sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Fluminense 2 x 1 São Paulo. A caminho do tetra!

Jean num lançamento digno de Deco e Fred numa cabeçada genial deram a vitória ao Tricolor.


A cada rodada aumenta minha convicção de que o Fluminense será o campeão desse ano.

Para vencer uma competição equilibrada como o Campeonato Brasileiro, além de possuir um elenco diferenciado, tanto em qualidade como em quantidade, o clube precisa ser bafejado pela sorte.

Só assim conseguirá superar as contusões, apresentações ruins e também arbitragens calamitosas, muitas vezes orientadas para ajudar um ou outro concorrente.

E é sobre esse prisma que o Fluminense tem tido mais sorte do que a falta dela, pelo menos até aqui, conseguindo vitórias contra adversários que jogaram melhor, como aconteceu contra Flamengo e Náutico e suplantando “os erros” de interpretação de juízes e bandeirinhas ocorridos contra o Coritiba e São Paulo.

É verdade que nem sempre será possível superar a “cara de pau” de alguns bandeiras tendenciosos, que assinalam impedimentos inexistentes e induzem os árbitros a anular gols legítimos, como foram os casos do gol de Samuel contra o Santos e, o pior de todos, o de Fred contra o Atlético Mineiro.

Euzébio se antecipa à zaga e a Ceni e faz o primeiro.

A contusão do Anderson não deixou de ser outro golpe de sorte, porque só assim Abel foi obrigado a reeditar a zaga vitoriosa de 2010, porque embora Leandro Euzébio não seja um craque de primeira grandeza, tem demonstrado superioridade sobre o antigo titular.



O triunfo sobre o São Paulo, com a superação das ausências de Deco, Wellington Nem e Marcos Junior e a necessidade de antecipar o retorno de Rafael Sobis, ainda sem as condições ideais, foi mais uma prova de que o título está a caminho.

O time conseguiu superar todos esses percalços e ainda mais um erro de arbitragem, que inverteu a falta originária do gol paulistano.

A apresentação não chegou a ser brilhante, mas teve a consistência necessária para derrotar mais um forte concorrente direto.

Abel escalou o que tinha de melhor e procurou não inventar muito, apesar da  arriscada decisão de manter o Sobis em campo durante os noventa minutos.

A retirada de Wagner para a entrada de Diguinho quando ainda faltavam vinte minutos para o término pareceu-me precipitada e um tanto preocupante porque poderá ser a sinalização de recaída de nosso treinador para ressuscitar o “esquema cauteloso” que não vence ninguém, deixando Diguinho no time e sacando o Jean.

A vitória de ontem permite destacar algumas observações importantes.

A começar pela boa fase de Cavalieri, que novamente esteve presente nos lances difíceis. Temo pela corrente que alguns começaram a fazer pedindo sua presença nos jogos caça-níqueis da seleção de Mano.

A zaga não deu chances aos adversários. A falha no gol de Cícero deveu-se principalmente a um erro de posicionamento do Wallace, que ontem não esteve bem, embora tenha recuperado a bola para a jogada que deu origem ao gol do Fred.

Jean evolui cada vez mais e pode ser que finalmente o Fluminense venha a dispor de um volante que saiba sair jogando, peça inexistente na equipe desde a incompreensível perda do Arouca.

Fred nem precisa jogar bem, basta um ou outro lampejo de craque para garantir a vitória.

Wagner é outro que melhora. Ainda não é o substituto ideal para o Deco, mas sua presença rende mais do que o monte de volantes das abomináveis retrancas, como a que esteve em campo contra o Grêmio.

Sobis ainda vai precisar de tempo para recuperar a forma, mas é a única opção disponível para as ausências de Wellington Nem e Marcos Junior.

Thiago Neves ainda não voltou a ser o mesmo de antes da cirurgia. Demonstra confiança, mas não consegue executar seus dribles característicos e arremates precisos. Deveria ser orientado para procurar mais o jogo coletivo, ao menos até estar totalmente recuperado.

E pelo fato de estar vencendo com todas essas dificuldades é que antevejo o Fluminense como campeão de 2012, principalmente se contarmos com maior capricho do departamento médico e dos fisiologistas tricolores.

E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 2 x 1 São Paulo

Local: São Januário (RJ); Data: 09/08/2012
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Assistentes: Nadine Câmara Bastos (SC) e Bruno Boschilia (PR)
Gols: Leandro Euzébio, aos 35' e Cícero, aos 43' da primeira etapa e Fred, aos 5' da segunda.

Fluminense: Diego Cavalieri; Wallace, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner (Diguinho, 26'/2ºT) e Thiago Neves (Matheus Carvalho, 34'/2ºT); Rafael Sobis e Fred (Rafael Moura, 13'/2ºT). Técnico: Abel Braga.

São Paulo: Rogério Ceni; João Filipe (Paulo Assunção, 24'/2ºT), Rafael Toloi e Rhodolfo; Douglas, Denilson, Maicon (William José, 14'/2ºT), Jadson e Cortez, Ademilson e Cícero (Casemiro, 31'/2ºT). Técnico: Ney Franco.


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São Paulo negocia Lucas por R$ 108 milhões.


O fato comprova que sempre que um clube formador tiver paciência suficiente para aguardar o momento exato de negociar suas revelações obterá resultados condignos.

As catastróficas administrações tricolores, presentes no clube desde a década de 90 e que atingiram o auge nos anos 2000 , fizeram a alegria de empresas e procuradores inescrupulosos que ficaram com a maior parte do bolo, deixando apenas migalhas para o clube.


Marcelo, Diego Souza, Arouca, Thiago Silva, Rafael, Fabio, Wellington Silva, Maicon e Alan são exemplos típicos de negociações desastrosas que pouco beneficiaram o Fluminense.


A safra atual apresenta vários candidatos a craque e o Presidente Peter Siemsen comprometeu-se em mantê-los o maior tempo possível.


Que assimile a lição dada pelo São Paulo e quando se desfizer de Wellington Nem, Marcos Junior ou qualquer outro o faça por um valor que pelo menos permita a construção de um CT e a recuperação do Estádio das Laranjeiras para os jogos de pouco apelo.


E que tome bastante cuidado com a Traffic, que pela aparente inércia atual, pode estar aprontando outra armadilha para o clube.


(fotos: Lancenet.com.br / Mauro Pimenta)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Coritiba 0 x 2 Fluminense. Xô uruca!

Fred a um gol da artilharia.  (foto: Terra.com.br / Heuler Andre / AGF)

  
Existem fatos curiosos que só acontecem no futebol. Os jogos do Fluminense contra o Coritiba realizados no Paraná constituem um capítulo a parte nos confrontos entre os dois adversários.

É inexplicável como, independentemente da qualidade das equipes e seus momentos nos campeonatos, o Coritiba em seus domínios tem sido um osso duro de roer para os tricolores.

Diversas vezes, mesmo jogando melhor, a vitória não vinha, ou porque a defesa falhava em algum momento ou a arbitragem dava uma mãozinha ao time da casa.

E assim, desde o longínquo 1988, os torcedores tricolores têm acumulado frustrações contra os curitibanos.

Alegria mesmo só em 2009, quando o empate coroou a campanha dos guerreiros e manteve o Fluminense na primeira divisão.

Pois bem, depois de um longo e tenebroso período, o Fluminense venceu e venceu com autoridade, mantendo o domínio na maior parte do tempo.

Sofreu alguns percalços, é verdade, neutralizados por Cavalieri que se encontra na melhor fase desde que chegou ao clube.

Dessa vez nem os erros de arbitragem foram capazes de derrotar o Fluminense.  

Nem domina no ombro (foto: Terra.com.br / Heuler Andre / AGF) 

O primeiro lance polêmico surgiu aos vinte e oito minutos, quando Wellington Nem dominou na grande área e chutou para o fundo das redes. O lance foi anulado pelo assistente que marcou um suposto domínio de bola no  braço.

O outro, no início do segundo tempo, quando Fred recebeu de Deco, dominou a bola e ao ficar frente a frente com Vanderlei teve a jogada invalidada pela marcação de impedimento inexistente, já que um zagueiro que havia escorregado ao tentar sair da área dava totais condições ao atacante tricolor.

Confesso que cheguei a temer o pior quando Deco e Wellington Nem sentiram contusões antes dos quinze minutos, mas dessa vez Wagner e Marcos Junior entraram bem e acabaram contribuindo de forma decisiva para os gols da vitória há tanto tempo esperada.

(foto: Lancenet.com.br / Felipe Gabriel)

Alívio pela decisão de Abel, que em vez de embolar o ataque com a presença de dois centroavantes, como cansou de fazer em ocasiões semelhantes, optou pela manutenção do esquema com Wagner e Marcos Junior fazendo as mesmas funções.

Se mantiver a coerência nas próximas escalações, o Fluminense tem tudo para terminar o primeiro turno na liderança, ou bem perto dela, em que pesem as possíveis ausências de Deco e Wellington Nem.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Coritiba 0 x 2 Fluminense

Local: Couto Pereira, Curitiba (PR);  Data: 05/07/2012

Árbitro: Wagner Reway (MT)

Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (FIFA-GO) e Kleber Lúcio Gil (SC)
Gols: Pereira (contra), aos 37 e Fred, aos 39' do segundo período.
Cartões amarelos: Gum, Edinho e Digão.

Coritiba: Vanderlei, Ayrton, Pereira, Bonfim e Lucas Mendes; Junior Urso, Chico (Gil, 21'/2ºT), Lincoln (Thiago Primão, 26'/2ºT) e Robinho; Everton Costa (Roberto, 30'/2ºT) e Leonardo - Técnico: Marcelo Oliveira.

Fluminense: Diego Cavalieri, Wallace, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho Digão,41’/2ºT), Jean, Deco (Wagner, 9'/2ºT) e Thiago Neves; Wellington Nem (Marcos Júnior, 12'/2ºT) e Fred - Técnico: Abel Braga.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Ainda sobre o roubo de domingo.


A diretoria do Fluminense formalizou uma representação contra o trio de arbitragem que atuou no jogo com o Atlético-MG.

O documento foi protocolado na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro e será encaminhada à CBF.

A intenção tricolor é demonstrar a insatisfação com a forma como foi conduzida a partida e impedir que nenhum dos três envolvidos seja novamente escalado em jogos do clube.

Não sou partidário do “chorôrô”, expediente utilizado em demasia por outro clube carioca, mas o comportamento estranho do bandeirinha, ao anular o gol legítimo de Fred, impõe que se sejam tomadas todas as medidas possíveis para evitar que ele volte a atuar em jogos do Fluminense.

Grande parte da mídia, a cretina, dirá que erros ocorrem em quase todos os jogos e que ao final do  campeonato os prejuízos se anulam.

A assertiva é meio verdade porque existem ocasiões em que o prejuízo é irrecuperável. No jogo em questão, a vitória colocaria o Fluminense a três pontos do Atlético e a um do Vasco, ou seja, mais firme na disputa do título, o que só não ocorreu por um ato inescrupuloso.

Além do mais, existem provas de que muitas vezes não se trata de erros e sim de má fé mesmo, ou alguém duvida que o Brasileirão de 2005 não tenha sido arranjado?

Portanto, é importante que dirigentes e torcedores tricolores fiquem atentos para que essa turma não tenha nova oportunidade para garfar o Fluzão.

A seguir, a transcrição do post de Gustavo Albuquerque, publicado no blog FLUPRESS no site Globoesporte.com, sobre o assunto.

Vicente Romano Neto
dom, 29/07/12 
por Gustavo Albuquerque 


"O Fluminense será o campeão brasileiro de 2012.  
Não, você não irá ler isso amanhã.
Amanhã você vai abrir o jornal e lerá em algumas das linhas que tratarão sobre o jogo de hoje: erro do bandeira tira a vitória do Fluminense.
E então, depois de fazer a barba e tomar o café, ficará se lamentando.
No seu lugar eu refletiria um pouco.
Erro?
Não há qualquer campeonato de futebol, não houve qualquer campeonato de futebol e não haverá qualquer campeonato de futebol sem erros de arbitragem.
É conversa chata reclamar de juiz e bandeirinha. Não conheço tricolores que tenham prazer de discutir o assunto.
Até porque – não dá para contrariar o óbvio – todos os clubes – o Fluminense inclusive – já perderam e ganharam partidas em razão de equívocos dos árbitros.
É claro que o impedimento que o bandeirinha assinalou não existiu.
Mas não o condenaria pelo erro, até porque o erro é absolutamente inerente à condição humana. Em algum momento erramos todos, e ele, o erro, nos humaniza mais do que qualquer coisa.
O problema, meus amigos, é que o Sr. Vicente Romano Neto não errou.
Assisti a tudo praticamente na mesma linha de sua senhoria, na leste superior do Engenhão, e vi que ele acertou ao não levantar a bandeira após o passe para o Fred.
E por ter acertado, continuou correndo, como em geral fazem os bandeiras em todas as situações de jogo consideradas legais.
Tivesse errado e ele travaria. Fincaria os pés no chão, para, então, levantar olimpicamente a bandeira quadriculada que lhe serve de instrumento de trabalho.
Não, Vicente Romano Neto prosseguiu como o jogo. Bandeira junto ao quadril, corrida compenetrada, atenção total na jogada. Deve ter se lembrado da orientação de que qualquer impedimento só deve ser marcado com a máxima certeza.
E lá foi ele, o Sr. Vicente Romano Neto. Passos firmes. Um senhor bandeirinha.
E então o goleiro caiu, foi ultrapassado pelo Fred, que rolou mansamente a bola para o fundo do gol adversário. 
1 x 0. 
E aí a bandeira subiu.
Alguns segundos após o passe. Uma eternidade para qualquer auxiliar minimamente capacitado.
0 x 0.
Não sou adivinho, não conheço o rapaz, não posso levantar qualquer dúvida sobre sua idoneidade.
Mas aqui na FluPress ficará registrado deste jeito: na décima terceira rodada do campeonato brasileiro de 2012, aos 43 minutos do segundo, o Sr. Vicente Romano Neto, por algum motivo que desconhecemos solenemente, levantou sua bandeira após acertar no lance capital do jogo.
A foto que abre o post é do ‘derby’ paulista Pão de Açucar E.C x Campinas FC.
O Sr. Vicente Romano Neto atuou. Coincidentemente ao lado do árbitro de hoje, o péssimo Rodrigo Braghetto, que deixou o Junior César em campo após fazer umas vinte faltas no Wellington Nem. 
Fica a dica para onde levar a dupla, no programa de reciclagem que iremos sugerir – formalmente – para a comissão de arbitragem.
Certo, diretoria?
Abraços tricolores!"

E DÁ-LHE FLUZÃO! 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Fluminense 0 x 0 Atlético-MG. A vitória só não veio por detalhes!



Protegido pela Polícia, o bandeirinha "cara de pau"ouve impassível as reclamações tricolores. (foto: Lancenet.com.br / Alexandre Loureiro)

Aleluia!  Abel finalmente deixou de lado o futebol covarde e transformou o Fluminense naquela equipe que enche os olhos da torcida.

Não se pode afirmar que a mudança de postura tenha sido obra exclusiva do treinador porque, afinal de contas, depois daquela escalação patética do jogo contra o Grêmio os deuses do futebol resolveram dar uma ajuda e conforme previmos na postagem passada as benditas ausências de Edinho e Anderson sinalizavam para a melhoria de rendimento da equipe.

Digão mostrou ser melhor alternativa que Edinho, pelo menos enquanto Valencia não voltar, e com a presença de Leandro Euzébio, o futebol de Gum cresceu a ponto de ter sido o melhor dos tricolores.

Jogou com raça, acertou tudo e não deu chances aos atacantes mineiros e nem mesmo a Ronaldinho quando caía pelo seu setor.

Não tenho dúvidas em afirmar que, apesar de não ser a zaga ideal, a formada por Gum e Euzébio é a melhor dentro do atual elenco.

Boa também foi a entrada de Marcos JR em substituição a um Thiago Neves sem inspiração. 

A partir daí, o Fluminense retomou o domínio e pressionou o Atlético, que passou a ter dificuldade para sair.

E o resultado da pressão teria sido vitoriosa, não fosse a ação deletéria de um bandeirinha deficiente visual ao marcar impedimento inexistente de Fred, após o árbitro ter confirmado o gol, induzindo-o ao erro.

Se não for o caso de vista ruim, esse cidadão necessita urgente de passar por reciclagem para ver se aprende que impedimentos são caracterizados nos instantes dos passes.

Para os idiotas da objetividade e antitricolores de plantão, o vídeo a seguir confirma a posição legal de Fred.


De resto só torcer para que Abel mantenha Edinho na reserva e que Anderson fique de molho por mais algum tempo.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:

Fluminense 0 x 0 Atlético-MG

Local: Engenhão, Rio de Janeiro; Data: 29/7/2012

Árbitro: Rodrigo Braghetto (SP)

Auxiliares: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Vicente Romano Neto (SP)
Cartões amarelos:  Wallace (FLU)

Fluminense: Diego Cavalieri, Wallace (Wagner, 32'/2ºT), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Digão, Jean e Deco; Wellington Nem, Thiago Neves (Marcos Júnior, 24'/2ºT) e Fred. Técnico: Abel Braga.

Atlético-MG: Victor, Marcos Rocha (Serginho, 39'/2ºT), Leonardo Silva, Réver e Junior Cesar; Pierre e Leandro Donizete; Danilinho (Guilherme, 26'/2ºT), Ronaldinho  e Bernard (Escudero, 26'/2ºT); Jô. Técnico: Cuca.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Grêmio 1 x 0 Fluminense. Complicou!



 Fred, novamente isolado pelo esquema "burro" pouco pode produzir. 

Não precisava ser pitonisa para adivinhar que a tática suicida do Abel cairia por terra mais cedo ou mais tarde.

E justamente contra um time aguerrido, que estando bem ou mal em qualquer campeonato procura sempre jogar para o ataque, nosso treinador esmerou-se na forma de escalar uma retranca.

Ao optar pela equipe com três zagueiros e o meio de campo sem a mínima criatividade entregou o jogo de bandeja para o adversário.

A consequência lógica da mediocridade dos volantes tricolores ficou plenamente demonstrada com os quarenta e seis erros de passe.

Com dois laterais que não sabem marcar, bastaria um daqueles erros crassos de nossa defesa, presentes em quase todos os jogos do campeonato, para que o Grêmio marcasse o seu gol, certamente o da vitória, porque seu goleiro não seria incomodado em nenhum momento.

Aliás, após mais de cento e oitenta minutos os goleiros da Ponte e do Grêmio sairam de campo sem defender um chute sequer dos atacantes tricolores. Fato inimaginável!

Na entrevista antes do jogo, Luxemburgo demonstrou satisfação pelo fato do Fluminense vir a campo com três zagueiros, o que ele considerava prova de respeito para com o seu time.

Os torcedores tricolores tiveram que engolir essa e o pior concordar com ele, além de aguentar alguns “cabeças de bagre” desfilando com a camisa tricolor.

Depois do gol, Abel tentou consertar o erro, mas como sempre mexeu mal, deixando em campo Fabio e Anderson. Para terminar a lambança, promoveu a entrada de Rafael Moura, mais uma vez de participação nula na partida. Provavelmente, Samuel, se tivesse no banco, seria melhor opção.

Depois do desastre, a vitória sobre o Atlético Mineiro é fundamental para que os ponteiros não desgarrem de vez e tenhamos que amargar mais uma perda de título por covardia de nosso treinador.

As voltas de Deco e Jean já são um alento, o terceiro cartão do Edinho e a contusão do Anderson também. Se Abel pensar direito, a vitória até que é bem factível.

As escolhas de Abel serviram para mostrar que ele perdeu a esperança de que Wagner retome a forma do tempo do Cruzeiro.

Assim deveria olhar com mais atenção os garotos da base, porque lá existem meio campistas que podem ajudar Thiago Neves nas frequentes ausências de Deco.

Higor, Eduardo... quem sabe a solução não está na base, pelo menos até o retorno do Conca.

E apesar do técnico retranqueiro,


DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Grêmio 1 x 0 Fluminense

Local: Porto Alegre (RS);  Data: 25/7/2012
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Thiago Gomes Brigido (CE)

Gol: Kleber, aos 23’ do segundo tempo
Cartões amarelos:  Fábio, Carleto, Edinho e Anderson

Grêmio: Marcelo Grohe, Edilson, Werley, Gilberto Silva e Pará; Fernando, Souza, Elano (Marquinhos, aos 33'/2ºT) e Zé Roberto (Léo Gago, aos 33'/2ºT); Kleber e Marcelo Moreno (André Lima, aos 36'/2ºT) – Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Fluminense: Diego Cavalieri, Gum (Wagner, aos 29'/2ºT), Leandro Euzébio e Anderson; Wallace, Edinho (Rafael Sobis, aos 29'/2ºT), Fábio, Thiago Neves e Carleto; Wellington Nem (Rafael Moura, aos 34'/2ºT) e Fred - Técnico: Abel Braga.


(foto: Lancenet.com.br / Ricardo Rimoli)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ponte Preta 1 x 2 Fluminense. E o sufoco continua!



(foto: Lancenet.com.br / Gustavo Tilio)
  
Em termos de resultado o jogo foi excelente para o Fluminense. A pequena diferença para os líderes foi mantida e de quebra a invencibilidade.

O futebol apresentado é que mais uma vez não convenceu. Do mesmo modo que já havia ocorrido contra Flamengo, Náutico e Botafogo, a equipe recuou em demasia para sobressalto dos corações tricolores.

Embora vencedor, o Fluminense foi amplamente dominado pela Ponte Preta e embora tenha feito dois gols só conseguiu dar sete arremessos à meta de Edson Bastos, que não fez uma defesa sequer durante os noventa e poucos minutos de jogo.

Há de se convir que é muito pouco para um elenco diferenciado, cujos salários estão anos luz acima dos jogadores da Ponte.

Não sei precisar o que acontece, mas o fato é que o meio de campo tricolor não consegue municiar os atacantes, que ficam isolados em meio aos defensores adversários.

Ontem até o Deco esteve irreconhecível, além de ter recebido um cartão bobo, o quarto em sete jogos, proporção exagerada para um craque de sua habilidade.

Dureza jogar isolados durante todo o tempo.  (foto: Lancenet / Gustavo Tilio)

Em consequência, Fred recebeu apenas uma bola em condições, cabeceada para fora e não fosse o pênalti providencial, estaríamos agora chorando mais dois pontos irrecuperáveis.

A defesa também continuou assustando. Incrível a facilidade com que Roger aplicou um corte seco em Anderson. Felizmente, o ex-tricolor chutou por cima do travessão.

Aliás, é inconcebível que se tome cartão amarelo por fazer cera logo no início do segundo tempo. Pois é, o Anderson tomou.

Após o jogo, Abel declarou que o Fluminense foi cirúrgico do mesmo modo das partidas anteriores e acrescentou: “Aproveitamos bem as jogadas de bola parada mais uma vez. Foi um jogo de poucas chances. Nossa equipe está muito competitiva. E olha que é difícil passar pela Ponte aqui dentro. É um adversário mecanizado. Eles sabem usar muito bem o Roger como pivô”.

Contra a Ponte deu certo. Contra o Figueirense e o Botafogo, não.

A continuar com esse esquema suicida, o que esperar dos dois próximos encontros contra Grêmio e Atlético Mineiro?

Injustificável também a reclamação sobre a maratona de jogos, porque esse fato já estava previsto desde a divulgação da tabela. Com o elenco qualificado que possui, por que não promove rodízio entre as peças?

E se o elenco está realmente cansado no meio da temporada, porque não acaba com os rachões nas vésperas dos jogos?

E o que teriam a dizer sobre tudo isso os médicos e os fisioterapeutas do clube?

Como tricolor, só resta esperar que a equipe volte a desenvolver o estilo de jogo do segundo turno do campeonato passado, condição essencial para a conquista do título.

E apesar dos pesares,

DÁ-LHE FLUZÃO!

  
DETALHES:

Ponte Preta 1 x 2 Fluminense

Local:  Campinas, SP;  Data: 22/7/2012

Árbitro: Manoel Nunes Lopo Garrido

Assistentes: Alessandro Rocha de Matos e Luiz Carlos Silva Teixeira

Gols: Thiago Neves, aos 44' do primeiro tempo; Ferrón, aos 38' e Fred aos 43' do segundo

Cartões amarelos: Anderson, Deco, Jean e Fred

Ponte Preta: Edson Bastos; Cicinho, Gustavo, Ferrón e João Paulo; Baraka, Ricardinho (Marcinho, 18'/2ºT), Renê Junior e Nikão (Caio, 11'/2ºT);  André Luis (Rildo,  28'/2ºT) e Roger - Técnico: Gilson Kleina

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno (Wallace, 34'/2ºT), Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Thiago Neves (Rafael Sobis, 39'/2ºT) e Deco (Wagner, 32'/2ºT); Wellington Nem e Fred - Técnico: Abel Braga

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Fluminense 4 x 0 Bahia. Na cola dos líderes!



Fred, de novo!  (foto: Globoesporte.com / Dhavid Normando / Photocamera)

Um segundo tempo exuberante garantiu a boa vitória tricolor.

Dessa vez, o time não recuou ao obter a vantagem e pressionou o adversário não dando chances para a zebra.

Pelo elenco que tem nas mãos, Abel tem a obrigação de manter postura ofensiva na maioria dos jogos. Só assim é que evitará a repetição de perda de pontos irrecuperáveis, como aconteceu no jogo contra o Figueirense.

Apesar da goleada a Torcida Tricolor não deixou de ter seus momentos de angústia na primeira parte do jogo.

Embora com maior domínio, o Fluminense não conseguia criar chances reais para marcar e à medida que o tempo passava, me vinha à mente a lembrança do campeonato passado, com o time apático e o gol baiano nos acréscimos.

Essa imagem ficou mais clara ainda no finalzinho do primeiro tempo, quando um erro de passe proporcionou um contra-ataque rápido do Bahia e o gol só não saiu porque Kleber, sozinho quase da marca do penalti, em vez de chutar de primeira tentou dominar a bola e permitiu que Gum chegasse para afastar o perigo.

E embora acuado, o Bahia já tinha tido outra oportunidade clara por volta dos dezessete minutos, quando o mesmo Kleberson, sem marcação, furou o arremate final praticamente dentro da pequena área.

O cenário parecido, com o domínio tricolor e as poucas chances criadas inquietavam aqueles que tinham estado presente na derrota passada.

Os temores desapareceram logo no início da etapa final, quando logo aos 2’, o goleiro Marcelo Lomba derrubou Nem, pênalti convertido por Fred.

Mesmo inferior no marcador, o Bahia manteve sua postura defensiva na espera de um erro tricolor para tentar o empate.

Dessa vez, porém, não houve recuo exagerado e a pressão do Fluzão continuou e fez sobressair a melhor técnica de seus jogadores.

E os gols foram saindo naturalmente, primeiro numa cabeçada de Thiago, após passe milimétrico de Fred e logo depois com Fred, cobrando pênalti que ele mesmo sofreu.

A partir daí foi só tocar a bola e esperar o tempo passar e ainda assim o Bahia ainda conseguiu assustar com um chute de Vander de fora da área que bateu no travessão.

O quarto gol era questão de tempo e coube a Wallace, após receber de Fred, colocar a bola no canto esquerdo do goleiro baiano.

A improvisação de Wallace na lateral esquerda deu certo dessa vez, pode ser que não funcione com adversários mais fortes, o que deve levar o nosso técnico a refletir melhor sobre a composição do banco, pois a meu ver, deixar Carleto de fora num jogo em que Carlinhos não estava na plenitude da forma física foi uma decisão arriscada.

Noite de Fred, dois gols, dois passes e recordista de gols em Campeonatos Brasileiros.

Que continue assim.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 4 x 0 Bahia

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ);  Data: 19/07/2012


Árbitro: Fabrício Neves Correa (RS)


Auxiliares: José Eduardo Calza (RS) e Fabio Pereira (TO)


Gols: Fred, aos 3' e aos 28’ ; Thiago Neves, aos 20' e Wallace, aos 42', todos na etapa final.

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos (Wallace, 22'/2ºT); Edinho (Leandro Euzébio, 31'/2ºT), Jean (Fábio Braga, 37'/2ºT), Thiago Neves e Deco; Wellington Nem e Fred. Técnico: Abel Braga.

Bahia: Marcelo Lomba; Fabinho, Titi, Danny Morais e Gerley (Zé Roberto,19'/2ºT); Diones, Kleberson (Júnior, 31'/2ºT), Hélder, Vander e Mancini; Souza. Técnico: Paulo Roberto Falcão.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Botafogo 1 x 1 Fluminense. Cadê o Leandro Euzébio?


Fred mais uma vez salvou a pátria tricolor.  (foto: Lancenet.com.br / Ricardo Ramos)


À primeira vista, o empate num clássico pode parecer um bom negocio, no entanto para o jogo de ontem essa a assertiva não condiz com a realidade.

Bastaria um sopro de sorte na cabeçada de Fred na trave, logo aos cinco minutos, um pouco mais de habilidade ao Anderson para marcar frente a frente com a meta alvinegra, já com Jefferson batido e também para evitar sua falha de posicionamento no gol de empate, marcando a bola e deixando Andrezinho as suas costas para cabecear livre para que o Fluminense conquistasse a vitória.

Ainda assim, o resultado poderia ter sido satisfatório, se o time não repetisse a desastrada tática de recuar após conseguir a vantagem.

O Fla-Flu deveria ter servido de alerta para o Abel porque o urubu só não empatou graças ao Sobrenatural de Almeida, que soprou para fora a cabeçada do Adrian.

O resultado coloca o Fluzão a quatro pontos do Atlético-MG, que por ter maior número de vitórias, tem a vantagem em caso de empate por pontos.

Uma distância que começa a aumentar e a incomodar a Torcida Tricolor, ainda mais porque os mineiros estão jogando um futebol ofensivo, bonito de ver.

Concordo que a ausência do Deco e a falta de ritmo de Thiago Neves contribuíram para a ausência de criatividade no meio de campo, mas mesmo assim o Tricolor tem elenco para partir para cima de qualquer adversário.

O próprio Abel deveria ser o primeiro, a saber, disso, pois foi desse modo que o time obteve sucesso no segundo turno do campeonato passado.

A escalação de Samuel para desempenhar o papel de Wellington Nem foi outra mancada do nosso técnico.

Samuel está num bom momento, melhor inclusive do que Rafael Moura e deve ser guardado para suprir as ausências de Fred no decorrer do campeonato. Mantê-lo no time e numa posição que não é a sua só porque o treinador considera “uma questão de justiça” pelo seu bom desempenho nos treinos não é decisão condizente com o profissionalismo. 

Após o empate, Abel o substituiu por Wellington Nem, mas deveria tê-lo feito com um a zero a favor. Ainda bem que Fred deixou o seu e nos livrou da derrota.

O próximo adversário é o Bahia, clube que nos levou seis pontos no ano passado e por isso toda atenção deverá ser dada a esse adversário, o qual o Fluminense tem obrigação de vencer, principalmente por jogar em casa.

Continuo torcendo para que Abel abra os olhos e resolva dar um descanso ao Anderson e também voltar com Valencia no lugar de Edinho.


 DETALHES:

Botafogo 1 X 1 Fluminense

Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ);  Data: 15/7/2012

Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Assistentes: Emerson Augusto (SP) e Marcelo van Gasse (Fifa-SP)
Gols: Fred, aos 8' e Andrezinho, aos 21' do segundo tempo

Cartões amarelos:  Samuel e Thiago Neves

Botafogo: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo (Lennon, 41'/2ºT); Lucas Zen (Jadson, 33'/2ºT), Renato, Vitor Júnior, Andrezinho e Cidinho (Fellype Gabriel, intervalo); Elkeson. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Fluminense: Ricardo Berna,  Bruno,  Gum,   Anderson e  Carlinhos;   Edinho,   Jean, Wagner (Rafael Moura, 43'/2ºT) e Thiago Neves; Samuel (Wellington Nem, 24'/2ºT) e Fred. Técnico: Abel Braga.

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Fluminense formaliza proposta por Conca

Talvez tarde demais, o Fluminense oficializou uma proposta para o retorno de Conca.

Os valores estariam na casa dos R$ 12M por 50% dos direitos do atleta e prioridade de compra para os outros 50% daqui a dezoito meses.

Rodrigo Caetano confirmou que a proposta foi formalizada, mas nada adiantou sobre os valores.

Agora é aguardar a resposta do Guanghzou Evergrande.

Difícil de entender o porquê da demora. Segundo divulgado pela mídia, os chineses teriam exigido R$ 20M para a liberação do atleta, que teria oferecido R$ 7,5M pelo seu atestado liberatório.

Se essas notícias forem realmente verdadeiras, uma proposta conjunta do clube e do atleta chegaria aos valores exigidos e os direitos poderiam ser rateados entre as partes.

Difícil saber o que realmente ocorreu. Só nos resta torcer por um desfecho feliz.

domingo, 8 de julho de 2012

Fluminense 1 x 0 Flamengo. No jogo do centenário o urubu dançou!



Passe certeiro de Thiago Neves, conclusão precisa de Fred e gol do Flu.  (foto: Globoesporte.com / André Durão)

Pouco mais de trinta e oito mil espectadores assistiram o Fluminense vencer o Fla-Flu do centenário.

Se o jogo fosse no Maracanã certamente teríamos o público recorde do campeonato, mas mesmo sem o Templo do Futebol, o show das torcidas foi um espetáculo a parte.

A alegria tricolor começou no encontro de craques do passado, vencido com belo gol de Arthurzinho.

O jogo mostrou a mística dos Fla-Flus, clássicos duramente disputados quaisquer que sejam as condições técnicas das equipes.

Os retornos de Fred e Thiago Neves foram decisivos para a vitória, pois afinal a jogada do gol saiu de seus pés, embora tenha ficado evidente a falta de ritmo, o que obrigou Abel a substituí-los no segundo tempo.

A tática de jogar mais plantado à espera do adversário para tentar surpreendê-lo no contra-ataque até que deu certo, fato que foi destacado pelo próprio Abel, na coletiva, quando afirmou que a estratégia de dar posse de bola ao Flamengo colocou o Fluminense mais perto do segundo gol do que de sofrer o empate.

Tudo bem quando o resultado é conseguido, mas não podemos deixar passar em branco as duas excelentes oportunidades perdidas pelos rubro-negros na etapa final, a primeira aos 30’, quando Adryan recebeu livre e cabeceou rente à trave direita de Cavalieri e a outra, cinco minutos depois, quando Magal acertou a trave esquerda.

As chances tricolores realmente foram maiores e não fossem os erros nos últimos passes de Carlinhos e Wellington Nem, a vitória poderia ser mais tranquila.

Particularmente prefiro ver o Fluminense partindo para cima dos adversários _ nosso meio de campo e ataque sugerem esse esquema _ mas não posso negar a eficiência da estratégia do Abel na tarde de hoje.

No entanto, se no futuro o Abel desejar repeti-la será fundamental treinar mais o passe final, a fim de evitar surpresas desagradáveis.

Contudo, a vitória quebrou um jejum incômodo e ainda colocou a equipe em segundo lugar a apenas um ponto do líder.

A lamentar apenas o terceiro cartão de Deco por reclamação boba, desfalque que será muito sentido contra o Botafogo, na próxima rodada.

É por essas e outras que a Diretoria Tricolor não pode deixar de envidar todos os esforços possíveis para o retorno do Conca, cuja presença será a garantia para a conquista do tetracampeonato.

E DÁ-LHE FLUZÃO!   

DETALHES:

Fluminense 1 x 0 Flamengo

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ); Data: 8/7/2012

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)

Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) e Rodrigo Pereira Joia (Fifa-RJ)

Gol: Fred, aos 10' do primeiro tempo.

Cartões amarelos: Fred, Deco, Bruno, Carlinhos (Fluminense); González, Ibson, Bottinelli (Flamengo)

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean e Deco (Valencia, 33'/2°T); Thiago Neves (Wagner, 38'/2ºT), Wellington Nem e Fred (Samuel, 30'/2ºT). Técnico: Abel Braga.

Flamengo:  Paulo Victor, Luiz Antonio, González (Arthur Sánchez - 15'/2ºT), Marllon e Magal; Amaral (Matheus- 32'/2ºT), Ibson, Renato e Bottinelli; Diego Maurício (Adryan - Intervalo) e Vagner Love. Técnico: Joel Santana.