segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Olaria 0 x 0 Fluminense. Eta joguinho xôxo!


Foi um jogo lento, com sono. A equipe sentiu muito o desentrosamento, além da juventude dos estreantes. Não faltou correria e disposição, mas não havia organização do meio para a frente.

O Flu foi beneficiado com a justa expulsão de um jogador do Olaria na primeira metade do primeiro tempo. Com superioridade numérica, o time passou a tocar a bola com mais facilidade, porém com pouca objetividade.

Sem Conca e Everton, a criação de jogadas ficava a cargo do Diguinho, o capitão da equipe esta noite. Apesar de não gostar muito do Diguinho, reconheço que o seu futebol tem evoluído nas últimas partidas. Mas daí confiar a ele a criação das jogadas, rola um pouco de exagero do seu amigo Cuca.

Apesar da maior posse de bola, o Fluminense não conseguia criar. A formação com três zagueiros não fazia mais sentido. O Olaria atacava e a bola ficava girando na defesa e no meio campo do Fluminense.

A rigor, no primeiro tempo, somente uma boa chance, com o Fábio Neves, com uma boa defesa do goleiro Ângelo do Olaria.

Os estreantes sentiram o peso da estreia e o desentrosamento do time. Todos correram, lutaram e não comprometeram, mas nenhuma atuação a se destacar. O volante Neves foi o mais seguro dos garotos.

No segundo tempo, Cuca percebeu que com um jogador a mais, não havia mais necessidade de três zagueiros e sacou o Digão, dando lugar ao Kieza.

A entrada do Kieza melhorou um pouco a movimentação na frente, porém uma vez mais, mostrou que é um atacante com tremendas dificuldades para finalização. Na grande chance que teve, em vez de chutar de primeira, resolveu levantar a bola antes do arremate, o que permitiu a chegada do goleiro para bloquear a bola. Seu empresário declarou que ele não deverá continuar no clube pela falta de oportunidades. A menos que melhore muito em outra equipe, não deixará saudades.

A melhor oportunidade do jogo foi em uma das poucas estocadas do Olaria. O atacante Romário perdeu um gol incrível na marca do penalti numa linda defesa do Rafael com os pés. Ainda bem que não era o xará baixinho do outro lado...

Esse lance evidenciou o mesmo buraco que vez por outra aparece em nossa defesa. Ontem foi o Romário genérico, sábado será o Dodô, o Carlos Alberto ou o Philippe Coutinho e aí o estrago poderá ser pior do que foi contra a urubuzada.

No final, Cuca colocou Dori em campo, mas a jovem promessa não teve oportunidade nem tempo de mostrar seu futebol.

Enfim, o zero a zero acabou sendo justo.


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Já está ficando chato. É sempre a mesma coisa. Toda vez que o Fluminense chega a fases decisivas, a mídia mulamba tenta plantar notícias sobre a saída de seus principais jogadores.
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A bola da vez é novamente o Fred, que teve seu nome veiculado a uma possível transferência para um clube de São Paulo.
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Vê se te manca mídia mulamba, porque mais cedo ou mais tarde ... O FRED VAI TE PEGAR!
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Fluminense 3 x 0 Boavista. Classificação burocrática.

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Foi um jogo para esquecer. Facilitado pelas expulsões precoces de dois jogadores adversários, a equipe tricolor demonstrou mais uma vez seus pontos fracos.
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O ataque sem Fred não funciona. É incrível como os demais atacantes conseguem perder gols facílimos.
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Por paradoxal que seja, com onze contra nove o jogo foi mais difícil. A expulsão do Willians diminuiu a vantagem numérica e deu ao Boavista a sensação de que poderia empatar. O time de Bacaxá tentou imprimir alguns contra-ataques, todos bem anulados pela defesa tricolor. O Fluminense pode então aumentar a pressão sobre o adversário que já não se mantinha tão retrancado.
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E de tanto tentar, mesmo que atabalhoadamente, sem nenhuma tática definida, ao final Thiaguinho, que havia entrado no intervalo no lugar de Mariano, conseguiu dois bons arremates e acrescentou mais dois gols àquele solitário do primeiro tempo, marcado por Conca cobrando penalti.
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Preocupante a apresentação. Só serviu mesmo para dar à torcida a certeza de que o plantel é deficiente. Falta homogeneidade e quando Fred está ausente, o Fluminense se torna um time previsível e mediano.
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É certo que Conca, Gum e Cássio fizeram boa partida, mas por melhor que possam estar não serão capazes de suplantar as equipes mais fortes. O recente Fla-Flu comprovou a tese.
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O jogo, além de garantir a classificação, serviu para alguns ensinamentos. O primeiro deles foi à confirmação de que Willians não deve e não pode ser escalado como atacante. Não tem nenhum cacoete para a posição. Jogou mal, perdeu algumas oportunidades em que não conseguiu sequer arrematar com força, além de ser expulso por uma jogada bisonha e desnecessária. Confirmou a opinião desse blog quando de sua contratação, um verdadeiro "presente de grego" ofertado pela Traffic. Continuo com minha posição de que teria sido melhor manter o Tartá.
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A barracão de Leandro Euzébio foi uma boa. Sua habilidade só o credencia para compor elenco e ser aproveitado apenas em casos extremos.
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Por outro lado, Cássio jogou bem, mostrando firmeza em todas as jogadas. Necessita de mais observação face à inoperância do ataque adversário.
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De resto, só a destacar o costumeiro bom desempenho do Conca e alguma qualidade mostrada pelo Bruno Veiga.
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Com a classificação garantida e a quase certeza da segunda colocação no grupo, o jogo contra o Olaria perde totalmente seu significado. Se acontecer uma vitória ou uma derrota por diferença de quatro, cinco gols em nada será modificado o panorama das semifinais.
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É por isso que espero que o Cuca tenha a “malandragem” necessária para descansar a equipe titular, principalmente aqueles que mais se tem desgastado como Conca, Alan, Gum, Cássio, Mariano, Diguinho e Everton.
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Por que não aproveitar esse amistoso de luxo para dar ritmo de jogo a Digão, Equi González, Dieguinho e até mesmo Fernando Henrique? O fato, meus amigos, é que será inconcebível a presença de Conca, Gum, Cássio e Diguinho num jogo bobo a apenas três ou quatro dias da semifinal.
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Torço para que o Cuca reflita bem sobre o assunto e decida não arriscar por coisa nenhuma.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

23 anos sem Castilho.



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Em 2 de Fevereiro de 1987, Carlos José Castilho partia para o merecido descanso. Ídolo do Fluminense, Castilho vestiu a camisa tricolor durante dezessete anos (1947- 1964). Foi o atleta que mais vezes jogou pelo clube. Disputou 696 partidas, sendo que em 255 delas não sofreu gol.
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Com sua técnica refinada e sentido de colocação apurado garantiu inúmeras vitórias pelo placar de 1 x 0. Foi a época dos "timinhos tricolores", pois bastava os atacantes fazerem só um golzinho que o goleirão garantia o resultado. A torcida passou a idolatrá-lo e a tratá-lo de São Castilho.
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Castilho transformou-se numa lenda e sinônimo da alma e raça tricolor. Em certa ocasião, para evitar ficar dois meses no estaleiro por ter fraturado o dedo, Castilho autorizou os médicos a amputarem parte de seu dedo mínimo porque não queria de jeito algum deixar de jogar durante tanto tempo. Muito diferente dos "reis do chinelinho" que hoje povoam o futebol brasileiro.
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Foi um goleiro perfeito, realizava defesas milagrosas. Frangos? Nem pensar.
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Os adversários desdenhavam sua perícia, atribuindo-a apenas à sorte. Chegaram a apelidá-lo de leiteiro e em consequência todo o time de leiteria pelas inúmeras bolas que se chocavam contra as balizas tricolores. Não foram capazes de vislumbrar que Castilho, com seu senso de colocação perfeito, quase sempre conseguia fechar todos os ângulos possíveis, deixando para os habilidosos atacantes da época, como Ademir Menezes, Zizinho, Evaristo Macedo e outros da mesma estirpe apenas a possibilidade de acertar as suas traves.
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Com Castilho, o Fluminense foi campeão carioca de 1951, 1959 e 1964. Campeão da Copa Rio, em 1952, o Mundial de Clubes à época. Campeão do Rio-São Paulo em 1957 e 1960.
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Pela Seleção Brasileira, Castilho disputou quatro Copas do Mundo, 1950, 1954, 1958 e 1962, sendo titular na de 1954.
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domingo, 31 de janeiro de 2010

Fluminense 3 x 5 Flamengo. Cuca erra na estratégia e entrega o ouro.

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.................Cuca foi sem dúvida o grande vilão do Fluminense

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Após um primeiro tempo primoroso, o Fluminense permitiu que a urubuzada virasse o jogo e saísse vencedora.
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A meu ver, se o treinador tricolor tivesse tido um pouco mais de tranquilidade e clarividência, o máximo que o Flamengo poderia conseguir seria o empate.
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Na verdade, a falta de malandragem do Cuca já tinha ficado patente no jogo contra o Duque de Caxias. Um jogo fácil em que não havia a mínima necessidade de escalar o Fred à meia bomba. O resultado não poderia ter sido outro: estaleiro por três jogos.
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O curioso da história é que ao ser inquirido antes do jogo de quinta-feira, Cuca afirmou que o Fred estava bem e que iria jogar porque o jogo também valia três pontos. Só não levou em consideração de que o ataque com o Alan seria mais do que suficiente para vencer a partida sem muito esforço.
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Mas voltando ao Fla-Flu, o primeiro tempo mostrou um Fluminense aguerrido que acuou o adversário o tempo todo e poderia ter saído para o intervalo com o jogo definido. A rigor o Flamengo só chutou uma bola, exatamente a do gol, num penalti completamente desnecessário cometido pelo Diguinho, que volta e meia faz de suas lambanças.
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Andrade viu bem as deficiências de seu time e com duas mexidas bem calculadas transformou o panorama do jogo, partindo com decisão para cima de nossa defesa.
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Oito minutos foram suficientes para que nossos zagueiros batessem cabeça e permitissem o empate.
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A essa altura ficava claro que com a zaga formada por Gum, Leandro Euzébio e Cássio o Fluminense não chegará a lugar algum. E o pior é que enquanto Everton e Leandro Euzébio falhavam bisonhamente nos segundo e terceiros gols rubro-negros, a torcida impaciente via o Digão amargando o banco.
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Cuca substituiu Júlio César por Marquinho, esperando dar mais consistência ao setor esquerdo por onde o Flamengo, a essa altura, deitava e rolava.
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A substituição surtiu efeito, nem tanto pelo desempenho de Marquinho e sim pela facilidade causada pela expulsão do Álvaro aos dezenove minutos. O jogo ficou equilibrado com oportunidades não aproveitadas de lado a lado.
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Veio então a contusão de Maicon e Cuca começou a botar os pés pelas mãos, colocando Willians em seu lugar.
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Realmente, o "complexo de vira-lata" falou mais alto. O adversário com um jogador a menos e o nosso técnico abre mão do segundo atacante para colocar um meia. Alguns desavisados ainda dizem que Willians também joga no ataque, mas a verdade que desde seus tempos de Palmeiras ele nunca se destacou como atacante. Mal ou bem pode jogar no meio campo e ainda assim apenas como reserva.
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Apesar das lambanças do segundo tempo, o jogo caminhava para o empate, resultado que ainda manteria o Fluminense na liderança do grupo.
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Aí então o Cuca resolveu tirar um coelho da cartola, só que a cartola estava furada. Sacou o Cássio e colocou o Kiesa. E a defesa que já não estava muito segura, entregou o ouro de vez. Um minuto após a fatídica substituição, a zaga reeditou a linha burra e permitiu que Adriano avançasse sozinho e escolhesse o canto. Foi o fim, a perda de um jogo que com um pouco mais de malícia poderia ter sido transformado numa sonora goleada.
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O quinto foi consequência da desarrumação total que tomou conta da defesa depois dessa mexida infeliz. E o Kiesa? Como sempre não fez nada e sua presença só serviu para igualar o numero de jogadores das duas equipes.
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Quem sabe a invenção do Kiesa possa estar relacionada ao fato de nosso treinador ter desejado se livrar da pecha de freguês do Flamengo, obtida ainda quando treinava o Botafogo, justamente por recuar seguidamente a equipe sempre que obtinha a diferença de dois gols?
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O fato é que as equipes treinadas por ele, jogam bonito, ocupam quase todos os espaços do campo, dão calor no adversário a maioria do tempo, mas no frigir dos ovos os títulos acabam não vindo por lapsos como o de ontem.
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É certo que provavelmente àquela altura ele já deveria estar irado com a zaga, mas a substituição do Cássio pelo Kiesa só pode ser visto como um ato tresloucado. Tivesse entrado com o Digão, pelo menos o empate estaria garantido.
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Espero que Cuca reflita bem sobre as bobagens que fez durante toda a semana. Que devolva a titularidade ao Digão e pense seriamente no Dalton, quando ele se recuperar da lesão.
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Que pare de escalar atletas que não estejam em condições físicas cem por cento e pense também em aumentar a habilidade do banco de reservas, pois com o que ele tem formado não se pode esperar nenhuma alteração positiva como fez o Andrade. Que volte com o Gonzáles que, além de ter habilidade e experiência para segurar um jogo, vem se destacando nos treinos bem mais do que os reservas atuais.
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Bem, perdemos uma batalha, mas outras oportunidades virão. Até a semifinal com o Vasco pode ser que o Cuca volte a encontrar o time ideal. Eu ainda tenho fé, embora perder para a mulambada do jeito que foi seja dose para mamute.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Duque de Caxias 0 x 4 Fluminense. "Treino" de luxo.

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Vitória muito fácil, o jogo nem pode ser comparado a um amistoso, na realidade foi mesmo um treino.
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À exceção da boa cobrança de falta por volta dos dois minutos, que obrigou Rafael a se esforçar e praticar bela defesa, o Duque de Caxias nada mais fez durante todo o jogo, a não ser congestionar sua defesa na tentativa vã de brecar o ataque tricolor.
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Os erros de finalização diminuíram sensivelmente, embora tenha havido falta de capricho em algumas delas. A defesa continuou invicta, fato que não deve ser comemorado com exacerbação face à fraquíssima atuação do ataque adversário. Convém, entretanto, destacar a evolução dos laterais, que aos poucos vão ganhando mais confiança e se transformando em armas letais.
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No cômputo geral, nem foi preciso muito esforço para que a partida fosse definida ainda na primeira etapa. Absoluto em campo, com a defesa segura e o ataque veloz, o Fluminense infernizou a vida dos defensores do time da Baixada.
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O placar foi aberto logo no início. Em cobrança de escanteio, originado de uma jogada sensacional do Conca, Maicon desviou de cabeça no canto esquerdo do goleiro. A partir daí, o Fluminense passou a trocar passes e controlar a partida. A equipe adversária nada pode fazer ante a superioridade técnica tricolor a não ser apelar para os chutes de longa distância.
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A insegurança do Duque de Caxias aumentava e seus jogadores passaram a aplicar botinadas sem mais nem menos. Fred e Maicon eram os alvos preferidos, tanto que antes de quinze minutos de jogo, Fred teve que deixar o campo de maca após receber uma pancada de Gleidson, que deixou visível a marca das travas de sua chuteira na coxa do atacante. A sorte aí esteve do lado de Fred, pois a rispidez da jogada poderia ter provocado uma contusão mais séria.
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A vantagem foi aumentada aos 23 minutos, com Julio Cesar após receber de Maicon passe na medida. A partir de então, o Fluminense passeou em campo, nem precisando se utilizar da tradicional garra para consolidar a vitória. Sem forçar em demasia, o placar poderia ter sido aumentado não fosse a boa atuação do goleiro Getulio Vargas. No final da etapa, Gleidson, após mais uma botinada em Fred, acabou sendo expulso, o que facilitou ainda mais a missão tricolor.
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Se já estava fácil com o adversário completo, com menos um o jogo se transformou em um autêntico "ataque contra defesa". A superioridade tricolor ficou flagrante em todo o segundo tempo; bola na trave, boas defesa de Getúlio Vargas e mais dois gols. Tudo sem o menor sobressalto.
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A defesa mais uma vez se portou muito bem. Gum e Cássio jogaram com seriedade, não dando espaços para os atacantes adversários. Diogo também ajudou em fechar o setor, entretanto não se deve esquecer da fragilidade do adversário.
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No Fla-Flu, é provável que Cuca volte a jogar com três zagueiros, principalmente para brecar a dupla de atacantes urubulina. Aí é que noto que o Cuca perdeu uma ótima oportunidade para testar as condições físicas do Digão, sem dúvida titular absoluto da zaga tricolor.
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Na substituição do Julio Cesar, ao invés de colocar o Kiesa, deveria ter entrado com o Digão. Afinal, o placar já estava 3 x 0, o adversário com um homem a menos e o que o Kiesa iria fazer em campo todos os tricolores, até mesmo aqueles pouco que não acompanham o futebol tão de perto, já sabiam de cor e salteado.

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Marcelo de Lima Henrique.
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Guardem bem esse nome. É o juiz que sempre faz o Flamengo vencer. No Fla-Flu do segundo turno do Brasileirão de 2009, esse soprador de apito deixou de marcar um penalti claro de Bruno em Digão, quando o placar ainda estava 0 x 0. Com ele, o Flamengo venceu todos os seus jogos, sem exceção.
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É público e notório que chororô não é característica da Torcida Tricolor e sim parte intrínseca do cardápio alvi-negro, mas é o preocupante a reincidência de escalação dessa figuraça em jogos decisivos envolvendo o Flamengo. Ou o presidente da Comissão de Árbitros da Federação tem uma simpatia extra pelo urubu, não enxerga direito, ou é propenso a emoções fortes. Pode ser também pura coincidência. Quem sabe?
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E DÁ-LHE FLUZÃO, VAMOS DEPENAR O URUBU!
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(crédito da foto: terra.com.br)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Fluminense 1 x 0 Volta Redonda. Mais uma vitória e a liderança do grupo.

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Leandro Euzébio salvou a pátria tricolor. .... (crédito da foto: terra.com.br)
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Quase uma repetição do que ocorreu no jogo contra o Bangu. O Fluminense ditou o ritmo do jogo e uma vez mais voltou a perder inúmeras oportunidades de gol.
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O domínio na primeira etapa foi total. O Volta Redonda, nas poucas vezes que conseguiu chegar perto da meta de Rafael, não teve condições de arrematar com sucesso. Os erros de finalização dos atacantes tricolores, entretanto, evitaram que a vitória fosse sacramentada antes do intervalo. Não fosse o chute certeiro de Leandro Euzébio, a torcida tricolor poderia estar amargando a perda da liderança.
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Como era esperado, a ausência do Fred dificultou as manobras do ataque, pois com ele em campo os adversários se preocupam tanto em marcá-lo que acabam deixando os demais com mais liberdade.
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Cuca afirma que vem treinando finalizações exaustivamente, mas os erros continuam acontecendo com uma frequência preocupante.
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No jogo de ontem, a dificuldade já pode ser sentida durante boa parte da segunda etapa, quando os atletas do Volta Redonda passaram a marcar a saída de bola, chegando mesmo a encurralar a nossa defesa em alguns momentos..
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Outro ponto para o qual Cuca deve prestar atenção é a regularidade de Diguinho e Leandro Euzébio em termos de cartões amarelos: três jogos, três cartões, afinal esse era o recorde do Fabinho. Há que se estabelecer um tipo de treinamento de marcação que os habilite a não cometer tantas faltas, muitas delas completamente desnecessárias.
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Nessa semana teremos o Duque de Caxias na quinta-feira e o Fla-Flu no domingo. Esses erros precisam ser corrigidos para que o Fluminense continue na liderança.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Com o retorno de Alcides, Xerém finalmente terá jeito?

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Ainda que tenha realizado um bom trabalho, Ricardo Tenório não resistiu ao turbilhão político e deixou o Fluminense. Talvez lhe tenha faltado um pouco de jogo de cintura para contornar algumas desavenças, fato difícil de avaliar estando distante do dia a dia do clube. Só resta agradecer sua participação marcante na arrancada tricolor do ano passado. Vida que segue, pelo menos agora a mídia mulamba terá menos assunto para tentar desestabilizar o Fluzão.
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Volta Alcides Antunes, o vice de futebol campeão de 1995, que em seu discurso inicial disse em alto e bom som que o seu cargo englobará todo o departamento de futebol.
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Tal declaração permite inferir que o destino das promessas reveladas em Xerém também estará sob sua responsabilidade.
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Talvez seja a grande oportunidade para o clube passar a usufruir da habilidade de suas revelações por um maior intervalo de tempo e voltar a conquistar os títulos há muito distante.
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A preocupação da torcida com a má administração dos atletas de Xerém está alicerçada no fato da quase totalidade de suas revelações estarem brilhando em equipes adversárias, enquanto tem sido obrigada a ter o dissabor de ver a gloriosa camisa tricolor vestida por verdadeiros pernas de pau.
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No circo dos horrores que foi a equipe inicial de 2010, tivemos que aturar Fabinho, Wellington Monteiro, Jailton, Leandro Bonfim e outras malas, enquanto Diego Souza, Carlos Alberto, Arouca e Toró reforçavam os clubes que se classificaram entre os cinco primeiros no Campeonato Brasileiro.
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A relação é infindável, Thiago Silva, Rodolfo, Antônio Carlos, Júnior César, Arouca, os gêmeos Fabio e Rafael e mais recentemente Wellington Silva acabaram por ser negociados por verdadeiros preços de banana podre.
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Às vezes, retornam com salários inflacionados, como aconteceu com Thiago Silva, Júnior César e mais recentemente com Leandro Euzébio.
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As melhores promessas de craque do elenco atual, Dalton, Digão, Alan e Maicon, já estão com parte de seus direitos federativos cedidos à Traffic em negociações nada satisfatórias para o Fluminense.
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Tartá foi relegado a plano secundário, ainda que mais habilidoso que muitos que permaneceram no elenco. Pelo menos dessa vez foi emprestado a um clube que joga para frente, treinado por um técnico experiente e inteligente e que certamente saberá aproveitá-lo da melhor maneira possível. Pode ser que assim a nova diretoria decida pela sua reintegração ao elenco ao fim do empréstimo.
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Que Alcides Antunes reflita bastante sobre o destino das pratas da casa tricolor para quem sabe algum dia o Fluminense volte a formar uma equipe campeã como a de 1980, composta por nada menos que nove atletas revelados em casa.
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Fluminense 3 x 0 Bangu. Deu para o gasto.

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A princípio o placar parece sugerir que foi um jogo facílimo. Nada disso, as dificuldades foram muitas.
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Talvez a presença de dois zagueiros reservas, talvez o sol causticante das 3 horas da tarde no clímax do verão, o fato é que a apresentação contra o Bangu ficou muito aquém daquela exibição magnífica de Campos.
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E por falar em horário, quem terá sido o criminoso que marcou a partida para ser jogada numa temperatura de mais de quarenta graus? Esse imbecil deveria ser interpelado judicialmente, ainda mais se for levado em consideração que não havia nenhum impedimento para que o jogo fosse disputado às 17 horas.
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E o que faz o Sindicato dos Atletas, que sempre leva o seu percentualzinho das rendas e não prima pela saúde de seus associados? Coisa que só acontece no Brasil.
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Quanto ao jogo em si, ambas as equipes entraram em banho-maria. O Bangu até que tentou aprontar uma correria no início, mas logo desistiu porque era impossível correr naquela temperatura infernal.
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O Fluminense tentou impor o seu ritmo e após a obtenção do primeiro gol passou a trocar passes no meio de campo, atacando em jogadas fortuitas.
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O gol foi marcado por Fred, convertendo um penalti sofrido por Maicon, após boa tabela com Everton. No final da primeira etapa, Everton voltou a assustar com um chute de dentro da área, espalmado pelo bom goleiro banguense.
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No segundo tempo o Bangu voltou mais aceso e rondou a área tricolor nos primeiros quinze minutos. Faltas feitas na entrada da área, a maioria desnecessária, poderiam ter complicado o jogo se os adversários estivessem com a pontaria calibrada.
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Aos poucos, os tricolores foram dominando a partida e impondo seu ritmo. O segundo gol aconteceu aos vinte e quatro minutos. Novamente com Fred e de penalti, dessa vez sofrido pelo Conca.
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A partir daí, o Bangu se entregou e voltamos a ter aquele festival de gols perdidos pelo ataque tricolor. Só o Maicon perdeu dois claríssimos. Aliás, se ele treinasse mais arremates e não se afobasse tanto na hora das conclusões, certamente seria um dos maiores atacantes brasileiros da atualidade.
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Mas não foi só o Maicon que pecou nesse quesito. Os atacantes do Fluminense parecem estar com receio de chutar, tentam sempre dar aquele toquinho desnecessário que acaba permitindo o desarme. Cuca precisa atentar para o fato e aprimorar esse fundamento, porque se o Flu continuar a perder gols como perde, as coisas poderão se complicar nos jogos contra os times grandes.
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Ao final, Maicon foi substituído por Alan, que ainda teve tempo para marcar o terceiro com um chute preciso. Mais uma vitória e a liderança do grupo mantida.
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Ô URUBU ... PODE ESPERAR, A TUA HORA VAI CHEGAR!
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E DÁ-LHE FLUZÃO!
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