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domingo, 11 de setembro de 2016

Botafogo 1 x 0 Fluminense. Jorge Macedo, o eterno poeta!




Mais um jogo em que jogamos igual e perdemos.E por que perdemos?

A resposta de sempre: a falta de atacantes habilidosos e a recorrente falha de marcação sempre presente em todos os jogos.

Dá pena de ver o Wellington solitário correndo, driblando e sem ter alguém que o possa ajudar.

Acompanho o Fluminense de perto há mais de cinquenta anos e até hoje não consigo aceitar como de uns anos para cá a mediocridade tomou conta das cadeiras de vice-presidente, diretor de futebol, gerente de futebol ou qualquer outra designação da moda.

Entra ano, sai ano e qualquer que seja o presidente são escolhidas como responsáveis pela formação dos elencos pessoas que não demonstram sensibilidade e inteligência para ocupar cargo de fundamental importância.

Na época das vacas gordas da Unimed, a mediocridade também imperou e muitas contratações esdrúxulas como a de Marcelinho das Arábias, Ygor e outras malas foram aplacadas pela presença de vários craques dos chamados fora de série.

Voltando ao comando do futebol, Macedo é a bola da vez, bola murcha por sinal.

E o pior é sua pseudo segurança quando tenta passar para a Torcida Tricolor que o mercado está sendo mapeado desde que chegou e que há uma equipe que faz esse controle de partidas da Libertadores e Séries A e B.

Se ele já é ruim para cuidar do riscado, o que dizer de seus escolhidos?

Os resultados estão aí para comprovar: Maranhão, Dudu, Claudio Aquino, Danilinho, Henrique Dourado e uma série interminável de atletas medianos sem condição alguma de jogar no Fluminense.

E ainda temos o Alexis, contratado como revelação paraguaia e que até agora nem no banco teve oportunidade.

É verdade que contratou dois equatorianos Orejuela e Sornoza, ainda meras apostas.

Confesso que não conheço o futebol do Orejuela, mas do Sornoza, os jogos que assisti não mostraram nada demais. Pelo que apresentou pareceu tratar-se de um novo Martinuccio.

Enfim, quem sabe conseguem queimar minha língua? Torço para isso com todas as minhas forças.

E para completar a série de asneiras proferidas, Macedo promete esforço pela manutenção de Gustavo Scarpa ao tempo em que afirma que o Fluminense é um clube vendedor.

Chega ao cúmulo de afirmar que terá que vender alguém no fim do ano, abstraindo-se do fato de que até lá o clube terá novas eleições e que provavelmente, se o novo presidente tiver um mínimo de sensibilidade, deverá tratar logo de substitui-lo.

E enquanto perdurar o desfile de incompetência pelos desígnios do futebol tricolor o script dos jogos do Fluzão continuará machucando nossos sofridos corações.


DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 23ª RODADA

Botafogo 1 x 0 Fluminense

Local: Estádio Luso-brasileiro, Rio de Janeiro, RJ; Data: 07/09/2016
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e Rafael Trombeta (PR)
Gol: Neilton, aos 4' da etapa final.
Cartões amarelos: Edson e Pierre

Botafogo: Sidão, Diego (Marcelo, 35'/2ºT), Joel Carli, Emerson Silva e Diogo Barbosa; Airton (Victor Luís, 20'/2ºT), Bruno Silva, Dudu Cearense e Camilo; Neilton e Sassá (Vinícius, 39'/2ºT.  Técnico: Jair Ventura.

Fluminense: Cavalieri (Júlio César, 24'/1ºT), Wellington Silva, Gum, Henrique e William Matheus; Pierre (Magno Alves, 31'/2°T), Cícero, Edson (Douglas, intervalo) e Scarpa; Wellington; Samuel. Técnico: Levir Culpi.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Botafogo 1 X 0 Fluminense. O penta cada vez mais difícil.

(Foto: Terra.com.br / Antonio Carneiro Costa / Gazeta Press)

Seis jogos, três derrotas. A continuar assim até a vaga na Libertadores ficará ameaçada.

E o pior é que as derrotas foram causadas por erros semelhantes: volantes que deixam espaços para chutes de longa distância e falhas dos goleiros.

Se a desculpa para os dois primeiros insucessos repousaram nos desfalques, no jogo de ontem o time poderia ter entrado em campo com a força máxima disponível.

Não o fez por obra e graça do Abel, que de algum tempo procura adotar uma postura “inovadora” em detrimento do bom futebol.

A terceira derrota cristalizou a impossibilidade de uma equipe tornar-se vencedora sem dispor de um meio de campo criativo.

De nada adianta ter a maior posse de bola e chutar mais em gol se a maioria das jogadas são criadas através de chutões dos defensores. Se continuar assim, nem o Fred será capaz de resolver.

A insistência em povoar o setor com jogadores limitados sem habilidade para conduzir a bola e a teimosia em delegar a atacantes as funções criativas da equipe perpetuará a sequencia de maus resultados sempre que o adversário dispor de um meio campista de categoria.

Coritiba e Botafogo são os exemplos recentes e ressalte-se que no meio da semana o alvinegro foi envolvido a maior parte do tempo pelo Figueirense, que além de ter um gol legítimo anulado, ainda chutou duas bolas na trave.

Pior é que o elenco tricolor dispõe de jogadores criativos e que inexplicavelmente não são utilizados pelo treinador.

Deco recuperou-se da contusão, treinou bem a semana toda e ficou no banco mais tempo do que o necessário; Felipe nem no banco ficou e Lucas Patinho, segundo divulgado não está nos planos do treinador e deve ser negociado.

Ontem, ao ver Rhayner lesionado pensei que era a hora do Deco. Ledo engano, pois em mais uma desastrada invenção Abel preferiu o Biro Biro, expondo um jovem promissor sem a experiência necessária para ser a salvação em um clássico. O resultado foi que a partir daí o Fluminense praticamente ficou com dez em campo.

Deco teve sua chance a oito minutos do final, tempo insuficiente para esquentar e prejudicado ainda pela saída de Sobis, o único que chuta, além de Fred.

O amigo Paulo Cesar Filho, em seu blog "Jornalheiros", preferiu focar na arbitragem a causa da derrota e reclamou da passividade da diretoria com relação à escalação de árbitros cariocas nos clássicos regionais.

Realmente não é de hoje que esses árbitros calhordas tentam prejudicar o Fluminense e não ao apenas os cariocas. Existem também os paulistas, em especial o Paulo Cesar de Oliveira, que é mestre em marcar pênaltis inexistentes contra nós.

Sobre a diretoria, creio que o problema vai além da passividade tantos são os equívocos, a começar pela falta de criatividade para receber as quantias provenientes das vendas de jogadores, facilmente embargadas por atentos auditores fiscais, talvez da mesma estirpe daquele que facilita a vida de coirmãos, como recentemente denunciado por torcedor tricolor.

Mas, roubos à parte, prefiro considerar que o Fluminense poderia estar tranquilamente na liderança do campeonato houvesse um pouco mais de cuidado por parte dos responsáveis pelos desígnios do clube.

Na próxima rodada, Internacional em casa, a vitória é obrigatória e poderá vir sem muita dificuldade, desde que Abel recoloque a sua cabeça no lugar.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
    

DETALHES:

Botafogo 1 x 0 Fluminense

Local: Itaipava Arena Pernambuco, Recife (PE); Data: 07/07/2013
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Rodrigo Henrique Correa (RJ) e Wagner de Almeida Santos (RJ)
Gol: Seedorf, aos 39' do segundo tempo.
Cartões amarelos: Rayner e Edinho

Botafogo: Jefferson, Lucas, Bolívar, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Gabriel, Lodeiro (Lucas Zen, 40'/2ºT), Seedorf (André Bahia, 46'/2ºT) e Vitinho (Elias, 30'/2ºT); Rafael Marques. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Digão e Carlinhos, Edinho, Jean e Wagner (Deco, 37'/2ºT); Rayner (Biro Biro, 25'/2ºT), Rafael Sóbis (Samuel, 37'/2ºT) e Fred. Técnico: Abel Braga.


domingo, 5 de maio de 2013

Botafogo 1 x 0 Fluminense. Não deu!

Wellington Nem no meio da zaga do Botafogo, tentativa frustrada.
 (foto: Terra.com.br / Daniel Ramalho)


O primeiro tempo até que foi bom, com o Tricolor melhor em campo e com maior posse de bola.

Faltava, entretanto, alguém para empurrar a bola pra dentro.

Sem Fred, Sobis e com Wellington Nem jogando entre os zagueiros botafoguenses seria de esperar que a chance de gol praticamente inexistisse.

Cansaço, contusões, elenco desequilibrado, tudo contribuiu para a derrota.

Enfim não deu e não deu porque o Botafogo foi melhor durante todo o campeonato.

A perda de um título tão fácil como o de campeão carioca deveria servir de alerta para dirigentes e patrocinador, de modo a não dormirem em cima dos louros de conquistas passadas.

A superioridade incontestável no título do tetra hoje não mais existe. E não existe porque os adversários se reforçaram, enquanto o Fluminense resolveu apostar no que tinha, fechando os olhos para as seguidas contusões e o declínio de alguns de seus principais craques.

O jogo de hoje deve servir para reflexão.

O meio de campo não tem pegada e perde a maioria dos rebotes. A tranquilidade com que Lucas dominou a bola na intermediária deserta de tricolores no lance que originou o gol do Botafogo é sintomática.

Pode ser que nos jogos mata-mata da Libertadores a garra suplante essas deficiências, mas temo pelo que pode acontecer no campeonato brasileiro se o Fluminense não contratar um meio campista de categoria e que venha realmente para jogar.

Então vai aí uma sugestão: que tal rescindir os contratos de Deco e Felipe e partir célere para a contratação do Conca?

De qualquer modo, mantenho a convicção integral na classificação contra o Emelec.

A torcida precisa fazer a sua parte e lotar São Januário, já que os políticos despreparados de nosso estado não pretendem liberar o Maracanã.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:

Botafogo 1 x 0 Fluminense

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ); Data: 5/4/2013
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa (RJ) e Ediney Mascarenhas (RJ)
Gol: Rafael Marques, aos 40' do primeiro tempo
Cartões amarelos: Thiago Neves, Wellington Nem, Edinho e Leandro Euzébio

Botafogo: Jefferson, Lucas, Bolívar, Dória e Julio Cesar (Lima, 5'/2ºT); Marcelo Mattos, Gabriel, Lodeiro, Seedorf (Lucas Zen, 44'/2°T) e Fellype Gabriel; Rafael Marques (Vitinho, 30'/2ºT) - Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Leandro Euzébio, Digão e Carlinhos; Edinho (Felipe, 23'/2°T), Jean, Wagner e Thiago Neves; Rhayner (Samuel, 37'/2°T) e Wellington Nem (Michael, 25'/2ºT) - Técnico: Abel Braga.