quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Feliz retorno Dodô! E os reforços para o Fluzão?

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Depois de amargar uma inexplicável suspensão de dois anos por um doping ministrado pelo próprio clube que defendia à época, Dodô volta aos gramados com a camisa do Vasco.
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Boa iniciativa do Roberto Dinamite, que resolveu bancar a aposta mesmo com o craque tendo ficado parado por tanto tempo.
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A condenação de Dodô é um dos casos inusitados do mundo do futebol. O tremendo auê feito pela mídia cretina, provavelmente com o objetivo precípuo de prejudicar o Fluminense, clube que defendia à época da condenação, acabou por chamar a atenção da FIFA, que resolveu levar o caso à corte internacional.
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Fatos semelhantes ocorridos com outros atletas, como o de Marcão do Palmeiras, por exemplo, também condenados pela Justiça Desportiva Brasileira e depois anistiados, não tiveram nenhuma repercussão tanto na mídia como na entidade máxima do futebol.
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Espero que Dodô tenha mais sorte em 2010 porque no último biênio, além dessa esdrúxula condenação, sofreu um boicote absurdo por parte do Renato Gaúcho, interessado em garantir de qualquer modo um lugar na equipe para o seu pupilo Ygor, conforme sobejamente comentado em vários posts desse blog.
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Que voltem os gols bonitos, desde que não sejam contra o Fluminense.
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Reformulação em compasso de espera
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Até agora o Fluminense é o único clube que não contratou ninguém, ou melhor, contratou, a pedido do Cuca, um refugo do medíocre time do Botafogo. Os demais nomes veiculados em tese não acrescentarão muita coisa ao elenco, são todos piores do que os que o clube já possui. Atletas de peso mesmo somente o Julio Cesar e Leandro, atualmente mais próximos de outros clubes.
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Dizem que o imbróglio sobre a permanência do Branco está atrapalhando, mas será que não existe pelo menos uma cabeça pensante na atual direção?
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Num ano em que finalmente terminamos com uma base de respeito, com necessidade apenas de alguns reforços pontuais, corremos o risco de amargar decepções pela lerdeza contumaz nas negociações. E ainda falam em ceder o Tartá para o Bahia, essa então é dose para elefante.
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FELIZ NATAL A TODOS.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Planejamento para 2010. Urge tirar o atraso!


Confirmada a manutenção de Cuca à testa da Comissão Técnica e passada a euforia da brilhante reação tricolor, chega o momento de reflexão sobre o comportamento do Fluminense no ano de 2009.

Em que pese a brilhante reação que manteve o clube na elite do futebol brasileiro, os resultados alcançados foram muito abaixo do esperado, pois afinal de contas nenhum título foi conquistado. Na realidade, as campanhas no campeonato estadual, Copa do Brasil e Brasileirão foram muito ruins.

É certo que a recuperação mágica satisfez a todos os apreciadores do futebol bem jogado, tricolores ou não, mas convenhamos que a décima sexta colocação num campeonato repleto de times medíocres não é façanha digna do Fluminense.

Chegou a hora do planejamento que, se bem feito, terá tudo para transformar o Fluminense numa das grandes potências do futebol brasileiro em 2010.

Isso porque há muito o clube não termina o ano com uma base respeitável e com a maioria dos jogadores com contrato em vigor por tempo considerável. Não mais do que quatro ou cinco contratações deverão ser suficientes para fortalecer o plantel e capacitá-lo a disputar todas as competições do ano com chances de sucesso.

O elenco tricolor conta hoje com cerca de trinta e seis atletas e certamente necessitará de um enxugamento. Sem querer menosprezar a capacidade de ninguém, pois todos de um modo ou outro contribuíram nas diversas campanhas, a redução poderia começar com aqueles que terão seus contratos encerrados nesse mês e que no momento não ostentam a condição de titulares. Enquadram-se nessa situação: Edcarlos, Fabinho, Augusto e Radamés.

Entre os que ainda terão contratos com vigência até o final de 2010, poder-se-ia pensar em negociar rescisões, quer pelo fraco desempenho apresentado no decorrer do ano ou por contusões reincidentes. São os casos de: Wellington Monteiro, Carlos Eduardo, Luiz Alberto, Roni e Leandro Amaral.

O caso do Leandro Amaral é sui-generis. O atleta já chegou ao clube lesionado e em nenhum momento conseguiu recuperar-se. Chegou ao ponto de declarar que "não estava rendendo durante o campeonato estadual porque vinha jogando no sacrifício de comum acordo com o departamento médico" (sic). Declaração muito estranha que só serve para comprovar que voltava ao clube com uma séria lesão, que não conseguiu curar mesmo após o decurso de todo o ano.

Outras posições teriam que ser melhor avaliadas. Para o gol, por exemplo, notícias veiculadas na imprensa dão conta de que Fernando Henrique manifestara o desejo de sair por vislumbrar melhores condições de titularidade em outros clubes. Se o fato for real, Berna poderia ser mantido. Caso contrário, torna-se um sério candidato à rescisão, pois nas vezes em que foi guindado ao time principal não inspirou confiança suficiente, falhando seguidamente.

Para a lateral direita, a diretoria se movimenta para manter o Mariano e notícias dão conta do interesse pelo Ney, do Atlético Paranaense. Se ambas as contratações se concretizarem, creio que Ruy perde espaço e passa a ser um forte candidato à dispensa.

Para a zaga, Gum, Digão, Dalton e Cássio constituem um quarteto promissor, mesmo assim torna-se necessária a contratação de um zagueiro mais experiente, como o Rodolfo, por exemplo.

Para a lateral esquerda, existem negociações com o Julio Cesar, do Goiás. Se a contratação for concretizada, o empréstimo do João Paulo poderia ser aventado, como modo de propiciar mais tarimba a essa promissora cria da casa.

Fica ainda um abacaxi para a diretoria descascar: Paulo César. Contratado para jogar na lateral esquerda, esse bom lateral direito do passado não se apresentou bem nas poucas oportunidades que teve. A avaliação de contratá-lo para jogar na esquerda foi um equívoco. É verdade que quando tinha vinte e poucos anos conseguiu bons desempenhos jogando na esquerda, pois mesmo torto, com sua juventude e sua técnica conseguiu suplantar a dificuldade. Hoje, com mais de trinta, não seria justo esperar-se boas apresentações jogando na esquerda. Como lateral direito ou mesmo volante talvez ainda possa quebrar o galho. É sem dúvida um pepino para o Cuca decifrar.

Considerando-se como verdadeiras essas assertivas, o elenco tricolor para 2010 poderia em princípio ser o seguinte:
GOLEIROS: Rafael, Fernando Henrique ou Ricardo Berna, um da base e um experiente para compor o elenco. Magrão, do Náutico, por exemplo, é uma sugestão.
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LATERAIS DIREITOS: Mariano e novo contratado
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ZAGUEIROS: Gum, Digão, Dalton, Cássio e mais um experiente a ser contratado.
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LATERAIS ESQUERDOS: Julio César ou outra contratação e Dieguinho.
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VOLANTES: Diogo, Diguinho, Urrutia, Maurício, Marquinho e Raphael Augusto.
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MEIAS: Fábio Neves, Tartá, Equi Gonzáles, Conca e mais um meia habilidoso a ser contratado visto que no momento o Conca, além de precisar de um apoio mais consistente, não tem substituto à altura.
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ATACANTES: Fred, Kiesa, Adeilton, Alan e Maicon e mais um atacante.
Para o ataque torna-se imprescindível a contratação de um atacante de ponta por dois motivos básicos: a falta de um substituto à altura para o Fred, visto que sem ele o ataque não produz e a atuação perniciosa da Traffic, que aos poucos vai se apoderando das revelações de Xerém com a clara intenção de passá-las adiante na primeira oportunidade.
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Nesse pormenor, seria um alívio para a torcida tricolor se o Fluminense conseguisse se livrar de vez dessa parceira madastra, antes que ela consiga dilapidar o patrimônio tricolor representado pelas jovens estrelas de sua base.
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Caros amigos, são apenas sugestões de um tricolor acostumado às vitórias do passado e calejado com as idiotices constantes perpetradas contra o nosso Fluminense pelas últimas administrações.
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Que Deus ilumine o Cuca e os membros da diretoria para que essa base maravilhosa receba o reforço necessário para fazer do clube em 2010 aquele Fluminense vencedor e não o que luta desesperadamente para fugir do rebaixamento.
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E DÁ-LHE FLUZÃO! FUTURO CAMPEÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, DA COPA DO BRASIL E DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2010!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

PARABÉNS, CRAQUES GUERREIROS! PARABÉNS, TORCIDA ENCANTADA!

O esforço quase sobre-humano despendido pelos atletas tricolores e a dedicação impar de uma torcida apaixonada sensibilizaram os deuses do futebol que, em sua infinita sabedoria, resolveram recompensar o Fluminense, o melhor, mais charmoso e mais simpático clube do Brasil.



Foram vinte e sete rodadas na zona de rebaixamento. Ao final da 23ª rodada, ocupando o último lugar na classificação e com míseras três vitorias até então, a torcida tricolor era motivo de chacota nos bares, escritórios, esquinas e até na Internet.

Matemáticos cravavam em 98% as chances de queda. Jornalistas e comentaristas esportivos, principalmente os da mídia mulamba, deliciavam-se com o drama tricolor e do alto de sua empáfia vaticinavam "que o Fluminense já estava virtualmente rebaixado".

Técnicos de grife também davam seus pitacos, todos unânimes com relação ao destino do Fluminense. Os aproveitadores e aliciadores de plantão já faziam planos para contar com o Conca nos elencos de seus clubes porque, segundo suas mentalidades tacanhas, um craque dessa categoria não iria se sujeitar a jogar na segunda divisão.



A situação era realmente desesperadora. A torcida cansada de ver um time abatido, sem demonstrar nenhuma força para reagir, começou a reclamar. Vaias, faixas e protestos mostravam o caminho. Era preciso renovar a equipe, coisa que nenhum treinador tinha tido a coragem de fazer, até que a mente do Cuca foi iluminada e ele achou a equipe ideal no decorrer do jogo com o Goiás.

Mas aí só faltavam sete jogos. Quem de sã consciência acreditaria que uma equipe que só tinha três vitórias em trinta e duas rodadas, iria conseguir a façanha de ganhar dezenove pontos em apenas sete jogos?

Pois bem, a fantástica torcida tricolor acreditou. Acreditou porque viu que seus desejos finalmente estavam sendo atendidos. A volta do Fred e a entrada da "molecada" trouxeram de volta o bom futebol e a torcida para junto do time. E quando acontece essa interação mágica, a união é perfeita e ninguém mais segura o Fluzão. Foram quase dois meses de estádios lotados, não só nos jogos do Brasileirão, como também nos da Sul-Americana, perdida mais por estafa do que por superioridade do adversário.

Os oponentes foram caindo um a um. O primeiro foi o Atlético Mineiro, depois a virada sensacional sobre o Cruzeiro em pleno Mineirão, a seguir o então líder Palmeiras, que se tornou presa fácil ante um futebol vistoso e envolvente.

Atlético Paranaense, Sport e Vitória foram os demais coadjuvantes da campanha irrepreensível, que finalmente livrou o Fluminense da zona de perigo.

Foram jornadas quase que perfeitas, shows de bola, verdadeiros passeios, adversários acuados e preocupados, temerosos de sofreram goleadas acachapantes. Em suma: exibições de gala do time, com a torcida dando o seu toque de classe. A cada gol, uma vibração incontida.



Mas ainda faltava um jogo e contra um adversário direto na briga pela vaga. Ainda assim, muitos dos componentes da mídia mulamba achavam que o Fluminense iria cair. Um simples empate bastava, mas lá estavam eles, os idiotas da objetividade, vaticinando mais uma vez que o Coritiba seria o vencedor. Quebraram a cara de novo.

É inegável que os atletas jogaram com uma raça inigualável. No entanto, aqueles que aliam o sucesso tricolor apenas à raça se enganam. O time mudou e muito. A equipe que iniciou o campeonato sofreu nada menos do que sete alterações.

Teve o quarto melhor desempenho do segundo turno, 31 pontos, 54%, aproveitamento suficiente para garantir a classificação na Libertadores.

Se for considerado apenas o período a partir do jogo com Goiás, foram 20 pontos em 24 possíveis, aproveitamento de 83%, superior a de todos os campeões da era dos pontos corridos.



Sem comparação foi a participação da Torcida Tricolor nessa arrancada recorde. Mesmo quando o objetivo era quase impossível de ser alcançado, ela estava lá, junto ao time, apoiando, transmitindo a sua energia positiva. Quando foi preciso descrer dos prognósticos, da imprensa, da mídia mulamba, ela estava lá, acreditando em seus craques e cantando para João de Deus.

E plagiando Nelson Rodrigues: "A grande torcida é a do Fluminense. Nada se compara à sua flama e à sua fidelidade. Outras podem ser mais numerosas. Uma torcida, porém, não vale a pena pela sua expressão numérica. Ela vive e influi no destino das batalhas pela força do sentimento. E a torcida tricolor leva um imperecível estandarte de paixão".

E a benção veio. A torcida maravilhosa foi abençoada e o Fluminense também.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Coritiba 1 x 1 Fluminense. Time de fibra e de bola!

......Marquinho, o heroi da vez. ..... (crédito da foto: terra.com.br)
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O campeonato chegou ao fim e com dedicação impar o objetivo foi conseguido.
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Não que um clube da estirpe do Fluminense deva se contentar apenas com o fato de não ser rebaixado. A saga do Fluzão exige vôos bem mais altos, como a disputa e a conquista de títulos.
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Considerando, entretanto, a situação em que o clube se encontrava após vinte e duas rodadas, quase que unanimemente taxado como rebaixado, a recuperação tem que ser comemorada quase como se fosse um título.
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O caminho foi árduo, duas competições disputadas simultaneamente e com um elenco reduzido devido a contusões e também ao afastamento dos atletas que não vinham rendendo o que deles seria lícito esperar.
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Nesse aspecto, deve ser louvada a atitude do Cuca que, deixando de lado aquela pecha de "bebê chorão", incorporada quando de sua passagem pelo Botafogo, teve coragem suficiente para promover as mudanças há muito solicitadas insistentemente pela torcida, cansada de ver jogadores se arrastando em campo, perdendo bolas incríveis para os adversários que quase sempre se transformavam em gols e derrotas, algumas acachapantes.
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À medida que o time ia perdendo ou empatando com adversários que nada tinham de especial, Cuca foi se conscientizando que alterações drásticas teriam que ser feitas. Aos poucos foi introduzindo outros jogadores, muitos deles revelados em Xerém. Assim foram entrando aos poucos Diogo, Alan, João Paulo, Dieguinho, Tartá, Digão, Fábio Neves, Maicon , Dalton e Gonzáles, até o afastamento total dos experientes que não mais funcionavam. A metamorfose na equipe foi de tal monta que Mariano, Diguinho, Marquinho e Maurício também passaram a demonstrar acentuadas melhoras.
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Inegável que fundamental para o sucesso foi o retorno do Fred, inegavelmente um dos melhores atacantes da atualidade, não só do Brasil, mas como a nível internacional, embora não desfrute do apoio da mídia cretina, que ainda prefere insistir no endeusamento de Ronaldo, Pato, Gaúcho e outros dotados de fortes patrocínios.
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À medida que a nova equipe começava a ter sucesso, a torcida passou a acreditar e a jogar junto, criando aquele comprometimento mágico que encanta a todos.
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A partir do jogo contra o Goiás, a transformação se completou e aquele time desgastado com a série infindável de derrotas e empates finalmente engrenou e passou a jogar um futebol bonito e eficiente. O sucesso agora seria uma questão de tempo.
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O caminho para a salvação não foi nada fácil. A impossibilidade de perder tornava cada jogo uma dura batalha. E foram onze batalhas, entremeadas com as da Sul-Americana, perdida por detalhes face a contingências já comentadas em postagem anterior.
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A segunda divisão estava logo ali. Mais um rebaixamento, mais um ano de sofrimento. Seria um castigo cruel para a Melhor, Mais Bonita e Mais Educada Torcida do Brasil.
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Os atletas tricolores, ignorando a previsão dos "entendidos" conseguiram virar o jogo. O Fluzão do final do returno jogou um futebol refinado. Foram sete vitórias e quatro empates, obtidos de modo insofismável. Os adversários iam tombando um a um, independentemente de local e mais uma vez a magia tricolor fazia renascer o Fluzão das épocas áureas.
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Discordo da maioria que diz que o Fluminense ganhou apenas na base da raça. Raça houve sim, até invejada pelos outros, mas houve também futebol e muito bem jogado. Cada jogo foi uma aula de categoria. Nos oito últimos jogos, seis vitórias seguidas e dois empates, que transformaram o Fluminense no atual time da moda.
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O jogo final com o Coritiba foi nervoso e emocionante. Poderia ter sido menos sofrido se o bandeira estivesse melhor colocado para ver que a bola do Fred ultrapassou completamente a linha de gol, mas ao final o que interessa é que a permanência na elite foi conseguida.
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Agora é comemorar por alguns dias e começar a planejar 2010. Espero que a diretoria não repita os erros do passado, começando por tentar a permanência do Cuca, que já conhece o elenco e por isso mesmo saberá reforçá-lo nas posições ainda carentes e principalmente poderá definir melhor os jogadores que não mais deverão permanecer no elenco.
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Se assim proceder, não tenho dúvidas que em 2010 voltaremos a ganhar títulos de expressão, já no primeiro semestre.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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O mural estampado pela Unimed enfatiza:

"OS MATEMÁTICOS DIZIAM QUE AS CHANCES DO FLUMINENSE SER REBAIXADO ERAM DE 98%. MAS MATEMÁTICOS NÃO CALCULAM PAIXÃO".

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Ao que complemento:

NÃO CALCULAM PAIXÃO E NEM ENTENDEM NADA DE FLUMINENSE. AINDA BEM!

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Nova Musa Tricolor.
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Mais uma prova de quem é bom já nasce feito.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Fluminense 3 x 0 LDU. Faltou muito pouco!

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Mais uma vez o Fluminense demonstrou ser um time de respeito. Dominou a LDU que, diga-se de passagem, só joga na altitude e só não conseguiu reverter a diferença por detalhes.
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Nervosismo e ansiedade foram os principais fatores, a conivência do árbitro com a cera dos equatorianos, a não marcação de um penalti claro e principalmente o destempero do Fred num momento crucial evitaram o título que poderia ter vindo. Com nosso artilheiro em campo, a tarefa hercúlea certamente estaria mais perto de ser concretizada, afinal ainda faltavam dezessete minutos e mais os acréscimos para o quarto gol salvador.
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Mas não podemos crucificar o Fred. Sua atitude inadequada deve ser perdoada. Afinal, são mais de dois meses de pressão total, jogando contra tudo e contra todos, com o apoio apenas da maravilhosa torcida tricolor. Não fossem os seus gols decisivos nas partidas anteriores e o Fluminense nem chegaria às finais. Sua ausência serviu para confirmar que sem ele o Fluminense não consegue fazer os gols. Nossa diretoria deve se conscientizar que a montagem do elenco do próximo ano não poderá prescindir de mais um atacante goleador de fato.
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Adeilson também perdeu uma chance clara logo no início do segundo tempo. Por pura afobação chutou para fora uma bola que poderia ser gol se fosse atrasada para Marquinho, muito melhor posicionado e mais equilibrado para arrematar com sucesso.
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Foi bem substituído pelo Cuca, justamente pela intranquilidade demonstrada na maior parte do jogo. A escolha do substituto é que não foi inspirada. Conquanto Ruy tenha entrado com garra, nada fez de positivo. Praticou um monte de faltas bobas, que serviram para os catimbeiros da LDU fazerem cera e quase fez falta no goleiro por ocasião do terceiro gol. Faltou tranquilidade e, no frigir dos ovos aquilo que a torcida já sabe, faltou categoria. Kiesa teria sido uma opção mais inteligente.
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Ainda que sem conseguir o título, a Torcida Tricolor ficou orgulhosa com o comportamento do Fluminense. Desenvolvendo um futebol envolvente, jogado com garra inigualável, os atletas tricolores nunca desistiram de lutar, mesmo com os equatorianos caindo em campo o tempo todo, sob a complacência do árbitro, que ainda fazia questão de amarrar o jogo o quanto pode. Foram merecedores dos aplausos que receberam da torcida de pé.
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Se continuar a jogar desse jeito em 2010 desde o início, o Fluzão será forte candidato em todas as competições que participar. E se a diretoria tiver a sabedoria de dispensar as malas que ainda existem no plantel e que viraram autênticos "come-dormes", precisará apenas contratar uns três ou quatro jogadores de nível para tornar o Fluminense o grande papão do ano.
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Mas não é hora para lamúrias. O Fluzão jogou bem, não tomou conhecimento do bom time da LDU e agora terá a batalha final contra o Coritiba, onde uma vez mais não poderá perder. Time por time, o nosso é melhor, está desgastado é verdade, mas a garra até então demonstrada faz com que os tricolores de todos os cantos do país acreditem na vitória.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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NÚMEROS DA SUPERIORIDADE TRICOLOR NO JOGO COM A LDU
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Posse de bola: Fluminense 59%, (desses 85% do meio-campo para a frente); LDU 41%.
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Finalizações: Fluminense: 22; LDU: 5
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Defesas: Rafael: 1; Dominguez: 7
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Gols: Fluminense: 3; LDU: 0
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(crédito da foto: terra.com.br__EFE).

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Fluminense 4 x 0 Vitória. Chocolate tricolor e adeus Z4!

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Das cadeiras do Maracanã, à medida que o Fluzão desenvolvia seu futebol envolvente eu me perguntava o porquê de tanta demora para a inclusão das jovens promessas de Xerém no time principal. Afinal de contas, a tônica de todas as nossas equipes vencedoras foi a presença de craques feitos em casa.
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Até mesmo na Máquina Tricolor de 1975 e 1976 pratas da casa como Edinho, Marco Antônio, Carlos Alberto Pintinho e Kleber, além do "retornado" Carlos Alberto Torres, brilhavam juntamente com as estrelas contratadas a peso de ouro.
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Essa mescla sempre foi salutar ao Fluminense e o último título de expressão conquistado confirma essa assertiva, visto que Fernando Henrique, Arouca, Júnior César, Carlos Alberto e Thiago Silva foram titulares absolutos durante toda a campanha da Copa do Brasil de 2007.
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Perguntava-me também o porquê do Cuca não ter sido contratado logo após a saída do Parreira? Por que apostar na mesma comissão técnica que havia perdido o título mais fácil da história da Libertadores?
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Pois bem, Renato esteve à frente da equipe em dez rodadas, 30 pontos dos quais ganhou apenas 6, um aproveitamento pífio de 20%.
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Cuca até agora dirigiu a equipe em quinze rodadas do Brasileirão. Obteve 29 pontos dos 45 possíveis, ou seja, um aproveitamento de 64,5%.
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Cuca precisou de oito rodadas para se convencer que o time necessitava de sangue novo, quando decidiu apostar de vez na "molecada", o que fez a partir do jogo com o Goiás. De lá até hoje foram sete jogos, onde obteve 19 pontos dos 21 possíveis, um aproveitamento imbatível de 90%. É claro que a volta do Fred contribuiu em muito para esse desempenho, mas é inegável a participação de Digão, Dieguinho, Maicon, Alan e Tartá nesse processo de transformação.
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Divagando no tempo, imaginei Cuca assumindo logo após a saída do Parreira, ou seja, dez rodadas antes. Certamente o Fluminense já estaria livre do fantasma do rebaixamento e talvez até disputando uma vaga para a Libertadores, além de ter uma situação mais confortável na Sul-Americana com a relação de inscritos planejada com mais apuro.
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Bem, vida que segue, o que passou, passou e só serve para alertar nossos dirigentes para que não caiam novamente em esparrelas semelhantes.
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Quanto ao jogo com o Vitória, não teve nem graça. Aos cinco minutos já estava liquidado. A partir daí a equipe se poupou nitidamente e controlou a partida, embora desse algum espaço ao adversário.
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No segundo tempo, o Fluzão voltou mais ligado e precisou de apenas quinze minutos para definir a partida, com o terceiro gol marcado pelo Conca. No finalzinho, a pá de cal e novamente com Conca, que marcou o seu segundo para delírio dos cinquenta e cinco mil tricolores presentes.
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Conca como sempre foi o destaque. Fred fez um golaço, digno de placa, mas jogou num ritmo mais cadenciado, visivelmente poupando-se para as duas partidas de vida ou morte que terá que enfrentar nessa semana.
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Alan recuperou a confiança perdida nas alturas e teve uma participação efetiva, inclusive com um arremate certeiro que abriu o caminho para a vitória.
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Equi Gonzáles, ainda fora das condições ideais, demonstrou que quando recuperar a forma deverá ser titular absoluto. Os dois passes para o primeiro e terceiro gols foram jogadas de quem conhece, deixando Alan e Conca na cara do gol.
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Diguinho foi um monstro no desarme. Em compensação, ao contrário de González, continua errando praticamente todos os passes. No final demonstrou mais uma vez imaturidade, caindo na provocação dos baianos, sendo expulso e desfalcando a equipe na batalha decisiva.
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Os demais mantiveram o padrão de sempre, nenhum brilho avassalador, mas também nenhum erro que comprometesse a atuação. Apenas Rafael pareceu começar o jogo inseguro, talvez em função do pesadelo de Quito, aos poucos foi recuperando a confiança.
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Cuca foi bem na escalação. Nas substituições, penso que deveria ter dado uma oportunidade ao Urrutia no lugar do Maurício e substituído o Fred antes do Alan. Mas a cada dia que passa queima a minha língua e vem apresentando um trabalho consistente. Ainda bem que errei feio em minhas previsões, quando de sua contratação.
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Agora, o mesmo problema do ano passado. Tenho certeza de que o Fluminense tem time para devolver o placar obtido pela LDU em Quito e se não o conseguir será devido ao desgaste inevitável para um grupo tão reduzido de jogadores, embora por paradoxal que seja, o clube disponha de um plantel dos mais inchados do Brasil. Coisas do Fluminense.
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NÃO CUSTA BOTAR FÉ, ESTAREMOS LÁ NA QUARTA-FEIRA.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sábado, 28 de novembro de 2009

5 x 0 ! É possível, por que não?

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Passado o estado catatônico em que me encontrava após a debacle em Quito, cheguei à conclusão que a guerra ainda não acabou.
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Afinal a equipe da LDU não é nenhuma seleção imbatível. É apenas um bom time, treinado para aproveitar as condições favoráveis da altitude e do cansaço dos adversários que enfrenta sempre em meio a outras competições.
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Seu plantel é formado por jogadores médios, nenhum craque consagrado. Mendez, sua maior estrela, acabou de voltar da Europa, numa passagem sem muito brilho. O que eles sabem fazer bem é aproveitar essas a vantagens e dão show em termos de correria, cruzamentos sobre a área e principalmente chutes precisos de média e longa distância. Estão longe de constituir um time de craques, porque se tivessem jogadores diferenciados, a seleção equatoriana não teria sido eliminada dentro de casa pela fraca equipe do Uruguai.
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Essa, aliás, é a única fórmula que tem e a razão de seu sucesso deve-se em muito ao fato dos adversários não atentarem para esse detalhe. Quem assistiu ao tape do jogo com o River pôde constatar a veracidade dessa afirmação. Pena que os nossos guerreiros tricolores não acreditaram que a coisa poderia se repetir e deram todo o espaço do mundo para que eles chutassem livremente.
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A LDU quando joga fora de casa perde mais do que ganha. Ano passado, no Maracanã, perdeu duas vezes e só conseguiu ser campeã graças às maquinações do safado escalado para apitar a final e ao fator Ygor, de triste lembrança.
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Quem observou o jogo com calma pode constatar que, à exceção do argentino Bieler, nenhum outro sabe driblar. A defesa é fraca e bate cabeça quando é atacada, como na jogada do gol do Marquinho.
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A fórmula então é partir para cima dos caras desde o início, porque ao nível do mar aqueles chutes traiçoeiros não deverão existir. O problema é o desgaste do Fluminense, pois são poucos os jogadores inscritos disponíveis para jogar.
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Como dito no post anterior, o Cuca terá que fazer uma reengenharia na equipe para o jogo com o Vitória. Quase certo que Diguinho, Mariano, Conca e talvez Fred não aguentem os noventa minutos, por isso o aproveitamento de Tartá, Gonzales ou Urrutia em pelo menos meio tempo será necessário.
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O resto é ir com fé que pode ser que ainda dê. A TORCIDA ESTARÁ PRESENTE PARA APOIAR.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

LDU 5 x 1 Fluminense. Pane total!

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O que dizer dessa noite catastrófica? Por mais que observemos os lances da partida, quase nada de positivo poderá ser extraído.
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Apontar responsáveis? Não seria justo, não para esse grupo que vem se dedicando ao máximo para salvar o Fluminense do abismo em que foi lançado por decisões anteriores, decisões essas de um amadorismo tacanho, de uma irresponsabilidade criminosa, cometidos pelos mesmos autores dos erros de 2008.
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A começar pela relação de inscritos para participar da Copa Sul-Americana. Relação realizada sem o mínimo critério por uma comissão técnica despreparada e que desde o início demonstrou querer livrar-se da responsabilidade o quanto antes.
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Ausências como a de Fred, Dieguinho e Tartá, por exemplo, não passariam pela cabeça de nenhum tricolor são das ideias. Estavam contundidos, dirão alguns. Certo que estavam, mas a competição iria se estender até o mês de dezembro, tempo suficiente para que esses atletas estivessem recuperados.
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Mas essa não era a ideia. O objetivo era o de se livrar da Sul-Americana o mais rápido possível, de preferência na fase nacional, o que só não aconteceu pela incompetência do Flamengo, eliminado por um time de reservas que jamais haviam jogado juntos.
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Observem a relação dos inscritos: 1. Fernando Henrique, 2. Ruy, 3.Cássio, 4. Luiz Alberto, 5. Diogo, 6. Augusto, 7. Diguinho, 8. Marquinho, 9. Kiesa, 10. Roni, 11. Conca, 12. Ricardo Berna, 13. Digão, 14. Mariano, 15. Raphael Augusto, 16. Fabinho, 17. Maicon, 18. Alan, 19. João Paulo, 20. Fábio Santos, 21. Maurício, 22. Rafael, 23. Carlos Eduardo, 24. Radamés, 25. Dalton
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Sem nenhum esforço, qualquer criatura medianamente inteligente veria que existia espaço para a inclusão de Fred, Dieguinho e Tartá nas vagas de jogadores que nunca jogaram e não iriam jogar em nenhum jogo da competição, como Augusto, Raphael Augusto e Radamés, por exemplo.
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Se assim tivesse procedido aquela nefasta comissão técnica, além de contar com Fred, Dieguinho e Tartá, ainda haveria o mesmo espaço para a inclusão de Gum e Adeilson e sobraria uma vaga para Urrutia ou Equi Gonzalez.
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Agora são águas passadas, mas vale o registro para que jamais a diretoria do Fluminense torne a abrir as portas para comissões técnicas formadas por incompetentes boleiros churrasqueiros.
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Quanto ao jogo com a LDU, em sã consciência a derrota seria um resultado normal. Cansaço, estresse, fuso horário, viagem, altitude e acima de tudo falta de reservas à altura dos titulares, sinalizavam para a impossibilidade de vitória.
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O que não se esperava eram as falhas de marcação, ocorridas durante o jogo. Parece que ninguém assistiu ao tape de LDU e River, onde quatro dos sete gols dos equatorianos foram feitos de chutes de longa distância. Ninguém tentou interceptar esses arremessos e aí vai uma crítica construtiva para essa garotada, estudar melhor o jogo dos adversários e prestar mais atenção aos fatos durante as partidas.
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Só nos resta agora uma boa apresentação no Maracanã, vencê-los por um bom placar e deixar a competição de cabeça erguida. O chato é ter que aturar novamente aqueles caras levantando a taça em nosso estádio. Mas quem sabe, um milagre não ocorre?
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Sul-Americana de lado, voltemos as baterias para o Vitória. Precisamos vencer a todo custo para finalmente sair da zona do rebaixamento. A tarefa é difícil, mas completamente exequível. Bom seria que o Cuca poupasse alguns jogadores que não estão mais se aguentando em pé. É o caso do Diguinho, que poderia ser substituído pelo Urrutia ou Gonzalez. Tartá também deveria ter uma chance de jogar, porque certamente aprontaria uma correria para cima dos baianos e daria um gás novo às jogadas de ataque. Que Deus inspire o Cuca.
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DOMINGO É O DIA, TRICOLOR. NÃO DEIXE SUA CADEIRA VAZIA. IREMOS VENCER O VITÓRIA.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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