sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Americano 1 x 2 Fluminense. O sobrenatural está ajudando!

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.......Foi só o primeiro. Te cuida Urubu, o creu está de volta!
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Antes só 6% de chances. Agora basta que o Americano não vença o Resende e o Fluzão ganhe do Tigres por uma diferença razoável. Para isso, entretanto, será preciso que joguemos com alguém que saiba fazer gols, qualidade que certamente não está presente no Roger.
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Tenho plena convicção que ele só permanece como titular porque o René não quer dar o braço a torcer. Realmente, concordar com sua vinda para o clube, dispensando atacantes que, mesmo não sendo grandes craques, são bem superiores é passar um atestado de estar completamente por fora do cenário nacional. Talvez a única chance da torcida tricolor seja a vinda do Fred, porque se ela se concretizar não há como manter o Roger no time.
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O jogo em si tinha tudo para ser tranquilo, com o Tricolor imprimindo um ritmo forte desde o início. As jogadas pelas laterais foram mais efetivas do que nas partidas anteriores, certamente pela presença de um lateral de ofício no lugar de adaptações ineficientes.
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O Americano tentou se segurar na base das faltas, muitas faltas, até que numa delas Thiago Neves mostrou sua categoria e abriu o placar.
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Com o passar do tempo, o Fluminense diminuiu a marcha e permitiu que o adversário se soltasse um pouco mais, embora sem muita criatividade.
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Preocupantes foram as declarações do Thiago Neves no intervalo, dizendo que para o segundo tempo o time iria se fechar mais e tentar os contra-ataques. Parece que o René concordou com essa tática suicida, o que fez com que o Americano viesse com tudo para cima de nós. Alguns chutes perigosos de fora da área, defendidos por FH e o eterno roer de unhas quando o Fabinho tinha a bola e tentava sair para o jogo. O resultado não podia ser outro: muito sufoco e pouco futebol.
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Mesmo assim o jogo era morno. O Americano embora atacasse mais, não mostrava qualidade para conseguir o empate. Só mesmo numa jogada fortuita. E não é que ela apareceu pela imprudência, falta de categoria, maluquice, sabe-se lá o que do nosso famigerado goleiro?
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Após ter afastado um cruzamento acertadamente para o lado, o ameba resolveu sem mais nem menos dar um soco no atacante do Americano, dentro da área e com a bola em jogo. O juiz pertinho do lance não teve dúvidas, marcou o penalti e, talvez por pena do tresloucado, não o expulsou pela agressão, limitando-se a adverti-lo com o cartão amarelo.
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A cobrança foi outra demonstração de falta de categoria, pois o nosso “fabuloso goleiro” deveria saber que atleta de time pequeno só bate pênalti no meio do gol. Ainda assim, do mesmo modo que tinha feito contra o Duque de Caxias, pulou para um dos lados como uma borboleta desvairada e a bola entrou calmamente.
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A partir daí, desespero total: a vaca mais uma vez indo para o brejo por um lance bizarro. O destino, o sobrenatural ou qualquer outra força do além se apiedou daquele que se acha o tal e fez com que o Paulo Henrique tentasse uma bicicleta justamente em cima do FH. Falta e, dentro da área, penalti. Gol do Conca e continuamos com chance.
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Ao final, FH declarou que Deus o havia coroado com o perdão e que por isso estava tudo bem.
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Não está nada bem. Um clube do porte do Fluminense não pode ficar a mercê dos ataques de apoplexia de seu goleiro titular. Em seis jogos, dois penaltis incríveis, o primeiro que custou a derrota para o Duque de Caxias e o de ontem, que poderia ter acabado de vez com as possibilidades na Taça Guanabara. Só a diretoria não vê. FH pode ficar no clube apenas para completar elenco, como titular absoluto é uma temeridade.
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Gostei da estreia do Cássio. Bom zagueiro, se mantiver a regularidade deve ser titular em breve. Embora não seja apreciador do esquema com três zagueiros, para nos livrar do Fabinho, talvez seja uma boa opção.
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Diguinho provou que tem que ser titular, mesmo fora das condições físicas ideais. Xô, Jailton!
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Mais uma constatação: o preparo físico está deficiente. O que estará havendo com a equipe de preparadores físicos?
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Torçamos agora para que o Resende apronte para cima do Americano para que possamos nos classificar, porque não devemos contar com os pontos perdidos pelo Vasco. Há que se ter em mente o fato de que os STJD’s brasileiros adoram contrariar as decisões de primeira instância. Sempre foi assim, geralmente reformulando as decisões para penas brandas. Parece ser algo ligado aos egos dos magistrados.
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Domingo, todos contra o Tigres. Sua presença, tricolor, será fundamental. DÁ-LHE FLUZÃO!
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Fluminense 0 x 0 Vasco. E a vaca está quase no brejo!

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Continua grassando a incompetência na comissão técnica tricolor. O resultado é o que já se previa. Eliminação precoce de um campeonato numa chave que só tem time fraco.
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O Papanatas René até que se ligou um pouco. Deve ter ouvido o clamor da torcida e afastou o inoperante Jailton. Em compensação, provavelmente por pane em um de seus neurônios, nos trouxe de volta a figura dantesca do Fabinho. E justamente o Fabinho foi o escolhiodo pelo destino para sacramentar a vitória tricolor nos últimos minutos. Decepção total: chutou a bola açucarada para as arquibancadas e eliminou as possibilidades do Fluminense chegar as semifinais.
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No primeiro tempo, foi o Roger que perdeu um gol cara a cara com o goleiro. O que foi aquilo? Até agora não consegui entender o que ele fez ou tentou fazer.
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A insistência do René com esse rapaz é coisa que não dá para entender. Roger não joga nada. Não sabe matar uma bola, não sabe fazer o pivô, não sabe chutar e não tem a mínima noção de espaço, pois quase sempre está em posição de impedimento. Aliás já havia alertado para sua nulidade antes mesmo de ser efetivada sua contratação. Torçamos para que a negociação com o Fred chegue a bom termo, pois só assim nos livraremos dessa tranqueira, do mesmo modo que o retorno do Thiago Neves nos livrou da imbecilidade de jogar com três volantes.
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Aos poucos, bem devagarinho o René vai assimilando melhor. Conseguiu enxergar que o Wellington Monteiro como lateral não dá. Acaba queimando um volante que é muito melhor que Jailton e Fabinho juntos. Ao substituir o Thiago Neves por cansaço excessivo, o fez pelo Tartá, outro meia habilidoso, o que talvez seja uma sinalização de que aprendeu que time com três volantes não ganha de ninguém. Não levou sorte porque o Tartá não jogou bem, mas pelo menos valeu a tentativa.
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Não dá para saber se o Mariano será a solução. Jogou poucos minutos. Vamos aguardar. Uma coisa, porém, é certa: se não vingar o René terá que arranjar outro jogador para a posição, nem que seja o dos juniores.
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Não concordo com as críticas exacerbadas a Leandro Amaral. Julgo-as exageradas, pois ninguém pode jogar bem ao lado de um centro-avante inócuo como o Roger. No clássico de domingo uma única jogada sua produziu um passe perfeito, infelizmente mais uma vez desperdiçado.
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Após as bobagens cometidas contra o Duque de Caxias, descartei considerar o René como técnico inteligente. Inteligente ele é como pessoa, mas como treinador seu raciocínio é muito lento, além de ter mais acerbada a teimosia inerente aos técnicos profissionais.
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Gostaria que fosse substituído, mas ao ouvir notícias de que o Celso Barros estaria cogitando a volta do Renato, voltei atrás e passei a desejar veementemente a permanência do René.
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A pergunta que martela minha cabeça dia e noite é por que será que ninguém na diretoria do nosso Fluminense consegue vislumbrar a contratação de um técnico de ponta. Após a saída do Abel, só tivemos barangas. É duro ser tricolor!
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Só nos resta agora aguardar a início do Copa do Brasil e a Taça Rio. Até lá uma nova preparação deveria ser iniciada, porque até aqui a pré temporada não serviu para nada.
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IMPOSSÍVEL AGUENTAR ROGER, FABINHO, JAILTON E OUTRAS MALAS!
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Duque de Caxias 3 x2 Fluminense. Mancada homérica do René Simões!

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Dessa vez não se pode e nem se deve por a culpa nos jogadores. Mesmo os mais medíocres e limitados estão isentos de qualquer responsabilidade pela derrota acachapante, que praticamente alijou o Tricolor da disputa da Taça Guanabara.
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O único responsável pela debacle foi o René Simões. Misto de psicólogo e reencarnação do espírito de Malba Tahan, o contador de histórias dessa vez exagerou. Mostrou o quanto são deficientes seus métodos de trabalho e sagacidade para fazer uma equipe rodar.
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É certo que o plantel tem suas deficiências, além de alguns atletas nitidamente fora de suas formas ideais. Mas é certo também que a maioria dos "reforços" contratados o foram por indicação ou pelo menos com o aval do técnico.
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Quem recomenda a contratação de jogadores do nível de Jailton, Roger, Leandro Domingues, Marquinho, Leandro Bonfim e Mariano passa um atestado de que não acompanhou os últimos campeonatos nacionais. Em suma: está totalmente por fora ou realmente não entende do riscado.
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O time atual do Fluminense não tem padrão de jogo, mesmo após quarenta dias de treinamento. A defesa nunca está posicionada corretamente. O meio campo, cheio de volantes, não consegue armar jogadas agudas. Pobre do Conca, que tem que se virar sozinho. Tartá, que poderia ser uma solução, nunca é escalado ao lado do argentino para ajudá-lo na criatividade. Jogadores medíocres dispensados por seus clubes anteriores têm vagas cativas em detrimento de outros mais habilidosos e em melhor forma.
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Já estou desconfiado de que o bom desempenho no final do Brasileirão do ano passado foi devido ao entrosamento já existente. Nessa hora, as preleções psicológicas e historinhas do mundo árabe até que serviram para levantar o moral dos atletas, cabisbaixos depois da perda da Libertadores.
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Na noite de ontem, porém, nosso técnico se superou. Assumiu a síndrome dos dois neurônios e pôs os pés pelas mãos.
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Além de escalar mal, fez três substituições catastróficas. Tartá é uma unanimidade tanto para a torcida como para a crônica esportiva. Todos julgam que merece uma chance de ser titular. Mas no lugar do Conca? O que terá passado na cabeça do treinador?
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Penso que evita colocar os dois juntos no meio campo para não evidenciar que os Leandros, Domingues e Bonfim, seus queridinhos não podem figurar entre os titulares. Se for essa a estratégia, de nada adiantou, pois com o retorno do Thiago Neves esse dois irão dançar do time titular.
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A insistência com Leandro Domingues está se tornando irritante. Ontem errou tudo: perdeu um gol cara a cara com o goleiro, tentando encobri-lo sem ter habilidade para tal, foi "driblado" dentro da área por uma poça d'água e errou todas as cobranças de bola parada, fossem escanteios ou faltas laterais, a última das quais propiciou o contra-ataque que culminou com o terceiro gol dos adversários.
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René colocou Romeu em campo, visivelmente fora de forma, pois nem da pré-temporada participou. Inexplicavelmente o sacrificado mais uma vez foi o Diguinho, continuando em campo o inócuo Jailton. Começo a notar uma ponta de má vontade para com o Diguinho.
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Resumindo: René desmantelou o meio campo de um time que jogava tranquilo, sem quase ser ameaçado pelo oponente. O Fluminense poderia ter saído de campo com uma vantagem de três ou quatro gols e acabou perdendo.
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Ao final do jogo declarou não ter o que dizer após levar uma virada do Duque de Caxias, limitando-se a afirmar que não gostou.
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Nós torcedores também não gostamos e não entendemos como um time que ganha de 2 x 0 do lanterna do campeonato se expõe a três contra-ataques mortais. A realidade é que está faltando técnico.
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O "contador de histórias", orgulhoso de suas tiradas de escritor, deveria escrever um novo livro, cujo título só poderia ser: " Como entregar um jogo ganho em quinze minutos". Certamente iria servir como um manual para que novos técnicos não cometessem tantas asneiras.
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O fato é que René se perdeu de vez. Virou o Dr. Papanatas. Mexe no time por mexer, mantendo intocáveis seus protegidos, numa demonstração cabal de que não quer dar o braço a torcer, reconhecendo que fez péssimas indicações para serem contratadas. Deveria ter a hombridade de reconhecer o erro e barrar Jailton, Roger e os dois Leandros, Domingues e Bonfim.
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Até que a diretoria se esforça para reforçar o time. O patrocinador coloca rios de dinheiro. Pecam, no entanto, ao deixaram técnicos super centralizadores colocarem tudo a perder. Espero sinceramente que pelo menos dessa vez não demorem tanto a constatar que René não é cara. Sua substituição tem que ser imediata.
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Sobre o jogo em si, nada a comentar. As lambanças dos jogadores, principalmente o penalti desnecessário, ficam diminuidas face aos erros grosseiros do técnico.
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Algumas máximas para o Dr. Papanatas refletir, enquanto estiver como técnico do Fluzão:
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......1. Jailton não pode ser titular. Pensando bem, nem reserva.
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......2. Insistir em escalar Wellington Monteiro como lateral é insanidade. Melhor seria colocá-lo com volante, sua real posição, no lugar do Jailton.
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......3. Roger não joga nada. Fez um gol que qualquer velhinha de bengala faria. O outro foi contra. Perdeu dois "feitos" de maneira bisonha.
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......4. Se Landro Domingues fosse bom estaria no Cruzeiro.
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......5. Diguinho é o melhor volante do elenco. Não pode ser barrado por ninguém do plantel, mesmo que apadrinhado.
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......6. Fabinho não existe.
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......7. E finalmente, vê se aprende: NO CAMPEONATO DO RIO DE JANEIRO, ESCALAÇÕES COM TRÊS VOLANTES NÃO GANHAM DE TIME PEQUENO.
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Tá feia a coisa. René pede para sair!
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Com a entrada de Thiago Neves, devemos nos livrar de um volante, a menos que o Dr. Papanatas barre o Conca!
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Notícias dão conta de que o Fred ainda pode vir. Melhor que sua vinda será a saída do Roger do time titular.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Fluminense 3 x 0 Resende. Dá-lhe Fluzão!

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Depois de um tremendo sufoco, com os tricolores quase morrendo de tanto se esguelhar, até que acabou sendo uma vitória fácil. Não pelos méritos do René, que ainda perdido, continuou a escalar a equipe de maneira confusa.
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De positivo, só a substituição do Leandro Domingues. Mesmo não sendo a oitava maravilha do mundo, o desempenho superior do Leandro Bonfim deverá afastar definitivamente seu xará do time principal. Com a chegada do Thiago Neves, creio que a torcida se livrará de vez desse volante que nada acrescenta. Devolvê-lo ao Cruzeiro seria a melhor opção.
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Para o treinador, Jailton continua sendo o "rei do pedaço". Não importa quantas falhas, quantos passes errados, quantos contra-ataques proporcionados, o defenestrado rubro-negro continua firme no time principal para desespero daqueles que acompanham e têm visão do bom futebol. Essa de barrar o Diguinho para mantê-lo do time é dose para elefante.
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O que dizer de Roger? Continua o mesmo, ruim e sem preparo físico. Estava quase morto ao final do jogo. Enquanto isso Tartá e Maicon continuam amargando o banco de reservas, só sendo chamados a intervir quando a "vaca está a um passo de ir para o brejo". Nem sempre vai dar para salvar. Abra o olho René.
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Belíssima cobrança de falta pelo Leandro Bonfim. Jogou melhor que o seu Xará e tomara continue no time.
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Wellington Monteiro como lateral é um risco frequente. Melhor seria colocá-lo no lugar do Jailton, já que o René parece não gostar dos demais volantes e tentar outro lateral.
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Thiago Neves está voltando, o que deverá acabar com o reinado estranho do Domingues.
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De qualquer modo valeu pela vitória, pelos três pontos e pela dinâmica imposta pela molecada tricolor.
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É isso aí, René. Espero que quebres a cabeça para montar essa defesa direito, com cada um posicionado corretamente.
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AINDA O ENIGMA XERÉM.
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Enquanto o Carlos Alberto come a bola no Vasco, depois de ficar mais de um mês "dando sopa" para ser contratado, o Fluminense vai de Jailton, Leandro Domingues e Marquinho.
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Em São Paulo, Lenny fez três gols num jogo só e se firma cada vez mais como titular do Palmeiras, lider absoluto do campeonato, cinco pontos a frente do genérico. Enquanto isso vamos de Roger, Ciel, Everton Santos..... QUE DUREZA!
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Por que será que ninguém da direção tricolor vem a público explicar o porque dessas idiossincrasias?
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THIAGO NEVES
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Parece que agora ele vem mesmo. A informação partiu do Leo Rabello, o que é quase uma garantia.
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Dessa vez as matracas de plantão ficaram caladas, o que pode ajudar na concretização do negócio. Se tudo der certo, espero que parem de falar pelos cotovelos, inclusive o René Simões que de uns tempos para cá desenvolveu uma estranha necessidade de aparecer.
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CALA A BOCA, MAGDA!
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De qualquer modo, é melhor que a torcida tricolor aguarde a estreia oficial para comemorar o retorno do craque, pois em se tratando de Fluminense tudo é possível.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Fluminense 0 x 0 Madureira. Que coisa horrorosa!

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Gente, o René Simões está se perdendo completamente. Não consigo precisar se é pressão do Alexandre Faria, que até aqui só demonstrou ser um inchador de elenco com jogadores medíocres e caros, ou porque esqueceu das coisas ou, pior ainda, teve apenas um vislumbre de bom treinador no final do último Brasileirão, mas agora voltou ao seu normal ofuscado.
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Tomara que não seja essa última a opção correta, mas o fato é que o nosso técnico está perdidinho. Deveria falar menos e trabalhar mais.
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A defesa mal posicionada, o meio campo inexiste. Aliás sobre esse setor, o René já foi sobejamente avisado que escalações com três volantes no meio campo não ganham de time pequeno. O máximo que conseguem em empatar.
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Muitos tricolores manifestaram-se contra a dupla de zaga. Não creio que seja esse o maior problema. Problema mesmo é termos Jailton e Leandro Domingues na mesma equipe. O que eles fazem de útil? Até agora não consegui enxergar nada. Conforme comentado em postagens anteriores são jogadores muito limitados.
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E o que falar do Roger? Quem ler a matéria sobre a formação do elenco para 2009, postada em 07 de janeiro de 2009, verificará que naquela ocasião esse blog já alertava se tratar de um bonde, daqueles antigos. E pior, fominha e falastrão. A declaração de que o Fred viria para disputar posição por si só já é uma justificativa para rescisão imediata do contrato por falta de "simancol".
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Leandro Amaral está mal. Entretanto, é preciso dar a ele um voto de confiança porque afinal jogar no meio de uma floresta de pernas de pau é dureza. Pela mesma razão o Conca não está rendendo o que sabe.
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Manter o Tartá reserva nesse time é de uma incoerência total. Quem sabe os tais dois neurônios que o Horcades apregoou tenham migrado para o cérebro do René Simões?
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Até agora o treinador, talvez sem perceber, está dando uma de Parreira na Copa de 2006, mantendo inalterável sua "escalação de 1 ao 11", escolhida no quarto do hotel em Águas de Lindoia com base apenas em informações errôneas sobre a maioria dos contratados. Pode ser também que ele não quieira dar o braço a torcer por ter indicado ou concordado com essas contratações.
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É bom lembrar o entusiasmo do Alexandre Faria, impressionado com o percentual de participação e desarmes do Jailton nos jogos do Flamengo. Deveria ter pesquisado a sequência dos desarmes, ou seja quantas vezes devolveu a bola para os adversários. Deveria saber que jogador cabeça de bagre e botinudo não se machuca. Fabinho está aí para comprovar, sem falar no Ygor, que também jogou todas as partidas com o Renato, independentemente de seu desempenho em campo. O resultado, doído mas que nunca deve ser esquecido, é que o Fluminense, com o melhor time do Brasil no primeiro semestre de 2008, não conseguiu ganhar absolutamente nada.
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O que mais preocupa é que o René, ao informar que vai mexer na equipe, enfatizou que as mudanças serão devidas às condições físicas e não técnicas. Aí é que a porca torce o rabo e me pergunto: o que fizeram então em Águas de Lindóia?
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Outro fato esquisito: nas primeiras duas rodadas René sacou o Diguinho e manteve o Jailton. Qual seria a razão? Pressão, jabá ou neurônios embassados?
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O elenco dá para ganhar o estadual, se o time for escalado com o mínimo de coerência. Sua espinha dorsal tem que ser trocada: Jailton, Leandro Domingues e Roger devem ser substituídos por Romeu, Tartá e Maicon (ou Alan, ou Ciel, até mesmo pelo Dori da equipe juvenil), ou seja qualquer um menos o Roger.
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Como parece que o René não gosta do Romeu, Wellington Monteiro poderia ser tentado de volante, pois para a lateral não tem o menor cacoete.
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Para a Copa do Brasil será imprescindível a contratação de um meia e um centro avante de peso, porque esse meio campo não dará nem para saída se tiver que enfrentar Internacional, Corinthians ou Santos.
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É isso aí amigos tricolores. Que Deus salve o Fluzão!
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

2009 começa "brabeira"! Cabofriense 3 x 1 Fluminense

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A torcida tricolor sabia, aliás todos aqueles que acompanham os campeonatos brasileiros de perto já sabiam. Só Alexandre Faria, René Simões e a diretoria ignara desconhecia que a equipe escalada com Jailton, Leandro Domingues e Roger não iria dar para a saída.
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Em artigos anteriores, esse blog já havia alertado sobre as deficiências desses atletas. Jailton foi chutado do Flamengo, mesmo com o clube tendo obtido o bicampeonato estadual e a quinta colocação no Brasileirão 2008. Seus dirigentes e comissão técnica tiveram a visão clara de sua falta de habilidade. E o pior para nós, tricolores, vislumbraram a possibilidade de enfraquecer um pouco o melhor rival.
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O genérico paulista também fez das suas em cima dos brocoiós de plantão nas Laranjeiras. Levaram o Arouca antes da hora e ainda se livraram de um abacaxi chamado Roger. O grande negócio apregoado pelo nosso despreparado Coordenador de que o Fluminense sairia lucrando porque o São Paulo arcaria com 50% dos salários do atleta é pura falácia. Na realidade, quem lucrou foi o genérico que se livrou de pagar integralmente o valor do contrato, pois não havia a menor intenção de continuar com ele no elenco.
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Quanto ao Leandro Domingues repetimos o que já havíamos dito: se fosse bom estaria no Cruzeiro e não seria trocado pelo Soares para ficar na reserva.
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Quanto ao jogo em si, nem vale a pena comentar. Todos, ou pelo menos a maioria dos tricolores, devem te-lo visto pela TV.
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Vale acrescentar apenas que, por incrível que possa parecer, a partida se apresentou sem muita dificuldade. Se tivéssemos algum centro-avante que soubesse pelo menos chutar em gol, poderíamos ter feito 3 x 0 até que com certa facilidade. Que saudades do Somália e até do Adriano Magrão.
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O René também já havia sido alertado em postagens anteriores que no campeonato carioca time grande que joga com três volantes não consegue ganhar dos pequenos. No caso do nosso Fluminense a situação é pior porque dos três escalados, dois não têm a mínima intimidade com a pelota. Os resultados provaram essa assertiva. O Vasco perdeu e o Flamengo só ganhou devido à má fé de um bandeirinha parcial, que inventou um impedimento do Fiburguense em que o autor do gol estava 3,16 metros atrás do defensor urubú. Se não foi má fé, o cara é míope e como tal deve procurar outra profissão.
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Vamos esperar a quarta-feira para tentar a reabilitação contra o Madureira. Mas se essa "espinha dorsal" capenga (Jailton, Leandro Domingues e Roger) for mantida, René terá que colocar os garotos para tentar remediar as bobagens do desastrado trio. Certamente teremos uma noite de fortes emoções.
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É isso aí, torçamos para que a volta do Thiago Neves se concretize e que o René não sucumba aos desejos do Alexandre Faria e escale realmente os melhores.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O ENIGMA XERÉM

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"Centro de Excelência", "Fábrica de Craques", "Orgulho Tricolor".
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Esse é o significado que nossos dirigentes vêm tentando impingir à grande massa tricolor. Aliás, a tendência natural é que nós tricolores sentíssemos orgulho do trabalho lá realizado. O Fluminense sempre teve o dom de revelar jogadores de alto nível, capazes de se destacarem em quaisquer plagas.
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Mas para sentirmos o orgulho tão apregoado é preciso que alguém responda as perguntas que ainda ecoam e que jamais foram levadas em consideração pela alta cúpula tricolor. Por que esses atletas não frutificam no clube? Por que são descartados a preços vis? Por que não são aproveitados na equipe principal com a frequência que ocorria no passado, quando o clube era um verdadeiro "papador de títulos"?
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O fato é que de um tempo para cá dirigentes e comissões técnicas têm preferido trabalhar com equipes formadas quase que totalmente por jogadores contratados, a maioria empurrada por empresários espertos. Nada contra, se forem contratados craques ou pelo menos jogadores mais habilidosos que os de nossa base.
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O fato é que, para nosso desespero, temos sido obrigados a ver envergando a histórica camisa tricolor jogadores como Ângelo, Evando, Rissuti, Rafael Moura, Claudio Pitbull, Ivan, Gabriel Santos, Fabinho, David, Elias, Everton Santos, Eduardo Ratinho e outros, além do Ygor _ o errado até no nome _ que nos fez amargar a perda da Libertadores e do Campeonato estadual, apesar de termos aquele time mágico.
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2009 começam do mesmo jeito. Embora algumas contratações possam ser consideradas muito boas, como as do Diguinho, Leandro e Leandro Amaral, o que dizer das demais? Até onde se pode afirmar que Jailton seja melhor do que Romeu ou até mesmo Fabinho (Deus que me perdoe!), Leandro Domingues melhor que Tartá? Se ele fosse realmente bom de bola estaria no Cruzeiro. Ao contrário, eles preferiram trocá-lo pelo Soares, que nem titular da equipe deve ser, pelo menos é o que indicam os primeiros treinos ocorridos.
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As demais: Marquinho, Leandro Bonfim, Mariano, meras apostas. Enquanto isso, nossas revelações passam fugazmente quase sem nenhum benefício para o clube.
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O intrigante é que o fato não ocorre apenas com a atual administração, as anteriores também deram suas pisadas de bola, embora nesse quesito a administração Horcades tenha se esmerado em ser a mais destrutiva.
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Inúmeros casos já foram citados em artigos anteriores. Os mais recentes, porém, merecem uma reflexão bem mais profunda: Arouca, com o qual o genérico sem escrúpulos deverá ganhar uma boa soma no futuro; Marinho, entregue de bandeja para o Internacional e Tartá e Maicon, cujos percentuais cedidos à Trafic até agora não foram divulgados.
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É isso aí meus amigos, a coisa ta preta!
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POSTAGENS ANTERIORES SOBRE O TEMA:


Existem "jabás" nas saídas dos craques de Xerém? 22/02/2008

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Na atual Copa São Paulo, nossa garotada classificou-se para as quartas de finais. Foi uma vitória suada, na maior parte do tempo tomamos sufoco do bom time do América Mineiro.
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No final, um golaço do Dori garantiu a vitória.
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Embora tenha ouvido falar maravilhas do Rafael Augusto, os únicos que realmente me agradaram foram o Dori, o Neves, o Wellington e o goleiro. Aliás que saída de bola sensacional no lance que originou o gol. Espero que não desapareça como o Alexandre, o goleiro que defendeu o Flu na Copinha de 2007.
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Gilson precisa burilar esses atletas. Dori (9) promete ser um centro-avante clássico, não se limita a dar chutões, sabe matar bem a bola, driblar e passar com facilidade. Não pode é ficar jogando fora de sua posição, correndo pela ponta e centrar para ninguém.
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O fato do Wellington ter ganho a camisa 10 já é um indicativo de que o garoto tem classe. Precisa ser orientado a deixar de ser fominha. Jogando mais para o time irá brilhar. O passe que ele deu para o gol do Dori, à exceção do Conca, dificilmente alguém do time principal será capaz de repetir.
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Neves (7) tem o dom de marcar sem fazer falta e tem boa saída de bola. Preocupante a informação do Carlos Ceretto, durante a transmissão, de que haviam rumores que ele já estaria de saída. O mesmo está sendo dito sobre o Wellington Silva, de 16 anos. Será que a repetição do filme vai continuar?
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Plantel formado para 2009. Será que dá?



Elenco praticamente fechado. Apenas três boas contratações para equilibrar as recentes perdas para o genérico paulista. Os demais não passam de apostas, algumas das quais bastante arriscadas.
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O desfecho do "imbróglio Arouca" não foi satisfatório para o Fluminense. Sucumbir como um time pequeno para um adversário sem a mínima ética é um fato difícil de engolir. A eventual vinda do Roger se vier a ser concretizada, tem grandes chances de se tornar mais um tiro n’água.
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Roger apareceu bem na Ponte Preta. Depois desapareceu do cenário, não conseguindo se firmar no São Paulo. Disputou o último campeonato pelo Sport, ficando a maior parte do tempo na reserva. Não consegui ver o brilho que o Alexandre Faria tenta apregoar. Teria sido mais simples e mais objetivo manter o Somália.
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Arouca deveria ser obrigado a cumprir o seu contrato e ser liberado apenas em maio. Se fizesse corpo mole que ficasse no banco. Poderia ser que assim, no futuro, atletas inescrupulosos refletissem melhor ao serem aliciados por clubes sem ética.
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O plantel em formação é infinitamente inferior ao do ano passado. O grande trunfo de 2009 é que o clube agora possui um técnico de verdade. No entanto, René terá que trabalhar arduamente para formar uma equipe que rode com a relação a seguir:
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GOLEIROS
Fernando Henrique, Ricardo Berna, Luiz Cetim e Kléver

LATERAIS
Wellington Monteiro, Mariano, Eduardo Ratinho, Leandro e João Paulo

ZAGUEIROS
Luiz Alberto, Edcarlos, Xandão, Cássio e Sandro
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VOLANTES
Jaílton, Fabinho, Diguinho, Maurício e Fernando

MEIAS
Conca, Tartá, Marquinho, Válber e Leandro Domingues
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ATACANTES
Leandro Amaral, Ciel, Everton Santos, Maicon e Alan


Ao olhar essa relação, o primeiro pensamento que nos vem à mente é que diabos estão fazendo nela o Eduardo Ratinho e o Everton Santos? Suas atuações desastrosas durante o Brasileirão deveriam ter bastado para a conclusão de que nada de positivo irão acrescentar.
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No gol, Fernando Henrique continuará absoluto. Ricardo Berna bem que poderia ter sido dispensado juntamente com o Diego e em seu lugar ser contratado alguém para pelo menos fazer sombra ao FH.
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Luiz Cetim e Kléver. Confesso que nunca os vi atuar. O melhor dos juniores que assisti ultimamente foi o goleiro que disputou a Copa São Paulo de 2007. Alexandre, se não me falha a memória. Mostrou tranqüilidade e segurança, inclusive nas cobranças de pênaltis. De lá pra cá sumiu, nunca mais se ouviu falar dele.
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Das novas contratações pouco se pode falar.
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Mariano. A única coisa que se sabe é que foi desligado do Atlético Mineiro por indisciplina.
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Xandão e Cássio. Jogaram segundas e terceira divisões. Apostas altas. Tomara que pelo menos uma delas dê certo.
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Jailton. Pelo que jogou no Flamengo, sua contratação foi no mínimo estranha. E o pior é que chega com status de titular. Que coisa, livramo-nos do Ygor e ganhamos outro "presente de grego".
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Marquinho. Nos dois jogos que vi do Figueirense contra o Flu não o distingui em campo. O bom do Figueirense era o Clayton Xavier, que foi para o Palmeiras. Ao saber que já teve uma passagem sem brilho pelo Botafogo, fiquei cético quanto a sua qualidade. Pode ser que seja um novo Elias.
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Leandro Domingues. Não consegui ver seu futebol nos jogos com o Vitória. O bom deles era o Marquinhos, que também foi para o Palmeiras. Uma coisa é certa: se fosse bom, o Cruzeiro não se livraria dele com tanta facilidade. Talvez venha a ser utilizado como volante ao lado de Diguinho.
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Válber. Dizem maravilhas. Nunca vi jogar. Segundo Maurício Frighetto, o reporter que cobre o Avaí, ele foi um dos destaques do time na temporada. Típico armador habilidoso e rápido que parte para cima da defesa adversária. Tomara que seja verdade. Quem sabe não ocorra um milagre?
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Sinceramente, não vejo como o Tartá poderá perder a posição de titular para qualquer um desses três, a menos que hajam pressões estranhas para que sejam escalados, como ocorreu no passado com o Ygor.
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Enquanto miríades de "jogadores apostas" chegam, os atletas formados em Xerém vão se desligando. Antes se culpava a janela européia, mas agora grandes promessas e realidades deixam o Fluminense para clubes do Brasil. O último deles foi o Marinho, meia de futebol refinado, contratado pelo Internacional por cinco anos.
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É dureza ser tricolor de coração. Mas agora nada podemos fazer a não ser torcer e apoiar o time para que novas tardes/noites mágicas façam ressurgir aquele Fluzão campeão, de tantas saudades.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Genérico paulista continua morrendo de medo do Fluzão.

Notícia publicada no site terra.com.br dá conta da contratação de Arouca pelo genérico.
Eis a íntegra:

Presidente do São Paulo anuncia contratação de volante

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O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, anunciou nesta terça-feira, durante evento no Morumbi, a contratação do volante Arouca, que atuou no último Campeonato Brasileiro pelo Fluminense, clube pelo qual tem vínculo até abril de 2009.
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O dirigente não informou tempo e condições de contrato, e reiterou que o São Paulo ainda não definiu com o volante, e principalmente com o Fluminense, a data de sua chegada ao Morumbi.
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Juvêncio não mostrou preocupação sobre uma provável insatisfação do Fluminense com a contratação de três ex-jogadores do rival carioca.
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"Clubes importantes vão continuar perdendo jogadores importantes. Por um pouco de incompetência ou por não lerem o contrato direito. Há uma lei, não tem o que reclamar. O São Paulo leva os jogadores dentro da lei. Se os outros não fazem, não sei", concluiu.
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O duro é que o Juvenal tem razão quando diz que nossa diretoria é incompetente. Todo tricolor de verdade sabe disso, mas ouvir a afirmação da boca de um dirigente genérico é dose para mamute.
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No entanto, sob um ponto de vista ele tem razão, todos os seus aliciamentos têm sido feitos dentro da lei. Afinal a Lei Pelé foi criada justamente para beneficiar os atravessadores e dirigentes sem ética. A cláusula que possibilita a assinatura de um pré-contrato na vigência de outro foi a molecagem mais safada engendrada por Pelé e seus asseclas.
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A torcida tricolor espera que, pelo menos dessa vez, o senhor Horcades não permita o achincalhamento da grandeza tricolor e exija que o Arouca cumpra o seu contrato até o fim, pois ele ainda será útil na campanha da Copa do Brasil e porque dar colher de chá para um clube que age por baixo dos panos?
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No fundo, o que se pode depreender dessa investida feroz em nossos craques é que eles estão preocupados com as últimas sapatadas que vem levando do Fluzão.
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Pensam que agindo assim, aliciando nossos atletas, estarão livres de novas derrotas. Ledo engano, quem viver verá. Não conseguiram levar o cérebro do meio campo tricolor e provavelmente vão continuar a penar nesse setor.
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Infelizmente só nos encontraremos no segundo semestre, quando teremos duas oportunidades para confirmar a boa fase contra eles.
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Quanto ao genérico paulista, agora travestido de Fluminense "B", só nos resta observar o seu desempenho na Libertadores, esse ano livre do seu mais novo algoz, fazendo votos para que eles consigam vencer o Boca Juniors desta vez.
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Para que continuemos a aplicar sapatadas no genérico, esperamos que o elenco seja completado com substitutos à altura e que o René Simões deixe de filosofar e passe a indicar jogadores de categoria, porque até agora só contratamos malas.
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O que falar, por exemplo, da contratação do Jailton, que nem para a urubuzada serviu. O Cuca que nunca conseguiu ganhar do Flamengo teve clarividência suficiente para ver que ele não joga nada e o dispensou. Será mais um bonde para a legião de "come e dormes tricolores".
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BOAS FESTAS PARA TODA A FAMÍLIA TRICOLOR (A VERDADEIRA)
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Conca fica no FLU. ALELUIA!

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Até que valeu a chiação da galera. Após a demonstração de insensibilidade total por parte dos dirigentes, parceiros e patrocinador a lucidez voltou às Laranjeiras.
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Reformularam os conceitos divulgados na inoportuna Nota Oficial; o dirigente da Traffic, que não teve coragem de se identificar, meteu sua viola no saco e agora a Comissão Técnica já tem o seu ponto de partida para montar uma nova equipe vencedora.
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Parabéns aos tricolores e em especial aqueles que se mobilizaram na tentativa de criar uma conta específica para angariar fundos visando a aquisição dos direitos do atleta. Se não conseguiram o êxito desejado, contribuíram em muito para sensibilizar a diretoria para a importância da manutenção do único craque remanescente daquela equipe brilhante, que nos proporcionou momentos de eterna magia.
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PARABÉNS PRESIDENTE HORCADES. ATÉ QUE ENFIM UMA AÇÃO DA QUAL A TORCIDA TRICOLOR PODE APLAUDIR DE PÉ.
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Conca é um meia habilidoso como os dos velhos tempos e hoje no Brasil apenas Internacional e Cruzeiro possuem jogadores dessa estirpe.
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A negociação envolveu a cessão de parte dos direitos federativos de Tartá e Maicon para a Traffic, como forma de compensar o investimento junto ao River Plate. Os percentuais dessa cessão ainda não foram divulgados e segundo divulgado ainda estão sendo definidos. Esperamos que o Fluminense não ceda em demasia, no máximo 30 ou 40%, único modo de não se tornar refém da Traffic que, como todo investidor ávido por lucro, tentará se desfazer deles a qualquer momento. Contratos longos com multas polpudas certamente diminuirão o apetite do investidor.
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ATENÇÃO PRESIDENTE! NÃO CAIA NA ESPARRELA. ABRA BEM OS OLHOS E NÃO DEIXE ESSES SEUS ASSESSORES NÃO TRICOLORES A FRENTE DAS NEGOCIAÇÕES.
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O São Paulo ficou apavorado com as últimas partidas jogadas contra o Fluminense. Chegaram à conclusão de que o tempo em que venciam todas acabou e que a partir de agora vão ter que suar sangue para conseguir sucesso contra o nosso Fluzão.
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Nos últimos seis confrontos, três vitórias do Fluzão, que poderiam ter sido quatro não fosse a mãozinha dada pelo Heber Roberto Lopes no último jogo, deixando de marcar aquele penalti escandaloso no Washington e dois empates. Nem mesmo na Libertadores, competição em que se julgam os papas, conseguiram se livrar da eliminação.
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Os genéricos ficaram tão incomodados que Muricy e sua trupe se apressaram em aliciar nossos atletas para levá-los para o Morumbi. Lá se foram Washington, Júnior César e agora tentam o Arouca.
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A diretoria tricolor deve ficar atenta para esses aliciamentos e não liberar o Arouca de graça. Se recebermos o Richarlyson, tudo bem. Caso contrário, devem manter o Arouca para a disputa do campeonato estadual e a Copa do Brasil. Se tiver que ir em abril que vá. É da vida, ou melhor da Lei Pelé.
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Ainda assim vai um lembrete para os aliciadores: Tentem de qualquer modo vencer a Libertadores desse ano, porque em 2010 vamos nos encontrar de novo. E olho vivo no Boca Juniors, que há muito vocês também não conseguem vencer.
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O mercado da bola está em plena efervescência e até agora nada de novo nas hostes tricolores. Nomes sem muita expressão que estão sendo ventilados como Xandão, Leandro Domingues e Eder Luís não animam ninguém.
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Neri Cardozo é uma aposta que pode dar bons frutos, embora esteja na reserva do Boca. Outros nomes foram ventilados na imprensa: Elder Granja e Leandro, ex-lateral do Palmeiras e até mesmo o Rodolfo. Nada concretizado até agora.
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E quanto ao ataque? Estava esperançoso de que o Alex Mineiro e o Leandro Amaral fossem tentados. Seria uma dupla de respeito e em pouco tempo esqueceríamos-nos do Washington. Que nada, Alex fechou com o Grêmio e Leandro parece que não vem. E por falar em Leandro, por que não tentar o “guerreiro”, campeão estadual de 2005.
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Será que os dirigentes acham que teremos sucesso jogando toda a responsabilidade sobre os ombros dos jovens Maicon e Alan? A torcida tricolor espera que não cheguem novos "Evertons", "Cieis", "Ratinhos", "Elias" e outros tantos que nada fizeram de útil.
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E por falar em inutilidade, quando é que irão anunciar a saída do Ygor? Será um dia memorável para a galera tricolor.
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Apesar da mídia estar se atendo apenas ao lado preconceituoso das declarações de nosso presidente, como tricolor de quatro costados o que mais me chamou atenção foi o fato dele ter declarado de que o amor pelo René era caso antigo, desde 2004.
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Se era assim, caro presidente, por que ao demitir o Renato não o contrataste logo? Por que deixar o Cuca se enrolar durante nove jogos, ficando sete seguidos sem vencer? A brincadeira poderia ter custado caro.
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E finalmente a pergunta que não quer calar. Por que será que é tão difícil renovar com o Arouca? Agora até o Santos está na parada. O dinheiro que a Unimed paga para as topeiras contratadas com o seu aval dá para pagar vários Aroucas.
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domingo, 14 de dezembro de 2008

2009 chegando e a incompetência continua grassando nas Laranjeiras.


DIRETORIA E PATROCINADORES PROVAM MAIS UMA VEZ SUA INCOMPETÊNCIA PARA FORMAR UM TIME VENCEDOR.




O site do Fluminense publica a seguinte nota oficial:
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"12/12/2008 - 17h26 - Nota Oficial sobre o meia Conca
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Sobre as matérias publicadas hoje (12/12) nos principais veículos de comunicação do país, dando conta que torcedores do Fluminense iniciaram um movimento de mobilização para angariar recursos na tentativa de comprar os direitos federativos do atleta Dario Leonardo Conca, avaliados em aproximadamente R$ 6,7 milhões, cabem os seguintes esclarecimentos:
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* Em primeiro lugar, gostaríamos de louvar e agradecer a manifestação da torcida tricolor, que mais uma vez provou estar sempre ao lado da diretoria na intenção de conseguir o melhor para o Fluminense. Em contrapartida, vale salientar que esta mesma diretoria não mediu esforços no sentido de conseguir a manutenção de Conca no elenco de profissionais;
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* Mas, como o Fluminense tem o compromisso com a verdade e a transparência, é bom ressaltar que o clube não poderia abrir uma conta bancária utilizando dinheiro público, pois este ficaria sujeito a bloqueios e penhoras;
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* Além disso, o clube não tem como garantir e assegurar a concretização do negócio que envolve um montante de R$ 6,7 milhões, quantia que teria de ser arrecadada em um curto espaço de tempo pelos mentores da campanha. Outro fator agravante é a renegociação salarial do atleta que ainda teria de ser discutida;
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* Para finalizar, vale lembrar que o prazo estipulado pelo River Plate para a compra dos direitos federativos do atleta Conca expirou no último dia 10, o que também abre oportunidade para outro clube fechar acordo com este jogador a qualquer momento".
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É isso, caros tricolores. A verdade nua e crua é aquela que todos que acompanharam de perto o desempenho de nosso Tricolor já sabiam. Incompetência se torna até uma palavra amena para justificar os equívocos ocorridos durante todo o decorrer de 2008.
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O melhor elenco do campeonato estadual não conseguiu sequer classificar-se para uma das finais, pois o objetivo maior foi sempre manter o apadrinhado do Renato Gaúcho como titular absoluto em detrimento de craques contratados a peso de ouro para ficar na eterna reserva.
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O absurdo continuou na Copa Libertadores a ponto de perdermos um campeonato que qualquer técnico de segunda linha teria ganho. Só com a iminência da queda para a segunda divisão se consolidando cada vez mais é que a nossa douta diretoria resolveu por a mão na ferida e trocar a causa dos infortúnios. Trocou mal, mas pelo menos trocou.
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Agora coroam a incompetência emitindo uma nota oficial esdrúxula que tenta justificar a não contratação do Conca, nota essa eivada de clichês, que certamente só enganarão aos mais desavisados.
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Senão, vejamos:
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Na referida nota, a diretoria louva e agradece o empenho dos torcedores em conseguir o melhor para o Fluminense e afirma que em contrapartida não mediu esforços para a manutenção do Conca. Aí é que a porca torce o rabo. O valor da liberação foi estabelecido por ocasião da negociação e como na Argentina não existe a aberração da "Lei Pelé", o que é escrito tem que ser cumprido. Resumindo: o valor era conhecido um ano antes de seu vencimento.
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Vale acrescentar que o valor do dolar na ocasião da negociação se situava na casa dos R$ 1,60, logo se a conta não fosse deixada para ser paga na última hora o desembolso seria no máximo de R$ 4,5 milhões e não de R$ 6,7 milhões como se apresenta agora.
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Na realidade, o esforço alegado não foi feito. Pelo contrário. Contratações espúrias, que em nada contribuiram para o fortalecimento da equipe, minaram cada vez mais os cofres do clube (ou do patrocinador).
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Sob esse aspecto, a torcida gostaria de ver a contabilização dos gastos com as contratações de Ygor, Eduardo Ratinho, Gustavo Nery, Everton Santos, Uendell, Elias, além dos salários pagos aos eternos "come-dormes" como David, Rafael, Somália, Diego e Ricardo Berna, por exemplo, além das despesas com as viagens inócuas do Branco. Essa é a transparência que a torcida anseia por ver.
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Se faltava dinheiro, por que não se recorreu à FIFA para receber o dinheiro devido pelo Hamburgo na negociação com o Thiago Neves?
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A diretoria cita ainda a renegociação salarial do atleta como fator agravante a sua contratação. O dinheiro gasto mensalmente com a "turma do come e dorme" citada acima daria para pagar mais de um craque do nível do Conca.
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A absurda nota finaliza sinalizando que a prioridade do Fluminense se encerrou no dia 10 passado e que assim qualquer outro clube está apto a fechar com o atleta. Seria ingenuidade ou o quê?
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Sob esse aspecto, a mídia já divulga menções de dirigentes do São Paulo de tentarem redução no preço do "passe". Os do Flamengo dizem que irão tentar o empréstimo. Seriam verdadeiras essas suposições? Seriam válidas apenas para os demais clubes? Situação estranha, ainda mais porque o Branco, ainda como coordenador, declarou que havia conseguido a concordância do River para que o pagamento fosse feito em quatro parcelas de US$ 700 mil.
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Tudo indica que agora teremos a parceria com a Traffic, empresa da qual um de seus dirigentes declarou, sem se identificar, não entender o porquê da insistência do Fluminense com o Conca, pois ele teria condições de colocar um meio campista melhor no Fluminense. Esse senhor deve estar de gozação. Ou será que ele trará o Riquelme?
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Esquecem os brilhantes dirigentes e patrocinadores que pela primeira vez em décadas, conseguiu o Fluminense em seis jogos disputados com o São Paulo obter três vitórias, dois empates e apenas uma derrota, mesmo com três desses jogos disputados no estádio do Morumbi. E a eliminação do time paulista da Libertadores, outra maravilha esquecida.
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Pois é. Para se ganhar do São Paulo é necessário ter um meio campo habilidoso. O Palmeiras também eliminou o São Paulo no campeonato paulista graças ao Valdívia e quando perdeu a habilidade do meia, a hegemonia foi retomada pelo adversário. Não teve Wanderley que desse jeito.
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Pior do que a saída do Conca é a possibilidade cada vez mais forte dele vir a reforçar o São Paulo ou o Flamengo. No primeiro caso, adeus próximas Libertadores, isso se o time a ser armado conseguir se classificar e no segundo, adeus campeonatos cariocas.
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De nada adiantou a torcida encher o Maracanã por diversas vezes, a última das quais com mais de 51 mil presentes num jogo praticamente amistoso. A diretoria não se sensibiliza ou não tem forças para se opor a interesses outros, quase sempre conflitantes com os anseios da imensa massa tricolor.
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É isso aí tricolores. Só nos resta olhar perplexos o desfile dessas idiossincrasias, cada vez mais gritantes e como sinal de protesto colocar a tarja preta na bandeira como a simbolizar o sentimento de luto sentido pelos verdadeiros tricolores.
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Que Deus salve o Fluminense!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Fluminense 1 x 1 Ipatinga - despedida de Thiago Silva e fim de festa.

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51 mil espectadores. Não fosse pela despedida de Thiago Silva, o mais recente craque a encarnar a paixão pelo tricolor, provavelmente não teríamos tanta gente no Maracanã.
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O jogo foi realmente em clima de fim de festa para o Fluminense. Os jogadores do Ipatinga, vislumbrando a última possibilidade de aparecer na vitrine do futebol, se empenharam bastante e chegaram a complicar.
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O Fluminense, ao contrário, mostrou uma apatia incomum. Mas dessa vez quiseram os deuses do futebol que a torcida não se decepcionasse e a presentearam com a vaga para a Copa Sul Americana, premio de consolação pela perda da Libertadores. Graças também ao Náutico que segurou o Santos na Vila.
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Preocupante mesmo só o fato do René Simões ainda não ter aprendido que o quando o Fluminense joga com três volantes não ganha de ninguém. Continua a ameaça constante da volta do “meio campo dos horrores”.
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O que interessa mesmo é que a festa foi bonita. Thiago Silva jamais se esquecerá de sua despedida diante da massa tricolor, ouvindo o mesmo coro que há tempos vem ecoando no Maracanã: “.... ... ..... é o melhor zagueiro do Brasil”. Seu choro copioso ao final da partida dá bem a medida de quanto o “monstro” ama o querido Fluminense. Temos certeza de que não foi um adeus e simplesmente um até breve e que seja bem breve.
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E não é que Washington conseguiu ser um dos artilheiros do campeonato? 21 gols em 27 jogos, 78% de aproveitamento, marca superior a de Kleber Pereira e Keirrison, os outros goleadores. Se não fossem aqueles gols incríveis perdidos contra o São Paulo e Internacional, só para citar esses dois últimos e os inúmeros pênaltis não marcados, especialmente os dois no jogo contra o Vitória, poderia estar comemorando sozinho. De qualquer modo valeu, matador tricolor.
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Agora chegou o momento da diretoria reavaliar os prós e contras do ano que passou. Refletir sobre os erros e evitar cometê-los novamente. A prioridade é a compra dos direitos federativos do Conca, oferecido por valor bem abaixo do que realmente vale. Deixou-se o pagamento para os últimos instantes e as oscilações cambiais dificultaram ainda mais a contratação. Mas ainda continua sendo um ótimo investimento, que poderá dar lucros no futuro.
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Acorda Horcades, acorda Celso Barros!
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Duas notícias: uma boa, outra ruim.

O site globo.com publica duas notícias muito importantes para a galera tricolor.
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A primeira, bastante alviçareira, trata de uma declaração do Ygor em que afirma que não deverá ficar no Tricolor e que tem proposta do Sport para jogar a Libertadores e também do Vasco. Na matéria, Ygor declara que não tem que provar nada.
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Beleza, Ygor. Não tem que provar nada mesmo, o que tinha que ser provado já foi e a torcida tricolor está entalada até agora com a prova.
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Que sejas feliz no Sport ou no Vasco, são os nossos sinceros votos.
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Entretanto como o ano de 2008 só trouxe dissabores à torcida tricolor, depois da notícia maravilhosa acima, nosso técnico René Simões resolve escalar o Ygor no lugar do Fabinho. Vai entrar com três volantes contra o Ipatinga que, com todo o respeito, não ganhou uma partida sequer fora de seus domínios.
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Abriu mão de ter um meio campo mais ofensivo e virtuoso com Romeu, Arouca, Tartá e Conca para voltar com o "circo dos horrores".
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Por que será que todo o técnico de futebol após um bom trabalho se torna medroso? Não consigo entender essa filosofia. Pensando assim, vários treinadores meteram os pés pelas mãos e deixaram de ganhar títulos fáceis.
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E o pior é que o René acha que escalando o Ygor estará reforçando a defesa. Será que ele não viu nenhum dos jogos da Libertadores? Veja lá René, solicite os vídeos dos jogos com o Arsenal, em Buenos Aires, com São Paulo e Boca, no Maracanã e as duas finais com a LDU. Se não se convencer veja também o do jogo com o Macaé, pelo campeonato estadual.
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Haja paciência!

domingo, 30 de novembro de 2008

São Paulo 1 x 1 Fluminense. A meta agora é a Sul Americana.

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Com a suspensão do Fabinho, bem que René poderia tentar essa dupla no meio campo, recuando o Arouca para jogar ao lado do Romeu.
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Durante toda a semana a mídia paulistana e a carioca despeitada deitou loas à equipe do São Paulo, dando como favas contadas a conquista do título. A vitória era certa e a festa do título deveria ser do arromba. A "ameaça" maior, o Morumbi lotado (!) Ameaça pra quem, cara pálida?
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Até a torcida são-paulina entrou na pilha, chegando mesmo a falar em goleada. O André Dias também deitou falação e numa entrevista disse que o jogo poderia ser nervoso, mas que se o São Paulo fizesse logo um ou dois gols a tranqüilidade prevaleceria.
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Em suma, estavam se julgando o máximo. Esqueceram que o Fluminense já os tinha eliminado na Libertadores, vencido no primeiro turno e permanecido invicto no campeonato passado, vencendo inclusive a partida disputada no Morumbi.
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Realmente no passado a coisa andou catastrófica. O Fluminense perdeu a maioria das partidas. Agora os bons fluidos estão pendendo para o nosso lado e o São Paulo não nos mete mais medo. Se não fosse o descuido do Heber ignorando o pênalti claro no Washington, o campeonato poderia ter ido para o brejo.
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Mas reclamar do quê? Não é privilégio do Heber ignorar a marcação de lances capitais contra o São Paulo. Recente levantamento sobre erros de arbitragens nesse campeonato, publicado no site globo.com e abordado nesse blog no comentário de 11 de novembro mostram ser o São Paulo o clube mais beneficiado e o Fluminense o mais prejudicado. "Mera coincidência".
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E como disse o Luiz Alberto, quem tem boca fala o que quer e o jovem Tartá, depois de driblar e deixar o "fabuloso" zagueiro paulista no chão, tocou fácil para as redes de Rogério.
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Se não fossem os erros de planejamento e as omissões da diretoria, certamente o Fluminense poderia estar disputando o título, como disse René Simões, porque o elenco é melhor ou pelo menos está no mesmo nível que Grêmio, Cruzeiro e Flamengo. Torçamos, galera, para que o planejamento para 2009 seja bem feito.
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Quanto à partida em si, começou como uma autêntica final. Depois de marcar cinco vezes contra o São Paulo nesse ano, Washington por pouco não abriu o placar aos 33 segundos, após rebote de Rogério num chute de Arouca. Esse é um gol que não se pode perder.
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O susto despertou o São Paulo e Borges desperdiçou duas chances de gol. A primeira, aos nove minutos, dominou e mandou no lado de fora da rede. Pouco depois de frente para o gol, ele bateu e Fernando Henrique praticou excelente defesa.
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Aos poucos, o Fluminense equilibrou o jogo e por pouco Luiz Alberto não abre o placar, acertando a trave num passe de Conca.
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Após o intervalo, o Fluminense voltou com Tartá no lugar de Maicon. E logo em seu primeiro lance, depois de receber de Wellington, colocou Washington na cara do gol, que chutou em cima de Rogério. No rebote, Tartá deixou Miranda esparramado no chão e tocou para as redes.
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O empate veio logo depois numa jogada fortuita. Após bola alçada na área por Jorge Wagner, André Dias dividiu de cabeça e a bola sobrou para Borges, com um chute meio esquisito, marcar. Chute defensável, mas Fernando Henrique preferiu apostar no seu mau golpe de vista e apenas acompanhou a bola entrar.
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O jogo transcorreu equilibrado até o fim com chances para ambas as equipes. André Dias ainda acertou a trave tricolor e Rodrigo atropelou claramente Washington dentro da área, pênalti claro ignorado pelo juiz.
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O jogo terminou e a festa foi adiada. Em cima do Flu, essa não, saí pra lá São Paulo.
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Uma vitória simples contra o Ipatinga garante a participação na Sul-Americana. Vamos lá Galera, torcer pelo Fluzão e prestar as devidas homenagens ao Thiago Silva em sua última partida até a sua volta!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Votemos no Thiago Silva para "Craque da Galera".

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E aí galera, façamos coro com a campanha do nobre tricolor Leonardo Biancardi ajudando a eleger o nosso cracaço, que é um dos finalistas juntamente com Juan, do Flamengo e Hernanes, do São Paulo.
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Não podemos deixar o melhor zagueiro do Brasil perder essa.
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A contagem para os finalistas foi zerada, agora é com vocês, que poderão votar até 8 de dezembro.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Internacional 0 x 2 Fluminense. Xô Segunda Divisão!

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É isso aí galera. Comemorem bastante que o sufoco acabou. Dá-lhe Fluzão, dá-lhe René.
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Foi uma vitória tranqüila. O time de reservas do Internacional não foi páreo para conter o Fluminense. Melhor para nós, que agora só precisamos de um pontinho para eliminar matematicamente a possibilidade de rebaixamento.
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Foi um campeonato melancólico para a torcida tricolor, apreensiva durante quase todo o tempo. O que era para ter sido um ano memorável tornou-se um pesadelo devido aos erros imperdoáveis de planejamento. Mas pelo menos no final conseguimos nos safar da segundona.
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Apesar das declarações do René de que essa tenha sido a pior partida do time sob sua direção, em função do nervosismo latente em todos, o Internacional quase não assustou e poderia ter perdido de mais se a pontaria de nossos atacantes estivesse calibrada.
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Os atletas estavam nervosos, é verdade, mas mesmo assim partiram para cima do adversário e obtiveram o único resultado que interessava __ a vitória. Bem diferente da postura adotada contra o Cruzeiro, entrincheirados na defesa como time pequeno e ao final, como sempre acontece nessas ocasiões, aquela bola vadia, gol do adversário e derrota certa.
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Tudo isso, porém, é passado. O que interessa agora à torcida tricolor é comemorar a fuga do rebaixamento e a manutenção da classificação para a Sul-Americana, o que não está tão difícil de ser conseguido.
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Belo gol do Romeu. Conquanto não seja um craque de primeira linha vem jogando bem e quanto melhor ele estiver menos chance teremos de ver o tenebroso pupilo do Renato voltar à equipe.
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Preocupantes foram as declarações do René, afirmando que o Romeu subiu de produção porque tem o apoio do Fabinho. Devo estar maluco porque não consigo entender como o René, nesse caso, está enxergando tão pouco. Fabinho craque? Só pode ser brincadeira de mau gosto.
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Certamente o René não assistiu a nenhum dos jogos do ano passado e do primeiro turno do campeonato. As inúmeras falhas infantis foram causadoras de muitas derrotas. A expulsão no jogo de ida com o Ipatinga deveria servir de parâmetro para o nosso técnico.
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Fabinho, embora inegavelmente tenha melhorado com René, continua sem saber marcar. Não consegue roubar uma bola sem cometer falta. A satisfação do René com ele deve ser devida aos pseudojogadores que vinham atuando na posição. Realmente, depois de ver David e Ygor, René deve estar encantado com o Fabinho. Mas deve tomar cuidado, pois não se trata de nenhum príncipe encantado e sim de um sapo dos mais cascudos. Por ora pode ser titular, mas planejar 2009 como seu "homem de confiança" não dá pra agüentar.
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Livres da degola, é hora de se começar a planejar 2009 e para isso a torcida tricolor espera que dessa vez a diretoria o faça com um mínimo de profissionalismo e seriedade. Nada de contratações esdrúxulas que só servem para sangrar os cofres do clube e encher os bolsos dos empresários.
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Aliás para começar, o clube tem que fazer caixa para poder contratar alguns reforços de peso. Assim jogadores inócuos que em nada contribuiram poderiam ter seus contratos rescindidos. A lista poderia começar com Ricardo Berna, Rafael, Eduardo, Ygor, David, Elias, Ciel, embora existam outros que também poderão seguir o mesmo caminho.
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Amigos tricolores, isso deverá ser assunto para o próximo mês. Agora vamos comemorar a salvação e torcer pela manutenção da classificação para a Sul-Americana. Quem sabe que, se a Federação Peruana dançar, não teremos a chance da Libertadores novamente?
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Esse blog publicou no comentário da semana passada uma súplica ao René: "René precisa ser conscientizado a jamais pensar em voltar a escalar três volantes. Deve manter o Tartá ao lado do Conca e o Wellington Monteiro na lateral direita, sem a preocupação de atacar. O ideal seria também a manutenção do Maicon, depois de sua participação efetiva nos três gols contra a Portuguesa, mas aí já é muita colher de chá para a torcida, se ver livre de Eduardo, Carlinhos e Everton de uma só vez".
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Não é que o René barrou os três? Rejubilem-se tricolores, ainda há uma luz no fim do tunel.
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Pena que o Júnior César foi atropelado pela jamanta botinuda gaúcha e o Carlinhos teve que voltar.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Fluminense 3 x 1 Portuguesa. Salve a garotada de Xerém!

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Tartá e Maicon "arrasaram" contra a Portuguesa. Serão mantidos na equipe ou teremos "os craques" de sempre?
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Foi mais uma vitória marcante. Depois de um primeiro tempo chocho, em que o time terminou em desvantagem no placar, o segundo tempo foi brilhante, uma verdadeira epopéia, que fez lembrar os jogos mágicos da Libertadores.
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O Fluminense mostrou que quando joga para frente não fica nada a dever a maioria dos times mais bem classificados na tabela do Brasileirão, mesmo após as saídas de Thiago Neves, Cícero e Gabriel.
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É claro que São Paulo, Palmeiras e Internacional estão a nossa frente, mas o resto é tudo japonês. Não fosse o erro estratégico de disputar mais da metade do campeonato com uma equipe reserva, que sequer tinha treinado junto, certamente estaria disputando uma vaga na Libertadores e não brigando para fugir da segunda divisão.
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Bastou René tirar o desajeitado Eduardo e o inútil Everton Santos para que a vitória se desenhasse logo nos primeiros minutos da segunda fase. Nesse particular, merecem destaque as atuações de Maicon e Tartá, que transformaram um time apático num verdadeiro azougue ante o qual a Portuguesa sucumbiu.
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Tartá deu mais consistência ofensiva à equipe. Deu qualidade ao meio campo, permitindo que o Conca voltasse a se sobressair e deixar de ser o único ser pensante do setor. Com isso cansou menos e pode participar com destaque até o final quando desferiu chute certeiro, rebatido pelo goleiro e quase transformado no quarto gol pelo Washington.
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Com o time atacando mais, a defesa ficou mais resguardada e as chances da Portuguesa foram mínimas.
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Os que não assistiram a partida, não pensem que o jogo foi fácil. Ao contrário, foi tenso até demais, pela situação na tabela e pelas boas apresentações anteriores do adversário, que só não bateu o Flamengo em pleno Maracanã por pura falta de sorte. Aí é que a participação da torcida foi fundamental para empurrar o time para a vitória, como ressaltado pelo próprio treinador tricolor.

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É isso aí Fluzão, mais duas vitórias e, quem sabe não estaremos na Sul-Americana?

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Como sempre os comentaristas esportivos ficaram na mesmice, tecendo loas ao René pelas acertadas substituições. Na Mesa Redonda, do canal 22, o Ronaldo Castro, tricolor confesso, rasgou elogios à coragem do treinador de efetuar duas substituições ao mesmo tempo. Até nosso amigo João Garcez entrou na pilha, escrevendo em seu blog que "a virada tricolor contou também com a valorosa contribuição de seu treinador, René Simões, que soube enxergar o jogo e fazer, com precisão cirúrgica, as substituições que o time carecia".
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Caro João, não foi nada disso. Ele somente teve a coragem de desfazer o equívoco que tinha cometido anteriormente ao escalar o Eduardo, que nunca disse ao que veio no Fluminense, haja vista o gol do Vasco e o Everton Santos, atacante inócuo que não sabe chutar em gol.
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Desfez apenas o "circo dos horrores" criado pelo Renato, após as saídas de Thiago Neves e Cícero, mantida pelo Cuca e inexplicavelmente pelo René. Volto a insistir: não mexeu bem, não, escalou mal e muito mal o time.

Espero que o René tenha aprendido a lição que escalações com três volantes e o pobre do Conca sozinho na criatividade não ganha jogo. Por isso perdemos para o Vasco, aquele time horroroso e o Cruzeiro, outra equipe bastante irregular.
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Não podemos nem pensar em empatar com o Internacional. Temos que aproveitar a oportunidade do adversário estar focado na Sul-Americana para partir para o ataque e vencê-lo, mesmo no Beira-Rio. Se jogarmos novamente com o "circo dos horrores", a chance de perder para o time misto do Internacional é real.
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René precisa ser conscientizado a jamais pensar em voltar a escalar três volantes. Deve manter o Tartá ao lado do Conca e o Wellington Monteiro na lateral direita, sem a preocupação de atacar. O ideal seria também a manutenção do Maicon, depois de sua participação efetiva nos três gols contra a Portuguesa, mas aí já é muita colher de chá para a torcida, se ver livre de Eduardo, Carlinhos e Everton de uma só vez.
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Que Deus ilumine a mente do nosso técnico para afastar de vez da equipe essas malas que só servem para tornar a torcida apreensiva e fazer a alegria dos adversários.
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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Fluminense o mais "roubado" no Brasileirão!

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Matéria publicada no site globo.com relaciona os erros de arbitragem ocorridos no campeonato desse ano. O Fluminense foi o mais prejudicado, tendo sido garfado em 8 (oito) pontos. O maior beneficiado foi o São Paulo, que sem esses erros não estaria ocupando a liderança.
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É claro que o Muricy partiu em defesa dos árbitros, alegando que ninguém erra propositalmente. Esse, porém, é um argumento questionável haja vista o recente caso do Edílson, ensejo que serviu de base para alterar o vencedor do campeonato de 2005 e também o escabroso caso do Ives Mendes quando, sob seu beneplácito, árbitros foram subornados descaradamente e nada aconteceu.
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É lógico que não se pode ter a leviandade de afirmar que houve má fé. Provavelmente não houve. Houve sim um descaso ou inabilidade da Comissão de Arbitragens da CBF ao escalar árbitros despreparados ou inexperientes, que acabaram se transformando em árbitros "caseiros" com a tendência marcante de beneficiar o time da casa ou o de maior torcida.
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O caso do nosso Fluminense é o mais gritante, pois o time tem sido prejudicado até mesmo em jogos no Maracanã. Não se trata de choro de perdedor, pois isso é coisa de botafoguense, mas a insistência dos responsáveis em escalar árbitros de segunda linha para os jogos do Fluminense foi de tal monta, que só após a revolta do Horcades ao término do jogo com o Vitória, a coisa melhorou.
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É por isso tricolores que não devemos perder a fé na equipe, pois mesmo com os desmandos de um técnico falastrão e contratações equivocadas, tudo sob a complacência de uma diretoria pouco atuante, a situação poderia estar bem mais tranquila.
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A pesquisa jornalística cita 4 (quatro) jogos em que o Fluminense foi nitidamente prejudicado: Sport, Coritiba, Santos e Vitória. Acrescentaria a ela o Fla-Flu, pois tenho muitas dúvidas na posição do Sambueza por ocasião do passe que resultou no gol de empate do Flamengo.
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Não fossem esses erros absurdos, o Fluminense teria hoje 45 pontos, ocupando a décima-primeira colocação na tabela. O líder seria o Grêmio com 62 pontos, seguido de Cruzeiro com 61 e São Paulo com 59.
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O teor completo da matéria com os critérios adotados e a comparação entre a classificação atual e aquela se não tivesem ocorrido os erros estão disponíveis no http://globo.com/