segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Cruzeiro 1 x 0 Fluminense. René ensaia a volta do "circo dos horrores".

Foi um joguinho chocho. O Fluminense teve duas chances de abrir o marcador antes que o Cruzeiro acordasse. Chances perdidas por Everton, atacante que não sabe chutar e Washington, longe de sua forma ideal e mal escalado taticamente.
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Sobre o Everton nada a dizer. Cada vez mais se confirma a mancada do Branco em sua contratação. Poderia no máximo compor o elenco, ficando como terceira ou quarta opções, nunca com a titularidade absoluta.
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Quanto a Washington, apesar de boa parte da torcida e da mídia tricolor estar descendo a lenha nele, menor culpa lhe cabe pelas atuações tão apagadas. Basta recordar os excelentes desempenhos na Copa Libertadores. Washington brilhou contra Arsenal, São Paulo, Boca Juniors e até mesmo contra a LDU. A diferença é que naqueles jogos ele teve o apoio de um meio campo criativo (Conca e Thiago Neves) e a companhia de um atacante diferenciado a seu lado (Dodô), que atraia a atenção dos zagueiros adversários. Hoje o que ele tem?
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Dirão os mais desavisados: mas ele fez três gols contra o Náutico e três contra o Atlético Paranaense já sem contar com esse apoio de peso. É verdade, mas não se deve esquecer que contra o Náutico, dois gols foram de faltas e contra o Atlético, dois de penalti.
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Em resumo, após a saída de Thiago Neves e Dodô, Washington só funcionou como artilheiro de fato contra o São Paulo no primeiro turno desse campeonato. Qual seria a razão? Não posso afiançar, mas credito essa boa atuação ao apoio recebido pelo meio-campo escalado naquela noite. Conca e Tartá, a melhor dupla de meio-campo atualmente disponível em todo o elenco tricolor.
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É certo que o Tartá é jovem, inexperiente, fominha, mas é certo também que possui um futebol refinado que, se burilado por um treinador aplicado, poderá vir a dar frutos no futuro. Execrá-lo, banindo-o até do banco para manter o David, por exemplo, é uma atitude inaceitável para um técnico considerado "expert" pela maioria.
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Até que no início do trabalho René conseguiu melhorar o time, adiantando o Arouca e dando mais criatividade ao meio-campo. O problema aparece quando o Arouca se machuca, passa mal, fica cansado ou outras frescuras do tipo e aí o René opta pelo David. Assim, não dá. Domingo passado, foi só fazer essa substituição para o Cruzeiro abrir a contagem. Reclamar de que houve falha no meio campo, que a jogada não foi marcada, não adianta. É o castigo para quem escala o David.
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Abra o olho René, o único que pode substituir o Arouca na função de ajudar o Conca a municiar os atacantes é o Tartá. Qualquer outro transformará o Fluminense num time retranqueiro e sem objetividade.
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René quase reeditou o meio campo "circo dos horrores", quando ameaçou colocar Ygor, Fabinho e David no mesmo time. Parece que se esqueceu que as derrocadas do Renato e Cuca passaram justamente por essa imbecilidade.
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E por falar em Fabinho, conquanto René tenha conseguido uma melhora razoável, não deve esquecer de orientá-lo a não tentar driblar nenhum adversário. Orientação não deve ser o termo correto. O melhor mesmo é proibi-lo de uma vez por todas de tentar dribles. Contra o Cruzeiro, após uma arrancada, em vez de passar a bola a um companheiro, tentou driblar o Wagner na entrada da área do adversário. Não deu outra, perdeu a bola e como a defesa estava desarrumada, o contra-ataque foi mortal, só não se concretizando em gol porque a bola caprichosamente bateu na trave.
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É como dizia o Abel, só pode pôr tempero quem sabe. Quem não sabe joga o feijão com arroz.
Além disso, não consigo livrar-me daquela queda grotesca, ao ser driblado no primeiro gol do Vitória por um atacante reserva do adversário. De Fabinho, pode-se esperar tudo e mais alguma coisa.
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Ciel no lugar de Everton: outra substituição inócua, nenhum dos dois sabe chutar. Por que então não dar uma oportunidade ao Alan, por exemplo, que já mostrou ser artilheiro?
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O fato é que sábado é o dia D. Se o time não ganhar, desce para a Segundona. A torcida espera um time ofensivo e em momento algum, escalado com três volantes. Estaremos lá, apoiando como sempre. Veja lá René o que você irá aprontar. Xô, retranca!
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Figueirense 0 x 1 Fluminense. Ufa, que sufoco!

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Valeu a raça e a disposição. Impossível tirar qualquer conclusão plausível numa partida jogada num campo sem a mínima condição. Parecia mais um jogo de pólo aquático.
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A relembrar apenas os primeiros quinze minutos jogados na semana anterior quando o Fluzão deu uma aula no adversário, que teve o reconhecimento do próprio Mário Sérgio.
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O que valeu mesmo foi a obtenção dos três pontos que nos livrou da zona de rebaixamento e nos dá um alento maior. Agora é só jogar com atenção no Mineirão porque esse time do Cruzeiro é bom, mas não tem nada de especial.
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Vamos lá Fluzão pra cima da raposa, que até bem pouco tempo era freguês de caderno.
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Fluminense continua como o melhor clube brasileiro no ranking da IFFHS
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A mística e a tradição tricolor, há muito esquecidas, voltaram a ser lembradas. Sem dúvida, o bom desempenho na Libertadores contribuiu em muito para projetar novamente o nome do Fluminense no cenário internacional. Mas não foi só isso, senão a LDU, campeã da competição também estaria bem situada no referido ranking.
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Esse é um fato que tanto a diretoria como a Unimed devem ter em mente ao planejar o plantel para 2009. Mantendo os jogadores mais importantes e dispensando aqueles que só servem para inchar a folha de pagamentos será possível, sem muito esforço manter a competitividade da equipe. O estrelismo, é claro, que tanto nos prejudicou esse ano, também precisa ser banido de uma vez por todas para que possamos vir a ter um Fluminense vencedor.
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A relação dos dez primeiros clubes e dos brasileiros classificados é a seguinte:
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........................1. Barcelona
........................2. Liverpool
........................3. Manchester United
........................4. Chelsea
........................5. Boca Juniors
........................6. Bayern Munique
........................7. Fiorentina
........................8. Internazionale
........................9. Lyon
......................10. Arsenal
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......................12. Fluminense
......................13. São Paulo
......................30. Cruzeiro
......................35. Flamengo
......................51. Santos
......................58. Botafogo
......................92. Sport
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É verdade que as posições deverão ser alteradas até o final do ano e também que os critérios utilizados pela IFFHS (International Federation of Football History & Statistcs) são estranhos, mas o que interessa é que o Fluminense está lá e pelo menos, por ora, a mulambada deve estar roxa de inveja.
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E por falar em mulambada, como devem estar se sentindo os imbecis que criaram a Fla-Boca, Fla-LDU e outras sandices com a possibilidade de vir a ter que torcer desesperadamente pelo Fluminense no próximo domingo para tentar conseguir a quarta vaga? Gostaria de ver a cara de pastel desses manés.
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RALA URUBUZADA!
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Fluminense 0 x 1 Vasco. A grande chance perdida

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Até que o time não jogou mal. Poderia ter vencido se tivesse um atacante que soubesse finalizar melhor, o que sinaliza cada vez mais para a necessidade da contratação para o próximo ano de algum atleta com essa característica.
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O jogo até certo ponto até que foi tranqüilo. O Vasco quase não incomodou, limitando-se aos chutões de fora da área. O Fluminense, ao contrário das vezes anteriores, parecia adormecido. Jogou devagar, faltou aquela gana demonstrada nos jogos com Atlético Paranaense, Vitória, Palmeiras e nos quinze minutos em Florianópolis.
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A ligação do meio campo ao ataque não funcionou. Apelou-se muito para os chutões, mas mesmo assim pelo menos a manutenção do empate parecia realidade absoluta.
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A situação se alterou no segundo tempo quando, pela primeira vez, René errou redondamente nas substituições. Três desastres.
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A menos que o Carlinhos tenha sentido alguma contusão, a entrada do Eduardo seria completamente dispensável. Ainda fora de forma, errou quase todos os passes, não marcou ninguém e ainda foi para a disputa da bola na jogada que resultou no gol com um "pezinho de moça", devagarzinho e sem força.
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A substituição do Fabinho era mais do que óbvia, pois se continuasse em campo fatalmente seria expulso. Surpresa foi a declaração do René justificando a substituição justamente por esse motivo. Será que ele não percebeu ou foi avisado de que o Fabinho não sabe marcar? No jogo de ontem, ele se esmerou. Não desarmou nenhuma vez sequer os adversários sem cometer falta. Quem esteve atento para o fato pôde comprovar.
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Em suma: se o René pensa que vai chegar a algum lugar com a titularidade do Fabinho, precisará urgente de um substituto para os tempos finais das partidas, pois a dura realidade é que o fato irá se repetir nos próximos seis jogos.
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A substituição, no entanto, foi equivocada. Arouca já vinha dando sinais que não estava bem quando jogava de segundo volante. A entrada do Ciel acabou com a pouca criatividade do meio campo e a ligação ao ataque voltou a ser na base dos chutões. Se era para por o David, por que não o fez de imediato no lugar do Fabinho?
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Aí o Ciel entraria no lugar do Everton que não estava bem. Simplicidade maior não poderia existir.
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Bem, nosso técnico não esteve bem, mas comparando com as lambanças dos anteriores, vamos considerar apenas como uma noite infeliz. Esperemos que na quarta-feira o Fluzão renasça novamente e confirme a vitória sobre o Figueirense para se afastar de vez dessa situação incômoda.
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Dá-lhe Fluzão!

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Mais uma vez Dunga convoca o Thiago Silva para um amistoso da "legião estrangeira". Não satisfeito em afastar o melhor jogador da equipe tricolor durante todas as Olimpíadas para mantê-lo na reserva de zagueiros piores, repete o feito na reta final da luta pela sobrevivência na Série A. Dá até a impressão de que existe algum jabá envolvido. Nossa diretoria bem que poderia pleitear a sua dispensa.

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domingo, 26 de outubro de 2008

Fluminense 3 x 0 Palmeiras. Com olé é mais gostoso!

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.............. Aos poucos René vai recuperando os atletas tricolores .

Há muito a galera estava precisando lavar a alma contra o Palmeiras, pois desde aqueles célebres 4 x 1, ainda no tempo do Monsieur Luis Henrique, o Fluminense não conseguia bater o Palmeiras no Maracanã em jogos pelo Campeonato Brasileiro.
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Com a defesa bem postada e usando os laterais, o Fluminense foi rápido nos contra-ataques e venceu o Palmeiras sem muita dificuldade. A superioridade tricolor foi tão flagrante que bastou o primeiro tempo para que a vitória fosse sacramentada, transformando os quarenta e cinco minutos finais em mera formalidade.
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Como um autêntico rolo compressor, o Fluminense atropelou o Palmeiras e impingiu um categórico 3 x 0.
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O jogo até que começou equilibrado, com as equipes buscando o gol, porém após o primeiro, o Fluminense partiu de forma contundente para o ataque, deixando atônitos os palmeirenses que mal conseguiam sair da defesa.
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A superioridade foi tamanha que o segundo gol não demorou a acontecer. Após chute de Everton Santos, Martinez salvou em cima da linha, mas a bola bateu em Maurício e ganhou as redes.
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Logo em seguida, uma triangulação perfeita entre Everton Santos, Conca e Junior César resultou no terceiro gol, marcado pelo lateral. O Fluminense continuou seu banho de bola e a vitória já estava decretada antes mesmo do intervalo.
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Se o árbitro encerrasse a partida nesse momento, ninguém no estádio sentiria falta da parte final. As palavras de Luxemburgo durante a entrevista coletiva comprovam essa assertiva, pois o técnico palmeirense, visivelmente abatido, declarou enfaticamente que como seria praticamente impossível reverter o resultado cuidou de preservar sua equipe para os próximos compromissos, evitando que seus atletas se machucassem ou levassem cartões.
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E assim, o Fluminense passeou em campo, tocando a bola, deixando o tempo passar e aplicando ao final um sonoro olé nos adversários para delírio dos quase quarenta mil tricolores presentes.
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Parabéns a esses que nunca deixaram de acreditar. Aos mais pessimistas, a convocação para os próximos jogos para que assistam o renascimento do grande Fluminense com seu futebol alegre e objetivo.

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Alguns componentes da "mídia anti-Flu" tentaram enodoar a vitória, alegando irregularidades no primeiro gol, pois Washington teria fingido por a mão na bola e com isso atrapalhado o goleiro adversário. Consultado a respeito, o comentarista de arbitragem Renato Marsiglia explicou nos mínimos detalhes que nada houve de anormal na jogada e que, nesse caso, a regra não pune a intenção de por a mão na bola, somente o fato consumado.
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O próprio Marcos não fez coro com as reclamações palmeirenses, pois ao deixar o campo no intervalo declarou ao repórter que o entrevistou: "O Martinez tinha que estar na marcação do Washington. Ele apareceu sozinho e conseguiu me atrapalhar".

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Deixando agora a euforia de lado, pode-se comprovar que aos poucos nosso Fluzão vai incorporando aquele espírito de decisão presente na maior parte da Copa Libertadores.
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René Simões demonstra a cada dia que, além desses papos de psicólogo, é necessário saber armar e treinar uma equipe. René não só fez o time voltar a ter confiança em si, como gradativamente vai recuperando alguns atletas que vinham mal, chegando mesmo a serem execrados pela Torcida.
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Fabinho estava irreconhecível. Parecia até um jogador de futebol. Ainda é cedo para se afirmar que ele melhorou mesmo ou se trata apenas de um sonho em uma noite de verão. O mesmo se aplica a Everton Santos que, sem dúvida alguma, fez sua melhor apresentação com a camisa tricolor.
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Outros também subiram de produção com René: Arouca, Carlinhos e Júnior César, além de Thiago Silva, que voltou a ser aquele monstro que só o Dunga não percebe.
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Mérito de René, que arregaçou as mangas e passou a trabalhar com o material que tinha em mãos, evitando clamar por reforços e choramingar como seus antecessores.
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Não fosse a safadeza no jogo com o Vitória e o Fluminense estaria bem mais longe da zona de rebaixamento e adois pontos apenas da conquista de uma vaga na Sul-Americana.

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Um detalhe apenas preocupou bastante: a grande quantidade de jogadores extenuados e com cãibras durante o desenrolar da partida. Seria deficiência na preparação física?

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Domingo próximo teremos o Vasco pela frente. O Fluminense precisará do apoio de todos. Não pise na bola torcida tricolor. Todos ao Maracanã!

domingo, 19 de outubro de 2008

Vitória 2 x 2 Fluminense. "Árbitro" tendencioso e volta à degola!

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Apesar da volta à zona de rebaixamento, time e torcida estão confiantes na recuperação.
É o que garante o tricolor que numa feliz coincidência chegou de viagem no mesmo horário da delegação.

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Foi uma boa exibição. Aos poucos a equipe vai readquirindo a confiança e o padrão de jogo perdidos nos tempos dos “professores pardais” e até mereceu a vitória. Não fossem os gols fáceis perdidos e os dois penaltis claros não marcados por um soprador de apitos sem escrúpulos, o Fluminense teria saído de Salvador com a vitória.
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Aliás essa tem sido a tônica adotada pelo sr. Sergio Corrêa, chefe da Comissão de Arbitragens, em relação ao Fluminense: escalar árbitros sem gabarito. Chega a dar a impressão de que existe uma intenção clara de beneficiar a Portuguesa de Desportos. Essa manobra, porém, de nada adiantará porque o Fluzão irá mostrar a sua força e frustrar esses cidadãos.
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O time demonstra que se livrou de vez daquela “política cautelosa”, própria de técnicos despreparados e medrosos. Agora ataca com mais consistência e quando dispor de um atacante de ponta voltará a figurar entre os melhores do país.
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Inegável o mérito do René nessa transformação. A lamentar ainda a manutenção de Fabinho e Everton como titulares.
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Fabinho continua o mesmo. Não marca, não passa e agora também consegue levar dribles em sequência até cair sentado, numa posição ridícula. Everton continua a irritar com sua nulidade em campo.
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Esperemos que com o passar dos treinamentos, o técnico vislumbre escalar o Tartá no lugar do Everton, recuando o Arouca para o lugar da coisa.
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Destaque para a volta de Thiago Silva que brindou a torcida com um gol de craque. Aquela bola não seria agarrada nem pelo melhor goleiro do mundo.
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Preocupante a situação da lateral direita. Três atletas bichados, que passam mais tempo na enfermaria do que em campo, obrigando o treinador a improvisações constantes.
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Sábado próximo será a vez do Palmeiras. Adversário difícil, com o melhor técnico do Brasil e que luta pela conquista do título. O jogo será duro e caberá a nós, torcida tricolor, fazer a diferença. Vamos lotar o Maracanã e apoiar a equipe para que o Fluminense se afaste definitivamente do perigo da segundona.
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CHEGOU A HORA EM QUE O NOSSO APOIO NÃO PODE FALTAR. VAMOS LÁ FLUZÃO!
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Muito engraçado, para não dizer outra coisa, o sr. Sérgio Corrêa, ao anunciar a suspensão do "soprador de apito" que ele mesmo escalou para o jogo do Fluminense em Salvador. Suspender o artista por algum tempo e depois liberá-lo para cometer mais lambanças a serviço da Comissão de Arbitragens não diminui em nada o prejuízo deliberadamente causado.
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Mais estranhas ainda foram suas declarações de que na final da Libertadores, o Fluminense perdeu três penaltis e que a marcação dos dois não garantiria a conversão em gols.
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Uma verdadeira palhaçada. O cara nos rouba descaradamente e depois ainda vem com desculpas para fugir à responsabilidade. E os dirigentes do Fluminense ainda ficaram satisfeitos com a atitude esdrúxula do paspalho. Situação patética.
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Atlético Paranaense 1 x 3 Fluminense. Ufa, até que enfim!

Não chegou a ser uma vitória épica, mas serviu para aumentar as esperanças dos que sempre acreditaram e diminuir as previsões sombrias de grande parte, senão da maioria, dos tricolores.
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É bem verdade que o adversário também estava com os nervos à flor da pele. E convenhamos, o time atual do Atlético Paranaense é, sem sombra de dúvidas, o pior dos últimos anos.
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Valeu René pela estreia. Mostrou aos "professores pardais" que, de uns tempos para cá passaram a assolar as comissões técnicas, que futebol não é assim um bicho de sete cabeças. É só não inventar. Na lateral direita, um especialista da posição. Não improvisar Arouca, Everton, Maurício.
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Embora Carlinhos não seja nenhum craque e esteja longe da forma que ostentava durante o título da Copa do Brasil, ainda é opção melhor que aquelas improvisações esdrúxulas. Particularmente, acho que o Eduardo é muito mais zagueiro.
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A lamentar apenas a "ressurreição" de Fabinho e Everton, atletas que nem deveriam fazer parte do elenco tricolor.
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Pior ainda as declarações do René após o jogo, tecendo loas intermináveis ao Fabinho. Nesse particular, René demonstrou ainda não conhecer o elenco, nem tão pouco ter tomado ciência das inúmeras lambanças de seu novo "herói". Fica a sugestão para que ele procure assistir aos tapes dos jogos com o Ipatinga e com o Palmeiras, esse pelo campeonato do ano passado.
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Fabinho é assim mesmo. Volta e meia desliga a chave e comete erros primários, que culminam invariavelmente com derrotas.
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Fernando Henrique, como sempre, fez das suas. Belo "piu-piu". O planejamento da equipe para 2009 não pode deixar de passar pela contratação de um goleiro seguro. FH pode até continuar no elenco, mas nunca como titular absoluto. Diego e Ricardo Berna, que não disseram a que vieram, poderiam ser dispensados sem nenhum constrangimento.
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Dois jovens goleiros dos juniores provavelmente fariam melhor. À propósito, por onde anda a revelação da Copa São Paulo de 2007? Alexandre, se não me falha a memória, pegou um bolão e depois sumiu. É mais um mistério de Xerém.
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Quanto ao jogo em si, a equipe jogou o suficiente para ganhar. Mostrou personalidade e até mesmo os "cabeças de bagre" não chegaram a comprometer. Exceção a Luiz Alberto, que destoou do restante. Nervoso, botinudo, acabou sendo expulso. Deu ao técnico a oportunidade de escalar para a próxima partida a melhor dupla do momento: Thiago Silva e Edcarlos.
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Outra coisa difícil de entender é como Luiz Alberto pode ser capitão de uma equipe que tem em Thiago Silva a garra e o espírito tricolor personificados.
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Apesar dos pesares, valeram a vitória e principalmente os três pontos. Mantendo a garra e aplicação tática demonstradas, certamente o Fluminense não cairá.
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Pra frente FLUZÃO, PAU NA MÁQUINA!
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Fluminense 1 x 1 Goias. Situação crítica.

Até que o time voltou a jogar bem, mas esbarrou nos nervos. Também não é para menos. Após o Renato desancar a equipe dizendo que não podia fazer milagres enquanto os reforços não chegassem e Cuca, seguindo a mesma linha, declarando que os reforços estavam precisando de tempo para se adaptar, o que esperar dos demais?
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Especialmente pela qualidade dos "reforços", todos abaixo dos componentes do plantel atual. Exceção pode ser feita a Ciel, não que ele seja um craque de bola, mas pelo fato dessa diretoria acéfala ter dispensado uma série infindável de atacantes, a ponto de ficar em alguns jogos sem ter quem escalar, a não ser os jovens juniores, ainda verdes para encarar uma situação complicada como essa.
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A concordância tácita com a asneira do Renato de manter o time reserva durante tanto tempo num campeonato dificílimo como o Brasileiro, a carta branca dada ao Branco para contratar reforços sem a mínima expressão são apenas algumas das aberrações desses dirigentes que tiveram tudo nas mãos para ganhar a Copa Libertadores da América e acabaram perdendo para um time medíocre que tomou de 4 x 0 dos reservas do Boca Juniors, aquele mesmo Boca que havia sido derrotado categoricamente no Maracanã.
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Quanto ao Cuca, o problema é que ele passou muito tempo no Botafogo e adquiriu aquela mania de chorão e de se acovardar sempre que uma pequena vantagem era obtida. Seu tempo passou e não floresceu nas hostes tricolores. Boa sorte a ele em outras plagas, mas que aprenda a se desvencilhar desse espírito de medroso que não leva a nada.
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Mas tudo isso é passado. Entramos agora na era René e também na parte final do campeonato, onde não há mais espaço para tropeços. A tabela é difícil, mas o Fluminense ainda tem equipe com qualidade para superar essas adversidades.
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Se René tirar o Carlinhos, que já teve chances demais, armar o meio campo com Conca e Tartá, mantendo Washington e Ciel na frente e posicionar a defesa como deve, teremos condições de vencer as seis partidas necessárias.
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O momento é grave e o Fluminense precisa do apoio de todos e quem sabe a redenção não começa fora de casa contra um adversário difícil, que também não está atravessando boa fase. Vamos torcer e rezar para que René seja iluminado nessa hora crítica e que continue mantendo Fabinho, Ygor, Everton, David e agora também o Elias fora dos planos.
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Enquanto o Branco contrata "reforços" para agradar empresários espertos, as revelações de Xerém continuam brilhando nos clubes adversários. Na quinta- feira tivemos a exibição de gala do Carlos Alberto e na quarta, jogando pelo Goiás, Fernando mostrou que mesmo não sendo nenhuma sumidade é bem melhor que Ygor, Fabinho, David e Maurício. E aí vem novamente a pergunta que não quer calar. Pra que Xerém?
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Botafogo 1 x 1 Fluminense. De nada adiantou jogar bem!

Mais uma vez jogamos bem. Mais uma vez não ganhamos. E o pior, agora estamos na lanterna.
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A situação é crítica e não mais podemos dar "sopa para o azar".
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Normalmente em ocasiões como essa, a maioria dos árbitros, ou melhor "sopradores de apito", como dizia o saudoso Mario Vianna, tendem a prejudicar os clubes que estão em piores situações. Não foi diferente nesse domingo, onde a mula travestida de soprador de apito não viu ou não quis ver um penalti claro sobre o Michael, além de expulsar o Thiago Silva por uma falta tipicamente de cartão amarelo.
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Portanto, o nosso despreparado Presidente, em vez de ficar chorando pitangas após os jogos, como fazem as malas do Bebeto e do Montenegro, deve tentar influenciar a Comissão de Arbitragem para só escalar árbitros de primeira linha. Não que eles irão acertar sempre, mas pelo menos não terão a cara de pau de agir como esses últimos escalados, verdadeiros descalábrios.
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O fato é que não há mais tempo a perder. Cuca precisa conversar seriamente com o Washington para ele parar com as reclamações exageradas, com gestos tresloucados dignos de uma donzela desvairada abandonada na porta da igreja. Essas frescuras tem custado caro ao Fluminense.
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Necessita também parar de ser medroso. Deve se conscientizar de que não mais dirige um clube de pequena expressão ou time de chorões, que sempre morre na praia.
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Agora ele é o técnico do Fluminense e por isso mesmo tem que mandar seu time partir para cima dos adversários e não continuar com a política retranqueira de substituir atacantes e meio campistas por jogadores de defesa, como voltou a fazer ontem, do mesmo modo que tinha feito contra o Flamengo.
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Méritos no que concerne a ter afastado (tomara que definitivamente) Ygor, Fabinho, Everton e outros trastes, contratados pela astúcia e ganância desmedidas de empresários e que em nada contribuem para a equipe.
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O padrão de jogo do time melhorou e com um pouco mais de treinamento tático, ainda poderemos fugir da degola. Será imperativo, porém, ganhar o próximo jogo, sem o que a segundona será uma realidade.
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Vamos lá Galera Tricolor. Todos ao Maraca empurrar o time para cima do Goías. Com o apoio de todos o Fluminense vencerá.
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DÁ-LHE FLUZÃO!
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Patético para a torcida ver o Carlos Alberto correndo, marcando gol, forçando a expulsão de nosso melhor zagueiro. Mesmo dentro de sua "marginália", não se pode negar sua qualidade técnica. É bem verdade que grande parte da torcida tricolor não o aprecia, esquecendo-se talvez que foi ele um dos artífices da conquista da Copa do Brasil, quando Thiago Neves era apenas um mero coadjuvante reserva, que só entrava em suas ausências.
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É mais uma cria de Xerém a serviço dos adversários. Brevemente teremos que enfrentar Diego Souza, enquanto contamos com Fabinho, Ygor, Everton, David, contratações que trazem à tona a inexperiência do Branco para lidar com contratações. Esperemos que para o ano que vem, tudo seja reformulado, com pessoas mais inteligentes e focadas nos interesses do Fluminense.
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sábado, 20 de setembro de 2008

Fluminense 2 x 3 Coritiba. HELP PARREIRA!

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Está certo que o Cuca aprendeu algumas lições. Defenestrou o Everton Santos. Livrou-nos do Ygor e Fabinho.
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É certo que o juiz foi parcial. Fez vista grossa num um pênalti claro, deu cartão amarelo ao Washington por pseudo-simulação e, no segundo gol dos paranaenses, não viu o empurrão sofrido pelo Edcarlos, que até o Junior, rubro-negro roxo, durante a transmissão pela TV, admitiu que existiu.
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É certo que o Tartá fez a lambança do século, embora estivesse jogando bem e ainda seja o companheiro ideal para o Conca no meio campo, a menos que esse Elias apresente um futebol melhor. Continua sendo uma grande promessa, mas está inseguro, provavelmente porque só entra em roubadas, amargando a reserva para jogadores sem o mínimo de qualidade técnica.
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Tartá errou. Por que a idéia imbecil de jogar a bola para trás, estando além da linha de meio campo? Mas onde estava a defesa? Pasmem, o Tartá era o último homem. O que fizeram durante toda a semana? Não deveriam ter aprimorado os treinamentos táticos?
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A defesa parecia uma feira de peixe. Ninguém se entendia. Junior César já está merecendo um banco há bastante tempo. Carlinhos deveria ser instruído a não cobrar faltas laterais. São ótimas oportunidades para equipes que dispõem de centro-avantes de estatura elevada, como Washington e Somália, todas desperdiçadas por cobranças errôneas, sempre nas cabeças, ou pior, nos pés doa zagueiros adversários.
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Luis Alberto ultimamente fala muito, mas tem ficado estático em muitas jogadas. Sua contusão pode ter sido uma ajuda do astral.
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Maurício não sabe marcar. Vive levando baile dos adversários, fato que passa despercebido de muitos, devido às nefastas atuações anteriores de Ygor e Fabinho. Realmente para voltar com eles é melhor que fique o Maurício.
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O fato é que o Cuca não parece ser o homem ideal para levar o Fluminense a grandes conquistas. De comportamento diametralmente oposto ao do Renato, passa certa timidez, parece que não gosta de ousar, muito humilde e chorão para o gosto de muitos.
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Tanto ele como o Renato terão que aprender muito e mudarem bastante seus perfis se quiserem realmente se transformar em técnicos de ponta. Por ora só como tapa-buracos ou para a direção de equipes de menor expressão.
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Cuca deve rever seus conceitos. Após o jogo declarou que assumia a responsabilidade pela derrota, mas que o Coritiba tinha atacado quatro vezes e marcado três gols. Errado, meu caro Cuca. O Coritiba não acertou nada. A defesa é que vacilou nas quatro oportunidades.
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Fica difícil ganhar um jogo quando o adversário dá quatro chutes em gol, um no travessão e três no barbante. Continuando assim será quase impossível livrar o Fluminense do rebaixamento.
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Não é que esteja começando a apregoar a troca do técnico, mas o time continua sem padrão. Entendo que seja difícil reconstruir uma terra arrasada como a que ele encontrou, mas já houve tempo para que alguma coisa fosse melhorada.
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Se não ganharmos do Botafogo no próximo domingo, talvez seja a hora de chorar as pitangas com o Parreira para que ele dê uma mãozinha, pelo menos até o fim do ano. Afinal, faltarão apenas onze partidas, cinco das quais no Maracanã e as demais, quase todas pertinho de casa.

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Boa a estréia do Ciel. Mostrou desenvoltura, personalidade e uma certa técnica. Quando se adaptar poderá vir a ser bastante útil formando dupla com o Washington, desde que alimentados por um meio campo criativo, que o Fluminense tem.
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Quanto ao Wellington Monteiro, veremos como se sairá com o Botafogo.
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Crueldade a faixa que a torcida estendeu no Maracanã: "Fernando Henrique, mais de duzentos jogos, mais de duzentos e cinquenta gols, mais de cem frangos". Enfim, a voz do povo é a voz de Deus...
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domingo, 14 de setembro de 2008

Santos 2 x 1 Fluminense. De hora em hora a situação piora!

Caros Tricolores,
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Se o Cuca continuar pensando só em se defender, vamos perder todas.
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Sobre o jogo em si não há muito a comentar. Com "trezentos" zagueiros e "quatrocentos" cabeças de área a bola nunca vai chegar em condições para os atacantes.
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Atacantes é maneira de dizer, só um e mesmo assim perdido na frente.
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Coitado do Conca. Do jeito que a coisa está, vai acabar se estafando de tanto tentar.
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A esperança, como diz o nobre Tricolor, é a formação da dupla Washington e Ciel, coração e fígado valentes.
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Pode ser que dê certo, porque com o Éverton Santos, não dará nunca. Inócuo e quando tem a oportunidade de rolar a bola para um companheiro completamente desmarcado, tenta o gol mesmo estando sem ângulo para o chute. É mais um fominha que se descortina nas Laranjeiras.
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Do Ciel, o fígado valente, como denominado pelo Tricolor, a esperança é que pelo menos em sua estreia faça como seu irmão, o Nildo, que meteu duas piabas na urubuzada em pleno Maracanã.
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Agora um recado para o Cuca. Meu amigo, deixe de ser retranqueiro e aprenda de uma vez por todas algumas máximas que não poderão ser mais repetidas.
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1. Nunca mais escale o Roger de zagueiro. Se quiser dar mais uma chance a ele, coloque-o de como lateral esquerdo, sem a obrigação de atacar.
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2. Suma com esse Éverton Santos. Isso deve ser jabá do Branco. Seu grande currículo é o de ter sido titular daquele time rebaixado do Corinthians e reserva no Paris Saint-Germain.
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3. Escale mais um meia para jogar ao lado do Conca. Mesmo não sendo uma maravilha, o Tartá poderá desempenhar a função melhor do que esse monte de volantes do mal. Em último caso, interceda junto ao Horcades para poder escalar o Marinho. No final do ano, ele irá sair mesmo, então não há razão para privar o clube de seu talento nessa hora crítica.
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E finalizando, mantenha as "coisas" (Ygor e Fabinho) bem longe do time titular, de preferência convencendo essa diretoria tonta a rescindir seus contratos.
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Pode ser que assim, consigamos ganhar do Coritiba no próximo sábado.
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domingo, 7 de setembro de 2008

Fluminese 0 x 0 Grêmio. Mais um jogo em casa sem vitória!

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Tricolores de todo o Brasil. A coisa está preta. Mesmo com o desmanche da equipe, o que restou do plantel é bem superior aos de muitos dos clubes que estão à frente do Fluminense na classificação do Brasileirão.
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Perdeu-se muito tempo com o treinador anterior. Deu-se a ele uma autonomia irresponsável e o resultado foi catastrófico.
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Agora chega o Cuca. E embora nos tenha livrado do Ygor, ressuscita outro antijogador. Nada pessoal contra o Fabinho, mas nenhuma equipe pode dispor impunemente de seu futebol.
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E ainda por cima, descortina o Everton como curinga, titular absoluto, salvador da pátria. Gostaria de saber quem indicou o Everton. Quem foi o responsável por sua contratação? Só pode ter sido indicação de gente incompetente, mal intencionada ou antitricolor enrustido.
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Se no tempo do Renato jogávamos com dez jogadores, agora jogamos com nove. E o pior é que existe alternativa para uma melhor escalação.
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Washington foi expulso. Talvez esse descanso sirva para que ele esfrie um pouco a cabeça. Nervoso em campo, "reclamão", perdendo gols incríveis, tudo com o beneplácito de todos os responsáveis pelo clube. Precisa recuperar a forma antes de tornar a ser escalado.
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Jogador tem que estar em forma. Nome e passado não ganham jogo. Exemplos marcantes são Ronaldinho Gaúcho e Robinho, que fora o malabarismo próprio de focas circenses, produzem muito pouco para a Seleção Brasileira.
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Se o Cuca resolver experimentar a dupla Maiconl/Somália e escalar o meio campo com Conca e Tartá, não sem antes obrigá-lo a deixar de ser fominha e passar a bola para os atacantes de fato, o resultado contra o Santos poderá ser melhor.
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Ah, e é claro, desistir de uma vez por todas de contar com o Fabinho. A torcida tricolor sente calafrios só de imaginá-lo marcando, ou melhor, tentando marcar, o Kleber Pereira. Seria uma covardia. O Fluminense não merece isso. Atenção Cuca atenda aos nossos anseios.
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domingo, 31 de agosto de 2008

Flamengo 2 x 2 Fluminense. Pena, dois pontos perdidos.


Um jogo em que o Fluminense poderia ter saído vencedor, não fosse um gol fortuito no finalzinho desafiar a lógica e fazer com que a urubuzada não perdesse.
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Lógica sim, pois ultimamente Fla-Flu é sempre assim, o Fluzão quando joga mal ganha por um gol de diferença e quando joga bem dá goleada com olé e creu.
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Pena que o Cuca, ainda não acostumado a essa realidade, deixou o complexo de vira-lata botafoguense prevalecer e, do mesmo modo como fazia quando treinava o chororô, substituiu o Conca por um defensor.
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Não que a atuação do Fernando tenha comprometido, mas a substituição fez com que o Flamengo partisse para a pressão, que acabou resultando no empate.
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Mas não tem nada não, com o tempo ele se acostuma a ganhar da urubuzada. É só partir para cima que eles morrem de medo.
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Poderíamos ter fechado o caixão no contra-ataque do Tartá. Infelizmente ele tentou o gol em vez de passar para o Washington.
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Sambueza, que havia sido oferecido ao Branco, foi o autor da jogada do gol de empate. Não dá para saber se ele é craque por uma jogada só, mas vale o registro de como nosso gerente de futebol é lento e despreparado para conduzir as negociações de nosso clube. Acho que já está mais do que na hora do Horcades abrir o olho.
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O resultado serviu para mostrar a esses urubus fanáticos de que mesmo com o time em remodelação, o Flamengo não consegue vencer do Fluminense.
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Nossa meta agora é tirar os treze pontos que nos separam. Vai ser difícil depois do empate de hoje, mas não custa tentar.
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Parabéns ao Maurício pelo chute certeiro e ao Conca pelo golaço, certamente um dos mais belos do campeonato.
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Agora é encarar o Grêmio e ganhar mais três pontos. Dá-lhe Fluzão!
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terça-feira, 26 de agosto de 2008

O "indesejável" e "boicotado" Dodô. Para reflexão dos autênticos tricolores.

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A atitude de Dodô ao ser substituído no intervalo do jogo com o Sport gerou críticas públicas do presidente do Fluminense, Roberto Horcades, que não descartou nem a possibilidade de rescindir o contrato do atleta.
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"Desde que assumi a presidência do Fluminense, existem quatro lemas que respeitamos integralmente: disciplina, hierarquia, ousar e pensar grande. Se existir um caso de indisciplina, é porque um desses lemas está sendo ferido, e isso não vou tolerar. Vamos esperar o posicionamento do Cuca para depois tomarmos a decisão mais adequada. O que posso dizer é que o Fluminense é maior que qualquer nome", disse Horcades.
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Antes de qualquer tomada de decisão mais drástica, nosso passivo Presidente deveria refletir sobre os fatos que desencadearam essa pseudo-rebeldia de um dos atletas mais habilidosos do plantel tricolor.
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No oba-oba das contratações para a montagem do plantel que iria disputar a Copa Libertadores, dentre os nomes aventados, o Fluminense contratou seis atletas. Washington, Dodô, Conca, Leandro Amaral, Ygor e Gustavo Nery.
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Aqueles que acompanham o futebol um pouco mais de perto observaram de imediato que a coisa não era séria. Senão, vejamos:
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MANCADA NÚMERO 1: Leandro Amaral era atleta vinculado ao Vasco e estava sendo contratado com base numa simples liminar, instrumento obtido facilmente em qualquer plantão judiciário. Não garante nada, apenas mantém o "status quo" de uma situação, cujo mérito virá a ser julgado oportunamente. Ninguém no clube se dispôs a fazer contato com o Vasco da Gama, visando à contratação do atleta, ainda mais sabendo que outro atacante contratado teria que passar por um esdrúxulo julgamento na FIFA. O fim da novela é sobejamente conhecido para ser relembrado aqui.
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MANCADA NÚMERO 2: Gustavo Nery. Completamente fora de forma física e técnica. Teve a hombridade de pedir rescisão de contrato.
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MANCADA NÚMERO 3 (A MAIS GRITANTE): Ygor foi preferido ao Fabinho, hoje no Corinthians, sob a alegação insana que a liberação de seus direitos federativos seria demorada. Depois de tudo acertado, o Fluminense desistiu de contratar o Fabinho numa sexta-feira, sendo que na segunda, já liberado, o jogador foi para o Corinthians.
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Ficamos com o Ygor e fomos obrigados a agüentar a sua pavorosa presença. Graças a esse aleive, pudemos vê-lo entregar aquela bola absurda no pé do atacante do Arsenal, que ficou livre para marcar o gol; vimos o limitado Aloísio ganhar na velocidade e driblá-lo com a maior facilidade na lateral direita e cruzar para o Adriano marcar o gol do São Paulo, no Maracanã, que quase nos elimina; vimos o Ygor contra o BOCA, novamente no Maracanã, levar duas saraivadas de dribles do Dátolo na mesma lateral direita, que deu origem ao cruzamento para o gol do Palermo; assistimos a essa desastrosa contratação ser facilmente driblada contra a LDU, na final da Libertadores, agora na lateral esquerda, o que permitiu o cruzamento para o gol que nos tirou o título. Tudo isso, além das duas falhas bisonhas nos gols decisivos do Botafogo que nos eliminou das Taças Guanabara e Rio. A manutenção do Ygor depois de todas esses erros trouxe em muitos torcedores dúvida sobre a real causa da insistência.
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Os amigos tricolores devem estar perguntando o que tem a ver a atitude do Dodô com essa rememoração de fatos tristonhos. Digo que tem tudo a ver. É só colocar os pingos nos "is", juntar "dois e dois" que a situação ficará clara.
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Pois bem, ao contratar o seu afilhado Ygor, Renato teria que engendrar um modo de mantê-lo como titular. Começou barrando o Arouca. Não deu certo. Conca e Thiago Neves se mandavam para o ataque e a pobre da zaga sem o Arouca se mostrava incapaz de suprir as falhas do protegido. Barrou o Conca. Não deu certo, a criatividade do meio campo diminuiu, o time passou a jogar pior e a galera chiou para valer. A solução óbvia seria a barracão do Cícero. Aliás, ele já estava barrado desde o jogo com o Cardoso Moreira.
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Como o padrão de jogo da equipe não fluía com três atacantes de ofício, barrou-se o Dodô. Tudo bem. O jogador aceitou a barracão normalmente, pois afinal de contas eram nítidas as supremacias física e técnica do Leandro Amaral.
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Como o velho Eurico não é bobo nem nada, levou-o de volta para São Januário. Ainda "sopa no mel". Dodô voltou a ser titular e o time começou a triturar os adversários da Libertadores. Ygor continuava fazendo suas mancadas, mas o time ganhava.
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Aí se deu o problema. Cícero recuperou a forma dos tempos do Figueirense. Suas apresentações nos treinos e nas eventuais substituições a Thiago Neves ou Conca nos jogos oficiais o credenciavam à titularidade. Segundo volante nato era a ameaça natural para o protegido do técnico, que logo tratou de colocá-lo em outras funções: meio campo e até atacante.
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Sobrou novamente para o Dodô. Sua grave contusão foi o motivo ideal para a barração. A partir daí, o atleta começou a dar mostras de insatisfação com a reserva. Pô tem dó, ficar na reserva para o Ygor ser titular, não dá para agüentar.
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O boicote seguiu descarado, mesmo com o risco da perda do título tão almejado e acabou por acarretar a situação quase insustentável.
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Aos que duvidam da história, sugiro a leitura do artigo de Caio Barbosa, abaixo reproduzido.

Era Renato: dos jogos inesquecíveis ao desmanche na profissionalização
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Técnico, mais uma vez, fez história no clube, mas sua vaidade arrasou o mais importante projeto da gestão Roberto Horcades
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Caio Barbosa, Rio de Janeiro

Na época, o presidente Roberto Horcades minimizou os problemas e garantiu que o projeto de profissionlização do futebol tricolor não foi deixado de lado.
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- "Só quem saiu foi o Fábio Mahseredjian, por causa de alguns problemas. Mas isso é assim mesmo, faz parte da coisa. O restante continua. O departamento médico é o mesmo, a estrutura também" – contemporizou.
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É tricolores, um fato é certo, por tudo isso não conseguimos ver juntos em campo uma vez sequer Arouca, Cícero, Conca e Thiago Neves, sem dúvida o melhor meio campo formado pelo Fluminense desde 1984.
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Chega o Cuca e mantém o Dodô na reserva. De jogadores melhores, autênticos craques? Não, simplesmente de ex-titular do time rebaixado do Corinthians e reserva da fraquíssima equipe do Paris Saint-Germain. Foi uma demonstração clara de que o entrevero ocorrido anteriormente no Botafogo não havia sido esquecido.
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Francamente, ainda falta essência para que o Fluminense esteja pronto para vencer competições de alto nível. Carecemos de profissionais que entendam mesmo do riscado, que saibam planejar com seriedade, sem aceitar imposições unilaterais de técnicos que, muitas vezes, colocam seus projetos pessoais acima dos interesses do clube.
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Erros todos cometem, até mesmo os clubes acostumados a grandes conquistas internacionais. Os verdadeiros profissionais, no entanto, sabem reconhece-los e aprender com eles. É assim que se cresce em qualquer atividade.
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E o que mais dói na carne tricolor é saber que o Fluminense é um dos pouquíssimos clubes do país com um patrocínio de porte, desperdiçado pela falta de visão profissional.
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Reflitam sobre tudo isso e vejam se o Dodô é realmente o maior vilão desse imbróglio. Pensem se existe no país algum clube com dois atacantes como Washington e Dodô que, condicionados adequadamente, e municiados por um meio campo inteligente, poderão voltar a ser o terror das defesas adversárias.
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É isso aí.
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Dá-lhe Fluzão! Cacete nos urubus! Não podemos perder dessas barangas!
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domingo, 24 de agosto de 2008

Fluminense 1 x 1 Sport. O sufoco continua!

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Início de jogo muito fraco com o time irreconhecível. A defesa completamente desarticulada com a insistência da manutenção do Arouca na lateral direita. Essa sandice nem o Renato havia cometido.
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Ainda bem que o Cuca percebeu que o Maurício era uma figura decorativa e o sacou ainda no primeiro tempo. Aliás, ele precisa se desvencilhar o mais breve possível das heranças nefastas do Renato. Improvisações na lateral direita, meio campo com Ygor, Arouca , Maurício e David levarão inapelavelmente o Fluminense para a segunda divisão.
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Não podemos deixar de pontuar no Maracanã, principalmente nesses jogos com times mais fracos. Menos mal porque o empate do Grêmio com o Náutico nos manteve fora da zona de rebaixamento.
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Domingo próximo teremos o Flamengo pela frente, adversário que ultimamente temos vencido e até com certa facilidade, mas igualmente tem sido a pedrinha na chuteira do Cuca. Espero que sua síndrome de cachorro vira-lata tenha ficado em General Severiano.
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Pontos positivos para o Fluminense: a volta do Thiago Silva e a suspensão do Fabinho por mais um jogo. Uma pena para a torcida tricolor que tenha sido por mais jogos.
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Está provado que o Conca necessita de alguém de categoria ao seu lado para que possa exibir o seu futebol da Libertadores. Por enquanto, teremos que ir de Tartá mesmo, mas é preciso que a diretoria reveja a sua posição e contrate algum outro meia urgente, pois nenhuma equipe resiste impunemente à perda de dois jogadores habilidosos. Achar que o elenco atual tem condições de suprir as ausências de Cícero e Thiago Neves é coisa de quem não entende nem um pouco da coisa que se propõe a dirigir.
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Considerando a sinalização da LDU de rever a liberação do Urrutia, sua contratação deveria ser tentada. Ficaríamos com Urrutia, Arouca, Tartá e Conca, um meio campo que daria para o gasto nesse fim de campeonato. Romeu seria o reserva imediato e a torcida livre de Ygors, Fabinhos, Maurícios, Davids e outras aberrações.
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Um treinamento especial para o Fernando Henrique para ver se ele aprende a sair do gol também seria bem-vindo.
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Se o Cuca não inventar no próximo domingo, o Fluminense terá condições de mais uma vez derrotar o arqui-rival, que não está com essa bela toda, como apregoa a mídia parcial.
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Até lá, tricolores. Encontrar-nos-emos no Maracanã, com a certeza de não ter que nos desesperar com as pixotadas do Fabinho.
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Dá-lhe Fluzão!
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Náutico 1 x 3 Fluminese. Até que enfim a primeira fora de casa.


Nosso Tricolor começa a recuperação no Brasileirão. Continuando nessa toada, em breve estará longe da zona de rebaixamento, batalhando por uma vaga na Copa Sul-Americana.
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O time foi valente, brigou durante todo o tempo, mostrando a garra que andou faltando nos últimos jogos.
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O padrão de jogo melhorou, evidenciando que agora a equipe está sendo submetida a treinamentos táticos.
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Excelente atuação de Washington. Três gols, além de sofrer um pênalti claro não marcado pela arbitragem. Esse é o Washington que a galera quer, correndo em campo, caindo menos e sem aquele exagero nas reclamações. Continuando assim, dará novas alegrias aos tricolores.
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Quando o trabalho é feito com coerência até as fatalidades contribuem para corrigir as mancadas. A contusão do Tartá obrigou o Cuca a parar com a invenção pardalesca de escalar o Arouca na lateral direita.
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Não que o Carlinhos seja um craque de bola, mas com o Arouca em sua posição original, o time apresentou maior consistência. Alguém precisa informar ao Cuca que se ele achar que vai armar uma defesa segura com Fabinho e Ygor, aliados ao Roger jogando na zaga central, breve amargaremos novas derrotas inacreditáveis para times medíocres.
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A volta do Thiago Silva deve resolver a fragilidade da defesa. Isso se a nossa diretoria ineficiente lutar para não liberá-lo para esquentar banco de zagueiros de pior qualidade que jogam na seleção da mula dunga.
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Preocupante mesmo só a declaração do Cuca de que prefere abrir mão do Urrutia para ficar com Ygor, Fabinho, Maurício e Romeu. Ou ele tomou um chá de coca ou já foi seduzido pelos espertos empresários dos cavaleiros do apocalipse. Será que vai entrar no mesmo esquema do Renato? Lamentável.
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A seguir o recorte da notícia, publicada no site globo.com
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21/08/08 - 01h04 - Atualizado em 21/08/08 - 01h04
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Cuca abre mão de Urrutia para dar moral aos volantes da equipe
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Técnico quer formar a "Família Cuca" com Romeu, Ygor, Maurício, Arouca...
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A LDU sinalizou nesta quarta-feira com a possibilidade de liberar o volante Urrutia para o Fluminense, após uma novela que já dura cerca de três semanas, desde quando Renato Gaúcho ainda comandava o Tricolor. Mas agora, se depender de Cuca, a LDU pode liberar quem quiser, pois ele não tem interesse em contar com o equatoriano. O novo técnico tricolor espera formar a "Família Cuca", dando moral para os atuais jogadores.
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Ei Cuca, vê se aprende: moral não ganha jogo, habilidade sim, coisa que nem o Ygor e muito menos o Fabinho possuem. Acorda patativa!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Fluminense 1 x 0 Atlético Mineiro. A primeira de Cuca.

Jogo morno, difícil, mas o que interessa de fato foram os três pontos.
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O time melhorou no astral. Cuca mostrou que pode arrumá-lo melhor, embora arrumar a defesa sem o Thiago Silva seja uma tarefa difícil até para o gênio da lâmpada.
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A propósito, se nossa diretoria tivesse um pouquinho de bom senso pediria a dispensa de seu zagueiro e o incorporaria imediatamente ao elenco tricolor, porque manter o Roger na posição sem a mínima condição física é uma temeridade. A CBF não terá argumentos para negar a liberação, já que a mula do Dunga não o utiliza no time titular.
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Esperanças renovadas no distanciamento da zona de rebaixamento o quanto antes.
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Preocupante só a declaração do Cuca, ao ser inquirido por um reporter, provavelmente torcedor do urubu, sobre quem substituiria o Maurício, se Ygor ou Fabinho. Se depender do treino, como afirmou o treinador, é provável que o Fluminense entre em campo contra o Náutico com dez jogadores.
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Alô Cuca, se manca. Escala o Arouca ao lado do Romeu. Se quiser mexer na equipe no segundo tempo, coloca o Sandro, mas Ygor e Fabinho jamais. Esses dois foram invenções do Renato e que acabaram custando a sua cabeça. Não corra o mesmo risco. A torcida tricolor não o perdoará.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Em busca do tempo perdido.

Caros tricolores, Renato não é mais o técnico do Fluminense.
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Após tantas perdas, inúmeros erros e a ameaça real de rebaixamento, finalmente a diretoria atentou para a causa principal do mau desempenho de uma equipe, que se não é um primor de qualidade, deveria estar pelo menos entre os dez primeiros do campeonato e com a Copa Libertadores bem guardada nas Laranjeiras.
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Falharam ao permitir que uma única pessoa definisse os destinos do clube, como se fosse infalível. Contratações de atletas indicados sem o mínimo critério técnico, o que aliás continuou até o presente momento, com a vinda de "reforços" de qualidade no máximo igual ao do plantel existente.
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A injustificável retirada do time principal das primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, sempre contestada nesse espaço, a escalação de jogadores sem qualidade técnica em detrimento de outros bem melhores, a falta de um padrão de jogo definido, de jogadas ensaiadas, as substituições estapafúrdias durante os jogos, enfim a perda de todos os campeonatos que disputou forçaram a diretoria a tomar a decisão, embora tardiamente.
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Vá Renato, vá com Deus e que tenha sucesso em outro clube. Que os erros cometidos no comando do Fluminense sirvam de lição para moldar um outro tipo de treinador, mais moderado, menos dono da verdade e mais profissional. A torcida tricolor jamais esquecerá o gol de barriga contra a urubuzada e tem a certeza de que refletindo com calma na tranquilidade de seu lar, chegará a conclusão que essa era a única solução plausível para o desgaste irremediável.
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Notícias dão conta que o clube corre atrás do Cuca. Deveria correr atrás do Parreira também. Caso realmente ele não queira mais trabalhar como técnico, que venha para o lugar do Branco. Coordenaria as divisões do futebol e não deixaria o Cuca chorar nem reclamar tanto das arbitragens.
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De qualquer modo, pior do que estava é impossível.
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VAMOS LÁ GALERA TRICOLOR. PRESTIGIAR O TIME DOMINGO NO MARACANÃ, PORQUE A COISA ESTÁ FICANDO PRETA.
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domingo, 10 de agosto de 2008

Ipatinga 2 x 1 Fluminense. Adeus Libertadores!

Amigos tricolores, não dá para esperar mais. Ou a diretoria substitui o Renato Gaucho, ou o Fluminense cairá novamente para a segunda divisão e com o mesmo treinador da primeira queda.
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O jogo com o Ipatinga tinha que ser ganho de qualquer maneira, mas o nosso Professor Pardal voltou a errar. E errar feio. Vejam quantas bobagens fez numa partida só.
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1. Escalou o Fabinho, o cavaleiro do apocalipse tricolor. Seria apenas uma questão de tempo para ele voltar a fazer lambança. Foi expulso aos cinco minutos do tempo final numa entrada desleal e desnecessária. Os tricolores mais lúcidos esperam que o Tribunal dê a ele uma suspensão de pelo menos seis jogos.
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2. Manteve o Roger como zagueiro e continuamos a tomar gol de cabeça em escanteios, para não falar de outras falhas. Quem entende um pouco de futebol sabe perfeitamente que o Roger tem lugar nesse time, mas não de zagueiro. Volto a questionar o fato dele não ser escalado no lugar do cavaleiro do apocalipse.
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3. Após a expulsão, substituiu o Somália pelo Maurício. Perdeu um atacante, colocando um jogador que não marca e não sabe apoiar. Era tudo que o técnico do Ipatinga queria. Partiu para cima com tudo e o resultado só poderia ser aquele. Fosse o Ipatinga um pouquinho melhor teria dado uma goleada.
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4. Continuando suas invencionices, colocou o Éverton no lugar do Tartá. O "novo reforço" indicado pelo Renato mostrou logo em sua estréia do que é capaz, confirmando as previsões sobre suas novas indicações no comentário do dia 27 de julho, após a vergonhosa derrota para o Cruzeiro.
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Por isso tudo é que não há mais esperanças de conseguirmos a classificação para a Libertadores. Muito dinheiro jogado fora, um elenco de primeira linha que não ganhou absolutamente nada nesse ano de 2008. E se não nos livrarmos do Renato já, sem nenhuma sombra de dúvida, amargaremos outro rebaixamento.
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FORA RENATO, FORA BRANCO, FORA FABINHO, FORA YGOR.
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HORCADES E CELSO BARROS, AMIGOS AMIGOS, NEGÓCIOS A PARTE. NO MOMENTO EM QUE SE TRATA DE SAVALGUARDAR OS INTERESSES DO FLUMINENSE, OS AMIGOS TÊM QUE SER SUBSTITUÍDOS POR GENTE COMPETENTE.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Fluminense 3 x 1 São Paulo. O leão está ressurgindo!

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Mensagem postada no blog do João Garcez na tarde de quarta-feira.
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"Helio Qua, 06/08/08 18:50 "
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"Caro João e demais amigos tricolores,
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Hoje acordei com um bom presságio. Vamos ganhar do São Paulo. Alguns dos craques do passado irão se incorporar nos do presente e aí, apesar do Renato e do Fabinho, o Fluzão ressurgirá das cinzas. Vai ser um jogo duro. Poderia ser mais fácil se tivéssemos um técnico no lugar do boleiro empresário, pois certamente teria alternativa para esse meio campo. Aliás, para substituir o Fabinho qualquer alternativa é melhor. Três zagueiros, por exemplo, com o Roger na sobra. Mas mesmo assim vamos ganhar. Quem acreditar pode ir ao Maracanã para comprovar. Assistirei pela televisão, pois não posso quebrar minha promessa: jamais voltar aos estádios enquanto o Fabinho for escalado de saída. E a garotada sub-15? Bicampeã mundial, com sete vitórias em sete jogos, ganhando inclusive do Manchester United em seu próprio estádio. A diretoria deve estar esfregando as mãos: mais mercadoria a ser vendida a preço de banana. É isso aí.
Forte abraço".
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Consumou-se a premunição. O Fluminense venceu e com categoria. Ainda que considerando as declarações do Murici de que o São Paulo teria jogado a pior partida do ano, o fato é que o nosso tricolor apresentou-se bem melhor que nas últimas partidas.
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Não foi nem preciso a incorporação dos antigos craques. Bastou o Renato parar de inventar.
Cada um no seu lugar, jogando o seu feijãozinho com arroz e alguns craques para dar o tempero.
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Nas entrevistas após o jogo não houve clamores por reforços, passes de mágica e outras baboseiras. Querer sempre ser o máximo à custa do menosprezo dos demais é uma atitude que nunca deu certo. Agora que a porta está arrombada, parece que o Renato aprendeu a lição. Tomara que vá aplicá-la em outro clube e deixe o Fluzão em paz.
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Poderia ter sido assim desde o início. Ainda mais porque esse negócio de por culpa em janela européia é pura falácia. O time até agora só perdeu dois jogadores: Gabriel e Cícero. Os Thiagos estão na Seleção Olímpica. O Neves cotado para ser reserva de focas amestradas e o Silva por incompetência ou "puxa-saquismo" da diretoria, pois o clube não tinha obrigação de cedê-lo.
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Futebol é assim. Muito simples. Sem invenções, sem proteções descabidas, os resultados são alcançados.
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Esperemos que alguém do comando do clube enxergue que não dá mais para escalar Ygor para atender interesses de empresários. O time é muito melhor sem ele. E tem sido melhor até com o Fabinho. Isso deve bastar para certificar o atestado de incompetência para quem o indicou e quem o contratou. A brincadeira custou o Campeonato Estadual, a Libertadores e o Campeonato Brasileiro. E não foi por falta de alerta.
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Essa realidade deveria bastar para fazer com que aqueles que defendem a permanência do técnico boleiro refletissem um pouco mais. Durante grande parte do ano, o Fluminense teve o melhor elenco do Brasil. E o que ganhou? Um vice-campeonato, perdido para uma equipe infinitamente inferior.
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RENATO DEIXE A VEZ PARA OUTRO. O SEU TEMPO NO FLUMINENSE JÁ PASSOU!
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----------------------------------------------------------------------------------Destaque para o bi-campeonato mundial sub-15. Sete jogos, sete vitórias: Eintrarch Frankfurt - Alemanha (1 x 0), Shizuoka - Japão (7 x 0), Green Town - Chile ( 3 x 0), Honka - Finlândia (4 x 1), Manchester United - Inglaterra (2 x 0), Basel – Suíça (4 x 1) e a grande final: Atlas Guadalajara – México (2 x 0).
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Após a conquista, o gerente das categorias de base, Bruno Costa, atribuiu o sucesso ao apoio dado pelo presidente Horcades, Branco e Tote Menezes, sem os quais nada disso seria possível. "Hoje temos profissionais de altíssimo nível aqui em Xerém e conseguimos realizar um ótimo trabalho", declarou.
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A torcida tricolor espera que essa safra atinja a maioridade brilhando pelo Fluminense e não seja dizimada por 30 moedas como vem acontecendo com as gerações reveladas em Xerém, como os gêmeos Rafael e Fábio, hoje destaques no site oficial do Manchester United.

sábado, 2 de agosto de 2008

Fluminense 1 x 2 Internacional. A "via crucis" continua!


E vai continuar até que o comando da equipe seja mudado.
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Nada pessoal contra o Renato, que continua sendo meu ídolo. Aquele gol de barriga na urubuzada será para sempre inesquecível.
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Mas o amor ao Fluminense é infinitamente maior do que qualquer simpatia pessoal que possa existir. Infelizmente o tempo de Renato como técnico já passou. Não tem mais concerto. É como pasta de dente que sai do tubo. Impossível entrar de novo.
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Embora o admire como jogador fora de série que foi, o mesmo não consigo fazer como técnico. Ainda está verde. Precisa de muito mais quilometragem. Aí, quem sabe, poderá voltar ao comando tricolor.
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Hoje mudou a postura. Parou de achincalhar o elenco que ele mesmo ajudou a formar. Resolveu dar força ao grupo, não reclamar por reforços e atribuir a derrota à falta de sorte. Tarde demais. O elenco não está feliz e sabe que essa mudança de atitude não vem de dentro da alma do treinador. É mais um jogo de cena, talvez orientado por alguém de bom senso, embora bom senso na direção do Fluminense seja uma qualidade difícil de encontrar.
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Sob esse aspecto, é preciso bastante atenção às suas palavras após o jogo: "- Em primeiro lugar, prefiro enaltecer a minha equipe pela dedicação, pela luta. No intervalo do jogo já havia elogiado e a meu ver tivemos uma atuação melhor ainda no segundo tempo. Inter, que tem grande equipe, foi lá duas vezes e fez os gols. Infelizmente ocorreu mais uma derrota dentro de casa".
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Num ponto, o nosso Professor Pardal está certo. O Inter foi lá duas vezes e fez dois gols. Esqueceu de dizer que foram duas arrancadas do Nilmar para cima do atleta mais veterano em campo. Prestem bem atenção, no primeiro gol o Roger estava à frente do Nilmar e perdeu feio na corrida. Chegou na área esbaforido, sendo facilmente driblado. Por azar ainda maior, a bola passou entre as pernas do Fernando Henrique.
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Então vem logo à tona a pergunta que não quer calar. Como pode um treinador que se julga competente, escalar o Roger para marcar o Nilmar no mano a mano? Será que esqueceu de que o Roger tem idade para ser pai do Nilmar? E que, além disso, o jogador do Inter é um craque em nível de seleção? Só não é convocado porque o comando da Seleção é ocupado por outra jamanta.
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Não teria sido muito mais fácil definir o Luiz Alberto para marcá-lo, deixando o Roger na sobra? Poderíamos ter entrado com três zagueiros, pois tanto o Fabinho quanto o Romeu erraram quase tudo que tentaram, o que era óbvio até para o mais desavisado dos tricolores.
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E o Maurício, escalado novamente na lateral direita? Ele não consegue vislumbrar alternativa para a posição.
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E o que dizer do Somália no banco? E a substituição? Sacou o garoto que melhor atuava, deixando jogadores piores em campo.
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Concluindo a entrevista, nosso técnico soltou mais essa pérola: "- Nunca vi um time atravessar má fase e o técnico ser aplaudido. Há vinte e cinco dias eu era um dos melhores treinadores da América. Da noite para o dia, eu não presto, o grupo do Fluminense é muito ruim. Torcedor é muita paixão e temos de entender. As pessoas que comandam o clube precisam pensar e não podem se deixar levar pela paixão. É aquilo que falei. É deixar trabalhar - ou não - para passar esta fase".
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Era considerado bom técnico porque o time estava ganhando de adversários de valor, principalmente São Paulo e Boca Juniors, apesar da insistência com o Ygor, que de uma hora para outra poderia por tudo a perder. Falhou no gol do Adriano, no Maracanã, sendo facilmente driblado pelo Aluísio, igualmente no jogo com o Boca, onde o Dátolo deitou e rolou em cima dele, antes de cruzar para o gol do Palermo.
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Esquecendo-se das partidas decisivas com o Botafogo no campeonato estadual, Renato manteve o seu protegido, não se importando se o pior viesse a acontecer. Veio o jogo de Quito e a teimosia foi repetida. Nem a apresentação catastrófica o abalou.
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Até que chegou a final. E perante mais de oitenta mil testemunhas, o Ygor foi mantido e o time que precisava de três gols de diferença, foi a campo com apenas um atacante e, para piorar, sem reunir condições físicas ideais.
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Depois de mais uma falha e gol da LDU, voltamos a ter dois atacantes. A equipe lutou, virou o jogo, mas não teve forças para ganhar a prorrogação. Nenhum outro atacante descansado foi colocado para jogar. Não é preciso descrever o fim da triste história.
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Renato, você apostou. Apostou freneticamente num cavalo que não era puro sangue. Não estudou as jogadas do adversário, aliás a única que ele tem. E perdeu. Perdeu feio e quem perde tem que pagar.
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Suas próprias palavras enfatizaram que as pessoas que comandam o clube precisam pensar e aí, meu caro, inteligentes como devem ser, se pensarem seriamente chegarão à conclusão de que, nesse momento, a única saída para o bem do Fluminense será a sua substituição.