Desculpem amigos, mas dessa vez desisto de emitir qualquer comentário sobre esse time B
ou C do Fluminense.
Não
consigo compreender como dirigentes e patrocinador conseguem manter-se
impassíveis quanto a esse verdadeiro exército de chinelinhos que já vinha
assolando o clube há algum tempo e que nesse início de ano extrapolou.
Desnecessário
enumerá-los, pois a torcida já os conhece bem.
Alguns
mesmo sem jogar aparecem contundidos e agora até problemas de doping começam a
pipocar.
A
solução deveria passar por uma espécie de contrato de risco, de modo que os
contumazes frequentadores do departamento médico passassem a receber menos,
quem sabe com a redução dos direitos de imagem, já que eles contribuem pouco
para ela.
Fica
aí uma sugestão para o Celso Barros quando da confecção de novos contratos.
Se
a culpa desse excesso de contusões não for dos atletas que se faça uma faxina
no departamento médico, o que não dá para aguentar é ver um time que, à exceção
de Sobis e Carlinhos, é formado por jogadores que não reúnem a mínima condição
de vestir a camisa tricolor, apesar de no meio deles ainda figurarem alguns
titulares.
Não
é possível assistir sem revoltas as falhas de Berna em chutes de fora da área,
os passes errados e agora até escorregões bisonhos do Diguinho, os vacilos do
Gum, a falta de meia armador e a insistência com jogadores da base sem a mínima
experiência.
Espero
que após a Copa das Confederações, a comissão técnica possa colocar em campo a
equipe titular sem proteções descabidas e nunca mais ter que ver meu time de
coração defendido por um banco de mediocridades.
Desse
jeito, só mesmo milagre de João de Deus para ainda conseguirmos ficar no quarto
lugar.
É
porque ainda tem muita baba nesse campeonato.
E
apesar de tudo, com a volta da turma da Seleção:
DÁ-LHE FLUZÃO!