segunda-feira, 12 de maio de 2014

Fluminense 2 x 0 Flamengo. “Desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo”!


Será que dessa vez nossos dirigentes se convenceram de que é necessário  ter no elenco jogadores
de velocidade? Wellington Nem, inadaptado na Ucrânia, está dando sopa.

Dia das mães.

Maracanã em festa com as torcidas cada uma festejando o seu clube a seu modo sem as barbáries praticadas pelos vândalos espalhados pelo Brasil afora.

Insuflados pela mídia cretina os torcedores do urubu consideravam a vitória como favas contadas.

Alguns chegavam até a vaticinar a devolução da goleada do campeonato carioca, ainda engasgada em suas gargantas.

Pelo menos a maioria dos que vi pensava assim.

Logo que o jogo começou o panorama foi bem diferente, com o Fluminense sufocando os rubro-negros a ponto de deixá-los sem opção alguma para atacar.

E bastaram apenas dez minutos para que o placar fosse aberto.

E nem mesmo a vantagem obtida arrefeceu o ímpeto tricolor, bem diferente agora daquele time que fazia um gol e se entrincheirava atrás dando bico para todos os lados e rezando para os milagres de Cavalieri.

E à medida que o tempo passava o Flamengo ia ficando mais nervoso. Perdidos no meio de campo e sem condições de criar qualquer jogada produtiva seus jogadores passaram a apelar para botinadas, com Conca aparecendo como a vítima preferida, é claro.

Os dois cartões amarelos quase que seguidos serviram para aquietar os aturdidos flamenguistas.

O Tricolor continuava a dominar as ações, com marcação eficiente em quase todos os cantos do campo e cada vez mais dava menos espaço para os adversários.    

Chances foram criadas e desperdiçadas, enquanto Cavalieri era praticamente um espectador privilegiado.

Até que aos 43 minutos veio aquela falta boba, fora do lance de bola, completamente desnecessária. O autor nem vou citar por ser por demais conhecido, já que é useiro e vezeiro em aprontar esses problemas.

Só não entendo como tem vaga cativa no time titular por tanto tempo. Deve ter um padrinho bastante forte.

E a lambança poderia ter sido fatal, não fosse a excelente defesa de Cavalieri na cobrança de Samir cheia de efeito.

O lance acordou o Flamengo, que tentou imprimir pressão, mas não houve tempo porque o intervalo chegou logo.

No segundo tempo, Jaime colocou Negueba aberto pela direita na tentativa de desestabilizar a boa marcação montada por Cristóvão.

Jogando pelas pontas o time da Gávea conseguiu algumas brechas, principalmente em cima de Carlinhos, mas o jogo continuava controlado.

A situação ficou ruim para o Flu aos 23 minutos, quando Arthur, que havia entrado três minutos antes, aproveitou-se de uma furada homérica de Elivélton, dominou e chutou por cima.

Os torcedores rubro-negros meio que calados até então se animaram com o lance e empurraram o time que chegou a ter algumas chances de gol.

Jean também fez uma falta boba na lateral direita, quase convertida por Alecsandro que cabeceou para fora.

A essa altura alguns tricolores davam mostras visíveis de esgotamento, o que fez com que Cristóvão optasse pelas entradas de Walter e Chiquinho.

Aí foi só se posicionar na defesa a espera de uma chance para contra atacar e matar o jogo.

E ela veio aos 41 minutos. Walter, mesmo derrubado por um adversário, conseguiu recuperar o domínio da bola e esticou-a para Conca, que com um passe preciso deixou Chiquinho livre para penetrar como um raio e fulminar Felipe.

Fluzão 2 a 0 e vitória garantida.

Há que se louvar o empenho de Walter na jogada, que diferentemente da maioria que para e reclama quando recebe falta, levantou-se, passou pelo adversário e tocou para Conca dar sequência ao contra ataque.

No fim, deu a lógica com a vitória da equipe mais consistente e que dominou a maior parte do tempo.

E exatamente como enfatizou  Gustavo Albuquerque em seu excelente ensaio Narciso (Globoesporte.com) “eles  tiveram que olhar de frente a nossa cara”.

Olharam e tiveram o dissabor de testemunhar mais uma incontestável vitória nossa. 

Rala mídia cretina e


DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 4ª RODADA

Fluminense 2 x 0 Flamengo

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ); Data: 11/05/2014
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Rodrigo F. Henrique Correa (RJ) e Luiz Claudio Regazone (RJ)
Gols: Fred, aos 10' do primeiro tempo e Chiquinho, aos 41' do segundo
Cartões Amarelos: Carlinhos e Chiquinho

Fluminense: Cavalieri; Bruno, Elivélton, Gum e Carlinhos; Diguinho, Jean, Wagner (Chiquinho, 34'2ºT) e Conca; Rafael Sobis e Fred (Walter, 28'/2ºT). Técnico: Cristovão Borges.

Flamengo: Felipe; Léo Moura, Wallace, Samir e André Santos; Cáceres (Muralha, 20'/2ºT), Márcio Araújo, Luiz Antonio (Negueba, Intervalo) e Mugni (Arthur, 20'/2ºT); Paulinho e Alecsandro. Técnico: Jayme de Almeida.

domingo, 4 de maio de 2014

Fluminense 1 x 2 Vitória. Decepção para 50 mil!

(Foto: Nelson Perez / Fluminense F.C.)

Dessa vez de nada adiantou o predomínio quase que absoluto.

O time até que não jogou mal, movimentou-se bastante e apresentou variações de jogadas, arrematando quatorze vezes contra apenas cinco do Vitória.

Bastou, porém, o adversário jogar retrancado para que as deficiências, por diversas vezes já apontadas nesse espaço, viessem à tona.

É verdade que o resultado poderia ser diferente se a bola de Sobis entrasse em vez de bater na trave quando o placar ainda estava no zero, mas esses fatos são corriqueiros no futebol e por isso mesmo não devem servir como desculpa.

Com o passar do tempo e o incentivo da incansável torcida, a equipe se desarrumou um pouco e partiu celeremente para o ataque.

E aí afloraram as deficiências crônicas de um sistema defensivo que clama por reformulação desde 2012, com zagueiros se posicionando mal e volantes com marcação frouxa.

O lance do primeiro gol é sintomático. Marquinhos, mesmo sem o domínio total da bola, teve todo o tempo do mundo para ajeitar a passada e chutar sem que ninguém tivesse a preocupação de se aproximar na tentativa de evitar ou ao menos atrapalhar o chute para o gol.

Limitaram-se a ficar olhando de longe e virar as costas.

Com zagueiros meros rebatedores como os nossos há necessidade de se ter um primeiro volante que marque melhor.

Diguinho peca na marcação pela falta do preparo de outrora e como não tem habilidade para dar um passe de três metros que seja passa o tempo todo lançando bolas para o lado ou simplesmente devolvendo-as aos adversários.

Erivelton continua parecendo um bonde sem freio e sistematicamente é driblado com facilidade por qualquer atacante, além de não ter a mínima noção de tempo de bola, como provaram as duas pixotadas de ontem.

Gum até que poderá ficar desde que tenha a seu lado alguém com tirocínio apurado.

Finalmente os dirigentes se conscientizaram de que é premente a necessidade de contratação de zagueiros.

Tenório confirmou que as tratativas para vinda de Henrique estão adiantadas. Acontece que se ele realmente vier, só poderá jogar depois da Copa e aí reside um problema de difícil solução: enfrentar Flamengo, São Paulo, Internacional, Grêmio, Bahia e Atlético-MG, os três últimos fora de casa, com Erivelton compondo a zaga.

Notícias veiculadas deram conta que Peter vetou a contratação do Manuel em face de sua baixa estatura, o que é uma pena porque mesmo mais baixo que os atuais ele seria titular absoluto.

Sobre atacante veloz nem vou falar, só lembrar que Wellington Nem está dando sopa no mercado.

Cristóvão enalteceu a disposição do grupo e afirmou não ter faltado vontade.

Precisa fazer a diretoria entender que apenas vontade e disposição podem ganhar um jogo ou outro, mas não um campeonato.

É preciso ter qualidade e isso muitos no atual elenco não tem e conseguem manter-se às custas dos poucos craques que temos.

Zagueiros, volante e atacante veloz já.

E apesar da derrota, 


DÁ-LHE FLUZÃO!

DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 3ª RODADA

Fluminense 1 x 2 Vitória

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ); Data: 03/05/2014
Árbitro: Marcos André da Penha (ES)
Auxiliares: Ramires Santos Candido (RS) e Leonardo Mendonça (RS)
Gols: Marquinhos, aos 8' e aos 37' e Wagner, aos 42' todos no segundo tempo.
Cartão amarelo: Fred

Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Elivélton e Carlinhos; Diguinho, Jean, Wagner e Conca; Rafael Sobis (Walter, 26'/2ºT) e Fred. Técnico: Cristovão Borges.

Vitória: Wilson; Ayrton, Rodrigo, Dão (Matheus, 42'/2ºT) e Juan; Luiz Gustavo, José Welison e Marquinhos; Souza (Vinícius, 23'/2ºT), Hugo e Caio. Técnico: Ney Franco.


quinta-feira, 1 de maio de 2014

A quem interessa a cisão entre Fluminense e Unimed?


Interessa a muita gente, mas com certeza a nenhum tricolor.

Invejosos, recalcados, enfim toda a gama de escória que permeia os meandros do futebol.

A pseudo cisão vem sendo alimentada pela parte da mídia sem escrúpulos, que se aproveita das prerrogativas de ter os meios de comunicação à disposição para forjar factoides, que repetidos à exaustão, acabam por confundir até as pessoas de bom senso.

E a orquestração é de tal monta que muitos tricolores entram na dança e caem na conversa deixando-se levar pelas fofocas que tentam execrar a parceria vencedora.

O patrocínio passou despercebido nos anos iniciais, mas à medida que os títulos importantes começaram a surgir, aflorou a inveja dos mulambos e jornalistas mal intencionados a seu serviço passaram a veicular constantemente boatos sobre a provável rescisão do contrato.

Desde 2010 são comuns na maioria dos veículos esportivos assertivas do tipo: “Vale lembrar que a relação com a Unimed-Rio está estremecida e a continuidade do patrocínio é uma incógnita para todos nas Laranjeiras”.

A repetição à exaustão tem sido de tal monta que essas palavras praticamente se transformaram no jargão preferido da mídia cretina.

A simbiose Fluminense-Unimed incomoda tanto que até as eleições para presidência da patrocinadora são cobertas pelos mais diversos veículos.

Esse ano chegaram ao cúmulo de abrir espaço para um médico rubro negro, mal encarado, que apregoava o fim do patrocínio ao Fluminense.

Embora o modelo utilizado não seja o ideal, o fato é com ele que o clube conseguiu voltar a despontar nos cenários nacional e internacional após um longo e tenebroso período em que associações com empresários inescrupulosos fizeram com que as revelações da base saíssem sem terem sequer disputado uma partida pelo time principal e sem que o clube auferisse lucros compatíveis com a qualidade das promessas “doadas”. 

Entre os tricolores, muitos embarcaram na armadilha e passaram a advogar que as intromissões de Celso Barros são prejudiciais. Segundo eles, melhor seria que o mecenas despejasse rios de dinheiro para que o clube os utilizasse da maneira que lhe conviesse.

E devolvo a questão aos que questionam essa pseudo intromissão. Quem de sã consciência concordaria em empregar os investimentos de sua empresa sem monitorar o modo como ele seria aplicado?

Qual seria a garantia de que esse modelo ideal apregoado aos quatro cantos teria sido vencedor nesses quinze anos com a incompetência das diretorias que comandaram o clube desde a década de 90?

É certo que muitas contratações foram desastrosas, mas ninguém pode condenar as de Conca, Fred, Deco, Thiago Neves, Rafael Sobis, Diego Cavalieri e Cícero, por exemplo.

E o que dizer das impingidas pelas diversas comissões técnicas, jogadores que não valem o que ganham e hoje se tornaram uma dor de cabeça constante não só para o clube, como também para os torcedores, em especial aqueles que desejam ver o Tricolor vencendo e convencendo? 

Nesse particular, tiro o chapéu para o Washington Rodrigues, flamenguista declarado, que afirmou que se pudesse fazer com que o Celso Barros se transformasse em torcedor do Flamengo, colocaria uma cláusula no contrato de patrocínio permitindo que ele palpitasse sempre que desejasse.

É verdade que nos últimos tempos a coisa desandou mais do que o normal pela simples razão dos mandatários tanto do clube como do patrocinador comungarem dos mesmos defeitos: a vaidade desmedida e a total falta de percepção para distinguir a diferença entre “craque” e “cabeça de bagre”, o que os fazem seguir incondicionalmente as ideias dos treinadores, muitas vezes inadequadas.

Acreditaram em falsas afirmações, como por exemplo: “o elenco dispõe de zagueiros para os próximos cinco anos”; “temos no clube substituto à altura para o Wellington Nem”; “melhor do que trazer o Cícero será renovar o contrato do Diguinho” (sic).

A demissão do Renato talvez tenha sido a gota d’água para o estremecimento atual.

Segundo Celso, sua insatisfação decorreu do fato de não ter sido comunicado sobre a troca do treinador na reunião convocada para debater o assunto.

Se verdade, creio que Siemsen pisou na bola. Bastaria ter demonstrado os métodos de treinamento e esquemas ultrapassados que estavam sendo utilizados. Poderia lembrar que Renato prefere sistemas cautelosos e que essa mania vem desde 2008, quando Dodô, o melhor atacante do time, foi barrado para permitir a utilização de três volantes e com isso a Libertadores foi perdida. 

Entretanto, o deslize de Peter não credencia Barros a alfinetar o clube através da mídia, fornecendo combustível adicional para os detratores da parceria continuarem as tentativas de a dinamitarem de vez.

Tanto Celso como Peter precisam se conscientizar de que muita gente não vê com bons olhos o sucesso do Fluminense.

Ultimamente, porem, a relação entre os mandatários não está tão azeda. Peter ligou para Celso e ficaram de marcar uma reunião para debater assuntos relacionados ao clube.

Espero que o passar do tempo faça com que eles reflitam e deixem de lado a soberba em prol do Fluminense, afinal um pouco de humildade não faz mal a ninguém.

Dentre os itens da reunião estão as renovações de contratos de Cavalieri, Carlinhos, Gum, Diguinho e Valencia, que vencem no final do ano.

Anseio para que os dois não façam bobagens na hora de definir as prioritárias.

Cavalieri é o nome mais comentado no antiético São Paulo para substituir Rogério Ceni e Carlinhos vem sendo observado por clubes italianos.

Quanto às demais, sinceramente não veja a mínima necessidade de renová-las agora.

Gum, embora tenha tido algumas atuações convincentes, não passa de um zagueiro regular, uma boa opção para compor a zaga.

Valencia está sempre às voltas com as contusões, pelo que renovar seu contrato a oito meses do término seria uma decisão arriscada demais.  

E quanto a Diguinho, melhor seria fazer um pré-contrato com o Cícero para a disputa da Libertadores 2015.

Gostaria e acho que também todos os tricolores que verificassem a possibilidade da volta de Wellington Nem, inadaptado na Ucrânia, mesmo por empréstimo. Grêmio e Internacional estão de olho e já manifestaram interesse.




E DÁ-LHE FLUZÃO!   E RALA MÍDIA CRETINA!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Palmeiras 0 x 1 Fluminense. Pra cima Fluzão!

 
(Foto: Miguel Schincariol / LANCE!Press)
 
Outro triunfo indiscutível. O Palmeiras foi envolvido de tal forma que passamos quase toda a partida sem sofrer sobressalto algum.

Quase porque perto do final baixou em nosso bom técnico o espírito retranqueiro do Abel.

O primeiro sinal foi a entrada de Valencia em substituição ao desgastado Sobis, reeditando os abomináveis sistemas com três volantes.

Ainda assim o predomínio tricolor continuou e o placar poderia ser aumentado se o árbitro não ignorasse o pênalti claro de Lucio em Gum ou Fred não perdesse o bom cruzamento de Wagner.

Pior foi quando Diguinho sentiu e Cristóvão entrou com Rafinha.

Foram dez minutos de tensão, porque o Palmeiras mesmo que desordenado partiu para cima e quase conseguiu o empate com o toque de letra de Marcelo Oliveira, afastado pela defesa e o arremate para fora de Miguel, cara a cara com Cavalieri. Se ele acerta o alvo seriam dois pontos jogados fora, pois não haveria mais tempo para reagir.

A entrada de Walter em vez de Rafinha evitaria o avanço desesperado do Palmeiras, principalmente se for levado em consideração o fato de que Jean, Conca, Fred e Wagner já estavam exaustos.

Evitaria também as declarações inapropriadas do Walter, mais um combustível para a mídia mulamba tentar desestabilizar o grupo.

E os cretinos que menosprezaram as três últimas vitórias face à “fragilidade” dos adversários, segundo eles, passaram a dizer que o Flu dominou um Palmeiras enfraquecido pela ausência de Alan Kardec.

Ainda bem que a honestidade de Gilson Kleina reconheceu a dimensão da superioridade tricolor ao declarar que sua equipe não merecia vencer.

Cristóvão conseguiu justificar a opção por Valencia: - Eles estavam perdendo e começaram a colocar jogadores para avançar e tiraram a nossa sobra. Se ficássemos jogando daquela forma, ficaríamos sem sobra e sempre no mano a mano entre defesa e ataque. Tirei o Sobis e coloquei o Valencia para equilibrar a defesa e o time se saiu muito bem”.

OK, Cristóvão, e o que dizer sobre a entrada do Rafinha e o quase empate?

De qualquer modo, foi um vareio de bola com o quarteto ofensivo do Fluminense sufocando o Palmeiras praticamente durante todo o tempo. 

A continuar assim e com a chegada de mais uns dois reforços o penta ficará bem palpável.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

CAPEONATO BRASILEIRO – 2ª RODADA

Palmeiras 0 x 1 Fluminense

Local: Estádio Pacaembu, São Paulo; Data: 26/04/2014
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Gol: Rafael Sobis, aos 45' do primeiro tempo
Cartões Amarelos: Conca e Wagner

Palmeiras: Fernando Prass, Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Marcelo Oliveira, Josimar (Serginho, Intervalo), Wesley e Valdivia; Marquinhos Gabriel (Diogo, 17'/2ºT) e Leandro (Miguel, 29'/2ºT). Técnico: Gilson Kleina.

Fluminense: Cavalieri, Bruno, Gum, Elivélton e Carlinhos; Diguinho (Rafinha, 41'/2ºT), Jean, Wagner e Conca; Rafael Sobis (Valencia, 27'/2ºT) e Fred. Técnico: Cristovão Borges.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Tupi 0 x 3 Fluminense. Classificação tranquila!


(Foto: Paulo Sergio / LANCE!Press)
 
Mais uma vitória sem contestações.

A superioridade demonstrada contra o Tupi não deixa margem a nenhuma dúvida de que o time melhorou muito sob o comando de Cristóvão Borges.

Até para os mais céticos, que insistem em desvalorizar o significado das três últimas vitórias pela fragilidade dos adversários, fica evidente a evolução da equipe.

O Fluminense carecia de organização tática, dava a impressão de fazer muita força para jogar. Até mesmo a equipe vitoriosa de 2012 apresentava essa deficiência.

O time jogava feio e nunca chegou a empolgar, apesar de ter vencido o tetracampeonato com um pé nas costas.

Bastava abrir o placar para que todos se amontoassem atrás e passassem a jogar na base dos chutões para que Wellington Nem e os demais atacantes se virassem lá na frente e que Cavalieri continuasse realizando milagres.

Ainda devem estar na memória dos tricolores os inúmeros sufocos sofridos contra adversários com elencos nitidamente mais fracos. Um dos mais irritantes foi o empate cedido ao Figueirense, quando deixamos de ganhar três pontos quase que garantidos. Para quem quiser relembrar é só clicar aqui

Abel saiu, vieram outros técnicos e o jogo feio continuou até que Peter se convenceu da necessidade de contratar um técnico que fizesse o elenco milionário, embora ainda desequilibrado, jogar pra frente.

E em pouco tempo temos novamente um time competitivo, sem a trágica linha de três volantes.

Com a movimentação constante dos armadores e atacantes e a marcação no campo dos adversários o Fluminense passou a ter mais posse de bola e vencer sem contestação.

Os adversários eram fracos? E daí, no estadual contra equipes piores vencer era difícil e no jogo de ida com o desconhecido Horizonte levamos um baile.

É certo que ainda é muito cedo para cantar vitória. O próprio Cristóvão afirma que sempre há algo a ser corrigido, além de todo tricolor estar cansado de saber que faltam zagueiros, um volante com mais habilidade e um atacante de velocidade para que o time não fique preso a um esquema só.

Mas é inegável que houve melhora.

O primeiro grande teste será contra o Palmeiras, jogo em que me preocupa ver Gum e Elivélton à frente de Alan Kardec.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:
COPA DO BRASIL – 2 FASE – JOGO DE IDA: 23/04/2014

Tupi 0 x Fluminense

Local: Estádio Mário Helênio, Juiz de Fora (MG); Data: 23/04/2014
Árbitro: Antonio Rogerio Batista do Prado (SP)
Auxiliares: Ricardo Pavanelli Lanutto (SP) e Fabricio Porfirio de Moura (SP)
Gols: Fred, aos 23' e aos 33' do premeiro tempo; Walter, aos 36' do segundo
Cartão Amarelo: Cavalieri


Tupi: Gonçalves, Henrique, Wesley Ladeira (Helder, 37'/2ºT), Fabrício Soares e Bruno Barros; Felipe Lima (Maranhao, 27'/2ºT), Maguinho, Rafael Toledo (Genalvo, Intervalo) e Álvaro; Núbio Flávio e Wesley. Técnico: Leonardo Condé.

Fluminense:Cavalieri, Bruno (Wellington Silva, 37'/2ºT), Gum, Wellington Carvalho e Carlinhos; Valencia, Jean, Wagner e Conca; Rafael Sobis (Rafinha, 41'/2ºT) e Fred (Walter, 29'/2ºT). Técnico: Cristovão Borges.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Fluminense 3 x 0 Figueirense. Bom começo!

(Foto: Matheus Andrade / Photocamera)

Há muito não via uma exibição tão convincente do Fluminense.

Bem distribuído em campo, o time mostrou consciência tática, procurou o ataque e não permitiu que a zaga fosse molestada até quase o final da partida, quando em duas escapadas do Figueirense, as deficiências de Gum e Elivélton quase permitiram o gol ao rival.

Cristóvão conseguiu fazer em pouco tempo com que a equipe evoluísse, deixando para trás os esquemas retrancados, muitas vezes com três volantes sem muita habilidade, que tomavam a bola do adversário para devolvê-la no lance seguinte.

Confirmou sua assertiva de que a vocação do elenco tricolor é a ofensividade e tratou logo de por em prática a sua convicção.

Com dois meias de ligação, embora em minha opinião não seja essa a posição ideal para o Wagner, Conca deixou de ser o único alvo da marcação adversária e Jean “desobrigado” da responsabilidade de armação pode jogar mais solto.

Com os laterais mais avançados e os deslocamentos constantes do quarteto Conca, Wagner, Sobis e Fred conseguiu implantar velocidade ao padrão de jogo, marcar as saídas de bola adversárias e atacar sempre sem os sobressaltos dos contra ataques quase sempre mortais que sofríamos.

Os velhos chutões quase que desapareceram e a consequência natural foi uma vitória categórica, em que o placar só não foi mais elástico graças às boas intervenções de Tiago Volpi.

A presença da torcida foi outro fato marcante e a continuar assim poderemos ter de volta aquele sinergismo imbatível dos tempos de glória.

Entretanto, não podemos nos deixar levar pelo excesso de otimismo. A melhora foi flagrante, mas para conseguir os títulos ainda precisaremos de reforços, principalmente para os jogos contra os adversários mais fortes e com atacantes mais contundentes.

Há necessidade premente de contratação de dois zagueiros, que passem mais confiança ao restante da equipe.

Diguinho, em que pese as últimas boas atuações, não reúne as condições hoje exigidas para a posição. Muitos erros de passe, lentidão nas saídas para o ataque e faltas desnecessárias são características que inviabilizam sua titularidade.

Torço para que as palavras do Ricardo Tenório sejam verdadeiras e que Edson, a nova contratação, seja realmente um “volante alto, rápido e que joga sempre de cabeça em pé”. (sic).

A referência maior de Edson foi o interesse despertado pelo Corinthians, que desistiu de sua contratação após o retorno do Elias.

Um atacante de velocidade também deve continuar na pauta de reforços, porque inexiste no elenco jogador com essa característica, essencial nas ocasiões em que o Tricolor necessitar jogar em contra ataque.

Insistir com Biro Biro na função é insensatez.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES:

CAMPEONATO BRASILEIRO – 1ª RODADA

Fluminense 3 x 0 Figueirense

Local: Estádio Maracanã, Rio de Janeiro (RJ); Data: 19/04/2014  
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Luiz Carlos Silva Teixeira (BA)
Gols: Rafael Sobis, aos 30' e Fred, aos 44' do primeiro tempo; Nirley (contra), aos  13' do segundo.

Fluminense: Cavalieiri, Bruno, Gum, Elivélton e Carlinhos; Diguinho (Valencia, 37'/2ºT), Jean, Wagner (Biro Biro, 22'/2ºT) e Conca; Rafael Sobis (Walter, 36'/2ºT) e Fred. Técnico: Cristovão Borges.

Figueirense: Tiago Volpi; Leandro Silva, Nirley, Thiago Heleno e Marcos Pedroso; Luan, Marcos Assunção (Paulo Roberto, intervalo) e Dudu (Vitor Júnior, 32'/2ºT); Lúcio Maranhão (Nem, intervalo), Everton Santos e Giovanni Augusto. Técnico: Vinicius Eutrópio.

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Fluminense lança nota oficial de repúdio a portal Terra

A diretoria Tricolor divulgou através de seu site oficial nota contra o portal Terra, que na matéria sobre a vitória sobre o Figueirense, chamou o clube carioca de “Rei do Tapetão”.

Perfeita a posição da Diretoria Tricolor, embora ainda esteja faltando uma Ação de Danos Morais contra os elementos sem escrúpulos dessa parte podre da mídia, para a que sintam no bolso os efeitos de suas insinuações caluniosas.

O clube poderia doar o total arrecadado para uma instituição de caridade.
  

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Fluminense 5 x 0 Horizonte. “Escalações cautelosas”, nunca mais!

(foto: Cleber Mendes / LANCE!Press)

O jogo de ontem serviu para comprovar que muitas derrotas são consequência da febre defensiva que atualmente assola as mentes da maioria dos treinadores brasileiros.

A mania quase geral de armar as equipes com três e algumas vezes até com quatro volantes botinudos transformou o futebol brasileiro num arremedo do outrora famoso “jogo bonito”.

E o Fluminense tem sido um dos clubes que mais tem sofrido com a adoção desses esquemas escabrosos.

Saudades do tempo em que nossas divisões de base revelavam volantes que sabiam dar seguimento às jogadas sem os execráveis chutões, verdadeiros craques como Carlos Alberto Pintinho, Cléber, Denilson e Deley.

Arouca e Diego Souza foram os últimos revelados e passados quase dez anos os poucos que despontaram acabaram sendo relegados ao ostracismo pela insistência imbecil da maioria dos técnicos que passaram pelas Laranjeiras.

Até mesmo o Renato que, como jogador, reverenciou sempre as jogadas de ataque sucumbiu à mesmice de achar que congestionando o meio de campo com defensores inexpressivos poderia alcançar o sucesso e nem mesmo a desastrada insistência com a manutenção de três volantes na Libertadores em 2008 serviu para convencê-lo.

Sobrou o ídolo como jogador, principalmente pelas inúmeras destroçadas no urubu quando defendia as cores tricolores.

O amigo tricolor deve estar pensando o porquê dessa introdução logo agora que o time se mostrou mais equilibrado.

E foi justamente a expressiva goleada que motivou mais um libelo contra retrancas dantescas, assunto sempre enfocado desde os primórdios desse espaço nos idos de 2008.

Pois bem, bastou uma mentalidade mais arejada no comando da equipe para que a transformação acontecesse.

Não que os 5 a 0 contra o Horizonte signifique que as coisas agora estão às mil maravilhas.

Indicam apenas que com o time mais solto goleadas contra equipes de menos potenciais devem ser a regra e não a exceção.

A presença de mais um meia aliviou o Conca, que dessa vez não chegou a ser cassado em campo.

Wagner jogou bem, mas ainda continuo cético quanto a ser ele o companheiro ideal do argentino. Precisa mostrar eficiência contra equipes mais fortes.

Talvez com o tempo o Cristóvão perceba que existem outras opções no elenco que poderiam ser testadas na função. E não deixar de acompanhar o desempenho de Lucas Patinho, mais uma vez emprestado por ser presença indesejável para os treinadores que apreciam os medíocres “cabeças de área”.

Espero que Cristóvão consiga dar jeito na equipe e conscientizar diretoria e patrocinador de que alguns jogadores não tem habilidade suficiente para continuar a vestir a camisa tricolor não só no banco de reservas, mas também como titulares, apesar dos absurdos salários recebidos.

Em suma, torço para que Cristóvão se transforme no “cara” do Fluminense em 2014.


E DÁ-LHE FLUZÃO!


DETALHES: 

COPA DO BRASIL  –  1ª FASE – JOGO DE VOLTA: 10/04/2014

Fluminense 5 x 0 Horizonte-CE:

Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP)
Gols: Conca, aos 12’; Gum, aos 45' e Sobis, aos 47' do primeiro tempo; Wagner, aos 14' e Fred, aos 44' do segundo.
Cartões Amarelos: Gum e Elivélton
Cartão Vermelho:  Elivélton

Fluminense: Cavalieri, Bruno (Wellington Silva, 39'/2ºT), Gum, Elivélton e Carlinhos (Chiquinho, 23'/2ºT); Diguinho, Jean, Wagner e Conca;  Sobis (Walter, 15'/2ºT) e Fred. Técnico: Cristovão Borges.

Horizonte: Jefferson, Diego Maradona, Douglas (Waldson, 15'/2ºT), Ramon e Rick; Albano, Rafael Tchuca, Fernando Sobral e Diego Palhinha (Erivelton, Intervalo); Dico e Marciel (Siloé, Intervalo). Técnico: Roberto Carlos.

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Reforços

Finalmente Peter Siemsen reconheceu que falta velocidade à equipe. Deveria ter pensado nisso no momento em que forçou a saída de Wellington Nem sem dispor de alguém para substituí-lo.

Mas, como falou que está procurando atleta com essas características para a próxima janela de transferências, aqui vai uma dica: Sherman Cárdenas, o número 7 do Atlético Nacional da Colômbia, que deitou e rolou contra o Newell’s ontem à noite.

Foi uma partida só, é verdade, mas não custa observá-lo nos dois jogos das oitavas da Libertadores contra o Galo.