quinta-feira, 31 de julho de 2008

Portuguesa 3 x 1 Fluminense. Lanterna à vista!

Tartá expulso aos 37 minutos do primeiro tempo. Todos os que assistiam ao jogo sabiam que a expulsão poderia acontecer a qualquer momento. O próprio juiz, muito ruim por sinal, já havia avisado ao próprio jogador para parar de fazer faltas. Já era para ter sido expulso antes, ao fazer uma falta na lateral da defesa.
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Nessa ocasião, o comentarista da PFC, Maurício Noriega, disse que o Tartá já estaria fazendo hora extra. Cansou de falar que o Renato deveria mudar o seu posicionamento, colocando-o ao lado do Washington ou até mesmo substituí-lo.
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Só o Renato não percebeu a expulsão iminente. Impassível, deixou o jogo rolar até que o fato se consumasse. Então o que já era difícil, ficou pior.
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E o que dizer da defesa? Mais uma vez nosso boleiro deu uma de Professor Pardal. Colocou o Maurício, que não tem a marcação como ponto forte, na lateral direita. Não aprendeu com o jogo anterior. Nossa lateral direita continuou uma avenida.
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Manteve o Fabinho. Que esporte pratica o Fabinho?
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Aliás, não sei por que estou estranhando o fato. O boleiro sempre fez das suas para ajudar os seus apadrinhados.
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Não podemos esquecer que, para manter o Ygor como titular absoluto em todas as competições, barrou seguidamente o Arouca, o Conca, o Cícero e o Dodô. Para os que não se lembram, recomendo recorrer às escalações utilizadas na Taça Guanabara, Taça Rio e Copa Libertadores, competições perdidas com aquele toque infeliz de seu protegido.
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Ao final da partida com a Portuguesa, Renato ao ser entrevistado na saída do campo, declarou que precisava de reforços, que não podia fazer mágica.
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Será que ele teve a humildade de olhar para o time da Portuguesa? Há algum craque lá?
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Poderia deitar falação horas e horas, demonstrando que o tempo do Renato já passou. Não julgo necessário. Basta pensar no seguinte: qual técnico de categoria desvalorizaria descaradamente o elenco de seu clube? Ainda mais se for levado em consideração de que esse elenco foi escolhido a dedo por ele mesmo.
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Só vi esse fato acontecer uma vez. Paulo Autuori no Cruzeiro. Desancou a equipe, mas teve a hombridade de pedir demissão.
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Técnico de futebol, como todas as coisas, tem prazo de validade. Dois exemplos recentes: Cuca, no Botafogo. Ninguém nega sua qualidade, mas depois de tanto perder a coisa desandou. A prova é que o Botafogo no início do Campeonato Brasileiro era um bando, sem nenhum padrão de jogo. Entrou o Ney Franco e com o mesmo elenco, o time engrenou.
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O mesmo ocorreu com o Santos. Com o Leão o “break-even” foi alcançado. Não dava mais. Agora, o mesmo Cuca vai ajeitando o time, que já começa a se afastar da zona de rebaixamento.
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Com o nosso Fluminense, ocorre o mesmo. O técnico já deu o que tinha que dar. Precisa passar o bastão. Insisto na tese de que o Parreira é o cara. Com um esforcinho, talvez a diretoria pudesse convencê-lo a ajudar o Fluminense, pelo menos até dezembro.
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Amigos Tricolores, sábado teremos outra chance para melhorar. Papai do Céu, João de Deus, sei lá, alguém começou a ajudar nosso Professor Pardal. Sem Tartá, Washington e Maurício, ele será obrigado a escalar Somália e Dodô de saída. Não é o ideal, mas do jeito que está, é difícil que piore.
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Se ele raciocinar de que as emendas para substituir o Rafael foram piores que o soneto, poderá voltar com o lateral. Basta orientá-lo para ficar mais plantado, não saindo para apoiar, deixando que Conca, Arouca e Junior Cesar municiem o ataque.
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E outra coisa, tem que tirar o Fabinho. Que joguemos com o Romeu mesmo, ou com dez jogadores. Será melhor, eu garanto.
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Aos corajosos, convoco para o Maracanã. Eu mesmo não irei, tenho receio de morrer de raiva. Além de minha religião não permitir que eu vá assistir qualquer jogo no qual o Fabinho é escalado de saída.
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FORÇA FLUMINENSE. HÁ DE CHEGAR O PONTO EM QUE ATÉ O HORCADES IRÁ PERCEBER AS LAMBANÇAS.
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RENATO FAÇA UM FAVOR AO QUERIDO FLUMINENSE. PEGUE SEU BONÉ E DÊ A VEZ A OUTRO
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domingo, 27 de julho de 2008

Fluminense 1 x 3 Cruzeiro. Um bando em campo!

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O sonho da classificação à Libertadores aos poucos vai se transformando no pesadelo da segundona.
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Tricolores, chegou a hora. Não dá mais para esperar. O tempo de Renato Gaúcho à frente do elenco do Fluminense já passou.
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Confirmando suas próprias palavras desde o início do Campeonato Brasileiro, o Fluminense está "brincando" e brincando de modo tão feio que nenhum torcedor está gostando da brincadeira.
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Nosso boleiro falastrão põe a culpa nos desfalques. Muita cara de pau, quando há mais de um ano atrás, ele já sabia da importância do ano de 2008 para o Fluminense.
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É bem verdade que sob esse aspecto, seu outro ajudante, também boleiro e igualmente ídolo como atleta, elevado à condição de gerente de futebol primou por fazer bobagens na formação do elenco.
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Ao dispensar Marcão, com aquela pose autoritária de "manager consciente" contratou o Ygor para substituí-lo. Nesse capítulo, cedeu às pressões do Renato para trazê-lo em detrimento do outro Fabinho, hoje no Corinthians que, mesmo sem ser nenhum craque de primeira, está a centenas de quilômetros do apadrinhado-mor. E para piorar, ainda manteve o Fabinho, a coisa, reserva no Santos e Internacional, seus clubes anteriores, jogador sem noção de posicionamento, passe, conclusão e desarme.
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Contratou David. O que é isso? Até hoje não consegui discernir qual a sua verdadeira posição. E ainda trouxe o Gustavo Nery.
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Para o ataque, três atacantes de ponta, esquecendo-se, porém, que o melhor deles tinha seus direitos federativos presos ao Vasco. Por que não negociou a liberação? O outro estava e, ainda está, passível de punição pela FIFA, por ter tomado doses de "cafeína batizada" que, mesmo sem ter culpa, propiciaram inegáveis desempenhos superiores, ainda pelas plagas de General Severiano.
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Agora, a mesma dupla de boleiros anuncia a relação de possíveis contratações, algumas já concretizadas.
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Eduardo Ratinho e Jancarlos. Para quem tem Rafael e Carlinhos, é claro que não poderá haver piora no desempenho da lateral direita. Mas fica a pergunta: seriam mesmo as melhores opções?
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Mineiro. Apesar de não ser o volante dos sonhos de quem conheça um pouquinho do esporte bretão, não resta dúvida que sua contratação poderá acarretar a defenestração da dupla de apaniguados. Sob esse aspecto, sua vinda seria uma benção.
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Dátolo. Esse é o craque da lista. Se vier resolve os problemas do meio campo, mesmo com a eventual saída do Thiago Neves. Sinceramente, não creio que tenham competência para contratá-lo. Se conseguirem, darei a mão à palmatória, com muito prazer.
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Castromán. Reserva no Boca. Fez um gol num amistoso com o Dorados, do México, após quinhentos dias sem marcar. Isso mesmo, quase dois anos. Seu último gol havia sido em 14 de março de 2007 contra o Internacional, pela Libertadores. Na ocasião jogava pelo Velez Sarsfield. Depois passou pelo América, do México e Boca. Parece ser jogador de time pequeno. Inegavelmente será uma aposta arriscada. Mas considerando o que está jogando o Dodô, pode até dar certo.
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William. Outra aposta. Jogador muito jovem. Não deverá acrescentar muito, além do que fazem nossas revelações de Xerém. Outra aposta, provavelmente mais cara.
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Everton Santos. Piada de mau gosto. Seu grande currículo: titular do time do Corinthians rebaixado no ano passado e reserva do Paris Saint-Germain, clube que ocupa uma das últimas colocações do campeonato francês. Outros interesses, que não os do Fluminense podem estar envolvidos. Pelo menos, a torcida desconfia.
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Fabrício. Notícias dão conta que quer voltar ao Brasil por causa do filho. Pelo que jogou no Atlético Paranaense seria uma boa aquisição. Estou cético quanto a sua contratação. Parece ser mais uma cortina de fumaça do Branco para trazer barangas escolhidas a dedo.
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Uma coisa, no entanto, é certa. Quaisquer que sejam os contratados, o clube precisa diminuir a folha de pagamentos, livrando-se de jogadores que em nada contribuem. Sem muito esforço, penso que a grande maioria da torcida gostaria de se livrar de Ygor, Fabinho, David, Carlinhos, Rafael e Diego. Seria necessário indenizá-los. Sim, mas o clube se livraria dessas malas pela metade do preço, pois ao rescindir unilateralmente um contrato só existe a obrigação de pagar 50% do restante. Vejam o lucro do caixa, sem contar na possibilidade de acordos.
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Bem, voltando ao técnico falastrão, ou melhor ex-falastrão. Põe a culpa nos desfalques. E o padrão de jogo? Times formados com jogadores medianos têm apresentado um futebol muito mais criativo.
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O Fluminense jogou mal com o Palmeiras, com o Vasco, com o Figueirense, com o Vitória. Nesse jogo, conseguiu conquistar a vitória à base da garra em pouco mais de vinte minutos. No restante, levou sufoco.
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E ontem, contra o Cruzeiro? Aproveitou-se da condição ridícula do Rafael para promover a volta de seu protegido. Escalar Fabinho e Ygor no mesmo time só pode mesmo ser considerado como uma brincadeira e de muito mau gosto.
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Se o maior problema era a lateral direita, por que mutilar tanto a defesa? Aquela formação dantesca já havia treinado junto alguma vez? Certamente que não. Bastaria ter colocado alguém para substituir o Rafael. Seria uma adaptação, mas adaptação em uma única posição. Não sei se o Renato Gaúcho tomou conhecimento de que, em sua primeira passagem como titular, o Junior César jogou de lateral direito e muito bem por sinal. Poderia ter sido uma tentativa. Outra, a entrada do Romeu, que também já foi adaptado por ali. Em último caso, o lateral dos juniores.
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Certo que seriam apostas, mas com muito mais possibilidades de dar certo do que contar com dupla Fabinho/Ygor, que proporcionou uma tranqüilidade absoluta ao time do Cruzeiro, que não é nada do outro mundo.
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Ah, ia me esquecendo. Faltou o Conca. Por que não escalou o Marinho desde o início? O moleque é habilidoso e sempre que entra tem conseguido segurar a bola mais tempo que todos esses que jogaram ontem.
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Seriam apostas. Claro que sim. Poderiam dar errado, mas nunca ao nível de uma defesa como a que foi armada.
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No final de coletiva, Renato declarou que "para resultados melhores só se jogasse como time pequeno, escalando quatro volantes e jogando em contra-ataques"!!??
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Essa não deu para entender. O que dizer de um meio campo formado por Fabinho, Ygor, Roger e Arouca? Estaria eu no mundo da lua para não conseguir ver a virtuosidade desses craques? Com certeza, a brincadeira continua.
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Caro Renato. Você continua sendo meu ídolo e também de toda a torcida tricolor. Ídolo como jogador fora de série que você foi. O ano de 1995 será inesquecível. Três vitórias sobre a urubuzada no mesmo campeonato. Coroadas com o gol de barriga nos minutos finais. Verdadeiro orgasmo propiciado por você. Serei sempre grato a esse feito.
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Infelizmente como técnico, você ainda precisa se aprimorar. Quem sabe, no futuro, poderá voltar?
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É bem verdade que ganhaste a Copa do Brasil. Sete jogos memoráveis. Não resta dúvida que o incentivo colocado na equipe e a maneira de jogá-la para a frente foram decisivos.
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Mas depois, os erros foram muitos. E nesse ano de 2008, tornaram-se insuportáveis. As duas decisões com o Botafogo no campeonato estadual, ambas com falhas infantis de seu “jogador de confiança”. A perda da Libertadores, ainda com erros crassos do mesmo atleta. O abandono do Brasileirão por quase dez rodadas.
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Foi uma aposta, aposta arriscada. Infelizmente, para todos nós tricolores, perdida.
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E sempre que se aposta, quando se perde, tem-se que pagar a dívida. Nesse caso, não existe volta, só resta a você sair numa boa, com a gratidão da galera pela conquista da Copa do Brasil.
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Hoje você não domina mais o grupo, não tem o time na mão. Isso sempre acontece quando os mais medíocres são sistematicamente beneficiados em detrimento dos melhores. Veja o exemplo da super seleção de voley. O bolo desandou. E quando o bolo desanda, a única solução é a troca do confeiteiro.
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Horcades, Tote Menezes, Celso Barros, está na hora de partirmos para a reação.
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Por que não tentar convencer o Parreira, grande tricolor, para ajudar o Fluminense em mais esse momento de crise. Pelo menos até o fim do ano. Se vocês agirem rápido, pode ser que o Fluminense, tal com Fênix, ressurja das cinzas e consiga dar alegrias a essa torcida fiel, mas tão sofrida.
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Sinceramente e sem nada pessoal, com o Renato não dá mais.
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Torcida tricolor. Chegamos ao fim do poço. Não basta falar ou escrever em sites tricolores por aí afora. Temos que nos unir para tentar melhorar, enquanto ainda há tempo.
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Saudações Tricolores, esperando que os nossos dirigentes tenham a sensibilidade de perceber que a nau está sem rumo, a máquina desgovernada.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

FLUMINENSE 3 X 3 VASCO. BELA REAÇÃO!

Valeu pela reação. Quando o time resolveu correr mostrou, que mesmo com os desfalques, é melhor do que a maioria dos que estão por aí. Como já havia dito, tem muita baranga e cavalo paraguaio.
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O problema é que o Fluminense sempre joga com um ou dois a menos. Antes era o Ygor, agora é o Fabinho. Completamente inócuos e sem categoria para vestir a camisa que já pertenceu a Denílson, Jandir, Carlos Alberto Pintinho e tantos outros craques. O Marcão mesmo velho ainda é melhor, pelo menos erra menos e faz gols contra o Botafogo.
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Agora, o Renato inventou o Maurício, como substituto do Thiago Neves. Não dá para entender. Maurício é jovem, no futuro poderá vir a ser útil à equipe, mas nunca ser escalado para municiar o ataque.
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Sua substituição pelo Tartá evidenciou o que a maioria já sabia, menos a nossa comissão técnica.
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No sábado, teremos o jogo com o Cruzeiro. Adversário que não dá para assustar muito, desde que se escale o Fluminense com um mínimo de coerência.
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É certo que sem o Conca, as coisas ficarão mais difíceis ainda, mas existem várias outras opções melhores que a escalação do Maurício como criador de jogadas.
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Por que não, por exemplo, recuar o Dodô e começar com o Somália? Até ele cansar, poderemos estar vencendo a partida.
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Outra escalação que não dá para entender é a do Rafael. Visivelmente fora de forma, teve grande parcela de culpa nos gols do Vasco. No primeiro, nem aparece na telinha da TV. Nos outros, foi o principal responsável pelos contra-ataques vascaínos. E olhe que já havia falhado infantilmente no primeiro gol do Palmeiras.
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Renato perceba o óbvio. Quando um atleta não está bem, não adianta forçar a barra. Treine outras opções. Aliás, é para isso que você é pago e muito bem por sinal. Se não consegue armar uma defesa, pede para sair.
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Bem, tricolores. O tempo está passando e o time não consegue deslanchar. Dos adversários que faltam no primeiro turno, à exceção do São Paulo que sempre é dureza, do resto dá para ganhar. Com 15 pontos, iremos a 28, com chances ainda de entrar no G-4.
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Vamos torcer, encher o Maracanã e ajudar o Fluzão a subir.
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RENATO QUANDO VOCÊ VAI GANHAR UM CAMPEONATO? POR QUE VOCÊ NÃO VAI PARA O GRÊMIO E APROVEITE TAMBÉM PARA LEVAR O YGOR E O FABINHO?

domingo, 20 de julho de 2008

12 pontos da vaga

12 pontos são 4 jogos. Ainda faltam 25 rodadas. À exceção do São Paulo, o resto é tudo baranga.
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Daria para tirar a diferença. Daria, mas depois da declaração do Renato elogiando o Fabinho, acho que não vai dar.
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Nossa diretoria poderia se movimentar para contratar um volante e um meia. O volante não precisa ser coisa do outro mundo. Basta jogar um pouquinho, pois durante todo esse ano nosso time vem jogando com 10.
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Meus amigos tricolores, estou quase jogando a toalha. Não aguento mais ver tanta incompetência. Hoje vi o jogo do Vasco com o Atlético Paranaense. Se o Renato não conseguir os três pontos tem que ser tirado à força.
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Saudações Tricolores e paciência para todos nós.

domingo, 13 de julho de 2008

Fluminense 2 x 1. Vitória, a segunda vítima.

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Êsse é o cara! Barrá-lo pelo Ygor é uma insensatez indesculpável.

Foi um jogo difícil. Adversário de qualidade. Ainda de ressaca e mesmo sem jogar tudo que sabe, o Fluminense mostrou que pode se recuperar nesse Brasileirão e se classificar para a Libertadores de 2009. Afinal, são apenas 11 pontos que o separa do quarto colocado. Será uma missão difícil, mas não impossível.
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Para isso será imprescindível que nas partidas restantes, o time mantenha o empenho e a garra demonstrada no jogo de ontem.
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A equipe do Fluminense, mesmo com as perdas de alguns de seus craques, tem condições de vencer os doze jogos em que terá o mando de campo. E ainda disputará quatro clássicos regionais, com boas chances de vencer, pelo menos metade deles.
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É verdade que teremos essas Olimpíadas para nos atrapalhar. Mas é sempre assim, bastam que clubes europeus demonstrem interesse por algum atleta daqui para a CBF prontamente os convocar. Não que eles não mereçam a convocação, mas elas só acontecem nessas ocasiões. Há muito tempo tem sido assim. O pior é que são capazes de ficar na reserva de focas amestradas que têm lugar cativo na seleção. Uma lástima!

Gostei do Ricardo Berna. Voltou com mais segurança. Se continuar assim, reformularei, com prazer, meu conceito sobre ele.
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Washington ainda está sem condições físicas. Parece até que ainda não está recuperado clinicamente. Suas quatro últimas apresentações foram de dar dó. Melhor seria deixá-lo aos cuidados do Departamento Médico para que só voltasse na plenitude de sua forma.

Assisti ao jogo pela televisão. Como havia dito anteriormente, ainda de ressaca para ir ao Maracanã. E também cumprindo a promessa de nunca ir assistir a uma partida em que o Fabinho seja escalado de saída. Não tenho parentesco com o Marques de Sade.

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Curiosos os comentários dos cronistas, imputando ao Renato o sucesso da reação. Mais uma vez deitaram loas às substituições. "Mexidas brilhantes", "substituições ousadas, mas eficazes" e assim por diante.
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Meus amigos cronistas, ele nada mais fez do que corrigir uma escalação mal feita. Desde quando Fabinho protege a zaga? É mais uma espécie de marionete, que corre de um lado para o outro, balançando os braços desordenadamente e cometendo as mesmas faltas bobas e errando os passes de sempre. Insistência com jogadores como ele, Ygor e outros assemelhados nos custaram todos os títulos do ano. Ousadia é escalá-los de início.

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Renato está mais comedido em suas entrevistas. Ponto para ele. Não é sem tempo que tenha percebido que aquela atitude pernóstica só serve para acirrar os ânimos de todos contra o Fluminense. Que continue assim.

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Ainda sobre o Renato, merece destaque sua declaração após o jogo: "As pessoas esperam uma derrota para pisar no técnico e nos jogadores. Mas se pudesse voltar, faria tudo de novo. Se tivéssemos vencido a Libertadores, falariam que o planejamento tinha sido perfeito. Chegamos até a final, coisa inédita para o Fluminense, mas ouvimos muitas críticas".

Caro Renato, algumas críticas são de jornalistas rubro-negros, que têm muita mágoa do Fluminense, porque de uns tempos para cá, só ganhamos deles de 4. Essas, você tem que ignorar mesmo, porque esses caras não são "flor que se cheire".

Mas, afirmar que se pudesse voltar, faria tudo de novo, a meu ver é um grave engano. Veja, enquanto as fases da Libertadores estavam sendo disputadas em semanas seguidas, poupar a equipe dos jogos intermediários foi uma atitude louvável e vencedora.
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No entanto, após a semifinal com o Boca, a inatividade do time por tanto tempo, só poderia dar no que deu. A perda do ritmo de jogo e a conseqüente derrota na Libertadores. Não é preciso entrar em detalhes para ver que a primeira partida, em Quito, foi um desastre total. Até Thiago Silva esteve mal. E no Maracanã, faltou perna para fazer o quarto gol, pois com o Ygor certamente, um eles fariam.

Como você mesmo declarou: se tívesemos sido campeões...... Se, mas não foram. Perderam um campeonato de um modo difícil de aceitar. Reflita sobre o assunto e pense nas palavras do velho mestre Didi: "treino é treino, jogo é jogo".

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Continuemos apoiando Torcida Tricolor, que ainda vai dar para classificar.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Fluminense 3 x 0 Atlético Paranaense

É muito fácil fazer o time do Fluminense ganhar! Basta escalar certo, ou quase certo. Barrando os protegidos a coisa fica mais fácil.
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Ygor não jogou, logo o Fluminense não tomou gol. Já havia acontecido inúmeras outras vezes. Relembrando as mais recentes: Goiás, LDU, Boca Juniors, São Paulo, jogos em que após sua substituição, "curiosamente" a bola não foi mais às redes tricolores. Pena que foi preciso a perda de três títulos para que isso acontecesse.
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Outro fato "interessante": sempre que nossa equipe joga com dois atacantes de ofício marca três gols. Cito os mesmos jogos anteriores e mais o de ontem.
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Será coincidência, mandinga, sorte? Talvez o técnico boleiro julgue assim.
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Ontem, as coisas começaram a mudar na escalação. Ygor de fora, um alívio. Fabinho dentro, nova preocupação. Renato não consegue viver sem um de seus cachos.
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Embora não tenha sido uma exibição de gala, a presença de uma dupla de ataque formada por dois atacantes efetivos mostrou ser esse o caminho, mesmo estando Washington contundido e sem preparo físico. Aí volta à baila o antigo questionamento sobre a eficiência do Departamento Médico Tricolor.
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Washington precisa parar para se recuperar de vez. Jogando à meia bomba, como está, acaba se prejudicando e também ao time. Até lá vamos de Somália e Dodô dupla, que para o nível das defesas do Brasileirão, dá pro gasto.
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Gabriel foi embora. Pelo que vinha jogando não fará falta. Thiago Neves pode ser que vá. Poderá fazer falta, se a diretoria não contratar alguém para o lugar. De preferência menos individualista. Se não encontrar, o que pode acontecer, vamos de Tartá mesmo, recuando o Cícero para o lugar do Ygor.
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Aliás, está na hora de reformular o elenco. Jogadores inócuos e sem categoria ou alguns caros demais para serem reservas poderiam ser dispensados. David, Fabinho, Ygor, Ricardo Berna, Diego e Carlinhos poderiam entrar na barca, só para começar. Existem na segunda divisão jogadores melhores e mais baratos. É só olhar com atenção.
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Aos poucos vamos juntando os cacos e nos recuperando e, se o Renato não atrapalhar, a classificação para a Libertadores é bem factível. Os fanfarrões paranaenses já sentiram na pele a força tricolor. Nem foi preciso jogar bem.
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DÁ-LHE FLUZÃO! VAMOS BUSCAR A VAGA PARA A LIBERTADORES E O TÍTULO EM 2009.
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RENATO VÁ PARA O GRÊMIO. RENATO VÁ PARA O GRÊMIO E LEVE SEUS APADRINHADOS. RENATO VÁ PARA O GRÊMIO. LÁ ELES TE ADORAM. RENATO VÁ PARA O GRÊMIO. RENATO VÁ PARA O GRÊMIO.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Ygor é barrado. Antes tarde do que nunca

Os jornais noticiam a barração do Ygor. Tomara que não seja um boato.
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Se for verdade, repete-se a história: depois da porta arrombada, ferrolho e tramela.
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Foi preciso que o Fluminense perdesse três decisões (Taça Guanabara, Taça Rio e Copa Libertadores) e uma infinidade de jogos para Renato se curvar às evidências e barrar o seu cacho. Uma verdadeira lástima.
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Esse foi um preço muito alto para a torcida tricolor. Grande parte dela, entre a qual me incluo, jamais perdoará a desídia, a teimosia, o despreparo, o apadrinhamento vergonhoso.
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Renato, como já disse anteriormente, parei contigo. Não te aguento mais. Não vejo a hora de ires embora. Treinar o Grêmio seria uma boa para todos.
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Espero que pelo menos agora escales dois atacantes de ofício, recuando o Cícero, parando de uma vez por todas de inventar, de complicar o simples, pelo narcísico desejo de ser diferente.
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Amigos tricolores, acredito que amanhã comece a arrancada para a redenção de uma equipe brilhante com um mau condutor. Ainda não irei ao Maracanã. Será preciso muito tempo para curar essa ferida. E vejam que não foi por falta de aviso.
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Pela televisão, espero ver o ressurgimento do Fluzão. Boa sorte a todos e até amanhã.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Fluminense 3 x 1 e derrota nos pênaltis. Decepção total!

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Passadas quase vinte e quatro horas do desastre frustrante, tento compreender o que aconteceu com o nosso belo time. Perder uma competição de suma importância do jeito como aconteceu é um fato que não pode ser aceito nem pelo mais fanático dos torcedores.
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Tínhamos cento e vinte minutos para conseguir os três gols de diferença que precisávamos num adversário infinitamente inferior a São Paulo e Boca Juniors, clubes que eliminamos com shows de bola.
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A noite começou promissora, com um belo espetáculo de fogos e a alegria contagiante da torcida.
A presença de Romerito, deixando-se fotografar ao lado dos fãs, remetia todos a tempos inesquecíveis. O encontro com a sobrinha de Pé de Valsa, antigo craque tricolor, parecia ser o augúrio de outra noite mágica.
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Por que, então, deu tudo errado?
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Vários motivos poderiam ser citados, a começar pelo clima de oba-oba que envolveu até a diretoria. Comemorações fora de hora, treinamentos com queima de fogos, enfim as sandálias da humildade passaram bem longe das Laranjeiras, para desespero do espírito de Nelson Rodrigues.
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E o pior de tudo, a soberba e a máscara do Renato Gaúcho. Excelente craque, que me fez vibrar muitas vezes, em especial no ano de 1995, onde o urubu do mal foi detonado por três vezes no mesmo campeonato.
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É verdade, grande craque, mas ainda um treinador nanico. Confunde seu currículo de jogador com o de treinador. Entre um e outro existem milênios de diferença. E o mais preocupante é que de uns tempos para cá passou a usar a filosofia do "eu ganhei, nós empatamos, eles perderam". Quem prestou atenção as suas palavras na coletiva após o desastre, não teve a menor dúvida. "Pênalti é loteria. Nossos batedores são melhores, infelizmente eles erraram". Desse jeito vai ser difícil manter a coesão do grupo.
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Renato deitou falação durante toda a semana dizendo que não estava preocupado com a LDU, que sabia tudo sobre o adversário, como ele jogava, quais suas jogadas principais. Pura falácia. Não sabia nada e acho que ainda não sabe. O time deles é fraco. Tem apenas três jogadores bons de bola, dois atuando pelas pontas e um atacante, argentino por sinal, arisco e oportunista.
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A jogada é sempre a mesma, bola nas pontas e passes para dentro da área. Fizeram dois gols assim em Quito. E o sabichão, o técnico que conhecia a fundo o adversário não conseguiu durante toda a semana posicionar sua defesa para que a coisa não se repetisse. E foi justamente esse gol, igualzinho ao de lá, que evitou os 3 x 0 que nos dariam o título.
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Ah, ia me esquecendo. Teve o juiz, o Hector não sei lá das quantas. Recuso-me a escrever nomes de pessoas desonestas nesse blog. Não creio que seja um fanfarrão, como disse o ilustre João Garcez em seu blog no site da globo.com. Posso apostar que é gaveteiro mesmo. Provavelmente, a partir de hoje sua conta bancária esteja mais polpuda.
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A conivência com a cera praticada pelo Cevallos, desde os primeiros minutos de jogo, é coisa para ser investigada a fundo. A regra dos seis ou oito segundos, sei lá, ainda estou meio atordoado, foi ignorada inúmeras vezes.
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Aí é que me pergunto. Por que o Renato não escalou o Conca como capitão do time nesse jogo? Pô, o cara é patrício, falando a mesma língua talvez ele conseguisse pelo menos uma ou duas marcações. Cadê a malandragem do "boleiro"? O Luiz Alberto acabou ficando vendido, ainda mais se sabendo das características racistas de nossos hermanos argentinos.
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Quanto aos pênaltis não marcados, nada a reclamar. O Washington ia querer bater e acabar perdendo mesmo.
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Esse é apenas um dos capítulos da história, talvez nem seja o principal. Existem muitos outros.
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A meu ver, o principal deles foi que o time perdeu o “punch”. Ficou sem ritmo de jogo devido a uma inatividade burra. É certo que não poderíamos arriscar nossos craques em qualquer campo com adversários botinudos. Mas no Maracanã, poderíamos ter jogado com a equipe principal contra Náutico, Flamengo e Botafogo. Pouparíamos apenas os que realmente estivessem esgotados ou contundidos. Quem assistiu ao jogo com o Santos, pode antever as dificuldades que teríamos, pois como já dizia o velho mestre Didi : "jogo é jogo, treino é treino". Vê se aprende mais essa, Renato.
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Esse tema foi abordado nesse espaço em várias oportunidades. Os mais antigos entenderão. Com quarenta anos de arquibancada, agora cadeira especial, aprende-se muito, a ponto de enxergar as besteiras que esses "boleiros" fazem a toda hora em nome da "experiência" adquirida em campo.
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Quanto ao jogo em si, é bom não falar muito. Se o time partisse para cima logo após o terceiro gol, certamente teria marcado o quarto. Em desvantagem, a cera e a catimba dos equatorianos desapareceriam e estaríamos mais perto do quinto do que eles do segundo.
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Não foi assim. Optou-se por uma acomodação absurda em busca da decisão por pênaltis. Parecia até que alguns faziam corpo mole para alcançar esse objetivo. E depois tremeram e como tremeram. Não foi o Cevallos que fez grandes defesas e sim as penalidades pessimamente cobradas.
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Washington visivelmente fora de sua forma física ideal nos dois jogos. Em Quito, perdeu um gol cara a cara com o goleiro e ainda foi o responsável direto pelo quarto gol dos equatorianos, quando escorou a bola no primeiro pau, matando Thiago Silva e fazendo um passe preciso para o atacante da LDU.
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Ontem, estava pior. Do lugar que ocupava, pude ver claramente sua dificuldade de locomoção, nitidamente à meia boca. Perdeu outro gol, logo no início. Quase não ganhou uma bola aérea. Não conseguiu correr e ainda assim, apesar das discussões com o Renato durante grande parte do segundo tempo, não foi substituído. E acabou por ser escalado para bater uma penalidade. Teria sido bem mais proveitoso utilizar a última substituição para colocar o Tartá, o Somália ou até mesmo o Alan. Pelo menos aprontariam uma correria para cima daquela defesa horrorosa da LDU. Por que será que isso não foi tentado? Receio, cumplicidade? O fato é que com essa insistência insana, o Renato nos roubou um título praticamente ganho.
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Tenho a certeza de que mais cedo ou mais tarde esse título virá. O Fluminense é grandioso demais para sucumbir a essas teimosias nefastas. Mas até lá, nossa torcida está órfã. Perdeu a Libertadores, sem chance no Campeonato Brasileiro, vai ficar vendo a banda passar.
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Não que seja impossível tirar a diferença de dezesseis pontos do urubu paraguaio, aliás, treze, porque ainda temos um jogo contra. Os problemas são os outros. São Paulo, Grêmio, Palmeiras e Cruzeiro estão bem posicionados na tabela e dificilmente todos eles perderão tantos pontos assim.
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Podemos e devemos nos classificar para a Libertadores do ano que vem, mas é muito pouco para uma equipe que apresentou um brilhantismo estonteante no decorrer da Copa.
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O fato é que a torcida calou com a perda do título. Uma tristeza incontida, uma decepção impossível de mensurar. O castelo ruiu.
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E uma última coisa. É brincadeira e de muito mau gosto, Ygor ser titular e Dodô ser reserva. E o pior é que ao encontrar o Horcades nas cadeiras especiais e pedir pela entrada do Dodô, ele deu de ombros, olhando para seus pares, com um sorriso maroto. Acho que é mais um que não sabe de nada.
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Não esquenta não, Dodô. Renato é assim mesmo, adora barrar e perseguir os craques. Primeiro foi o Conca (no Vasco e no início no Flu), depois o Arouca. Agora, a bola da vez é você. Em breve, escolherá outra vítima. É só ele parar de pensar um pouco em si e lembrar das exibiçoes de gala contra Arsenal, São Paulo e Boca Juniors..
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Tricolores, não agüento mais. Renato, por favor, peça o boné e vá embora.
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LEVANTA A CABEÇA FLUZÃO. VAMOS VOLTAR A JOGAR AQUELE FUTEBOL ENCANTADO. A CONQUISTA APENAS FOI ADIADA, VIRÁ EM BREVE!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Calma, gente, nem tudo está perdido. A negra vem aí!

Atuação desastrosa, uma verdadeira calamidade. Também o que se poderia esperar de um time que não jogava há mais de um mês? Nada mesmo, a não ser o que se viu. Uma equipe apática, com quase todos os jogadores sem ritmo de jogo. À exceção de Fernando Henrique, Conca e Arouca, enquanto aguentou, o resto foi uma lástima.

Até Thiago Silva, o esteio de nossa defesa, jogou mal. Foi batido facilmente no primeiro gol da LDU e em muitas ocasiões parecia uma barata tonta, dando chutões para onde apontava o nariz. O resto não existiu. Os demais zagueiros estavam pregados ao chão, parecendo ter sido colados com super-bonder ou araldite. Luiz Alberto foi ridículo, Júnior e Gabriel, sonolentos. Ygor não surpreendeu, foi ele mesmo, o de sempre, ou seja uma baranga.

A atuação apagada demonstrou mais uma vez que para se ter sucesso em partidas decisivas é mandatário que se tenha ritmo de jogo. O Fluminense não teve. Faltou pegada, posicionamento, inspiração.

A maioria dos torcedores, cronistas desportivos, membros da direção tricolor deram loas ao Renato pela "maravilhosa tática" de preservar o time para a decisão final, com o objetivo de evitar que alguém se machucasse.

Esqueceram-se do fundamental, a equipe iria perder a pegada e a apatia que se viu no primeiro tempo do jogo com a LDU não deixa margem a dúvidas. Tomar dois gols de escanteio é inadmissível para uma equipe do porte da do Fluminense.

E o Washington? De onde surgiram essas dores musculares? Afinal, ele não estava na redoma do Renato? Perdeu um gol cara a cara com o goleiro e ainda deu um passe magistral para o adversário por ocasião do quarto gol. Aliás, não foi a primeira vez. Já fez o mesmo papaelão no campeonato estadual. Melhor seria que não mais recuasse nos escanteios. Correriamos menos perigo.

Mas ainda nada está perdido. É só o nosso treinador descer de seu pedestal arrogante e por a cabeça para funcionar. Alguns jogadores que nada jogaram, Cícero, Luiz Alberto, Gabriel, Thiagos Silva e Neves, Washington, só para citar alguns, deveriam enfrentar o Botafogo para melhorar o condicionamento físico.

Se a equipe voltar a jogar como jogou contra São Paulo e Boca, ganha de barbada. A defesa da LDU é uma verdadeira baba e se for apertada, irá entregar o ouro mais cedo ou mais tarde. Temos 120 minutos para fazer uma diferença de três gols, tarefa perfeitamente alcançável. É só querer, (e escalar o time certo também).

E com o apoio irrestrito da Galera, a coisa fluirá mais facilmente. É isso aí tricolada, vamos à luta na próxima quarta e empurrar esse time para cima dos equatorianos que a Libertadores será nossa. Muito mais nossa de que deles, mas o que importa mesmo é que será do Fluminense. Bota fé que dá!

domingo, 22 de junho de 2008

E chegaram as finais! Ainda bem!

Concentração total nos dois jogos com a LDU. Mantendo a pegada demonstrada contra São Paulo e Boca Juniors, o Fluminense não tem como perder.
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Já no Campeonato Brasileiro, a lástima de sempre. Mesmo sem o Renato, o técnico substituto manteve o quarteto diabólico até os dezesseis minutos do segundo tempo. É muita falta de criatividade para não dizer outra coisa.
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Fabinho, Romeu, David e ainda por cima Carlinhos é para tirar do sério qualquer cidadão que entenda um pouquinho de futebol.
O mentor de um meio campo formado por Fabinho, David e Romeu merece receber o troféu de maior imbecil do campeonato.
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Aquele que dá para o David, a gloriosa camisa 10 tricolor, que já vestiu Assis, Orlando e Rivelino entre outros inúmeros craques, merece uma estada no Pinel.
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Amigos tricolores, deixemos esses reservas sem categoria e sem inspiração de lado e vamos torcer para que o time não tenha perdido o entrosamento para os jogos da Libertadores.
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Horcades, faça um favor à torcida tricolor: adie o jogo com o Botafogo ou pelo menos o perca por W.O., porque com esses reservas escolhidos a dedo, a goleada será inevitável.

domingo, 15 de junho de 2008

Brasileirão caminhando...e o Fluminense patinando!

É complicado concentrar-se em outras partidas às vésperas das finais mais importantes da história do clube. Após eliminar os adversários mais poderosos, com exibições brilhantíssimas, torna-se impossível não sonhar com a conquista da Libertadores.

É certo que todo o cuidado deve ser tomado para que o título não escape pelos dedos. Mas é certo também que não se pode concordar com atuações pífias, que tendem a alijar o Fluminense da luta pelo título brasileiro.

Poupar os titulares seria mandatário. Sabendo com bastante antecedência que o clube estaria envolvido em duas competições importantíssimas, a diretoria deveria ter tido o cuidado de tomar as providências cabíveis para a formação de um time de reservas que, pelo menos, pudesse angariar alguns pontos nas rodadas iniciais do Campeonato Brasileiro.

Nada fez, manteve reservas de baixa qualidade e agora o time amarga a última colocação e o que é pior, vendo os líderes cada vez mais distantes.

É certo que alguns deles são cavalos paraguaios, mas tirar diferença tão grande de Flamengo, Cruzeiro, São Paulo, Grêmio e Palmeiras será uma tarefa hercúlea.

Perderam-se oportunidades contra Atlético Mineiro, Náutico e Flamengo. A escalação de apenas um atacante contra o time de Belo Horizonte poderia nos ter dado a vitória. Alguém que tivesse habilidade para bater um pênalti contra o Náutico, poderia ter mudado a história do jogo. Contra o Flamengo, bastaria um lateral esquerdo não tão franzino, que não caísse de maduro a toda hora para conseguirmos pelo menos um empate.
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É duro sonhar. Se o Fluminense tivesse obtido esses pontinhos tão fáceis, certamente a vontade contra o Santos teria sido um pouco maior e correndo apenas um pouquinho, o time da Vila teria sido batido com facilidade.

Bem, agora não adianta chorar o leite derramado. Estamos distantes 11 pontos de Flamengo, Cruzeiro e Grêmio. É difícil, mais ainda dá tempo de iniciar uma reação. Problema maior é o São Paulo, que embora menos distante, é muito mais time.

O que não pode ser consenso é o conformismo que está tomando conta da torcida, dentre ela de ilustres tricolores. Nossa diretoria apática tem que se movimentar e a receita não é nada complicada.

Espelhando-se no exemplo do Flamengo, no campeonato passado, o Fluminense deve pleitear o adiamento dos jogos com Coritiba e Botafogo. O motivo é mais do que justo, principalmente se for levado em consideração que existem inúmeras datas disponíveis no meio de várias semanas do segundo semestre. Em último caso, pelo menos o jogo com o Coritiba, já que o clube paranaense não disputará a Copa Sul-Americana.

Vamos lá galera. Encher os ouvidos do Horcades, Branco, Marcelo Penha e demais membros da administração tricolor para exigir que a CBF dê ao Fluminense o mesmo tratamento que deu ao Flamengo.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Ygor continua "estressando" a galera.

A torcida tricolor não sabe mais o que fazer para demonstrar ao Renato sua insatisfação pela presença constante do Ygor como titular da equipe. Chova ou faça sol, independentemente do grau da lambança, ele permanece como principal homem de confiança do técnico, inabalável como uma rocha. As manifestações contra esse absurdo estado da arte se multiplicam nos diversos fóruns tricolores presentes na Internet.

Alguns já chegaram a pesquisar e a jurar que o passe do jogador pertence ao técnico.

A indignação aumenta à medida que jogos são perdidos para adversários inferiores tecnicamente, principalmente por existirem no banco de reservas jogadores mais habilidosos.

Por mais que raciocine, a torcida tricolor não consegue entender a conexão que possa existir entre a dispensa do Marcão e a contratação de seus substitutos. É certo que já em 2007, Marcão não mais reunia as condições físicas ideais. Sob esse aspecto, até que a decisão, em princípio, foi acertada, pois o ídolo da raça tricolor já começava a sentir o peso dos anos. Ao ser anunciado o substituto, todos aqueles que acompanham o futebol brasileiro mais de perto, concluíram que a coisa não era séria. Fabinho? Ora, faça-me o favor! Foi campeão em quase todas as equipes que passou, sempre na reserva.

O pior é que mesmo após todas as apresentações medíocres durante o decorrer de 2007, ele foi mantido no elenco, o que ensejou a uma corrida maluca atrás de um volante que pudesse ser titular inquestionável da posição.

Aí veio o Ygor. Quem seria o Ygor? perguntava a torcida tricolor. Alguns desavisados ficaram felizes. Finalmente, teríamos um volante para barrar o Fabinho, "o traste", "a coisa", "o sem cérebro", "o mamulengo", como a ele se referem os torcedores nos diversos sites tricolores na Internet.

Ledo engano. Os que já haviam tido a oportunidade de acompanhar algumas partidas do Vasco, já sabiam de antemão que a douta diretoria e seu fiel escudeiro boleiro estavam comprando gato por lebre.

O gato chegou, não convenceu ninguém e acabou por entregar o ouro nas duas decisões com o Botafogo, pelo campeonato estadual. Depois veio a incrível falha contra o Arsenal, na Argentina e na seqüência os bailes de Aluízio, Datolo e Roger, esse no último domingo contra o Grêmio. E mesmo assim permanece "imexível", como dizia aquele ministro mau preparado.

Renato não parece ser uma pessoa estúpida, deve ter um QI acima da média. Também não é cego, enxerga bem com os dois olhos. Então, raios, por que não se rende à vontade da maioria? Por que, pelo menos, não tenta experimentar Roger ou Cícero como segundo volante? Será receio de queimar seu pupilo, ou há realmente algo de podre no reino da Dinamarca?

Nada pessoal contra o atleta. Ygor poderá e deverá ser preservado no elenco, mas a posição de titular absoluto em detrimento de jogadores mais habilidosos é que não pode ser aceita como uma verdade irretorquível, como quer o Renato.

Essa situação está tirando o sono dos tricolores que amam o Fluminense acima de tudo e sem interesses pessoais. Desesperada com o dar de ombros do técnico e a indiferença do Presidente e seu coordenador de futebol, a torcida tricolor resolveu deflagrar uma guerra contra essa proteção descabida e passou a divulgar na Internet o comentário sobre a atuação do Ygor na Argentina, publicado no Jornal dos Sports do dia dez de abril.

Por já ter recebido vários desses e-mails, resolvi fazer coro com a torcida, reproduzindo o artigo do Jornal dos Sports. É uma pérola de análise. Pena que ainda não sensibilizou a quem devia.


YGOR TEM ATUAÇÃO APAGADA NA DERROTA PARA O ARSENAL

"Não caí de pára-quedas no futebol. Não sou burro de indicar alguém que não confie". Essa frase foi dita pelo técnico Renato Gaúcho no primeiro bom treinamento do cabeça-de-área Ygor, ainda em VItória-ES, onde o time fez a sua pré-temporada. A contratação do jogador havia sido contestada e, àquela altura, Renato exaltava o jogador, garantindo que todos estavam errados.
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Apesar da confiança de Renato, desde que chegou ao Fluminense Ygor não conseguiu ter uma atuação minimamente convincente e vem mostrando a todos que o treinador não está totalmente certo. Fraco tecnicamente, Ygor não conseguiu conquistar a torcida tricolor.
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Principalmente porque abusa dos erros de passe e com a bola nos pés não consegue concatenar uma jogada. Foi assim no jogo de ontem, em que falhou ridiculamente no segundo gol do Arsenal, ao furar e entregar a bola de bandeja ao atacante Bottaro, acabou sendo substituído por Renato.
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Difícil é acreditar que uma pessoa que jogou tanto futebol, como Renato Gaúcho, seja fã de um jogador tão fraco. Renato que, pelo jeito, ficará sozinho com a sua opinião.
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Publicada em:
10/04/2008
Jornal dos Sports

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Grêmio 2 x 1 Fluminense. De volta à chatice!

É, ta difícil encontrar motivação para encarar o Brasileirão. Com raríssimas exceções, a grande maioria mostrou uma apatia fora do comum. O cansaço, o receio de contusões na véspera da final tão esperada? Difícil precisar, mas o fato é que a apresentação em Porto Alegre ficou a desejar.

Até certo ponto a torcida entende o desinteresse demonstrado, mas não se pode desperdiçar a oportunidade de ganhar no mesmo ano a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro. Ainda mais com os atuais líderes, equipes de qualidade nitidamente inferior.

O fato de se poupar titulares é mandatário, pois será inconcebível a eventual perda do título sul americano devido a alguma contusão de última hora. Perdeu-se a oportunidade de vitórias nos jogos com o Atlético Mineiro e Náutico. Bastariam dois ou três titulares para que resultados melhores tivessem sido obtidos.

E essa deve ser a tônica dos próximos jogos. Contra o Santos, o Renato já deixou antever que escalará os titulares. Poderia colocar os laterais titulares para jogar meio tempo, um de cada vez e também revezar Cícero e Conca.

Sinaliza com a intenção de voltar com os reservas nos jogos posteriores. Como Thiago Neves não tem condições para o jogo com o Santos, poderia reforçar a equipe contra o Coritiba. No ataque, talvez o Somália já possa formar dupla com Dodô, descansando o Washington. Na lateral esquerda poderia haver a estréia do Uendel, porque Dieguinho ainda não dá. Precisa ganhar corpo para não ficar caindo de maduro a frente dos adversários.

São dicas para o Renato, que provavelmente as ignorará, como é de seu feitio, mas a realidade é que o Fluminense não pode mais perder para essas barangas que estão por aí.

Finalizando um recadinho para o Renato. Meu amigo, Ygor não dá. Não acerta passe e quando cobre a lateral é um desastre. Passeio do Aluízio, gol do São Paulo; passeio do Datolo, gol do Palermo, passeio do Roger, defesa difícil do Fernando Henrique, ufa!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Fluminense 3 x 1 Boca Juniors. Só faltam dois!


Mais de oitenta mil almas. Tricolores de todas as gerações se uniram mais uma vez em torno da mítica pó de arroz.

Horas antes do início da grande batalha, a emoção já tomava conta de todos os corações. O nervosismo era flagrante na grande maioria dos torcedores. Respeito a um adversário ferrenho, repleto de títulos internacionais, dono de um time de alto gabarito e de uma torcida respeitável e raçuda, que mesmo desfalcada, mostrou todo o seu poderio em pleno Maracanã. Quem assistiu ao jogo em suas proximidades, pode avaliar o que deve ser jogar na Bombonera com o estádio lotado.

Também a apreensão causada pela propaganda subliminar apregoada pelos mais notáveis órgãos da imprensa tanto brasileira como argentina, tentando aniquilar de todos os modos qualquer esperança de vitória. “O Boca tem a experiência que o Fluminense não possui”. “É o algoz de times brasileiros, não perde desde 1963, quando foi eliminado por aquele fantástico Santos de Pelé”. “Os jogadores do Fluminense sucumbirão à classe e a catimba dos portenhos, o time já foi longe demais”. Frases que a todos atormentavam tão logo o juiz encerrou a memorável partida contra o São Paulo.

Os idosos, acostumados a conquistas memoráveis, eram os mais afetados pela síndrome. Sentavam, levantavam, andavam de um lugar para outro. Tornavam a sentar e olhavam com certo receio para a torcida adversária, dona de si, completamente autoconfiante, que não parava de cantar e rufar seus bumbos e tambores num barulho ensurdecedor.

O estádio foi enchendo. Um grande número de crianças, senhoras e jovens que acompanhavam seus pares vinham se unir aos angustiados que lá já estavam. Traziam estampados nas faces o orgulho de pertencer a uma torcida especial, de um clube tão nobre, respeitador de seus adversários.

A partida começou e as previsões sombrias pareciam acontecer.

O Boca entrou mais organizado. Preencheu melhor o meio campo, adiantou a marcação e praticamente não deu chances a nossa equipe durante todo o primeiro tempo.

Os jogadores argentinos mostraram seu poderio e a pressão sobre a área tricolor foi uma constante. Mas se o Boca tinha Riquelme e uma dupla de ataque letal e entrosada, como todo o resto da equipe, o Fluminense tinha Thiago Silva, o melhor zagueiro brasileiro e um goleiro, que ressurgindo das cinzas, tal qual fênix, se mostra cada vez mais decisivo. Fernando Henrique vem ganhando corpo e fez defesas milagrosas em momentos cruciais. Se sobrava experiência e tranqüilidade ao Boca, não faltava coragem e firmeza à defesa tricolor. Os erros de alguns quase sempre foram aniquilados pela eficiência de outros.

Veio o segundo tempo e o mesmo panorama se repetia. A torcida tentava de todos os meios empurrar o time para frente, mas o Boca pressionava como antes. E de tanto pressionar, conseguiu o seu gol. O gol que lhe dava a classificação e que aumentava a angústia de todos.

E nesse momento começou o novo milagre tricolor. Se o Boca tem jogadores mais experientes, que sabem conduzir um jogo no ritmo que lhe convém, esse time do Fluminense é abençoado e sabe fazer os gols nos momentos decisivos, naquele instante em que é preciso transformar a depressão pelo fracasso no momento sublime do triunfo.

A entrada do Dodô, o golaço de Washington, numa cobrança genial "a lá Riquelme", contagiou a torcida e despertou o time para uma virada memorável.

E quando a integração mágica da torcida com o time acontece, o Fluminense torna-se imbatível. Nesse momento, a inspiração voltou e foi então a nossa vez de partir em contra-ataques mortais. O Boca balançou, não chegou a tremer, mas se encurvou e acabou, por erro de passe, dando a chance que tanto Dodô esperava. E o golpe foi mortal. O gigante, invicto há quase meio século, foi trucidado perante o testemunho de mais de oitenta e quatro mil pessoas. E o Boca voltou a se render diante de um clube brasileiro. Não um clube qualquer, mas o querido Fluminense, o verdadeiro tricolor.

Era o começo da festa, momento em que se via uma torcida iluminada se abraçando, muitos desconhecidos até então, irmanados na magia tricolor. Uma jornada indescritível.

O Fluminense mostrou que sabe jogar. Que joga mais e fala menos. Que experiência se adquire no decorrer das competições e não com títulos obtidos em tempos idos. O Fluminense e sua torcida iluminada deram mais um show no Maracanã, tornando felizes aqueles milhares de crianças que começam a sentir a glória do que é ser tricolor.

Calou-se a boca dos falastrões da soberba e também daqueles secadores deprimentes, que não entendem como é bom saber ganhar e também saber perder.

Y el Boca se fue! Chora Palacio! Chora Palermo! Ano que vem tem mais.


quinta-feira, 29 de maio de 2008

Fluminense 2 x 2 Boca Juniors. Salve Fernando Henrique, a muralha!

Bastante criticado nesse espaço por suas atuações irregulares no arco tricolor, chegou a hora de dar a César o que é de César e a mão à palmatória, pelo menos nessa primeira partida da semifinal.

Fernando Henrique esteve perfeito. Parece até que o Castilho ouviu preces anteriores e se incorporou ao goleiro tricolor. Defesas dificílimas, nenhuma bola espalmada para frente da área e nem falhas em tiros de longa distância. Essa noite, ele fez a diferença ao contrário de seu colega argentino, que teve sua jornada de mão de maionese.

A torcida tricolor parabeniza a você, Fernando Henrique pela soberba atuação, esperando que esta seja a primeira de muitas noites de gala.

De resto, todo o time jogou bem. O Fluminense não se intimidou com a pressão do Boca e, mesmo sendo encurralado durante boa parte do jogo, jamais se descuidou da marcação e dos contra-ataques bem articulados. Poderia até ter conseguido a vitória se não houvesse ainda aquela mania do individualismo mostrado em uma ou outra jogada, ou se o juiz houvesse observado que no lance que originou o segundo gol de Riquelme foi "bola na mão" e não "mão na bola".

O saldo, entretanto, foi bastante satisfatório. O empate com dois gols servirá para dar à equipe uma tranqüilidade maior no jogo de volta.

A chance de se eliminar o Boca é grande e o Fluminense tem tudo para sacramentar sua classificação no Maracanã.

Torcida tricolor, agora é a sua vez. Vamos lotar o estádio e não deixar o Boca respirar por um segundo sequer. Contra o São Paulo deu certo. Por que não dará com o Boca?

Não faltem, todos ao Maracanã!

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Fluminense favorito no site da CONMEBOL

Em enquete realizada pela CONMEBOL, o Fluminense foi o mais votado para a conquista da Copa Libertadores.

O Tricolor obteve 36,7 % dos votos, contra 23,57 % do Boca, 20,07 da LDU e 19,69% do América. A pesquisa foi realizada entre os dias 23, logo após a definição das quartas de finais e se encerrou no dia 27, antes do início da partida entre América e LDU. Foram registrados 12.384 votos.

Para grande parte da imprensa, a chave entre Boca e Fluminense será uma “final antecipada”, idéia que parece ser compartilhada com os torcedores que emitiram sua opinião.


Fluminense, el candidato de los lectores de CONMEBOL.com

28 / 05 / 2008


El Fluminense de Brasil fue el equipo más votado en la encuesta realizada por
CONMEBOL.com acerca de cuál de los cuatro semifinalistas se alzará con el trofeo de la Copa Santander Libertadores 2008. La encuesta se lanzó el viernes 23, luego de la finalización de los cuartos de final y culminó ayer antes del inicio de América-MEX (1) vs. LDU Quito (1).

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Cansados de levar chineladas tricolores, alguns rubro-negros despeitados partiram para Buenos Aires para tentar secar o Flu. Do mesmo jeito que não conseguem com o seu clube de coração, também não obtiveram sucesso com o Boca.

Rala mulambada da FlaBoca, FlaTraveco e outras menos famosas.


Boca tendrá su hinchada brasileña

APOYO EXTRA. Alrededor de 15 hinchas de Flamengo viajaron desde Brasil para alentar al equipo de Ischia.

domingo, 25 de maio de 2008

A grande diferença entre fidalguia e rivalidade burra.

Recebi de um tricolor ilustre, o Alexandre Magno Barreto, a mensagem deixada por um torcedor do São Paulo, após mais uma noite de pura magia no Maracanã.

Do mesmo modo que o rubro-negro que acompanhava a filha tricolor, pela primeira vez no Maracanã, naquela noite não menos épica contra o Arsenal, da Argentina, o caro paulista se emocionou com a força de nossa equipe e a empatia contagiante com a torcida mais charmosa do Brasil.

O texto contém tanta sinceridade, que não poderia deixar de reproduzi-lo neste site, omitindo, por questões óbvias, a identidade do autor. Vale a pena conferir.
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"Olha, eu estou aqui no Maracanã. Acabei de ver o meu Tricolor perder para o outro Tricolor, estou obviamente triste e não quero escrever nada agora.

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Só quero registrar que vi um jogo épico, um time que vai ficar pra história por esta simples classificação, contra outro time de altíssimo nível que perdeu pro futebol, pro acaso, pra competència, pro matador, pro Renato ousado e pra uma torcida que, confesso, me deixou muito impressionado. Não pelo número, mas pela fé.
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Eu nunca vou esquecer o que vi aqui. Nem pelo choro que não contive no final do jogo, quando vi alguns dos caras que eu vejo treinar todo dia sentados no gramado, e quando entrei na cabine para colocar a manchete na Estação Tricolor.
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Pior: Eu vi o último gol dentro da torcida do Flu, porque fui fumar.
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E o que era pra ser mais dolorido se tornou um anestésico. Eu senti ali dentro a emoção e a alegria deles, e, juro por Deus, me dói dizer isso, mas eles mereciam.
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Como torcedor saio daqui frustrado, magoado, arrasado. Não vou dormir, tenho certeza. Pra se ter idéia do quanto doeu pro time, eu to on-line com o Alex Silva e ele me conta que 80% do time tá acordado, pensando, mudo. Ele me disse a seguinte frase: "Foi o pior dia da minha vida".
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Da minha não foi, porque conheci um Maracanã que eu nem sonhava ser tão lindo. Entrei no gramado, vi ídolos... enfim, coisa de apaixonado por futebol.
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Mas, caros tricolores...
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Parabéns pra alguns, e calma pra outros.
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O mundo não acaba por uma derrota. Mas também não gira se continuarem com a tese do "perdemos pra nós mesmos".
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Hoje não! Perdemos, mas perdemos pra um Fluminense forte, guerreiro e que mereceu passar de fase.
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Ninguém faz 3 gols no São Paulo. E quando faz, merece passar”.
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Abs.
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É pena que a maior parte dos freqüentadores dos estádios ainda esteja na “idade da pedra”. Seria bem melhor que a maioria fosse como esse nobre paulistano.
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Que venha o Boca!
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Hoje não será aberto espaço para o Campeonato Brasileiro. A torcida tricolor merece continuar comemorando a classificação heróica, sem se preocupar com o meio-campo dantesco.
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Apenas um alerta para a Diretoria e o Branco. O Brasileirão é longo, não basta ter uma equipe forte. Há que se ter um elenco dotado de jogadores que possam substituir os titulares em suas eventuais ausências.
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O Fluminense não tem esse elenco. Seus reservas são de dar dó e a continuar assim, corre sério risco de perder uma boa safra de Xerém.
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A torcida tricolor espera que Diretoria, Renato, Branco e patrocinador reflitam sobre esse fato.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Fluminense 3 x 1 São Paulo. Deu Fluzão! E o principal genérico dançou!

A participação da torcida foi decisiva em mais uma noite mágica

Mais uma noite de pura magia no Maracanã. Quase setenta mil tricolores verdadeiros empurrando o time para cima do São Paulo, que acabou sufocado e sucumbiu diante do poderoso Fluzão, o grande tricolor, o tricolor original, enfim o tricolor verdadeiro.

O time decantado pela crônica como o melhor do Brasil, o mais experiente em Libertadores, o "Boca do Brasil", que não se intimida em jogar em campos adversários, tremeu. Tremeu ante a avassaladora torcida fluminense, que não se calou um segundo sequer e sucumbiu, incapaz de ameaçar a classificação que já estava assegurada há mais de mil anos.

A melhor zaga? Bastou um pouco de inspiração ao nosso Coração Valente para que ela desmoronasse como ídolos de pés de barro. Pobre Alex Silva. Reviveu seus dias de Ponte Preta, onde ainda bem jovem já observava o surgimento do grande matador.

O Imperador? Impera sim, em terrenos onde não haja um Thiago Silva, o melhor zagueiro brasileiro em atividade.

E o Dodô? Talvez tenha feito o gol mais feio da carreira, mas certamente um dos mais importantes.

E o que falar do resto da equipe? Desnecessária qualquer palavra. Valeu o empenho total.

Conforme o próprio Muricy havia declarado, no Morumbi o São Paulo fez sua melhor apresentação do ano. Sem tirar o mérito daquela exibição, o que eles encontraram pela frente não foi o Fluminense de verdade. Mal escalado, moroso, dispersivo, com alguns jogadores como que pregados ao chão, lentos para decidir e perdendo a maioria das divididas.

Os verdadeiros tricolores sabiam que, se nossos atletas igualassem a força física, a garra, a determinação, a vitória no segundo jogo por dois gols de diferença seria perfeitamente factível.

E por isso mesmo, a torcida respondeu à convocação. Convocação essa capitaneada por tricolores ilustres, desde o vídeo do arthurrf9 até os posts do João Garcez, no blog do torcedor tricolor.

E nossos jogadores corresponderam. Pareciam extasiados com o apoio irrestrito. Todos, sem exceção, merecem ser parabenizados. Um erro aqui, outro ali até que aconteceram, mas a vitória maiúscula sobre um adversário dos mais poderosos desculpa essas eventuais falhas. Tomara que sirva de alento a todos os tricolores, entre os quais me incluo, para que tenham mais confiança, porque com nosso apoio, o Fluminense poderá ser campeão. Por que não?

Dá-lhe Fluzão. O poderoso São Paulo foi destronado e agora quem impera é o Tricolor Verdadeiro. Atletas, Diretoria, Comissão Técnica e especialmente a Torcida Tricolor estão de parabéns por mais essa noite mágica, que calou os céticos e também a Flapress, Paulistapress e outras assombrações que assolam a nossa mídia esportiva.

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A integração da torcida com a equipe foi tal que após o jogo ninguém queria deixar o estádio. Nas arquibancadas, os torcedores pulando, se abraçando, agitando suas bandeiras. No gramado, os jogadores e comissão técnica igualmente se abraçando, alguns correndo em direção à torcida e permanecendo em campo mais tempo que o usual.

A empatia entre torcedores e atletas foi tão perfeita que boa parte da torcida do São Paulo permaneceu estática, observando calada aquela cumplicidade contagiante. Ficaram embevecidos com mais uma noite mágica. A verdadeira magia tricolor.

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Enfrentaremos agora o Boca Juniors. Time de primeira linha, matreiro, acostumado a grandes decisões, enfim temido por todos.

É justamente no temor demonstrado pelos adversários que o Boca se agiganta. Seu inigualável maestro Riquelme, com sua frieza irritante e seus principais parceiros Palacios e Palermo parecem não se abalar em campos estrangeiros, certos de que do outro lado se encontram adversários morrendo de medo.

E é por isso mesmo que o Fluminense não poderá se acovardar quando jogar na Argentina. Há que se incutir na mente dos jogadores a necessidade de se partir para o ataque de maneira organizada, porque se o time se entrincheirar na defesa, como fez no jogo do Morumbi, vai perder e, certamente, terá muita dificuldade para inverter o resultado.

É imprescindível que joguemos com a raça e gana demonstrada contra o São Paulo, no Maracanã. Se partirmos para o ataque poderemos obter um bom resultado, pelo menos um empate com gols, de modo a termos a vantagem no segundo jogo.

O adversário é difícil, mas se todos se doarem como fazem Thiago Silva, Luiz Alberto, Roger, Conca e Washington verão que a missão é difícil, mas não impossível.

Alô Renato, nada de retranca na Argentina. Não vai funcionar, como não funcionou para o Cruzeiro, que se acovardou e foi desclassificado. O trecho da entrevista do Pato Abbondazieri ao Globoesporte.com, reproduzido abaixo, confirma a assertiva.


GLOBOESPORTE.COM: O que explica os resultados do Boca, como este último contra o Atlas (3 a 0), fora de casa?

ABBONDANZIERI: Fácil. O Boca atingiu um grau de experiência na América do Sul que nenhuma outra equipe tem. A pressão era do Atlas, e não do Boca, por mais contraditório que possa parecer. Os jogadores do Boca sabiam que fariam os gols. Já os jogadores do Atlas não sabiam como lidar com a vantagem de dois empates (0 a 0, 1 a 1). É uma questão de mentalidade.

GLOBOESPORTE.COM: Quem é o favorito para ganhar a Libertadores?

ABBONDANZIERI: Boca. O único que poderia ganhar do Boca era o São Paulo. O Fluminense não tem tradição. Acho que já chegou longe, e a partir de agora vai faltar o que Boca e São Paulo têm, que é a tal experiência.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Quarta-feira vai ter negra. E vai dar Fluzão na cabeça!

É, tricolores verdadeiros, no primeiro jogo não deu. Certamente dará no segundo. A grande maioria dos comentários, incluindo aí a declaração do Muricy, foi unânime em afirmar que o São Paulo jogou a sua melhor partida do ano. E por que isso? Porque entraram em campo com o objetivo de não tomar gols. Entrincheiraram-se, deram botinadas a valer e saíram em contra-ataques mortais, facilitados pela excelente forma física do Adriano.

Conseguirão o mesmo sucesso no Maracanã? Aposto que não. O genérico não possui meio campo e tem obtido sucesso basicamente por dois fatores: seus atletas se entregam de corpo e alma, passam a bola para o companheiro melhor colocado sem constrangimento algum, além de ter um técnico que enxerga longe, sendo um dos poucos no Brasil que sabe alterar a feição de uma partida.

Encontraram pela frente uma equipe que não foi o Fluminense de outras jornadas. Apática, morosa, dispersiva. Alguns jogadores como que pregados ao chão. Lentos para decidir, perdendo a maioria das divididas, além da persistência no individualismo.

Somando-se essas deficiências à inocuidade do Ygor e ao reaparecimento da mão de alface, até que o resultado não foi de todo ruim. Será perfeitamente reversível no Maracanã se todos, sem exceção, darem o máximo de si e correrem mais do que os paulistas. Se conseguirmos igualar a raça, na técnica venceremos por mais de um gol de diferença.

Esperemos que seja isso que aconteça. Que a torcida esteja presente em massa, que lote o Maracanã e esprema os quatro mil sampaulinos que deverão estar presentes num cantinho acanhado do estádio. Quatro mil sim. A mesma carga de ingressos que nos destinaram. A torcida tricolor acredita piamente que a atual diretoria (ainda com d minúsculo) não vá repetir o erro do passado, quando o presidente Horta enviou metade dos ingressos para os corintianos, numa semifinal do campeonato brasileiro.

O genérico vai sentir a pressão de nossa torcida e sucumbirá na cidade maravilhosa. Será eliminado sem dó nem piedade. Não devemos nos esquecer da Libertadores do ano passado, quando o Grêmio detonou o São Paulo, jogando apenas na base da raça e da força. E aquele São Paulo era muito superior ao de hoje.

Com o apoio incondicional de sua torcida, o Fluminense viverá mais uma noite de gala. A vitória será incontestável. Certamente Nelson Rodrigues e sua trupe estarão presentes. Quem sabe não convencem o Castilho a reencarnar no Fernando Henrique, o Didi no Thiago Neves, o Tim no Washington, o Orlando Pingo de Ouro no Dodô e o Telê no Renato? Talvez não consiga ninguém que se disponha a se incorporar no Ygor, pois todos os tricolores ilustres sabem que nem com a ajuda do além ele será capaz de jogar bola. É uma questão fisiológica.

É isso aí, torcida tricolor. Vamos lá ajudar a destronar o Genérico Paulista e provar quem é o verdadeiro tricolor.

Quarta-feira todos ao Maraca. O Fluminense precisa do nosso apoio.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O Brasileirão começou. E salve a garotada de Xerém!

Com a retomada do Campeonato Brasileiro estarão de volta, sempre que pertinentes, as eternas gozações aos principais rivais, embora a prioridade continue sendo sempre o nosso Fluzão. Futebol é alegria, é confraternização e são essas brincadeiras que preenchem a semana dos torcedores. Nada de violência, só diversão. Corremos o risco de também sermos gozados, mas é do jogo e como dizia aquele sábio presidente corintiano: "quem está na chuva é pra se queimar".
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Com uma equipe de reservas, sendo oito juniores, que fizeram sua estréia em campeonatos nacionais, o Fluminense obteve o seu primeiro ponto no Brasileirão desse ano ao empatar com o Atlético em pleno Mineirão. Renato optou por preservar os titulares para a primeira partida das quartas de finais da Libertadores, exceção feita a Fernando Henrique. A decisão foi acertada com relação aos atletas que apresentavam sinais de desgaste. Mas para outros, foi conservadora demais.

Dodô, por exemplo, não pode estar cansado. Além do mais, necessita jogar para ganhar ritmo de jogo. Poderia ter entrado no intervalo e ajudado na obtenção dos três pontos, o que não seria difícil com o atual elenco atleticano.

No próximo domingo, teremos o Náutico, no Maracanã. Será fundamental uma vitória para evitar que os líderes se distanciem. O Fluminense não pode cometer o mesmo erro do ano passado, quando perdeu pontos incríveis no início do campeonato, ficando praticamente alijado da disputa pelo título.

Todos sabem que a Libertadores é mais importante, mas acontece que o segundo jogo com o São Paulo será no Rio de Janeiro, sem necessidade de viagem alguma. O Renato poderia perfeitamente manter a equipe desse domingo, reforçada pelo Dodô e pelo Cícero, este no lugar do Fabinho.

Apesar do “traste” não ter feito lambança alguma, limitou-se a destruir e dar bolas para o lado. Não conseguiu dar seqüência a uma jogada de ataque. Nas poucas vezes que teve oportunidade para tal, preferiu voltar a bola para os homens de trás.

Esperemos que o Renato considere reforçar um pouco a equipe para o jogo com o Náutico, nem que seja apenas a entrada do descansado Dodô no lugar do Tartá, já que dificilmente ele deixará o seu segundo pupilo favorito de fora enquanto o perYgor não jogar.

E por falar em Tartá, qual será a explicação dos fisioterapeutas para o fato de um atleta de dezoito anos sentir uma distensão muscular aos quatro minutos de jogo?

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RMP e a Flapress já começam a colocar o urubu como favorito ao título. Bastou uma vitória sobre o desfigurado time do Santos, com apenas três titulares, para eles começarem a ensaiar o uso de novo salto alto.

Eta mulambada que não aprende! Arriba América!

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Leandro Amaral provou um pouco da agonia que terá que suportar até 14 de dezembro. Seu bacalhau, com charuto e tudo, não conseguiu nem ao menos empatar com o time reserva do Internacional. Que dureza! Sofre Leandro e abra os olhos para esses empresários picaretas.

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No Engenhão, o Sport teve um gol legítimo anulado quando o placar era de 1 x 0 para os chorões.
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Foi mais um erro de arbitragem, mas dessa vez ninguém do cavalo paraguaio falou sobre o assunto. Só choram mesmo quando o erro é contra. A favor, tudo bem.
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A mala do Montenegro crucificou a bandeira gostosa pelos enganos na semifinal da Copa do Brasil do ano passado. Esqueceu-se de que o Botafogo nem teria enfrentado o Figueirense se o Simonsen não deixasse de marcar um penalti escandaloso no final do jogo com o Atlético Mineiro.
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Olha aí suas malas chorosas, arbitragem é assim mesmo. Um dia erra a favor, outro erra contra. Não existe complô. Chega de chororô, porque ninguém aguenta mais.
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Um recadinho final: o time do Atlético é uma baba. Se vocês não passarem agora, peçam o boné.
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O atacante Michael, ex-Guaratinguetá, arrasou na estréia do Coritiba contra o Palmeiras. Fez um gol e deu o passe para outro, depois fazer um salseiro dentro da área do Porco. Infernizou tanto a defesa do Palmeiras que a tropa de botinudos do Luxemburgo passou a caçá-lo sem piedade, sob os olhares complacentes de um juiz sem noção do que seja futebol bem jogado.

E o curioso é que o Branco chegou a viajar a Guaratinguetá para ver o time jogar e não prestou atenção ao Michael. Será que ele pensa que o Fluminense vai ter condições de fazer boa figura num campeonato longo, como o Brasileiro, com um elenco composto de apenas três atacantes experientes, sendo dois com mais de trinta anos e o outro, parado por contusão há mais de seis meses? Parece que foi mais uma viagem de turismo ou para rever amigos. Ou então, faltou “feeling”.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O Fluminense venceu, classificou-se e a torcida vaiou. Incoerência ou não?

A apresentação foi ruim. Ao contrário do que declarou o treinador, o jogo não foi "pegado". Foi até tranqüilo demais. A equipe do Atlético Nacional certamente é uma das mais dóceis da competição. Não deu pontapé, jogou limpo mesmo vendo a classificação ir para o brejo. O Fluminense é que não andou. Jogou sem alma, sem garra e com certa dose de soberba.

Nesse quesito alguns se destacaram: Gabriel, Thiago Neves e Cícero, principalmente.

Gabriel quase que exige a bola no pé e quando de posse dela, não faz uma jogada objetiva, procurando enfeitar os lances mais simples.

Cícero, talvez de tanto ouvir que seria o provável sacado com a volta do Dodô, ao ver-se como titular, mostrou uma displicência que não tinha sido sua característica até então. Estaria ele se achando o máximo?
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Thiago? Bem, Thiago pensa que joga muito mais do que a realidade. É um bom jogador, muito bom aliás, mas longe de ser um craque comparável aos do glorioso passado tricolor, como o próprio Renato Gaúcho, por exemplo. Neves não tem se empenhado como antes, além de tentar dribles desnecessários. Ainda está devendo um título. É isso mesmo, tricolores, não esqueçam que o titular do time que venceu a Copa do Brasil era o Carlos Alberto, Thiago entrava de vez em quando.

Washington é outro que não se encontra bem, talvez ainda esteja necessitando espiar os dois episódios de egoísmo exacerbado __ a insistência em jogar o amistoso com o Madureira e a teimosia em bater um pênalti sem condições físicas ideais. Em seu íntimo deve estar incomodado, porque sabe que essas atitudes contribuíram em muito para a perda da Taça Rio. Mas não se pode negar que sua aplicação continua a mesma.

Ygor. Nesse caso não se trata de falta de raça, até que ele é esforçado. O problema é a falta de habilidade. Chegam a ser constrangedoras as vaias a ele endereçadas, antes mesmo do início das partidas. De fato, quem deveria ser vaiado é aquele que incutiu em sua cabeça que ele possuía pré-requisitos para ser jogador de futebol. Esse sim, é um sádico. Deve ser o mesmo que influenciou o Fabinho.

Outro fato que contribui para a má vontade com o Ygor, independentemente de suas lambanças, é a proteção descabida demonstrada pelo Renato. Hoje mesmo, ao declarar que três ou quatro jogadores estão jogando mal, citou Gabriel, Thiago Neves, Washington e Arouca, mas omitiu o nome de seu "pupilo".

Do Dodô não se pode reclamar, chega a ser uma falta de sensibilidade. Parado há dois meses, vindo de uma cirurgia complicada, é natural que ele ainda esteja temeroso. Sabe lá se vai aparecer pela frente outra jamanta voadora desgovernada?

De qualquer modo, o Fluzão venceu com o gol salvador do Roger e está nas quartas de finais.

Voltando ao tema do título, a pergunta ainda não foi respondida. Se o Fluminense passou de fase com 100% de aproveitamento, por que a torcida vaiou?

A constatação é simples. Muitos ainda não perceberam, porque na realidade vitórias não podem ser vaiadas. Devem ser festejadas sempre. E a torcida sabe disso, tanto assim que em momentos de decisão sempre recorre àquelas máximas, igualmente decantadas por jogadores, técnicos e até dirigentes: "queremos ganhar até por meio a zero" ou "queremos ganhar até com gol de mão".

Então por que a torcida está vaiando? Simples. Ela não está vaiando a vitória. Ela está vaiando o futuro. Sim, o futuro do Fluminense. A torcida, aquela que vai aos estádios, que joga peladas, está antevendo que se continuar atuando sem padrão de jogo, sem que cada atleta tenha sua função bem definida e sobretudo "sem comer a grama", o time não será páreo para os adversários da próxima fase, seja ele o Nacional, de Montevidéu ou o Genérico Paulista, sem falar dos da semifinal, Cruzeiro ou Boca, mais difíceis ainda.
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É isso que aqueles que reclamam das vaias ainda não conseguiram perceber. Elas estão sinalizando ao Renato que não podemos continuar jogando assim. Nome não ganha jogo. Se Gabriel está mal, que ceda o lugar ao Carlinhos. Se Ygor não consegue dar uma saída de bola convincente, que vá para o banco. Se Thiago Neves e Arouca não estão rendendo o que deviam, que se procure colocá-los nas funções nas quais eles se destacavam anteriormente. Se Washington ainda não curou totalmente o tornozelo que descanse até curá-lo.

É isso, simples assim. A torcida não é vidente, apenas enxerga o óbvio e já está demonstrando previamente sua insatisfação, por não mais agüentar observar ferrolhos serem colocados depois de portas arrombadas e títulos cada vez mais distantes.

SALVE O FLUZÃO E SUA MAGNÍFICA TORCIDA!
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Após a classificação obtida contra o Nacional, o técnico Muricy Ramalho, ainda no Morumbi, ao ser inquirido sobre o adversário das quartas de finais, declarou em alto e bom som: __"A vantagem é que não teremos que viajar para longe. O problema é que o time deles é muito bom. Tem o Washington no ataque e dois meias, o Conca e o Thiago Neves que jogam muito. O time deles é mais técnico que o nosso, mas o nosso é mais briguento, mais batalhador, isso eu garanto".
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As declarações do Muricy vêm ao encontro da sensação sentida pela torcida tricolor. Ela sabe que para passar pelo São Paulo será fundamental que todos se doem em campo durante os noventa minutos. Time, o do Fluminense é melhor. Para ganhar do São Paulo, será preciso apenas igualar a disposição. Se o time mostrar a mesma garra do Thiago Silva, Roger e Conca, a classificação estará bem encaminhada.
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Esperemos que o Renato consiga motivar a todos a jogar no limite, como fez o Grêmio na Libertadores do ano passado, que mesmo com uma equipe mais limitada, eliminou o São Paulo na base da superação física.
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Dá-lhe Fluzão!