que o Fabinho era seu homem de confiança.
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.....Força da base é elogiada por Parreira.
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Elogia, mas boicota. Maicon teve um excelente desempenho contra o Águia. No momento, ele está melhor que o Everton, que vem decaindo jogo a jogo. Talvez seja pelo cansaço por jogar num time que tem dois volantes que não sabem nada, verdadeiros cabeças de bagre, que sobrecarregam os demais. Conca também se lesionou por jogar por ele e mais dois.
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.....Parreira quer o time tricolor pressionando a saída de bola.
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Para isso será necessário cumprir a promessa de jogar com apenas um volante. Como nenhum dos que estão aptos atualmente sabe jogar, escale qualquer um e desloque o Marquinho para segundo volante. Sua habilidade para marcar não é tão acentuada, mas ainda assim é melhor do que a de todos os cabeças de bagre da posição e quanto à saída de bola não dá para comparar.
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Com um meio campo com Thiago e Tartá e o ataque com Maicon e Fred pode ser que dê para pressionar a saída de bola do Goiás.
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Mais duas coisinhas, Parreira: como esses laterais são inócuos no ataque, posicione-os como zagueiros e ataque com Marquinho, Thiago, Tartá, Maicon e Fred e se não for pedir muito substitua o Edcarlos pelo Cássio.
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O que a torcida espera é que no mês em que o Fluminense comemora os sessenta anos da conquista da Taça Olímpica, a equipe se inspire e tenha um mínimo de organização em campo. Aleluia!
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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Fluminense 3 x 0 Águia. Esse é o Fluzão e dá-lhe Maicon!

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Maicon, com muita força e raça foi o herói do jogo, ganhando todas as divididas contra os adversários
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E não é que a onça bebeu água mesmo!
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Após duzentos e vinte e cinco minutos de futebol ridículo, com o time se arrastando em campo e perdendo as bolas divididas, a estrela do Parreira voltou a brilhar fazendo com que ele colocasse Maicon em campo.
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A revelação de dezenove anos mostrou mais uma vez como é que se joga com raça e amor à camisa. Fez dois belos gols, deu o passe açucarado para Eduardo fazer o terceiro e não perdeu nenhuma dividida que disputou com os adversários.
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O entusiasmo de Maicon contagiou o resto da equipe que passou a correr mais embora alguns, principalmente Maurício, mostraram ainda não ter força para disputas mais vigorosas.
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Após sua entrada, dessa vez com tempo suficiente para mostrar sua qualidade inata, a bola começou a chegar com mais frequência ao ataque, possibilitando vários arremates ao gol do Águia, contrariamente ao primeiro tempo, quando houve apenas um chute certeiro de Fred. Infelizmente ontem a pontaria de nosso artilheiro estava descalibrada.
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No final de contas, valeu pela exibição do segundo tempo, o que acabou tornando justa a classificação.
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Contudo não se iludam, caros tricolores, o resultado de 3 x 0 foi enganoso. O jogo foi difícil e poderia ter sido muito pior se os atacantes paraenses tivessem aproveitado pelo menos uma das três oportunidades claras de gol que tiveram na primeira fase.
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Nossa zaga é um convite à valsa. Edcarlos está mal, não entendo porque o Cássio ainda não foi fixado como titular. Luiz Alberto também não é uma brastemp, mas poderá subir de produção com um companheiro mais hábil.
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Wellington Monteiro e Maurício são da dar dó. Justiça seja feita, ontem até que o Wellington conseguiu cobrir algumas investidas do Eduardo. Já Maurício foi uma lástima, não ataca, não defende e vive caindo.
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Contabilizando, entretanto, toda a mulambada de volantes de que dispomos, talvez a melhor formação até a volta do Diguinho seja mesmo Wellington Monterio ou Romeu e Marquinho .
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As laterais continuam a ser um problema crônico. Agora, livres do Leandro, só temos o João Paulo, ainda muito verde. Gostaria de ver como está o Noel no momento. É um meia, emprestado recentemente ao Tupi, de Juiz de Fora, que no juniores jogava na lateral esquerda. Na Copa São Paulo, que tive a oportunidade de assistir, mostrou habilidade, boa noção de marcação e chute forte, inclusive fazendo gol.
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Na próxima fase a pedreira será mais difícil. O Goiás é um time bem armado e ultimamente tem criado muitas dificuldades para nós.
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Espero que Parreira mantenha o Maicon e também o Tartá, mesmo tendo demonstrado que ainda não está muito à vontade.
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Com o retorno de Thiago Neves, Parreira poderia deixar o Maurício no banco e recuar o Marquinho para jogar como segundo volante. No estado atual do elenco parece ser essa a melhor formação.
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De qualquer modo, não poderemos prescindir de reforços de peso. Até agora só ouço falar em barangas ou jogadores em má fase ou fim de carreira. Gabriel, Felipe, Roger, Gilberto? Será que o Celso Barros vai jogar fora mais dinheiro da Unimed? Certamente o dinheiro que poderá vir a ser gasto com essas malas dará para trazer o Tinga e talvez ainda sobre troco. Caro Dr. Celso, nunca esqueça de que jogadores oferecidos nunca foram boa opção. Afinal, laranja madura na beira da estrada ...
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Para substituir o Thiago Neves, apesar dos pesares e da restrição por parte de muitos, ainda prefiro o Carlos Alberto porque tem habilidade e principalmente raça, coisa que nem Roger, nem Felipe e tampouco o próprio Thiago possuem.
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Falou-se também em Mineiro. Outro brucutu, mas na situação atual até que pode ser uma boa.
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O problema é que para as novas contratações darem certo, será preciso abrir mão dos protegidos por interesses estranhos, ou seja Jailton, Fabinho, Wellington, Mariano, Eduardo e assim por diante. Maurício, por sua idade, pode ainda merecer uma chance. Seu empréstimo para um clube de tradição, o América por exemplo, poderia ser aventada.
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É isso aí tricolores, pelo menos após um longo e tenebroso inverno, poderemos ter um sono mais tranquilo nessa noite. Que continue assim nos jogos com o Goiás.
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E salve o Tricolor!
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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Fluminense x Águia. A 48 horas da onça beber água!

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Não teremos os dois meias titulares. Lamento pelos dois. Lamento pelo estado em que se encontram, visivelmente estressados com a insistência do Parreira em escalar esses volantes cabeças de bagre que os obrigam a voltar até a intermediária defensiva para tentar armar jogadas com alguma lucidez.
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Thiago perdeu a cabeça em Belém e Conca a condição física. Os "volantes" do Flu, verdadeiros chupa-cabras, sugam o sangue dos demais com seu futebol ridículo, indigno até dos times de peladas do Aterro.
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Juntando todos eles não se consegue obter um jogador razoável. Nenhum tem noção da posição, não sabem marcar sem fazer faltas desnecessárias, não sabem passar e nem chutar. Cobrir os laterais, então, é trabalho para Hércules, aquele mesmo herói dos "Doze Trabalhos".
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Temo que as contratações de Jailtons, Leandros (Bonfim, Domingues, etc.), Wellingtons Monteiros e a manutenção do inútil Fabinho tenham a ver com vantagens que alguém possa estar levando, igualmente ao caso do Ygor, inventado pela nefasta dupla Renato Gaúcho/Branco, uma das causas que nos custou o título da Libertadores.
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Parreira não tem culpa na presença dessas malas, foram contratadas à época do René Simões. Até agora não consegui entender como pôde um experiente técnico de futebol concordar com a vinda de Leandro Domingues e principalmente do Jailton, esse considerado uma maravilha pelo Alexandre Faria com base apenas no percentual de suas participações nos jogos do urubu.
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Puro amadorismo. Certamente não assistiu a nenhuma de suas partidas, onde apenas entrou em campo, não jogando absolutamente nada. Cabañas que o diga, tanto é fato que o próprio Flamengo tratou de dispensá-lo e oferecê-lo gratuitamente para o Vasco, quando o milagreiro das Alterosas resolveu atravessar a negociação e contratar a jamanta. Tão azarado o nosso Coordenador de Futebol que o outro dado com que ficou maravilhado, o fato de ter participado de todos os jogos não vingou no Flu. Seu herói tem sido contumaz frequentador da turma do chinelinho.
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Nossos laterais são fracos, mas tenho certeza absoluta que mesmo que ainda tivéssemos Leonardo Moura e Juan, __ não esqueçam, dispensados do Fluminense pelos acéfalos __ a falta de cobertura de seus avanços seriam fatais para a nossa defesa.
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Enquanto Parreira não cumprir a promessa feita quando de sua chegada de jogar com apenas um volante, iremos amargar dissabores um atrás do outro. A propósito, mesmo sem ser craque, Romeu continua sendo melhor que Wellington Monteiro, novamente escolhido para o jogo de depois de amanhã.
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Preocupante também a convocação da torcida pelo técnico, ao declarar que que basta ganharmos de 1 x 0 para nos classificar. Acorda Parreira, com esses seus volantes cabeças de bagre em qual jogo não levamos gol? Temos é que atacar e muito.
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Torço pela recuperação do Diguinho, pois pelo menos quando jogava no Botafogo demonstrava muita garra e certa técnica. Até lá, continuaremos com os chutões para municiar nossos pobres atacantes. Que roubada, heim Fred?
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Está chegando a hora da onça beber água. Acredito que Marquinho e Tartá terão condições de dar conta do recado na quarta-feira, pois se formos eliminados pelo Águia é melhor fechar para balanço.
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Não nos resta nada a fazer, caros tricolores a não ser ir ao Maraca apoiar e torcer pela recuperação. Contra o Águia deve dar. Já com o Goiás, bem deixa pra lá.
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FORA WELLINGTON MONTEIRO, FORA JAILTON, FORA FABINHO, FORA LEANDRO, FORA EDUARDO RATINHO E APESAR DE TUDO, DÁ-LHE FLUZÃO!
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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Águia 2 x 1 Fluminense. O que é isso, Parreira?

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O jogo praticado pelo Fluminense na noite de ontem não merece comentários. Por isso, o objetivo desse post será o levar um recado ao Parreira, que aos poucos está sendo envolvido pelo estado da arte que assola o Fluminense.
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Acorda Carlos Alberto Parreira. Ressuscitar Eduardo Ratinho, escalar Fabinho? Essas duas asneiras juntas por si só servem para justificar a pífia apresentação do Fluminense contra o Águia, de Marabá.
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Levamos um passeio e por sorte ou falta de categoria do adversário, ou até mesmo pelos dois motivos não deixamos o Mangueirão eliminados por um clube sem a mínima tradição no cenário nacional.
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É humanamente impossível querer que o meio campo crie alguma coisa de útil quando se escala o Fabinho. Não entendo como esse cidadão continua a ser acobertado pelos próceres tricolores. Só pode ser por ação de seu empresário, provavelmente oferecendo benesses a alguém. Note que ele tem penetração até nos meios de comunicação. O pessoal das organizações Globo, por exemplo, o chama de "soldado". Só pode ser gozação ou coisa de urubu recalcado.
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Não existe explicação plausível para sua permanência no elenco. No lance do penalti, o traste foi ultrapassado pelo atacante adversário e só resolveu derrubá-lo dentro da área quando Conca já estava quase o alcançando e certamente iria atrapalhar o chute. Por que a mula não o derrubou fora da área? A indignação do Conca, socando o chão por diversas vezes, é uma demonstração clara de seu descontentamento com a conclusão da jogada.
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Eduardo Ratinho devia ser encaminhado a um psiquiatra. Suas declarações durante a semana de que o Fluminense não precisava contratar um lateral direito dá uma dimensão exata do tamanho de seu ego. É o famoso ego grande, que se julga melhor do que é. Esse rapaz precisa de um tratamento urgente. A frase de Parreira para o banco: _"vou ter que botar o Maurício", diz tudo. Os tricolores esperam que você jamais repita essa asneira. Coloque-o direto na barca e de preferência sem salva-vidas.
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Thiago Neves, que desde que voltou não fez nada de bom, esqueceu seu futebol da Libertadores na Alemanha, dessa vez se suplantou. Deu uma de donzela desvairada e agrediu o gandula. Deixou o time, que já estava uma draga, com menos um, obrigando a todos a um esforço dobrado. Deveria sofrer uma multa pesada por parte da diretoria acéfala. Não jogará o segundo jogo, mas pelo futebol que vem apresentando não fará a mínima falta. Tartá dará conta do recado, pelo menos com muito mais garra e vibração.
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De resto todo o time foi mal, mas pelo menos se esforçou. Não fossem as atuações desastrosas dessas três personagens o resultado poderia ter sido melhor.
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Parreira, a torcida já não aguenta mais esses incompetentes em campo. Não é possível que o time de juniores, vencedor de tantas competições, não possua em seus quadros alguém melhor que Fabinho, Jailton, Wellington Monteiro e outras malas. Escale um garoto ao lado do Marquinhos, que pelo menos sangue e raça não vão faltar. Diguinho, mesmo com tuberculose, é melhor que essa trupe.
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Chega de empulhação. Chega de cabeças de bagre travestidos de volantes. Chega de Eduardo Ratinho, a torcida tricolor não merece esse tratamento.
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Acorda Parreira. Elimine os cabeças de bagre já! Barca neles, em todos sem exceção! Esse é o único modo do Fluminense voltar a ser o FLUZÃO vencedor.
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domingo, 12 de abril de 2009

Flamengo 1 x 0 Fluminense. Apatia total e a volta da "mão de alface".

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A torcida tricolor está de luto. Afinal perder para a urubuzada do modo como foi é para deixar todos de cabelos em pé. Há muito, as decisões contra o Flamengo eram favas contadas e agora nem deles conseguimos ganhar. Tá feia a coisa!
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Parreira deveria ter exibido o vídeo da decisão da Taça Rio de 2005, onde a raça do Fluzão, em especial a do Leandro, poderia ter servido de inspiração aos nossos atletas.
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Paradoxalmente, hoje também poderíamos ter tomado de quatro, não fosse a falta de categoria dos atacantes rubro-negros.
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Mas apatia à parte, o que é inadmissível é o fato do Parreira, tremendo técnico e que tem o apoio incondicional de todos os tricolores, ainda não ter se dado conta de que não pode jogar com dois volantes que não marcam, não cobrem os laterais e não conseguem de maneira alguma municiar o ataque.
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Jailton e Wellington Monteiro constituem-se num verdadeiro circo dos horrores. Nós que execrávamos a presença nefasta do Ygor naquele time maravilhoso do ano passado, o que diremos agora ao olhar essas duas verdadeiras peças de museu trotando pelo campo com as gloriosas camisas tricolores, camisas essas que já foram usadas por verdadeiros craques como Jandir, Deley, Arouca, Diego Souza e muitos outros?
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A disputa de bola entre Jailton e Emerson no final da partida foi simplesmente bizarra. O atacante do Flamengo partiu muito atrás e ainda conseguiu ficar com a bola numa facilidade só igualada a roubo de doce de criança dormindo. Nossa sorte é que o atacante é ruim pra dedéu e também fominha e acabou perdendo um gol que qualquer vovozinha faria.
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Alguns condenaram o pobre do Mariano, mas o que poderia ele fazer jogando sozinho contra Juan e Zé Roberto numa zona em que nem Wellington e muito menos Jailton se aventuravam a entrar. Foi preciso vir a ordem do banco para o Wellington socorrer o lateral. Caramba, isso nunca foi necessário quando se dispunha de volantes medianamente habilidosos. As múmias nem se tocaram que era preciso fazer a tal cobertura. Aliás, cobertura é palavra que não deve constar de seus vocabulários.
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Incrível, jamais poderia imaginar que algum dia teria que escrever isso, mas... eles são piores do que o Fabinho. Valei-nos Nossa Senhora!
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É inadmissível como um clube que possui em seu elenco craques diferenciados como Fred, Thiago Neves e Conca, além de promessas de qualidade como Maicon, Alan e até mesmo Everton Santos, passa noventa minutos sem conseguir concretizar uma única jogada perigosa.
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O único susto que o Diego sofreu foi na cobrança de falta na trave. Convenhamos, muito pouco para quem deseja ser campeão.
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Não é preciso ser técnico campeão do mundo para visualizar que a causa dessa ineficiência reside no meio campo tricolor que é formado por dois craques e duas nulidades. Em resumo, atuamos no setor mais importante do campo com apenas dois jogadores contra três ou quatro dos adversários.
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A consequência é que todos os jogos são difíceis para o Fluminese, mesmo quando joga cotra times pequenos, de qualidade infinitamente inferior. A prova reside no fato de que não houve um jogo do campeonato que não tomássemos gol.
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Insisto em que Wellington Monteiro, Jailton, Romeu, Fabinho e Maurício não podem jogar juntos, qualquer que seja a combinação escolhida pelo treinador. Parreira terá que optar por um deles, enquanto Diguinho estiver ausente e completar o meio campo com Marquinho ou Tartá, sob pena de dançarmos também na Copa do Brasil.
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Para completar a tarde desastrosa, FH pensando que estava no Natal, engoliu um daqueles perus enormes com farofa e tudo. Ele, que se benze tanto durante os jogos, deveria saber que na Páscoa o que aparece é coelho e por sorte ou incompetência do adversário não voltamos para casa com um tremendo chocolate.
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Fazer o quê? Fernando Henrique é assim mesmo. Fecha o gol em várias ocasiões e quando menos se espera faz ressurgir a famosa mão de alface ou mão de maionese, como preferem alguns, e o pior é que é sempre em partidas decisivas, sem chances de recuperação. Só a diretoria e o patrocinador, ineptos, não enxergam o óbvio.
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Voltando aos volantes, esse blog já havia alertado que as indicações do René Simões eram furadas. Vide postagem do dia 7 de Janeiro sobre a montagem do plantel para 2009. Na época, foi enfatizado que Jailton, Leandro Domingues, Roger, Xandão, Leandro Bonfim e outras malas que já vinham do ano anterior, como Eduardo Ratinho, Ciel, Elias, não poderiam fazer parte do glorioso Fluminense.
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Parreira enxergou a situação logo de cara e já começa a se livrar de alguns deles. O que não dá para entender é o porquê do chamego com o Jailton. Fico imaginando os confrontos da Copa do Brasil se tivermos que enfrentar Corinthians ou Internacional com esses volantes dantescos se não conseguimos nem vencer no estadual.
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Só nos resta orar e muito para que os céus abram a cabeça do Parreira e, pelo menos, o faça escalar um só volante a partir daqui. A defesa ficará vulnerável, dirão os mais cautelosos. Aí eu perguntarei: “E por acaso não está agora?”. E com um agravante, não servem para defender, muito menos para municiar o ataque e então de nada adiantará termos três virtuoses se não receberem a bola na frente.
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Conca, Thiago Neves e até mesmo o Fred estiveram abaixo da crítica. Mas como culpá-los com tantas falhas na equipe? A zaga parecia um queijo suiço. E ainda tinha a ousadia de ir à frente tentar o gol e só acabava atrapalhando os atacantes.
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Laterais e volantes... bem, deixa prá lá.
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Só uma coisinha a mais. Por que será que nossos atletas estão tão fracos? Não ganharam uma divida durante toda a partida. O que será que fazem os preparadores físicos?
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Se o chororô não tremer de novo e não perdermos a hegemonia carioca será um consolo.
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Xô Jailton, Xô Wellington Monteiro, Xô Edcarlos, Xô Luiz Alberto, Xô Leandro!
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Parreira vê se abre o olho. Time cauteloso não ganha de ninguém e ainda por cima quando a cautela é alicerçada em jogadores de má qualidade.
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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Domingo é o dia. Dá-lhe Fluzão!

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Será mais um Fla x Flu de arrepiar. O vencedor continuará com a chance de manter a hegemonia absoluta no Estado.
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A Sexta-Feira Santa começou com notícia alviçareira para os tricolores. Leandro Domingues e Roger parecem que estão acertando com o Vitória. Menos duas malas no pesado elenco tricolor. Pode ser que consigam sucesso por lá. Tomara que sim. Existem atletas que não conseguem desenvolver um futebol convincente nos grandes centros. Espero que sejam felizes nas plagas baianas.
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Romeu é outro que poderá deixar as Laranjeiras e também para o Vitória, numa troca pelo apoiador Bida, aquele mesmo que andou pelo Santos. Não conheço seu potencial, mas certamente no elenco existem volantes muito piores do que o Romeu e que poderiam servir de moeda de troca mais vantajosa para o Fluminense.
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Gostei também da recusa do Parreira pela oferta do Lúcio Flávio. É um bom jogador, mas só aparece no Botafogo. Nunca se firmou em nenhum outro clube. Coisas do futebol.
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Mas voltemos ao que interessa: a decisão da Taça Rio.
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Uma breve comparação entre as duas equipes sinaliza inicialmente para um equilíbrio de forças. Os pontos fortes do Flamengo, laterais e volantes, são justamente a desgraça tricolor. Até agora temos entrado em campo com apenas oito jogadores. Leandro e os outros dois volantes, quaisquer que tenham sido, não apresentaram nada que justificasse suas escalações.
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Torço desesperadamente para que o Parreira mantenha a promessa que fez ao assumir o clube e escale o Marquinho como segundo volante. Assim, pelo menos, teremos uma saída de bola melhor e menos sobressaltos com os contra-ataques.
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Do meio campo pra frente não há comparação. Somos bem melhores. Se aliarmos a técnica dos quatro à garra demonstrada por ocasião da última decisão entre os dois clubes, em 2005, em especial a do Leandro, a vitória estará garantida.
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É isso, galera. Técnica só não será suficiente, será preciso mais que isso, comer a grama se necessário e empurrar o urubu para trás. E aí é que reside a nossa participação, Vamos encher o Maraca e incentivar nosso Tricolor durante os noventa minutos.
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Quem não lembrar ou quiser recordar a decisão de 2005, (Fluzão 4 x 1), é só clicar:
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domingo, 5 de abril de 2009

Flamengo 1 x 1 Fluminense. Eta joguinho morno!

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Como era de se esperar o jogo foi de uma monotonia de dar dó, principalmente no primeiro tempo.
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Os reservas do Flamengo, querendo mostrar serviço, disputavam a bola com mais vigor e aprontavam correria em quase todos os lados do campo, enquanto o Fluminense parecia que jogava com o freio de mão puxado. Uma pasmaceira, um comportamento de treino, faltou a garra necessária para vencer o fraco reserva do urubu.
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A entrada de Alan foi proveitosa, visto que Fred visivelmente fora de forma não se aguentava mais em campo. Espero que esses seus dois últimos gols demonstrem ao Parreira que o Roger já era. A presença de Marquinho também melhorou a postura da equipe. Contudo, gostaria de tê-lo visto no lugar do Maurício.
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Ao final, Parreira declarou que faltou malícia ao time, que deveria ter prendido a bola no ataque em vez de tentar estocadas. Também acho, mas convenhamos que nem todos que estavam em campo sabiam tocar a bola. À exceção de Thiago, Conca e talvez Everton e Marquinho, os demais tratam a bola de "Vossa Excelência", como diz o Gerson.
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Perdemos duas oportunidades cristalinas de fazer o segundo gol, não convertemos e ... como quem não faz leva, fomos castigados no fim.
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Aliás, um fato que sempre passa despercebido de muitos e que sempre me preocupa é a mania absurda do FH socar a bola em direção à intermediária. Há muito, nossos volantes tem demonstrado incapacidade total de ganhar esses rebotes. Resultado: a bola sobrou para um rubro-negro, centro sobre a área e gol de empate. Lembrei-me muito do gol do Figueirense na Copa do Brasil de 2007, em pleno Maracanã. Já passou da hora do treinador de goleiros treinar melhor não só o FH como os demais.
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Fora isso, pouca coisa a acrescentar, a não ser é claro o penalti sofrido pelo Everton no primeiro tempo, lance que passou batido pela arbitragem e também pela mídia parcial.
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Para a semifinal, torço para que o Parreira melhore a saída de bola dos volantes. Escalar o Marquinho no lugar do Maurício pode ser a pedida, pois ele passa e marca melhor, o que tornará o time mais equilibrado. O primeiro volante pode ser escolhido na sorte, na base da "mão no saco", por exemplo, pois é tudo japonês e da pior qualidade.
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REFORÇOS?
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1. Felipe
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No camarote da Unimed a presença de Felipe ao lado de Celso Barros soa como indicativo da possibilidade do retorno do meia para substituir Thiago Neves no segundo semestre.
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Se for o Felipe que jogou no Vasco e no Flamengo será bem-vindo, mas se for aquele que perambulou pelas Laranjeiras vai ser de lascar.
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De qualquer maneira se impõe a contratação de um substituto de qualidade para o Thiago Neves, pois já ficou mais do que provado que o Conca sozinho não consegue dar conta da criação.
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2. Gêmeos
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Ainda sobre reforços, propalou-se na mídia que gestões estão sendo feitas junto ao Manchester United para trazer por empréstimo os gêmeos Rafael e Fabio. Em termos futebolísticos seria o máximo, mas em termos administrativos seria cômico se não fosse trágico.

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BOTA FÉ TRICOLOR. HOJE NÃO DEU, MAS NO DOMINGO O FLUZÃO DETONARÁ O URUBU!
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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Fluminense 2 x 2 Boavista. Misto insosso!

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Compromisso inadiável no horário esdrúxulo do jogo não permitiu a assistência da partida. Por esse motivo os comentários a seguir estão baseados na observação dos melhores momentos e nas reportagens da mídia. De qualquer modo, algumas conclusões podem ser tiradas de mais uma "experiência elucidativa" do Parreira.
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A primeira delas é o que o lançamento de jovens craques deve ser feita em doses homeopáticas e não um monte de vez. Esses atletas por melhor que sejam precisam entrar em equipes estruturadas para poderem desenvolver o seu potencial em toda a plenitude. Vejam o exemplo recente ocorrido com o Erick Flores no Flamengo.
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Lançado inicialmente quando o time estava uma verdadeira draga não mostrou nada de aproveitável em todas as vezes que esteve em campo. Ultimamente com a equipe mais arrumada, voltou com várias atuações de destaque, passando a ter a titularidade exigida pela crônica do mal.
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Dando os devidos descontos, na partida de ontem não gostei da zaga. Dalton foi driblado facilmente no lance do primeiro gol e de Digão, fora as botinadas, nada de aproveitável se viu. É claro que com as duplas de volantes escaladas, provavelmente até o Thiago Silva tivesse dificuldades para jogar.
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Voltando aos volantes, ou melhor, cabeças de área, ou talvez quem sabe "cabeças de bagre", não vejo muita opção entre as disponíveis para a escolha de uma dupla de respeito. Não tenho dúvidas quanto à titularidade do Diguinho após sua total recuperação. Leandro Bonfim até que poderia ser o segundo volante. Volante mesmo, mas ao que tudo indica continuará a ser adepto assíduo do "clube do chinelinho", do mesmo modo como ocorria no Vasco.
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Gostaria de ter tido chance de observar o Raphael Augusto, mas convenhamos que entrar numa partida com o time desentrosado, com um jogador a menos e ainda perdendo não é uma boa opção.
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Jailton, Fabinho, Wellington Monteiro, Maurício e Romeu, (atenção Parreira: Romeu não é e nunca foi meia!), são farinhas do mesmo saco. Não sabem passar, nunca cobrem os laterais e propiciam a maioria dos contra-ataques adversários. De todos, apenas Romeu e Fabinho tentam fazer essa cobertura. Fabinho , no entanto, comete faltas demais, daí a tendência de achar Romeu o melhor, ainda mais porque de vez em quando ele ainda faz uns golzinhos com chutes de fora da área. O resto poderia ir para a barca e com a soma de seus salários ser contratado um volante do nível do Cícero.
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Quanto aos laterais, ainda sendo criticados, prefiro aguardar vê-los jogar com dois volantes que saibam fazer cobertura.
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Tartá mostrou mais uma vez que, embora insistam em inventá-lo como atacante, sua posição é de meio-campista. Faltam experiência, compleição física e ritmo de jogo. Deveria ser aproveitado aos poucos durante as partidas para poupar os meias titulares, que se esfalfam em quase todo jogo tentando minimizar as deficiências dos cabeças de área.
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No momento, ainda não está pronto para ser o substituto do Thiago Neves no Campeonato Brasileiro, contudo se continuar nessa crescente será de grande utilidade ao elenco e provavelmente titular inquestionável em 2010.
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Roger ainda não me encanta e creio que nunca o fará. Apesar de algumas boas jogadas, como a cabeçada e o chute, após bom giro, defendido pelo goleiro do Boavista e o passe preciso para o Maurício na entrada da área, não vejo com bons olhos sua permanência no Fluminense. Gostaria sim de ter visto como se sairia o Dori, centro-avante que causou ótima impressão na Copa São Paulo de juniores.
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Domingo próximo teremos mais um Fla-Flu amistoso. Em época de crise pela segunda vez consecutiva os cartolas cariocas demonstram não saber armar uma simples tabela. Em campeonatos curtos com sistema de eliminatórias e com equipes fracas, sempre que os clássicos forem programados para a última rodada acontecerá isso. Talvez aprendam para o próximo ano.
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Parreira pensa em escalar o time principal contra o urubu. Será uma boa para obter ritmo e ganhar novamente de quatro. Temo apenas pela escalação do Fred por ainda não confiar em nosso departamento médico. Mas seja o que Deus quiser.
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VAMOS LÁ FLUZÃO, DETONAR O URUBU MAIS UMA VEZ!
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domingo, 29 de março de 2009

Fluminense 2 x 1 Botafogo. E o chororô dançou!

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Outra dupla fadada ao sucesso, se a diretoria não por novamente os pés pelas mãos vendendo-a antes do tempo
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Custou galera, mas finalmente o Fluzão resgatou a tradição e pôs a cachorrada em seu devido lugar.
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Parreira arriscou bastante ao escalar novamente dois cabeças de área. Recuso-me a considerá-los volantes. Volantes são atletas capazes de sair com a bola dominada e acertar os passes para os meias armadores e atacantes, como por exemplo: Hernanes, Lucas, Ramires, Arouca, Diego Souza, Cícero, bem diferentes dos nossos que só sabem desarmar, muitas vezes com faltas infantis e "alimentar" o ataque na base dos chutões.
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Arriscou também ao voltar com o Edcarlos, ainda sem condições técnicas que garantam sua titularidade. Graças a Deus levou o terceiro cartão amarelo e um vermelho, o que garantirá à torcida tricolor menos sobressaltos nos dois próximos jogos.
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Parreira se superou ao insistir com o Roger. Pode ter sido enganado, como ocorreu com esse blog por ocasião do primeiro tempo do jogo com o Fibrurguense, mas a realidade é que existem melhores opções no elenco, como mostrou o jogo de hoje.
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Acredito que antes das semifinais ele já tenha se decidido pelos onze titulares e reservas imediatos, escolhendo os melhores dentro do elenco.
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O desenho do jogo foi o mesmo dos encontros anteriores, com o Fluminense tentando pressionar e o Botafogo defendendo-se com o ferrolho de três zagueiros e três volantes e só indo à frente na base dos contra-ataques. O Fluminense por sua vez também pecava pela falta de criatividade já que seus zagueiros e principalmente cabeças de área teimavam em tentar sair jogando por meio dos famosos chutões.
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Foram poucos os momentos de emoção devido ao excesso de erros de passes. Mesmo assim, logo no início, Fernando Henrique salvou a meta tricolor por duas vezes na mesma jogada, dividindo a bola com Maicossuel e Thiaguinho.
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A resposta tricolor veio pouco depois quando Thiago Neves cobrou falta e Edcarlos escorou para fora. Em duas outras oportunidades Thiago obrigou Renan a duas defesas difíceis, a primeira num chute cruzado e a outra numa cobrança de falta no canto direito, desviado para escanteio. Houve ainda uma jogada de Everton Santos que invadiu a área e chutou cruzado para fora, quando poderia ter cruzado para o Roger.
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As duas alterações efetuadas por Ney Franco no intervalo de jogo tornaram o Botafogo mais compacto e perigoso. O domínio alvinegro se acentuou e foi premiado com o gol de Maicossuel aos vinte e seis minutos, em cobrança de penalti de maneira ridícula.
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Aos trinta minutos, a situação tricolor parecia que ia se complicar com a expulsão de Edcarlos numa falta bisonha, que cobrada por Juninho foi defendida com os pés por Fernando Henrique.
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Pouco antes do gol, Parreira que havia trocado seis por meia dúzia ao substituir Maurício por Fabinho, deu mostras de sua coragem e estrela com as entradas de Maicon e Alan nos lugares de Everton e Roger.
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Os garotos incendiaram o jogo, aprontando muita correria para cima da defesa contrária, até que aos trinta e quatro minutos, depois de receber de Mariano, Alan deu um belo giro e colocou no canto esquerdo de Renan.
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A partir daí a pressão aumentou até que em cobrança de falta ensaiada, aos quarenta e quatro minutos, Conca deu números definitivos ao marcador.
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Era o fim do jogo e a queda do tabu de não vencer o Chororô, cujos jogadores crentes que a zebra iria pastar no Maracanã "ad eternum" perderam a cabeça e agrediram Fabinho, chutando-o depois de caído. O juiz expulsou o Alessandro, mas fez vista grossa em relação ao Juninho, que permaneceu em campo. Xô, chororô!

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Louvável a atitude do departamento médico tricolor em decidir preservar o Fred para as semifinais. Melhor será que pare de liberá-lo para jogar coletivos e rachões, que só servem para piorar a lesão.

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PARREIRA DESISTA DA IDEIA DE DOIS CABEÇAS DE ÁREA. SUA TEIMOSIA PODERÁ CUSTAR O TÍTULO!
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quarta-feira, 25 de março de 2009

Friburguense 1 x 3 Fluminense. E as viradas continuam!

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Sem poder contar com Fred, o Fluminense foi surpreendido com o ímpeto inicial do Friburguense e logo aos quatro minutos Ricardo Berna teve que sair da área e com um chutão impedir a penetração de Hércules.
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O placar foi aberto logo aos nove minutos quando Ziquinha tentou cruzar da esquerda e acabou colocando a bola no fundo das redes, favorecido pelo erro de colocação de nosso goleiro.
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Apesar de continuar pressionando, o Friburguense não conseguiu se aproveitar do desequilíbrio momentâneo do Fluminense para aumentar a vantagem.
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O filme era o mesmo dos jogos anteriores com Conca e Thiago Neves recuando em demasia para tentar a armação de jogadas.
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A meu ver, esse tem sido o grande erro do Parreira, começar as partidas com dois cabeças de área tradicionais, sem a mínima intimidade com a bola, o que obriga o recuo em demasia de nossos habilidosos meias. O resultado também é sempre o mesmo: saídas para o ataque na base dos chutões.
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Espero que com o decorrer do tempo a experiência do Parreira o faça ver claramente que Wellington Monteiro só pode jogar de primeiro volante, que Romeu não é meia do mesmo modo que Tartá não é atacante e que Jailton e Fabinho são duas calamidades.
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Ainda bem que, como nas vezes anteriores, o erro de escalação foi corrigido com a entrada do Marquinho, que mesmo sem ser um craque renomado, possibilita uma saída de bola mais limpa e maior espaço na frente para Conca e Thiago.
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A partir da substituição e com a vantagem de contar com um homem a mais, o Fluzão se reencontrou, não sendo mais ameaçado.
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A bem da verdade, o Fluminense conseguiu equilibrar as ações ainda no primeiro tempo e até exercer certa pressão, que acabou resultando no gol do empate aos vinte e cinco minutos. O lance foi todo de Roger que se livrou da marcação da zaga e chutou rasteiro fora do alcance do goleiro.
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Cabe acrescentar um parágrafo sobre o Roger. Criticado por muitos, inclusive por esse blog, sua entrada foi produtiva. Fez um gol difícil, outras boas jogadas, enfim uma surpresa agradável. É bem provável, que com a orientação do Parreira, possa se tornar o substituto ideal para o Fred em seus impedimentos.
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Com o empate o Fluminense aumentou a pressão e a solução da equipe adversária para evitar os gols foi apelar para as faltas, o que resultou numa profusão de cartões amarelos e duas expulsões.
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O segundo tempo seguiu do mesmo modo com o Tricolor mais solto em campo, consequencia da entrada de um meia no lugar de um dos marcadores. A pressão surtiu efeito aos oito minutos por meio de Conca, que em grande jogada individual, partiu do meio do campo, driblou um monte e tocou rasteiro no canto esquerdo de Marcos. E o caixão foi fechado aos vinte e três minutos, quando Thiago Neves converteu o penalti cometido por Alex sobre João Paulo.
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Com 3 x 1 e dois homens a mais, o jogo tornou-se tranquilo até demais e mesmo impondo um ritmo menor várias oportunidades foram desperdiçadas.
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Com o resultado, Parreira manteve os 100% de aproveitamento nesse excelente retorno. Mas uma coisa ainda preocupa, a sua teimosia em escalar dois cabeças de área, mesmo sabendo que o elenco do Fluminense só tem draga nessa posição.
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Após o jogo, Thiago Neves reclamou do fato da equipe sempre tomar o primeiro gol. No entanto, Parreira amenizou a bronca declarando: "Não é bom levar o primeiro gol, mas às vezes uma vitória como essa dá mais moral do que uma goleada. É importante o time aprender a gostar de ganhar, além de que encaminhamos bem a nossa classificação".
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Permito-me discordar de nosso tarimbado técnico, pois de minha parte e acredito que na da maioria dos tricolores, preferimos as goleadas.
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É bom lembrar que em sua chegada, Parreira declarou que iria jogar com um só volante e até agora o que se vê são escalações contemplando dois homens de marcação que não sabem jogar.
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Aliás, só consigo enxergar no plantel tricolor o Diguinho como homem que marca bem e sabe sair jogando razoavelmente, isso se ele um dia voltar a repetir as atuações da época do Botafogo. Os outros são de arrepiar e já que não existe outro volante, o jeito é escalar apenas um dos cabeças de área, porque dois juntos é dose para mamute. Até agora tem dado para virar contra os clubes pequenos, mas até quando conseguiremos?
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Ainda assim, valeu Parreira.
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DÁ-LHE FLUZÃO. DESSA VEZ IREMOS DETONAR O CHORORÔ!
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domingo, 22 de março de 2009

Bangu 1 x 3 Fluminense. E rumo às semifinais!

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........ A dura marcação sobre Thiago, Conca e Fred foi a tônica do jogo
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Novamente Fred foi decisivo na vitória tricolor e bastou uma única chance para que ele balançasse as redes banguenses.
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O Tricolor não fez uma boa partida. A forte marcação adversária, facilitada pela natural falta de entrosamento, não permitiu que Thiago Neves, Conca e Fred atuassem com a desenvoltura habitual. Everton também não fez um bom jogo. Dispersivo e caindo para o meio, pouco produziu.
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As cinco alterações na equipe, duas por suspensões e três para observações do Parreira poderão ser apontadas como a causa do baixo rendimento. A realidade, porém, não foi essa. Ricardo Berna não teve muito trabalho e João Paulo mostrou um futebol ao nível do que apresentava Leandro.
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Cássio não comprometeu, mesmo sem ter sido muito exigido pelos atacantes do Bangu. Com mais tempo na equipe poderá se firmar e apresentar rendimento superior ao do Edcarlos.
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O calcanhar de Aquiles foi a dupla de volantes por não dar cobertura aos laterais, além da falta de habilidade para iniciar as jogadas.
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Com tudo isso e a determinação do Bangu de se defender para tentar explorar os contra-ataques o jogo se tornou insosso, sem emoção e com raras chances para os atacantes.
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A melhora se deu com o gol do Bangu, aos vinte e cinco minutos. Após a cobrança de escanteio, numa saída errada de nossa defesa, Tiano recebeu livre nas costas de João Paulo e cruzou rasteiro para Bruno Luiz marcar.
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O Fluminense acordou e aumentou a pressão, mas só conseguiu chegar com perigo aos trinta e seis minutos, num chute cruzado de Everton Santos quase alcançado por um carrinho de Thiago Neves.
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O empate veio logo a seguir. Em cobrança de falta da intermediária, Thiago Neves descobriu Maurício, que marcou numa cabeçada com estilo.
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No segundo tempo, o Flu voltou com Marquinho no lugar de Maurício e adiantou um pouco a marcação, mas a situação pouco se modificou. O Bangu continuava a gastar o tempo tentando garantir o empate.
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Parreira então tentou nova cartada, substituindo aos vinte minutos Everton por Maicon, orientando-o a cair pela direita do campo.
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E o efeito foi sentido nove minutos após. Maicon foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro para Fred, que com seu “faro de gol”, mandou a bola com calma e categoria para o fundo das redes.
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Na comemoração todos sem exceção correram para abraçar Maicon, autor de 99,9% do gol, segundo o próprio Fred.
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A partir daí, o Fluminense dominou o jogo e o terceiro gol não demorou a sair. Após rebote do goleiro, a bola chutada por Marquinho desviou em Fred e sobrou limpa para Luiz Alberto, que com muita tranquilidade assinalou o terceiro.
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Era fim de festa e mais uma vitória tricolor.
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E viva o Marcão!

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É isso aí galera. Vários volantes contratados desde a saída do Marcão, boicotado de maneira ignóbil pela dupla dinâmica Branco/Renato Gaúcho, e nenhum deles consegue se aproximar de sua eficiência. E vejam que Marcão, embora ídolo da torcida pela sua garra e dedicação, não é nenhum craque diferenciado.
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Com relação ao jogo, o Fluminense ganhou sem apresentar um futebol digno de uma grande equipe. Embolando pelo meio teve muita dificuldade para furar o bloqueio banguense.
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Os buracos no meio campo eram visíveis e a inoperância dos volantes, sem dúvida a pior dupla escalada pelo Parreira desde o seu retorno, obrigava Conca e Thiago Neves a voltarem para tentar armar alguma jogada.
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O ataque voltou a ser alimentado por chutões e com isso tanto Everton como Fred, isolados, eram neutralizados pelos defensores adversários.
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Enquanto Parreira não definir a melhor dupla de volantes e der a ela tempo necessário para o entrosamento adequado, iremos sofrer em todas as partidas tomando gols oriundos quase sempre de erros nas saídas de bola. Já é hora de definição. As experiências, se é que devam continuar, poderão ser realizadas durante os treinamentos
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Os adversários já enxergam esse fato desde a época de René e colocam dois e até três marcadores em cima de nossos atletas, principalmente os mais habilidosos, como Thiago Neves, Conca e Fred. A foto postada retrata a situação.
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Como consequência, Conca fica extenuado e não consegue produzir o seu belo futebol no decorrer dos noventa minutos, obrigando o treinador a queimar uma substituição em quase todo jogo.
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Ainda bem que Carlos Alberto Parreira é um técnico tarimbado que enxerga o jogo muito bem e tem conseguido reverter os placares adversos. Nos clássicos, entretanto, as viradas serão mais difíceis de acontecer, como provam as recentes derrotas indesculpáveis para Botafogo.
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Fred deve ser poupado
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Fred deixou o campo sentindo novamente a virilha. O desejo de muitos tricolores é que ele seja poupado na próxima rodada para estar em plenas condições no clássico com o Botafogo. O jogo com o Friburguense está marcado para a próxima terça-feira em Friburgo e seria uma temeridade a escalação de um atleta lesionado.
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Tomara que Parreira use o seu bom senso e não deixe a decisão apenas nas mãos do Departamento Médico.
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segunda-feira, 16 de março de 2009

Fluminense 3 x 1 Macaé. E como escreveu a galera: "Fred chegol."

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....... O artilheiro marcou dois gols na estreia com a camisa do Fluzão
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E chegol mesmo. Duas piabas para começar. E ainda que longe de suas melhores condições físicas e técnicas evidenciou que a carência de um matador está com seus dias contados.
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O jogo foi complicado, principalmente na primeira etapa, onde o sistema de marcação do Macaé esteve muito bem. Embora dominando quase que completamente a partida, o Fluminense teve dificuldades para penetrar na defesa adversária e quando o fazia os arremates não surtiam o efeito desejado.
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Paradoxalmente, como ele próprio declarou na coletiva, no primeiro tempo, Fred parecia estar preso ao gramado, sem mobilidade e sem o tempo de bola necessário para suplantar os adversários.
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Thiago Neves se apresentava sem inspiração, errando incrivelmente passes e finalizações que nos áureos tempos teriam o destino certo. Conca com certa apatia também pouco produzia.
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Então as deficiências defensivas de sempre vieram à tona. Bastaram apenas dois arremates para que sofrêssemos o gol. E ele veio de modo bisonho. Romeu errou um passe fácil no meio campo e propiciou o lançamento de Bill para o atacante Wallacer vencer FH com uma cabeçada suave, mas certeira. FH chegou a tocar na bola sem conseguir desviá-la. Talvez se estivesse um pouco menos adiantado poderia ter tido êxito. Confesso que senti um friozinho na barriga com medo de estar renascendo ali o antigo "mão de alface".
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O gol do Macaé evidenciou mais uma vez a dificuldade de nossa zaga com as bolas aéreas. Tanto Luiz Alberto como Edcarlos perdem quase todas para os adversários, seja na defesa ou no ataque, quando muitas vezes chegam a atrapalhar os atacantes.
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Penso que com a chegada do Fred, Parreira poderia armar um esquema tal que evitasse que os dois fossem ao ataque ao mesmo tempo, porque depois da saída do Thiago Silva essas incursões têm sido inócuas e uma tranquilidade para os adversários. Uma oportunidade ao Cássio já se anuncia como viável.
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O saldo positivo é que mesmo perdendo a equipe não esmoreceu e continuou pressionando e comandando o jogo, ainda que de modo atabalhoado.
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Veio o intervalo e Parreira corrigiu o erro de escalação. Substituiu Romeu por Leandro Bonfim. A mexida melhorou sensivelmente a objetividade da equipe. Não que ele seja uma exuberância de jogador, mas pelo menos tem uma saída de bola melhor.
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A realidade é que Romeu, ao contrário do que Parreira apregoou, não é meia, é volante e, por sinal, melhor que Fabinho e Jailton. Sem ser um craque renomado, marca melhor do que apoia e de vez em quando ainda acerta alguns chutes de fora da área. Sua escalação como meia foi uma das idiossincrasias de René Simões, que a bem da verdade, preferia jogar com dois ou três "cabeças de área" marcadores.
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Wellington Monteiro não chegou a comprometer, embora o adversário tenha atacado pouco. Não sei não, ainda acho Diguinho o mais qualificado do plantel para jogar como primeiro (e tomara que único) volante.
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Com a expulsão do André Gomes aos oito minutos, o time teve mais espaço para jogar. Parreira esperou cerca de doze minutos e então mostrou ousadia e substituiu de uma só vez os dois laterais, colocando Maicon e Marquinho abertos pelas pontas. A partir daí e com Fred se soltando cada vez mais, a virada seria questão de tempo.
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E água mole em pedra dura ... e foi assim que aos vinte e três minutos, Conca numa cobrança de falta milimétrica colocou a bola na área para Fred marcar o seu primeiro gol com a camisa tricolor.
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Menos de dez minutos após, o mesmo Conca numa metida de bola magistral colocou Everton Santos na cara do gol. O chute explodiu no travessão e no rebote Thiago Neves, de voleio, estufou as redes do Macaé sem apelação.
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O time se soltou de vez e aos quarenta e dois, Marquinho centrou para a área, Everton raspou de cabeça na direção de Fred, que teve tranquilidade para matar a bola no peito e com um toquinho deslocar o goleiro. Era o fim da zebra e a confirmação da vitória.
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Fred pôde mostrar toda a sua categoria. Certamente quando recuperar a plenitude de suas condições físicas será um tormento para as defesas adversárias.
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Thiago e Conca também parecem estar necessitando de melhor condicionamento e quando isso acontecer e o clube conseguir suprir as deficiências gritantes de algumas posições, ninguém vai segurar o Fluzão. E ainda tem o Leandro Amaral em recuperação.
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A torcida fez a sua parte. 25.841 espectadores, num domingo chuvoso, com o jogo transmitido para o Rio pelas TV's Globo e Bandeirantes e ainda a incerteza quanto à estreia de Fred. Nos próximos, certamente teremos casa cheia.
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DÁ-LHE FRED, DÁ-LHE THIAGO NEVES, DÁ-LHE CONCA, DÁ-LHE EVERTON, DÁ-LHE PARREIRA!
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DÁ-LHE FLUZÃO!
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quinta-feira, 12 de março de 2009

Fluminense 2 x 1 Volta Redonda. Vamos melhorar!


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Não foi uma apresentação dos sonhos, discreta até. Mas valeu pelos três pontos e os 100% de aproveitamento. Em comparação com a Taça Guanabara, a melhora foi sensível, pois nas duas primeiras rodadas daquela competição a equipe só conseguiu um mísero ponto, mesmo jogando contra adversários mais fracos.
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Com o decorrer dos treinamentos, Parreira achará a formação ideal e se for com um volante só, como apregoou em sua apresentação, melhor ainda.
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O jogo já foi sobejamente dissecado pela mídia escrita e televisiva, de modo que dessa vez, vou me ater apenas às declarações do próprio treinador.
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"E agora fica mais fácil trabalhar em cima dos erros cometidos depois de uma vitória. É muito bom estrear vencendo"”.
"Sofremos um gol de bola parada. Júnior Baiano é difícil de ser marcado, tem bom tempo de bola. Se fosse para tomar gol, não poderia ser dele porque sabemos as suas características".
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Aqui vai uma dica, amigo Parreira. Desde há muito tempo o Fluminense vem tomando gols de bola parada, principalmente em escanteios, por deficiência de posicionamento da defesa. O problema de ontem não foi o Junior Baiano e sim os zagueiros pularem de costas para o ataque e ficarem sem a mínima noção do que virá por trás. No jogo de ontem, aconteceu duas vezes, na primeira, tomamos o gol e na segunda Fernando Henrique espalmou para escanteio. Contra o Botafogo na semifinal da Taça GB foi a mesma coisa, Edcarlos só sentiu a presença do Fahel na hora da cabeçada certeira. Aliás, já está mais do que na hora de ser dada uma oportunidade ao Cássio.
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"Romeu não estava jogando como volante. O seu posicionamento dentro de campo era praticamente o de um meia. Temos esta opção. Mas vamos testar outras formações e observar muitos outros jogadores".
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Romeu não ó o homem para essa função. Acompanho-o desde os juniores. No máximo pode jogar no lugar do Fabinho. Na partida de ontem, esteve perdido em campo. Não conseguiu dar continuidade às jogadas e algumas vezes, desarmado facilmente, propiciou contra-ataques perigosos. Se for mantido aí, vai ter que treinar umas dezoito horas por dia.
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"Temos bons jogadores. Um grupo jovem, com tempero ideal. Agora falta a química e o entrosamento".
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O elenco tem bons jogadores e alguns craques, tem também cabeças de bagre, contratados no desespero, por influência de empresários ou até mesmo com base em estatísticas. Não há necessidade de citá-los, a torcida os conhece bem e em pouco tempo um treinador do nível do Parreira os identificará facilmente.
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Agora que Diretoria (por ora merecendo receber novamente o D maiúsculo) e Unimed finalmente fizeram contratações acertadas, posso falar sem medo de alguma forma contribuir para a volta do "boleiro falastrão" que foi ele quem teve o mérito de saber posicionar corretamente os melhores armadores que atuam no Brasil.
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Conca e Thiago Neves se consagraram na Copa Libertadores, reconhecidos unanimemente pela mídia e até pelo técnico do genérico paulista, que tentou por todas as formas sua contratação. Conca se posicionava mais atrás e armava as jogadas a partir da intermediária, enquanto Thiago dava continuidade do meio campo para frente.
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A bem da verdade havia o Cícero para completar o tripé, que funcionou às mil maravilhas. Atualmente, o Fluminense não possui jogador do mesmo nível. Se o Tinga realmente vier, o problema fica solucionado.
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O fato marcante, entretanto, é que não se sabe por que cargas d’água o time passou a fazer as saídas de bola com o Fabinho. Aí é dose para elefante. Tenho a certeza absoluta de que cedo o Parreira enxergará essa aberração e também outras inventadas após contratações equivocadas, como a de Roger, por exemplo, hoje finalmente relegada a plano secundário com a chegada do Fred.
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Para resumir bem o pensamento da torcida tricolor, permito-me reproduzir a seguir as observações do amigo Denilson, publicadas no Blog do Torcedor Tricolor, de João Marcelo Garcez.
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QUEM TEM que ARMAR o JOGO no FLU? (Denilson in “Blog do Torcedor Tricolor”, de João Marcelo Garcez)

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"O FLU tem os dois melhores meias-armadores do Brasil — CONCA e THIAGO NEVES – sendo que THIAGO NEVES do meio pra frente e CONCA armando as jogadas a partir da intermediária do FLU, inclusive buscando a saída da bola junto aos zagueiros, distribuindo e se posicionando pra chutar a gol de meia distância.

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Pelo menos foi assim que ambos jogaram durante a Libertadores do ano passado e se consagraram como grandes jogadores, até porque CONCA tem muito mais noção de marcação do que THIAGO NEVES que é apenas “cercador”.

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O que vemos este ano? Vemos FABINHO recebendo as bolas dos zagueiros tricolores e distribuindo aqueles passezinhos curtinhos (como ele) de um ladinho para o outro ladinho, enquanto CONCA se posiciona mais à frente, entre os marcadores adversários, quase de costas para eles, o que facilita a sua marcação.
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Isso tem sido ainda mais fácil de perceber porque TODOS os times que o FLU enfrentou este ano se posicionaram na defesa, com os onze jogadores no seu próprio campo (inclusive vascuzim e foguim) e, PROPOSITALMENTE, deixam FABINHO livre para receber a bola e ser o jogador (eu disse jogador? oh, céus!) que pode armar as jogadas.

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Vejam ilustres Tricolores, que não há a menor chance de um negócio desses dar certo, ainda mais quando o jogador que o adversário deixa livre para "armar" é o FABINHO TRASTE, aquele que não sabe chutar, nem passar a bola, não consegue correr, não sabe cabecear e sequer marcar, pois em todas as bolas que disputa faz a falta.

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Portanto, é recomendável que CONCA atue mais recuado pra vir buscar essa primeira bola e ser o responsável pela saída de jogo, pela armação e distribuição dessa PRIMEIRA BOLA, é claro que o cabeça-de-área, então e nessa hora, deverá se projetar entre os jogadores de meio campo do adversário para chamar a marcação pra si e tentar deixar o CONCA o mais à vontade possível pra jogar e fazer a armação das primeiras jogadas e executar a saída de bola do FLU com qualidade.

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É evidente, porém, que o cabeça-de-área precisa ser um jogador com alguma qualidade técnica e domínio de bola para que possa merecer a marcação do adversário, mas precisará, também, ter velocidade e explosão para o caso de a bola vir a ser tomada pelo adversário. Significa dizer que esse jogador não pode e não deve ser FABINHO ou JAILTON. Na minha opinião, esse jogador tem que ser DIGUINHO.

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Já o THIAGO NEVES deve ser o ALVO PREFERENCIAL dos passes do CONCA, pois THIAGO é aquele segundo armador, responsável por dar prosseguimento às jogadas então iniciadas pelo CONCA (primeiro armador) THIAGO é o cara que, normalmente, deverá dar o passe final para a finalização ou mesmo ser o finalizador.

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Confio que, em pouco tempo, PARREIRA vai resolver o problema".

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ATENÇÃO GALERA TRICOLOR!
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TODOS AO MARACANÃ NO PRÓXIMO DOMINGO PRESTIGIAR A ESTREIA DO FRED.
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VAMOS MOSTRAR A PUJANÇA DO FLUMINENSE, FUTURO CAMPEÃO CARIOCA E DA COPA DO BRASIL 2009.
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DÁÁÁÁÁ-LHE FLUZÃO!
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FRED SENTE A VIRILHA

Em meio à euforia tricolor, uma notícia preocupante. No treinamento dessa quinta-feira, Fred queixou-se de dores na virilha. Submetido a uma ressonância magnética, o exame apontou uma pequena lesão. O médico Michael Simoni ainda não descartou a presença de Fred no jogo de domingo, preferindo aguardar a evolução nos próximos dias.
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Torçamos para a recuperação e a estreia no próximo domingo. Se não der, bola pra frente. Será melhor curá-lo de vez do que forçar a barra e agravar a contusão.
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segunda-feira, 9 de março de 2009

MESQUITA 0 x 1 FLUMINENSE. A ERA DO SUFOCO ESTÁ POR POUCO!

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A rigor o Fluminense não sofreu nenhum susto, mas continuou apresentando um futebol morrinhento. Ainda bem que para felicidade geral da nação tricolor mais uma vez Everton Santos deixou o dele, após receber passe açucarado de cabeça de Thiago Neves. Deve-se ressaltar também a clarividência do Tartá no centro inicial para Thiago.
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Aliás, durante toda a partida apenas dois centros longos foram certeiros, o do Tartá e o do Edcarlos, logo no início, colocando o João Paulo na cara do gol, que chutou em cima do goleiro adversário.
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O restante foi muita dificuldade para furar a retranca do Mesquita, mesmo com toda a pressão exercida nos noventa e poucos minutos de partida.
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Parreira observou tudo com muita atenção e viu que terá muito trabalho pela frente. Precisará urgentemente de dar um padrão de jogo à equipe e posicionar corretamente sua defesa.
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Chegou e viu de cara que um time para ser campeão não pode ser escalado com três volantes, fato que nenhum dos técnicos anteriores percebeu. Deve ter observado também que Fabinho e Romeu não podem ser os iniciadores das jogadas pelo meio.
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Tanto que declarou que pretende jogar com apenas um volante. O fato de ter conversado com o Jailton isoladamente, por considerá-lo experiente por sua passagem pelo Flamengo, é que preocupa, pois sem dúvida alguma, ele é o menos habilidoso dos volantes do plantel. Perde até para o Fabinho, coisa difícil de acreditar. Seria proveitoso que alguém mostrasse a ele os tapes dos jogos do Flamengo no decorrer do ano passado.
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Não confirmou a chegada de novos reforços e não quis falar sobre a possibilidade de tentar as contratações de Gabriel e Tinga.
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O certo é que precisa promover um enxugamento no elenco, muitos volantes e alguns atacantes sem qualidade poderiam ser devolvidos aos seus clubes de origem.
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Parreira terá que caprichar também no treinamento dos fundamentos, principalmente passes e cruzamentos para a área, porque até Conca e Thiago Neves parecem que desaprenderam, não tendo acertado um sequer.
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Precisará incutir na mente de cada um para deixarem o individualismo de lado. O passe para um companheiro melhor colocado é o que muitas vezes decide um jogo.
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Com um pouco de tempo e paciência teremos novamente um Fluminense forte, digno de suas tradições, pois são poucos os clubes no Brasil que conseguem reunir craques como Fred, Thiago Neves, Conca, Diguinho, Leandro Amaral, Everton Santos, além de jovens promessas como Tartá e Maicon, capitaneados por um treinador de fato e não boleiros ou psicólogos de ocasião.
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É só aguardar, torcida tricolor.
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VAMOS LÁ FLUZÃO! RUMO AO TRIGÉSIMO PRIMEIRO ESTADUAL E AO BI DA COPA DO BRASIL!
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sábado, 7 de março de 2009

Feliz retorno, Parreira!

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Vinte e cinco anos depois da conquista do histórico título do campeonato brasileiro, Carlos Alberto Parreira está de volta.
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Em seu site oficial, o Fluminense confirma a apresentação do treinador para a manhã desse sábado, às 11 horas, ocasião em que Parreira anunciará os novos componentes da Comissão Técnica do clube.
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A torcida tricolor exultante espera que a experiência do treinador aliada à qualidade dos craques atuais volte a produzir aquela química que sempre fez do Fluminense um dos clubes mais poderosos e temidos.
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É certo que elenco apresenta um certo desequilíbrio, principalmente nas laterais e no meio campo, onde falta um volante que saiba sair para o jogo. Temos a certeza absoluta de que Parreira terá todas as condições para reorganizar o plantel, não só com sugestões para suprir as carências, como também para enxugá-lo adequadamente. Será que finalmente a torcida tricolor vai conseguir se livrar de Fabinho, Jailton, Leandro Domingues, Marquinho, Roger, etc?
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Há muito nosso Tricolor não possui um técnico realmente de ponta no comando de sua equipe profissional. Competente, experiente e acima de tudo com uma educação e fidalguia dignas de um clube como o Fluminense.
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Com René Simões, em termos de educação e polidez, o Fluminense também estava bem servido, mas infelizmente o time não deu liga e como sempre acontece a corda rompe no lado do treinador. Dessa vez, no entanto, em sã consciência não se pode discordar da diretoria, pois uma equipe com os dois melhores meias do país não poderia continuar vivendo de chutões.
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Ao René, o agradecimento pela recuperação na reta final do Campeonato Brasileiro do ano passado e votos para sucessos futuros em outras agremiações.
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FLUMINENSE 3 x 0 NACIONAL-PB. Classificação tranquila.
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Mesmo não convencendo completamente, o Fluminense conseguiu a classificação sem muita dificuldade. A fragilidade do adversário ficou patente durante toda a partida. Aplicando menos botinadas que na partida anterior, o Nacional sucumbiu sem exigir muito do Tricolor.
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Leandro mostrou pela primeira vez um pouco do futebol exibido em clubes anteriores e Conca provou que não pode ficar na reserva.
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Tartá não deve tornar a ser escalado como atacante. Nas divisões de base, sempre jogou como meia, tendo inclusive confirmado esse fato nas entrevistas. Colocá-lo aos poucos em substituição ao Conca e Thiago Neves talvez seja a solução para o segundo semestre, pois com a experiência adquirida poderá vir a ser o substituto do Thiago, quando de sua saída.
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Leandro Domingues decepcionou mais uma vez. Não sei onde estavam com a cabeça aqueles que o contrataram. Edcarlos é outro que está precisando ceder a vez para o Cássio.
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Mas o que interessa mesmo é que o Fluminense está classificado para a próxima fase e em condições de reeditar o título de 2007.
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LEANDRO AMARAL
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Aqueles que continuam reclamando das atuações do Leandro Amaral deveriam se tocar e perceber que a sua baixa produtividade tinha que ter uma explicação. E ela veio a público nessa quinta-feira. Seu joelho direito estava "baleado", sendo necessário submetê-lo a uma artroscopia para sua restauração.
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Teria o Departamento Médico do clube "comido mosca" durante todo esse tempo? É um fato para reflexão.
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DÁ-LHE FLUZÃO, AGORA SEREMOS CAMPEÕES!
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