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segunda-feira, 12 de março de 2012

Flamengo 2 x 0 Fluminense. Prejuízo menor!

É Souza, que dureza! (foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)


Depois de uma vitória épica contra o Boca Juniors, o mínimo que a Torcida Tricolor poderia esperar seria outra apresentação de gala no Fla-Flu.

Não deu. A decisão do Abel de poupar oito atletas que participaram daquela noite mágica transformou o Fluminense num time previsível e sem nenhuma objetividade.

Nem o fato do goleiro Paulo Victor ter sido o destaque rubro-negro não conta muito porque, na verdade, a maioria dos arremates careceu de força e precisão.

Inegável que o foco maior está no confronto com o Zamora, mas o que questiono é a real necessidade de poupar tanta gente. Ao menos Valencia e Digão deveriam ter jogado, como forma de aumentar o entrosamento da formação de defesa que apresentou o melhor desempenho do ano.

Outro ponto que não consigo entender é a insistência na escalação de equipes com três volantes, ainda mais quando conta com um armador completamente fora de forma como o Wagner.

Gostaria que Abel se conscientizasse que três jogadores do elenco necessitam de um período de reciclagem com o objetivo de voltar à forma antiga. Escalar Wagner, Sobis e Edinho, no momento atual, só servirá para prejudicá-los cada vez mais, além de tornar as coisas mais difíceis para o nosso clube.

Tudo bem, no fundo o que interessa é a Libertadores e quanto ao estadual, na pior das hipóteses, já estamos garantidos nas finais.

Com certeza na próxima quarta-feira os que forem ao Engenhão irão se deliciar com mais um show do Tricolor.

E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Flamengo 2x0 Fluminense

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães

Auxiliares: Dilbert Pedrosa Moisés e Luiz Antonio Muniz de Oliveira

Gols: Ronaldinho, de penalti, aos 21’ e Kleberson, aos 24’ do primeiro tempo.

Cartões Amarelos: Carleto, Diguinho e Anderson

Fluminense: Diego Cavalieri; Jean (Lanzini, 20/'2ºT), Leandro Euzébio, Anderson e Carleto; Edinho (Wallace no intervalo), Diguinho, Souza e Wagner; Rafael Sóbis (Samuel no intervalo) e Rafael Moura. Técnico: Abel Braga


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Junior, por que não te calas?
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Esse blog não poderia deixar de registrar o comportamento inadequado de um ex-tricolor “vira-casaca” que, para evitar curvar-se à exibição de gala do Fluzão, resolveu denegrir a qualidade do Boca Juniors, afirmando que o time de Buenos Aires não era a mesma coisa do passado e que alguns de seus jogadores não teriam condições de disputar nem a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.
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Lamentável que alguém que escolha a carreira de comentarista deixe-se levar por interesses escusos a ponto de não ter a decência de manter a imparcialidade em seus comentários.
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Que o Junior reze bastante para que o seu preferido não cruze com o Boca no mata-mata, porque se esse confronto vier a acontecer, pelo que anda jogando a urubuzada, antevejo um massacre argentino.
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Roberto Sander, em seu post Um, dois, três o Boca é freguês! E a questão rubro-negra”, do qual transcrevo abaixo alguns trechos, aborda com propriedade o assunto.
“... Naquela altura do jogo, ao invés de enaltecer o feito do Flu, ter dito que o Boca tem jogadores que não estariam na Segunda Divisão do futebol brasileiro foi um despautério, algo fora de propósito e dito na hora errada.


...Me causou surpresa também porque, acreditem ou não, o Júnior foi tricolor até pelo menos se firmar como jogador dos profissionais do Flamengo. Como já disse aqui na resposta a um comentário, ele estava inclusive nas arquibancadas do Maracanã na grande final do Carioca de 1973 e vibrou muito, conforme ele mesmo me contou quando trabalhávamos juntos no Sportv, com os gols de Manfrini.
...Ainda mais porque, no início do jogo, encheu a bola do time dizendo que todo mundo era “cascudo, uma equipe forte, experiente, em condições de se impor na Bombonera”.

Em seu texto, Sander elenca também alguns dos motivos do eterno despeito dos flamenguistas em relação ao Fluminense.
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Leia a íntegra do artigo, publicado no site NETFLU.