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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Madureira 1 x 2 Fluminense. Rala Duba, rala Rubinho, engulam o FLUZÃO!


Bendito salto atabalhoado de Lucas que forçou o erro do Jonathan) 


Depois de uma semana conturbada com pessoas desqualificadas tentando a todo custo achincalhar a Instituição Centenária, berço da Seleção Brasileira, o Fluminense deu a resposta em campo pondo fim às bravatas inconsequentes.

A súmula do jogo, antes sumida, agora apareceu e escancarou toda a boçalidade e falta de educação do presidente do Madureira, clube simpático a muitos e que aos poucos vai perdendo a popularidade em função de desvarios dessa ordem.

A apresentação tricolor não chegou a ser um primor de técnica, mas bastou o time mostrar um pouco de vontade para voltar a vencer.

O predomínio tricolor foi notório, embora as eternas falhas da defesa tenham permitido algumas oportunidades aos atacantes adversários, embora nem de longe chegassem perto do domínio total exercido no primeiro tempo do jogo contra o Botafogo, nosso próximo adversário.

Gostei da coragem do Drubscky, deixando de lado a mesmice e tentando alternativas diferentes. A do Marlon como volante não deu certo é verdade, em compensação foi gratificante ver a ousadia de abrir mão de um volante com o objetivo de ganhar o jogo.

Precisa sobretudo acertar o posicionamento dos defensores, talvez a tarefa mais difícil porque terá que subtrair de suas mentes as táticas ultrapassadas a que se acostumaram ao longo de quase um ano.  


(foto: Nelson Perez / Fluminense FC)
Necessário também expandir o leque de opções, deixando de lado os treze ou quatorze jogadores que está utilizando, como ele próprio declarou.

Libertar-se das amarras do Cristóvão será fundamental para o soerguimento do Fluminense como time forte porque mesmo reestruturado o elenco possui algumas peças que melhor aproveitadas poderão apresentar rendimentos superiores a alguns titulares considerados insofismáveis.

Espero que não cometa os mesmos erros de treinadores anteriores que se apegaram a grupos favoritos, cujos componentes mantiveram-se como titulares mesmo quando apresentavam rendimentos abaixo dos esperados.

Agora é preciso mostrar garra maior que o time do Botafogo para passarmos para a final ideal, se possível contra o Flamengo.

E vejam o que acontece quando ervas daninhas se imiscuem no meio dos bons, chegando ao cúmulo de forçar-nos a torcer pelo maior rival para não ter o desprazer de jogar contra o time do charuto do mal.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

CAMPEONATO CARIOCA – 15ª RODADA

Madureira 1 x 2 Fluminense

Local: Estádio Raulino de Oliveira, Volta Redonda, RJ: Data: 08/04/2015
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ)
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos e Rodrigo Pereira Jóia (RJ)
Gols: Jean, aos 21', Rodrigo Lindoso, aos 30' e Moisés (contra), aos 44' da etapa final
Cartões amarelos:  Wellington Silva e Kenedy

Madureira: Jonathan, Formiga, Daniel, Thiago Cardoso e Moises; Gilson, Ryan, Rodrigo Lindoso (Marcelo Tavares, 43'/2°T) e Camacho (João Carlos, 27'/2°T); Thiago Galhardo e Rodrigo Pinho (Luiz Paulo, 35'/2°). Técnico: Toninho Andrade

Fluminense: Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Henrique (Marlone, intervalo) e Giovanni; Marlon, Jean, Gerson e Wagner (Vinícius, 14'/2°T e depois Lucas Gomes, 34'/2°T); Kenedy e Walter. Técnico: Ricardo Drubscky


domingo, 8 de abril de 2012

Madureira 1 x 2 Fluminense. E a luta continua!


Lanzini atuou com destaque. (foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)

O dever  de  casa foi  cumprido e  a  vitória  poderia  ter sido até mais tranquila, não fossem as várias chances perdidas e a saída em falso do Cavalieri por ocasião do gol do Madureira.

Essa falha grotesca foi a responsável direta pelo sufoco dos últimos cinco minutos.

O jogo serviu para Abel refletir sobre a decisão de mandar a campo equipes formadas totalmente por reservas que jamais treinam ou jogam juntos.

A opção de poupar jogadores-chave em meio a disputas simultâneas de dois campeonatos pode ser a opção adequada, desde que feita com moderação como aconteceu na tarde de ontem.

Tivesse o Abel usado o mesmo critério nos jogos perdidos para equipes mais fracas, não estaria agora a classificação do Fluminense dependendo de tropeços de concorrentes.

O desastre de 2008 ainda está vivo nas memórias tricolores, onde critério semelhante quase levou o Fluminense de volta à série B, além de causar a perda do título mais importante num jogo em que a equipe literalmente “apagou” durante a prorrogação por cansaço e perda de ritmo de tanto ser poupada.

A partida serviu também para evidenciar que Lanzini é o substituto ideal para o Deco. Jogando desde o início e dentro de uma equipe estruturada, o argentino provou ser mais útil que as demais opções utilizadas até então.

Lanzini deu conta do recado na ligação com o ataque, marcou o primeiro gol e poderia ter tido mais destaque ainda se a arbitragem não anulasse o gol legítimo de Thiago Neves, cujo passe saiu de seus pés.

A atuação de Thiago foi outra surpresa agradável, demonstrando que aos poucos vai retornando a sua antiga forma e o seu belo gol deu tranquilidade ao time.

Gostei também da atuação do Carlinhos, dessa vez mais solto e com várias investidas pela ponta, embora os cruzamentos continuem imprecisos. Espero que repita as investidas em campos maiores.

Não gostei da atuação de Wagner. Errou praticamente tudo, inclusive perdeu a chance concreta de marcar com o goleiro adversário completamente batido, cabeceando para fora, todo desengonçado.

Edinho, mesmo com o chutaço na trave que originou o gol de Lanzini, ainda não reúne condições de jogar contra adversários mais fortes. Perde a bola com frequência e quando a tem, na maioria das vezes, não sabe o que fazer com ela. Saiu contundido, mas de qualquer forma considero sua escalação contra o Boca uma temeridade.

A destacar ainda a precariedade do estádio de Conselheiro Galvão. Gramado ruim, sem refletores, falta de conforto para os torcedores e ainda por cima a presença de um engraçadinho soltando pipa na laje e direcionando-a ao gol de Cavalieri sempre que o Madureira atacava.

É por essas e outras que o Fluminense deve batalhar para a volta dos jogos nas Laranjeiras, estádio com campo sem buracos, melhor drenagem, iluminação, maiores dimensões e capacidade.


DETALHES:

Madureira 1 x 2 Fluminense

Local: Conselheiro Galvão, Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: William de Souza Nery

Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e João Luiz Coelho de Albuquerque

Gols: Lanzini, aos 20' e Thiago Neves, aos 43'do primeiro tempo e Zé Carlos, aos 41' do segundo.

Cartão amarelo: Jean 

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Leandro Euzébio (Gum, intervalo), Anderson e Carlinhos; Edinho (Jean, 34'/2ºT), Diguinho, Lanzini (Wagner, 23'/2ºT) e Thiago Neves; Rafael Sobis e Rafael Moura - Técnico: Abel Braga.


Tricolores de todos os cantos, precisamos agora deixar o estadual de lado para concentração total no jogo com o Boca Juniors, quando a vitória garantirá ao Fluminense a primeira colocação geral na fase de grupos da Libertadores com um simples empate com o Arsenal, independentemente dos resultados dos demais confrontos.

A hora é essa: quarta-feira próxima todos ao Engenhão e...

DÁ-LHE FLUZÃO