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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Fluminense 1 x 2 Vasco. A liderança para daqui a pouco!

Marcos Junior teria sua consagração não fosse o excesso de individualismo. (foto: Fluminense FC)

De nada adiantou o maior número de oportunidades criadas, dez arremates contra apenas um dos adversários no primeiro tempo, se ao final o que se viu foi a repetição do filme que há muito incomoda os tricolores: derrota para um time situado entre as piores colocações do campeonato.

O que até agora parecia só acontecer com o Cristóvão, também ocorre com o Enderson.

E a culpa máxima pelo desacerto poderá ser imputada ao treinador?

Claro que não, porque afinal o time jogou bem, melhor até que o adversário na maior parte do tempo.

Poderia ter vencido com facilidade até se Marcos Junior, por exemplo, não tivesse pecado por excesso de individualismo e concluído duas chances claras de forma bisonha em ocasiões em que Fred e Scarpa se encontravam livres de marcação e em melhores condições para abrir o placar.   

Se Gerson não dormisse em campo a maior parte do tempo e ainda Edson não estivesse tão mal.

Mas, apesar dessas inconformidades, o jogo continuava à feição do Tricolor e parecia até que a vitória viria sem muita dificuldade.

Isso até o Vasco conseguir a única chance que teve no final do primeiro tempo numa bola cruzada da esquerda em que Gum olhou apenas para a bola e deixou Andrezinho livre para cabecear.

Passado o torpor por mais uma falha gritante, após o intervalo o Fluminense voltou com maior ímpeto e logo conseguiu o empate com um belo gol de Marcos Junior, que aproveitou com categoria a única jogada de Gerson digna de registro.

A sensação geral era que o segundo gol não demoraria a sair, mas aí novamente o imponderável entrou em cena.

A sobra de uma bola boba para Jhon Cley que tinha a marcação apenas do Gum __ mamão com açúcar para ele __ que se desvencilhou mais facilmente do que roubar doce de criança e acertou o chute de sua vida sem chance alguma para Cavalieri.

Deu dó ver a dificuldade de nosso zagueiro: pesadão, sem velocidade e sem discernimento para parar a jogada, já que tão próximo poderia ter facilmente agarrado o meia vascaíno.

Não pretendo execrar o Gum. Ele é guerreiro, luta mais do que qualquer um, já foi herói em várias jornadas, mas necessita de um tempo para recuperar o vigor físico de antes de suas contusões.

E é sob esse aspecto que reside a responsabilidade do Enderson pela derrota: não enxergar o mau momento do zagueiro.

As falhas recorrentes contra Palmeiras, Goiás, Atlético Paranaense e Vasco são mais do que suficientes para sinalizar a necessidade da troca.

As vitórias acabaram aplacando as falhas gritantes contra Goiás e Atlético Paranaense, mas nos custaram pontos preciosos contra Palmeiras e Vasco.

E o pior é que a cada pixotada ou chutão da zaga fica mais evidente o erro crasso de manter o Marlon no banco.

As declarações do Enderson ao final da partida espelham mais ou menos o que aconteceu em campo:
– Acho que dentro da minha visão, dominamos completamente o primeiro tempo e o Vasco numa escapada conseguiu fazer o gol. Aos poucos nós fomos encaixando, conseguimos o gol, até aquele momento estávamos com o jogo controlado. Buscamos o empate depois que tomamos o segundo gol. Fizemos um bom primeiro tempo, segundo tempo equilibrado. Saímos hoje com uma derrota, mas é importante analisar bem. Esse jogo fica para trás”.
Essencial, porém, a percepção da necessidade do retorno imediato do Marlon à equipe titular, principalmente na próxima rodada contra uma equipe jovem que certamente aprontará correria jogando em seu estádio.

Se não tiver coragem de barrar o Gum, que retire o Antônio Carlos porque só assim o Fluminense poderá apresentar melhor saída de jogo.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 14ª RODADA

Fluminense 1 x 2 Vasco

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã, Rio de Janeiro, RJ; Data: 19/07/2015
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Danilo Ricardo Simon (SP)
Gols: Andrezinho, aos 39' do primeiro tempo; Marcos Junior , aos 13' e Jhon Cley, aos 25' do segundo.
Cartões amarelos: Gerson e Marcos Junior

Fluminense: Cavalieri; Wellington Silva, Gum, Antonio Carlos e Giovanni (Osvaldo, 6'/2ºT); Edson (Higor, 38'/2ºT), Jean, Gerson (Magno Alves, 35'/2ºT)  e Gustavo Scarpa; Marcos Júnior e Fred. Técnico: Enderson Moreira.


Vasco: Jordi, Madson, Aislan, Rodrigo e Christianno; Anderson Salles, Serginho, Andrezinho e Jhon Cley (Emanuel Biancucchi, 33'/2ºT); Herrera (Riascos, 19'/2ºT) e Dagoberto (Thalles, 28'/2ºT). Técnico: Celso Roth.

domingo, 27 de novembro de 2011

Fluminense 1 x 2 Vasco. O sonho acabou!

Sem a ajuda dos parceiros, os hábeis Fred e Deco não conseguiram suplantar o Vasco.


A brilhante campanha do segundo turno não foi suficiente para manter o Fluzão na briga até o final.
Na realidade, as inconcebíveis derrotas para Atlético-MG e América-MG em pleno Engenhão já haviam selado de vez a sorte tricolor nesse campeonato.
Aquela chama que se manteve acesa nos corações tricolores até a tarde desse domingo foi muito mais fruto das recordações das viradas memoráveis do que da racionalidade.
Mas não foram essas derrotas os únicos fatores que nos roubaram o título. As decisões incoerentes e estapafúrdias, começadas ainda na administração Horcades e continuadas na de Siemsen, acabaram sendo mais fortes que a garra do time de guerreiros. Na postagem do meio de semana, o assunto será abordado com maior profundidade.
 Quanto ao jogo com o Vasco, o equilíbrio foi a tônica. Do mesmo modo que perdemos, poderíamos ter vencido. Faltou aquela tranquilidade na hora do arremate final. Euzébio escorregou na cara do Prass, Marquinho desperdiçou o ótimo passe de Fred depois de boa trama do ataque e Sobis se apavorou com o gol escancarado a sua frente, após a jogada genial de Deco.
E como quem não faz leva, recebemos o castigo, até certo ponto merecido.
Analisando o jogo em detalhes uma diferença latente nos salta à vista: a composição dos meios de campo das duas equipes.
Enquanto o Vasco contava com Juninho, Felipe, Diego Souza e ainda o Bernardo para a criação das jogadas de ataque, o Fluminense dependia apenas da criatividade do Deco. E como bem diz o ditado... Uma só andorinha não é capaz de fazer o verão. Lanzini, que poderia desafogar o trabalho de Deco, entrou tarde demais, como sempre.
Mas dos males o menor. Se tivesse vencido, o Fluminense contribuiria para o título antecipado do Corinthians para gáudio dos anti éticos dirigentes da CBF.
Que o Vasco levante o campeonato e mantenha a hegemonia brasileira no futebol carioca.
O mais importante agora é que o elenco para 2012 seja melhor planejado e que passe a dispor de dois meias criativos e volantes mais habilidosos, único modo do Fluminense conseguir o título de campeão das Américas.
A contratação do Wagner, ex-Cruzeiro, pode ser um indicativo de que diretoria, comissão técnica e patrocinador finalmente estejam levando essa possibilidade em consideração.
A dúvida reside em saber o estado em que se encontra o Wagner. Se chegar igual ao Araújo, Belletti, Gustavo Nery e tantos outros de nada adiantará a sua contratação. Embora mais complicadas, contratações de jogadores que joguem no Brasil poderiam garantir um sucesso maior.
Restou o consolo da vaga na Libertadores, que poderá ser direta para a fase de grupos com um simples empate contra o Botafogo.
Enganam-se, porém, os que pensam que a tarefa será fácil. Pelo contrário, o time do Botafogo está em frangalhos, mas é justamente contra clubes em situações como essa que a nossa equipe empacou durante o decorrer do campeonato.
 E DÁ-LHE FLUZÃO, FUTURO CAMPEÃO DA LIBERTADORES!
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Atenção Galera Tricolor!
É amanhã o lançamento da “Verdadeira Máquina Tricolor”. Prestigie.