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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Fluminense 2 x 2 Vitória. 48 pontos e viva a permanência na elite!


Cinco jogos sem vitória.

Apenas dois pontos em quinze disputados e ninguém no clube desde o presidente até o último dos reservas aparenta estar preocupado e nem se dá conta de que o elenco está repleto de dragas.

Jogadores com salários de campeões, cuja grande maioria não desperta interesse em nenhum dos demais clubes brasileiros, razão pela qual demonstram aquela vontade hercúlea de cumprir os seus contratos.

E o pior é que após cada vexame o que se ouve são as desculpas de sempre: “erramos a pontaria”, “é preciso ter vergonha na cara” e outras pérolas do gênero.

Será que ninguém consegue enxergar e, principalmente nosso treinador, que a dupla de ataque formada por Marcos Junior e Magno Alves não fará gol em ninguém e que essas substituições recorrentes só servem para que os adversários de dominados passem a nos pressionar até conseguirem seus gols que nos tiram pontos preciosos?

Que falta ao Gum o vigor físico indispensável para que ele consiga atuações consistentes e que hoje ele não passa de um arremedo do que foi na campanha de 2009 e nos títulos de 2010 e 2012. Os gols do São Paulo e o segundo do Vitória que o digam. Aliás, o drible de Marinho foi antológico, mais fácil que roubar doce de criança. E logo o Marinho, cria de Xerém e perdido por nossas administrações amadoras, como ocorreu com tantos outros craques que brilham por aí.

Que é impossível permanecer por quase dois anos com laterais que falham seguidamente, além de serem driblados com facilidade extrema por qualquer atacante que se aventure cair pelas pontas.

Então, caros tricolores, só nos resta comemorar a fuga do rebaixamento, já que pelo andar da carruagem até a sétima colocação, que ainda poderia dar uma vaga na Libertadores, parece ser um sonho numa noite de verão. Que Shakespeare me perdoe o plágio!

O que é uma pena, porque sem a Libertadores corremos o risco de não recebermos nenhum reforço que se transforme realmente num protagonista.

Gostaria de ver o novo presidente contratar dois bons laterais, um zagueiro que não apenas olhasse para a bola nos cruzamentos sobre a área, um volante que soubesse sair jogando, um meia criativo para valer, tipo Conca ou Deco e um atacante que soubesse colocar a bola nas redes.

Mas como a esperança é a última que morre, quem sabe não consigamos os treze pontos que precisamos, que a nova direção consiga trazer de volta o Diego Souza, agora que o motivo de sua saída extemporânea não mais existe e por que não tentar também o Conca, o Thiago Neves e de quebra o Lucas Pratto?

Seria uma boa, não acham?

Torçamos para que João de Deus nos ajude na realização desses milagres, porque sem eles 2017 será outra dureza para os nossos sofridos corações.


DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 33ª RODADA

Fluminense 2 x 2 Vitória

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã, Rio de Janeiro, RJ; Data: 28/10/2016
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Assistentes: Marcelino Castro Nazaré (PE) e Bruno Cesar Chaves Vieira (PE)
Gols: Marcelo, aos 30', Richarlison, aos 36' e Cícero, aos 47' do primeiro tempo; Marinho, aos 42' do segundo.
Cartões amarelos: Pierre, Gum e Douglas

Fluminense: Júlio César, Wellington Silva, Gum, Henrique e Giovanni (Marquinho, intervalo); Pierre, Douglas, Cícero e Gustavo Scarpa; Wellington (Marcos Junior, 26'/2ºT) e Richarlison (Magno Alves, 27'/2ºT). Técnico: Levir Culpi.

Vitória: Fernando Miguel, Diego Renan, Kanu, Victor Ramos e Euller; Amaral (David, 13'/2ºT)), Willian Farias, Marcelo (Tiago Real, 33'/2ºT)) e Cárdenas (Serginho, 22'/2ºT)); Marinho e Kieza. Técnico: Argel Fucks

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CAMPEONATO BRASILEIRO – 32ª RODADA

Coritiba 1 x 1 Fluminense

Local: Estádio Couto Pereira, Curitiba, PR; Data: 23/10/2016
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Kleber Lucio Gil (SC) e Rogerio Pablos Zanardo (SP)
Gols: Gum, aos 15' do primeiro tempo e Leandro, aos 19' do segundo.

Cartões Amarelos: Douglas, Richarlison e Giovanni

Coritiba: Wilson, Benítez, Nery Bareiro (Walisson, intervalo), Luccas Claro (Kleber, 38'/1ºT)) e Juninho ; João Paulo, Juan e Raphael Veiga (César González, 38'/2ºT); Iago, Leandro e Kazim. Técnico: Paulo Cesar Carpegiani

Fluminense: Julio César, Wellington Silva, Gum, Henrique e Giovanni; Pierre, Douglas (Marquinho, intervalo), Cícero e Gustavo Scarpa; Wellington (Marcos Junio, 17'/2ºT)r) e Richarlison (Magno Alves, 23'/2ºT)). Técnico: Levir Culpi

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CAMPEONATO BRASILEIRO – 31ª RODADA

Fluminense 1 x 2 São Paulo
Local: Estádio Giulite Coutinho, Mesquita, RJ; Data:
Gols: Wellington, aos 30'  do primeiro tempo; Thiago Mendes, aos 26'  e Rodrigo Caio, aos 36'  do segundo.
Cartão amarelo: Wellington

Fluminense: Julio César, Wellington Silva (Igor Julião, 1'  /2ºT), Gum, Henrique e Giovanni; Pierre (Douglas, 21' /2ºT), Cícero, Scarpa e Marcos Júnior (Marquinho, 25' /1ºT); Wellington e Richarlison. Técnico: Levir Culpi

São Paulo: Denis, Buffarini (Kelvin, 1' /2ºT), Maicon, Rodrigo Caio e Mena; João Schmidt; Robson (David Neres 15' /2ºT), Wesley e Thiago Mendes; Cueva e André Chávez (Pedro, 29' /2ºT). Técnico: Ricardo Gomes



quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Coritiba 1 x 1 Fluminense. Enfim, uma apresentação convincente!




Afinal, há milênios não se via o Fluminense chutar doze vezes contra qualquer meta adversária.

Foram precisos onze jogos, com oito derrotas para que Enderson se curvasse à bobagem que fez e talvez agora possa estar convencido de que a lateral não é a praia do Gustavo Scarpa.

Talvez, porque não tenho certeza absoluta que ele admita o equívoco em vista de sua teimosa exacerbada, um autêntico turrão.

A decisão estapafúrdia nos fez trocar um excelente meia por um lateral mediano.

O resultado não poderia ser outro: time sem poderio de fogo e mais vulnerável ainda na defesa.

A volta do Gustavo a sua posição de origem nos dá um pouco de esperança de que as coisas poderão melhorar.

Bittencourt bancou o treinador até o fim do ano e acho mesmo que não tem alternativa, já que no momento não existem boas opções no mercado.

Então o melhor negócio é mesmo manter o Enderson até o fim do ano e torcer para que o time consiga alguma coisa.

E conseguir a Copa do Brasil ou mesmo uma vaga para a Libertadores não é coisa tão impossível se trabalharmos com um mínimo de coerência.

Concordo que Mario deva manter o Enderson, mas não concordo que dê a ele autonomia absoluta para fazer o que bem entender.

Creio ser obrigação dos responsáveis pelo futebol exigir um mínimo de coerência nas escalações da equipe.

Os puristas certamente irão contestar a ideia afirmando que os treinadores devam ter autonomia total.

Que fiquem com sua teoria e amarguem derrotas infindáveis para times medíocres, bem mais baratos que o nosso.

Alguém tem que fazer com que Enderson pare de errar, principalmente quanto às invencionices e proteção exagerada a atletas que nitidamente estão fora de seu melhor e quase sempre “entregam o ouro” para o adversário, como é o caso presente do Gum.

Qualquer tricolor do jardim de infância sabe que a nossa melhor zaga seria a formada por Antonio Carlos e Marlon, mas o professor prefere o Gum, não importando suas lambanças recorrentes.

Não que Antonio Carlos seja um Thiago Silva ou um Ricardo Gomes, mas é inegável que no momento tem mais habilidade e agilidade que o titular preferido do treinador.  

Na situação atual, ouso afirmar que Victor Oliveira é mais útil do que o preferido do técnico.

Gum precisa de descanso. Está em sua pior fase, talvez pelo longo período de inatividade a que foi submetido. Insistir em sua permanência como titular intocável só irá prejudicar sua carreira.

Outro fato que desagrada bastante em Enderson é a atração por tititis. 

Quando cisma com algum atleta geralmente o deixa fora do time, não se importando com queda de rendimento e possibilidade de resultados desastrosos.

Espero que Bittencourt, ou mesmo o presidente, despertem e passem a exigir do técnico uma postura condizente com a grandeza do Fluminense.

E que escolham até dezembro alguém com competência suficiente para comandar a nave tricolor.

Meus favoritos praticamente são impensáveis, um na China e outro em Belo Horizonte, mas existe uma opção a ser olhada com carinho que é a disponibilidade do Muricy para 2016.

Será que essa turma terá a visão necessária para dar o salto?

Será que Peter conseguirá descer de seu pedestal e aceitar o técnico campeão de volta?

Talvez, com muita reza a João de Deus.

E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 23ª RODADA

Coritiba 1 x 1 Fluminense

Local: Estádio Couto Pereira, Curitiba, PR: Data: 09/09/2015
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: José Eduardo Calza (RS) e Vanderson Zanotti (ES)
Cartões amarelos: Gum, Gerson, Douglas e Gustavo Scarpa
Gols: Henrique, aos 28' do primeiro tempo e Marcos Júnior, aos 14' do segundo 

Coritiba: Wilson; Ivan, Luccas Claro (Marcos Aurélio, 33'/2ºT), Juninho e Carlinhos; João Paulo, Lucio Flavio, Thiago Galhardo (Evandro, 8'/2ºT) e Ruy; Henrique e Kleber (Alan Santos, intervalo). Técnico: Ney Franco.

Fluminense Cavalieri; Welington Silva, Gum, Antônio Carlos e Victor Oliveira; Douglas, Jean, Gustavo Scarpa (Edson, 37'/2ºT) e Gerson (Osvaldo, 30'/2ºT); Marcos Júnior (Vinícius, 28'/2ºT) e Michael. Técnico: Enderson Moreira.




segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Coritiba 1 x 1 Fluminense. Time de fibra e de bola!

Marquinho, o herói da vez.    (foto: Terra.com.br)


O campeonato chegou ao fim e com dedicação impar o objetivo foi conseguido.
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Não que um clube da estirpe do Fluminense deva se contentar apenas com o fato de não ser rebaixado. A saga do Fluzão exige vôos bem mais altos, como a disputa e a conquista de títulos.
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Considerando, entretanto, a situação em que o clube se encontrava após vinte e duas rodadas, quase que unanimemente taxado como rebaixado, a recuperação tem que ser comemorada quase como se fosse um título.
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O caminho foi árduo, duas competições disputadas simultaneamente e com um elenco reduzido devido a contusões e também ao afastamento dos atletas que não vinham rendendo o que deles seria lícito esperar.
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Nesse aspecto, deve ser louvada a atitude do Cuca que, deixando de lado aquela pecha de "bebê chorão", incorporada quando de sua passagem pelo Botafogo, teve coragem suficiente para promover as mudanças há muito solicitadas insistentemente pela torcida, cansada de ver jogadores se arrastando em campo, perdendo bolas incríveis para os adversários que quase sempre se transformavam em gols e derrotas, algumas acachapantes.
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À medida que o time ia perdendo ou empatando com adversários que nada tinham de especial, Cuca foi se conscientizando que alterações drásticas teriam que ser feitas. Aos poucos foi introduzindo outros jogadores, muitos deles revelados em Xerém. Assim foram entrando aos poucos Diogo, Alan, João Paulo, Dieguinho, Tartá, Digão, Fábio Neves, Maicon , Dalton e Gonzáles, até o afastamento total dos experientes que não mais funcionavam. A metamorfose na equipe foi de tal monta que Mariano, Diguinho, Marquinho e Maurício também passaram a demonstrar acentuadas melhoras.
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Inegável que fundamental para o sucesso foi o retorno do Fred, inegavelmente um dos melhores atacantes da atualidade, não só do Brasil, mas como a nível internacional, embora não desfrute do apoio da mídia cretina, que ainda prefere insistir no endeusamento de Ronaldo, Pato, Gaúcho e outros dotados de fortes patrocínios.
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À medida que a nova equipe começava a ter sucesso, a torcida passou a acreditar e a jogar junto, criando aquele comprometimento mágico que encanta a todos.
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A partir do jogo contra o Goiás, a transformação se completou e aquele time desgastado com a série infindável de derrotas e empates finalmente engrenou e passou a jogar um futebol bonito e eficiente. O sucesso agora seria uma questão de tempo.
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O caminho para a salvação não foi nada fácil. A impossibilidade de perder tornava cada jogo uma dura batalha. E foram onze batalhas, entremeadas com as da Sul-Americana, perdida por detalhes face a contingências já comentadas em postagem anterior.
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A segunda divisão estava logo ali. Mais um rebaixamento, mais um ano de sofrimento. Seria um castigo cruel para a Melhor, Mais Bonita e Mais Educada Torcida do Brasil.
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Os atletas tricolores, ignorando a previsão dos "entendidos" conseguiram virar o jogo. O Fluzão do final do returno jogou um futebol refinado. Foram sete vitórias e quatro empates, obtidos de modo insofismável. Os adversários iam tombando um a um, independentemente de local e mais uma vez a magia tricolor fazia renascer o Fluzão das épocas áureas.
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Discordo da maioria que diz que o Fluminense ganhou apenas na base da raça. Raça houve sim, até invejada pelos outros, mas houve também futebol e muito bem jogado. Cada jogo foi uma aula de categoria. Nos oito últimos jogos, seis vitórias seguidas e dois empates, que transformaram o Fluminense no atual time da moda.
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O jogo final com o Coritiba foi nervoso e emocionante. Poderia ter sido menos sofrido se o bandeira estivesse melhor colocado para ver que a bola do Fred ultrapassou completamente a linha de gol, mas ao final o que interessa é que a permanência na elite foi conseguida.
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Agora é comemorar por alguns dias e começar a planejar 2010. Espero que a diretoria não repita os erros do passado, começando por tentar a permanência do Cuca, que já conhece o elenco e por isso mesmo saberá reforçá-lo nas posições ainda carentes e principalmente poderá definir melhor os jogadores que não mais deverão permanecer no elenco.
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Se assim proceder, não tenho dúvidas que em 2010 voltaremos a ganhar títulos de expressão, já no primeiro semestre.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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O mural estampado pela Unimed enfatiza:

"OS MATEMÁTICOS DIZIAM QUE AS CHANCES DO FLUMINENSE SER REBAIXADO ERAM DE 98%. MAS MATEMÁTICOS NÃO CALCULAM PAIXÃO".
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Ao que complemento:

NÃO CALCULAM PAIXÃO E NEM ENTENDEM NADA DE FLUMINENSE. AINDA BEM!
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Nova Musa Tricolor.
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Mais uma prova de quem é bom já nasce feito.
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