terça-feira, 20 de junho de 2017

Fluminense 2 x 2 Flamengo. Chega de baixo astral!

(foto: Thiago Ribeiro / AGIF)
A vantagem de não ter vínculo com nenhum site oficial é poder manifestar sentimentos e opiniões livres do “politicamente correto”, movimento crescente e dogmático, cuja tendência é a de se transformar numa ditadura midiática em favor da divulgação dos interesses de grupos majoritários ou mais poderosos.

Além disso e mais importante é o fato de possibilitar a liberdade de escrever apenas quando o astral de torcedor estiver em alta.

As atuações do nosso Fluminense nas rodadas anteriores foram simplesmente patéticas e o melhor mesmo foi optar por assistir algum filme ou documentário em canal que se abstivesse de falar de falar de futebol.

Hoje, refeito em parte das frustrações, procuro avaliar as razões que transformaram o futebol esfuziante do início do ano numa série infindável de decepções.

É claro que existe o imponderável. As seguidas contusões de atletas, a eterna conspiração da arbitragem e até mesmo as pressões de banqueiros aproveitadores e empresários inescrupulosos forçando a saída de um de nossos melhores atacantes.

Nesse particular, ponto para o nosso presidente, que não se deixou seduzir pelo canto da sereia palmeirense e mostrou que o Fluminense não é qualquer clube de várzea.
  
Chupa Porco!
O mundo dá voltas, o Fluminense teve o maior patrocínio do futebol brasileiro por mais de uma década, hoje não tem nenhum. O Palmeiras depois de um longo período de vacas magras, agora é o time dos banqueiros, cheio da grana. 

Mas não é por isso que irá ganhar a qualquer custo, como aliás conseguiu a recente Copa do Brasil no apito.

A mídia não toca nisso, sabe-se lá porquê, mas o fato concreto é que tanto Fluminense como Internacional só foram eliminados por ação direta dos árbitros escalados.

O returno vai chegar e certamente daremos o troco em nossa casa, ou na casa da Odebrecht, não tenho mais certeza de nada.

Feito o desabafo, voltemos ao ponto crucial, que nos interessa: nossa queda drástica de rendimento.

Saber realmente o que fez com que o futebol tricolor deixasse de divertir, como bem disse o Lédio Carmona e passasse a aborrecer a quem o assiste.

Será que foi apenas o imponderável?

Apesar de responsável por boa parte dos fracassos recentes, inegável também que parte da culpa recai sobre os próprios atletas e como não são eles que se escalam, a consequência lógica é que poderíamos estar em melhores condições na classificação não fossem os equívocos recorrentes de nossa comissão técnica. 

Não que eu deseje a saída do Abel, muito pelo contrário. Não vejo hoje outro nome capaz de tirar o máximo desses jovens talentosos.

E aí é que está a chave da questão: jovens talentosos.

Esses e apenas esses são os que devem ser prestigiados.

Nenhum outro critério ou sentimento deverá suplantar a habilidade inata para que sejam guindados e mantidos na condição de titulares.

Insistir com aqueles que não foram bem nas inúmeras oportunidades que tiveram é pura perda de tempo.
Eta lambança!

Marquinho, Marcos JR, Maranhão, Renato Chaves, Renato e mais recentemente Júlio Cesar não ostentam boa forma e estão longe de serem úteis. Dispensável relembrar as pixotadas protagonizadas.

E o pior é quando os erros não são aceitos, como deixou claro em suas declarações o goleiro Júlio Cesar.

Não admitir que as duas faltas convertidas pelo Grêmio eram defensáveis é insultar a inteligência dos torcedores.

Creditar o gol do Trauco ao montinho artilheiro, mesmo com o chute partindo do meio da rua é inconcebível.

Concordo que a fase do Cavalieri não é das melhores, mas caramba em 2012 era o melhor goleiro do Brasil, responsável por inúmeras vitórias do tetracampeonato.

Talvez seja mais coerente tentar recuperá-lo ou então escolher outra opção, porque deixar a titularidade absoluta com o Júlio deveria ser a última das opções.

Ainda não consegui engolir aquela palhaçada no final do Fla-Flu provocando o Guerreiro. Só serviu para dar margem ao árbitro de aumentar o tempo adicional.

Outro ponto sobre o qual Abel precisa refletir  é a repetição dos gols tomados nos últimos lances dos jogos. Vasco, Palmeiras, Flamengo, duas vezes... não dá para aguentar.

Deixamos três pontos para Vasco e Flamengo. Com eles teríamos 14, estaríamos em quarto lugar e a seis pontos do líder.

É preciso ensinar aos caras para “acabar com o jogo”: bicão pra longe, furo na bola, qualquer coisa, menos dar mole para os adversários.

 
E DÁ-LHE FLUZÃO! 


DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 8ª RODADA

Fluminense 2 x 2 Flamengo

Local: Estádio Mario Filho,  Maracanã, Rio de Janeiro, RJ; Data 18/06/2017
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo (SP)
Auxiliares: Rogério Zanardo e Herman Vani (SP)
Gols: Wendel, aos 36' do primeiro tempo; Diego, aos 9', Henrique Dourado, aos  36' e Trauco, aos 49' do segundo.
Cartões amarelos:  Mateus Norton (FLU) 

Fluminense: Júlio César, Lucas, Henrique, Reginaldo e Mascarenhas (Léo, 28'/2ºT); Orejuela (Nogueira, 43'/2ºT), Wendel (Mateus Norton, 28'/2ºT) e  Scarpa; Marcos Calazans, Henrique Dourado e Richarlison. Técnico: Abel Braga.

Flamengo: Thiago, Rodinei, Réver, Juan e Trauco; Márcio Araújo (William Arão, intervalo), Cuellar (Conca, 37'/2ºT) e Diego; Everton, Vinicius Jr. (Berrío, intervalo) e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo. 

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CAMPEONATO BRASILEIRO – 7ª RODADA

Fluminense 0 x 2 Grêmio

​Local: Estádio Mario Filho,
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ; Data: 15/06/2017
Árbitro: Elmo Resende da Cunha (GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa/GO) e Cristhian P. Sorence (GO)
Gols: Edilson, aos 7' do primeiro tempo e Luan, aos 34' do segundo.
Cartões amarelos: Matheus Norton, Henrique, Henrique Dourado e Marcos Calazans

Fluminense: Júlio César; Lucas (Renato, 43'/2ºT), Henrique, Reginaldo e Léo (Lucas Fernandes, intervalo); Mateus Norton, Wendel  e Scarpa (Pedro, 30'/2ºT);  Marcos Calazans,  Henrique Dourado e Richarlison. Técnico: Abel Braga.

Grêmio: Marcelo Grohe; Edilson, Geromel, Kannemann e Cortez; Michel, Maicon (Everton, 18'/2ºT), Ramiro e Arthur; Pedro Rocha (Fernandinho, 20'/2ºT) e Luan (Gaston Fernandez, 43'/2ºT). Técnico: Renato Portaluppi.

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CAMPEONATO BRASILEIRO – 6ª RODADA

Palmeiras 3 x 1 Fluminense

Local: Allianz Parque, São Paulo, SP; Data: 10/06/2017
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)
Gols: Guerra, aos 9'; Henrique Dourado, aos 18' e Keno, aos 40' do primeiro tempo; Róger Guedes, aos 48' do segundo.
Cartões amarelos: Henrique Dourado e Henrique

Palmeiras: Fernando Prass; Jean (Thiago Santos, intervalo), Edu Dracena, Juninho e Zé Roberto; Felipe Melo (Fabiano, 21'/2ºT), Tchê Tchê e Guerra; Róger Guedes, Willian e Keno (Michel Bastos, 35'/2ºT). Técnico: Cuca.

Fluminense: Júlio César; Lucas, Reginaldo, Henrique (Marcos Júnior, 30'/2ºT) e Léo; Luiz Fernando (Nogueira 5'/1ºT), Wendel e Marquinho (Matheus Alessandro 17'/2ºT); Scarpa, Henrique Dourado e Marcos Calazans. Técnico: Abel Braga.

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CAMPEONATO BRASILEIRO – 5ª RODADA:

Fluminense 1 x 1 Atlético-PR

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã, Rio de Janeiro, RJ; Data: 06/06/2017
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)
Assistentes: Marco Eustaquio Santiago (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)
Gols: Pablo, aos 7' e Reginaldo, aos 32' do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Richarlison, Leo e Renato

Fluminense: Júlio César; Lucas (Matheus Alessandro, 24'/2ºT), Reginaldo, Henrique e Léo; Luiz Fernando (Marcos Junior, 39'/2ºT), Wendel e Renato; Scarpa, Henrique Dourado e Richarlison (Pedro, 42'/2ºT). Técnico: Abel Braga.

Atlético-PR: Santos, Jonathan, Paulo André, Wanderson e Sidcley; Eduardo Henrique (Matheus Rossetto, intervalo), Otávio, Lucho González (Deivid, 19'/2ºT) e Nicão; Pablo e Eduardo da Silva (Douglas Coutinho, intervalo). Técnico: Eduardo Baptista.

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Quentinhas.

Abad declarou que: “como torcedor também gostaria de ter um elenco altamente qualificado e que atendesse todas as perspectivas do departamento de futebol, porém, a nova diretoria adotou a política de autoridade financeira, ou seja de pés no chão. Ceder à pressão da torcida por reforços é deixar de lado o profissionalismo. Eu sei que você, que está decepcionado, concorda comigo”.

Embora pense que falta criatividade na diretoria, até concordo em aceitar a proposta, DESDE QUE HAJA PRESERVAÇÃO DE NOSSAS REVELAÇÕES, OU SEJA, NÃO AS DESCARTAR A PREÇOS VIS, COMO RECENTEMENTE FORAM MARLON E MUITOS OUTROS, COMO POR EXEMPLO: AILTON E EDUARDO CEDIDOS QUASE DE GRAÇA PARA O ESTORIL REVENDÊ-LOS COM LUCROS CONSIDERÁVEIS

EMPRESTAR WENDEL PARA O BARCELONA OU QUALQUER OUTRO CLUBE NAS MESMAS BASES DO EMPRÉSTIMO DO MARLON SERÁ UMA TRAIÇÃO AOS TORCEDORES E PREJUÍZO INCOMENSURÁVEL AOS COFRES DO FLUMINENSE
 
(foto: J. Ricardo / Agência Freelancer)
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Coisas da vida:

1 - Conca jogou no Fluminense por cerca de seis anos e foi unanimidade na crônica desportiva como atleta perfeito: leal e profissional acima de tudo.

Pois é, bastaram poucos meses de convivência com a mulambada para em poucos minutos em campo mostrar sua nova face de botinudo desleal. 
  

2 – Que nostalgia ver o Thiago Neves arrebentando contra o Grêmio. E pensar que ele veio sem custo algum para o Cruzeiro.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Fluminense 2 x 1 Vitória. A um ponto dos líderes!


(foto: Nelson Perez / Fluminense FC)


Era jogo para golear.

Os recorrentes apagões defensivos e falta de precisão nas conclusões mais uma vez foram os vilões da noite.

Menos mal que dessa vez ganhamos os três pontos.

O jogo foi tranquilo muito mais devido à fragilidade do adversário do que as virtudes tricolores, que depois de arrasar com a presença de três atacantes voltou a jogar no antigo 4-4-2 sem possuir craques que deem sustentação ao sistema.

O que continua me intrigando é o porquê do Abel não manter o esquema de vinha dando certo com dois atacantes abertos pelas pontas.

Talvez a insistência em Marcos Junior e Maranhão o tenha feito desistir de tentar, mas o fato é que a sem os dois caindo pelas pontas, o time joga capenga, o que   facilita a marcação adversária e diminui as chances de finalizações.

Mas não devem ser asr escolhas equivocadas motivos para mudar o que estava dando certo.

Mateus Alessandro mostrou que pode vir a ser o substituto de Wellington em seus impedimentos, do mesmo modo que o havia feito Marcos Calazans.

Pode ser que a partir de agora, Abel reflita melhor e escolha a melhor formação dentre os jogadores disponíveis.

Mas, precisa sobretudo arrefecer o fascínio por Marcos Junior, que mais uma vez provou não ser o jogador decisivo que muitos desavisados acreditam ser.

Sobre a derrota para o Grêmio, nada a comentar depois da lambança de um árbitro desequilibrado mentalmente, a não ser repetir as palavras do Tite quando perguntado sobre o que tinha achado do jogo: “A expulsão atrapalhou”.   

Os torcedores tricolores esperam que pelo menos dessa vez o Abad não ceda às tiranias da CBF e aceite novamente esse cidadão apitando seus jogos.

E DÁ-LHE FLUZÃO!
  

DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 4ª RODADA

Fluminense 2 x 1 Vitória
Local: Estádio Mario Filho, Maracanã, Rio de Janeiro, RJ; Data: 03/06/2017
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa/MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa/MG) e Pablo Almeida (Fifa/MG)
Gols: Richarlison, aos 32' do primeiro tempo; Henrique Dourado, aos 4' e Kieza, aos 20' do segundo

Fluminense: Júlio César; Lucas, Reginaldo, Henrique e Léo; Orejuela, Wendel (Luiz Fernando, 43'/2ºT) e Renato (Matheus Alessandro, 33'/2ºT); Scarpa, Richarlison (Marcos Junior, 39'/2ºT) e Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga

Vitória: Fernando Miguel; Leandro Salino (Gabriel Xavier, intervalo), René, Alan Costa, Fred e Thallyson; Uillian Correia, Patric e Cleiton Xavier (David, 28'/2ºT); Paulinho (Neilton, 18'/2ºT) e Kieza. Técnico: Petkovic

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COPA DO BRASIL – OITAVAS DE FINAL – JOGO DE VOLTA

Fluminense 0 x 2 Grêmio

Local: Estádio Mario Filho, Maracanã, Rio de Janeiro, RJ; Data: 31/05/2017,
Árbitro destrambelhado: Thiago Duarte Peixoto (SP)
Assistentes: Rogerio P. Zanardo e Herman Brumel Vani (SP)
Gols: Luan, aos 17' e Pedro Rocha, aos 29' do primeiro tempo
Cartões amarelos: Henrique, Henrique Dourado e Richarlison
Cartão vermelho: Nogueira

Fluminense: Cavalieri; Lucas, Nogueira, Henrique e Léo; Orejuela, Wendel (Renato, 24'/2ºT) e Douglas (Luiz Fernando, intervalo); Scarpa (Reginaldo, 25'/1ºT), Richarlison e Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga

Grêmio: Marcelo Grohe; Léo Moura, Geromel (Rafael Thyere, intervalo), Kannemann (Bressan, intervalo) e Cortez; Michel, Arthur, Ramiro, Pedro Rocha e Luan (Gaston Fernandez, 33'/2ºT); Lucas Barrios. Técnico: Renato Portaluppi.

sábado, 27 de maio de 2017

Vasco 3 x 2 Fluminense. Em nove minutos Abel desmantela o time!



 
De nada adianta a cara de paisagem depois das lambanças inexplicáveis.
Dureza ter que aguentar os apadrinhados do Abel! 

A teimosia do Abel em privilegiar atletas amigos independentemente de suas condições físicas e táticas não mais pode ficar sem a justa revolta por parte da Torcida Tricolor.

Apesar de conseguir armar boas equipes com base nas características dos jogadores disponíveis, nosso treinador quase sempre deixa-se levar por preferências descabidas em detrimento de jogadores mais habilidosos.

E de nada adianta, por exemplo, Marcos Calazans arrebentar nos treinos que os escolhidos são sempre Marcos Junior e Maranhão, que correm, correm, correm e nada acontece.  

E esse defeito não é de hoje, aconteceu em vários jogos do campeonato de 2012 com a insistência insana de sempre colocar o Diguinho em campo.

Como se tratava de um o time recheado de craques, o tetracampeonato foi alcançado, apesar das recorrentes lambanças do estabanado volante, preferido do técnico.

O elenco atual tem a conta do chá: dez bons jogadores e a falta de um zagueiro para compor a zaga, o que faz com que o Henrique jogando por dois terá momentos de dificuldade contra quaisquer adversários.

Não bastasse essa limitação ainda somos obrigados a assistir a proteções descabidas com Marcos Junior, Marquinho e Maranhão, irritadores contumazes dos torcedores só pelo fato de entrarem campo.

Pois bem, apesar das ausências de Sornoza e Wellington, o Fluminense ganhava o jogo e conseguia manter o equilíbrio das ações sem ser muito molestado pelo adversário.

Era só deixar o tempo passar, mas nosso querido Abel tinha que fazer das suas.

Tirou Douglas e colocou Marcos JR, aos 36' e aos 38', o Vasco empatou.

Aos 38', substituiu Scarpa por Marquinho e não satisfeito, aos 44' teve a insanidade de substituir Richarlison por Maranhão.

As mexidas foram suficientes para trazer o Vasco para cima e aos 48' perdemos um jogo, fácil de ganhar, ainda que o time não tivesse jogado bem.

Em suma, perdemos para um time mais fraco por culpa exclusiva do Abel com suas substituições desprovidas de nexo.

Gostaria que ele esclarecesse o porquê de tantas chances dadas a Marcos Junior, Marquinho e Maranhão e o boicote extremo a Calazans e Lucas Fernandes.

Enfim, bola para a frente e torcer para algum doido se interessar por essas malas que só encontram guarida no Fluminense.




DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 3ª RODADA

Vasco 3 x2 Fluminense

Local: Estádio: São Januário, Rio de Janeiro, RJ: Data: 27/05/2017
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Auxiliares: Alex Ang Ribeiro (SP) e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (SP)
Gols: Luis Fabiano, aos 25' do primeiro tempo; Henrique Dourado, aos 13' e  19', Manga, aos 29' e Nenê, aos 48' do segundo
Cartões amarelos:Douglas e Marquinho

Vasco: Martín Silva; Gilberto, Paulão, Breno e Henrique; Jean, Douglas, Mateus Vital (Muriqui, aos 36'/2ºT) e Yago Pikachu (Nenê, aos 14'/2ºT); Kelvin (Manga, aos 23'/2ºT) e Luis Fabiano.Técnico: Milton Mendes

Fluminense: Cavalieri; Lucas, Henrique, Nogueira e Léo; Orejuela, Wendel, Douglas (Marcos Junior, aos 36'/2ºT) e Scarpa (Marquinho, aos 38'/2ºT); Richarlison (Maranhão, aos 44'/2ºT) e Henrique Dourado.  Técnico: Abel Braga