É o tricolor original. Os outros são simples imitações, genéricos. Como dizia Nelson Rodrigues: "Tricolor é o Fluminense, os outros são clubes de três cores". .
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Cruzeiro 1 x 0 Fluminense. René ensaia a volta do "circo dos horrores".
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Figueirense 0 x 1 Fluminense. Ufa, que sufoco!
Fluminense continua como o melhor clube brasileiro no ranking da IFFHS
Esse é um fato que tanto a diretoria como a Unimed devem ter em mente ao planejar o plantel para 2009. Mantendo os jogadores mais importantes e dispensando aqueles que só servem para inchar a folha de pagamentos será possível, sem muito esforço manter a competitividade da equipe. O estrelismo, é claro, que tanto nos prejudicou esse ano, também precisa ser banido de uma vez por todas para que possamos vir a ter um Fluminense vencedor.
A relação dos dez primeiros clubes e dos brasileiros classificados é a seguinte:
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........................1. Barcelona
........................2. Liverpool
........................3. Manchester United
........................4. Chelsea
........................5. Boca Juniors
........................6. Bayern Munique
........................7. Fiorentina
........................8. Internazionale
........................9. Lyon
......................10. Arsenal
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......................12. Fluminense
......................13. São Paulo
......................30. Cruzeiro
......................35. Flamengo
......................51. Santos
......................58. Botafogo
......................92. Sport
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É verdade que as posições deverão ser alteradas até o final do ano e também que os critérios utilizados pela IFFHS (International Federation of Football History & Statistcs) são estranhos, mas o que interessa é que o Fluminense está lá e pelo menos, por ora, a mulambada deve estar roxa de inveja.
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E por falar em mulambada, como devem estar se sentindo os imbecis que criaram a Fla-Boca, Fla-LDU e outras sandices com a possibilidade de vir a ter que torcer desesperadamente pelo Fluminense no próximo domingo para tentar conseguir a quarta vaga? Gostaria de ver a cara de pastel desses manés.
RALA URUBUZADA!
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Fluminense 0 x 1 Vasco. A grande chance perdida
Até que o time não jogou mal. Poderia ter vencido se tivesse um atacante que soubesse finalizar melhor, o que sinaliza cada vez mais para a necessidade da contratação para o próximo ano de algum atleta com essa característica.
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O jogo até certo ponto até que foi tranqüilo. O Vasco quase não incomodou, limitando-se aos chutões de fora da área. O Fluminense, ao contrário das vezes anteriores, parecia adormecido. Jogou devagar, faltou aquela gana demonstrada nos jogos com Atlético Paranaense, Vitória, Palmeiras e nos quinze minutos em Florianópolis.
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A ligação do meio campo ao ataque não funcionou. Apelou-se muito para os chutões, mas mesmo assim pelo menos a manutenção do empate parecia realidade absoluta.
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A situação se alterou no segundo tempo quando, pela primeira vez, René errou redondamente nas substituições. Três desastres.
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A menos que o Carlinhos tenha sentido alguma contusão, a entrada do Eduardo seria completamente dispensável. Ainda fora de forma, errou quase todos os passes, não marcou ninguém e ainda foi para a disputa da bola na jogada que resultou no gol com um "pezinho de moça", devagarzinho e sem força.
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A substituição do Fabinho era mais do que óbvia, pois se continuasse em campo fatalmente seria expulso. Surpresa foi a declaração do René justificando a substituição justamente por esse motivo. Será que ele não percebeu ou foi avisado de que o Fabinho não sabe marcar? No jogo de ontem, ele se esmerou. Não desarmou nenhuma vez sequer os adversários sem cometer falta. Quem esteve atento para o fato pôde comprovar.
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Em suma: se o René pensa que vai chegar a algum lugar com a titularidade do Fabinho, precisará urgente de um substituto para os tempos finais das partidas, pois a dura realidade é que o fato irá se repetir nos próximos seis jogos.
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A substituição, no entanto, foi equivocada. Arouca já vinha dando sinais que não estava bem quando jogava de segundo volante. A entrada do Ciel acabou com a pouca criatividade do meio campo e a ligação ao ataque voltou a ser na base dos chutões. Se era para por o David, por que não o fez de imediato no lugar do Fabinho?
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Aí o Ciel entraria no lugar do Everton que não estava bem. Simplicidade maior não poderia existir.
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Bem, nosso técnico não esteve bem, mas comparando com as lambanças dos anteriores, vamos considerar apenas como uma noite infeliz. Esperemos que na quarta-feira o Fluzão renasça novamente e confirme a vitória sobre o Figueirense para se afastar de vez dessa situação incômoda.
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Dá-lhe Fluzão!
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Mais uma vez Dunga convoca o Thiago Silva para um amistoso da "legião estrangeira". Não satisfeito em afastar o melhor jogador da equipe tricolor durante todas as Olimpíadas para mantê-lo na reserva de zagueiros piores, repete o feito na reta final da luta pela sobrevivência na Série A. Dá até a impressão de que existe algum jabá envolvido. Nossa diretoria bem que poderia pleitear a sua dispensa.
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domingo, 26 de outubro de 2008
Fluminense 3 x 0 Palmeiras. Com olé é mais gostoso!
Há muito a galera estava precisando lavar a alma contra o Palmeiras, pois desde aqueles célebres 4 x 1, ainda no tempo do Monsieur Luis Henrique, o Fluminense não conseguia bater o Palmeiras no Maracanã em jogos pelo Campeonato Brasileiro.
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Com a defesa bem postada e usando os laterais, o Fluminense foi rápido nos contra-ataques e venceu o Palmeiras sem muita dificuldade. A superioridade tricolor foi tão flagrante que bastou o primeiro tempo para que a vitória fosse sacramentada, transformando os quarenta e cinco minutos finais em mera formalidade.
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Como um autêntico rolo compressor, o Fluminense atropelou o Palmeiras e impingiu um categórico 3 x 0.
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O jogo até que começou equilibrado, com as equipes buscando o gol, porém após o primeiro, o Fluminense partiu de forma contundente para o ataque, deixando atônitos os palmeirenses que mal conseguiam sair da defesa.
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A superioridade foi tamanha que o segundo gol não demorou a acontecer. Após chute de Everton Santos, Martinez salvou em cima da linha, mas a bola bateu em Maurício e ganhou as redes.
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Logo em seguida, uma triangulação perfeita entre Everton Santos, Conca e Junior César resultou no terceiro gol, marcado pelo lateral. O Fluminense continuou seu banho de bola e a vitória já estava decretada antes mesmo do intervalo.
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Se o árbitro encerrasse a partida nesse momento, ninguém no estádio sentiria falta da parte final. As palavras de Luxemburgo durante a entrevista coletiva comprovam essa assertiva, pois o técnico palmeirense, visivelmente abatido, declarou enfaticamente que como seria praticamente impossível reverter o resultado cuidou de preservar sua equipe para os próximos compromissos, evitando que seus atletas se machucassem ou levassem cartões.
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E assim, o Fluminense passeou em campo, tocando a bola, deixando o tempo passar e aplicando ao final um sonoro olé nos adversários para delírio dos quase quarenta mil tricolores presentes.
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Parabéns a esses que nunca deixaram de acreditar. Aos mais pessimistas, a convocação para os próximos jogos para que assistam o renascimento do grande Fluminense com seu futebol alegre e objetivo.
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Alguns componentes da "mídia anti-Flu" tentaram enodoar a vitória, alegando irregularidades no primeiro gol, pois Washington teria fingido por a mão na bola e com isso atrapalhado o goleiro adversário. Consultado a respeito, o comentarista de arbitragem Renato Marsiglia explicou nos mínimos detalhes que nada houve de anormal na jogada e que, nesse caso, a regra não pune a intenção de por a mão na bola, somente o fato consumado.
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O próprio Marcos não fez coro com as reclamações palmeirenses, pois ao deixar o campo no intervalo declarou ao repórter que o entrevistou: "O Martinez tinha que estar na marcação do Washington. Ele apareceu sozinho e conseguiu me atrapalhar".
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Deixando agora a euforia de lado, pode-se comprovar que aos poucos nosso Fluzão vai incorporando aquele espírito de decisão presente na maior parte da Copa Libertadores.
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René Simões demonstra a cada dia que, além desses papos de psicólogo, é necessário saber armar e treinar uma equipe. René não só fez o time voltar a ter confiança em si, como gradativamente vai recuperando alguns atletas que vinham mal, chegando mesmo a serem execrados pela Torcida.
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Fabinho estava irreconhecível. Parecia até um jogador de futebol. Ainda é cedo para se afirmar que ele melhorou mesmo ou se trata apenas de um sonho em uma noite de verão. O mesmo se aplica a Everton Santos que, sem dúvida alguma, fez sua melhor apresentação com a camisa tricolor.
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Outros também subiram de produção com René: Arouca, Carlinhos e Júnior César, além de Thiago Silva, que voltou a ser aquele monstro que só o Dunga não percebe.
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Mérito de René, que arregaçou as mangas e passou a trabalhar com o material que tinha em mãos, evitando clamar por reforços e choramingar como seus antecessores.
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Não fosse a safadeza no jogo com o Vitória e o Fluminense estaria bem mais longe da zona de rebaixamento e adois pontos apenas da conquista de uma vaga na Sul-Americana.
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Um detalhe apenas preocupou bastante: a grande quantidade de jogadores extenuados e com cãibras durante o desenrolar da partida. Seria deficiência na preparação física?
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Domingo próximo teremos o Vasco pela frente. O Fluminense precisará do apoio de todos. Não pise na bola torcida tricolor. Todos ao Maracanã!
domingo, 19 de outubro de 2008
Vitória 2 x 2 Fluminense. "Árbitro" tendencioso e volta à degola!
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Foi uma boa exibição. Aos poucos a equipe vai readquirindo a confiança e o padrão de jogo perdidos nos tempos dos “professores pardais” e até mereceu a vitória. Não fossem os gols fáceis perdidos e os dois penaltis claros não marcados por um soprador de apitos sem escrúpulos, o Fluminense teria saído de Salvador com a vitória.
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Aliás essa tem sido a tônica adotada pelo sr. Sergio Corrêa, chefe da Comissão de Arbitragens, em relação ao Fluminense: escalar árbitros sem gabarito. Chega a dar a impressão de que existe uma intenção clara de beneficiar a Portuguesa de Desportos. Essa manobra, porém, de nada adiantará porque o Fluzão irá mostrar a sua força e frustrar esses cidadãos.
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O time demonstra que se livrou de vez daquela “política cautelosa”, própria de técnicos despreparados e medrosos. Agora ataca com mais consistência e quando dispor de um atacante de ponta voltará a figurar entre os melhores do país.
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Inegável o mérito do René nessa transformação. A lamentar ainda a manutenção de Fabinho e Everton como titulares.
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Fabinho continua o mesmo. Não marca, não passa e agora também consegue levar dribles em sequência até cair sentado, numa posição ridícula. Everton continua a irritar com sua nulidade em campo.
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Esperemos que com o passar dos treinamentos, o técnico vislumbre escalar o Tartá no lugar do Everton, recuando o Arouca para o lugar da coisa.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Atlético Paranaense 1 x 3 Fluminense. Ufa, até que enfim!
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Fluminense 1 x 1 Goias. Situação crítica.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Botafogo 1 x 1 Fluminense. De nada adiantou jogar bem!
sábado, 20 de setembro de 2008
Fluminense 2 x 3 Coritiba. HELP PARREIRA!
Está certo que o Cuca aprendeu algumas lições. Defenestrou o Everton Santos. Livrou-nos do Ygor e Fabinho.
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É certo que o juiz foi parcial. Fez vista grossa num um pênalti claro, deu cartão amarelo ao Washington por pseudo-simulação e, no segundo gol dos paranaenses, não viu o empurrão sofrido pelo Edcarlos, que até o Junior, rubro-negro roxo, durante a transmissão pela TV, admitiu que existiu.
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É certo que o Tartá fez a lambança do século, embora estivesse jogando bem e ainda seja o companheiro ideal para o Conca no meio campo, a menos que esse Elias apresente um futebol melhor. Continua sendo uma grande promessa, mas está inseguro, provavelmente porque só entra em roubadas, amargando a reserva para jogadores sem o mínimo de qualidade técnica.
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Tartá errou. Por que a idéia imbecil de jogar a bola para trás, estando além da linha de meio campo? Mas onde estava a defesa? Pasmem, o Tartá era o último homem. O que fizeram durante toda a semana? Não deveriam ter aprimorado os treinamentos táticos?
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A defesa parecia uma feira de peixe. Ninguém se entendia. Junior César já está merecendo um banco há bastante tempo. Carlinhos deveria ser instruído a não cobrar faltas laterais. São ótimas oportunidades para equipes que dispõem de centro-avantes de estatura elevada, como Washington e Somália, todas desperdiçadas por cobranças errôneas, sempre nas cabeças, ou pior, nos pés doa zagueiros adversários.
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Luis Alberto ultimamente fala muito, mas tem ficado estático em muitas jogadas. Sua contusão pode ter sido uma ajuda do astral.
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Maurício não sabe marcar. Vive levando baile dos adversários, fato que passa despercebido de muitos, devido às nefastas atuações anteriores de Ygor e Fabinho. Realmente para voltar com eles é melhor que fique o Maurício.
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O fato é que o Cuca não parece ser o homem ideal para levar o Fluminense a grandes conquistas. De comportamento diametralmente oposto ao do Renato, passa certa timidez, parece que não gosta de ousar, muito humilde e chorão para o gosto de muitos.
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Tanto ele como o Renato terão que aprender muito e mudarem bastante seus perfis se quiserem realmente se transformar em técnicos de ponta. Por ora só como tapa-buracos ou para a direção de equipes de menor expressão.
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Cuca deve rever seus conceitos. Após o jogo declarou que assumia a responsabilidade pela derrota, mas que o Coritiba tinha atacado quatro vezes e marcado três gols. Errado, meu caro Cuca. O Coritiba não acertou nada. A defesa é que vacilou nas quatro oportunidades.
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Fica difícil ganhar um jogo quando o adversário dá quatro chutes em gol, um no travessão e três no barbante. Continuando assim será quase impossível livrar o Fluminense do rebaixamento.
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Não é que esteja começando a apregoar a troca do técnico, mas o time continua sem padrão. Entendo que seja difícil reconstruir uma terra arrasada como a que ele encontrou, mas já houve tempo para que alguma coisa fosse melhorada.
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Se não ganharmos do Botafogo no próximo domingo, talvez seja a hora de chorar as pitangas com o Parreira para que ele dê uma mãozinha, pelo menos até o fim do ano. Afinal, faltarão apenas onze partidas, cinco das quais no Maracanã e as demais, quase todas pertinho de casa.
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Boa a estréia do Ciel. Mostrou desenvoltura, personalidade e uma certa técnica. Quando se adaptar poderá vir a ser bastante útil formando dupla com o Washington, desde que alimentados por um meio campo criativo, que o Fluminense tem.
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Quanto ao Wellington Monteiro, veremos como se sairá com o Botafogo.
Crueldade a faixa que a torcida estendeu no Maracanã: "Fernando Henrique, mais de duzentos jogos, mais de duzentos e cinquenta gols, mais de cem frangos". Enfim, a voz do povo é a voz de Deus...
domingo, 14 de setembro de 2008
Santos 2 x 1 Fluminense. De hora em hora a situação piora!
domingo, 7 de setembro de 2008
Fluminese 0 x 0 Grêmio. Mais um jogo em casa sem vitória!
Tricolores de todo o Brasil. A coisa está preta. Mesmo com o desmanche da equipe, o que restou do plantel é bem superior aos de muitos dos clubes que estão à frente do Fluminense na classificação do Brasileirão.
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Perdeu-se muito tempo com o treinador anterior. Deu-se a ele uma autonomia irresponsável e o resultado foi catastrófico.
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Agora chega o Cuca. E embora nos tenha livrado do Ygor, ressuscita outro antijogador. Nada pessoal contra o Fabinho, mas nenhuma equipe pode dispor impunemente de seu futebol.
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E ainda por cima, descortina o Everton como curinga, titular absoluto, salvador da pátria. Gostaria de saber quem indicou o Everton. Quem foi o responsável por sua contratação? Só pode ter sido indicação de gente incompetente, mal intencionada ou antitricolor enrustido.
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Se no tempo do Renato jogávamos com dez jogadores, agora jogamos com nove. E o pior é que existe alternativa para uma melhor escalação.
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Washington foi expulso. Talvez esse descanso sirva para que ele esfrie um pouco a cabeça. Nervoso em campo, "reclamão", perdendo gols incríveis, tudo com o beneplácito de todos os responsáveis pelo clube. Precisa recuperar a forma antes de tornar a ser escalado.
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Jogador tem que estar em forma. Nome e passado não ganham jogo. Exemplos marcantes são Ronaldinho Gaúcho e Robinho, que fora o malabarismo próprio de focas circenses, produzem muito pouco para a Seleção Brasileira.
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Se o Cuca resolver experimentar a dupla Maiconl/Somália e escalar o meio campo com Conca e Tartá, não sem antes obrigá-lo a deixar de ser fominha e passar a bola para os atacantes de fato, o resultado contra o Santos poderá ser melhor.
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Ah, e é claro, desistir de uma vez por todas de contar com o Fabinho. A torcida tricolor sente calafrios só de imaginá-lo marcando, ou melhor, tentando marcar, o Kleber Pereira. Seria uma covardia. O Fluminense não merece isso. Atenção Cuca atenda aos nossos anseios.
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domingo, 31 de agosto de 2008
Flamengo 2 x 2 Fluminense. Pena, dois pontos perdidos.

Lógica sim, pois ultimamente Fla-Flu é sempre assim, o Fluzão quando joga mal ganha por um gol de diferença e quando joga bem dá goleada com olé e creu.
Pena que o Cuca, ainda não acostumado a essa realidade, deixou o complexo de vira-lata botafoguense prevalecer e, do mesmo modo como fazia quando treinava o chororô, substituiu o Conca por um defensor.
Não que a atuação do Fernando tenha comprometido, mas a substituição fez com que o Flamengo partisse para a pressão, que acabou resultando no empate.
Mas não tem nada não, com o tempo ele se acostuma a ganhar da urubuzada. É só partir para cima que eles morrem de medo.
Sambueza, que havia sido oferecido ao Branco, foi o autor da jogada do gol de empate. Não dá para saber se ele é craque por uma jogada só, mas vale o registro de como nosso gerente de futebol é lento e despreparado para conduzir as negociações de nosso clube. Acho que já está mais do que na hora do Horcades abrir o olho.
O resultado serviu para mostrar a esses urubus fanáticos de que mesmo com o time em remodelação, o Flamengo não consegue vencer do Fluminense.
Parabéns ao Maurício pelo chute certeiro e ao Conca pelo golaço, certamente um dos mais belos do campeonato.
Agora é encarar o Grêmio e ganhar mais três pontos. Dá-lhe Fluzão!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
O "indesejável" e "boicotado" Dodô. Para reflexão dos autênticos tricolores.
A atitude de Dodô ao ser substituído no intervalo do jogo com o Sport gerou críticas públicas do presidente do Fluminense, Roberto Horcades, que não descartou nem a possibilidade de rescindir o contrato do atleta.
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"Desde que assumi a presidência do Fluminense, existem quatro lemas que respeitamos integralmente: disciplina, hierarquia, ousar e pensar grande. Se existir um caso de indisciplina, é porque um desses lemas está sendo ferido, e isso não vou tolerar. Vamos esperar o posicionamento do Cuca para depois tomarmos a decisão mais adequada. O que posso dizer é que o Fluminense é maior que qualquer nome", disse Horcades.
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Antes de qualquer tomada de decisão mais drástica, nosso passivo Presidente deveria refletir sobre os fatos que desencadearam essa pseudo-rebeldia de um dos atletas mais habilidosos do plantel tricolor.
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No oba-oba das contratações para a montagem do plantel que iria disputar a Copa Libertadores, dentre os nomes aventados, o Fluminense contratou seis atletas. Washington, Dodô, Conca, Leandro Amaral, Ygor e Gustavo Nery.
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Aqueles que acompanham o futebol um pouco mais de perto observaram de imediato que a coisa não era séria. Senão, vejamos:
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MANCADA NÚMERO 1: Leandro Amaral era atleta vinculado ao Vasco e estava sendo contratado com base numa simples liminar, instrumento obtido facilmente em qualquer plantão judiciário. Não garante nada, apenas mantém o "status quo" de uma situação, cujo mérito virá a ser julgado oportunamente. Ninguém no clube se dispôs a fazer contato com o Vasco da Gama, visando à contratação do atleta, ainda mais sabendo que outro atacante contratado teria que passar por um esdrúxulo julgamento na FIFA. O fim da novela é sobejamente conhecido para ser relembrado aqui.
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MANCADA NÚMERO 2: Gustavo Nery. Completamente fora de forma física e técnica. Teve a hombridade de pedir rescisão de contrato.
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MANCADA NÚMERO 3 (A MAIS GRITANTE): Ygor foi preferido ao Fabinho, hoje no Corinthians, sob a alegação insana que a liberação de seus direitos federativos seria demorada. Depois de tudo acertado, o Fluminense desistiu de contratar o Fabinho numa sexta-feira, sendo que na segunda, já liberado, o jogador foi para o Corinthians.
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Ficamos com o Ygor e fomos obrigados a agüentar a sua pavorosa presença. Graças a esse aleive, pudemos vê-lo entregar aquela bola absurda no pé do atacante do Arsenal, que ficou livre para marcar o gol; vimos o limitado Aloísio ganhar na velocidade e driblá-lo com a maior facilidade na lateral direita e cruzar para o Adriano marcar o gol do São Paulo, no Maracanã, que quase nos elimina; vimos o Ygor contra o BOCA, novamente no Maracanã, levar duas saraivadas de dribles do Dátolo na mesma lateral direita, que deu origem ao cruzamento para o gol do Palermo; assistimos a essa desastrosa contratação ser facilmente driblada contra a LDU, na final da Libertadores, agora na lateral esquerda, o que permitiu o cruzamento para o gol que nos tirou o título. Tudo isso, além das duas falhas bisonhas nos gols decisivos do Botafogo que nos eliminou das Taças Guanabara e Rio. A manutenção do Ygor depois de todas esses erros trouxe em muitos torcedores dúvida sobre a real causa da insistência.
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Os amigos tricolores devem estar perguntando o que tem a ver a atitude do Dodô com essa rememoração de fatos tristonhos. Digo que tem tudo a ver. É só colocar os pingos nos "is", juntar "dois e dois" que a situação ficará clara.
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Pois bem, ao contratar o seu afilhado Ygor, Renato teria que engendrar um modo de mantê-lo como titular. Começou barrando o Arouca. Não deu certo. Conca e Thiago Neves se mandavam para o ataque e a pobre da zaga sem o Arouca se mostrava incapaz de suprir as falhas do protegido. Barrou o Conca. Não deu certo, a criatividade do meio campo diminuiu, o time passou a jogar pior e a galera chiou para valer. A solução óbvia seria a barracão do Cícero. Aliás, ele já estava barrado desde o jogo com o Cardoso Moreira.
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Como o padrão de jogo da equipe não fluía com três atacantes de ofício, barrou-se o Dodô. Tudo bem. O jogador aceitou a barracão normalmente, pois afinal de contas eram nítidas as supremacias física e técnica do Leandro Amaral.
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Como o velho Eurico não é bobo nem nada, levou-o de volta para São Januário. Ainda "sopa no mel". Dodô voltou a ser titular e o time começou a triturar os adversários da Libertadores. Ygor continuava fazendo suas mancadas, mas o time ganhava.
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Aí se deu o problema. Cícero recuperou a forma dos tempos do Figueirense. Suas apresentações nos treinos e nas eventuais substituições a Thiago Neves ou Conca nos jogos oficiais o credenciavam à titularidade. Segundo volante nato era a ameaça natural para o protegido do técnico, que logo tratou de colocá-lo em outras funções: meio campo e até atacante.
Sobrou novamente para o Dodô. Sua grave contusão foi o motivo ideal para a barração. A partir daí, o atleta começou a dar mostras de insatisfação com a reserva. Pô tem dó, ficar na reserva para o Ygor ser titular, não dá para agüentar.
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O boicote seguiu descarado, mesmo com o risco da perda do título tão almejado e acabou por acarretar a situação quase insustentável.
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Aos que duvidam da história, sugiro a leitura do artigo de Caio Barbosa, abaixo reproduzido.
Era Renato: dos jogos inesquecíveis ao desmanche na profissionalização
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Técnico, mais uma vez, fez história no clube, mas sua vaidade arrasou o mais importante projeto da gestão Roberto Horcades
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Caio Barbosa, Rio de Janeiro
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É tricolores, um fato é certo, por tudo isso não conseguimos ver juntos em campo uma vez sequer Arouca, Cícero, Conca e Thiago Neves, sem dúvida o melhor meio campo formado pelo Fluminense desde 1984.
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Francamente, ainda falta essência para que o Fluminense esteja pronto para vencer competições de alto nível. Carecemos de profissionais que entendam mesmo do riscado, que saibam planejar com seriedade, sem aceitar imposições unilaterais de técnicos que, muitas vezes, colocam seus projetos pessoais acima dos interesses do clube.
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Erros todos cometem, até mesmo os clubes acostumados a grandes conquistas internacionais. Os verdadeiros profissionais, no entanto, sabem reconhece-los e aprender com eles. É assim que se cresce em qualquer atividade.
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E o que mais dói na carne tricolor é saber que o Fluminense é um dos pouquíssimos clubes do país com um patrocínio de porte, desperdiçado pela falta de visão profissional.
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Reflitam sobre tudo isso e vejam se o Dodô é realmente o maior vilão desse imbróglio. Pensem se existe no país algum clube com dois atacantes como Washington e Dodô que, condicionados adequadamente, e municiados por um meio campo inteligente, poderão voltar a ser o terror das defesas adversárias.
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É isso aí.
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Dá-lhe Fluzão! Cacete nos urubus! Não podemos perder dessas barangas!
domingo, 24 de agosto de 2008
Fluminense 1 x 1 Sport. O sufoco continua!
Início de jogo muito fraco com o time irreconhecível. A defesa completamente desarticulada com a insistência da manutenção do Arouca na lateral direita. Essa sandice nem o Renato havia cometido.
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Ainda bem que o Cuca percebeu que o Maurício era uma figura decorativa e o sacou ainda no primeiro tempo. Aliás, ele precisa se desvencilhar o mais breve possível das heranças nefastas do Renato. Improvisações na lateral direita, meio campo com Ygor, Arouca , Maurício e David levarão inapelavelmente o Fluminense para a segunda divisão.
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Não podemos deixar de pontuar no Maracanã, principalmente nesses jogos com times mais fracos. Menos mal porque o empate do Grêmio com o Náutico nos manteve fora da zona de rebaixamento.
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Domingo próximo teremos o Flamengo pela frente, adversário que ultimamente temos vencido e até com certa facilidade, mas igualmente tem sido a pedrinha na chuteira do Cuca. Espero que sua síndrome de cachorro vira-lata tenha ficado em General Severiano.
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Pontos positivos para o Fluminense: a volta do Thiago Silva e a suspensão do Fabinho por mais um jogo. Uma pena para a torcida tricolor que tenha sido por mais jogos.
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Está provado que o Conca necessita de alguém de categoria ao seu lado para que possa exibir o seu futebol da Libertadores. Por enquanto, teremos que ir de Tartá mesmo, mas é preciso que a diretoria reveja a sua posição e contrate algum outro meia urgente, pois nenhuma equipe resiste impunemente à perda de dois jogadores habilidosos. Achar que o elenco atual tem condições de suprir as ausências de Cícero e Thiago Neves é coisa de quem não entende nem um pouco da coisa que se propõe a dirigir.
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Considerando a sinalização da LDU de rever a liberação do Urrutia, sua contratação deveria ser tentada. Ficaríamos com Urrutia, Arouca, Tartá e Conca, um meio campo que daria para o gasto nesse fim de campeonato. Romeu seria o reserva imediato e a torcida livre de Ygors, Fabinhos, Maurícios, Davids e outras aberrações.
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Um treinamento especial para o Fernando Henrique para ver se ele aprende a sair do gol também seria bem-vindo.
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Se o Cuca não inventar no próximo domingo, o Fluminense terá condições de mais uma vez derrotar o arqui-rival, que não está com essa bela toda, como apregoa a mídia parcial.
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Até lá, tricolores. Encontrar-nos-emos no Maracanã, com a certeza de não ter que nos desesperar com as pixotadas do Fabinho.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Náutico 1 x 3 Fluminese. Até que enfim a primeira fora de casa.

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O time foi valente, brigou durante todo o tempo, mostrando a garra que andou faltando nos últimos jogos.
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O padrão de jogo melhorou, evidenciando que agora a equipe está sendo submetida a treinamentos táticos.
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Excelente atuação de Washington. Três gols, além de sofrer um pênalti claro não marcado pela arbitragem. Esse é o Washington que a galera quer, correndo em campo, caindo menos e sem aquele exagero nas reclamações. Continuando assim, dará novas alegrias aos tricolores.
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Quando o trabalho é feito com coerência até as fatalidades contribuem para corrigir as mancadas. A contusão do Tartá obrigou o Cuca a parar com a invenção pardalesca de escalar o Arouca na lateral direita.
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Não que o Carlinhos seja um craque de bola, mas com o Arouca em sua posição original, o time apresentou maior consistência. Alguém precisa informar ao Cuca que se ele achar que vai armar uma defesa segura com Fabinho e Ygor, aliados ao Roger jogando na zaga central, breve amargaremos novas derrotas inacreditáveis para times medíocres.
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A volta do Thiago Silva deve resolver a fragilidade da defesa. Isso se a nossa diretoria ineficiente lutar para não liberá-lo para esquentar banco de zagueiros de pior qualidade que jogam na seleção da mula dunga.
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Preocupante mesmo só a declaração do Cuca de que prefere abrir mão do Urrutia para ficar com Ygor, Fabinho, Maurício e Romeu. Ou ele tomou um chá de coca ou já foi seduzido pelos espertos empresários dos cavaleiros do apocalipse. Será que vai entrar no mesmo esquema do Renato? Lamentável.
Técnico quer formar a "Família Cuca" com Romeu, Ygor, Maurício, Arouca...
A LDU sinalizou nesta quarta-feira com a possibilidade de liberar o volante Urrutia para o Fluminense, após uma novela que já dura cerca de três semanas, desde quando Renato Gaúcho ainda comandava o Tricolor. Mas agora, se depender de Cuca, a LDU pode liberar quem quiser, pois ele não tem interesse em contar com o equatoriano. O novo técnico tricolor espera formar a "Família Cuca", dando moral para os atuais jogadores.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Fluminense 1 x 0 Atlético Mineiro. A primeira de Cuca.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Em busca do tempo perdido.
domingo, 10 de agosto de 2008
Ipatinga 2 x 1 Fluminense. Adeus Libertadores!
O jogo com o Ipatinga tinha que ser ganho de qualquer maneira, mas o nosso Professor Pardal voltou a errar. E errar feio. Vejam quantas bobagens fez numa partida só.
1. Escalou o Fabinho, o cavaleiro do apocalipse tricolor. Seria apenas uma questão de tempo para ele voltar a fazer lambança. Foi expulso aos cinco minutos do tempo final numa entrada desleal e desnecessária. Os tricolores mais lúcidos esperam que o Tribunal dê a ele uma suspensão de pelo menos seis jogos.
2. Manteve o Roger como zagueiro e continuamos a tomar gol de cabeça em escanteios, para não falar de outras falhas. Quem entende um pouco de futebol sabe perfeitamente que o Roger tem lugar nesse time, mas não de zagueiro. Volto a questionar o fato dele não ser escalado no lugar do cavaleiro do apocalipse.
3. Após a expulsão, substituiu o Somália pelo Maurício. Perdeu um atacante, colocando um jogador que não marca e não sabe apoiar. Era tudo que o técnico do Ipatinga queria. Partiu para cima com tudo e o resultado só poderia ser aquele. Fosse o Ipatinga um pouquinho melhor teria dado uma goleada.
4. Continuando suas invencionices, colocou o Éverton no lugar do Tartá. O "novo reforço" indicado pelo Renato mostrou logo em sua estréia do que é capaz, confirmando as previsões sobre suas novas indicações no comentário do dia 27 de julho, após a vergonhosa derrota para o Cruzeiro.
Por isso tudo é que não há mais esperanças de conseguirmos a classificação para a Libertadores. Muito dinheiro jogado fora, um elenco de primeira linha que não ganhou absolutamente nada nesse ano de 2008. E se não nos livrarmos do Renato já, sem nenhuma sombra de dúvida, amargaremos outro rebaixamento.
FORA RENATO, FORA BRANCO, FORA FABINHO, FORA YGOR.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Fluminense 3 x 1 São Paulo. O leão está ressurgindo!
Hoje acordei com um bom presságio. Vamos ganhar do São Paulo. Alguns dos craques do passado irão se incorporar nos do presente e aí, apesar do Renato e do Fabinho, o Fluzão ressurgirá das cinzas. Vai ser um jogo duro. Poderia ser mais fácil se tivéssemos um técnico no lugar do boleiro empresário, pois certamente teria alternativa para esse meio campo. Aliás, para substituir o Fabinho qualquer alternativa é melhor. Três zagueiros, por exemplo, com o Roger na sobra. Mas mesmo assim vamos ganhar. Quem acreditar pode ir ao Maracanã para comprovar. Assistirei pela televisão, pois não posso quebrar minha promessa: jamais voltar aos estádios enquanto o Fabinho for escalado de saída. E a garotada sub-15? Bicampeã mundial, com sete vitórias em sete jogos, ganhando inclusive do Manchester United em seu próprio estádio. A diretoria deve estar esfregando as mãos: mais mercadoria a ser vendida a preço de banana. É isso aí.
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Não foi nem preciso a incorporação dos antigos craques. Bastou o Renato parar de inventar.
Cada um no seu lugar, jogando o seu feijãozinho com arroz e alguns craques para dar o tempero.
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Nas entrevistas após o jogo não houve clamores por reforços, passes de mágica e outras baboseiras. Querer sempre ser o máximo à custa do menosprezo dos demais é uma atitude que nunca deu certo. Agora que a porta está arrombada, parece que o Renato aprendeu a lição. Tomara que vá aplicá-la em outro clube e deixe o Fluzão em paz.
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Poderia ter sido assim desde o início. Ainda mais porque esse negócio de por culpa em janela européia é pura falácia. O time até agora só perdeu dois jogadores: Gabriel e Cícero. Os Thiagos estão na Seleção Olímpica. O Neves cotado para ser reserva de focas amestradas e o Silva por incompetência ou "puxa-saquismo" da diretoria, pois o clube não tinha obrigação de cedê-lo.
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Futebol é assim. Muito simples. Sem invenções, sem proteções descabidas, os resultados são alcançados.
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Esperemos que alguém do comando do clube enxergue que não dá mais para escalar Ygor para atender interesses de empresários. O time é muito melhor sem ele. E tem sido melhor até com o Fabinho. Isso deve bastar para certificar o atestado de incompetência para quem o indicou e quem o contratou. A brincadeira custou o Campeonato Estadual, a Libertadores e o Campeonato Brasileiro. E não foi por falta de alerta.
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Essa realidade deveria bastar para fazer com que aqueles que defendem a permanência do técnico boleiro refletissem um pouco mais. Durante grande parte do ano, o Fluminense teve o melhor elenco do Brasil. E o que ganhou? Um vice-campeonato, perdido para uma equipe infinitamente inferior.
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RENATO DEIXE A VEZ PARA OUTRO. O SEU TEMPO NO FLUMINENSE JÁ PASSOU!
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Após a conquista, o gerente das categorias de base, Bruno Costa, atribuiu o sucesso ao apoio dado pelo presidente Horcades, Branco e Tote Menezes, sem os quais nada disso seria possível. "Hoje temos profissionais de altíssimo nível aqui em Xerém e conseguimos realizar um ótimo trabalho", declarou.
A torcida tricolor espera que essa safra atinja a maioridade brilhando pelo Fluminense e não seja dizimada por 30 moedas como vem acontecendo com as gerações reveladas em Xerém, como os gêmeos Rafael e Fábio, hoje destaques no site oficial do Manchester United.
sábado, 2 de agosto de 2008
Fluminense 1 x 2 Internacional. A "via crucis" continua!
E vai continuar até que o comando da equipe seja mudado.
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Nada pessoal contra o Renato, que continua sendo meu ídolo. Aquele gol de barriga na urubuzada será para sempre inesquecível.
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Mas o amor ao Fluminense é infinitamente maior do que qualquer simpatia pessoal que possa existir. Infelizmente o tempo de Renato como técnico já passou. Não tem mais concerto. É como pasta de dente que sai do tubo. Impossível entrar de novo.
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Embora o admire como jogador fora de série que foi, o mesmo não consigo fazer como técnico. Ainda está verde. Precisa de muito mais quilometragem. Aí, quem sabe, poderá voltar ao comando tricolor.
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Hoje mudou a postura. Parou de achincalhar o elenco que ele mesmo ajudou a formar. Resolveu dar força ao grupo, não reclamar por reforços e atribuir a derrota à falta de sorte. Tarde demais. O elenco não está feliz e sabe que essa mudança de atitude não vem de dentro da alma do treinador. É mais um jogo de cena, talvez orientado por alguém de bom senso, embora bom senso na direção do Fluminense seja uma qualidade difícil de encontrar.
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Sob esse aspecto, é preciso bastante atenção às suas palavras após o jogo: "- Em primeiro lugar, prefiro enaltecer a minha equipe pela dedicação, pela luta. No intervalo do jogo já havia elogiado e a meu ver tivemos uma atuação melhor ainda no segundo tempo. Inter, que tem grande equipe, foi lá duas vezes e fez os gols. Infelizmente ocorreu mais uma derrota dentro de casa".
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Num ponto, o nosso Professor Pardal está certo. O Inter foi lá duas vezes e fez dois gols. Esqueceu de dizer que foram duas arrancadas do Nilmar para cima do atleta mais veterano em campo. Prestem bem atenção, no primeiro gol o Roger estava à frente do Nilmar e perdeu feio na corrida. Chegou na área esbaforido, sendo facilmente driblado. Por azar ainda maior, a bola passou entre as pernas do Fernando Henrique.
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Então vem logo à tona a pergunta que não quer calar. Como pode um treinador que se julga competente, escalar o Roger para marcar o Nilmar no mano a mano? Será que esqueceu de que o Roger tem idade para ser pai do Nilmar? E que, além disso, o jogador do Inter é um craque em nível de seleção? Só não é convocado porque o comando da Seleção é ocupado por outra jamanta.
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Não teria sido muito mais fácil definir o Luiz Alberto para marcá-lo, deixando o Roger na sobra? Poderíamos ter entrado com três zagueiros, pois tanto o Fabinho quanto o Romeu erraram quase tudo que tentaram, o que era óbvio até para o mais desavisado dos tricolores.
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E o Maurício, escalado novamente na lateral direita? Ele não consegue vislumbrar alternativa para a posição.
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E o que dizer do Somália no banco? E a substituição? Sacou o garoto que melhor atuava, deixando jogadores piores em campo.
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Concluindo a entrevista, nosso técnico soltou mais essa pérola: "- Nunca vi um time atravessar má fase e o técnico ser aplaudido. Há vinte e cinco dias eu era um dos melhores treinadores da América. Da noite para o dia, eu não presto, o grupo do Fluminense é muito ruim. Torcedor é muita paixão e temos de entender. As pessoas que comandam o clube precisam pensar e não podem se deixar levar pela paixão. É aquilo que falei. É deixar trabalhar - ou não - para passar esta fase".
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Era considerado bom técnico porque o time estava ganhando de adversários de valor, principalmente São Paulo e Boca Juniors, apesar da insistência com o Ygor, que de uma hora para outra poderia por tudo a perder. Falhou no gol do Adriano, no Maracanã, sendo facilmente driblado pelo Aluísio, igualmente no jogo com o Boca, onde o Dátolo deitou e rolou em cima dele, antes de cruzar para o gol do Palermo.
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Esquecendo-se das partidas decisivas com o Botafogo no campeonato estadual, Renato manteve o seu protegido, não se importando se o pior viesse a acontecer. Veio o jogo de Quito e a teimosia foi repetida. Nem a apresentação catastrófica o abalou.
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Até que chegou a final. E perante mais de oitenta mil testemunhas, o Ygor foi mantido e o time que precisava de três gols de diferença, foi a campo com apenas um atacante e, para piorar, sem reunir condições físicas ideais.
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Depois de mais uma falha e gol da LDU, voltamos a ter dois atacantes. A equipe lutou, virou o jogo, mas não teve forças para ganhar a prorrogação. Nenhum outro atacante descansado foi colocado para jogar. Não é preciso descrever o fim da triste história.
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Renato, você apostou. Apostou freneticamente num cavalo que não era puro sangue. Não estudou as jogadas do adversário, aliás a única que ele tem. E perdeu. Perdeu feio e quem perde tem que pagar.
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Suas próprias palavras enfatizaram que as pessoas que comandam o clube precisam pensar e aí, meu caro, inteligentes como devem ser, se pensarem seriamente chegarão à conclusão de que, nesse momento, a única saída para o bem do Fluminense será a sua substituição.

