segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Santos 1 x 0 Fluminense: Última chance: Atlético-MG. Mais do que nunca, agora é vencer ou vencer!

Cavalieri, o único que se salvou do vexame.

Apatia total e, sobretudo falta de preparo físico.

Incrível como perdemos todas as divididas, muitas delas com mais jogadores em torno da bola.

Apesar dessa realidade incontestável não concordo com vários tricolores ilustres quanto à falta de brio ou de raça.

O problema não reside aí e sim na fragilidade imensa de um elenco mal distribuído e planejado sem critério algum, com a maioria de seus componentes desprovida de condição técnica para vestir a camisa do Fluminense e que, camuflados pela presença de meia dúzia de craques fora de série, vem enganando os incautos desde 2010.

Há muito bato nessa tecla, mas parece que a maioria dos tricolores prefere acreditar no mito do melhor elenco, “canto da sereia”, quem sabe criado pela Flapress.

Para os que não concordam, cabe aqui um breve exercício de memória.

Em 2010, tínhamos na equipe principal: Conca, Fred, Emerson e Mariano numa forma exuberante e ainda contávamos com boas atuações de Carlinhos e Marquinhos, além de ter Washington e Rodriguinho como efetivos substitutos para Fred e Emerson; em 2012: Cavalieri, Jean, Fred, Thiago Neves, Wellington Nem e Deco, esse quando conseguia jogar.  

As ausências dos habilidosos por contusões ou negociações mal feitas escancararam a realidade, infelizmente ainda não percebida por Peter Siemsen, que ainda aventa a possibilidade indecorosa de manter a gestão do futebol sob a direção de Rodrigo Caetano.

Sobre as críticas à sua declaração de que o elenco dispõe de um tripé forte para as competições do próximo ano, criticada por todos, concordo com ele desde que esteja se refindo às presenças de Cavalieri, Gum, apenas pela raça, Jean, Conca e Fred, ou seja, o time precisará ao menos de sete contratações, uma especialmente destinada a um substituto para as ausências do Fred.

Talvez seis, se quiser dar mais uma chance ao sonolento Carlinhos.

Nada disso, porém, terá relevância se o clube não conseguir manter-se na Série A.

E para isso a Torcida também terá que “jogar” contra o Atlético-MG, excelente time em seu estádio, mas possível de ser batido fora dele.

Dorival poderia dar uma força, livrando-nos de Edinho, Anderson, Samuel, além de imaginar melhor formação para as laterais.

O departamento médico por sua parte deveria mostrar um pouquinho de competência colocando o Fred em condições de jogo, porque mesmo de muletas é superior a todos os outros.

Seria oportuno também que o Cruzeiro repetisse a atuação modorrenta que teve nessa rodada e perdesse para o Bahia, uma boa medida para possibilitar a vitória em Salvador.

Que a Torcida Tricolor faça a sua parte no próximo sábado e que João de Deus dê uma forcinha lá de cima.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Santos 1 x 0 Fluminense

Estádio: Prudentão, Presidente Prudente (SP); Data: 24/11/2013
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (Fifa-AL)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Esdras Mariano de Lima Albuquerque (AL)
Gol: Thiago Ribeiro, aos 19' do segundo tempo
Cartões amarelos: Digão e Rhayner

Santos: Aranha, Cicinho (Bruno Peres, 37'/2ºT), Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena (Emerson, 19'/2ºT); Alison (Alan Santos, 21'/1ºT), Arouca, Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro e Geuvânio. Técnico: Claudinei Oliveira.

Fluminense: Diego Cavalieri, Igor Julião, Anderson, Leandro Euzébio e Digão; Edinho (Marcelinho, 23/2ºT), Jean, e Wagner; Rhayner, Rafael Sobis (Biro Biro, 23'/2ºT) e Samuel (Valencia, Intervalo). Técnico: Dorival Júnior.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Fluminense 2 x 1 São Paulo. A empatia está de volta!

(foto: Cleber Mendes / LANCEPress)

Independente da perda de vários craques seja por contusões ou por negociações inoportunas, o fato é que quando torcida e time se unem o Fluminense reage, suplanta as dificuldades e consegue os resultados.

Há muito não via na equipe tricolor tanto empenho em busca da vitória e acho mesmo que em nenhuma outra partida desse campeonato havia chegado aos vinte e um arremates contra as metas adversárias.

Problemas existem e teremos que seguir com eles até o fim da temporada, mas a grande maioria dos tricolores de fato não tem a mínima dúvida de que o objetivo final será alcançado.

Muito pouco para um elenco milionário, mas o bastante para permitir a reestruturação necessária para que as conquistas voltem já no próximo ano.

A contratação do Conca, ontem finalmente confirmada pela presidência, se apresenta como um bom augúrio para dias melhores.

O esforço despendido contra o São Paulo, principalmente na segunda etapa quando Cavalieri transformou-se quase que num espectador privilegiado, fez reviver aquele sinergismo mítico das inesquecíveis jornadas vitoriosas.

Hoje respiramos melhor, mas teremos que continuar atentos porque o objetivo final ainda não foi alcançado.

E para consegui-lo, nós torcedores teremos que continuar apoiando irrestritamente esse time porque é ele que nós temos e é com ele que o Fluminense terá que suplantar as dificuldades que estão por vir nas três rodadas finais.

Tenhamos isso em mente: a hora agora é de apoiar incondicionalmente e deixar de lado as cobranças e vaias que só servirão para reforçar nossos adversários.

O jogo foi difícil, mas como dizia Nelson Rodrigues, a vitória foi santa.

Jean demonstrou estar recuperando a forma que o levou à Seleção e já começo a imaginar como será vê-lo jogando ao lado do Conca.
(Foto: Paulo Sergio / LANCEPress)


Gum finalmente fez o seu gol e não poderia ser num momento melhor.


Passamos mais um adversário na classificação e só dependemos de mais duas vitórias para acabar definitivamente com qualquer possibilidade de rebaixamento.



E DÁ-LHE FLUZÃO!    


DETALHES:

Fluminense 2 x 1 São Paulo

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ); Data: 17/11/2013
Árbitro: Marcio Chagas Sila (RS)
Auxiliares: Jose Eduardo Calza (RS) e Jose Javel Silveira (RS)
Gols: Welliton, aos 17' e Jean, aos 24' do primeiro tempo e Gum, aos 44' do segundo.
Cartões amarelos: Edinho e Gum

Fluminense: Diego Cavalieri, Igor Julião, Gum, Leandro Euzébio e Digão; Edinho, Jean, e Wagner; Rhayner (Biro Biro, 18'/2ºT) e Rafael Sobis (Anderson, 46'/2ºT) e Samuel (Marcelinho, 27'/2ºT). Técnico: Dorival Júnior.

São Paulo: Denis, Lucas Silva (Mateus Caramelo, Intervalo), Rafael Toloi, Lucas Evangelista; Fabricio (Maicon, 39'/2ºT), Wellington, João Schmidt, Jadson; Osvaldo, Welliton (Ademilson, 23'/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho.


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Fluminense 2 x 0 Náutico. Xô segundona!

Wagner, pela primeira vez no ano, o melhor em campo.
(Foto: Cleber Mendes / LANCEPress)

Afinal deu a lógica.

A vitória sobre o pior time do campeonato era dada como certa até para os mais incrédulos.

Até aí tudo bem.

A boa surpresa, porém, foi a movimentação da equipe.

Livre do excesso de zagueiros e volantes, o que se viu foi um Fluminense melhor distribuído e com mais apetite para chegar ao ataque.

O jogo só não foi totalmente tranquilo para os torcedores tricolores pelas ocasiões em que a bola passava pelos pés da zaga, principalmente por parte de Leandro Euzébio que a cada dia que passa dá nítidos sinais que seu tempo como zagueiro do Fluzão já passou.

Depois de tantas improvisações na lateral esquerda, Digão provou que ainda é a melhor opção quando não houver especialista da posição disponível e espero que com o retorno de Ronan, Dorival dê a ele a vaga muito mal ocupada por Leandro Euzébio.

E aí que continuo sem entender porque os responsáveis pelo futebol tricolor concordaram em emprestar o Fernando, melhor promessa da posição.

A substituição do terceiro volante por um atacante proporcionou maior mobilidade à equipe que não apresentou as dificuldades anteriores para chegar à meta adversária.

E assim saiu o primeiro gol num contra ataque puxado por Rhayner, que tocou para Marcos Junior e daí para Wagner dominar e acertar um chute indefensável no ângulo de Ricardo Berna.

A proximidade de gente mais habilidosa propiciou a Wagner sua melhor apresentação no ano.  

Após o segundo gol, o time cadenciou o jogo e manteve a vitória com tranquilidade e as derrotas dos adversários mais próximos garantiram a saída da zona de rebaixamento.

Para o próximo desafio Muricy declarou que irá preservar diversos titulares visando o compromisso do São Paulo na Sul Americana, o que poderá facilitar as coisas para o Fluminense, caso o espírito demonstrado ontem seja mantido.

Conseguindo a vitória, o Fluminense ultrapassará pelo menos um concorrente direto, Coritiba ou Criciúma, que se enfrentam na rodada.

Por isso continua sendo primordial o apoio da torcida com sua presença em massa no estádio.

Faça a sua parte, apoie enquanto há esperança. Todos ao Maraca.


E DÁ-LHE FLUZÃO!  


DETALHES:

Fluminense 2 x 0 Náutico.

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ); Data: 14/11/2013
Árbitro: Marcos André Gomes da Rocha (ES)
Auxiliares: Katiuscia Berger (ES) e Ramires Santos Candido (ES)
Gols: Wagner, aos 16' do primeiro tempo e Samuel, aos 5' do segundo.

Fluminense: Diego Cavalieri, Igor Julião, Gum, Leandro Euzébio e Digão; Willian, Jean e Wagner (Felipe, 25'/2ºT); Rhayner (Rafinha, 30'/2ºT), Marcos Júnior (Samuel, Intervalo) e Rafael Sobis - Técnico: Dorival Júnior.

Náutico: Ricardo Berna, Diego, Alison, Leandro Amaro e Bruno Collaço; Elicarlos, Gustavo, Derley e Tiago Real (Morales, 9'/2ºT); Rogério (Saullo, 25'/2ºT) e João Paulo (Auremir, 37'/2ºT)  Técnico: Marcelo Martelotte.


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Fluminense e Unimed renovam parceria por mais dois anos.

 

Foto: Nelson Perez / Fluminense F. C.
O novo compromisso foi assinado pelos mandatários do clube e da empresa no intervalo do jogo com o Náutico e tera´a duração de um ano com renovação automática até final de 2015.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Corinthians 1 x 0 Fluminense. Quinta-feira a última chance!

Finalmente sacramentado o retorno com a assinatura do pré-contrato.
Agora sim, o Fluminense voltará a ter um meio de campo respeitável.

Inadmissível pensar que depois de uma semana de confinamento para achar o time ideal Luxemburgo volte a apostar em Anderson.

Agora chegou a hora da Torcida Tricolor ajudar a empurrar esse time pra frente nos três últimos jogos em casa, a começar na quinta-feira contra o Náutico.

Sigamos o exemplo dos vascaínos e lotemos o Maracanã, única maneira de fazer esse time jogar um pouco de futebol.

Ainda bem que a euforia pela volta do Conca transcende a qualquer decepção por mais uma derrota.

Nosso meio de campo voltará a pensar o que significa bons augúrios para 2014.

Mas temos que nos livrar da segundona e isso só será conseguido com o apoio maciço dos tricolores.

Incentivo e não vaia é o que o Fluminense precisa agora.

Não deixe de ir. Agora mais do que nunca lugar de tricolor é no Maraca.


E DÁ-LHE FLUZÃO!

E DÁ-LHE CONCA!


DETALHES:

Corinthians 1 x 0 Fluminense

Local: Arena Fonte Luminosa, Araraquara, SP; Data: 10/11/13
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Cleriston Clay Barreto Rios (Asp-Fifa-SE)
Gol: Pato, aos 45' do segundo tempo
Cartão amarelo:  Edinho
Cartão vermelho: Anderson

Corinthians: Walter; Edenilson, Gil, Paulo André e Alessandro; Ralf, Guilherme (Diego Macedo); Romarinho e Douglas (Rodriguinho); Emerson e Renato Augusto (Pato). Técnico: Tite.

Fluminense: Diego Cavalieri; Jean, Anderson, Gum e Leandro Euzébio e Felipe; Edinho,  Diguinho (Valencia) e Wagner (Igor Julião); Rafael Sobis e Marcelinho (Biro Biro). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Fluminense 2 x3 Vitória. Flamengo 1 x 0 Fluminense. Desespero em dose dupla!

Serão eles os verdadeiros culpados?

Apesar do inesperado empate com a Ponte Preta considerava os três pontos contra o Vitória como favas contadas.

Sem poder assistir ao jogo por estar na estrada, contentei-me em ouvir a transmissão através do radio.

A análise dos comentaristas sobre a atuação tricolor foi o bastante para visualizar mais um circo dos horrores proporcionado pelo que restou de uma equipe campeã.

Mais preocupantes foram as notícias veiculadas à noite pelos sites esportivos sobre a demissão de Vanderlei Luxemburgo.

Não pela qualidade do nosso treinador, há bastante tempo desaparecida, mas muito mais pelos nomes aventados pelo nosso presidente para substituí-lo.

Embora esteja claro que Vanderlei perdeu a mão e não sabe mais o que fazer, sua substituição a sete rodadas do fim do campeonato provavelmente levaria o clube ao rebaixamento.

Trocas de treinadores em fins de campeonato costumam dar certo em clubes que dispõem de um assistente técnico permanente em suas comissões técnicas, como foi o caso recente do Flamengo, que ao se livrar de uma grife que não funcionava deu ao Jaime a responsabilidade de conduzir a equipe.

O mesmo acontece no São Paulo com Milton Cruz sempre que há substituição de treinador.

No Fluminense essa figura não existe logo qualquer novo treinador não conseguirá em tempo hábil ter a noção exata das peças que dispõe.

O que Peter Siemsen poderia e deveria fazer seria “dar uma dura” na comissão técnica exigindo o afastamento dos jogadores que não estejam rendendo, além de diminuir a troca de funções a cada jogo.

Ainda bem que o presidente esfriou a cabeça e não contratou nenhum novo “professor pardal”.  

Veio então o jogo com o Flamengo.

Confesso que mantive as esperanças numa vitória depois da divulgação da notícia de que o técnico adversário pouparia metade da equipe e que Luxemburgo iria fazer mudanças na equipe.

Mudanças? Que mudanças?

Pensava ver o recuo do Edinho para a zaga, talvez com o Gum no banco, Rafinha em sua posição de origem ou até mesmo a volta do Valencia, finalmente recuperado.

Nada disso. Vi o Anderson deslocado para a lateral esquerda e pensei: se já não é bom em sua posição, imagine deslocado para a lateral.

Mais uma vez veio a indagação: cadê o Fernando? Por que o departamento de futebol teve a infeliz ideia de emprestá-lo se já sabia que Monzón não deveria ficar?

Vi Edinho e Diguinho escalados juntos para “proteger” a defesa. E que proteção deram!

E para completar: o retorno de Samuel, aquele mesmo que deveria ter sido vendido, aproveitando o desconhecimento do Español e que depois dos dois gols claros perdidos contra o Cruzeiro deveria voltar para a base para treinar arremates, principalmente com o goleiro já batido.

Com tudo isso o resultado não poderia ser outro: nova derrota.

Jogamos melhor? Um pouco, mas à exceção de Sobis ninguém sabe chutar. Então como fazer gols?

Ah, ainda tivemos o Marcelinho, que nada fez.

Sei que é arriscado julgar o futebol de um atleta por pouco mais de vinte e cinco minutos que esteve em campo, mas pelo que vi parece mais uma peça pregada pelo Abel.

Tomara que eu esteja enganado.

Agora o tema da moda dentre os tricolores é saber de quem é a culpa, afinal qual o maior culpado: Peter, Caetano, Luxemburgo, Abel, Celso Barros, ou o folclórico departamento médico?

Assunto que vai dar o que falar.

Afinal a conclusão poderá ser outra, de que a maior culpa afinal não seja de nenhum dos citados e sim do sexteto exposto no quadro acima, que com seu futebol exuberante camuflou as ruindades que compõem o decantado, mas falso, “melhor elenco do Brasil em 2012”.

Para não cometer maiores injustiças Rafael Sobis e Carlinhos, nos dias em que não dorme em campo, podem ser retirados dessa plêiade.

E você tricolor, o que acha?

Bem, o que nos resta fazer é apoiar o time, principalmente nos três jogos restantes no Maracanã, onde os nove pontos serão mandatários para a permanência na primeira divisão.

Agora sim, é vencer ou vencer!


E DÁ-LHE FLUZÃO, JUNTOS VAMOS SAIR DESSA!

E FELIZ RETORNO CONCA!


DETALHES:

Fluminense 2 x 3 Vitória

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ); Data: 27/10/2013
Árbitro: Fabrício Neves Correa (RS)
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (RS) e Flávio Gomes Barroca (RS)
Gols: Marquinhos,aos 23' e Biro Biro, aos 27' do primeiro tempo e Rafael Sobis, aos12',  Juan, aos 17' e Willian Henrique, aos 19' do segundo.
Cartões amarelos: Gum, Rafinha e Leandro Euzébio

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum (Felipe, Intervalo), Leadro Euzébio e Igor Julião (Ronan, 20'/2ºT); Edinho, Diguinho (Marcos Junior, 24'/2ºT), Jean e Rafinha; Biro Biro e Rafael Sobis. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Vitória: Wilson, Ayrton, Victor Ramos, Kadu e Juan; Michel (Luiz Gustavo, 18'/1ºT), Cáceres, Escudero e Renato Cajá (Willian Henrique, 9'/2ºT); Marquinhos e Dinei (Euller, 32'/2ºT). Técnico: Ney Franco.


Flamengo 1 x 0 Fluminense

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ); Data: 3/11/2013 
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden - RS (FIFA)
Auxiliares: Altemir Hausmann - RS (FIFA) e Rafael da Silva Alves - RS (CBF-1)
Gol: Gum (contra), aos 45' do segundo tempo
Cartões amarelos: Edinho 

Flamengo: Paulo Victor, Digão, Wallace, González, Frauches; Amaral, Val, Luiz Antonio, Carlos Eduardo (Adryan, 27'/2ºT) e Gabriel (Bruninho, 4'/2ºT); Rafinha e Hernane. Técnico: Jayme de Almeida

Fluminense: Diego Cavalieri; Gum, Leandro Euzébio e Anderson; Bruno (Rafinha,  9'/2ºT), Edinho, Diguinho (Igor Julião, 25'/2ºT), Jean e Biro Biro; Rafael Sobis e Samuel (Marcelinho, 19/2ºT) - Técnico: Vanderlei Luxemburgo

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Fluminense 1 x 1 Ponte Preta. Hora de planejar 2014 com seriedade e competência!

A principal missão do novo  presidente será  livrar o clube de Rodrigo Caetano

A presença de sete atletas recém-saídos das divisões de base num confronto fundamental para o futuro do Fluminense não deixa dúvidas que já passou da hora de planejar o próximo ano.

O empate contra a Ponte praticamente extinguiu as possibilidades de vaga na Libertadores, embora matematicamente a chance ainda exista.

Seria mais palpável se dispuséssemos daquele time de 2009, que ganhou 20 dos 24 pontos possíveis nos últimos oito jogos.

Recuso-me a fazer coro com aqueles que acham que o time irá cair e baseio a assertiva não na qualidade do futebol apresentado pela equipe e sim na fraqueza dos adversários que se encontram na zona de rebaixamento.

Mesmo assim, Luxemburgo precisa ficar atento. É preciso “chacoalhar” o time, como fez o Cuca em 2009, afastando os medalhões e até mesmo alguns jovens que se encontrem em má fase, casos típicos de Gum, Diguinho, Bruno e Eduardo.

Eduardo ainda está verde e se não for preservado provavelmente não vingará. Aliás, sempre foi reserva nos juniores e só passou a ter oportunidades no time de cima quando inexplicavelmente a comissão técnica anterior liberou para empréstimos Lucas Patinho, Higor e Fernando, esse ótima promessa para a lateral esquerda com habilidade suficiente para jogar no meio de campo.

Gum é o guerreiro, talvez o que mais se doe em campo, mas carece de técnica e por isso só consegue desempenhar seu papel quando está na plenitude de sua forma física. Um bom descanso agora talvez o traga de volta em condições para brilhar nas rodadas finais.

Wagner é outro que merece férias forçadas e só não está nessa lista pelo simples fato de não haver no plantel nenhum armador, além do desgastado Felipe.

Embora não seja fã incondicional de Luxemburgo, acho covardia imputar a ele culpa pela situação em que se encontra o clube, porque antes de sua chegada a equipe já havia se apresentado de forma tosca no campeonato estadual e na Libertadores, mesmo com as presenças de Wellington Nem e Thiago Neves.

Não se deve esquecer o atual treinador recebeu um elenco mal estruturado, desequilibrado em todos os setores, além de carecer das peças primordiais na conquista do título passado.

Então afinal de quem seria a culpa?

De Samuel que de dentro da pequena área chuta pra fora as chances que tem mesmo com o goleiro adversário fora do lance?

Ou aos responsáveis pelo departamento de futebol que acreditaram na comissão técnica anterior que o escolheu para ser o substituto do Fred?

Que acreditaram também que tínhamos zagueiros para os próximos cinco anos, que não precisávamos de Elias e Cícero porque tínhamos Edinho e Diguinho?

Que Wellington Nem e Thiago Neves teriam substitutos dentro do elenco atual?

E que apostaram na renovação do contrato de Deco, apesar de sua péssima sequência de jogos devido às inúmeras e reincidentes contusões e que ainda estaria recebendo rios de dinheiro sem nada produzir, se não tivesse pedido a rescisão de seu contrato?

É claro que quando as coisas não andam bem, o maior culpado é mandatário.

Peter é, sem dúvida, o maior responsável.

Responsável porque pecou por omissão quando passou a se dedicar apenas aos problemas fiscais, deixando a gestão do futebol nas mãos de pessoas incompetentes.

O processo de delegação é eficaz desde que as funções sejam atribuídas aos que conheçam profundamente as áreas que irão atuar.

E Rodrigo Caetano decididamente não é o homem talhado para planejar elenco de futebol.

Sua passagem pelo Vasco da Gama, quando colaborou de forma decisiva para o desmonte da equipe, deveria servir de alerta para que nosso presidente não deixasse as rédeas do departamento de futebol tão frouxas.

O último ato dos desmandos da atual administração foi a tentativa de repatriar o Maicon Bolt, fazendo contato com ele a apenas dois dias do encerramento da janela de transferência, segundo declarações do próprio jogador.

O fato do contrato de Maicon se encerrar em meados desse ano deveria ser suficiente para que a movimentação fosse realizada em tempo hábil para repatriá-lo a custo zero.

Temo que o mesmo aconteça com relação ao Conca.

O momento atual é de apreensão e quanto mais se aproxima a eleição mais cuidado deve ter o torcedor tricolor porque será dele a decisão final sobre o “rumo a ser tomado”

De um lado Peter Siemsen, que parece ter-se conscientizado que deixou o departamento de futebol solto demais, mas que com seu ego inflado quase pos a perder a parceria com a Unimed, parceria essa motivo de inveja por parte dos adversários e em especial da “Flapress”.

De outro Deley, ídolo dentro de campo, mas que ao virar político pode ter absorvido os hábitos deletérios da classe, além de ter o apoio irrestrito de Horcades e sua trupe, o que pode ser um sinal da volta dos desmandos que colocaram o clube na situação de penúria atual.

Esse risco é muito grande e por isso mesmo acho que Peter Siemsen ainda seja a melhor opção, apesar de todas as suas mazelas.

De qualquer modo, qualquer que seja o vencedor, gostaria de ver o nome de Rodrigo Caetano afastado da função de planejar o elenco para 2014.

Cabe a você tricolor decidir os destinos do nosso amado Fluminense e rogo a Deus que o inspire a escolher o melhor.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Fluminense 1 x 1 Ponte Preta

Local: Estádio Mario Filho, Rio de Janeiro (RJ); Data: 19/10/2013
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: Janette Mara Arcanjo (MG) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Gols: Rafael Ratão, aos 36' e Diego Sacoman (contra), aos 39' da etapa final

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno (Marcos Júnior, 20'/2ºT), Gum (Fábio Braga, 26'/2ºT), Leandro Euzébio e Rafinha; Edinho, Jean, Diguinho e Eduardo (Igor Julião, intervalo); Biro Biro e Samuel. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Ponte Preta: Roberto, Regis, Ferron, Diego Sacoman, Uendel, Baraka, Fellipe Bastos, Alef, Elias (Adrianinho, 19'/2ºT), Rildo (William, 31'/2ºT) e Leonardo (Rafael Ratão, 13'/2ºT). Técnico: Jorginho.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cruzeiro 1 x 0 Fluminense. Merecíamos melhor sorte!


Confesso que temi pelo pior quando olhei as duas equipes entrando em campo.

Afinal de um lado o “todo poderoso” e decantado Cruzeiro, campeão brasileiro de 2013__ embora alguns idiotas da objetividade teimem em afirmar que o campeonato ainda não esteja decidido__ e do outro um Fluminense em frangalhos, herança da administração pífia do Rodrigo Caetano.

Olhava a equipe do Flu e enquanto mirava aquela plêiade de pernas de pau lembrava-me dos artífices do tetra: Wellington Nem, Thiago Neves, Fred, Cavalieri, Deco... e mais distantes outros craques perdidos sem terem tido a chance de brilhar pelo Fluzão: Maicon Bolt, Alan, Marcelo, Rafael.

Receava por um placar elástico como o impingido à Portuguesa, mas essa impressão se desfez logo que o jogo começou.

Uma tentativa de pressão inicial e nada mais. O gol até que saiu cedo e, só para não perder o costume, mercê de mais uma bobeada do Euzébio, uma furada homérica do Gum e mais um erro de marcação do Bruno, tudo no mesmo lance.

Mesmo assim, o time mostrou brio e ainda que com dois jogadores a menos __ porque Wagner e Samuel não contam __ conseguiu equilibrar o jogo até o final e teve mais chances de marcar do que o adversário.

A rigor, a vitória poderia ter vindo se as duas chances claras perdidas pelo Samuel __ de dentro da pequena área e com Fabio batido __ tivessem caído nos pés de qualquer outro atleta.

No final as costumeiras reclamações contra a arbitragem que só servem para desfalcar mais a equipe.

Aliás, os jogadores deveriam ter sido avisados para tomar cuidado e não dar chances ao árbitro, aquele mesmo que nos assaltou no empate do ano passado ao validar um gol de mão.

Com as suspensões de Sobis e Felipe o que era difícil ficou pior, pois não teremos artilheiro nem armador para a partida contra a Ponte Preta.

Não sei se o Marcelinho das Arábias, que já chegou contundido, está em condições de jogo. 

Se estiver, espero que seja escalado, a meu ver o único modo de não termos o desprazer de assistir o Samuel perdendo gols que qualquer um seria capaz de converter.

E a cada pixotada dessas pergunto: onde estavam com a cabeça os doutos responsáveis pelo futebol tricolor que não o negociaram com o Español?

Apesar dos desfalques, a recuperação poderá ser conseguida nas duas próximas rodadas no Maracanã.

Um pouco de capricho e tranquilidade e o apoio incondicional da torcida mágica é a receita.

Até lá e


DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Cruzeiro 1 x 0 Fluminense

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG); Data: 16/10/2013
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa/GO) e Nadine Schramm Câmara Bastos (SC)
Gol: Borges, aos 17' do primeiro tempo
Cartões amarelos: Rafael Sobis e Rafinha
Cartões vermelhos: Rafael Sobis e Felipe.

Cruzeiro: Fábio, Mayke, Bruno Rodrigo, Léo e Egídio (Ceará, 7'/2ºT); Nilton, Lucas Silva, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Elber, 37'/2ºT) e Borges (Dagoberto, 19'/2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira

Fluminense: Kléver; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Ailton (Igor Julião, intervalo); Edinho, Jean, Rafinha (Rhayner, intervalo) e Wagner (Felipe, 21'/1ºT); Rafael Sobis e Samuel. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

domingo, 13 de outubro de 2013

Fluminense 1 x 1 Grêmio. Quase "jogando a toalha"!

Sobis, a única andorinha do ataque do Flu
que faz verão.  (foto: Ricardo Ayres / Photocamera)

Mais uma vez o mesmo cenário: maior volume de jogo comprovado pelos chutes na direção do gol, 14x4.

Estatística de que nada adianta quando a vitória não vem.

E não vem pelo simples fato do elenco dispor unicamente de Sobis com habilidade suficiente para marcar.

E o que não consigo entender é porque justamente o Sobis é o atacante que joga mais longe da área adversária, sendo inclusive o responsável pelas cobranças de escanteio quando deveria estar dentro da área para aproveitar o seu dom.

Com Fred em campo, o sistema pode até funcionar, mas esperar que Wagner se converta em artilheiro é o mesmo que tentar tirar leite de pedras.

Wagner não sabe chutar, tem-se mostrado atabalhoado nas horas decisivas e “gols feitos” têm sido sistematicamente perdidos.

Já havia sido assim contra Coritiba e Vasco e ontem tornou a acontecer por mais de uma vez.

Vanderlei precisa corrigir essa distorção se quiser chegar a algum lugar nesse campeonato.

Novamente boa atuação do goleiro Kléver, a saída de gol continua sendo o fundamento não assimilado nas categorias de base.

Falhou contra o Vasco e novamente ontem.

São erros recorrentes que vem desde a decisão do Brasileiro de Juniores perdido para o América Mineiro, que em apenas cinco minutos virou um jogo praticamente perdido justamente por falhas idênticas.

Precisa treinar as saídas do gol se quiser se firmar como goleiro.

Será uma pena se não chegarmos à Libertadores, porque à exceção do Cruzeiro, Atlético Paranaense e talvez o retranqueiro Grêmio o resto é do mesmo nível.

Mas como a esperança é a última que morre, quem sabe acontece um milagre?

O próximo adversário é o Cruzeiro. Torço para que Luxemburgo estude bastante o esquema empregado pelo Muricy para que tenhamos alguma chance de obter pelo menos um pontinho.

A suspensão do Diguinho sem dúvida proporcionará melhor bom senso ao meio de campo.
  

E DÁ-LHE FLUZÃO!    


DETALHES:

Fluminense 1 x 1 Grêmio

Local: Maracanã, em Rio de Janeiro (RJ); Data: 12/10/2013
Árbitro: Alício Penna Junior (MG)
Assistentes: Bruno Boschillia (PR) e Herman Brunel Vani (SP)
Gols: Bressan,aos 37'do primeiro tempo e Rafael Sobis, aos 45' do segundo
Cartões amarelos: Biro Biro, Edinho e Diguinho (O terceiro, Graças a Deus)
Cartão vermelho: Biro Biro

Fluminense: Klever; Gum, Edinho e Anderson (Felipe, intervalo); Bruno (Aílton, 19/2ºT), Diguinho, Jean, Wagner (Marcos Junior, 19/2ºT) e Rafinha; Biro Biro e Rafael Sobis. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Grêmio: Marcelo Grohe; Saimon, Rhodolfo e Bressan; Pará, Souza, Adriano (Matheus Biteco, 28/2ºT), Ramiro (Elano, 40/2ºT) e Alex Telles (Wendell, 38/2ºT); Kleber e Barcos. Técnico: Renato Gaúcho.

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JOGOS NAS LARANJEIRAS

Amigo Tricolor,

Não esqueça de votar no Projeto do Eric Menezes, detalhado na postagem passado e também incentivar seus amigos tricolores a fazer o mesmo.

Veja no link abaixo a descrição do projeto e ajude a Torcida Tricolor a mostrar sua força, clicando em “curtir” e assinando a petição.

E não se esqueça de incentivar seus amigos tricolores a fazer o mesmo.