domingo, 18 de março de 2012

Fluminense 1 x 3 Macaé. Vexame histórico!


Wellington Nem, o único vislumbre de criatividade.  (foto: Lancenet.com.br / Paulo Sergio)
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Com um time desfigurado, o Fluminense foi presa fácil do Macaé no longínquo e esburacado estádio de Moça Bonita.
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Pior do que a derrota em si tem sido a repetição por parte do Abel do mesmo erro que cometeu Renato Gaucho em 2008.
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Com o artifício de poupar os titulares para a Copa Libertadores, Renato usou seguidamente equipes reservas no campeonato estadual e também nas primeiras rodadas do Brasileirão, com o que não conseguiu chegar às finais no carioca e por pouco não levou o clube novamente à Série B.
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E a consequência mais desastrosa foi que a equipe principal, apenas se dedicando a treinos, perdeu o ritmo de jogo e a condição física e passou a dar mostras de cansaço nos jogos da Libertadores. Na final contra a LDU, os atletas davam nítidos sinais de fadiga a partir da metade da segunda etapa.  Na prorrogação, então, todos se arrastavam em campo e com isso o Fluminense perdeu o título para uma equipe infinitamente inferior.
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A situação agora se apresenta mais confortável em relação ao estadual, pois a conquista da Taça Guanabara garante o Fluzão nas finais.
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Preocupante, entretanto, é o que poderá acontecer no Campeonato Brasileiro e na própria Libertadores.
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Isso porque as finais estão marcadas para os dias 27 de junho e 4 de julho e caso o Fluminense chegue a elas, fato ser perfeitamente viável, terá que disputar simultaneamente sete rodadas do certame nacional, das quais quatro sem o mando de campo contra adversários difíceis: Corinthians, Santos, Atlético-GO e Náutico.
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Ou seja, mantendo essa equipe desentrosada e com jogadores fora de forma, a probabilidade do Fluminense sair da disputa pelo título nacional desde o seu início é bastante palpável.
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O que a Comissão Técnica e a Diretoria precisam ter em mente é que o elenco não é nada de extraordinário como se apregoa. Ele permite apenas a substituição de um ou dois jogadores desgastados sem que o time perca a sua força, mais do que isso torna o Fluminense uma equipe fraca que não consegue ganhar de ninguém.
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Não que todos os suplentes sejam “cabeças de bagre”, mas sem ritmo de jogo não conseguem produzir o esperado para levar a equipe às vitórias.
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O desempenho contra o Macaé é mais uma prova cabal. Lanzini, Jean, Souza, Wagner e Rafael Moura foram caricaturas de jogadores de futebol.
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E sem gente para levar a bola ao ataque com eficácia, as deficiências dos defensores se sobressaem para alegria dos atacantes adversários.
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Wellington Nem até que tentou, mas se perdeu em meio à mediocridade reinante.
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Melhor do que ficar apenas treinando,  seria colocar os titulares para jogar contra Bonsucesso e Botafogo, objetivando melhorar o entrosamento para o jogo com o Zamora, na Venezuela.
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Riscos de contusão existem também nos treinos. Que o digam Elivelton, Araújo, Deco, Fred e tantos outros que já se lesionaram no gramado das Laranjeiras durante simples treinamentos.
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Acorda Abel.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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DETALHES:
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Fluminense 1 x 3 Macaé
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Local: Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
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Árbitro: Maurício Machado Coelho Júnior (RJ)
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Auxiliares: Rodrigo Joia (RJ) e Rodrigo Henrique Corrêa (RJ)
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Gols: Pipico, aos11' da primeira etapa; Wallacer, aos10', Josiel, aos 33' e Matheus Caravalho, aos 45' da segunda.
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Cartões amarelos: Valencia, Anderson, Jean
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Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno (Matheus Carvalho, intervalo), Digão, Anderson e Carlinhos; Valencia, Jean, Souza e Lanzini (Wágner, aos 23'/2ºT); Wellington Nem e Rafael Moura. Técnico: Abel Braga.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Fluminense 1 x 0 Zamora-VEN. Líder absoluto!

Anderson o herói da noite.  (foto:Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)

Chegara a hora. Quase 25 mil tricolores aguardavam ansiosamente mais uma exibição de gala do Tricolor.
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O otimismo numa goleada era intenso, afinal o Zamora havia sido batido facilmente pelo Arsenal há uma semana.
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O jogo começou e os primeiros minutos deram uma falsa impressão de que a abertura do placar seria questão de minutos.
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Que nada, a equipe do Zamora veio disposta a obter o empate de qualquer maneira e posicionou nove de seus dez jogadores de linha na sua defesa.
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Tentava sair de vez em quando para o ataque, mas nada de produtivo conseguiu.
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Em campo, o Fluminense sentia a ausência de Thiago Neves. Sobis, seu substituto novamente não rendia o esperado por seu treinador.
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Embora seja um bom jogador, Sobis ainda não recuperou a forma do final do ano passado. É um fato que acontece com alguns atletas, que custam a adquirir a plenitude depois de períodos de férias.
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A insistência absurda de Abel tem sido pior para o próprio atleta que cada vez mais perde espaço na equipe titular. Um período de descanso para melhor condicionamento físico se faz necessário.
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O mesmo se aplica a Carlinhos e Edinho, outro preferido do treinador, cuja contusão ajudou na manutenção do Valencia na equipe titular.
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Sem conseguir penetrar na área adversária, o Fluminense apelou para os cruzamentos que sempre paravam nos zagueiros venezuelanos.
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Durante o intervalo, os comentários quase unânimes nas arquibancadas do Engenhão apontavam para a saída de Sobis e a entrada de Lanzini.
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Abel pensou de forma semelhante com relação ao Sobis, mas preteriu Lanzini e colocou Rafael Moura.
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Mesmo sem ser a substituição ideal, com a presença de Moura o ataque melhorou sua movimentação e conseguiu furar o bloqueio venezuelano logo aos doze minutos, através de um chute de fora da área, desferido pelo Anderson.
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O gol não fez o Zamora mudar sua postura. Continuou atrás, retrancado, na esperança de conseguir o empate com alguma “bola vadia”.
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Sem ter com quem dialogar no meio de campo Deco não conseguia repetir a boa atuação da jornada anterior, até que Abel resolveu substituí-lo por Lanzini, confirmando o erro recorrente de formações com três atacantes e apenas um homem de ligação para tentar municiá-los.
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Era voz corrente entre os torcedores que Lanzini deveria ter entrado no lugar de Sobis, aliás, desde o início do jogo. A presença de dois meias habilidosos dificulta a marcação e permite que Deco possa exibir toda a beleza e eficácia de seu futebol.
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Sozinho na função, irá sempre sofrer marcação cerrada e como não possui mais o vigor de quando era jovem seu desempenho tende a sofrer oscilações.
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O panorama da partida não se alterava com o adversário recuado à espera de um gol milagroso.
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Seus ataques esporádicos não ofereciam perigo, até que por volta dos 35’ uma bobeira geral quase permitiu o gol de empate.
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O lance serviu de sinal vermelho para Abel que promoveu a entrada de Carleto. 
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A  partir daí e até o final o Fluminense controlou o jogo e confirmou a vitória, mantendo os cem por cento de aproveitamento na competição. Uma única vitória nas próximas rodadas garantirá a classificação, independentemente dos resultados dos demais concorrentes.

(foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)
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Ao término do jogo a Torcida em uníssono enalteceu a atuação de Valencia, que novamente deu mais consistência ao sistema defensivo e mais liberdade a Diguinho, também ovacionado, que pode render melhor.
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Destaque também para Anderson, autor do gol e também da providencial intervenção que evitou o gol de empate.
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Ao analisar o jogo, Abel declarou-se satisfeito com a apresentação tricolor. Enalteceu o domínio durante todo o tempo e a manutenção dos 100% de aproveitamento.
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Disse ainda não considerar justo dizer que o Fluminense jogou mal e não acreditar que iria ler isso nos jornais. “_Não sou burro e nem cego. O adversário se postou na defesa o jogo todo. O 1 a 0 pode até ter parecido pouco, mas é pecado dizer que jogamos mal”, acrescentou.
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É claro que Abel não é burro e muito menos cego. A Torcida Tricolor sabe disso e está com ele, mas esse apoio não a impede de recriminar sua teimosia com relação à insistência com certos jogadores, privilegiados nas escalações, ainda que em péssimas condições físicas.
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A de Rafael Sobis, por exemplo, é patética e essa teimosia fez com que o time jogasse durante toda a primeira etapa praticamente com um jogador a menos.
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Outro ponto de discórdia é a titularidade quase que automática do Edinho, quando Valencia tem demonstrado estar em fase bem superior, além do não aproveitamento do Lanzini ao lado do Deco, nos impedimentos de Thiago Neves.
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Na realidade, nós tricolores temos é que comemorar a liderança absoluta, não só no nosso grupo, mas também dentre todos os concorrentes e a certeza que com o retorno do Thiago Neves ninguém vai ter vez.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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DETALHES:
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Fluminense 1 x 0 Zamora-VEN
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Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
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Árbitro: Patricio Polic (Fifa-CHI)
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Auxiliares: Julio Díaz Pardo (Fifa-CHI) e Sergio Roman (Fifa-CHI)
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Gol: Anderson, aos 12' do segundo tempo.

Cartão amarelo: Fred

Fluminense:  Diego Cavalieri, Bruno, Leandro Euzébio, Anderson e Carlinhos (Carleto, aos 37'/2ºT); Valencia e Diguinho; Deco (Lanzini, aos 28'/2ºT), Rafael Sobis (Rafael Moura - intervalo) e Wellington Nem; Fred - Técnico: Abel Braga.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Flamengo 2 x 0 Fluminense. Prejuízo menor!

É Souza, que dureza! (foto: Terra.com.br / Dhavid Normando / Photocamera)


Depois de uma vitória épica contra o Boca Juniors, o mínimo que a Torcida Tricolor poderia esperar seria outra apresentação de gala no Fla-Flu.

Não deu. A decisão do Abel de poupar oito atletas que participaram daquela noite mágica transformou o Fluminense num time previsível e sem nenhuma objetividade.

Nem o fato do goleiro Paulo Victor ter sido o destaque rubro-negro não conta muito porque, na verdade, a maioria dos arremates careceu de força e precisão.

Inegável que o foco maior está no confronto com o Zamora, mas o que questiono é a real necessidade de poupar tanta gente. Ao menos Valencia e Digão deveriam ter jogado, como forma de aumentar o entrosamento da formação de defesa que apresentou o melhor desempenho do ano.

Outro ponto que não consigo entender é a insistência na escalação de equipes com três volantes, ainda mais quando conta com um armador completamente fora de forma como o Wagner.

Gostaria que Abel se conscientizasse que três jogadores do elenco necessitam de um período de reciclagem com o objetivo de voltar à forma antiga. Escalar Wagner, Sobis e Edinho, no momento atual, só servirá para prejudicá-los cada vez mais, além de tornar as coisas mais difíceis para o nosso clube.

Tudo bem, no fundo o que interessa é a Libertadores e quanto ao estadual, na pior das hipóteses, já estamos garantidos nas finais.

Com certeza na próxima quarta-feira os que forem ao Engenhão irão se deliciar com mais um show do Tricolor.

E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

Flamengo 2x0 Fluminense

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães

Auxiliares: Dilbert Pedrosa Moisés e Luiz Antonio Muniz de Oliveira

Gols: Ronaldinho, de penalti, aos 21’ e Kleberson, aos 24’ do primeiro tempo.

Cartões Amarelos: Carleto, Diguinho e Anderson

Fluminense: Diego Cavalieri; Jean (Lanzini, 20/'2ºT), Leandro Euzébio, Anderson e Carleto; Edinho (Wallace no intervalo), Diguinho, Souza e Wagner; Rafael Sóbis (Samuel no intervalo) e Rafael Moura. Técnico: Abel Braga


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Junior, por que não te calas?
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Esse blog não poderia deixar de registrar o comportamento inadequado de um ex-tricolor “vira-casaca” que, para evitar curvar-se à exibição de gala do Fluzão, resolveu denegrir a qualidade do Boca Juniors, afirmando que o time de Buenos Aires não era a mesma coisa do passado e que alguns de seus jogadores não teriam condições de disputar nem a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.
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Lamentável que alguém que escolha a carreira de comentarista deixe-se levar por interesses escusos a ponto de não ter a decência de manter a imparcialidade em seus comentários.
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Que o Junior reze bastante para que o seu preferido não cruze com o Boca no mata-mata, porque se esse confronto vier a acontecer, pelo que anda jogando a urubuzada, antevejo um massacre argentino.
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Roberto Sander, em seu post Um, dois, três o Boca é freguês! E a questão rubro-negra”, do qual transcrevo abaixo alguns trechos, aborda com propriedade o assunto.
“... Naquela altura do jogo, ao invés de enaltecer o feito do Flu, ter dito que o Boca tem jogadores que não estariam na Segunda Divisão do futebol brasileiro foi um despautério, algo fora de propósito e dito na hora errada.


...Me causou surpresa também porque, acreditem ou não, o Júnior foi tricolor até pelo menos se firmar como jogador dos profissionais do Flamengo. Como já disse aqui na resposta a um comentário, ele estava inclusive nas arquibancadas do Maracanã na grande final do Carioca de 1973 e vibrou muito, conforme ele mesmo me contou quando trabalhávamos juntos no Sportv, com os gols de Manfrini.
...Ainda mais porque, no início do jogo, encheu a bola do time dizendo que todo mundo era “cascudo, uma equipe forte, experiente, em condições de se impor na Bombonera”.

Em seu texto, Sander elenca também alguns dos motivos do eterno despeito dos flamenguistas em relação ao Fluminense.
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Leia a íntegra do artigo, publicado no site NETFLU.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Boca Juniors 1 x 2 Fluminense. Boca calada!

Fluzão calou a Bombonera.   (foto:Lancenet.com.br / Ricardo Ayres)


Logo após a Conmebol divulgar a composição do grupo D da Libertadores, começaram as previsões macabras das pitonisas de plantão, todas sinalizando para a quase certa derrota do Fluminense na Bombonera.
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O adversário era o todo poderoso Boca Juniors, invicto há 36 partidas e que, em quase cem confrontos internacionais em seu estádio, havia perdido menos que dez.
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O fraco desempenho contra o Arsenal chegou a colocar uma pitada de dúvida nos torcedores tricolores presentes ao Engenhão, por perceberem nitidamente que o time jogava travado, com os laterais engessados e sem nenhum atacante com velocidade suficiente para puxar os contra ataques.
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Felizmente Abel também percebeu o problema e bastou a efetivação de Wellington Nem para que a equipe mudasse da água para o vinho. As convincentes vitórias sobre Americano e Bangu cristalizaram a titularidade da mais nova promessa de Xerém, que em boa hora permaneceu nas Laranjeiras, apesar de alguns terem tentado forçar a sua venda no início do ano.
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A soberba vitória sobre o Vasco deu à Torcida Tricolor a certeza que o Fluzão despertara novamente e que agora seria um osso duro de roer para qualquer adversário.
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Ainda assim o estádio mítico preocupava e também o adversário, aquele mesmo que depois da derrota para o Santos de Pelé em 1963, manteve durante quarenta e cinco anos o tabu de não perder jogos eliminatórios para clubes brasileiros até ser eliminado pelo Fluminense na semifinal de 2008.
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Essa que poderia ser a senha da felicidade esbarrava em mais um argumento dos profetas do apocalipse, que afirmavam que naquela disputa o jogo na Argentina aconteceu em outro estádio, muito menos emblemático do que a Bombonera e que agora é que a coisa seria para valer.
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Apesar de todas essas baboseiras, no fundo os tricolores acreditavam numa reviravolta histórica. Tanto assim que cerca de quatro mil deles partiram para a Argentina e tomaram as ruas de Buenos Aires.
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E enfim chegou o dia e o Tricolor mostrou mais uma vez a sua força. Venceu com autoridade, sofrendo alguns sustos é verdade, mas não poderia ser de outra maneira, afinal estava jogando no templo sagrado do adversário, empurrado por mais de quarenta mil torcedores.
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E como num passe de mágica, o Fluminense brilhou. Parece até que os Anjos da Guarda de Castilho, Didi e Ademir vieram inspirar Diego Cavalieri, Deco e Fred, da mesma forma que o de Telê parecia orientar o nosso treinador.
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(fotos: 1 - EFE; 2, 3 e 4 - Terra.com.br / Ricardo Ayres / Photocamera)
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Deco arrasou e ganhou o pseudo duelo com Riquelme, com certa facilidade até. Fred, contundente como sempre, começou a desmontar a defesa argentina com uma cabeçada certeira antes mesmo do jogo esquentar.
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Cavalieri por sua vez teve uma atuação digna dos tradicionais goleiros tricolores, muralhas quase intransponíveis em batalhas memoráveis.
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A esteira do quarteto mágico contagiou Wellington Nem, que descadeirou o seu marcador e serviu com precisão a Deco para o arremate perfeito.
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Pena que Thiago Neves, sem as condições físicas ideais, não conseguia acompanhá-los.
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E loas também à defesa, que dessa vez não comprometeu e se apresentou mais consistente, talvez devido à presença de Valencia.
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E para gáudio dos tricolores, o Fluminense calou a Bombonera e ao final da partida só os gritos brasileiros ecoavam nas dependências tristes do outrora estádio imbatível.
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E o Fluminense, aos poucos, vai se transformando no carrasco do clube seis vezes campeão da Libertadores.
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E em meio à euforia tricolor, só restou a  Riquelme chorar uma vez mais.

(foto: AFP)
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sábado, 3 de março de 2012

Fluminense 3 x 0 Nova Iguaçu. Bom aperitivo para a Bombonera.

Agora é a vez do Boca Juniors.  (foto: Terra.com.br / Photocamera)

Abel resolveu arriscar e escalou a equipe principal na rodada desse fim de semana.
Muitos temeram por contusões, como aconteceu com o Vasco da Gama, que irá ficar sem Tenório durante seis meses.
A alternativa de manter os titulares inativos, no entanto, é tão ou mais arriscada porque o time acaba perdendo o ritmo.
O exemplo de 2008 ainda está vivo nas mentes dos torcedores que viram aquela bela equipe arrastar-se em campo a partir da metade do segundo tempo e durante toda a prorrogação naquela fatídica noite de 2 de julho, deixando escapar o título para uma equipe tecnicamente inferior.
O jogo foi tranquilo, quase que um treino de luxo e a vitória veio de modo natural. O bom time do Nova Iguaçu quase não incomodou, embora nossa defesa tenha proporcionado duas oportunidades de ouro, felizmente desperdiçadas pelos atacantes adversários.
Lances como esses sinalizam para a necessidade da contratação de um zagueiro mais habilidoso e mais cedo ou mais tarde tanto a Comissão Técnica, como a Diretoria terão que encarar esse problema de frente.
Quase todos demonstraram evitar as jogadas mais ríspidas, tirando o pé nas divididas, porque no fundo os pensamentos estavam focados no Boca.
Rafael Sobis foi a exceção, esforçando-se muito, ajudando na marcação e fazendo dois gols, além de um chute no travessão.
Mostrou que pode vir a ser uma boa opção no caso de Thiago Neves não reunir condições de jogo para quarta-feira.
Os dois próximos compromissos, Boca Juniors e Flamengo, deverão ditar o ritmo da equipe daqui pra frente.
Confio em duas ótimas apresentações e de preferência com duas vitórias.

E DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:
Fluminense 3 X 0 Nova Iguaçu

Local: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)

Árbitro: William Marcelo de Souza Nery

Assistentes: Ediney Mascarenhas e Marco Aurelio Pessanha

Gols: Rafael Sobis,  26'/1ºT e 29'/2ºT e Matheus Carvalho, 31'/2ºT.

Cartão amarelo: Valencia

Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno, Digão, Anderson e Carlinhos; Valencia, Diguinho (Jean, 26'/2ºT), Deco (Souza, 26'/2ºT) e Wellington Nem (Matheus Carvalho, 28'/2ºT), Rafael Sobis e Fred - Técnico: Abel Braga.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Resende 2 x 1 Fluminense. De novo a modorra das fases de classificação carioca!

O resultado da "incompetência" da Federação. E a Diretoria Tricolor não reage.  (foto: Lancenet.com.br / Paulo Sergio)



A Taça Rio começou toda errada para o Fluminense.

A começar pela falta de senso dos ególatras dirigentes da Federação Estadual ao marcarem um jogo do campeonato para uma tarde de dia útil.

E o escolhido para a sandice foi justamente o campeão do turno anterior. Parece coisa de recalcado ou de alguém, que por não estar acostumado a trabalhar pensa que o resto da população goza dessa ignóbil mordomia.

Mas, independentemente do horário, calor e estádio vazio, a apresentação tricolor foi de doer.

Esperava-se um futebol vibrante de uma equipe totalmente formada por reservas, visto que eles não se cansaram de apregoar que iriam agarrar a oportunidade com todas as suas forças para tentar uma vaga entre os titulares.

O que se viu, no entanto, foi um time dispersivo, desmotivado e sem nenhuma vontade de vencer. A comemoração do Sobis por ocasião de seu gol foi o espelho fiel do ânimo de todos.

Ainda assim, o Fluminense foi superior na maior parte do tempo e não fossem as falhas recorrentes dos mesmos de sempre a vitória poderia ter sido obtida com facilidade.

Antes mesmo que o Fluminense acordasse em campo, o Resende já marcava o seu gol com Marcel, após driblar Digão com a facilidade de quem rouba doce de criança. Sinto calafrios só de pensar que existe a possibilidade dele estar em campo contra o Boca Juniors.

Em seu estado normal Abel não pode fazer essa bobagem. Qualquer outra opção, à exceção da escalação de Márcio Rosário, tornará a defesa mais consistente. Por que não tentar o Edinho de zagueiro?

O Fluminense continuou tocando a bola e mesmo sem demonstrar muita vontade, acabou prevalecendo a melhor técnica de alguns de seus jogadores. Em decorrência, após duas bolas na trave do Resende, o empate veio aos trinta minutos numa boa trama entre Lanzini, Wagner e Souza que culminou com o belo gol de Rafael Sobis.

Após o intervalo, a troca de Souza por Wallace diminuiu a qualidade do passe, embora o domínio continuasse com o Tricolor até que num contra ataque despretensioso a defesa bateu cabeça e o Resende voltou a marcar.

A sequencia de falhas começou quando Fábio perdeu uma dividida na entrada da área e a bola sobrou na esquerda para o centro de Marcel para Marcelo Régis marcar sob a inexplicável passividade de Márcio Rosário e Berna.

A partir de então, Abel fez duas alterações e voltou a incorrer no erro de sempre, mantendo quatro atacantes em campo, Rafael Sobis, Rafael Moura, Samuel e Matheus Carvalho, com falta de habilidade no meio de campo para municiá-los. E o resultado lógico só poderia ser a derrota, uma vez mais.

A estratégia de Abel de enviar onze reservas a campo foi correta. O desgaste da equipe principal nas finais da Taça Guanabara e a proximidade do jogo na Bombonera sinalizavam para essa decisão.

Mas é preciso que alguém alerte o nosso treinador para que não repita a estratégia utilizada em 2008, quando os titulares poupados em todos os jogos perderam o ritmo, deixaram escapar o título da Libertadores e não conseguiram se encontrar mais durante o restante do ano, o que quase custou o rebaixamento para a segundona.

Poupar jogadores durante a Taça Rio será uma medida salutar se realizada com parcimônia, preservando aqueles que estiverem exauridos, mas nunca a equipe toda de uma só vez.

E sobre o time de ontem, talvez só o Carleto consiga uma vaga de titular. O resto poderá ter utilidade no futuro, mas sempre como reservas.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:


Resende 2 X 1 Fluminense

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)

Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises e Francisco Pereira de Sousa

Gols: Marcel, aos 5' e Rafael Sobis, aos 30' do primeiro tempo e Marcelo Régis, aos 19’ do segundo.

Cartões amarelos:  Wallace

Fluminense: Ricardo Berna; Souza (Wallace - intervalo), Digão, Márcio Rosário e Carleto; Fábio (Samuel, 22'/2ºT), Jean, Lanzini (Matheus Carvalho, 26'/2ºT) e Wágner; Rafael Sobis e Rafael Moura - Técnico: Abel Braga.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Fluminense 3 x 1 Vasco. Esse sim é o FLUZÃO!

O quarteto fantástico tricolor destroçou o então invicto.

Durante os dias que antecederam a decisão eram unânimes os loas ao time do Vasco. Comentários e palpites emitidos através das rádios, TV’s ou jornais, tanto do Rio como de outros estados, consideravam o fato do Vasco ser campeão como líquido e certo.

Apregoavam o melhor entrosamento dos cruzmaltinos, a invencibilidade no campeonato, o longo jejum do Fluminense em clássicos regionais, etc., etc..

Os mais “eruditos” alardeavam a qualidade do meio campo vascaíno destacando a qualidade de Juninho, Diego e Felipe.

Esqueceram de que o Fluminense possui um dos melhores, senão o melhor meio de campo do Brasil.

Ainda bem que “toda a unanimidade é burra” como já dizia o grande Nelson e o resultado final comprovou mais uma vez a assertiva.

Na realidade, o Tricolor arrasou o Vasco e não fosse a afobação de Wellington Nem e Thiago Neves em pelo menos três oportunidades, o resultado final teria sido um verdadeiro massacre.

Com exceção dos primeiros minutos em que conseguiu manter certo equilíbrio e nos minutos finais após o gol de Eduardo Costa em que o desespero tomou conta dos jogadores do Vasco, a Torcida Tricolor pode saborear uma das decisões mais tranqüilas com um domínio quase total sobre o adversário.

Os únicos momentos inquietantes ficaram por conta das bolas alçadas na área e os erros de posicionamento da zaga, fato que o Abel deve procurar corrigir nos treinamentos que antecedem o jogo na Bombonera.

Liderada por um verdadeiro show de Deco, a equipe tricolor sobrou em campo. Wellington Nem infernizou e até mesmo o excelente Dedé não conseguiu barrar suas investidas.

Após o primeiro gol, conseguido através de uma penalidade máxima de Fagner em Wellington Nem e cobrada com perfeição pelo Fred, o Vasco sumiu em campo.

Apenas seis minutos depois, Deco ampliou com um gol antológico e o domínio foi total. Tivesse um pouco mais de calma na conclusão, Thiago Neves teria definido a vitória logo em seguida.

Para o segundo tempo, Abel substituiu Carlinhos por Thiago Carleto, que deu mais consistência ao setor esquerda da defesa.

Os que esperavam a reação do time do “vira-vira” assistiram o Fluminense ainda senhor da situação e que só precisou de mais doze minutos para liquidar a decisão com o terceiro gol, numa jogada mortal em que participaram Bruno, Deco e Thiago Neves até a conclusão certeira de Fred.

À medida que o tempo passava o desespera dos vascaínos aumentava. Nas arquibancadas, já ecoavam os gritos de “é campeão” e os torcedores adversários iam deixando e estádio faltando ainda mais de quinze minutos para o final do jogo.

Uma tarde de gala, outra epopéia tricolor.
Destaque para as atuações do quarteto ofensivo formado por Deco, Thiago Neves, Wellington Nem e Fred e também para Bruno e Diego Cavalieri, que quando acionado não cometeu falhas.

A boa atuação de Valencia, que não errou um passe sequer, deu mais firmeza a Diguinho, que também esteve bem e Carleto provou que merece mais chances.


 DETALHES:

VASCO 1 X 3 FLUMINENSE

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia, Rodrigo Figueiredo Henrique Correa

Gols: Fred, aos 36' e Deco, aos 41'do primeiro tempo;  Fred, aos 12’ e Eduardo Costa, aos 37’ do segundo.

Cartões amarelos: Wellington Nem e Deco

Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Leandro Euzébio, Anderson e Carlinhos (Carleto - intervalo); Valencia, Diguinho, Deco e Thiago Neves; Wellington Nem (Jean 23'/2ºT) e Fred - Técnico: Abel Braga.

E DÁ-LHE FLUZÃO CAMPEÃO!