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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Fluminense 3 x 0 Ponte Preta. A habilidade está de volta!



(foto: Reginaldo Pimenta / Raw Image / Lancepress!)
 
A vitória sobre o bom time campineiro é mais uma prova inconteste que para furar defesas compactas é necessária a presença de atacantes com personalidade e talhados para o drible.

Desde que perdeu seus dribladores, o Fluminense jamais reeditou os desempenhos dignos do clube tantas vezes campeão.

Participações vergonhosas tanto em campeonatos estaduais como nos nacionais e até mesmo em torneios internacionais, como os realizados na Florida só serviram para frustrar os torcedores.

A única exceção foi o título da Primeira Liga, cujo ponto alto foi a participação de Diego Souza, revelação de Xerém, hoje brilhando em outras plagas por razões até hoje não muito bem explicadas, embora alguns mais íntimos dos meandros tricolores devem ter chegado ao âmago do ocorrido.

Contra uma Ponte Preta compacta na defesa, as chances tricolores no primeiro tempo praticamente inexistiram e o gol só poderia mesmo ter saído de uma cobrança de falta.

O gol não mudou a postura do adversário, que mantendo o estilo teve diversas oportunidades para conseguir o empate.

Nem mesmo com o apoio incondicional da torcida o time não conseguia ameaçar a meta de João Carlos.

Após o intervalo, Levir rendeu-se ao óbvio e colocou Wellington em campo e da mesma forma que havia acontecido contra o Ypiranga, a presença de um driblador nato transformou o jogo.

O Fluminense passou a dominar e já aos nove minutos Cícero marcava o segundo de cabeça aproveitando um preciso cruzamento de Scarpa.

A desvantagem no placar aturdiu o adversário que passou a ter dificuldade em ameaçar a meta de Cavalieri.

O domínio tricolor continuou até o golaço de Wellington selar definitivamente a vitória e a partir daí foi só tocar a bola e esperar o tempo passar.

A conclusão inicial que se pode tirar das novas contratações é que tudo indica que Wellington será uma das melhores. Sua titularidade já se impõe com apenas duas metades de jogo.

Quanto a Henrique Dourado é preciso esperar mais. Nota-0se claramente a falta de ritmo e a continuar assim seria melhor esperar que se condicionasse melhor antes de insistir em sua permanência em campo.

Danilinho não mostrou nada. Também fora de forma, precisa de melhor condicionamento físico, embora pelo que me lembrem suas atuações na Ponte Preta e no Atlético Mineiro dificilmente conseguirá uma vaga no time principal.

Samuel deslocado pelas extremas está sendo sacrificado. Merecia ser testado em sua real posição, pelo menos até que Dourado ou outro dos atacantes recentemente contratados estejam nas condições ideais.

Um fato, porém, parece estar claro para todos: Wellington no momento não pode ser reserva de ninguém.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 17ª RODADA

Fluminense 2 x 0 Ponte Preta

Local: Estádio Giulite Coutinho, Mesquita, RJ; Data: 31/07/2016
Árbitro: Igor Benevenuto (MG-Aspirante Fifa)
Auxiliares: Pablo Almeida da Costa (MG) e Marconi Helbert Vieira (MG)
Gols: Cícero, aos 19' do primeiro tempo; Cícero, aos 9' e Wellington, aos 25' do segundo
Cartões amarelos: Cícero e Edson

Fluminense: Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Henrique e William Matheus; Douglas (Edson, intervalo), Cícero e Scarpa; Marcos Junior, Samuel (Wellington, intervalo) e Henrique Dourado (Danilinho, 17'/2ºT). Técnico: Levir Culpi

Ponte Preta: João Carlos, Nino Paraíba, Fábio Ferreira, Douglas Grolli e Breno Lopes; João Vitor, Wendel (Thiago Galhardo, intervalo), Maycon, Clayson e Rhayner (Giva, 21'/2ºT); Roger (Potkker, 11'/2ºT). Técnico: Eduardo Baptista

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Fluminense 2 x 0 Ponte Preta. Dois atacantes, a solução óbvia!

(fotos: Paulo Sergio / LANCE!Press)

Enderson fez os torcedores sofrerem por mais quarenta e cinco minutos com a insistência insana de manter a equipe cheia de armadores lentos e isolar o Fred.

O resultado não poderia ser outro: mais posse de bola e um domínio inócuo que permitiu à Ponte Preta as jogadas mais agudas.

Percebeu o erro no intervalo e entrou com Marcos Jr.

Poderia ter sido outro atacante: Kenedy, Magno Alves e também outro a ser sacado, não necessariamente o Gerson, porque o problema maior não reside na escolha de quem irá jogar e sim no modo de jogar.

A correria aprontada por Marcos Jr. colocou fogo no jogo, o time imprensou a Ponte e Fred tendo a quem servir pode brilhar com seus passes na medida para os arremates fatais.

Ao final da partida, o treinador enfatizou que a mudança de postura foi devida à conversa no intervalo.

Cascata pura, simples cortina de fumaça na tentativa de aplacar a verdade que se escancara aos olhos de todo aquele que entende um pouco do esporte que nos domina.

É chegada a hora de sepultar de vez essa ideia macabra de abdicar do ataque, aliás, já passou da hora.

“Escalações cautelosas” são para times medíocres e treineiros medrosos, muitos dos quais nesses últimos anos passaram a frequentar as Laranjeiras, impondo-nos derrotas terríveis e perda de títulos praticamente ganhos.

Torço para que Enderson reflita muito a respeito e mantenha sempre alguém com velocidade e um pouco de tirocínio, nem é preciso muito, ao lado de Fred, única maneira de conseguirmos um lugar ao sol nesse intrincado campeonato brasileiro.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
  
DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 8ª RODADA

Fluminense 2 x 0 Ponte Preta

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã, Rio de Janeiro, RJ;Data: 24/06/2015
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: Nadine Schramm Camara (Fifa-SC) e Lucio Beiersdorf Flor (RS)
Gols: Wellington Silva, aos 9' e Vinícius, aos 49' da etapa final
Cartões amarelos: Gerson e Marcos Jr.

Fluminense: Cavalieri; Wellington Silva, Henrique, Marlon (Victor Oliveira, 29'/2ºT) e Giovanni; Edson, Jean, Wagner (Gustavo Scarpa, 37'/2ºT), Vinícius e Gerson (Marcos Junior,  intervalo); Fred. Técnico: Enderson Moreira.

Ponte Preta: Marcelo Lomba; Rodinei, Tiago Alves, Renato Chaves e Gilson; Fernando Bob, Josimar (Juninho, 25'/2ºT) e Renato Cajá (Leandrinho, 31'/2ºT); Felipe Azevedo, Diego Oliveira e Borges (Roni, 13'/2ºT). Técnico: Guto Ferreira.
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Pênalti para o Flu?  

     

Só quando algum jogador tiver sua cabeça arrancada!

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Que falta faz a classe de outrora!