sábado, 16 de fevereiro de 2008

É tricolores, a cachorrada se deu bem!

Mas nada de desespero. O jogo foi parelha e ambas as equipes tiveram oportunidades de sair na frente no marcador. No final, ganhou quem errou menos, ou melhor quem não cometeu falhas infantis como as nossas.


Aliás, sob esse aspecto, a torcida tricolor já vinha sendo alertada sobre a temeridade de se escalar o Ygor em nosso meio campo. Desengonçado, atrapalhado, sem habilidade. Só mesmo a proteção descabida do Renato ou a pressão de alguém da diretoria para a sua manutenção no time. Falhou no primeiro gol, quando deixou o Zé Carlos livre para desviar a bola e foi ridículo no pênalti. Parecia um cisne zulu, se é que isso existe. Embora o site do Globo credite ao Luiz Alberto a falta que originou o pênalti, o autor da lambança foi mesmo o Ygor. Graças a Deus que levou o 3º cartão amarelo. Assim, estaremos livre dessa figura, pelo menos na primeira rodada da Taça Rio.


Na coletiva, o Renato frisou por várias vezes que "eles bobearam e tomamos o gol". Meu caro Renato, realmente eles bobearam: O Ygor, já citado e o Fernando Henrique, que não saiu com o intuito de encaixar a bola, mas sim de rebatê-la com sua mão de maionese. A propósito, será que o preparador de goleiros não enxerga essa falha constante em todos os nossos goleiros?


Mas, voltando ao foco principal de sua declaração: de quem é a culpa pela insistência na escalação desses dois? Do Fernando Henrique, até dá para entender porque há anos o clube está mal na posição. Mas insistir com o Ygor, depois daquele drible da vaca contra o Macaé, é no mínimo uma "turronice" sem precedentes. Por que ao lançar o Conca, não o retiraste, recuando o Arouca? Todo tricolor que acompanha o time sabe disso. A torcida espera ansiosamente que tenhas aprendido a lição. Um time de futebol tem que ser equilibrado. Basta um cabeça de bagre para todo um trabalho ir para o brejo em noventa minutos.


Atenção tricolores, nada está perdido ainda. Vamos catar os cacos e sacudir a poeira, pois quarta-feira teremos outra pedreira. Se o time for escalado como deve, temos muita chance de ganhar. Caso contrário, haja unha para roer.


Vamos lá Fluzão, subir o morro e dar um créu nos peruanos. Saudações Tricolores.

3 comentários:

Tricolor! disse...

é... me arrependi da minha escalação anterior aqui neste blog...
O Gabriel já tá merecendo um bom banco... Suas atuações tão mais apagadas que noite de lua nova...

. disse...

É Tricolor,

A coisa tá preta. E o Renato, cada vez mais posudo, completamente perdido.
Olha aí, a escalação prá ganhar tudo esse ano.
Goleiro (contratar, qq um serve)
Carlinhos (só pra marcar, não precisa atacar)
Thiago Silva, Luiz Alberto e
Junior Cesar (não tem tu, vai tu mesmo)
Roger, Arouca, Conca,Thiago N (ou Cícero)
Leandro e Washington.

O esquema é q será difícil do RG entender.
Carlinhos, Thiago S. e L. Alberto, plantados na defesa.
Roger e Arouca na proteção à zaga
Junior jogaria como ala (atacaria e defenderia,(será q ele sabe?). O Roger cobriria suas saídas.
Conca e Leandro se revezando pelas pontas.
Washington de pivô e Thiago Neves, vindo de trás, pois ele nunca foi meia armador.
Será q estou viajando?

Tricolor! disse...

Não me parece viagem não, dá pra imaginar um time consistente assim.

Só teria alguma dúvida se o Roger se adaptaria bem à função de volante (acho q ele nunca jogou assim, só como lateral ou zagueiro). Mas de fato ele tem mais futebol que Ygor/Fabinho/Romeu juntos.

O problema do Júnior César é a maldita mania de cruzar a bola do bico da grande área ao invés de tentar levá-la ao fundo. Cruzando do bico da área a zagueirada tá de frente pra jogada, facilita muito. Mas ele tem melhorado UM POUCO nisso.

E o Renato Gaúcho... parece mais perdido que cego em tiroteio. Aguarda um jogo sério pra finalmente tentar a escalação coerente com jogos sérios. Por que motivo não treinou isso antes, contra um América, um Cardoso Moreira??

Pode ser por pressão do patrocinador... pode ser... Mas o fato é que ele não deu um mínimo de consistência ao time ainda. E repete aquele velho discurso "eles perderam, nós empatamos, eu ganhei com meu brilhante nó tático".